Traí minha esposa com uma coroa

Há um tempo fui casado, foi uma decisão impulsiva, já que foi um casamento que durou pouco e terminou por minha culpa.

Depois do primeiro ano de casamento, já parecia bem desgastado, dava a sensação de que estávamos juntos por obrigação, mas ainda assim tentávamos manter o "fogo" aceso com saídas frequentes e sexo.

Um dia fomos a um café local onde a dona era uma senhora que eu calculava estar na casa dos quarenta, eu tinha 27 anos na época. A senhora era muito simpática e educada, nos atendeu super bem, era um pouco atrapalhada, o que achei charmoso, e além disso, tenho que admitir que era atraente. Não digo que era cara de atriz de Hollywood, mas era bem bonita, além de ser muito bunduda e os peitos também eram grandes, um corpo de coroa, sabe.

Comecei a falar pra minha esposa irmos naquele café direto, ela quase sempre topava, embora não entendesse por que eu tinha gostado tanto. Uma vez, brincando, ela disse: "Você se apaixonou pela senhora ou o quê?", sem saber que era exatamente a verdade. Comecei a ir sozinho. Eu trabalho de casa e às vezes preciso sair pra encontrar clientes pessoalmente, então falava pra minha parceira que ia ver um cliente e, na real, ia pro café. Na primeira vez que fui sozinho, a senhora perguntou onde estava minha companheira, e eu falei que ela não pôde ir. Aí ela me deu uma sobremesa de cortesia. Eu era o único cliente na hora, e ela sentou comigo pra conversar. Pra não me alongar, fui várias vezes sozinho, perto do horário de fechar, pra ficar só com ela batendo papo. O horário dela era até as 22h, e eu cheguei a ficar até meia-noite conversando com ela.

Comecei a levar presentinhos, chocolates, flores, joias, e já tava bem na cara que eu tava afim dela, e ela me dava umas indiretas ou fazia comentários tipo: "Queria ter casado com alguém como você". Já dava pra sentir uma tensão entre nós, e só faltava alguém dar o primeiro passo.

Como ela sempre me dava alguma cortesia, falei que queria pagar convidando ela pra jantar, ela corada me dizia que não precisava, insisti até ela aceitar, só pedi pra ela vestir um vestido bonito. Falei pra minha parceira que ia pro sítio de um amigo e que só voltaria no dia seguinte, obviamente ela ficou brava, brigamos mas pouco me importei, só pensava em ver a Gaby (aliás, é assim que a moça do café se chama). Aluguei um terno e paguei um hotel pra me arrumar e dormir lá, já que supostamente ia passar a noite fora da cidade.

Quando cheguei pra buscar a Gaby, buzinei na casa dela, um garoto abriu a porta e depois a Gaby saiu, vi ela dar um beijo na bochecha dele e o garoto entrou, era o filho dela, que ela nunca tinha me contado nada e agora saber que era mãe me deixou ainda mais excitado. A Gaby tava com um vestido bonito e... justo, aquela bunda enorme se marcava deliciosamente, levei ela pra jantar num restaurante italiano bonito e depois levei pra um mirante (o mirante era minha técnica de paquera favorita kkkk) lá no mirante finalmente me atrevi a beijar ela, e ela me afastou.

Eu: o que foi?
Gaby: isso tá errado, você tem namorada.
Eu: se eu não ligo, por que você liga?

Aí beijei ela de novo, ela aos poucos foi correspondendo até a gente se beijar como apaixonados, ela começou a esfregar em cima da minha calça e eu beijava em cima dos peitos dela, fomos pro hotel onde eu ia ficar.

Quando entramos no quarto ela foi pro banheiro, tava tão excitado que me despi completamente e comecei a me masturbar, ela saiu do banheiro e foi deitar do meu lado, a gente se beijou e ela começou a me masturbar, tirei o vestido dela e ela tava com uma calcinha fio dental branca super pequena, as pernas e a bunda dela já são grandes e com aquela calcinha minúscula ficava ainda melhor, dava pra ver que ela tinha se depilado mas um pouco de pelo aparecia por cima da calcinha e o sutiã combinava com a calcinha, ela tava tão gostosa que não quis tirar a roupinha íntima, só afastei de lado e comecei a meter nela. Oral, ela afundava minha cara na buceta dela, dizia pra eu não parar e, quando eu me afastava só pra respirar um pouco, ela me puxava de volta contra ela.

Subi em cima dela pra beijá-la e enfiei a pica devagar, primeiro penetrava só um pouquinho com a cabeça, depois, quando colocava até a metade, tirava completamente pra esfregar por fora e deixar mais lubrificada. Meti até o fundo e ela gemia deliciosamente. A gente transou em várias posições até que, com ela de quatro, gozei dentro. Enfiei a pica até o talo e, com um gemido, tive uma grande ejaculação — "Ah, desculpa, gozei dentro" — falei enquanto sentia os últimos jatos escorrendo lá dentro. Ela disse que não tinha problema, ofegante. Tirei a pica e um monte de porra escorreu dela. A gente dormiu abraçado e eu levei ela pra casa de manhã.

Começamos a nos encontrar com mais frequência. Eu ia visitá-la no café e, umas duas vezes que minha parceira me acompanhou até lá, eu entrava no banheiro e mandava mensagem pra Gaby pra gente se beijar. Uns meses depois, eu e minha parceira brigamos e ela disse que, de qualquer forma, eu já não a amava mais, que já desconfiava que eu ia me encontrar com uma puta quando supostamente estava com clientes. Quando tentei inventar alguma desculpa, ela me calou: "Sua roupa sempre cheira a puta barata, então nem fala mais". Naquela noite, reservei uma estadia numa praia e liguei pra Gaby pra ela ir comigo por uma semana. Primeiro ela recusou, porque não queria deixar os filhos sozinhos, mas quando expliquei o que tinha acontecido, ela aceitou. Naquela semana na praia, a gente transou tantas vezes que perdi a conta. Quando voltei pra casa, minha agora ex já tinha ido embora e, longe de ficar triste, fiquei feliz em saber que podia ver a Gaby quando quisesse e trazê-la pra minha casa sempre que desse vontade.Traí minha esposa com uma coroa

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