Minha 2ª história de luxúria e sexo tabu incestuoso, minh

Aqui vai o terceiro conto da minha história de sexo, luxúria e paixão tabu incestuosa, minha prima Naty, é assim que vou chamar a irmã mais nova da minha prima Mary, do conto anterior. Como ela também ficou órfã e foi criada na minha casa, era um ano mais nova que a irmã Mary, e a história com ela aconteceu muito depois de eu já estar mantendo um romance escondido de todo mundo com a irmã mais velha. Com a Naty, rolou quando ela tinha uns 16 anos, ou seja, uns 2 anos depois do início da história com a minha prima Mary. Embora sejam irmãs, elas só compartilham alguns traços e não se parecem muito, exceto por esses poucos detalhes que já mencionei, como a cor do cabelo e dos olhos. Fisicamente, são bem diferentes: a Mary é mais escultural e maior, mais alta e, como falei no conto anterior, tem a melhor bunda que já experimentei na vida. A Naty é mais baixinha, tem 1,52m, é mais magra e miúda, mas tudo nela é perfeito. O que a diferencia da irmã mais velha, além daquele par de peitos que se destacam ainda mais com o corpo dela, são como duas toranjas quase melões, e aquela cinturinha de pilão que realça as perninhas bem formadas e torneadas, além daquelas nalgas tão gostosas, mas que não têm comparação com as da irmã. Mesmo assim, a baixinha tem seu valor, e sabe se virar e usar tudo muito bem, como vocês vão descobrir no decorrer dessa história e como eu também descobri mais tarde, quando finalmente consegui colocar minhas mãos e todo o meu corpo, vontades e desejos pervertidos sobre o corpinho fantástico e divino dela. Pra vocês entenderem melhor como são as irmãs: a Mary é a mais exuberante e voluptuosa, com medidas 90-69-102, e a Naty tem 96-56-90, um pouco mais modesta que a Mary, mas nem por isso menos gostosa e linda. A história com a Naty começa em agosto ou setembro daquele ano, quando ela tinha uns 16 anos, mais ou menos. Ela começava a sair e sempre éramos eu e a irmã dela quem a levávamos. gancho e a acompanhava nos primeiros bailes e saídas com as amigas na maior parte do tempo, senão meus avós não deixavam ela sair, supostamente pra cuidar dela, o que eles nem sabiam é que o próprio lobo que estava prestes a roubar a inocência dela era quem devia cuidar dela e dormia debaixo do mesmo teto, pois numa dessas tantas saídas, Mary não pôde nos acompanhar e só saímos nós dois — ela tinha começado um relacionamento com um cara da idade dela, era irmão de uma amiga e colega dela, mas por questões de idade e vergonha e, principalmente, notei que o cara era bem bonzinho, não tinha passado de uns beijos. Eu em algum momento insinuei e até garanti pra ela que era porque esse moleque era gay (na verdade, era mais pra encher o saco da Naty do que por qualquer suspeita que eu tivesse, mas o tempo me deu razão de novo sem querer querendo, como diria o Chaves, hahaha). Pois nessa saída só nós dois fiquei sabendo que justo naquela mesma tarde ela tinha brigado com o cara, ela tinha insistido pra passar pro próximo nível no romance incipiente deles, ao que ele respondeu que tavam indo muito rápido e ela se frustrou e terminou. Eu percebi, como um velho sabido, que ela tava bem excitada e pilhada, queria estrear e esse cara falhou com ela, então aproveitei a oportunidade que a vida me deu e comecei a brincar com a inexperiência e inocência dela, e também com a vontade e necessidade dela. Falei que aquele moleque não era um homem de verdade, que ela devia procurar alguém que já tivesse bastante experiência e que cuidasse e protegesse ela na hora de se entregar, não precisavam necessariamente se amar, só precisavam se respeitar e cuidar um do outro. Ela engoliu essa conversa toda com direito a luxo e detalhes que fui dando enquanto sentamos num bar vazio e tranquilo, quase sem ninguém por perto. Ela me olhou interessada pra saber mais, mas deixou claro que não queria ficar com um velho ou alguém muito mais velho, ao que respondi que eu em nenhum momento... eu tentei dizer isso pra ela, que tinha muita gente jovem, mas mais velha que ela, que tinha muito mais experiência e conhecimento nisso, não precisava ser um velho ou alguém muito mais velho. A conversa foi fluindo e eu já tava levando ela do meu jeito, até que ela caiu na armadilha que eu fui montando. Ela me perguntou na cara se eu tinha muita experiência, sem saber, claro, a história que eu já vinha tendo com a irmã dela, há uns dois anos. Só mencionei várias amigas delas, tanto da Mary quanto da Naty, também falei de algumas amigas e ex-minhas, e por último soltei o nome de várias filhas de amigas da família. Com todas elas eu já tinha feito minhas jogadas, e ela não duvidou de nada do que eu falei, porque sabia que tudo aquilo era verdade. Ela começou a pedir pra eu contar e dar detalhes explícitos desses encontros, e eu só dei alguns, pra deixar ela curiosa, e funcionou maravilhosamente bem. Depois de vários drinks e umas 2 horas de conversa, ela pediu pra ir pra um lugar mais tranquilo e relaxado, porque o barzinho já tava enchendo de gente e ela começou a ter medo de que alguém conhecido pudesse nos ver ou até ouvir o que a gente tava falando. Aí eu aproveitei e falei que sim, que justamente tinha, por toda essa semana e a próxima, as chaves do apê de um amigo (um irmão que a vida me deu), pra cuidar e manter limpo e arrumado enquanto ele voltava pra cidade dele no interior, porque a mãe dele tava muito mal de saúde. Então perguntei se ela queria ir pra lá e levei ela. No caminho pro apê, comprei umas coisinhas pra petiscar e muitas bebidas pra não precisarmos sair depois que chegássemos. O apê ficava a só umas quadras do bar, então fomos tranquilos andando. Chegamos, subimos, e era um prédio onde cada andar tinha só um apê, então não tinha ninguém pra nos incomodar quando entrássemos e fechássemos a porta de acesso. Chegamos, guardamos as coisas na geladeira e... seguimos conversando enquanto eu preparava uns drinks, obviamente o dela foi um pouquinho mais forte pra tentar deixar ela bêbada e facilitar o caminho, ela com a conversa e tal já começava a ficar mais excitada e começou a pedir mais detalhes dos meus encontros e experiências, eu contei umas duas histórias bem pesadas e com detalhes suficientes pra ela se acabar de tesão e foi isso, quando terminei de contar a terceira história ela já tava toda entregue, largou o copo com o drink que tinha acabado e se aproximou de mim e com os peitos começou a me acariciar e esfregar no meu peito, eu peguei ela pelo pescoço e pelos cabelos suavemente e puxei ela pro meu rosto pra beijar, e ela respondeu positivamente, a gente se beijou e cada vez ficava mais excitada, meti um beijo mais intenso e profundo brincando com minha língua na boquinha dela, e ela aceitou o desafio e fez o mesmo, e já começava a ofegar e soltar uns gemidinhos suaves, era hora de partir pra ação falei pra mim mesmo e então peguei ela pela cintura, puxei mais pro meu corpo e com a mão comecei a acariciar as pernas dela, coxas e subindo suavemente meti a mão dentro da minissaia que ela tava usando e senti o fiozinho da calcinha fio dental e massageei as bundinhas dela e aquele bumbum bem duro e empinado, com um dedo comecei a roçar o cuzinho dela, e ela ficou ainda mais excitada, continuei metendo a mão nas partes dela e enquanto enchia ela de beijos e carícias com a outra mão, beijando o pescoço dela e a parte de cima dos peitos, a gente se separou e ela recuperou o fôlego, tava totalmente com o rosto vermelho, com a respiração ofegante, e super excitadíssima, continuei depois de uns minutos que dei pra ela recuperar o ar tirando a camisetinha que ela tava e depois tirei o sutiã dela deixando os peitos dela no ar, peguei um deles com uma mão e comecei a chupar suavemente o mamilo, enquanto com a outra mão pegava e acariciava suavemente o outro peito e mamilo dela e assim fui alternando entre um peito e outro, depois de uns 10 minutos de Chupar os peitos dela, primeiro de um jeito suave e delicado, depois passei a fazer mais bruto e intenso. Mais uns 10 a 15 minutos nessa pegada, quando terminei, os bicos dela estavam totalmente eriçados e duros como pedra. Aí tirei o mini vestido dela e a calcinha fio dental. Assim que tirei, me abaixei até ficar de frente com a buceta dela. Comecei a beijar e acariciar com minha boca e língua toda a extensão da buceta dela, começando pela parte de fora dos lábios até chegar lá dentro. Senti os sucos dela já começando a escorrer, e aquilo me excitou pra caralho, deixou minha pica mais dura que uma rocha. Continuei nessa e comecei a ouvir os gemidos dela de novo, cada vez mais fortes, além de uns pequenos espasmos e tremores nas pernas e no corpinho dela. Nessa altura, já tinha começado a enfiar um dos meus dedos, que lubrifiquei com a saliva dela — coloquei na boquinha dela pra chupar e depois enfiei devagar na buceta dela cheia de sucos. Aí enfiei um segundo dedo, e ela em poucos segundos não aguentou mais e gozou num orgasmo louquíssimo. Me encheu a cara de squirt, e eu bebi tudo como se fosse um beduíno no meio do deserto depois de uma semana sem ver água. Levantei depois de beber todos os sucos dela e limpar bem a buceta dela. Ela disse, mal se recuperando, que agora era a vez dela retribuir o favor. Tirou minha calça — minha camisa já tinha voado pra longe no começo — e se abaixou. Começou pegando minha pica, que tava duríssima, segurou com as mãos e, molhando os dedos, começou a fazer um boquete gostoso. Aos poucos, começou a lamber e colocar a pontinha na boquinha dela, enquanto com a linguinha brincava com a cabeça da minha pica. Me excitou mais do que já tava, e só aguentei 10 minutos antes de gozar. Avisei ela, e ela disse pra eu gozar dentro da boquinha dela. Mal terminou de falar isso, joguei lá dentro uns 7 ou 8 jatos de porra bem quente e grossa. Ela quase engasgou com aquela quantidade toda. Gozei, mas ela tomou tudo bem devagar, feito uma verdadeira campeã. Depois, mostrou a boquinha com a linguinha e os restinhos do meu gozo. Meu pau, mesmo depois de uma descarga daquelas, continuava duro, e eu falei que ainda não tínhamos terminado. Peguei ela pelas pernas, levantei nos meus braços e levei pro quarto. Deitei ela devagar na cama e pedi pra ficar de quatro. Me abaixei de novo e comecei a chupar a buceta dela, mas de vez em quando também chupava o cuzinho dela. Fiquei nessa uns 15 minutos até me levantar e enfiar meu pau devagar, só colocando a pontinha pra não doer os 20 cm do meu pau grosso e grande, porque era a primeira vez dela. Quando enfiei um pouco mais, senti o hímem dela romper, e começou a sair um fiozinho de sangue da buceta dela, que escorreu entre as pernas. Fui metendo devagar, cada vez mais fundo, até ela começar a gemer e pedir pra eu meter mais rápido e forte, que já não sentia quase nada de dor. Comecei então a aumentar a intensidade das minhas estocadas, bombando cada vez mais forte e rápido, o que provocou uma porrada de gemidos e espasmos mais fortes e seguidos do que da primeira vez. Ela gozou duas vezes enquanto eu bombava sem parar, e ela pedia pra eu não parar, pra continuar e meter mais forte. Depois de 25 minutos metendo com toda força e vontade, falei que ia gozar, e ela disse: "dentro não, goza nas minha nadeguinhas". Tirei bem na hora e joguei uns 6 ou 7 jatos do meu gozo grosso e quente nas nadeguinhas dela e um pouco nas costas. Peguei uns lencinhos descartáveis e limpei as costas e as nadeguinhas dela. Depois, continuamos com a brincadeira, com beijos e carícias, e eu comecei a passar a mão no cuzinho dela de novo. Ela perguntou: "cê gosta do meu cuzinho?" Claro que sim, falei, é lindo. Então ela disse: "e quer experimentar?" Óbvio, respondi. E ela falou: "tá bom, por ser você e porque a gente tá assim, e você me fez sentir mulher pela primeira vez, vou deixar você. Me faz esse meu rabinho pequeno, mas toma cuidado porque tu tem uma pica muito grande e grossa e eu sei que vai doer pra caralho, mas vou aguentar por você. Eu disse ok, da minha parte vou deixar bem lubrificadinho pra entrar de boa e não doer tanto, vou fazer bem devagarzinho e você vai me falando se tá gostando, se a gente continua ou para. "Fechou", ele me disse. Aí passei a chupar de novo e com muita vontade aquela bunda linda e virgem que tava prestes a me entregar pela primeira vez também. Me esforcei pra lubrificar bem, cheguei a meter 3 dedos suave e aos poucos até conseguir ver o quanto ela dilatava e se dava pra meter a pica já, porque de novo meu pau tava pegando fogo. Enfiei a pontinha e bem, bem devagar fui levando e ensinando pra ela o delicioso sexo anal. 30 minutos levei, indo do suave até o bem duro quando ela mesma pediu. Terminei gozando dentro daquela bunda gloriosa e gostosa por pedido expresso dela. Não dá nem pra dizer que aquela bunda foi, é e vai ser uma das maiores glórias que provei na vida. Os 3 cuzinhos (proibidos, supostamente) que provei e que são da família foram, são e vão ser os melhores da minha vida: minha irmãzinha e minhas priminhas, as melhores vadias que comi na vida. E graças a tantos anos metendo e dando duro como ninguém mais, até hoje ainda posso continuar curtindo as 3, quando, como e onde eu quiser. Pra terminar, devo dizer que com as 2 irmãzinhas, minhas queridas e gostosas priminhas, já fizemos menage. Minha irmãzinha ainda não se anima a fazer com nenhuma delas, e muito menos topa um quarteto, mas sei que logo vão ter novidades e ela vai ceder. Por enquanto, vou ver se num próximo relato conto de algum desses roles com as priminhas ou passo a relatar algum dos meus encontros com outras putas, tipo a mulher ou namorada de algum amigo corno, ou alguma vizinha gostosa das que tenho e conheço muitas, e que adoram fazer seus maridos e namorados de corno manso. Vocês decidem, sem mais. Me despeço até a próxima e espero seus comentários. Espero que vocês curtam tanto quanto as anteriores, até logo.

2 comentários - Minha 2ª história de luxúria e sexo tabu incestuoso, minh

Que bueno que está éste 2 relato de tu prima y esperemos más parte punto siempre
Genial gracias por tus relatos haz uno con su ropa interior