Padrastro machista fode a enteada

O padrasto tava tentando manter uma conversa o mais normal possível com a mãe da Mara (Estefany), enquanto a Mara chupava o pau dele cada vez com mais força.
Padrasto: _E aí, querida, mhh, o que você vai querer de café da manhã?_
Estefani: _Mmmm, sei não, meu amor, vou preparar umas torradas com geleia, porque não tenho muito tempo, tenho que ir trabalhar._
*ouve uns gemidos do padrasto enquanto ele range os dentes e segura firme no mármore da cozinha*
O pau do padrasto começa a pulsar na boca da Mara, que já sabia o que significava, ele tava prestes a gozar e foi exatamente isso que aconteceu.Padrastro machista fode a enteadaEle começa a gozar na boca de Mara, que não consegue engolir toda aquela quantidade de porra que ele estava soltando, e vira o rosto, espalhando por toda a cara dela, enquanto ela recebe e começa a lamber, com ele ainda gozando.

Depois dessa sessão intensa de sexo oral, a mãe olhava de soslaio, mas não disse uma palavra. Em vez disso, deixou o prato na pia da cozinha e se despediu mandando um beijo com a mão enquanto corria para o trabalho. Sem ela em casa e sozinhos, os dois tinham exatamente 25 minutos antes de ele entrar no trabalho e um segundo round para encarar. Ele levantou Mara nos braços e caminhou com ela até o sofá mais próximo, no caminho tirou toda a roupa dela e a jogou em cima dele.vadiaEm questão de segundos, ele já tinha pegado ela pelo pescoço e tava metendo do jeito que ela mais gostava.

Padrasto: Cê acha certo, sua menina safada, chupar desse jeito enquanto sua mãe tá olhando? Cê merece um castigo.

Mara: Ahh ahh ahh ahh ahh eu não fiz ahh ahh nada ahh que você ahh ahh não tivesse ahh ahh querido ahh ahh.

Os gemidos da Mara ecoavam por todo lado, o sexo tava intenso pra caralho, era uma metida e tirada muito forte. Fazer ela chupar enquanto ele falava com a mãe dela realmente deixou ele excitado, e agora ele tava descarregando toda essa tesão numa Mara que tava tão excitada quanto ele. Como os dois tavam muito quentes, chegaram ao clímax mais rápido do que esperavam, e em uns 10 minutos furiosos, os dois gozaram.

Mara ficou exausta, deitada no sofá, enquanto o padrasto ia trabalhar. Ela parou uns minutos pra pensar em como as coisas tinham mudado ultimamente. Tava completamente entregue ao padrasto, o homem da casa, o macho dela. Não que ela odiasse, já tinha se acostumado, mas ser mulher não era moleza. Tinha que fazer um monte de tarefa em casa, e a única coisa que passava na cabeça dela era que as pernas tremiam. Não conseguia nem levantar, não fazia ideia de como ia dar conta de um monte de serviço em casa e ainda ir pra escola. Não se mexia, mas sabia que se não cumprisse tudo antes dele sair, ia levar uma baita bronca do padrasto. E hoje já não dava pra mais um minuto de sexo, ela precisava de uma noite de descanso. Então se levantou como pôde e começou a limpar a casa, começando pelo esperma no chão da cozinha e da sala. Depois lavou a louça e a roupa, e foi direto pra faculdade, onde a esperava uma tarde inteira de aulas longas e chatas. Mas não eram tão ruins assim. Agora ela tinha um grupo de amigas, que não sabiam da transformação dela, mas por medo, ela nunca contou nada. Imagina se elas rejeitassem ou não aceitassem. só porque antes ele era homem.
   Depois de um longo dia de faculdade, ela voltou pra casa, onde o padrasto ainda não estava, mas a Estefany estava esperando ela pra ter uma conversa de mãe pra filha.
Estefany: _Vem cá, filha, senta, a gente precisa conversar.
Mara: _Claro, mãe, o que foi?
Estefany: _Vou ser direta: você tá curtindo o sexo com seu padrasto? Ou sente mais como uma pressão?
Mara: _No começo, sinceramente, não, eu odiava, me sentia mal, suja, mas cada vez que ele me comia, ia ficando um pouco melhor, e agora já aceitei a ideia de que, como mulher nessa casa, eu pertenço a ele, e até eu ir embora, ele vai ter esse privilégio sobre mim.
Estefany: _Entendo, você tem razão, o único jeito de evitar isso é arrumar um namorado e sair de casa.
Mara: _Sim, mas também não me incomoda, na verdade é até meio gostoso.
   Estefany levantou a sobrancelha, a filha dela tinha aceitado completamente o papel que o padrasto queria: enteada totalmente submissa, pronta pra obedecer ele como o homem da casa que ele é. Ela ainda não conseguia definir se isso era bom ou ruim, ela realmente precisava do novo namorado dela e, além disso, ele comia muito bem, mas não sabia se o que tava fazendo com a Mara era certo ou errado.
   Naquela noite, a Mara não foi vítima do garanhão do padrasto, ele tinha que atender a outra mulher da casa, ou seja, a Estefany, mas isso não significava que a Mara não ia levar. A Estefany precisa sair muito cedo, então ele não chega a comer ela de manhã, então ia sobrar pra Mara o matinal. Ele invadiu o quarto dela, mas a Mara tava se trocando, tinha que ir pra um tour e não tinha tempo, mas ele, com a piroca cheia de porra e mais dura que pedra, não deixou ela se preparar e obrigou ela a atendê-lo antes de sair.incestoComo ela não tinha tempo e estava realmente apressada, usou a boca, uma fraqueza do padrasto, apertando os lábios o máximo que podia, chupou o pau dele o mais forte que conseguia, enquanto ele segurava a cabeça dela e a obrigava a engolir até o fundo, fazendo um boquete o mais profundo possível. Foi um boquete bem rápido mesmo, Mara tinha ficado muito boa em chupar rola e o padrasto não resistia aos lábios dela, e ele gozou neles, como sempre, uma porra bem grossa e abundante.

Mara: — Bom, já deu? Preciso mesmo ir.

Terminou de se trocar, pegou as coisas e saiu correndo pra escola, chegando no limite. Se não estivesse lá a tempo, o tour ia começar sem ela. Por sorte, chegou na hora.

Naquele dia, durante o tour, ela se sentiu mal, quase desmaiou, tudo por culpa do padrasto, que não aguentava ir trabalhar sem comer ela de manhã. Embora ela já tivesse aceitado, ele estava cansando ela de tanto usar como boneca sexual. E mesmo que ela curtisse como ele comia e dominava ela, às vezes era muito invasivo, ela não podia estar sempre disponível pra ele. Hoje, por exemplo, quase perdeu uma presença obrigatória no estágio de contabilidade, onde tinha que ir de qualquer jeito se quisesse passar em Contabilidade II.

À noite, depois de voltar daquele passeio exaustivo, ela estava muito cansada, deitada no quarto, quando a mãe entrou pra conversar com ela. De novo, o assunto era o padrasto. Mara não se sentia confortável com ele, mas estava satisfeita, no fundo curtia e já tinha se acostumado a transar com ele. De certa forma, precisava daquilo como qualquer mulher, ele supria essa necessidade. Mas Estefany estava meio insatisfeita com toda a situação e, no fundo, também um pouco ciumenta. Antes, ele só comia ela, mas agora passava mais tempo comendo a enteada do que a namorada. Estefany não sabia como lidar com aquilo, queria reclamar, mas sabia que ele era perigoso, então por enquanto só ficou quieta. Mas incentivou a filha a passar mais tempo fora de casa. principalmente quando ele estava nela, que ela fizesse as tarefas de casa quando ele fosse trabalhar e que arrumasse uns amigos pra sair juntos, principalmente homens, assim não teria tantos problemas, já que ele só respeitava outros caras.
Ela fez isso, uma semana inteira voltava muito tarde e às vezes nem voltava, sempre com a devida permissão, começou a andar com uns amigos da faculdade, mas o que ela não contava era a dependência que tinha criado. Depois de alguns dias, mostrava sinais de abstinência, precisava de uma trepada e não de qualquer um, mas do padrasto dela. Então, à noite, em vez de sair como já estava virando rotina, dessa vez ela ficou e, depois de jantar, se despiu e esperou por ele na sala, estava pelada sentada no sofá olhando pra ele.
Mara: — Por favor, pai, me come, preciso de uma comida sua.
Estafany estava ali, mas a Mara não ligou, ao ver aquilo fechou os olhos e, com uma indignação enorme, foi pro quarto dela, que de qualquer jeito no dia seguinte tinha que trabalhar, mas o padrasto viu aquilo, deu um sorrisinho e caminhou até ela enquanto abaixava as calças.
Padrasto: — Ajoelha e chupa ela até ficar dura se você quer tanto assim.
Mara obedeceu, se ajoelhou e com muita vontade começou a chupar ele, enquanto mamava como se fosse um pirulito até que ela ficou dura que nem pedra e continuou lambendo, chupando e sugando, da cabeça até as bolas, passando por todo o tronco enquanto saboreava com desespero.
Padrasto: — Para.
Mara obedeceu de novo e parou na hora. Ele se deitou no sofá e mandou a Mara deitar com ela.relato eroticoSem nenhum tipo de preliminar, ele enfia no seco na cavidade anal dela, que entra com muita facilidade já que estava lubrificada com a saliva da Mara, e começou a comer ela com muita força enquanto brincava com os peitos dela. A Mara precisava tanto daquilo e estava tão quente que começou a se masturbar enquanto ele arrebentava a bunda dela.

Mara: _Ahhhh sim, mais forte, papai.

Ela gritava a plenos pulmões, enquanto os gemidos ecoavam até na casa dos vizinhos. A Estefany não era a única que não ia dormir naquela noite.

Padrasto: _Ahh sim, você gosta, sua puta? Você estava me evitando.

Mara: _Ahhh sim, papai, eu amo isso (Deus, eu realmente precisava disso, não aguento mais, estou prestes a gozar).

Enquanto ele comia a bunda dela com tanta força, a Mara, de tão excitada que estava, não aguentou nem 15 minutos e gozou jorrando. O padrasto viu isso, mas em vez de parar, pelo contrário, ficou puto.

Padrasto: _Quem te deu permissão pra gozar?

Ele gritou enquanto dava tapas na bunda dela e começou a comer ela com ainda mais força. A Mara, muito sensível por ter gozado, pediu clemência e umas desculpas que não dava pra entender no meio de tanto gemido que ela soltava. Por isso, ele continuou comendo ela ainda mais rápido e forte. Até que ele gozou. Primeira carga, muito intensa, soltou uma quantidade enorme no cu dela. A Mara gemeu muito forte, enquanto ofegava e virava os olhos, sentindo tanto sêmen no reto dela. Ela, já bem satisfeita, ia se levantar, mas a coisa não parou por aí.

A Mara pensou que finalmente tinha parado, porque ela já estava com as pernas tremendo, mas isso estava só começando.padrastoSentou o padrasto no sofá e parou a Mara segurando ela pelos braços, pra depois fazer ela sentar no pau dele, Mara obviamente soltou um puto grito de susto e prazer, e então ele pegou ela pelas pernas e deixou o cu dela o mais perto possível das bolas dele, fazendo com que cada centímetro da pica que ele tinha entrasse no cu bem sensível da Mara.

Mara: _Ahh ahh não tão bruto papai por favor já tá doendo meu cu.

Padrasto: _Cala a boca. Só geme como uma puta e não fala nada.

Foi assim que Mara só passou o tempo todo gritando ah ah ah, enquanto ele metia nela, com força, devagar, rápido, de leve, às vezes até o fundo, às vezes só até a metade, por um bom tempo a única coisa que se ouviu foram os gemidos bem altos da Mara, os tapas no cu dela e nas bolas do padrasto e a respiração pesada, uma respiração intensa dos dois, até que o padrasto se cansou só do cu, e começou a alternar, uma e uma, uma metida na buceta, uma no cu, e assim foi trocando, o que foi ainda pior pra Mara, que já tinha gozado antes e tava toda sensível, no cio e com tesão, uma combinação que fez ela gozar mais duas vezes num espaço de pouco mais de 40 minutos, mas ele não parou nem um segundo, enquanto ela gozava ele continuava metendo nos dois buracos, fazendo ela gemer mas já não de prazer e sim mais de dor, ela tava irritada já não aguentava mais e ele continuava metendo, até que finalmente e depois de mais de uma hora de sexo bem selvagem ele soltou a segunda e última carga.

Mara tava completamente acabada e exausta com a buceta e o cu destruídos, sem conseguir se mexer, então nem tentou ir pro quarto dela dormir e ali mesmo se jogou na sala de estar pra passar a noite.

No dia seguinte a mãe dela vê que ela ainda tava dormindo no sofá, ignora ela e vai trabalhar, pensando que precisava conversar com ela sobre tudo isso, não pode ser que ela aja desse jeito, no fundo ela se preocupa, mas a Mara não via assim. Ela achava que a mãe dela tava com ciúmes porque o namorado dela tava comendo ela. De noite elas conversaram, mas não chegaram a lugar nenhum. Uma insistia que sentia inveja, a outra falava que o que tava rolando não era normal, mas não ia enfrentar o namorado dela, porque tinha medo dele. Naquela noite, o problema não foi dormir em casa, também não apareceu no dia seguinte, mas quando a tarde caiu, ele surgiu, completamente bêbado, exausto, moído, estressado e sem saco pra lidar com nada. Só que se deparou com Mara e Estefany discutindo, e o motivo da briga era ele. Ouviu tudo o que essa falou e, claro, não gostou nada. Levou Estefany pro quarto e bateu nela com força. Enquanto ele batia nela, a enteada escutava tudo da sala. Depois, deixou ela caída no chão e mandou ela ficar quieta, que já ia voltar com a filha dela pra resolver os problemas que as duas tinham.

Quando Mara desceu, começou a gritar perguntando o que ele tava fazendo com a mãe dela. Mas a cara dele mudou na hora. Ao ver que ela tava desafiando ele, se enfureceu, pegou ela, jogou ela no sofá e começou a dar uma lição de como se dirigir a ele.enteadaEla castiga, dando muitas palmadas, bem fortes, Mara por consequência começou a gritar de dor, ela já tinha dado palmadas nela antes, mas nunca assim, com essa brutalidade, estava batendo pra doer. Entre os gritos e choros, Mara começa a pedir perdão, pra parar por favor, que não ia mais confrontá-lo e que estava disposta a fazer tudo que ele mandasse, mas isso ele já sabia, porque era o homem da casa, e o dever dele era colocar no lugar as fêmeas que ousavam desafiá-lo, então ele ia dar um castigo exemplar antes de resolver a briga entre mãe e filha.mudanca de sexoEle tirou o vestido dela, segurou ela pela cabeça, fez ela levantar a bunda, puxou a fio dental pro lado e começou a meter com muita força. Mara gemia indefesa enquanto ele, com um braço, forçava a cabeça dela pra baixo e com o outro continuava batendo na bunda dela. No ritmo em que ela pedia pra ele ser um pouco mais gentil, ele negava, aumentando a força das palmadas e dizendo que ela não tinha direito de pedir nada.troca de corpoEle tirou a tanga dela e jogou no sofá, mas dessa vez a vítima ia ser o cu dela, que ainda doía um pouco da porra da foda violenta que ele tinha dado há 2 dias. Mas ela não teve tempo de pensar nisso, porque ele a enforcou e continuou segurando a cabeça dela, apertando o pescoço com muita força. Ela mal conseguia respirar; com o pouco ar que entrava no corpo, não dava pra gemer, então os sons dela foram ficando cada vez mais fracos. Mas isso não diminuiu nem um pouco a força das estocadas dele. Mara, que mal respirava, estava sendo completamente dominada por ele, o que no fundo a estava excitando, mesmo sem saber como reagir ao que tinha acabado de acontecer. Mas não teve muito tempo pra pensar, porque veio a primeira descarga dele, maior do que qualquer outra que ele tinha soltado antes, deixando a mente de Mara completamente em branco enquanto ela tentava soltar um gemido que não se ouvia. Mara pensou que já tinha acabado, mas faltava um pouco pra isso acontecer. Quando ele terminou de esvaziar as bolas no cu dela, soltou-a, e ela achou que tinha acabado, mas não.relatos de incestoEle a pressiona contra o chão, Mara tentava respirar o máximo possível, até sentir outra picada no cu, no ritmo de uma palmada e um grito para levantar mais. Automaticamente, ela ergue o quadril o mais que pode, deixando a bunda completamente exposta, enquanto ele pisa na cabeça dela com uma perna e começa a meter de novo com toda força. Os gemidos de Mara dessa vez não se ouviram mais, primeiro porque ela estava recuperando o fôlego e segundo porque a cara dela estava esmagada contra o chão da sala de estar. Assim ficaram por um tempo, bem longo por sinal, até que ele gozou de novo dentro do cu dela.Troca de generoEntre os gemidos dos dois, e a quantidade irreal de porra escorrendo da buceta dela, Mara estava exausta e com o cu completamente arrombado e inchado, não aguentava mais. O padrasto dela, que tinha chegado de muito mau humor, diz que agora vão resolver a briga que ele teve com a mãe dela, que as duas putas dele estão proibidas de brigar entre si, têm que se dar bem e a missão delas é satisfazer ele do jeito que ele quiser. Continua??

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