Olá, somos Christian e Natasha, ambos com 44 anos. Vou contar pra vocês nossa última aventura.
Faz umas semanas que a gente foi num sábado no BASH, mas não postei nada sobre isso porque foi uma noite muito tranquila, nada fora do normal. O lugar até que não é ruim, mas o clima, os drinks e a música não curtiram muito, então a gente só dançou um pouco e depois foi pros reservados, que tavam cheios de luz e cada um na sua. Por isso, eu e a Naty obviamente metemos uma foda bem gostosa, mas só isso. Então vou direto pra nossa última saída, de umas duas semanas atrás.
Depois das festas, a gente foi uns dias pra Mar del Plata. Óbvio que já tinha caçado uma casa de swing por lá e achei uma perto da calçadão, então ficou suave pra gente visitar.

Naquele sábado a gente se trocou, ela vestiu uma calça high super apertada e um body decotado espetacular (deixo a foto de como ela tava naquela noite) e fomos pra um lugar chamado Daryam, era o mais recomendado que aparecia pra gente pelos comentários e tal. Chegamos no local e um rapaz nos mostrou o lugar e explicou tudo.

O lugar não era muito grande, mas é bom. Tinha umas mesas, sofás, balcão e uma pista de dança pequena. Atrás, abria uma porta e você passava pros quartos. O primeiro era tipo 3x2, mais ou menos. No meio, tinha um sofá erótico, um sofá normal de um lado e, claro, luz fraca e espelhos. Tinha uma correntinha pra você marcar: se colocasse a corrente, ninguém mais podia entrar, só ficar de fora olhando o que rolava lá dentro. Se tirasse a corrente, era porque permitia que quem quisesse entrasse pra participar. A gente seguiu pelo corredor bem escuro e chegou em outro quarto parecido, um pouco menor, com o mesmo esquema. A uns metros, a última sala, que era tipo 4x3, mais ou menos. Nessa, qualquer um podia entrar.Voltamos pra pista de dança, tomamos uns drinks e começamos a dançar. Ficamos menos de uma hora dançando e percebemos que a pista, que tava quase lotada, tinha ficado quase vazia. Todo mundo tinha ido pros quartos. Terminamos os drinks e fomos dar uma olhada no que tava rolando.
Passamos pelo corredor escuro e vimos nos 3 quartos, todo mundo fodendo pra caralho obviamente, mas nada chamou nossa atenção, ficamos na entrada do quarto maior olhando um pouco e eu acariciando a Naty.
Depois de vários minutos vendo gente entrando e saindo e vendo como os caras passavam e devoravam a Naty com o olhar, começamos a ouvir uns gemidos muito exagerados. Uma mulher tava aproveitando demais aparentemente. A gente se olhou e falou vamos ver que porra é essa, fomos pro primeiro quarto e a corrente tava aberta, mas ficamos na porta observando, tinha um casal no sofá erótico e outro no sofazinho pequeno. Tavam fodendo pra caralho e a mulher gritava que nem uma louca. Tinha mais gente também no corredor e na entrada olhando, já éramos vários, num momento a Naty começa a me beijar, depois de uns beijos ela me fala tão apalpando minha bunda, na hora olhei pra trás e tinha um cara de uns 30 e poucos que tava colado na Naty. Na escuridão do lugar não tinha percebido. Isso acelerou meu coração e me deixou doido de tesão. A Naty começou a me beijar cada vez mais forte e se mexia pra frente e pra trás, o cara tava encostando a pica nela com tudo, ela gemia e me beijava, minha cabeça explodia, ela pegou a pica dele com a mão e começou a bater uma pra ele, o cara tava louco enquanto apalpava todos os peitos dela, na hora desabotoei a calça e tirei a pica que tava dura pra caralho, a Naty começou a bater uma pra mim ao mesmo tempo que batia pro outro, vamos chamar ele de N1 hehehe porque a verdade é que não perguntamos nome nenhum.
Enquanto a Natasha masturbava nós dois e a gente apalpava os peitos e a bunda dela, chegou outro cara de uns 30 mais ou menos, vamos chamar ele de N2. Já Veio com a pica de fora e começou a acariciar os peitos dela, eu tava explodindo de tesão, e perguntava pra ela se tava tudo bem, queria que ela se sentisse confortável, não queria que ela se sentisse sobrecarregada, aí ela respondeu pra eu ficar tranquilo que tava tudo bem, que era pra eu aproveitar. Ela falou com muita segurança e isso me deixou muito mais calmo, ela tava dominando a situação, com uma mão me punhetava e com a outra ia alternando entre as picas do N1 e do N2 enquanto nós três apalpávamos ela toda. Num momento ela se ajoelhou e começou a chupar minha pica, enquanto continuava punhetando o N2, o N1 tentou se aproximar o máximo possível pra tentar enfiar a pica na cara da Natasha, olhar pra baixo e ver sua mulher te chupando a pica com mais duas picas a centímetros do rosto dela, uma na mão dela não tem preço, era espetacular. Do meu lado direito tinha a cortina que dava pro corredor escuro, dali também vi umas mãos que apareciam e apalpavam os peitos da Naty, não dava pra ver quem era, mas uma dessas mãos, quero acreditar que pelo toque suave e pequeno era de uma mulher, começou a acariciar minha perna e as bolas, tudo enquanto a Naty continuava me fazendo sexo oral. Depois de uns minutos ela levantou e continuou me beijando, eu só aproveitava e tentava acariciar o corpo da Naty, mas todas as partes estavam ocupadas, a bunda dela tava cheia de mãos e a pica do N1 se esfregando, acho que até roçou minha mão com a pica kkkk, os peitos também tavam cheios de mãos e a buceta também, então optei por me afastar um momento. Fui pro sofá pequeno e tentei deixar a Naty sozinha com o N1 e o N2 pra ver o que acontecia, logo os dois fizeram sanduíche nela, eu sentei e tirei toda a roupa, fiquei sentado olhando o show, a Natasha rebolando no meio de dois caras de pica dura ambos, apalpando ela e esfregando a pica por todo lado, nisso chegou o N3, um cara de uns quarenta e poucos que de um lado também queria aproveitar, a imagem era muito excitante, eu só olhava e me tocava, ela dançava no meio dos 3 e me olhava, sereia, e dava pra ver que trocava uma ideia com os caras. N3 virou ela e colocou ela com as mãos na parede e começou a encostar por trás como se tivesse comendo ela, dando uns tapas na bunda. Ela gemia e pedia pra ele bater mais forte. Eu já não aguentava mais, tinha a pica saindo pra fora e fui pro sofá erótico e sentei. Ela na hora veio pra cima de mim e esfregava a buceta na minha pica, me beijava com força, enquanto N3 continuava apalpando ela por trás. Aí apareceram mais dois, N4 e N5, que se colocaram um de cada lado e enfiaram a pica na nossa cara pra gente chupar, hahaha. O da minha esquerda passou a pica na minha cara toda, obviamente também na cara da Naty. Ela pegou nas picas deles e começou a bater uma pros dois. Eu não aguentava mais. Num momento ela me fala: "você tá com a mão no meu cu". Eu falei que sim, porque tava acariciando a bunda dela pelos lados, e ela diz: "ah, porque tá doendo um pouco". Achei estranho e falei: "como assim doendo?" "É, você tá enfiando o dedo no meu cu." Aí eu levei a mão pro meio da bunda dela e, de fato, por baixo da calça, sentia uma mão que acho que era do N3, que se mexia com vontade pra dentro e pra fora. Aí falei que não, que não era meu dedo. Ela começou a rir e eu tava excitado pra caralho, não aguentava mais. Ela levantou um pouco e já tinham tirado os peitos dela pra fora, então comecei a chupar um peito. Quando fui pro outro, já tava ocupado: N3 tava chupando ele. Outra imagem foda: minha esposa sentada em cima de mim, com uma pica em cada mão e um terceiro chupando os peitos dela. Foi espetacular, a cara dela era de prazer, a minha nem imagino, hahaha. Ela não aguentava mais e me pediu pra comer ela. Na hora levantei, desabotoei a calça dela e entre N3, N4 e N5 tiraram a calça dela. Ela se ajoelhou de quatro no sofá e eu comecei a meter. Ela tava com a pussy toda molhada, claramente tava muito tesuda. N3 e N4 tentavam encostar a piroca na cara dela pra ver se Naty chupava, mas não teve jeito, ela não criou coragem, só bateu uma pra mim. N5 enfiava a mão entre as bundas de Naty e na minha piroca, tocava na buceta dela e numa parte da minha rola também, a cena era excitante demais. Fiquei metendo forte por uns minutos e dava tapas na bunda dela, que ela adora, e não aguentei mais, falei "não aguento mais" e ela disse "goza, meu amor, aproveita". Com as duas mãos cheias de piroca e N5 tocando ela por todo lado, não segurei e enchi ela de porra, foi espetacular. Continuamos mais um pouco até a piroca ir amolecendo e eu tirei. N5 tava lá de pau duro porque queria entrar também, mas Naty levantou e começou a se trocar, enquanto os outros dois continuavam acariciando ela, ela agradecia mas já era. Eu também agradeci todo mundo, me vesti e saímos de mãos dadas. Já fora, na pista de dança, não tinha quase ninguém, fomos ao banheiro, sentamos num sofá perto do bar e rimos do que a gente tinha feito. Nos beijamos um pouco e como já não tinha ninguém dançando nem nada, fomos pro hotel. Tomamos um banho juntos e deitamos pelados os dois. Começamos a conversar sobre o que tinha rolado e ela me contava o que os caras falavam pra ela, também contava os tamanhos dos paus que tinha apalpado. Isso começou a endurecer minha piroca de novo e ela sorriu e disse "parece que quer mais", e eu falei "com o que você tá me dizendo, o que esperava?" Na hora ela começou a chupar e a gente transou pra caralho. Naty é multiorgásmica, goza umas 10 vezes no mínimo. Ela disse que na balada tava muito excitada mas não tinha conseguido ter um orgasmo, por isso se descarregou toda lá no hotel.
Uma noite linda em que ela quase me fez de corno completo porque disse que tinha um cara bonitão e pensou em experimentar transar com ele, mas não criou coragem porque a piroca dele era muito grossa, ela falou. Respondi que não tem problema, que ela tem liberdade pra fazer quando, como e com quem quiser, senão não. Foi naquela noite, outra será ou talvez nunca, quem sabe, mas que ela não se sinta pressionada, só que aproveite. Se rolar, rolou; se não, sem problema.
Sábado passado, já de volta das férias, a gente tava transando em casa e no meio do momento ela me diz: "Lembra do que a gente fez lá em Mar del Plata? Naquele quartinho?" Puf, como esquecer, falei enquanto continuava metendo. Ela disse: "Aquele momento em que você me deixou sozinha com os urubus e foi sentar no sofá, tirou a roupa e ficava se tocando com a pica bem dura, olhando como três caras me apalpavam toda." Sim, lembro, respondi.
"Acho que gostei daquilo", ela começou a gemer e teve um orgasmo, e na sequência continuou contando aquele momento e outro. Óbvio que eu tava muito tesudo, a gente bombou mais um pouco e enchi ela de porra enquanto ela me contava como as picas dos caras estavam duras nas mãos dela enquanto eu me masturbava no sofá. Explodiu minha cabeça.
Quase não consigo escrever tudo isso porque minha pica sobe só de lembrar e contar a história.
Em breve a gente vai voltar a ir, já que agora é ela quem me pede pra ir dançar nesses lugares, hehehe.
Não sei o que vocês acham, mas acho que já tô bem perto de me tornar um cuck completo.
Faz umas semanas que a gente foi num sábado no BASH, mas não postei nada sobre isso porque foi uma noite muito tranquila, nada fora do normal. O lugar até que não é ruim, mas o clima, os drinks e a música não curtiram muito, então a gente só dançou um pouco e depois foi pros reservados, que tavam cheios de luz e cada um na sua. Por isso, eu e a Naty obviamente metemos uma foda bem gostosa, mas só isso. Então vou direto pra nossa última saída, de umas duas semanas atrás.
Depois das festas, a gente foi uns dias pra Mar del Plata. Óbvio que já tinha caçado uma casa de swing por lá e achei uma perto da calçadão, então ficou suave pra gente visitar.

Naquele sábado a gente se trocou, ela vestiu uma calça high super apertada e um body decotado espetacular (deixo a foto de como ela tava naquela noite) e fomos pra um lugar chamado Daryam, era o mais recomendado que aparecia pra gente pelos comentários e tal. Chegamos no local e um rapaz nos mostrou o lugar e explicou tudo.

O lugar não era muito grande, mas é bom. Tinha umas mesas, sofás, balcão e uma pista de dança pequena. Atrás, abria uma porta e você passava pros quartos. O primeiro era tipo 3x2, mais ou menos. No meio, tinha um sofá erótico, um sofá normal de um lado e, claro, luz fraca e espelhos. Tinha uma correntinha pra você marcar: se colocasse a corrente, ninguém mais podia entrar, só ficar de fora olhando o que rolava lá dentro. Se tirasse a corrente, era porque permitia que quem quisesse entrasse pra participar. A gente seguiu pelo corredor bem escuro e chegou em outro quarto parecido, um pouco menor, com o mesmo esquema. A uns metros, a última sala, que era tipo 4x3, mais ou menos. Nessa, qualquer um podia entrar.Voltamos pra pista de dança, tomamos uns drinks e começamos a dançar. Ficamos menos de uma hora dançando e percebemos que a pista, que tava quase lotada, tinha ficado quase vazia. Todo mundo tinha ido pros quartos. Terminamos os drinks e fomos dar uma olhada no que tava rolando.
Passamos pelo corredor escuro e vimos nos 3 quartos, todo mundo fodendo pra caralho obviamente, mas nada chamou nossa atenção, ficamos na entrada do quarto maior olhando um pouco e eu acariciando a Naty.
Depois de vários minutos vendo gente entrando e saindo e vendo como os caras passavam e devoravam a Naty com o olhar, começamos a ouvir uns gemidos muito exagerados. Uma mulher tava aproveitando demais aparentemente. A gente se olhou e falou vamos ver que porra é essa, fomos pro primeiro quarto e a corrente tava aberta, mas ficamos na porta observando, tinha um casal no sofá erótico e outro no sofazinho pequeno. Tavam fodendo pra caralho e a mulher gritava que nem uma louca. Tinha mais gente também no corredor e na entrada olhando, já éramos vários, num momento a Naty começa a me beijar, depois de uns beijos ela me fala tão apalpando minha bunda, na hora olhei pra trás e tinha um cara de uns 30 e poucos que tava colado na Naty. Na escuridão do lugar não tinha percebido. Isso acelerou meu coração e me deixou doido de tesão. A Naty começou a me beijar cada vez mais forte e se mexia pra frente e pra trás, o cara tava encostando a pica nela com tudo, ela gemia e me beijava, minha cabeça explodia, ela pegou a pica dele com a mão e começou a bater uma pra ele, o cara tava louco enquanto apalpava todos os peitos dela, na hora desabotoei a calça e tirei a pica que tava dura pra caralho, a Naty começou a bater uma pra mim ao mesmo tempo que batia pro outro, vamos chamar ele de N1 hehehe porque a verdade é que não perguntamos nome nenhum.
Enquanto a Natasha masturbava nós dois e a gente apalpava os peitos e a bunda dela, chegou outro cara de uns 30 mais ou menos, vamos chamar ele de N2. Já Veio com a pica de fora e começou a acariciar os peitos dela, eu tava explodindo de tesão, e perguntava pra ela se tava tudo bem, queria que ela se sentisse confortável, não queria que ela se sentisse sobrecarregada, aí ela respondeu pra eu ficar tranquilo que tava tudo bem, que era pra eu aproveitar. Ela falou com muita segurança e isso me deixou muito mais calmo, ela tava dominando a situação, com uma mão me punhetava e com a outra ia alternando entre as picas do N1 e do N2 enquanto nós três apalpávamos ela toda. Num momento ela se ajoelhou e começou a chupar minha pica, enquanto continuava punhetando o N2, o N1 tentou se aproximar o máximo possível pra tentar enfiar a pica na cara da Natasha, olhar pra baixo e ver sua mulher te chupando a pica com mais duas picas a centímetros do rosto dela, uma na mão dela não tem preço, era espetacular. Do meu lado direito tinha a cortina que dava pro corredor escuro, dali também vi umas mãos que apareciam e apalpavam os peitos da Naty, não dava pra ver quem era, mas uma dessas mãos, quero acreditar que pelo toque suave e pequeno era de uma mulher, começou a acariciar minha perna e as bolas, tudo enquanto a Naty continuava me fazendo sexo oral. Depois de uns minutos ela levantou e continuou me beijando, eu só aproveitava e tentava acariciar o corpo da Naty, mas todas as partes estavam ocupadas, a bunda dela tava cheia de mãos e a pica do N1 se esfregando, acho que até roçou minha mão com a pica kkkk, os peitos também tavam cheios de mãos e a buceta também, então optei por me afastar um momento. Fui pro sofá pequeno e tentei deixar a Naty sozinha com o N1 e o N2 pra ver o que acontecia, logo os dois fizeram sanduíche nela, eu sentei e tirei toda a roupa, fiquei sentado olhando o show, a Natasha rebolando no meio de dois caras de pica dura ambos, apalpando ela e esfregando a pica por todo lado, nisso chegou o N3, um cara de uns quarenta e poucos que de um lado também queria aproveitar, a imagem era muito excitante, eu só olhava e me tocava, ela dançava no meio dos 3 e me olhava, sereia, e dava pra ver que trocava uma ideia com os caras. N3 virou ela e colocou ela com as mãos na parede e começou a encostar por trás como se tivesse comendo ela, dando uns tapas na bunda. Ela gemia e pedia pra ele bater mais forte. Eu já não aguentava mais, tinha a pica saindo pra fora e fui pro sofá erótico e sentei. Ela na hora veio pra cima de mim e esfregava a buceta na minha pica, me beijava com força, enquanto N3 continuava apalpando ela por trás. Aí apareceram mais dois, N4 e N5, que se colocaram um de cada lado e enfiaram a pica na nossa cara pra gente chupar, hahaha. O da minha esquerda passou a pica na minha cara toda, obviamente também na cara da Naty. Ela pegou nas picas deles e começou a bater uma pros dois. Eu não aguentava mais. Num momento ela me fala: "você tá com a mão no meu cu". Eu falei que sim, porque tava acariciando a bunda dela pelos lados, e ela diz: "ah, porque tá doendo um pouco". Achei estranho e falei: "como assim doendo?" "É, você tá enfiando o dedo no meu cu." Aí eu levei a mão pro meio da bunda dela e, de fato, por baixo da calça, sentia uma mão que acho que era do N3, que se mexia com vontade pra dentro e pra fora. Aí falei que não, que não era meu dedo. Ela começou a rir e eu tava excitado pra caralho, não aguentava mais. Ela levantou um pouco e já tinham tirado os peitos dela pra fora, então comecei a chupar um peito. Quando fui pro outro, já tava ocupado: N3 tava chupando ele. Outra imagem foda: minha esposa sentada em cima de mim, com uma pica em cada mão e um terceiro chupando os peitos dela. Foi espetacular, a cara dela era de prazer, a minha nem imagino, hahaha. Ela não aguentava mais e me pediu pra comer ela. Na hora levantei, desabotoei a calça dela e entre N3, N4 e N5 tiraram a calça dela. Ela se ajoelhou de quatro no sofá e eu comecei a meter. Ela tava com a pussy toda molhada, claramente tava muito tesuda. N3 e N4 tentavam encostar a piroca na cara dela pra ver se Naty chupava, mas não teve jeito, ela não criou coragem, só bateu uma pra mim. N5 enfiava a mão entre as bundas de Naty e na minha piroca, tocava na buceta dela e numa parte da minha rola também, a cena era excitante demais. Fiquei metendo forte por uns minutos e dava tapas na bunda dela, que ela adora, e não aguentei mais, falei "não aguento mais" e ela disse "goza, meu amor, aproveita". Com as duas mãos cheias de piroca e N5 tocando ela por todo lado, não segurei e enchi ela de porra, foi espetacular. Continuamos mais um pouco até a piroca ir amolecendo e eu tirei. N5 tava lá de pau duro porque queria entrar também, mas Naty levantou e começou a se trocar, enquanto os outros dois continuavam acariciando ela, ela agradecia mas já era. Eu também agradeci todo mundo, me vesti e saímos de mãos dadas. Já fora, na pista de dança, não tinha quase ninguém, fomos ao banheiro, sentamos num sofá perto do bar e rimos do que a gente tinha feito. Nos beijamos um pouco e como já não tinha ninguém dançando nem nada, fomos pro hotel. Tomamos um banho juntos e deitamos pelados os dois. Começamos a conversar sobre o que tinha rolado e ela me contava o que os caras falavam pra ela, também contava os tamanhos dos paus que tinha apalpado. Isso começou a endurecer minha piroca de novo e ela sorriu e disse "parece que quer mais", e eu falei "com o que você tá me dizendo, o que esperava?" Na hora ela começou a chupar e a gente transou pra caralho. Naty é multiorgásmica, goza umas 10 vezes no mínimo. Ela disse que na balada tava muito excitada mas não tinha conseguido ter um orgasmo, por isso se descarregou toda lá no hotel.
Uma noite linda em que ela quase me fez de corno completo porque disse que tinha um cara bonitão e pensou em experimentar transar com ele, mas não criou coragem porque a piroca dele era muito grossa, ela falou. Respondi que não tem problema, que ela tem liberdade pra fazer quando, como e com quem quiser, senão não. Foi naquela noite, outra será ou talvez nunca, quem sabe, mas que ela não se sinta pressionada, só que aproveite. Se rolar, rolou; se não, sem problema.
Sábado passado, já de volta das férias, a gente tava transando em casa e no meio do momento ela me diz: "Lembra do que a gente fez lá em Mar del Plata? Naquele quartinho?" Puf, como esquecer, falei enquanto continuava metendo. Ela disse: "Aquele momento em que você me deixou sozinha com os urubus e foi sentar no sofá, tirou a roupa e ficava se tocando com a pica bem dura, olhando como três caras me apalpavam toda." Sim, lembro, respondi.
"Acho que gostei daquilo", ela começou a gemer e teve um orgasmo, e na sequência continuou contando aquele momento e outro. Óbvio que eu tava muito tesudo, a gente bombou mais um pouco e enchi ela de porra enquanto ela me contava como as picas dos caras estavam duras nas mãos dela enquanto eu me masturbava no sofá. Explodiu minha cabeça.
Quase não consigo escrever tudo isso porque minha pica sobe só de lembrar e contar a história.
Em breve a gente vai voltar a ir, já que agora é ela quem me pede pra ir dançar nesses lugares, hehehe.
Não sei o que vocês acham, mas acho que já tô bem perto de me tornar um cuck completo.
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