Olá, meu nome é Daniela, vim de novo compartilhar mais um relato. Isso aconteceu ontem, 1º de abril, à tarde. Que jeito de começar o mês, viu. Enfim, ontem foi minha última sexta-feira de férias da Semana Santa, e eu tinha aproveitado de manhã com meu namorado. A gente foi passear com o cachorro dele e com a minha cadela, uma Golden labrador. Foi um dia cansativo pra mim, e decidi deitar um pouco. O sol tava pesado, e o ar nem se fala. Tava um calorão. Enfim, eram umas 5 da tarde. Então resolvi me jogar na cama, caí dura. Não aguentava ficar em pé. A casa vazia, mamãe e papai no trabalho, e meu irmão Jorge com os amigos dele, talvez. Assim que fechei os olhos, a porta se abriu. Achei que era meu irmão, meus pais sempre chegam à noite. — Cheguei!! — gritou. Não respondi e continuei deitada. Ouvi as chaves dele, parece que entrou no quarto dele. Depois bateu na minha porta. — Dani? — perguntou, abrindo a porta devagar. Quis ignorar, tava muito cansada. A verdade é que o passeio me esgotou. Como minha cara tava virada pro outro lado, não pro lado da porta, não via ele. Ele fechou a porta. Virei a cabeça. Ele tinha ido embora. Passaram 15 minutos. Ainda não tinha dormido. Não sabia o que fazer. Tava entediada. De repente, minha porta se abriu. — Daniela — me chamou Jorge. Não respondi, não tava a fim de nada. — Ei, acorda — ele dizia, mexendo meu braço. Não liguei. Abri meio os olhos, sem abrir completamente. Ele tava parado na frente da cama. Notei que me olhava. Como eu tava de bruços, vi ele olhando muito pra minha bunda. Não sou a garota com um corpão, mas vou à academia e mantenho o corpo em forma. Minha bunda empinada, minha cintura bem desenhada. Me considero bonita, e já me disseram isso. Sou de pele clara, cabelo ondulado e magra, claro. E ainda sou bem nova, com 17 anos. E então. Naquele momento, ele olhou pra porta. Fechou ela e se inclinou pra mim. — Dani, escuta — falou baixinho no meu ouvido. Deixei ele continuar. A verdade é que queria saber o que ele ia tentar fazer. Ele sentou do meu lado. meu braço direito. E passou a mão pelas minhas costas. Não me mexi. — Daniela, acorda, ele falou comigo de novo. A verdade é que eu estava achando graça em não responder. Ele se inclinou de novo no meu cabelo e deslizou o nariz por ele. — Você me encanta, sussurrou. Não acreditei que ele tinha dito aquilo. Mas mesmo assim continuei imóvel. Naquele instante, ele subiu na cama de um jeito que se deitou em cima de mim sem se apoiar completamente. Como eu estava com as pernas juntas, ele colocou os joelhos ao redor das minhas. Me prendeu com o corpo dele. — Olha só que gostosa você tá, irmãzinha, sussurrou de novo no meu ouvido. Encostou o nariz no meu pescoço, no meu cabelo. Começou a acariciar meus braços. A verdade é que eu não sabia o que fazer. Se abrir os olhos de vez e acabar com tudo ou esperar o próximo movimento dele. — Humm, que cheiro gostoso, ele falava descaradamente, mas de um jeito muito excitante. Foi se deitando devagar. Deus, não imaginei que ele fosse encostar o pau na minha bunda. Ele esfregava ele nas minhas nádegas. Mesmo de shorts, a magreza dele fazia eu sentir como se não tivesse nada. Ele tava duro e grosso. Eu sentia um tesão. Imaginava ele bem metido no meu cu. Ele empurrava a bunda dele com o pau, como se quisesse enfiar. — Que gostoso, ele dizia. Uma das mãos dele acariciou minha espinha até descer pro meu quadril. — Que bunda gostosa, meu amor, sussurrava. Eu me mexi um pouco e respirei fundo. — Xiiiu!!! Dorme, dorme. Ele era um safado, queria continuar. E mesmo eu tendo me mexido, não consegui espantar ele. — Como eu queria te dar uma boa lambida no cu, irmãzinha. As putarias dele eram excitantes. Me esquentavam. Falar aquelas coisas tinha ativado algo em mim que fez eu levantar um pouco a bunda. — Puta merda, que bunda linda. Você tá com ela bem empinada e gostosa. Eu não hesitaria em enfiar a língua toda. Deus!! Que sujo era aquilo, mas eu adoraria que ele fizesse, eu pensava. Naquele momento, percebi que mesmo se acordasse, ele ia fazer alguma coisa pra me convencer a continuar do jeito que a gente tava. Então me mexi toda, deslizando as pernas sobre o lençol. esticando como se eu realmente estivesse acordando de um sonho profundo. Com ele em cima de mim, levantei meu braço direito e acariciei seu rosto, perguntando: - Achou que eu tava dormindo? O idiota deu um pulo de susto, mas se controlou e dominou a situação. - Sua puta, não faz isso!! Disse irritado - Você gosta do que faz?, perguntei num tom sedutor. - Muito, - Quanto? Perguntei enquanto o rosto dele deslizava no meu cabelo e no meu pescoço. - Demais, você tem um corpo gostoso. - Continua me tocando, pedi. - E o seu namorado? - Ele não tá aqui, não vai saber o que você me faz. Vai, faz aquilo que você sussurrou no meu ouvido!! - Claro que vou fazer. Olha pra você, tem uma bunda linda, que só de ver já me faz subir a pica. - Que gostoso, respondi. Ele desceu a mão pra minha bunda. - Toca em mim, pedia acariciando o rosto dele com as mãos. Quando falei isso, ele enfiou a mão entre minhas pernas, deslizando os dedos na entrada da minha bunda e da minha buceta. - Você tá quentinha, gostosa. - Tô excitada, gostei de tudo que você falou. Ele beijou meu pescoço, enquanto a mão esquerda dele passava por baixo de mim. - Você tem uma barriga lisinha. Sem dúvida, tem um corpo maravilhoso. - É todo seu, meu amor. Faz o que quiser comigo. - Sim, gostosa. Você é toda minha. A mão dele acariciava meu umbigo, descia devagar pela minha pélvis. Ele tirou a mão da minha bunda e da minha pélvis. Se afastou de mim, ficando sentado nas minhas pernas. Plantou as mãos na minha bunda. Se inclinou e cheirou. - Que cheiro gostoso você tem. - É mesmo? Ele pegou o elástico da minha calça e foi descendo, deslizando pelas minhas coxas. - Deus, você é mais gostosa que tudo. Ele desnudou minha bunda, deixando minha calcinha vermelha à mostra. - Gostou da minha bunda? - Amo, faz minha pica subir mais ainda. Ele abriu, separou meus glúteos. Pegou minha calcinha e foi tirando. O elástico deslizou sobre minhas nádegas, desnudando completamente toda a bunda.
- Deus, você está nojentinha gostosa, ele me dizia. Ele baixou minha calcinha até os joelhos. Levantou da cama e desamarrou meus tênis. Tirou eles, depois continuou com minha calça. - Que gostosa você tá, ele me elogiou. - Tira tudo de mim, vamos, me desnuda toda, eu o provocava. Ele puxou minha calcinha até tirar. Minha bunda estava completamente nua para ele. Ele se aproximou de mim, deslizava as mãos sobre minhas pernas. Se inclinou sobre elas e beijou minhas coxas. A boca dele foi subindo devagar. Plantou as duas mãos na minha bunda e a abriu, deixando ele ver meu cu. - Deus!! Você é uma delícia!!! Gosto muito de você!!! Olhei para trás e vi como ele aproximou o rosto da minha bunda. Enfiou o nariz entre minhas nádegas e colou o nariz no meu cu. - Que cheiro gostoso você tem, ele me dizia. - Deus, não acredito que estamos fazendo isso, eu dizia. Ele abriu bem minha bunda e deslizou a língua sobre meu cu. - Aaahhh!!! Deus!!! Não faz isso!!! - Você é uma delícia!!! Te adoro, mana!!! - Sim!! Eu sei!!! Me chupa, eu pedia. Deus, sentir a língua dele na minha bunda era uma delícia. Ele me lambia nojentamente gostoso. - Vamos, meu amor!!! Come o cu da sua maninha!!! Eu implorava colocando as mãos sobre minhas nádegas, abrindo elas mais. - Isso, linda, assim!!! Abre bem o cu!! - Siiiim!!! Vai, me chupa o cu!!! É uma delícia!!! Senti como ele abria mais meu buraquinho anal. E bem naquele momento, Jorge me lambeu inteira. - Siiiim!!! Assim!!! Enfia sua língua!!! Nunca imaginei dizer isso. Que nojenta eu estava me tornando. Ele se afastou da minha bunda e me deu um tapa. - Aaauuuu!!! Dói!!! - Aguenta, sua pirralha!!! Você adorou!!! - Adorei que você se deixou chupar a bunda, tem um gosto delicioso. - Não acreditei que você gostaria de fazer isso, eu disse. - Só com você, linda. Ele deslizou a mão sobre meu cu e minha buceta. Se deitou sobre mim de novo e me disse no ouvido: - Tô com tanta vontade de te dar uma boa fodida, meu amor. - Sim, eu também. Enfia em mim, me fode do jeito mais gostoso que puder. - Sim, coração, mas antes quero fazer outra coisa. Bem naquele momento, ele passou a mão aberta sobre minha bunda molhada. de saliva e colocou um dos dedos no meu cu. - e agora, o que você vai fazer? - o que você acha?, perguntou bem na hora que começou a enfiar o dedo no meu cu gostoso. - Aaahhh!!! Gemi e dei um suspiro fundo. - fica quieta, ele disse colocando a outra mão nas minhas costas, me impedindo de levantar. Deus!!! Enfiou o dedo inteiro no meu cu. Tava tudo lá dentro. - tira, pedi. Ele não tirou e começou a me acariciar por dentro. Afastou um pouco sem tirar e enfiou de novo. - Aaahhh!!! Siii!!! Eu ofegava. Ele foi tirando devagar, até sair completamente. Deitou em cima de mim e me segurou pelo queixo - toma, chupa, disse passando o dedo nos meus lábios. - nãooo!!! Que nojo!!! Não faz isso!!! A verdade é que eu não queria. Achava aquilo nojento pra caralho. Ele segurou minha boca com força e disse: - faz, abre a boca. Eu não sabia o que mais podia acontecer. Abri a boca e devagar ele enfiou o dedo. - isso, linda. Que nojo, eu chupava com gosto o dedo com gosto da minha bunda. É a coisa mais nojenta que já fiz na vida. Ele tirou. - bem, coração, agora é minha vez de te comer. - siiim!!! Faz isso!!! Enfia teu pau!!! Falei. - você vai fazer, vem, troca. Ele me puxou pra cima dele e deitou. Eu sem dizer nada obedeci. Desabotoei desesperadamente o cinto dele, o botão, abaixei o zíper. Ele levantou a cintura pra tirar a calça. Naquela hora vi como o pau gostoso dele já tava bem duro e empinado. Marcava na cueca. - Deus!!! Você tem ele bem grande. - vai, chupa ele. Fiz um rabo de cavalo, puxei a cueca dele até os joelhos. O pau dele pulou. Balançava de tão duro e excitado que ele tava. Engoli saliva. Lambi os lábios e peguei ele. - tá quente e duro, eu dizia. - sim, meu amor, é assim que você me deixa. Eu ri. As veias dele apareciam. Não pensei duas vezes. Enfiei na boca num segundo. - isso, linda, Aaahhh!!! Chupei ele, lambia a ponta. Chupava como se fosse um pirulito gostoso. Deus, eu mamava ele tão gostoso. Ele colocou as mãos na minha cabeça e enfiou mais. Deus!! A ponta dele chegava até minha campana. Sentia que me engolia. - tira a língua, amor. Quero que entre tudo. Empurrava minha cabeça e me soltava. Fez isso cinco vezes, fazendo a saliva escorrer pela sua pica gostosa. Tirei ela e lambi, recolhendo minha saliva. Coloquei de novo e ele me empurrou tudo outra vez. Estiquei minha língua o máximo que pude e ele empurrou mais até as bolas dele baterem nos meus lábios. Deus, entrou muito fundo, sentia até a garganta. Achava que ia ficar sem ar. Ele não me soltava. - assim, gostosa, engole. Você tá linda. Não aguentava mais. Batia nas coxas dele pra me soltar, mas ele não soltava. Não me deixava respirar. Meus olhos soltavam lágrimas. Ele me soltou de uma vez. - Não seja idiota, não conseguia respirar!!! Tava ofegante, respirando rápido. Ele me pegou de novo e meteu de novo. Parecia que tava me comendo pela boca. Me penetrava com força até encher minha boca com a vara dele. A ponta deslizava no meu céu da boca. Minha boca criava uma meleca que escorria pelos meus lábios. Não aguentava de novo. As lágrimas embaçavam minha visão. Respirava rápido. Me joguei pra trás pra me soltar. - Já!!! Chega!!! Eu dizia ofegante. - calma, calma, ele me acalmava acariciando minhas bochechas. Minhas lágrimas escorriam pelas minhas bochechas e meus lábios misturados com minha saliva. - tô com a garganta meio dolorida, falei com uma voz cansada. - vem, só mais uma última vez, ele disse. Se aproximou da beirada da cama, sentando nela. Me levantei da cama e me aproximei dele. - ajoelha, ele pediu, abrindo as pernas de um jeito que a vara dele esticou um pouco mais. - ficou maior, falei. Ele me pegou pela nuca, enfiando na minha boca. Que gostoso ele metia, tava dura mas ao mesmo tempo mole. Lambia a ponta dele, chupava. - isso, pequena, assim chupa!! É tão gostoso!! Estiquei minha língua e coloquei mais pra dentro. Deus, nunca pensei que fosse gostar de fazer isso. - engole, linda, ele dizia excitado. Parecia que sim, eu tava engolindo inteiro. Abri bem minha boca pra ele encher mais ainda. A ponta batia no meu sino. Comer a pica do meu irmão era uma delícia. Ele colocou as duas mãos na minha cabeça e me puxou pra perto, fazendo a pica dura dele entrar bem até o fundo. Deus, ele penetrou minha garganta. Senti a ponta chegando no meu esôfago. - engole, irmãzinha. Enterrar o pau dele era sensacional. Eu engasgava. De novo o ar acabava, mas não liguei. Minha saliva escorria pelo queixo. Babava toda. Meus olhos lacrimejavam, eu chorava de tão sufocada. Minha respiração começou a acelerar. - você tá parecendo uma putinha, Daniela. E isso me excita pra caralho. Coloquei as mãos nos joelhos dele e tentei me afastar, mas a força dele vencia. Queria me soltar e não conseguia. Tava ficando sem ar. Tava sufocada. Não aguentava mais. Ele tirou e eu arrotei, quase vomitei. - Deus!!! Caralho, tava me afogando de novo!! Limpei a saliva e as lágrimas. - vem, linda, ele disse me levantando pelos braços. Deitou e me puxou pra perto. Subi na cama. - vira, coloca essa sua bunda gostosa na minha cara, ele ordenou. Obedeci. Girei como se fosse sentar na cara dele. Coloquei os joelhos dos lados da cabeça dele. Apoiei os joelhos nos ombros dele e enfiei minha bunda na cara dele. - isso, minha vida. Você é uma delícia. Assim que ele terminou de me elogiar, lambeu meu cu. - Aaahhh!!! Por que você gosta de fazer isso comigo? - porque você tem um cuzinho gostoso. Só de ver essa bunda branca empinada e agora bem aberta, já fico com água na boca e a pica dura. - mas você não tem nojo de fazer isso? - não, pelo contrário, adoro lamber seu cu. - Deus!!! Espero que ninguém apareça. Sentar na cara dele era algo que eu nunca imaginei fazer. Deixava meu irmão chupar meu cu. - enfia sua língua, irmãozinho. - sim, meu amor. - sim, faz isso. Prova meu cu sujo. Coloquei as mãos na minha bunda e abri. Sentei de um jeito que o nariz dele tocasse meu cu. - cheira, Mete a língua em mim", pedi, excitada. Ele lambia tudo, muito gostoso, sentia a ponta da língua dele entrando no meu cu sujo. "Como eu esperei por isso, minha vida." "Eu não, mas tô adorando." Ele lambia minha bunda bem gostoso. Me inclinei pra frente pra mostrar minha buceta e aproximei ela da boca dele. "Chupa ela, vai, mete a língua igual fez no meu cu." E ele fez. Lambeu meus lábios molhados. "Você tem gosto azedinho, mana." "Continua, me come." Desci minha mão até minha buceta, abri meus lábios e esfreguei meu clitóris. Na hora que fiz isso, ele começou a chupar ali. "Aaahhh!!! Isso!!! Que gostoso!!!" Meus dedos tocavam a língua linda dele. Sentir ele lambendo meu clitóris era extremamente prazeroso. "Mais rápido, por favor!! Quero gozar!!!" Exigi. Tava muito tesuda. "Me come, quero que você meta em mim!!!" "É isso que você quer, linda?" "Sim, meu amor!! Me penetra!!" "Vira", ele pediu. Obedeci. Me afastei do rosto dele e virei meu corpo pra ficar de frente pra ele. Ele se levantou um pouco e se encostou na cabeceira da minha cama. "Vem, enfia em você!!" Ele dizia enquanto batia uma pro próprio pau. Me aproximei e abri meus lábios. Ele me segurou pela cintura e me abaixou, enfiando devagar dentro de mim. "Aaahhh!!! Deus!!" Gemi. "Minha vida!!! Que gostoso!!" Meu irmão dizia. "Isso!!! Muito gostoso!! Vai, enfia tudo em mim!!" Pulei devagar, ele entrava e saía. Escorregava delicioso. Minhas mãos tocavam o rosto dele. Eu acariciava. "Como você transa gostoso", falei excitada, com a voz trêmula. "Chega mais, me dá um beijo", ele disse, exaltado. Me inclinei pra ele, plantando meus lábios nos dele. Ele chupava meus lábios, puxava eles de leve. "Aaahhh!!! Me come mais rápido, meu amor!!!" "Do jeito que você mandar, linda!!! Aaahhh!!!" "Aaahhh!!! Meu Deus!!! Que gostoso!!!" Ele me penetrava desesperado e ao mesmo tempo devagar. Era extraordinário. Ele cobriu minha bunda com as mãos. Abria ela enquanto enfiava o pau duro e comprido. "Esse momento é tão gostoso, Daniela." Abri minhas pernas o máximo que pude e me deitei. sobre o peito dele. Empurrei meu quadril contra a pélvis dele, fazendo o pau dele me penetrar. - Aaahhh!!! Isso!!! Gemeu meu irmão. Ele deslizou a mão na entrada do meu cu. - Você tá bem aberta, gostosa. Tô com vontade de meter aí. - mete o que você quiser, mas me come. A vontade de me comer não acabava. Ele me abraçou e me puxou pra perto, me penetrando fundo e com força. Deus, ele tinha entrado tudo. As bolas dele batiam no meu cu e nas minhas dobras. - Aaahhh!!! Isso!!! Mete de novo!!! Ele fez de novo. Eu mexia meus quadris pra facilitar. - Isso!!! Que gostoso!!! Aaahhh!!! Quero gozar!!! - Sim, goza!!! Enche eu do seu leite gostoso!!! - Isso!!! Isso!!! Pula mais rápido!!! Ele falava desesperado. Comecei a pular com vontade. Fiquei louca com aqueles movimentos. - É assim que você gosta?, perguntei - Sim, gostosa, assim!!! Vamos!!! Já vou gozar!!! - Isso!!! Já!!! Aaahhh!!! Jorra tudo!!! - Isso!!! Tô quase!!! Sua puta!!! Isso!!!! Deus!!! Que gostoso!!! Ele me segurou forte pela cintura e me penetrava rápido. Eu tava sendo banhada por dentro com todo o leite branco dele. - Me enche toda!!! Não para!!! Pedia. Levei minha mão ao meu cu e enfiei o dedo no meu ânus. - Isso minha vida, enfia tudo, ele me incentivava, pegando minha mão na minha bunda. Ele tirou e lambeu como se fosse um doce. - Deus, como você pode gostar disso. Não te dá nojo? - Seu cu tem um gosto gostoso. Eu chuparia quantas vezes você quisesse e até as que não quisesse. - Que nojento você é, agora vejo que os homens são muito perversos, falei. - Mas você se deixou, né? Não respondi à pergunta ameaçadora dele, e mudei de assunto. - Vou me vestir. Não... Vou tomar um banho, melhor. Ter seu leite grudento não vai me deixar dormir tranquila. - Faz o que quiser. Pronto, fiz o que tanto queria, ele disse. - Ha! Idiota. - Vai pro banheiro agora, ele ordenou. - Sai do meu quarto, melhor dizendo. Levantei, tirando o pau mole dele, cheio de leite e dos meus fluidos vaginais. Tava exausto, peguei minha calça e minha cueca e fui em direção à porta. Parei e voltei pra dar um beijo gostoso nos lábios dela. — Valeu por isso, meu amor. Nunca vou esquecer. — Valeu você, gostosa, por ter se deixado. — De nada, lindo. Quando eu sair do banheiro, quero que a gente aja como se isso tudo tivesse sido um sonho, tá? — Vai ser foda, mas vou tentar. — Então vai ter que tentar, porque eu tenho meu namorado.
- Deus, você está nojentinha gostosa, ele me dizia. Ele baixou minha calcinha até os joelhos. Levantou da cama e desamarrou meus tênis. Tirou eles, depois continuou com minha calça. - Que gostosa você tá, ele me elogiou. - Tira tudo de mim, vamos, me desnuda toda, eu o provocava. Ele puxou minha calcinha até tirar. Minha bunda estava completamente nua para ele. Ele se aproximou de mim, deslizava as mãos sobre minhas pernas. Se inclinou sobre elas e beijou minhas coxas. A boca dele foi subindo devagar. Plantou as duas mãos na minha bunda e a abriu, deixando ele ver meu cu. - Deus!! Você é uma delícia!!! Gosto muito de você!!! Olhei para trás e vi como ele aproximou o rosto da minha bunda. Enfiou o nariz entre minhas nádegas e colou o nariz no meu cu. - Que cheiro gostoso você tem, ele me dizia. - Deus, não acredito que estamos fazendo isso, eu dizia. Ele abriu bem minha bunda e deslizou a língua sobre meu cu. - Aaahhh!!! Deus!!! Não faz isso!!! - Você é uma delícia!!! Te adoro, mana!!! - Sim!! Eu sei!!! Me chupa, eu pedia. Deus, sentir a língua dele na minha bunda era uma delícia. Ele me lambia nojentamente gostoso. - Vamos, meu amor!!! Come o cu da sua maninha!!! Eu implorava colocando as mãos sobre minhas nádegas, abrindo elas mais. - Isso, linda, assim!!! Abre bem o cu!! - Siiiim!!! Vai, me chupa o cu!!! É uma delícia!!! Senti como ele abria mais meu buraquinho anal. E bem naquele momento, Jorge me lambeu inteira. - Siiiim!!! Assim!!! Enfia sua língua!!! Nunca imaginei dizer isso. Que nojenta eu estava me tornando. Ele se afastou da minha bunda e me deu um tapa. - Aaauuuu!!! Dói!!! - Aguenta, sua pirralha!!! Você adorou!!! - Adorei que você se deixou chupar a bunda, tem um gosto delicioso. - Não acreditei que você gostaria de fazer isso, eu disse. - Só com você, linda. Ele deslizou a mão sobre meu cu e minha buceta. Se deitou sobre mim de novo e me disse no ouvido: - Tô com tanta vontade de te dar uma boa fodida, meu amor. - Sim, eu também. Enfia em mim, me fode do jeito mais gostoso que puder. - Sim, coração, mas antes quero fazer outra coisa. Bem naquele momento, ele passou a mão aberta sobre minha bunda molhada. de saliva e colocou um dos dedos no meu cu. - e agora, o que você vai fazer? - o que você acha?, perguntou bem na hora que começou a enfiar o dedo no meu cu gostoso. - Aaahhh!!! Gemi e dei um suspiro fundo. - fica quieta, ele disse colocando a outra mão nas minhas costas, me impedindo de levantar. Deus!!! Enfiou o dedo inteiro no meu cu. Tava tudo lá dentro. - tira, pedi. Ele não tirou e começou a me acariciar por dentro. Afastou um pouco sem tirar e enfiou de novo. - Aaahhh!!! Siii!!! Eu ofegava. Ele foi tirando devagar, até sair completamente. Deitou em cima de mim e me segurou pelo queixo - toma, chupa, disse passando o dedo nos meus lábios. - nãooo!!! Que nojo!!! Não faz isso!!! A verdade é que eu não queria. Achava aquilo nojento pra caralho. Ele segurou minha boca com força e disse: - faz, abre a boca. Eu não sabia o que mais podia acontecer. Abri a boca e devagar ele enfiou o dedo. - isso, linda. Que nojo, eu chupava com gosto o dedo com gosto da minha bunda. É a coisa mais nojenta que já fiz na vida. Ele tirou. - bem, coração, agora é minha vez de te comer. - siiim!!! Faz isso!!! Enfia teu pau!!! Falei. - você vai fazer, vem, troca. Ele me puxou pra cima dele e deitou. Eu sem dizer nada obedeci. Desabotoei desesperadamente o cinto dele, o botão, abaixei o zíper. Ele levantou a cintura pra tirar a calça. Naquela hora vi como o pau gostoso dele já tava bem duro e empinado. Marcava na cueca. - Deus!!! Você tem ele bem grande. - vai, chupa ele. Fiz um rabo de cavalo, puxei a cueca dele até os joelhos. O pau dele pulou. Balançava de tão duro e excitado que ele tava. Engoli saliva. Lambi os lábios e peguei ele. - tá quente e duro, eu dizia. - sim, meu amor, é assim que você me deixa. Eu ri. As veias dele apareciam. Não pensei duas vezes. Enfiei na boca num segundo. - isso, linda, Aaahhh!!! Chupei ele, lambia a ponta. Chupava como se fosse um pirulito gostoso. Deus, eu mamava ele tão gostoso. Ele colocou as mãos na minha cabeça e enfiou mais. Deus!! A ponta dele chegava até minha campana. Sentia que me engolia. - tira a língua, amor. Quero que entre tudo. Empurrava minha cabeça e me soltava. Fez isso cinco vezes, fazendo a saliva escorrer pela sua pica gostosa. Tirei ela e lambi, recolhendo minha saliva. Coloquei de novo e ele me empurrou tudo outra vez. Estiquei minha língua o máximo que pude e ele empurrou mais até as bolas dele baterem nos meus lábios. Deus, entrou muito fundo, sentia até a garganta. Achava que ia ficar sem ar. Ele não me soltava. - assim, gostosa, engole. Você tá linda. Não aguentava mais. Batia nas coxas dele pra me soltar, mas ele não soltava. Não me deixava respirar. Meus olhos soltavam lágrimas. Ele me soltou de uma vez. - Não seja idiota, não conseguia respirar!!! Tava ofegante, respirando rápido. Ele me pegou de novo e meteu de novo. Parecia que tava me comendo pela boca. Me penetrava com força até encher minha boca com a vara dele. A ponta deslizava no meu céu da boca. Minha boca criava uma meleca que escorria pelos meus lábios. Não aguentava de novo. As lágrimas embaçavam minha visão. Respirava rápido. Me joguei pra trás pra me soltar. - Já!!! Chega!!! Eu dizia ofegante. - calma, calma, ele me acalmava acariciando minhas bochechas. Minhas lágrimas escorriam pelas minhas bochechas e meus lábios misturados com minha saliva. - tô com a garganta meio dolorida, falei com uma voz cansada. - vem, só mais uma última vez, ele disse. Se aproximou da beirada da cama, sentando nela. Me levantei da cama e me aproximei dele. - ajoelha, ele pediu, abrindo as pernas de um jeito que a vara dele esticou um pouco mais. - ficou maior, falei. Ele me pegou pela nuca, enfiando na minha boca. Que gostoso ele metia, tava dura mas ao mesmo tempo mole. Lambia a ponta dele, chupava. - isso, pequena, assim chupa!! É tão gostoso!! Estiquei minha língua e coloquei mais pra dentro. Deus, nunca pensei que fosse gostar de fazer isso. - engole, linda, ele dizia excitado. Parecia que sim, eu tava engolindo inteiro. Abri bem minha boca pra ele encher mais ainda. A ponta batia no meu sino. Comer a pica do meu irmão era uma delícia. Ele colocou as duas mãos na minha cabeça e me puxou pra perto, fazendo a pica dura dele entrar bem até o fundo. Deus, ele penetrou minha garganta. Senti a ponta chegando no meu esôfago. - engole, irmãzinha. Enterrar o pau dele era sensacional. Eu engasgava. De novo o ar acabava, mas não liguei. Minha saliva escorria pelo queixo. Babava toda. Meus olhos lacrimejavam, eu chorava de tão sufocada. Minha respiração começou a acelerar. - você tá parecendo uma putinha, Daniela. E isso me excita pra caralho. Coloquei as mãos nos joelhos dele e tentei me afastar, mas a força dele vencia. Queria me soltar e não conseguia. Tava ficando sem ar. Tava sufocada. Não aguentava mais. Ele tirou e eu arrotei, quase vomitei. - Deus!!! Caralho, tava me afogando de novo!! Limpei a saliva e as lágrimas. - vem, linda, ele disse me levantando pelos braços. Deitou e me puxou pra perto. Subi na cama. - vira, coloca essa sua bunda gostosa na minha cara, ele ordenou. Obedeci. Girei como se fosse sentar na cara dele. Coloquei os joelhos dos lados da cabeça dele. Apoiei os joelhos nos ombros dele e enfiei minha bunda na cara dele. - isso, minha vida. Você é uma delícia. Assim que ele terminou de me elogiar, lambeu meu cu. - Aaahhh!!! Por que você gosta de fazer isso comigo? - porque você tem um cuzinho gostoso. Só de ver essa bunda branca empinada e agora bem aberta, já fico com água na boca e a pica dura. - mas você não tem nojo de fazer isso? - não, pelo contrário, adoro lamber seu cu. - Deus!!! Espero que ninguém apareça. Sentar na cara dele era algo que eu nunca imaginei fazer. Deixava meu irmão chupar meu cu. - enfia sua língua, irmãozinho. - sim, meu amor. - sim, faz isso. Prova meu cu sujo. Coloquei as mãos na minha bunda e abri. Sentei de um jeito que o nariz dele tocasse meu cu. - cheira, Mete a língua em mim", pedi, excitada. Ele lambia tudo, muito gostoso, sentia a ponta da língua dele entrando no meu cu sujo. "Como eu esperei por isso, minha vida." "Eu não, mas tô adorando." Ele lambia minha bunda bem gostoso. Me inclinei pra frente pra mostrar minha buceta e aproximei ela da boca dele. "Chupa ela, vai, mete a língua igual fez no meu cu." E ele fez. Lambeu meus lábios molhados. "Você tem gosto azedinho, mana." "Continua, me come." Desci minha mão até minha buceta, abri meus lábios e esfreguei meu clitóris. Na hora que fiz isso, ele começou a chupar ali. "Aaahhh!!! Isso!!! Que gostoso!!!" Meus dedos tocavam a língua linda dele. Sentir ele lambendo meu clitóris era extremamente prazeroso. "Mais rápido, por favor!! Quero gozar!!!" Exigi. Tava muito tesuda. "Me come, quero que você meta em mim!!!" "É isso que você quer, linda?" "Sim, meu amor!! Me penetra!!" "Vira", ele pediu. Obedeci. Me afastei do rosto dele e virei meu corpo pra ficar de frente pra ele. Ele se levantou um pouco e se encostou na cabeceira da minha cama. "Vem, enfia em você!!" Ele dizia enquanto batia uma pro próprio pau. Me aproximei e abri meus lábios. Ele me segurou pela cintura e me abaixou, enfiando devagar dentro de mim. "Aaahhh!!! Deus!!" Gemi. "Minha vida!!! Que gostoso!!" Meu irmão dizia. "Isso!!! Muito gostoso!! Vai, enfia tudo em mim!!" Pulei devagar, ele entrava e saía. Escorregava delicioso. Minhas mãos tocavam o rosto dele. Eu acariciava. "Como você transa gostoso", falei excitada, com a voz trêmula. "Chega mais, me dá um beijo", ele disse, exaltado. Me inclinei pra ele, plantando meus lábios nos dele. Ele chupava meus lábios, puxava eles de leve. "Aaahhh!!! Me come mais rápido, meu amor!!!" "Do jeito que você mandar, linda!!! Aaahhh!!!" "Aaahhh!!! Meu Deus!!! Que gostoso!!!" Ele me penetrava desesperado e ao mesmo tempo devagar. Era extraordinário. Ele cobriu minha bunda com as mãos. Abria ela enquanto enfiava o pau duro e comprido. "Esse momento é tão gostoso, Daniela." Abri minhas pernas o máximo que pude e me deitei. sobre o peito dele. Empurrei meu quadril contra a pélvis dele, fazendo o pau dele me penetrar. - Aaahhh!!! Isso!!! Gemeu meu irmão. Ele deslizou a mão na entrada do meu cu. - Você tá bem aberta, gostosa. Tô com vontade de meter aí. - mete o que você quiser, mas me come. A vontade de me comer não acabava. Ele me abraçou e me puxou pra perto, me penetrando fundo e com força. Deus, ele tinha entrado tudo. As bolas dele batiam no meu cu e nas minhas dobras. - Aaahhh!!! Isso!!! Mete de novo!!! Ele fez de novo. Eu mexia meus quadris pra facilitar. - Isso!!! Que gostoso!!! Aaahhh!!! Quero gozar!!! - Sim, goza!!! Enche eu do seu leite gostoso!!! - Isso!!! Isso!!! Pula mais rápido!!! Ele falava desesperado. Comecei a pular com vontade. Fiquei louca com aqueles movimentos. - É assim que você gosta?, perguntei - Sim, gostosa, assim!!! Vamos!!! Já vou gozar!!! - Isso!!! Já!!! Aaahhh!!! Jorra tudo!!! - Isso!!! Tô quase!!! Sua puta!!! Isso!!!! Deus!!! Que gostoso!!! Ele me segurou forte pela cintura e me penetrava rápido. Eu tava sendo banhada por dentro com todo o leite branco dele. - Me enche toda!!! Não para!!! Pedia. Levei minha mão ao meu cu e enfiei o dedo no meu ânus. - Isso minha vida, enfia tudo, ele me incentivava, pegando minha mão na minha bunda. Ele tirou e lambeu como se fosse um doce. - Deus, como você pode gostar disso. Não te dá nojo? - Seu cu tem um gosto gostoso. Eu chuparia quantas vezes você quisesse e até as que não quisesse. - Que nojento você é, agora vejo que os homens são muito perversos, falei. - Mas você se deixou, né? Não respondi à pergunta ameaçadora dele, e mudei de assunto. - Vou me vestir. Não... Vou tomar um banho, melhor. Ter seu leite grudento não vai me deixar dormir tranquila. - Faz o que quiser. Pronto, fiz o que tanto queria, ele disse. - Ha! Idiota. - Vai pro banheiro agora, ele ordenou. - Sai do meu quarto, melhor dizendo. Levantei, tirando o pau mole dele, cheio de leite e dos meus fluidos vaginais. Tava exausto, peguei minha calça e minha cueca e fui em direção à porta. Parei e voltei pra dar um beijo gostoso nos lábios dela. — Valeu por isso, meu amor. Nunca vou esquecer. — Valeu você, gostosa, por ter se deixado. — De nada, lindo. Quando eu sair do banheiro, quero que a gente aja como se isso tudo tivesse sido um sonho, tá? — Vai ser foda, mas vou tentar. — Então vai ter que tentar, porque eu tenho meu namorado.
1 comentários - Fingi estar dormindo e meu irmão me comeu.