As Aventuras de Lupita capítulo 18

As Aventuras de Lupita capítulo 18As Aventuras de Lupita - Capítulo 18

Lupita sentia na própria pele como o professor Túlio enfiava nela pra cima e pra baixo, como se estivesse tentando achar um jeito de meter. O velhote tava se desesperando, era pra garota já estar aberta pelo cu, segundo o que o próprio fuck you Juan tinha dito, mas a pica não entrava. Cego pelo tesão e pela ansiedade de estar o mais rápido possível dentro do corpo dela, deu um tapa violento na bunda dela.

— Plaffffff!!! — Você vai ter que me ajudar, puta tarada. Se o idiota do fuck you já meteu no seu cu, devia estar mais dilatado. Abre você mesma a bunda pra eu poder te enrabar!!! — Plafffffff, outro tapa forte ecoou na carne dura da Lupe…

— Seu Túlio! Pelo amor de Deus, não me bate!! Tá me machucando… Me solta!!!

— Abre a bunda, sua puta de merda!!! Vai, fala que vai me ajudar a te enrabar. Dizendo isso, levantou as duas mãos e com força deu um tapa duplo na bunda dela — Plafffffffff!!!

— Siiiiim!!!!!!!!!!!!!, professor, eu vou ajudar o senhor a me enrabar!!! Mas pelo amor de Deus, não me bate mais!!!! Snifffffsssss!!

Mesmo sem querer, Lupita levou as duas mãos até as nádegas, pra que o professor quase enlouquecido não continuasse machucando ela. Pegou as duas bandas e abriu elas, pra que o velho não tivesse tanto trabalho pra meter a pica no cu. Deixou tudo exposto pra ele fazer o que quisesse. Não fazia mais sentido continuar lutando. Na cabeça dela, só queria que aquilo acabasse logo.

O professor Túlio ficou de boca aberta. Da posição dele, via o furinho anal apertado e rosado em toda sua majestade. Quase com carinho, apontou a ponta da pica gordinha na entrada dele. Segurou firme com as duas mãos nos quadris duros da Lupita, e se concentrando na cintura fina da garota, empurrou a pica com decisão, perfurando tudo que aparecesse pela frente…

Lupe apertou forte os maxilares e os dentes quando sentiu como… Enterravam pela terceira vez na noite uma pica no cu dela…

— Ohhhh… Ayyyyy!! Ayyyyyyyyy!! Meu Deeeus! Deeeus!! Tira isso que tá doendo pra caralho!! É muito grossa a sua coisaaa!!! — exclamava a garota com os olhos arregalados, mesmo assim não parava de abrir com força as próprias nádegas…

— Ahhhhh!!! Você é uma putinha gostosa demais, sabia?! Seu cu é quentinho e delicioso, meu amorrrrr!!! — dizia o velhote de olhos fechados, enquanto mantinha enterrado até o talo e dava três estocadas firmes pra ela sentir bem que tava com a pica toda enfiada.

— Me solta!!… Não se mexe!!… Tira isso, velho nojento!!!… Chega, que tá doendo pra caralho!!!, tô doendo pra caralho!!!!, ayyyyyyy!!!!

O velhote, ignorando o que a dolorida Lupita pedia, não aguentou a vontade fudida de dar uns tapas na bunda dela. A bunda da colegial se contraía e apertava a pica gostosamente, como se realmente quisesse chupar ela pelo cu…

— Plafff! Plaffff!! Plafffff!!! Plaffffff!!!! — ecoavam no quarto os tapas e palmadas violentas que o velhote dava na carne dela, enquanto começava a meter e tirar com força. Os peitões duros e firmes balançavam rápido e em círculos no mesmo ritmo em que empalavam a dona deles. Os movimentos de foder ficavam cada vez mais acelerados. Lupita lutava mentalmente contra o próprio corpo, não queria gemer, mas os arrepios vinham um atrás do outro desde que sentiu a pica enorme na entrada do cu dela. Agora, quase sem forças, implorava pra ele soltar ela.

— Por fa…vorrr…seu…Tu…liooooo…já…não…aguento…maisss…

— Kkkkkk!! Claro que vou continuar, sua piranhaaaa… tô quase certo de que você já tá ficando com tesãooo… tomaaaa!!! — dizia ele enquanto se jogava pra frente e começava a meter e tirar ainda mais rápido. A novinha só murmurava que já chega, mesmo sentindo que estavam despedaçando a bunda dela brutalmente, não conseguia parar de… muito gostoso,
—Nãããão... chegaaaa... pelo amor de Deeeeus!, ela gemia, empurrando a bunda pra trás inconscientemente, fazendo a perfuração ficar ainda mais funda do que já estava.
Mas o velhote não diminuía o ritmo, apertava o pau contra aquele esfíncter glorioso e apertadíssimo, até que finalmente fez ela soltar um grito terrível de prazer e dor ao mesmo tempo. O velho nem ligava que a Cláudia fosse acordar com o escândalo que ele e a Lupe estavam fazendo no quarto dos pais dela.
—Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!, Ufffffffff!!! Ohhhhhh!!! Ohhhhh!!, os gritos foram se transformando aos poucos em gemidos deliciosos de prazer —Mmmmmmm! Mmmmmmmm!! Mmmmmmmmmmm!!, ela já suspirava quase desesperada de tesão, a pobrezinha.
Os dois respiravam ofegantes, o cu e a buceta da Lupe estavam molhados, o corpo dela se arrepiava e se estimulava ao máximo. Ela ouvia o velho grunhir com cara de safado, como se fosse um touro enfurecido, sentiu ele puxar o cabelo dela e jogar a cabeça dela pra trás, pra falar umas putarias fruto daquela tesão sádica dele.
—Você dá a buceta muito gostosa, sua porca de merdaaa! É uma puta autêntica!! —Me diz quem arromba teu cu mais gostoso, eu ou o filho da puta do Juan, seu rabo de vagabunda!?...
A Lupe, que já não tinha mais forças pra resistir a nada que o velhote pedisse, esqueceu de tudo. Já não ligava mais que tava sendo estuprada, só queria gozar e que o professor gozasse ela o quanto ele quisesse…
—Responde, sua puta imunda, quem arromba tua bunda mais gostoso, eu ou o Juan filho da puta!!, Plaffffff, ecoou a palmada violenta que ele deu na bunda dela pra ela reagir…
—O... senhor!!
—Eu, sua piranha, quero ouvir a frase completaaa, o velho professor, com uma força estranha pra um homem da idade dele, não parava de meter e tirar o pau,
—O senhor... arromba meu cu... mais gostoso que o seu Juannnnn!!!, a aluna soltou de forma clara e categórica.colegiais--Jajajaja!... assim que eu gosto, putinhaaa!!... já tá quente, né, vadiaaa?, o velho, vendo que a linda colegial não respondia, continuou pressionando ela --Responde, porraaa, ou quer que eu te mate na porrada por desobediente!!!

Lupita estava muito excitada. Como conseguiu, respondeu pro macho que naquele momento a perfurava tão gostosamente...
--Siiiim, papai! Tô... muito... quenteee!! Ohhhhhh go... sto... sooo!!
--Jajajaja vou continuar te arrombando até você desmaiar de prazer, puta, jajajaja!!!
--Siiiiiiim, Tú...lio!! Meu amorrrr!!! Continua me comendo gos... to... sooo!!!

A doce Lupita já estava perdida. Naquele momento, o tesão dela ultrapassava todos os limites permitidos. Naquele estado, ela estava disposta a fazer qualquer coisa que o velhote pedisse.
--Agora quero meter na sua bucetinha, sua puta. Quer?
Lupe, com um sorriso genuíno de safada, virou-se pra olhar o velho que estava partindo a bunda dela ao meio. Ela, com os olhos verdes semi-cerrados por causa do tesão, concordou. O professor Túlio, muito empolgado com o que vinha pela frente, lentamente foi tirando o pau. Lupe virou de costas e abriu as coxas, oferecendo sem nenhum impedimento o que ele estava pedindo. O velhote se deitou sobre o corpo dela, juntou o rosto com o dela e começou a beijá-la apaixonadamente. Enfiou a língua na boca da colegial entregue. Ela, como se guiada pelo instinto, também abriu a boca o máximo que pôde, até que as duas línguas se roçaram e se enroscaram numa troca constante de saliva.

A cama já estava fedendo a suor. O velhote começou a descer o rosto de tarado por todo o corpão deslumbrante de uma das suas alunas mais brilhantes e gostosas. Lambeu e chupou toda a carne que encontrou pelo caminho até chegar na região da pélvis dela, coroada com pequenas quantidades de pelinhos macios e encaracolados. Acariciou a buceta dela, e ela, com os olhinhos fixos na cara feia do professor e em sinal de verdadeiro... Agradecida, ela abriu as pernas o máximo que pôde, viu ele enfiar o rosto e a língua bem na entrada gostosa da sua buceta.
Lupe estava muito excitada com tudo que estavam fazendo com ela, a língua do velhote deslizava escorregadia lá dentro da sua fenda íntima, ela via como o degenerado professor Tulio sugava todos os seus sucos vaginais, chupava e succionava, literalmente estava comendo a sua rata, viu quando ele, com dois dos seus dedos gordos, abriu sua xerequinha pra depois enfiar a língua de novo o mais fundo que pôde, chupando e devorando tudo que jorrava de dentro dela, pra Lupita aquilo era o próprio céu, era tão gostoso o que ela tava sentindo que fechou os olhos e relaxou, abrindo ainda mais as pernas, nunca na vida tinha sentido algo tão delicioso.
Ela nem percebeu quando vieram os choques de prazer, onde a jovem perdeu total compostura, como pôde se inclinou pra frente e agarrou ele pelos cabelos e começou a mexer a vagina como se ela mesma estivesse metendo na boca do velhote, rebolava ondulando, e aí começou a gritar:
— Agora, professor!!… sim, sim…assim!! Assim!!! Continua, por favor!! …continua comendo que eu vou gozar pra caralho!!!… Mmmmmmm….que delícia!!!… ayyyyy!!… que gostoso, professorzinho!!!
Lupe se contorcia de tesão, sentindo e aproveitando todo o prazer que sua vagina dava ao ficar praticamente colada na boca do professor, fazia movimentos pélvicos pra trás e pra frente, combinando com requebrados ondulantes gostosos, até que soltou um grito aterrorizante de prazer e excitação, avisando o macho que ela estava no auge de um orgasmo glorioso:
— Siiiiiiiiiiiiiiii!!!!! Tô gozando, seu Tuliooooooo!!!!! Delíciaaaa, minha vidaaaa!!!!! Tô me esporrando na sua bocaaaa!!!! Come ela!!!!… come ela!!!! Gritava e pedia sem parar de enfiar a buceta bem na boca aberta do velhote feliz, enquanto com suas lindas As pernas dela apertavam a cabeça dele, empurrando-a com mais força contra a buceta suculenta e febril.
— Viu como você gostou, sua putinha de merda!!! — disse o velho com cara de safado e o rosto todo lambuzado dos fluidos que a ninfomaníaca feliz tinha derramado, assim que conseguiu se afastar daquela fenda deliciosa. — Agora vou te comer pelo cuzinho, já vai ver…
A colegial, ainda em estado de tesão extremo, deu a autorização:
— Sim… eu… quero… tudo… dentro — disse ela sem saber o que falava, com os olhos lânguidos e olhando para um lado do quarto.
Lupe abriu as pernas de novo para que o professor, de uma vez, metesse nela e a fizesse sua mulher. Foi ela mesma que agora abriu a própria buceta apertada com dois dedos para que o macho dela chegasse e simplesmente encaixasse o pau lá dentro. Isso foi demais para o professor degenerado e aproveitador: só de ver a doce Lupita se abrindo e dando sinal verde pro pau dele passear por onde quisesse, já o levou ao prazer antecipado.Videos da Lupezinha—Ohhhhh putinhaaaa, vou gozar pra caralhooo!! Não vou conseguir enfiar em você!!! O velho, como pôde, se jogou na direção do rosto da jovem ansiosa. Ela, vendo que a qualquer momento ele ia disparar aquela porra toda, esperou sem saber o que fazer. O velho, como conseguiu, montou em cima dos peitos dela, pegou e apertou seu rostinho lindo, forçando-a a abrir a boca. Lupita não conseguia respirar, sentiu a piroca gorda de Dom Tulio entrar na boca dela. Assim que se acomodou bem na cavidade oral, ele disparou três jatos grossos e fortes de porra quente e espessa, seguidos por outros quatro da mesma intensidade e potência. A gozada na boca dela foi uma porrada. A colegial segurou a respiração o melhor que pôde, sentindo a piroca do professor cuspir gozo lá no fundo da garganta e no céu da boca, uma quantidade enorme daquele líquido gostoso, quente e grosso que ela já tinha bebido antes no escritório do professor. Mas agora ela tava com uma vontade danada de engolir tudo, então, sem pensar duas vezes, enquanto essa essência masculina jorrava sem parar da piroca, ela foi engolindo e ainda aproveitava pra chupar, tentando sugar até a última gota de porra que o velho tivesse dentro das bolas peludas dele.

Lupe tinha engolido uma quantidade enorme de esperma que o mestre Tulio tinha dado pra ela.

O velho caiu desmaiado ao lado do corpo curvilíneo e suado da tenra colegial. Ela ficou ali, com os olhos vidrados, as curvas ainda tremendo de tanta excitação que tinham passado. Aos poucos, foi se acalmando, até que os roncos fortes do homem de quem tinha bebido uma porrada de porra a tiraram daquele estado de tesão. Ela se virou pra olhar ele — ali estava o velho miserável e aproveitador que, pela segunda vez, tinha se beneficiado do corpo dela. O remorso e o sentimento de culpa tomaram conta da mente dela. — Mas que barbaridade era aquela que ela tinha acabado de fazer? Fazer?, ela se perguntou de repente. Lentamente, se levantou da cama e saiu daquele quarto, com seus lindos olhinhos verdes cheios de lágrimas. Foi pegar o vestido que a amiga tinha emprestado e vestiu. Olhou as horas: já eram 09:00 da manhã.

Depois de se arrumar um pouco no banheiro, se preparou para ir pra casa. Da sala, ouvia os roncos fortes do professor. Quis se despedir da amiga, tentando não fazer barulho. Quando abriu a porta do quarto, a pobre colegial quase desmaiou de susto. Viu Cláudia jogada na cama, nua, com o cabelo loiro dourado todo bagunçado. Mantinha as pernas lindas bem abertas, uma das mãos se movia acelerada na buceta, fazendo círculos frenéticos, e com a outra mão apertava os peitos alternadamente. Ouviu claramente a amiga loira murmurar, com as sobrancelhas franzidas, sinal de concentração no que tava fazendo:

— Assiiim… assiiim… Professor Túlio!!… Mete em mim!! Mete em mim e na minha amiga Lupe!!! Mais fundo!!!… Mais fundo!!!

Lupe ficou olhando, besta, o corpo nu e excitado da amiga. Seus lindos olhos verdes percorreram cada curva dela. Inconscientemente, juntou as pernas o máximo que pôde. Sentiu que a coisinha dela, sem aviso, soltou uma quantidade estranha de aguinha quentinha que escorreu pelas coxas e fez ela se sentir muito gostosa. Tava dando vontade de…

Lupita saiu quase correndo, apavorada, da casa da Cláudia, muito assustada com o que o corpo dela tinha feito sentir na hora que viu a amiga se masturbando. Ficou se perguntando como era possível o corpo dela fazer sentir aquilo depois de todas as atrocidades que tinham acontecido, e ainda por cima por causa da Cláudia, que era a melhor amiga dela. Isso tá errado… muito errado, foi dizendo.

CONTINUA…

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