Nosso casamento ia bem. Tínhamos química na cama, éramos desinibidos, ousados e com muita imaginação, então nunca precisamos de mais ninguém para nos sentirmos completos. Bastávamos um para o outro.
No entanto, meu marido tinha uma pequena mania: ele adorava exibir a esposa para todo mundo, como quem exibe um carro ou uma roupa. Era algo que o deixava orgulhoso, como se dissesse: "Gostaram da minha esposa? Pois é minha, só minha", e eu não me importava com isso, até gostava de participar desse jogo usando vestidos justos, me maquiando.
Porém, um dia esse tal jogo virou contra a gente. Foi durante uma festa da empresa do meu marido. Eu tinha vestido um preto de alças com um decote que valorizava meus peitos, bem generosos, por sinal; o cabelo preso deixava meu pescoço e ombros livres, e tenho que admitir que estava bem gostosa, tanto que, antes de sair de casa, meu marido me pediu um boquete pra, nas palavras dele, não ficar de pau duro durante o jantar inteiro.
Eles tinham alugado um lugar bonito, com um jardim enorme que se perdia nas sombras quanto mais se afastava das luzes do salão. Éramos mais de cinquenta convidados e tudo corria normal, pelo menos até depois do jantar, quando começou a dança, os drinks e todo mundo começou a perder um pouco a linha.
Entre os colegas de trabalho do meu marido estava o Ivan, um cara próximo, meio fanfarrão e com um certo charme (menos do que ele achava, por sinal). O negócio é que o Ivan se sentia muito atraído por mim, como descobri depois, a ponto de virar uma obsessão. E naquela noite ele tinha bolado um jeito de realizar as fantasias dele.
Com a ajuda de uns amigos, ele deu um jeito de afastar meu marido de mim. Tava calor e eu tinha saído um pouco pro jardim pra pegar um ar, e ele aproveitou a chance pra se aproximar com uma taça de champanhe, que me ofereceu com um sorriso. Começamos a... Conversando sobre a festa, o local, o tempo bom que fazia... tudo bem impessoal e, enquanto eu bebia a taça, o Ivan foi me afastando da sala de jantar, passeando como sem rumo, mas nos adentrando na parte mais sombria.
Só foi quando terminei a taça que notei uma mudança no Ivan: ele tinha deixado o tom despreocupado e estava mais próximo, tanto fisicamente quanto pelas palavras, me dizendo que aquela noite eu estava muito gostosa e que aquele vestido de alcinhas e aquele decote estavam deixando ele louco. Fiquei tão surpresa que não consegui dizer nada, mas percebi que algo estranho estava acontecendo comigo, uma espécie de calor que percorria meu corpo, como se alguém tivesse acendido uma fogueira perto. Mas o calor não vinha de fora, brotava dentro de mim. O Ivan percebeu e me agarrou pela cintura, me puxando com força para perto dele.
"Tá sentindo? Já começou a fazer efeito, né? O que você acha? Na taça. Coloquei um afrodisíaco, me garantiram que os efeitos são radicais."
E era verdade. Em outras circunstâncias, eu teria dado um tapa na cara dele e saído correndo pra sala de jantar, mas apesar de a situação me desagradar, eu era incapaz de me afastar dele. Mais que isso, eu tava realmente com tesão, uma excitação desconhecida que tomava conta de mim a cada segundo que passava.
Então, sabendo que eu tava na mão dele, o Ivan começou a beijar meu pescoço enquanto acariciava minhas costas e minha bunda e sussurrava tudo que sabia que eu queria ouvir: "Você é uma delícia, sempre me fascinou, acho que é a mulher mais sexy que já conheci e agora vai ser minha, finalmente!"
Longe de me assustar ou me repelir, as palavras dele me acendiam cada vez mais. Eu sentia minha buceta ficar molhada e meu corpo se apertar contra o dele. "Amor, você tem que me ajudar, olha como me deixou", ele disse enquanto levava minha mão até o pau dele. O pênis dele tava completamente duro e isso fez meu coração disparar a mil por hora. Então ele me empurrou pelos ombros pra baixo, até eu ficar de joelhos na frente dele. Ele não teve não preciso nem dizer, eu mesma ardia de vontade de dar um boquete nele. Abri o zíper e senti um prazer imenso quando coloquei o pau dele na boca. Comecei a brincar com a língua e me arrepiei de tesão ao perceber como o Ivan tava curtindo o boquete. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a me ajudar a foder ele com a boca. Eu tava totalmente entregue ao serviço. Então, ele me empurrou até a parede do fundo do jardim, na parte mais escura, e me colocou de costas pra ele. "Bom trabalho, gata, mas agora é sua vez de aproveitar. Quero que você pegue meu pau e leve até a entrada da sua buceta, você vai finalmente saber o que é bom."
Tava claro, ele não queria só me foder, queria me dominar, me humilhar. E olha, naquele momento, eu tava pouco me lixando. Tava tão excitada que nada mais importava, só precisava que apagassem o fogo que me consumia. Não sei o que deu em mim, mas nunca me senti tão puta. Então, sem pensar, peguei o pau dele, levantei meu vestido e coloquei na entrada da minha buceta, sentindo o calor dele na hora. Ivan, enquanto isso, tinha começado a me beijar no pescoço, na orelha e nas costas, enquanto as mãos dele deslizavam pela lateral do vestido e apertavam meus peitos com força.
A estocada foi brutal. De uma só vez, o Ivan enfiou o pau inteiro dentro de mim. Soltei um gemido de prazer enquanto ele não parava de amassar meus peitos. Ele começou então a me foder com violência, tava liberando todo o desejo acumulado durante meses. Eu sentia que ele não tava nem aí pro que eu sentia, era como um animal sem controle, se aliviando.
tava aproveitando como nunca, com certeza a droga que tinha tomado influenciava, mas não era só isso, eu tava adorando ser tratada daquele jeito; conseguir deixar um homem tão tarado era uma coisa terrivelmente excitante pra mim. Comecei a gemer tão alto que o Ivan teve que colocar a mão na minha boca, e ainda bem que fez isso, porque naquele instante eu gozei soltando um gritinho agudo de prazer que teria chegado até a sala de jantar se o Ivan não tivesse abafado com a mão. Segundos depois, foi ele quem gozou dentro de mim.
Aí ele se afastou e, antes de voltar pra festa, disse: "Isso é só o começo.
No entanto, meu marido tinha uma pequena mania: ele adorava exibir a esposa para todo mundo, como quem exibe um carro ou uma roupa. Era algo que o deixava orgulhoso, como se dissesse: "Gostaram da minha esposa? Pois é minha, só minha", e eu não me importava com isso, até gostava de participar desse jogo usando vestidos justos, me maquiando.
Porém, um dia esse tal jogo virou contra a gente. Foi durante uma festa da empresa do meu marido. Eu tinha vestido um preto de alças com um decote que valorizava meus peitos, bem generosos, por sinal; o cabelo preso deixava meu pescoço e ombros livres, e tenho que admitir que estava bem gostosa, tanto que, antes de sair de casa, meu marido me pediu um boquete pra, nas palavras dele, não ficar de pau duro durante o jantar inteiro.
Eles tinham alugado um lugar bonito, com um jardim enorme que se perdia nas sombras quanto mais se afastava das luzes do salão. Éramos mais de cinquenta convidados e tudo corria normal, pelo menos até depois do jantar, quando começou a dança, os drinks e todo mundo começou a perder um pouco a linha.
Entre os colegas de trabalho do meu marido estava o Ivan, um cara próximo, meio fanfarrão e com um certo charme (menos do que ele achava, por sinal). O negócio é que o Ivan se sentia muito atraído por mim, como descobri depois, a ponto de virar uma obsessão. E naquela noite ele tinha bolado um jeito de realizar as fantasias dele.
Com a ajuda de uns amigos, ele deu um jeito de afastar meu marido de mim. Tava calor e eu tinha saído um pouco pro jardim pra pegar um ar, e ele aproveitou a chance pra se aproximar com uma taça de champanhe, que me ofereceu com um sorriso. Começamos a... Conversando sobre a festa, o local, o tempo bom que fazia... tudo bem impessoal e, enquanto eu bebia a taça, o Ivan foi me afastando da sala de jantar, passeando como sem rumo, mas nos adentrando na parte mais sombria.
Só foi quando terminei a taça que notei uma mudança no Ivan: ele tinha deixado o tom despreocupado e estava mais próximo, tanto fisicamente quanto pelas palavras, me dizendo que aquela noite eu estava muito gostosa e que aquele vestido de alcinhas e aquele decote estavam deixando ele louco. Fiquei tão surpresa que não consegui dizer nada, mas percebi que algo estranho estava acontecendo comigo, uma espécie de calor que percorria meu corpo, como se alguém tivesse acendido uma fogueira perto. Mas o calor não vinha de fora, brotava dentro de mim. O Ivan percebeu e me agarrou pela cintura, me puxando com força para perto dele.
"Tá sentindo? Já começou a fazer efeito, né? O que você acha? Na taça. Coloquei um afrodisíaco, me garantiram que os efeitos são radicais."
E era verdade. Em outras circunstâncias, eu teria dado um tapa na cara dele e saído correndo pra sala de jantar, mas apesar de a situação me desagradar, eu era incapaz de me afastar dele. Mais que isso, eu tava realmente com tesão, uma excitação desconhecida que tomava conta de mim a cada segundo que passava.
Então, sabendo que eu tava na mão dele, o Ivan começou a beijar meu pescoço enquanto acariciava minhas costas e minha bunda e sussurrava tudo que sabia que eu queria ouvir: "Você é uma delícia, sempre me fascinou, acho que é a mulher mais sexy que já conheci e agora vai ser minha, finalmente!"
Longe de me assustar ou me repelir, as palavras dele me acendiam cada vez mais. Eu sentia minha buceta ficar molhada e meu corpo se apertar contra o dele. "Amor, você tem que me ajudar, olha como me deixou", ele disse enquanto levava minha mão até o pau dele. O pênis dele tava completamente duro e isso fez meu coração disparar a mil por hora. Então ele me empurrou pelos ombros pra baixo, até eu ficar de joelhos na frente dele. Ele não teve não preciso nem dizer, eu mesma ardia de vontade de dar um boquete nele. Abri o zíper e senti um prazer imenso quando coloquei o pau dele na boca. Comecei a brincar com a língua e me arrepiei de tesão ao perceber como o Ivan tava curtindo o boquete. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a me ajudar a foder ele com a boca. Eu tava totalmente entregue ao serviço. Então, ele me empurrou até a parede do fundo do jardim, na parte mais escura, e me colocou de costas pra ele. "Bom trabalho, gata, mas agora é sua vez de aproveitar. Quero que você pegue meu pau e leve até a entrada da sua buceta, você vai finalmente saber o que é bom."
Tava claro, ele não queria só me foder, queria me dominar, me humilhar. E olha, naquele momento, eu tava pouco me lixando. Tava tão excitada que nada mais importava, só precisava que apagassem o fogo que me consumia. Não sei o que deu em mim, mas nunca me senti tão puta. Então, sem pensar, peguei o pau dele, levantei meu vestido e coloquei na entrada da minha buceta, sentindo o calor dele na hora. Ivan, enquanto isso, tinha começado a me beijar no pescoço, na orelha e nas costas, enquanto as mãos dele deslizavam pela lateral do vestido e apertavam meus peitos com força.
A estocada foi brutal. De uma só vez, o Ivan enfiou o pau inteiro dentro de mim. Soltei um gemido de prazer enquanto ele não parava de amassar meus peitos. Ele começou então a me foder com violência, tava liberando todo o desejo acumulado durante meses. Eu sentia que ele não tava nem aí pro que eu sentia, era como um animal sem controle, se aliviando.
tava aproveitando como nunca, com certeza a droga que tinha tomado influenciava, mas não era só isso, eu tava adorando ser tratada daquele jeito; conseguir deixar um homem tão tarado era uma coisa terrivelmente excitante pra mim. Comecei a gemer tão alto que o Ivan teve que colocar a mão na minha boca, e ainda bem que fez isso, porque naquele instante eu gozei soltando um gritinho agudo de prazer que teria chegado até a sala de jantar se o Ivan não tivesse abafado com a mão. Segundos depois, foi ele quem gozou dentro de mim. Aí ele se afastou e, antes de voltar pra festa, disse: "Isso é só o começo.
2 comentários - Sem controle, gostosa