E aí, galera, depois de décadas transando quase que exclusivamente com minas trans, já tenho história pra caralho pra fazer uma série, aproveitem.
Todas as histórias são reais, com algum detalhe ou outro mudado que não importa.
Depois da quantidade de mensagens que recebi depois do meu primeiro relato, achei de boa escrever a segunda edição da série, essa é a primeira vez que eu me encontrava com uma mina com pau pra transar e ter uma sessão de sexo bem gostosa.
2.[no]Você vai ser corneado
Depois de ter perdido a virgindade com uma garota trans no meu relato anterior, passaram uns meses e eu já devia ter uns 18 ou 19. Comecei a namorar uma mina cis que era uma gostosa, adorava transar e sempre tinha a buceta molhada e quente. Depois de vários meses comendo todo dia, a garota em questão começou a ficar MUITO ciumenta do nada. Eu não tava corneando ela com ninguém, então não entendia nem achava justo as cobranças que ela fazia.
Cheguei num ponto em que percebi que essa relação não dava mais e criei uma conta num site de encontros (o Tinder era muito novo ainda e só as mina usava). Ia procurar alguém pra tirar meu leite quando terminasse com a minha futura ex.
A variedade tava lá, e apesar de não ser o Brad Pitt, ser cara e leiteiro é algo que quem quer transar geralmente procura. Muitas bundas, muitos caras, muitas minas e também tinha garotas trans (óbvio que eu olhava mais esses perfis).
A verdade é que naquele momento nada me interessava até que eu vi ela, Mariana (nome fictício deste relato), garota trans morena, 28 anos, com umas pernas lindas e uma bunda redonda. Ela não mostrava fotos do rosto e quase todas as fotos eram dela posando de fio dental com a parte do rosto cortada. Mandei mensagem na hora.
- Que linda você é, negra
- Papi, você também tá uma delícia (eu tinha umas fotos sem camisa)
- A gente tem que fazer algo sobre isso, né?
- O que você quer fazer, bebê? Eu moro sozinha.
Ah, beleza, e agora? Vou lá e como essa mina? Percebi onde eu tava me metendo e fiquei intimidado. Vou fazer ela tirar meu leite e acabar com meu relacionamento? Nesses dois minutos que passaram, Mari me mandou uma mensagem, uma foto, era o pinto preto dela durasso.[/no]
[no](Foto meramente ilustrativa, mas dessa vez é bem parecida)
Uma bela rola comprida e grossa de 18cm sem nenhum pelo, com duas bolas que balançavam e uma cabecinha rosa. Como eu amo pica morena com ponta de morango. A vontade bateu forte e eu pedi o endereço, a gente tava conversando de noite então parecia que o sexo ia rolar na hora, eu ainda adolescente, nem me preocupava se ia dar certo ou errado, eu sabia que minha rola ia ficar dura como pedra e ia soltar porra.
Chamei o táxi e fui, um bairro perto do centro da cidade, meio sinistro e a vontade dessa vez parecia que tava sumindo. Mas vocês sabem como é, às vezes nossas picas nos levam pra lugares que a gente não entraria nem armado. Desço e é um prédio com uma entrada aberta que dá pra uma escada e ela morava tipo no 3º andar. Começo a subir as escadas e um pouco mais acima sentados nos degraus, vejo um grupo de gente (uns caras e minas trans) tomando cerveja, aí comecei a me ligar. Que porra é essa? Será que é uma armadilha? Cumprimento e me apresso a continuar subindo. Chego no apartamento dela e ela abre a porta.
Ali estava, Marianita, com o cabelo preso, óculos e um vestidinho verde que cobria pouco mais que a bunda. Uma carinha redonda e pele morena, gostosa, mas parecia tímida, totalmente diferente da personalidade de putona que ela tinha no chat (mesmo assim eu tava igual, tinha síndrome do impostor até ela abrir a porta kkk)
- Que que cê tá fazendo, C.T, entra vem
- E aí, Mari, certo? (beijo no rosto)
- Isso, entra e fica à vontade
Entro na casa e o apartamento por dentro era mó lindo, tinha muita arte nas paredes e em cada canto da casa tinha algo pra admirar. A gente conversou umas besteiras e ela me disse que queria fazer um chá. Quando ela se vira pra preparar o chá, apoiada na bancada da cozinha, vejo o vestidinho apertando a bunda dela e a calcinha aparecendo por baixo, me deixou maluco. Mari era linda, mas um pouco fraquinha no quesito passing, dava pra ver de longe que tinha um ferro entre as pernas. Mas também tinha uma bunda enorme e redonda, era bem pornô a situação.
-Quer que eu te faça algo, C.T?
Eu me levanto e vou até ela sem dizer nada, encosto o pacote e agarro ela pela cintura.
-É você que eu quero, neguinha.
Mari ri, termina de preparar o chá dela e com ele a gente vai pro quarto dela.
A primeira coisa que faço é tirar o vestidinho dela. A menina em questão tava usando um conjunto amarelo, nunca tinha comido alguém de lingerie amarela, e sim, eu tava prestes a comer uma trans. Dessa vez até o final, meu pau entrando naquela bunda enorme.
Mari me coloca de joelhos na cama dela e começa a chupar meu pau, até agora o segundo melhor boquete da minha vida (o primeiro lugar era de um molequinho bem guloso). Chupou, chupou, chupou, comia como se fosse sorvete, tava aproveitando mais que eu. Tudo tava acontecendo rápido demais, eu queria transar por horas e tava prestes a gozar em 2 minutos com aquele boquete. Falei pra ela parar e automaticamente ela perguntou:
-Quer me comer, bebê?
Obviamente topei, tirei a camisinha da calça e quando fui colocar ela tirou da minha mão. Pegou o preservativo, colocou na boca e com uma chupada só já tinha a camisinha perfeitamente colocada, só uma trans mesmo pra fazer isso.
Ela fica de quatro na minha frente e eu meto, entro inteiro sem nenhum esforço, a Marianita era bem putinha, tava com o interior pegando fogo, literalmente derretendo meu pau e eu ainda nem tinha chupado ela, só tinha apalpado por cima da calcinha. Não aguentei, parei. Falei que tava quase gozando e que ia desacelerar.
-Oh bebê, você tava me comendo tão gostoso
-Quer que eu goze agora e depois você me aguenta até eu ficar de novo pra segunda rodada?
-Bora fazer isso, me dá tudo.
Parti pra cima e enfiei mais 10 vezes até soltar todo o leite dentro da camisinha enquanto ela eu tava de quatro, e ainda por cima eu gosto de deixar a pica parada, bem no fundo enterrada, é assim que você conquista as passivas safadas, fazendo elas sentirem como sua pica pulsa bem lá dentro.
(Pro tip, se quiserem fazer essa estratégia, tentem não gozar tão intensamente na primeira vez, não importa o quanto esteja gostoso, assim depois o tempo de descanso é menor)
Tirei a camisinha e sentamos na cama, começamos a falar umas merdas e eu batia uma e batia outra, queria ter a pica dura de novo pra comer ela de novo. Mari nunca deu nenhum sinal de querer me mostrar a pica nem de fazer nada com o membro dela, perguntei se eu podia tocar nela e ela aceitou.
Comecei a tocar um pouco e vi como ela ia ficando dura, já dava pra notar que ela tinha uma maior que a minha.
Eu até hoje nunca tinha feito um boquete de verdade (minha experiência anterior foi mais uma brincadeira) então tava animado pra ver se conseguia mudar isso, afasto a calcinha amarela pro lado e vejo, uma linguiça preta comprida, Mari é daquelas que ficam grandes mesmo sem estar dura, e ela tava bem grossa. Era a primeira vez que eu tocava num pau maior que o meu e era de uma mina trans, ali na minha frente enquanto eu continuava batendo uma pra ver se ficava dura.
Instantaneamente fui na pica dela e coloquei na minha boca
- Então você gosta de pica?
Quando ela disse isso me encheu de tesão, não falei nada, mas dentro da minha cabeça eu tava adorando chupar a pica preta dela e sentir como ela ia ficando dura. Não fazia sentido que essa mina que eu tinha acabado de gozar agora me tinha chupando a pica dela, a troca de papéis era intensa, Mari tava bem dura e eu tava de novo chupando de forma egoísta, não tava nem aí pra técnica, eu só queria degustar a cabeça rosa dela e passar a língua em todas as veias daquela pica.
Ficamos assim por 15 minutos até eu voltar pra ação, Mari coloca outra camisinha em mim e dessa vez ela se monta em cima de mim. Eu deitado na cama usando a parede de encosto e ela de cócoras me olhando. Enfiou tudo sozinha, quando baixei o olhar vi que ela ainda tava dura como pedra, igualzinho ao pornô que eu tanto gostava de ver, minas com paus enormes de fora enquanto são comidas. Não aguentei nada as sentadas, ela tava me comendo cru e dava pra notar, mesmo assim ela adorava comer o cara e deixar ele nervoso (ela me contou muito tempo depois, até hoje a gente se vê).
Pedi pra mudar de posição e coloquei ela de missionário, achando que assim ia aguentar mais, totalmente enganado. Agora tinha a Mari deitada na minha frente sendo comida, com o pauzão dela apontando direto pra mim. Isso é algo que só acontece quando você come travestis, umas pernas enormes, uma bunda gostosa e um pau pra bater punheta enquanto come.
- Deixa eu ver você gozar assim, meu amor (eu falo pra Mari)
- Quer que eu te dê a gozada?
- Sim, amor, eu também quero gozar ao mesmo tempo.
A mina começou a se masturbar forte, a bunda dela tava sufocando meu pau, e depois de um tempo ela começa a gemer que nem uma puta, tinha sido bem quieta a noite toda, mas agora gritava, e começou a soltar leite, vários jatos que eu sentia em tempo real dentro da bunda dela, a situação me tirou do sério e soltei toda a porra de novo bem dentro da bunda dela.
Depois disso a gente se acalmou um pouco na cama dela e ela me pergunta:
- Você tem namorada, né?
- Tenho, por quê? (não sei por que admiti tão fácil)
- Eu percebi
- Como assim?
- Porque você é cara, mas come que nem um garanhão e tem leite de sobra, você transa.
Eu tinha ficado vermelho, a travesti safada, que delícia estar com ela ali na cama, depois dessa experiência terminei com minha parceira e contei pra Mari, ela topou cuidar das minhas necessidades por um tempo depois disso. Não tanto quanto eu queria, mas fazer o quê, haha!
Se você gostou do relato, deixa pontos e um comentário, tem muitas outras histórias, perguntem o que quiserem. DMs pra qualquer coisa.[/no]
Todas as histórias são reais, com algum detalhe ou outro mudado que não importa.
Depois da quantidade de mensagens que recebi depois do meu primeiro relato, achei de boa escrever a segunda edição da série, essa é a primeira vez que eu me encontrava com uma mina com pau pra transar e ter uma sessão de sexo bem gostosa.
2.[no]Você vai ser corneado
Depois de ter perdido a virgindade com uma garota trans no meu relato anterior, passaram uns meses e eu já devia ter uns 18 ou 19. Comecei a namorar uma mina cis que era uma gostosa, adorava transar e sempre tinha a buceta molhada e quente. Depois de vários meses comendo todo dia, a garota em questão começou a ficar MUITO ciumenta do nada. Eu não tava corneando ela com ninguém, então não entendia nem achava justo as cobranças que ela fazia.
Cheguei num ponto em que percebi que essa relação não dava mais e criei uma conta num site de encontros (o Tinder era muito novo ainda e só as mina usava). Ia procurar alguém pra tirar meu leite quando terminasse com a minha futura ex.
A variedade tava lá, e apesar de não ser o Brad Pitt, ser cara e leiteiro é algo que quem quer transar geralmente procura. Muitas bundas, muitos caras, muitas minas e também tinha garotas trans (óbvio que eu olhava mais esses perfis).
A verdade é que naquele momento nada me interessava até que eu vi ela, Mariana (nome fictício deste relato), garota trans morena, 28 anos, com umas pernas lindas e uma bunda redonda. Ela não mostrava fotos do rosto e quase todas as fotos eram dela posando de fio dental com a parte do rosto cortada. Mandei mensagem na hora.
- Que linda você é, negra
- Papi, você também tá uma delícia (eu tinha umas fotos sem camisa)
- A gente tem que fazer algo sobre isso, né?
- O que você quer fazer, bebê? Eu moro sozinha.
Ah, beleza, e agora? Vou lá e como essa mina? Percebi onde eu tava me metendo e fiquei intimidado. Vou fazer ela tirar meu leite e acabar com meu relacionamento? Nesses dois minutos que passaram, Mari me mandou uma mensagem, uma foto, era o pinto preto dela durasso.[/no]
[no](Foto meramente ilustrativa, mas dessa vez é bem parecida)Uma bela rola comprida e grossa de 18cm sem nenhum pelo, com duas bolas que balançavam e uma cabecinha rosa. Como eu amo pica morena com ponta de morango. A vontade bateu forte e eu pedi o endereço, a gente tava conversando de noite então parecia que o sexo ia rolar na hora, eu ainda adolescente, nem me preocupava se ia dar certo ou errado, eu sabia que minha rola ia ficar dura como pedra e ia soltar porra.
Chamei o táxi e fui, um bairro perto do centro da cidade, meio sinistro e a vontade dessa vez parecia que tava sumindo. Mas vocês sabem como é, às vezes nossas picas nos levam pra lugares que a gente não entraria nem armado. Desço e é um prédio com uma entrada aberta que dá pra uma escada e ela morava tipo no 3º andar. Começo a subir as escadas e um pouco mais acima sentados nos degraus, vejo um grupo de gente (uns caras e minas trans) tomando cerveja, aí comecei a me ligar. Que porra é essa? Será que é uma armadilha? Cumprimento e me apresso a continuar subindo. Chego no apartamento dela e ela abre a porta.
Ali estava, Marianita, com o cabelo preso, óculos e um vestidinho verde que cobria pouco mais que a bunda. Uma carinha redonda e pele morena, gostosa, mas parecia tímida, totalmente diferente da personalidade de putona que ela tinha no chat (mesmo assim eu tava igual, tinha síndrome do impostor até ela abrir a porta kkk)
- Que que cê tá fazendo, C.T, entra vem
- E aí, Mari, certo? (beijo no rosto)
- Isso, entra e fica à vontade
Entro na casa e o apartamento por dentro era mó lindo, tinha muita arte nas paredes e em cada canto da casa tinha algo pra admirar. A gente conversou umas besteiras e ela me disse que queria fazer um chá. Quando ela se vira pra preparar o chá, apoiada na bancada da cozinha, vejo o vestidinho apertando a bunda dela e a calcinha aparecendo por baixo, me deixou maluco. Mari era linda, mas um pouco fraquinha no quesito passing, dava pra ver de longe que tinha um ferro entre as pernas. Mas também tinha uma bunda enorme e redonda, era bem pornô a situação.
-Quer que eu te faça algo, C.T?
Eu me levanto e vou até ela sem dizer nada, encosto o pacote e agarro ela pela cintura.
-É você que eu quero, neguinha.
Mari ri, termina de preparar o chá dela e com ele a gente vai pro quarto dela.
A primeira coisa que faço é tirar o vestidinho dela. A menina em questão tava usando um conjunto amarelo, nunca tinha comido alguém de lingerie amarela, e sim, eu tava prestes a comer uma trans. Dessa vez até o final, meu pau entrando naquela bunda enorme.
Mari me coloca de joelhos na cama dela e começa a chupar meu pau, até agora o segundo melhor boquete da minha vida (o primeiro lugar era de um molequinho bem guloso). Chupou, chupou, chupou, comia como se fosse sorvete, tava aproveitando mais que eu. Tudo tava acontecendo rápido demais, eu queria transar por horas e tava prestes a gozar em 2 minutos com aquele boquete. Falei pra ela parar e automaticamente ela perguntou:
-Quer me comer, bebê?
Obviamente topei, tirei a camisinha da calça e quando fui colocar ela tirou da minha mão. Pegou o preservativo, colocou na boca e com uma chupada só já tinha a camisinha perfeitamente colocada, só uma trans mesmo pra fazer isso.
Ela fica de quatro na minha frente e eu meto, entro inteiro sem nenhum esforço, a Marianita era bem putinha, tava com o interior pegando fogo, literalmente derretendo meu pau e eu ainda nem tinha chupado ela, só tinha apalpado por cima da calcinha. Não aguentei, parei. Falei que tava quase gozando e que ia desacelerar.
-Oh bebê, você tava me comendo tão gostoso
-Quer que eu goze agora e depois você me aguenta até eu ficar de novo pra segunda rodada?
-Bora fazer isso, me dá tudo.
Parti pra cima e enfiei mais 10 vezes até soltar todo o leite dentro da camisinha enquanto ela eu tava de quatro, e ainda por cima eu gosto de deixar a pica parada, bem no fundo enterrada, é assim que você conquista as passivas safadas, fazendo elas sentirem como sua pica pulsa bem lá dentro.
(Pro tip, se quiserem fazer essa estratégia, tentem não gozar tão intensamente na primeira vez, não importa o quanto esteja gostoso, assim depois o tempo de descanso é menor)
Tirei a camisinha e sentamos na cama, começamos a falar umas merdas e eu batia uma e batia outra, queria ter a pica dura de novo pra comer ela de novo. Mari nunca deu nenhum sinal de querer me mostrar a pica nem de fazer nada com o membro dela, perguntei se eu podia tocar nela e ela aceitou.
Comecei a tocar um pouco e vi como ela ia ficando dura, já dava pra notar que ela tinha uma maior que a minha.
Eu até hoje nunca tinha feito um boquete de verdade (minha experiência anterior foi mais uma brincadeira) então tava animado pra ver se conseguia mudar isso, afasto a calcinha amarela pro lado e vejo, uma linguiça preta comprida, Mari é daquelas que ficam grandes mesmo sem estar dura, e ela tava bem grossa. Era a primeira vez que eu tocava num pau maior que o meu e era de uma mina trans, ali na minha frente enquanto eu continuava batendo uma pra ver se ficava dura.
Instantaneamente fui na pica dela e coloquei na minha boca
- Então você gosta de pica?
Quando ela disse isso me encheu de tesão, não falei nada, mas dentro da minha cabeça eu tava adorando chupar a pica preta dela e sentir como ela ia ficando dura. Não fazia sentido que essa mina que eu tinha acabado de gozar agora me tinha chupando a pica dela, a troca de papéis era intensa, Mari tava bem dura e eu tava de novo chupando de forma egoísta, não tava nem aí pra técnica, eu só queria degustar a cabeça rosa dela e passar a língua em todas as veias daquela pica.
Ficamos assim por 15 minutos até eu voltar pra ação, Mari coloca outra camisinha em mim e dessa vez ela se monta em cima de mim. Eu deitado na cama usando a parede de encosto e ela de cócoras me olhando. Enfiou tudo sozinha, quando baixei o olhar vi que ela ainda tava dura como pedra, igualzinho ao pornô que eu tanto gostava de ver, minas com paus enormes de fora enquanto são comidas. Não aguentei nada as sentadas, ela tava me comendo cru e dava pra notar, mesmo assim ela adorava comer o cara e deixar ele nervoso (ela me contou muito tempo depois, até hoje a gente se vê).
Pedi pra mudar de posição e coloquei ela de missionário, achando que assim ia aguentar mais, totalmente enganado. Agora tinha a Mari deitada na minha frente sendo comida, com o pauzão dela apontando direto pra mim. Isso é algo que só acontece quando você come travestis, umas pernas enormes, uma bunda gostosa e um pau pra bater punheta enquanto come.
- Deixa eu ver você gozar assim, meu amor (eu falo pra Mari)
- Quer que eu te dê a gozada?
- Sim, amor, eu também quero gozar ao mesmo tempo.
A mina começou a se masturbar forte, a bunda dela tava sufocando meu pau, e depois de um tempo ela começa a gemer que nem uma puta, tinha sido bem quieta a noite toda, mas agora gritava, e começou a soltar leite, vários jatos que eu sentia em tempo real dentro da bunda dela, a situação me tirou do sério e soltei toda a porra de novo bem dentro da bunda dela.
Depois disso a gente se acalmou um pouco na cama dela e ela me pergunta:
- Você tem namorada, né?
- Tenho, por quê? (não sei por que admiti tão fácil)
- Eu percebi
- Como assim?
- Porque você é cara, mas come que nem um garanhão e tem leite de sobra, você transa.
Eu tinha ficado vermelho, a travesti safada, que delícia estar com ela ali na cama, depois dessa experiência terminei com minha parceira e contei pra Mari, ela topou cuidar das minhas necessidades por um tempo depois disso. Não tanto quanto eu queria, mas fazer o quê, haha!
Se você gostou do relato, deixa pontos e um comentário, tem muitas outras histórias, perguntem o que quiserem. DMs pra qualquer coisa.[/no]
3 comentários - Todas minhas gozadas com trans - 2.0[no]Você vai ser corno[