O licenciado safado, 22 anos, e com a outra mão acariciava a cabeça dela. Ela ria baixinho... Dava pra ver a inocência dela... Deslizei minha mão até a barriga dela, devagar fui percorrendo aquele caminho que me levava à caverna inexplorada, aquela joia que hoje seria toda minha, sem censura... Ela estremeceu e disse: "Sinto algo novo, uma sensação que nunca tive..." Cheguei onde começa a buceta dela e parei meu dedo indicador ali, procurando a rachinha da separação, e pude sentir. Mal comecei a tocar, ela soltou um gemido. Desci até a entrada da buceta e senti o apertado dela. Dei um massagem suave pra ela não se assustar, enquanto com a outra mão eu tocava os peitos dela... Me levantei e levei ela pra beirada da cama, deslizei o shortinho dela até o joelho. Vi a calcinha azul com umas rosas desenhadas. Devagar, deslizei ela também, e quando deixei na altura do joelho, pude apreciar aquela cavidade quase sem pelos... Bem apertada, ninguém tinha explorado. Me joguei como um faminto, e lambi o umbigo dela, deslizei minha língua percorrendo cada centímetro de pele até onde começava a buceta dela. Com a língua, tentei separar o lábio dela pra ver o rosado daquela buceta, mas comecei a chupar e ela começou a gemer... Leydi: "Que delícia, me sinto muito bem, licenciado, é gostoso demais isso que você faz, por favor não para." Ela pegou minha cabeça com as mãos e, inexperiente, começou a levantar a bunda pra eu chupar melhor. Era óbvio que com a dose certa de prazer, essa menina ia virar uma grande puta... Então minha língua tratou de cravar as cócegas do prazer, despertou as sensações daquela buceta virgem. Eu comia, mordia e, finalmente, quando a garota se contorceu de prazer com um "aaaaaaaaaa", descarregou na minha boca os sucos dela. Aqueles fluidos saindo de uma caverna virgem me excitaram, e eu bebi, tomei do néctar dela... Ela ficou com vergonha, e eu, pegando com a mão o resto, espalhei na buceta dela. buraco traseiro... E eu introduzi um dedo que foi se abrindo caminho mais pra fora do que com a permissão dela... Tô sentindo um pouco de dor, aí não vai caber sua coisa... É grossa e comprida... Carlos: calma, Leydi, só se deixa levar, eu vou meter lá e você vai gostar, igual gostou do que minha língua fez... Continuei aquela invasão na bunda mais apertada que já tinha invadido, sabia que quando meu cacete entrasse, ia destruir todo o interior dessa novinha e que a dor pra ela seria indescritível, mas o prazer que daria pro meu pau seria o maior, nem a Blanquita tinha sido capaz de tanto, meti o segundo dedo e já não tinha espaço pra mais, pedi pra ela ficar de quatro, mas olhando pra mim, falei vou continuar fuçando no seu cu, mas enquanto isso, põe pra chupar meu pau, ela me olhou com espanto e dúvida... Falei abre a boca e mete na sua boca, chupa, lambe, faz do seu jeito, passei mais dos sucos dela no ânus e continuei a invasão, ela atrapalhada lambia a cabeça, lambeu o comprido e o grosso do meu pau, a garota babava, falei cospe e bate uma pra mim com a mão, ela fez isso, cuspiu e com um pouco de nojo, começou a me masturbar... Era uma delícia, porque na inocência dela, fazia devagar mas gostoso... Assim, Leydi, você vai aprendendo, agora continua batendo uma, mas mete a glande na boca e mexe a língua... Ela fez isso, percebi que seguia instruções à risca, que gostoso... Mmmm Leydi, essa boca tá pronta pra dar prazer... Tirei meus dedos do cu dela, um pouco sujos de merda... E falei chupa eles, ela aceitou com mais nojo, glub glub, encheu de saliva e limpou, engole sua saliva, gata, depois disso cravei meu pau, peguei a cabeça dela e enfiei na boca até o fundo, a boca dela se abriu mais do que ela imaginava que abriria... Até o fundo e aí, como de costume e como eu adoro, bombeava devagar mas sem parar... A garota começou a chorar, queria se afastar, eu prendi ela e continuei metendo, sentia as catarras que se formaram dentro da boca dela, ela queria Soltar e respirar fundo. O safado do doutor 23 fez ela aguentar de repente, as catarras saíram pelo nariz dela, não aguentava mais, ia se afogar, me olhava com medo. De repente, gozei e soltei tudo na boca dela... Ela engoliu ar com porra e as catarras, limpei o rosto dela... E falei: viu? Acabamos de me dar prazer... Foi muito gostoso... Valeu, gata. Leydi: senti que tava me afogando... Carlos: eu sei, desculpa, mas hoje vou te levar do inferno ao céu... Você já provou um pouco do céu e agora tá no inferno, chupa ele, deixa duro de novo. Ela se aproximou e chupou de novo, já com mais experiência. Eu continuei invadindo o cu dela com meus dedos e pedi pra ela acariciar minhas bolas... Ela fazia tudo como eu mandava, era uma submissa de verdade... Quando meu pau ficou duro. Carlos: vamos pro fundo do inferno, minha princesa, não cabe nem mais um dedo, só deu pra enfiar 2... É menor do que eu imaginava, mas não vou deixar de arrebentar... Vai doer, então não grita, se for chorar, chora baixinho... Toma esse comprimido pra aliviar a dor... Vira e manda essa bunda pra cá... Chegou a hora dela... Como era de costume, ela fez tudo certinho, mas preferi mandar ela descer da cama e se deitar, deixando a bunda na beirada, e pedi pra ela abrir as nadeguinhas com as mãos... Vi aquela buraquinho tão apertado, fiquei louco, não conseguia controlar a vontade de arrebentar... Cuspi direto no cu e espalhei com dois dedos, sabia que não era lubrificante suficiente nem a dilatação ideal, mas não tinha jeito, aquele cu não dava mais, tinha que ser estourado assim mesmo... Apontei a cabeça do pau e fiz pressão no esfíncter... Ela sentiu a dor... Eu sentia uma resistência real, uma resistência muito apertada, insisti com outra estocada naquele cu, que não cedia, ela gritou "Ai, doeu!" e se encolheu. Coloquei minha mão na cintura dela e apertei, ela não conseguia mais se mexer, tava presa... Por favor, não por aí não! Tô pintando a bunda dela... Não ouvi aquele pedido... Tentei de novo entrar e pela terceira vez o cu dela me rejeitou, inquieto, peguei creme e passei na bunda dela... Carlos: Nega, vou rasgar teu cu, agora não vou ceder à recusa do teu rabo, vou continuar furando até a cabeça entrar, ok, essa é a parte mais dolorosa... Leydi: é que dói e vai doer mais... Mas tudo bem, você sabe o que faz comigo... Voltei ao início e apontei meu pau de novo, dessa vez ela apertou a bunda mais que o normal e eu rompi aquele buraco, senti ela se contorcendo, mas não conseguia se mexer por causa da pressão que eu fazia, além disso, o cu dela fechado não cedia, então minha força e a resistência dela acabaram rasgando o rabo dela... Sangue começou a sair daquele aro... Ela sentia ardência naquele pedaço de carne no cu dela... Começou o choro, era com um sentimento de dor, eu pedia pra ela se acalmar, que o pior já tinha passado... Deixei meu pau dentro, ela mesma se empurrou pra trás e eu soltei meu pau, empurrei um pouco, só entraram 3/4 do pau, então não insisti mais, comecei o vai e vem devagar, cuspi mais uma vez e deslizei mais rápido o pedaço de carne, mmmm que delícia, que prazer, aquele cu ainda sem me deixar entrar completo, era a coisa mais gostosa que eu já tinha provado, entrava tão apertado que eu não conseguia imaginar o que ela estava sentindo... Continuei bombando, peguei ela pela cintura com as duas mãos e enfiei meu pau uma e outra vez, não sei em que momento ela acompanhou meu ritmo, mexendo a bunda pra cima e pra baixo, ai ai ai, me dá assim devagar, assim devagar, mmmmm tô gostando, me dá maaaaaaaaais, ouvi isso e me acelerei, e o mete e tira rápido mudou de ritmo, acelerando, senti que ia gozar naquela bunda... Vou gozar, toma leitinhhaaaaaaaaaaa, um, dois, três, quatro, cinco, cinco tiros dentro dela!!! Algo bestial, ela tinha feito aquilo... Estávamos encharcados... Deitei sobre o corpo dela, satisfeito e dolorido... Carlos: Pronta pro céu? Leydi: Ainda tem mais? Tô cansada... Carlos: gata, falta o melhor, tua virgindade. O doutor safado 24, o que todo homem deseja, você me entregou o que um pervertido anseia... Virgindade anal... Mas a vaginal todo mundo quer, é teu maior tesouro... E eu tô prestes a saborear... Leydi: sim, tô pronta! Beijei seu pescoço, percorri com beijos até sua orelha, que mordi devagar e enfiei minha língua dentro, lambendo, brincando, na hora a pele dele se arrepiou, continuei beijando de novo o pescoço e fui pras costas dele, senti como se arrepiava a cada beijo, lambi o caminho marcado pela coluna, do cóccix até a nuca e vice-versa... Ela se tremia, mmmmmm aaaaaaaaaaa, mmmmmm, aaaaaaaaaaa, era o que se ouvia enquanto a respiração dela acelerava... Falei pra ela ficar de pé e beijei devagar, e depois com luxúria, ela se agitava cada vez mais... A buceta dela já tava reagindo, acariciava os lábios vaginais com meus dedos, que já estavam ficando molhados... Eu sentia, sabia que ela ia ficar pronta logo, meu pau foi endurecendo aos poucos, ela percebeu e tomou a iniciativa, pegou meu pedaço de carne e começou a passar a mão, enquanto a outra mão acariciava minhas bolas, desci pros peitos dela, estavam durinhos, os mamilos rosados, bem formados, chupei, lambi e mordi os dois, suguei, mmmm que gostoso aaaaaaaa, você tá me levando pro céu, de repente ela soltou meu pau e minhas bolas e se estremeceu na minha mão, mais gozo escorreu da buceta dela... Ela tinha gozado de novo... Carreguei ela e deitei na cama, eu de joelhos na frente dela, olhei nos olhos... Carlos: Leydi, agora sim você vai virar mulher... Dá tchau pra sua virgindade... Vou entrar na sua caverna... Abri as pernas dela e me abaixei, deitando em cima dela, com meu pau procurei a entrada da caverna, depois de achar... Comecei a empurrar... Do jeito tradicional, ia romper o hímem dela, então comecei a penetrar devagar, manso, suave, carinhoso, ela se agarrou nas minhas costas, cravou as unhas quando a cabeça do meu pau entrou, empurrei um Pouco faltou pra eu sentir como se rompeu dentro dela, a membrana que dava as boas-vindas ao meu pau e inaugurava a vida sexual dela... Ela cravou mais as unhas, mmmm aaaaaáai doeu, isso doeu sim, mas não tanto quanto minha bunda... Essa era a ideia, então enfiei o que faltava, ela recebeu com gosto, mmmm já entrou tudo... Mordeu o lábio e me olhou com cara de safada, apoiei meu peso nos braços esticados e comecei a meter e sair daquele buraco recém-estreado... O sangue com os sucos dela se misturou bem e logo parou de parecer tão vermelho... Continuei metendo, aaaaaáai, que gostoso....mmmmmm isso é o paraíso, é uma delícia... Carlos: cê gosta, gostosa? Leydi: sim, eu gosto, é muito bom, que diferente que é... Tô aproveitando cada vez que você enfia e tira, de repente, sem ver como, ela gozou de novo, tava encharcada... Levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, arqueando o corpo dela, levantei um pouco a cintura e penetrei mais rápido e mais forte, chegava no fundo da buceta dela, continuei metendo, aaaaaáai, aaaaai, que gostoso, até que não aguento mais, não aguento mais, para, mmmmmm paraaaaaaaa... De repente, ela se soltou e mijou tudo no caminho enquanto tremia, vi o prazer que ela tava sentindo... Carlos: Gostosa, essa noite você curtiu mesmo... E sofreu... Mas bem-vinda ao paraíso... Peguei ela e carreguei, passando minhas mãos por debaixo das pernas dela, fazendo tipo uma cadeira, juntando minhas mãos na nuca dela, curvando ela um pouco, mas deixando ela manejável, enfiei ela no meu pau, ai que buceta gostosa... Gosto assim... É muito delicioso, acelerei as estocadas, não ia aguentar mais, então tirava e enfiava de novo... Depois parava e cravava, mexia minha cintura pra ir mais fundo, meti bem seguido e forte, de repente, aquela menina mijou de novo, incrivelmente eu tava vendo outro orgasmo de uma de primeira viagem... Baixei ela, coloquei de quatro e meti com tudo... Mmm que buceta deliciosa, quero leiteeeee, eu só tava concentrado numa coisa, satisfazer ela dar meu cum quente, continuei dando aquela apertada nela, a pussy continuava estreita mas molhada. O licenciado aproveitador 25 Uma cavidade, que há instantes era pura, estava prestes a ser o ninho da minha semente, continuei enfiando enquanto abria suas nádegas e vislumbrava o outro buraco arrombado que a menina tinha, com os vestígios da guerra, rachado... fendido e com sangue escorrendo dali, ela soltou um pequeno gemido com um pouco de dor, agarrei bem suas nádegas e a puxava pra mim e afastava no ritmo do meu vai e vem, ela entendeu e começou a fazer esses movimentos sozinha... Se ouvia o clap, clap, clap que a umidade dela provocava... Continuei com minha furadeira, mmmmm aaaaaáay pussy de verdade isso é o céu, se sente também... Deslizava o comprimento do meu cacete na caverna dela e ela apertava a grossura do meu pau, aquele prazer esquisito que eu sentia era o máximo, peguei ela e deixei firme enquanto comecei a meter com força até o fundo... Aaaaaáay assim assim assim, vai, vai mais mais mais não para nãooooooooo e ela gozou mais uma vez, mas dessa vez não deixei ela se recuperar, não parei o mete e tira....vai assim assim asiiiiiiii, e ela soltou um pouco de urina enquanto eu continuava metendo e gozei dentro aaaaaaaa toma meu cum cabrona me fez suar e me deu a experiência mais completa.... Três jatos do meu cum quente aquela pussy recebeu.... Aaaaaaaaaaa descansei, abracei ela e mandei tirar os lençóis da cama, deitamos no chão outros e nos aninhamos sem roupa pra dormir. Leydi: não dói tanto meu cu agora. Carlos: não comemora, amanhã vai doer pra caralho, sim, toma os comprimidos que te dei, com 7 dias já vai estar bem curada e espero que com essas cicatrizes seu cu ganhe espaço, assim seja mais fácil meter qualquer cock lá. Leydi: eu só quero seu cock em mim, nada mais. Foi maravilhoso ouvir essas palavras da minha jovem e inexperiente amante. Como dormi bem, quando acordei todas tinham ido pras lojas, tomei um banho, tomei umas vitaminas porque o dia ia ser tá espetacular como todo dia desde que Dona Karla cedeu às minhas chantagens... Então tomei um belo café da manhã e fui pro escritório, e aquela voz meiga... A doçura macia dos lábios dela me disse: "Bom dia, doutor!" Karlita, liguei pra avisar que chego à tarde... Vamos jantar e depois te levo em casa, se cuida, a gente se vê logo... Ela só respondeu: "Claro, Carlitos, tenha um bom dia... Te amo!" Puta merda, ela já tava dando um passo à frente, eu só desliguei, não era possível que depois de algumas bocetas que eu já tinha comido e de ser senhor e dono de algumas mulheres, eu ficasse nervoso com uma novinha que parecia menina... Sem dúvida, essa menina me atraía mais do que só pra uma foda ou fazer dela minha putinha... Era mais que isso... Mas claro, comer ela era um prêmio. Depois de me arrumar, fui pro local do encontro... E lá estava ela, sentada num banco, Dona Karla... Cabelo liso, maquiada, usando um colar e um vestido florido... Justo no corpo, aquele rabão enorme se marcava perfeito... Mas aquele espaço entre as nádegas deixava ver que ela tava usando um fio dental... Como eu soube? Bom, quando me aproximei, pedi pra ela dar uma volta e ela topou... Karla: "Estou aqui porque meu marido não sabe de nada disso e quero que nos ajude a recuperar nossas posses, já que você é um filho da puta, aproveitador que come quantas mulheres pode... Mas a mim, Karlita, você não vai foder, vim por isso também..." Carlos: "Dona Karla... Mas como a senhora está? Boa tarde!!! Que bom que a senhora veio, venha, entre no carro e vamos direto pro céu!... Mmmm que gostosa!" Abri a porta do carro e aquela senhora entrou, eu saboreava aquela perna, aquela bunda, aquela buceta, minha boca enchia d'água... como se eu tivesse anos sem comer alguém... Passamos na frente de uma loja de brinquedos sexuais e, como se fosse um supermercado, dei uma lista pra ela... Dona Karla me olhou com uma cara de bronca e disse que não ia comprar nada... "Coloca os óculos escuros e vai, só dá a lista pra quem te atender... Mas cê tá Louco! Ela me revirou... Se eu tô louco, então corre, vê que quanto mais você demorar, mais tarde a gente termina a sessão... Desço do carro e entro na loja...
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