PADRASTO
Ontem eu soprei cinquenta velinhas num bolão de creme e chocolate, rodeada de quem eu amo: meu marido, minhas filhas, meus genros, meu irmão com a família dele e minha mãe, já que meu pai nos deixou faz um tempo.
Meio século, como o tempo voa, e vem aquela revisão de uma vida inteira vivida.
E claro, entre tanta lembrança, também vieram as memórias da minha vida sexual, e com elas, meu padrasto.
E tenho que ser honesta comigo mesma, porque amo meu marido de todo coração, mas a lembrança sexual de quem foi o parceiro da minha mãe vou levar pro túmulo, pra toda a eternidade.
Não transei com muitos homens na minha vida, mas foram o suficiente pra garantir que a pica do Juan José e o jeito que ele me comeria era tão único quanto incomparável.
Tenho bem marcado o dia em que meu pai saiu de casa. Mesmo eu tendo só cinco anos, ele me tratava como uma princesa, mas as coisas entre eles eram como cachorro e puta. Minha mãe sempre foi uma mulher complicada, perseguia ele com ciúme doentio, ou por discussões de grana, ou até pelos próprios problemas dela.
E sempre entendi meu pai. Minha mãe sempre foi uma pessoa ruim, mesmo sendo minha mãe, essa é a real, e meu pai sempre foi um pai presente, mesmo que entre eles as coisas nunca se resolveram.
Em algum momento, minha mãe arrumou outro parceiro, e com isso veio meu primeiro padrasto. Depois de um tempo, outra separação e outro homem na sequência, até que chegou o Juan José, ou simplesmente Juanjo, quando eu já tinha dezesseis e já era toda uma mulherzinha.
Juanjo era um homem interessante, era bonitão, alto, de mãos grandes, simpático, elogioso. Eu gostava dele como padrasto, como o homem que a mamãe escolheu, e quando comecei a namorar o Franco, meu boy da época, meio que inconscientemente procurei nele uma semelhança com o que o homem da minha mãe despertava em mim.
E com o Juanjo rolou uma situação especial que não tinha rolado com os outros que minha mãe teve. compartilhado a vida, claro, naqueles dias eu já era uma mulher, com corpo de mulher, com pensamentos de mulher, já não era uma menininha, e o uniforme escolar com aquela saia curtinha plissada me fazia parecer mais uma puta gostosa do que uma estudante
Vivendo nós três debaixo do mesmo teto, aconteciam aquelas situações do dia a dia, coisas de família, mas claro, ele nunca seria meu pai, e trocávamos sorrisos, palavras, conversas, e situações e roços que se tornavam perigosos
Ele trabalhava como motorista de aplicativo, então não tinha horário fixo, geralmente, toda manhã me levava até a escola antes de começar o dia dele. Também sabia alguns segredos, pelos lábios da minha mãe, como que eu não usava calcinha e que, segundo diziam, tinha uma pica enorme
Ele também tinha alguns segredos comigo, sabia que ele guardava algumas das fotos sensuais que eu costumava postar nas minhas redes, também já tinha pego ele várias vezes me olhando com olhos de lobo, naqueles dias em que eu tomava sol, ou quando saía enfiada em algum vestido justo com o Franco, que era meu namorado na época, e até os detalhes do jeito que ele olhava discretamente minhas pernas à mostra por baixo da saia, naqueles dias de colégio
Tudo aconteceria justamente por causa da minha mãe, sem querer, ela era dona de casa e passava todos os minutos debaixo do mesmo teto, mas por meio de uma amiga conseguiu um bico num mercado a algumas quadras de casa, ela sempre quis ser independente e era um pouco verdade que com o que o Juanjo trazia com o aplicativo, a gente passava apertado, bem apertado pra viver decentemente
E essa nova situação só tornaria possível uma liberdade de horários entre meu padrasto e eu, e uma intimidade na ausência da minha mãe, que até aquele momento não tinha sido possível
Naquela noite o Juanjo tinha trabalhado, a noite toda, às vezes ele pegava esse turno, quando de dia fazia muito calor, na manhã seguinte, lembro de acordar enquanto minha mãe já na cozinha tinha preparado o café da manhã Ela entrava cedo pra trabalhar e a gente mal se cruzava no refeitório, enquanto ela já tava indo embora e eu acabava de chegar.
Como toda manhã, tomava meu café com leite, sozinha, já vestida pra ir pro colégio, revisando na minha cabecinha uma lição que teria naquela manhã, até que de repente os roncos do Juanjo me tiraram do torpor. Ele roncava tão alto que me deu uma vontade de rir e uma pontinha de curiosidade.
Com curiosidade de mulher, me aproximei na ponta dos pés do quarto, a porta tava entreaberta, e fui entrando devagar, na penumbra. É que a situação entre a gente já tinha tido tantos atritos indiretos e indiscretos que foi inevitável.
Ele dormia de barriga pra cima, e como eu imaginava, completamente pelado. Senti a necessidade de chegar ainda mais perto, e… uau! Nunca vou esquecer aquele momento. O pau dele tava enorme, duro, a cabeça passava da linha do umbigo, era um míssil. Um prepúcio curto previsível deixava a glande quase toda exposta, umas veias lindas subindo e descendo, e uns saquinhos depilados brilhando na quase escuridão do quarto.
Mordi os lábios, só me ajoelhei de lado e me aproximei ainda mais...
Só dei um beijo nele, suave, uma vez, outra, e aquele pau era monstruosamente atraente. Me arrepiei ao sentir ele na minha boca, fiquei molhada e senti meus bicos endurecerem sob o sutiã, igual a pontada do meu clitóris entre as pernas.
Juanjo abriu os olhos e não acreditou na surpresa, mas não disse nada, só me deixou chupar e chupar.
Tava viciada, é que aquele pau era impressionante, e nem minha boca nem minhas mãos davam conta de segurar ele.
O padrasto, então, me pegou com as mãos, pelos rabinhos de cavalo que eu fazia no cabelo, e só me puxou pra baixo, me forçando a engolir tudo, sentindo aquela cabeça passar pela minha garganta, até meus lábios chegarem no púbis dele.
E comecei num vai e vem, onde eu me afastava até a ponta pra ele me puxar de novo até o fundo, tão comprida que... era e quando senti ele gozar, só fiquei imóvel com o pau dele todo enfiado no fundo, enquanto sentia inundar minha buceta de prazer já incontrolável
vadia igual sua mãe... - ele disse enquanto eu dava um sorriso, percebendo o quanto ele tinha gostado, mas quase de imediato, mudando de ideia, me afastou dizendo
Isso tá errado, você é louca? sou seu padrasto e você não passa de uma pirralha mimada, o que você tá querendo?
Mas já fiz dezoito - retruquei - já sou maior de idade
Não importa, mesmo sendo maior de idade, você continua sendo uma moleca que não sabe nem lavar a própria calcinha
E toda a situação perfeita se quebrou num piscar de olhos, ele tentou falar pra me fazer entender a situação, mas com certeza eu era imatura e me senti irritada e magoada com a rejeição dele, a ponto de não falar com ele o dia inteiro
Lembro que à noite, eu ia sair com meu namorado, com Franco, só por causa da tesão que tava no fundo de mim, só queria chupar o pau dele, mesmo que não fosse nem metade do comprido nem metade do grosso, mesmo que ele não imaginasse que enquanto eu chupava, só imaginava o pau enorme do meu padrasto, mas de qualquer forma não foi tão ruim pra ele, chupei até ele gozar tudo na minha boca, e engoli todo o leite dele, só continuei até ele gozar uma segunda vez, e uma terceira, e quando chegou na quarta vez, me dei por satisfeita
Franco não acreditava que eu tinha feito quatro boquetas seguidas e que tinha engolido todo o leite dele, mas não podia quebrar o coração dele e contar o que realmente passava pela minha cabeça
A situação sofreu um impasse por pouco tempo, Juanjo preferia me evitar, trabalhava muito com o carro, parecia que queria apagar o que tinha acontecido, como se nunca tivesse rolado, e era evidente que ele ficava desconfortável quando minha mãe estava por perto, num triângulo sexual onde ela era uma ignorante lógica sobre o que tinha acontecido
E seria eu quem daria o passo pro pecado de novo, o pau daquele homem tava na minha cabeça E aí, por um acaso era um sábado, onde a mãe não trabalhava, eu não tinha aula e a vida ia alinhar os planetas.
De tarde, ele tava dando voltas com o remisse, eu e a mãe estávamos em casa, ela se arrumando toda gostosa, me disse que ia ter tarde com as amigas no shopping e eu só via ela passando de um lado pro outro até que ela me deu um beijo na bochecha e foi embora.
Claro, era sábado e eu também ia sair à noite com meu namorado, então no fim da tarde fui tomar um banho.
Saí do banho só de uma calcinha fio dental branca, só com isso, cabelo molhado, descalça, e meus peitos nus, sem perceber que o Juanjo tinha voltado, e aquele choque visual foi foda pra ele, e deu pra ver que foi tudo sem querer.
Ele tentou desviar o olhar, tentou me evitar, mas o lado macho dele não conseguia, e eu tava muito afim daquele homem.
Fui na direta, em cima dele, quase assediando, empurrei ele pra sentar numa das cadeiras, Juanjo não queria, mas também não fazia nada pra me evitar, soltei rápido a fivela do cinto dele e abaixei um pouco a calça, o pau dele tava lá, no meio do caminho, e só com uns carinhos já tava enorme, passei uma perna pro outro lado pra sentar em cima dele, só afastei a calcinha, apontei, e deixei deslizar, caralho! era enorme! devagar, bem devagar, tava com medo de me machucar, mas conforme me acomodei, percebi que minhas pernas encostavam nas dele, tinha entrado tudo! ahhh!
Comecei a gemer com os movimentos, enrolei meus braços no pescoço dele e beijei ele um monte com aqueles beijos quentes, coloquei meus peitos nus na boca dele, porque ele parecia não avançar, e depois levei as mãos dele pros meus glúteos pra ele me acariciar.
No silêncio da casa só se ouvia meus gritos descontrolados, nunca um pau tinha me enlouquecido daquele jeito, nunca tinha sentido uma dor tão gostosa, ele só me deixava fazer e percebi que ele colocou um dos dedos no meu cu e tentou enfiar, aí eu afastei e reclamei. Não... ela é virgem...
Na verdade, fiz isso por mim, não por ele. É que eu tava tão tesuda que não teria conseguido dizer não se ele continuasse insistindo, e eu só continuei me mexendo.
Quando senti ele gozar, só saí e fui de joelhos masturbar ele com vontade, apoiando a glande na minha língua sedenta de porra, olhando nos olhos dele, enquanto ele me encarava de volta. Assim que senti que ele ia estourar, enfiei tudo até o fundo, deixando ele descarregar os fluidos na minha garganta, enquanto ele segurava minha boca bem firme pra eu não ceder nem um centímetro. Continuei chupando ele por um tempo, até ele perder a ereção.
Me dei por satisfeita, e o Juanjo sentiu a cruz nos ombros de novo, sabia que tava me metendo numa enrascada, porque não conseguia resistir, não conseguia evitar, e ficava me dizendo que era errado, até me perguntava se eu não tinha remorso, tava fazendo minha própria mãe de corna, mas por mais cruel que pareça, não, não tava nem aí, tava cega por aquela pica e agora que tinha provado, ia ser pior ainda.
Na semana seguinte, não seria a semana que eu tinha imaginado, ainda mais depois da foda que eu tinha dado, longe do que pensei, o Juanjo tava ainda mais distante, indiferente, ainda mais se minha mãe tivesse por perto, no baixinho, ele me chamava de louca, dizia que eu era uma pirralha imatura, e que não queria mais confusão.
E me irritava pra caralho ele me ver como uma menininha boba, uma garota de colégio, porque eu já tinha corpo de mulher, era toda uma mulher que logo ia começar a faculdade.
Então um dia eu teci a teia de aranha, sabia dos horários, sabia que a mamãe não ia estar em casa, sabia que ele ia vir e sabia que a gente ia se cruzar.
Cheguei do colégio, não tinha muito tempo, larguei os livros de lado, fui correndo pro banheiro e rapei toda a buceta por completo, porque se ele me via como menina, eu seria uma menina, depois fui revirar as gavetas da minha mãe, achei uma cinta-liga preta e umas meias brancas, coloquei junto com uns saltos altos que eu tinha, porque como eu queria que ele me visse como mulher, eu seria uma mulher, levantei de propósito a saia do colégio deixando metade da minha bunda nua, também queria provocar ele como uma puta e seria a puta dele.
Quando senti ele chegar, virei de costas, pra ele ver minha bunda enorme à disposição, ele captou a mensagem e me chamou de puta enquanto jogava as chaves do carro na mesa, eu só sorri virando o rosto pra ver ele de esguelha.
Ele veio por cima de mim, encostando o corpo nas minhas costas, sentia ele ofegar como um lobo na minha nuca, acariciava meus cabelos e uma mão se enfiou por baixo das minhas roupas, pelas minhas... tetas, ele esfregava o sabre dele nas minhas nádegas, eu sentia ele endurecer rápido, puxou a camisa, os botões voaram descontrolados pelo chão, rolaram, me excitou pra caralho
Depois enfiou a mão na frente da minha calcinha fio dental e, ao me sentir depilada, sussurrou
Você é uma puta que esquenta pica...
Ele me mantinha imobilizada contra a frente da mesa e não me deixava fazer muita coisa
Agora você vai ver... — ele disse — e depois de puxar a calcinha fio dental pro lado, enfiou dois dedos na minha pussy, arrancando um suspiro de mim, mas depois levou eles pra trás e tentou enfiar
Para... — eu falei — pela bunda não...
Mas ele fez força e pareceu não se importar, aí aqueles dedos, ele enfiou na minha boca pra eu chupar e voltou pro meu cu, tava me dilatando, tava doendo
Não... não... — tentei evitar —
Mas depois de um tempo senti a glande dele tentando forçar minha entrada, e meu pobre cu cedendo com muito sacrifício
Não... não... — eu repetia — é muito grosso...
Mas ele só metia por trás e falava no meu ouvido
Aí sim, puta, depois de comer essa você vai poder comer qualquer uma, vou deixar bem aberto...
Ahh!!! que porra, eu amava como ele arrombava meu cu até que de repente ele tirou, me virou e me obrigou a ajoelhar
Quase sem meu consentimento, agora enfiou na minha boca e só gozou nela como de costume...
Depois dessa jornada onde entreguei o último virgem que me restava, onde Juanjo pela primeira vez tinha tomado a iniciativa, a gente se transformaria em amantes secretos, pelas costas da minha mãe, da mulher dele
Ele pegava toda minha juventude, eu toda a experiência dele, adorava que ele me comesse, a qualquer momento, em qualquer lugar, por qualquer buraco, eu tava de joelhos diante daquela pica terrível
Mas as coisas começaram a dar errado, claro, ele era homem e só queria me comer, um caminho no qual eu mesma tinha colocado ele, mas sem perceber eu tava me apaixonando por ele
E eu descobriria que tudo isso O que eu odiava na minha mãe, na verdade, eu carregava nos meus genes. Comecei a ter ciúmes dele, não queria ser a terceira entre mamãe e ele, não gostava de ver eles se beijando, se acariciando, nem mesmo se olhando. Juanjo tentava de todas as formas possíveis me fazer enxergar como as coisas realmente eram, mas como diz o ditado, não há cego pior do que aquele que não quer ver.
Comecei a agir como uma garota mimada, ia mal na escola, discutia com todo mundo por qualquer motivo, fazia exigências realmente ridículas pra ele sobre um futuro juntos, mas Juanjo dizia que aquilo só existia na minha cabeça.
Uma e outra vez tentava me afastar dele, mas toda vez que ele enfiava aquela rola em qualquer um dos meus buracos, toda vez que eu engolia o leite dele, toda vez que ele chupava minha buceta com os lábios dele, toda vez que me beijava, toda vez que acariciava meus cabelos, toda vez que me olhava, toda vez...
Era só jogar gasolina no fogo e me enlouquecer de novo e de novo.
Pensava em terminar com Franco, meu namorado, mas seria ele quem terminaria comigo. Pra minha surpresa, ele não sabia o que estava rolando, mas sabia que algo estava errado e preferia não descobrir. Eu tinha me transformado numa namorada ausente, ele era indiferente pra mim, e não tinha mais nada entre a gente, nem mesmo o sexo de jovem, porque claro, eu só queria transar com Juanjo, mas era um segredo que eu não podia confessar.
As coisas foram ladeira abaixo pior do que eu imaginava, até que chegou o ponto de ruptura, quando naquela manhã ele arrumou a mala com as coisas dele. Se pra mamãe foi difícil, pra mim foi pior. Pelo menos ela pôde chorar, mas eu tive que engolir minhas lágrimas.
Os dias passaram, eu não me conformei. Fui nos pontos típicos de táxi, perguntando e perguntando, até que achei ele. Juanjo não podia acreditar. Ele morava num apartamento pequeno nos arredores da cidade. Ele me levou pra conhecer e, bom, a gente transou de novo...
Naquela noite ele me disse:
"Julieta... é tudo o que posso te dar, sexo. Não espere mais nada de mim..."
Por quase dois anos fomos amantes na clandestinidade. Eu ia visitar ele sempre que podia. tesão, e eu era uma mina cheia de tesão, que pau que aquele homem tinha! e como ele me comia bem! meus buracos estavam moldados no tamanho dele, amava isso, ser uma bucetuda, um cu arrombado, mas eu estragaria tudo de novo
É que eu queria mais, não bastava ser uma estranha nas sombras, queria ter ele na minha cama toda noite, voltei com o papo de 'nós', de 'um futuro' e percebi que enquanto eu falava disso, Juanjo só se afastava mais
E joguei minhas piores cartas, fingir uma gravidez, uma idiotice, mas ele não queria ser pai, não tava nem aí e a única resposta dele foi pensar em um aborto
E já fingir não foi fácil, ele começou com o papo de médicos e tudo desabou como um castelo de cartas
Eu ganharia o ódio e o desprezo de Juanjo, ele me chamou de tudo, que eu era doente da cabeça, maluca, e que eu esquecesse ele, que só tinha sido problema na vida dele, e dessa vez sim, chorei todas as lágrimas que nunca tinha conseguido chorar
Nunca mais vi ele, nunca mais procurei, nunca tive coragem...
E o mundo continuou girando, vieram outros homens, outros amores, um marido, filhos, família e agora comemoro meio século de vida...
Juanjo é como um fantasma, não existe, você não vê, mas tá sempre ali, eu sinto, nunca vou esquecer ele, o homem que me comeu como ninguém...
Se você gostou dessa história, pode me escrever com o título PADRASTO para dulces.placeres@live.com
Ontem eu soprei cinquenta velinhas num bolão de creme e chocolate, rodeada de quem eu amo: meu marido, minhas filhas, meus genros, meu irmão com a família dele e minha mãe, já que meu pai nos deixou faz um tempo.
Meio século, como o tempo voa, e vem aquela revisão de uma vida inteira vivida.
E claro, entre tanta lembrança, também vieram as memórias da minha vida sexual, e com elas, meu padrasto.
E tenho que ser honesta comigo mesma, porque amo meu marido de todo coração, mas a lembrança sexual de quem foi o parceiro da minha mãe vou levar pro túmulo, pra toda a eternidade.
Não transei com muitos homens na minha vida, mas foram o suficiente pra garantir que a pica do Juan José e o jeito que ele me comeria era tão único quanto incomparável.
Tenho bem marcado o dia em que meu pai saiu de casa. Mesmo eu tendo só cinco anos, ele me tratava como uma princesa, mas as coisas entre eles eram como cachorro e puta. Minha mãe sempre foi uma mulher complicada, perseguia ele com ciúme doentio, ou por discussões de grana, ou até pelos próprios problemas dela.
E sempre entendi meu pai. Minha mãe sempre foi uma pessoa ruim, mesmo sendo minha mãe, essa é a real, e meu pai sempre foi um pai presente, mesmo que entre eles as coisas nunca se resolveram.
Em algum momento, minha mãe arrumou outro parceiro, e com isso veio meu primeiro padrasto. Depois de um tempo, outra separação e outro homem na sequência, até que chegou o Juan José, ou simplesmente Juanjo, quando eu já tinha dezesseis e já era toda uma mulherzinha.
Juanjo era um homem interessante, era bonitão, alto, de mãos grandes, simpático, elogioso. Eu gostava dele como padrasto, como o homem que a mamãe escolheu, e quando comecei a namorar o Franco, meu boy da época, meio que inconscientemente procurei nele uma semelhança com o que o homem da minha mãe despertava em mim.
E com o Juanjo rolou uma situação especial que não tinha rolado com os outros que minha mãe teve. compartilhado a vida, claro, naqueles dias eu já era uma mulher, com corpo de mulher, com pensamentos de mulher, já não era uma menininha, e o uniforme escolar com aquela saia curtinha plissada me fazia parecer mais uma puta gostosa do que uma estudante
Vivendo nós três debaixo do mesmo teto, aconteciam aquelas situações do dia a dia, coisas de família, mas claro, ele nunca seria meu pai, e trocávamos sorrisos, palavras, conversas, e situações e roços que se tornavam perigosos
Ele trabalhava como motorista de aplicativo, então não tinha horário fixo, geralmente, toda manhã me levava até a escola antes de começar o dia dele. Também sabia alguns segredos, pelos lábios da minha mãe, como que eu não usava calcinha e que, segundo diziam, tinha uma pica enorme
Ele também tinha alguns segredos comigo, sabia que ele guardava algumas das fotos sensuais que eu costumava postar nas minhas redes, também já tinha pego ele várias vezes me olhando com olhos de lobo, naqueles dias em que eu tomava sol, ou quando saía enfiada em algum vestido justo com o Franco, que era meu namorado na época, e até os detalhes do jeito que ele olhava discretamente minhas pernas à mostra por baixo da saia, naqueles dias de colégio
Tudo aconteceria justamente por causa da minha mãe, sem querer, ela era dona de casa e passava todos os minutos debaixo do mesmo teto, mas por meio de uma amiga conseguiu um bico num mercado a algumas quadras de casa, ela sempre quis ser independente e era um pouco verdade que com o que o Juanjo trazia com o aplicativo, a gente passava apertado, bem apertado pra viver decentemente
E essa nova situação só tornaria possível uma liberdade de horários entre meu padrasto e eu, e uma intimidade na ausência da minha mãe, que até aquele momento não tinha sido possível
Naquela noite o Juanjo tinha trabalhado, a noite toda, às vezes ele pegava esse turno, quando de dia fazia muito calor, na manhã seguinte, lembro de acordar enquanto minha mãe já na cozinha tinha preparado o café da manhã Ela entrava cedo pra trabalhar e a gente mal se cruzava no refeitório, enquanto ela já tava indo embora e eu acabava de chegar.
Como toda manhã, tomava meu café com leite, sozinha, já vestida pra ir pro colégio, revisando na minha cabecinha uma lição que teria naquela manhã, até que de repente os roncos do Juanjo me tiraram do torpor. Ele roncava tão alto que me deu uma vontade de rir e uma pontinha de curiosidade.
Com curiosidade de mulher, me aproximei na ponta dos pés do quarto, a porta tava entreaberta, e fui entrando devagar, na penumbra. É que a situação entre a gente já tinha tido tantos atritos indiretos e indiscretos que foi inevitável.
Ele dormia de barriga pra cima, e como eu imaginava, completamente pelado. Senti a necessidade de chegar ainda mais perto, e… uau! Nunca vou esquecer aquele momento. O pau dele tava enorme, duro, a cabeça passava da linha do umbigo, era um míssil. Um prepúcio curto previsível deixava a glande quase toda exposta, umas veias lindas subindo e descendo, e uns saquinhos depilados brilhando na quase escuridão do quarto.
Mordi os lábios, só me ajoelhei de lado e me aproximei ainda mais...
Só dei um beijo nele, suave, uma vez, outra, e aquele pau era monstruosamente atraente. Me arrepiei ao sentir ele na minha boca, fiquei molhada e senti meus bicos endurecerem sob o sutiã, igual a pontada do meu clitóris entre as pernas.
Juanjo abriu os olhos e não acreditou na surpresa, mas não disse nada, só me deixou chupar e chupar.
Tava viciada, é que aquele pau era impressionante, e nem minha boca nem minhas mãos davam conta de segurar ele.
O padrasto, então, me pegou com as mãos, pelos rabinhos de cavalo que eu fazia no cabelo, e só me puxou pra baixo, me forçando a engolir tudo, sentindo aquela cabeça passar pela minha garganta, até meus lábios chegarem no púbis dele.
E comecei num vai e vem, onde eu me afastava até a ponta pra ele me puxar de novo até o fundo, tão comprida que... era e quando senti ele gozar, só fiquei imóvel com o pau dele todo enfiado no fundo, enquanto sentia inundar minha buceta de prazer já incontrolável
vadia igual sua mãe... - ele disse enquanto eu dava um sorriso, percebendo o quanto ele tinha gostado, mas quase de imediato, mudando de ideia, me afastou dizendo
Isso tá errado, você é louca? sou seu padrasto e você não passa de uma pirralha mimada, o que você tá querendo?
Mas já fiz dezoito - retruquei - já sou maior de idade
Não importa, mesmo sendo maior de idade, você continua sendo uma moleca que não sabe nem lavar a própria calcinha
E toda a situação perfeita se quebrou num piscar de olhos, ele tentou falar pra me fazer entender a situação, mas com certeza eu era imatura e me senti irritada e magoada com a rejeição dele, a ponto de não falar com ele o dia inteiro
Lembro que à noite, eu ia sair com meu namorado, com Franco, só por causa da tesão que tava no fundo de mim, só queria chupar o pau dele, mesmo que não fosse nem metade do comprido nem metade do grosso, mesmo que ele não imaginasse que enquanto eu chupava, só imaginava o pau enorme do meu padrasto, mas de qualquer forma não foi tão ruim pra ele, chupei até ele gozar tudo na minha boca, e engoli todo o leite dele, só continuei até ele gozar uma segunda vez, e uma terceira, e quando chegou na quarta vez, me dei por satisfeita
Franco não acreditava que eu tinha feito quatro boquetas seguidas e que tinha engolido todo o leite dele, mas não podia quebrar o coração dele e contar o que realmente passava pela minha cabeça
A situação sofreu um impasse por pouco tempo, Juanjo preferia me evitar, trabalhava muito com o carro, parecia que queria apagar o que tinha acontecido, como se nunca tivesse rolado, e era evidente que ele ficava desconfortável quando minha mãe estava por perto, num triângulo sexual onde ela era uma ignorante lógica sobre o que tinha acontecido
E seria eu quem daria o passo pro pecado de novo, o pau daquele homem tava na minha cabeça E aí, por um acaso era um sábado, onde a mãe não trabalhava, eu não tinha aula e a vida ia alinhar os planetas.
De tarde, ele tava dando voltas com o remisse, eu e a mãe estávamos em casa, ela se arrumando toda gostosa, me disse que ia ter tarde com as amigas no shopping e eu só via ela passando de um lado pro outro até que ela me deu um beijo na bochecha e foi embora.
Claro, era sábado e eu também ia sair à noite com meu namorado, então no fim da tarde fui tomar um banho.
Saí do banho só de uma calcinha fio dental branca, só com isso, cabelo molhado, descalça, e meus peitos nus, sem perceber que o Juanjo tinha voltado, e aquele choque visual foi foda pra ele, e deu pra ver que foi tudo sem querer.
Ele tentou desviar o olhar, tentou me evitar, mas o lado macho dele não conseguia, e eu tava muito afim daquele homem.
Fui na direta, em cima dele, quase assediando, empurrei ele pra sentar numa das cadeiras, Juanjo não queria, mas também não fazia nada pra me evitar, soltei rápido a fivela do cinto dele e abaixei um pouco a calça, o pau dele tava lá, no meio do caminho, e só com uns carinhos já tava enorme, passei uma perna pro outro lado pra sentar em cima dele, só afastei a calcinha, apontei, e deixei deslizar, caralho! era enorme! devagar, bem devagar, tava com medo de me machucar, mas conforme me acomodei, percebi que minhas pernas encostavam nas dele, tinha entrado tudo! ahhh!
Comecei a gemer com os movimentos, enrolei meus braços no pescoço dele e beijei ele um monte com aqueles beijos quentes, coloquei meus peitos nus na boca dele, porque ele parecia não avançar, e depois levei as mãos dele pros meus glúteos pra ele me acariciar.
No silêncio da casa só se ouvia meus gritos descontrolados, nunca um pau tinha me enlouquecido daquele jeito, nunca tinha sentido uma dor tão gostosa, ele só me deixava fazer e percebi que ele colocou um dos dedos no meu cu e tentou enfiar, aí eu afastei e reclamei. Não... ela é virgem...
Na verdade, fiz isso por mim, não por ele. É que eu tava tão tesuda que não teria conseguido dizer não se ele continuasse insistindo, e eu só continuei me mexendo.
Quando senti ele gozar, só saí e fui de joelhos masturbar ele com vontade, apoiando a glande na minha língua sedenta de porra, olhando nos olhos dele, enquanto ele me encarava de volta. Assim que senti que ele ia estourar, enfiei tudo até o fundo, deixando ele descarregar os fluidos na minha garganta, enquanto ele segurava minha boca bem firme pra eu não ceder nem um centímetro. Continuei chupando ele por um tempo, até ele perder a ereção.
Me dei por satisfeita, e o Juanjo sentiu a cruz nos ombros de novo, sabia que tava me metendo numa enrascada, porque não conseguia resistir, não conseguia evitar, e ficava me dizendo que era errado, até me perguntava se eu não tinha remorso, tava fazendo minha própria mãe de corna, mas por mais cruel que pareça, não, não tava nem aí, tava cega por aquela pica e agora que tinha provado, ia ser pior ainda.Na semana seguinte, não seria a semana que eu tinha imaginado, ainda mais depois da foda que eu tinha dado, longe do que pensei, o Juanjo tava ainda mais distante, indiferente, ainda mais se minha mãe tivesse por perto, no baixinho, ele me chamava de louca, dizia que eu era uma pirralha imatura, e que não queria mais confusão.
E me irritava pra caralho ele me ver como uma menininha boba, uma garota de colégio, porque eu já tinha corpo de mulher, era toda uma mulher que logo ia começar a faculdade.
Então um dia eu teci a teia de aranha, sabia dos horários, sabia que a mamãe não ia estar em casa, sabia que ele ia vir e sabia que a gente ia se cruzar.
Cheguei do colégio, não tinha muito tempo, larguei os livros de lado, fui correndo pro banheiro e rapei toda a buceta por completo, porque se ele me via como menina, eu seria uma menina, depois fui revirar as gavetas da minha mãe, achei uma cinta-liga preta e umas meias brancas, coloquei junto com uns saltos altos que eu tinha, porque como eu queria que ele me visse como mulher, eu seria uma mulher, levantei de propósito a saia do colégio deixando metade da minha bunda nua, também queria provocar ele como uma puta e seria a puta dele.
Quando senti ele chegar, virei de costas, pra ele ver minha bunda enorme à disposição, ele captou a mensagem e me chamou de puta enquanto jogava as chaves do carro na mesa, eu só sorri virando o rosto pra ver ele de esguelha.
Ele veio por cima de mim, encostando o corpo nas minhas costas, sentia ele ofegar como um lobo na minha nuca, acariciava meus cabelos e uma mão se enfiou por baixo das minhas roupas, pelas minhas... tetas, ele esfregava o sabre dele nas minhas nádegas, eu sentia ele endurecer rápido, puxou a camisa, os botões voaram descontrolados pelo chão, rolaram, me excitou pra caralho
Depois enfiou a mão na frente da minha calcinha fio dental e, ao me sentir depilada, sussurrou
Você é uma puta que esquenta pica...
Ele me mantinha imobilizada contra a frente da mesa e não me deixava fazer muita coisa
Agora você vai ver... — ele disse — e depois de puxar a calcinha fio dental pro lado, enfiou dois dedos na minha pussy, arrancando um suspiro de mim, mas depois levou eles pra trás e tentou enfiar
Para... — eu falei — pela bunda não...
Mas ele fez força e pareceu não se importar, aí aqueles dedos, ele enfiou na minha boca pra eu chupar e voltou pro meu cu, tava me dilatando, tava doendo
Não... não... — tentei evitar —
Mas depois de um tempo senti a glande dele tentando forçar minha entrada, e meu pobre cu cedendo com muito sacrifício
Não... não... — eu repetia — é muito grosso...
Mas ele só metia por trás e falava no meu ouvido
Aí sim, puta, depois de comer essa você vai poder comer qualquer uma, vou deixar bem aberto...
Ahh!!! que porra, eu amava como ele arrombava meu cu até que de repente ele tirou, me virou e me obrigou a ajoelhar
Quase sem meu consentimento, agora enfiou na minha boca e só gozou nela como de costume...
Depois dessa jornada onde entreguei o último virgem que me restava, onde Juanjo pela primeira vez tinha tomado a iniciativa, a gente se transformaria em amantes secretos, pelas costas da minha mãe, da mulher dele
Ele pegava toda minha juventude, eu toda a experiência dele, adorava que ele me comesse, a qualquer momento, em qualquer lugar, por qualquer buraco, eu tava de joelhos diante daquela pica terrível
Mas as coisas começaram a dar errado, claro, ele era homem e só queria me comer, um caminho no qual eu mesma tinha colocado ele, mas sem perceber eu tava me apaixonando por ele
E eu descobriria que tudo isso O que eu odiava na minha mãe, na verdade, eu carregava nos meus genes. Comecei a ter ciúmes dele, não queria ser a terceira entre mamãe e ele, não gostava de ver eles se beijando, se acariciando, nem mesmo se olhando. Juanjo tentava de todas as formas possíveis me fazer enxergar como as coisas realmente eram, mas como diz o ditado, não há cego pior do que aquele que não quer ver.
Comecei a agir como uma garota mimada, ia mal na escola, discutia com todo mundo por qualquer motivo, fazia exigências realmente ridículas pra ele sobre um futuro juntos, mas Juanjo dizia que aquilo só existia na minha cabeça.
Uma e outra vez tentava me afastar dele, mas toda vez que ele enfiava aquela rola em qualquer um dos meus buracos, toda vez que eu engolia o leite dele, toda vez que ele chupava minha buceta com os lábios dele, toda vez que me beijava, toda vez que acariciava meus cabelos, toda vez que me olhava, toda vez...
Era só jogar gasolina no fogo e me enlouquecer de novo e de novo.
Pensava em terminar com Franco, meu namorado, mas seria ele quem terminaria comigo. Pra minha surpresa, ele não sabia o que estava rolando, mas sabia que algo estava errado e preferia não descobrir. Eu tinha me transformado numa namorada ausente, ele era indiferente pra mim, e não tinha mais nada entre a gente, nem mesmo o sexo de jovem, porque claro, eu só queria transar com Juanjo, mas era um segredo que eu não podia confessar.
As coisas foram ladeira abaixo pior do que eu imaginava, até que chegou o ponto de ruptura, quando naquela manhã ele arrumou a mala com as coisas dele. Se pra mamãe foi difícil, pra mim foi pior. Pelo menos ela pôde chorar, mas eu tive que engolir minhas lágrimas.
Os dias passaram, eu não me conformei. Fui nos pontos típicos de táxi, perguntando e perguntando, até que achei ele. Juanjo não podia acreditar. Ele morava num apartamento pequeno nos arredores da cidade. Ele me levou pra conhecer e, bom, a gente transou de novo...
Naquela noite ele me disse:
"Julieta... é tudo o que posso te dar, sexo. Não espere mais nada de mim..."
Por quase dois anos fomos amantes na clandestinidade. Eu ia visitar ele sempre que podia. tesão, e eu era uma mina cheia de tesão, que pau que aquele homem tinha! e como ele me comia bem! meus buracos estavam moldados no tamanho dele, amava isso, ser uma bucetuda, um cu arrombado, mas eu estragaria tudo de novo
É que eu queria mais, não bastava ser uma estranha nas sombras, queria ter ele na minha cama toda noite, voltei com o papo de 'nós', de 'um futuro' e percebi que enquanto eu falava disso, Juanjo só se afastava mais
E joguei minhas piores cartas, fingir uma gravidez, uma idiotice, mas ele não queria ser pai, não tava nem aí e a única resposta dele foi pensar em um aborto
E já fingir não foi fácil, ele começou com o papo de médicos e tudo desabou como um castelo de cartas
Eu ganharia o ódio e o desprezo de Juanjo, ele me chamou de tudo, que eu era doente da cabeça, maluca, e que eu esquecesse ele, que só tinha sido problema na vida dele, e dessa vez sim, chorei todas as lágrimas que nunca tinha conseguido chorar
Nunca mais vi ele, nunca mais procurei, nunca tive coragem...
E o mundo continuou girando, vieram outros homens, outros amores, um marido, filhos, família e agora comemoro meio século de vida...
Juanjo é como um fantasma, não existe, você não vê, mas tá sempre ali, eu sinto, nunca vou esquecer ele, o homem que me comeu como ninguém...
Se você gostou dessa história, pode me escrever com o título PADRASTO para dulces.placeres@live.com
0 comentários - Padrastão gostoso