Fala galera, depois de décadas transando quase que exclusivamente com minas trans, já tenho história pra caralho pra fazer uma série, então aproveitem.
Todos os relatos são reais, com algum detalhe ou outro trocado que não faz diferença.
Que melhor jeito de começar do que com a minha primeira vez com uma dessas minas de pau que a gente tanto ama.
1. A primeira vez.
Era começo dos anos 2010, eu devia ter uns 18 anos na época, já tinha ficado com uma mina e também com um cara, mas eu passava o tempo todo vidrado em porno trans, quanto mais grosso o pau das trans, melhor.
Na minha cidade tinha uma balada gay que todo fim de semana postava fotos, e eu sempre ficava olhando as fotos da festa, que às vezes saíam do controle. As fotos eram sempre postadas por essa mulher trans que, pelo que eu entendia, era a promotora da balada, então dava pra dizer que ela era meio famosinha.
Não lembro direito como foi a abordagem no começo, mas adicionei ela no Facebook, a gente trocou umas ideias bestas (com certeza eu era bem otário naquela época, viado e louco pra chupar um pau de uma mina trans, imagina só) e ficou por isso, não foi pra frente.
Até que nesse fim de semana fatídico, eu tinha saído pra night e tava voltando pra casa, bêbado, com o pau cheio de porra. Cheguei na brilhante conclusão de que talvez a Ria (nome falso da mina) também estivesse na mesma vibe, afinal ela trabalhava numa balada, né?
Mando uma mensagem cheia de putaria, passam 5 minutos e ela responde, outra mensagem cheia de putaria. Ria tá me pedindo uma foto do meu pau. Lá vou eu, procurar alguma foto do meu pau branco de 16cm pra ver se a Ria ficava com água na boca. Mando pra ela e na hora ela pergunta se eu queria ir na casa dela dar uma porrada de leite.
Lá estou eu, 6 da manhã, já tem sol lá fora, tô de ressaca e ao mesmo tempo com tesão. Avisei que a noite foi longa e talvez eu não tivesse muita energia, ela disse que tava exatamente na mesma. (Parece que nós dois tava na pira) de cock)
Pedi um taxi pra ir e na hora comecei a tremer igual um pintinho recém-nascido, tava com frio e calor, as mãos suando. Ia me encontrar pra brincar com meu pau com uma garota transexual.
Chego no prédio, toco a campainha (que nervoso, o que vou fazer??) e aí Ria desce e abre a porta, não tem ninguém na rua, só nós dois com tesão de after party. Ria é loira, corpulenta e bronzeada, 1,70, bundinha linda e, acima de tudo, bem madura. Já sabia que era madura, mas se tivesse 50 não me surpreenderia, de certa forma, gostava mais ainda. Ia ter essa trans experiente abusando do meu pau adolescente.
-C.T é você?
-Ria? sou eu, haha (tava tremendo igual um louco e ela percebeu)
-Quer entrar, bebê? (como se me desse a chance de desistir, era agora ou nunca)
-Sim, claro, vamos
Subimos no elevador e naquele momento de privacidade olhei pra ela e lembrei que sou um cara tarado, beijei ela com gosto pelos 10 segundos que o elevador subiu até o apartamento dela. Tinha gosto de vinho branco, a loira, sabia que não ia passar mal.
Ela abre a porta do apartamento e sentamos na mesa. Estar ali naquela situação, sozinho, com tesão, bêbado, na casa de uma trans, me deixou nervoso de novo. Ria percebeu e se desculpou pra ir ao banheiro. Me deixou uns segundos sozinho, eu sabia que queria ter a experiência de comer uma mina com pau, então me recomponho um pouco.
Ria volta e me diz:
-O que você quer fazer, bebê?
-Tô afim de muito sexo oral, o que acha?
-Vem pro meu quarto, gato.
Lá vou eu, seguindo Ria até o quarto dela, olhando pra rabeta dela enquanto sigo, como será o pau dela, me perguntava.
Chegamos no quarto, vamos brincar. Ria tira a calça e fica de camiseta e calcinha branca, senta na cama dela e usa a parede como encosto, abre as pernas, me convidando a chegar perto pra ver o que tinha debaixo da calcinha.
-É a primeira vez que você fica com uma transexual?
-Sim, é digo
-Minha vida, você quer ver minha piroca?
Ah, beleza, tiro a calça jeans e fico de cueca e camiseta, me aproximo da virilha dessa mulher. Será que eu realmente encontraria um pau debaixo daquele tecido? Mexi na calcinha branca macia dela e lá estava, uma piroquinha gostosa, branquinha com a cabeça rosada. Naquele momento, esqueci de tudo, só sabia que tinha que chupar. Nunca tinha pensado no que fazer na hora de dar um boquete, então só me deixei levar pelo prazer de ter o pau da Ria na boca.
Assim por uns minutos e, infelizmente, a Ria não conseguiu ficar muito dura em nenhum momento (idade e o horário em que estávamos fazendo isso, não culpo ela, talvez até tenha chupado muito mal, haha), mas ela pede pra eu comer a boca dela (a primeira boca que comi desse jeito, vale destacar) e eu tava louco. Vinha de chupar a piroca gostosa rosa dela por 15 minutos e tava prestes a explodir de porra.
Naquele momento, percebi como é foder alguém como uma puta, agarrei a Ria pela cabeça, encaixei minha piroca na boca dela e comecei a meter. Não me segurei em momento nenhum, comi a boca da Ria como se fosse uma buceta. A puta também não me parou em momento algum, ela gostava de como eu tava usando ela pra tirar minha porra. Eu continuava metendo, enfiava minha piroca toda na boca dela e tirava, e enfiava de novo inteira pra deixar enterrada. Que gostoso ver a Ria com a cara de milf putinha se engasgando com minha piroca.
Chegou a hora em que não aguentei mais, falo que quero gozar.
-Bebê, onde você vai gozar em mim?
(Pensei e queria brincar com a piroca dela de novo antes de soltar a porra)
-Vou jogar tudo em cima de você, assim, olha.
Posiciono a Ria deitada de costas na cama, eu fico na frente dela e, enquanto me masturbava, eu masturbava ela também, não tava nem aí se a piroca dela tava mole, era uma piroca de uma garota trans e ninguém ia tirar de mim a vontade de brincar. Um minuto depois, solto tudo, foi literalmente uma chuva de sêmen por cima da Ria, ela acabei na barriga, nos peitos, e até caiu na cara da putinha.
- Que gostoso comer um cara (diz satisfeita)
(foto ilustrativa, a Ria tinha a buceta bem branquinha e lisa, e cabelo liso)
Depois disso, obviamente, toda a culpa adolescente caiu em cima de mim. Pois é, acabei de dar toda a porra para uma mina com surpresa. Durou pouco, eu queria mais, e ia ter mais. Me preparei pra ir embora e voltei pra casa dos meus pais pra ser um cara normal de novo.
Se você curtiu o relato, deixa uns pontos e um comentário. Tem muitas outras histórias, perguntem o que quiserem.
Todos os relatos são reais, com algum detalhe ou outro trocado que não faz diferença.
Que melhor jeito de começar do que com a minha primeira vez com uma dessas minas de pau que a gente tanto ama.
1. A primeira vez.
Era começo dos anos 2010, eu devia ter uns 18 anos na época, já tinha ficado com uma mina e também com um cara, mas eu passava o tempo todo vidrado em porno trans, quanto mais grosso o pau das trans, melhor.
Na minha cidade tinha uma balada gay que todo fim de semana postava fotos, e eu sempre ficava olhando as fotos da festa, que às vezes saíam do controle. As fotos eram sempre postadas por essa mulher trans que, pelo que eu entendia, era a promotora da balada, então dava pra dizer que ela era meio famosinha.
Não lembro direito como foi a abordagem no começo, mas adicionei ela no Facebook, a gente trocou umas ideias bestas (com certeza eu era bem otário naquela época, viado e louco pra chupar um pau de uma mina trans, imagina só) e ficou por isso, não foi pra frente.
Até que nesse fim de semana fatídico, eu tinha saído pra night e tava voltando pra casa, bêbado, com o pau cheio de porra. Cheguei na brilhante conclusão de que talvez a Ria (nome falso da mina) também estivesse na mesma vibe, afinal ela trabalhava numa balada, né?
Mando uma mensagem cheia de putaria, passam 5 minutos e ela responde, outra mensagem cheia de putaria. Ria tá me pedindo uma foto do meu pau. Lá vou eu, procurar alguma foto do meu pau branco de 16cm pra ver se a Ria ficava com água na boca. Mando pra ela e na hora ela pergunta se eu queria ir na casa dela dar uma porrada de leite.
Lá estou eu, 6 da manhã, já tem sol lá fora, tô de ressaca e ao mesmo tempo com tesão. Avisei que a noite foi longa e talvez eu não tivesse muita energia, ela disse que tava exatamente na mesma. (Parece que nós dois tava na pira) de cock)
Pedi um taxi pra ir e na hora comecei a tremer igual um pintinho recém-nascido, tava com frio e calor, as mãos suando. Ia me encontrar pra brincar com meu pau com uma garota transexual.
Chego no prédio, toco a campainha (que nervoso, o que vou fazer??) e aí Ria desce e abre a porta, não tem ninguém na rua, só nós dois com tesão de after party. Ria é loira, corpulenta e bronzeada, 1,70, bundinha linda e, acima de tudo, bem madura. Já sabia que era madura, mas se tivesse 50 não me surpreenderia, de certa forma, gostava mais ainda. Ia ter essa trans experiente abusando do meu pau adolescente.
-C.T é você?
-Ria? sou eu, haha (tava tremendo igual um louco e ela percebeu)
-Quer entrar, bebê? (como se me desse a chance de desistir, era agora ou nunca)
-Sim, claro, vamos
Subimos no elevador e naquele momento de privacidade olhei pra ela e lembrei que sou um cara tarado, beijei ela com gosto pelos 10 segundos que o elevador subiu até o apartamento dela. Tinha gosto de vinho branco, a loira, sabia que não ia passar mal.
Ela abre a porta do apartamento e sentamos na mesa. Estar ali naquela situação, sozinho, com tesão, bêbado, na casa de uma trans, me deixou nervoso de novo. Ria percebeu e se desculpou pra ir ao banheiro. Me deixou uns segundos sozinho, eu sabia que queria ter a experiência de comer uma mina com pau, então me recomponho um pouco.
Ria volta e me diz:
-O que você quer fazer, bebê?
-Tô afim de muito sexo oral, o que acha?
-Vem pro meu quarto, gato.
Lá vou eu, seguindo Ria até o quarto dela, olhando pra rabeta dela enquanto sigo, como será o pau dela, me perguntava.
Chegamos no quarto, vamos brincar. Ria tira a calça e fica de camiseta e calcinha branca, senta na cama dela e usa a parede como encosto, abre as pernas, me convidando a chegar perto pra ver o que tinha debaixo da calcinha.
-É a primeira vez que você fica com uma transexual?
-Sim, é digo
-Minha vida, você quer ver minha piroca?
Ah, beleza, tiro a calça jeans e fico de cueca e camiseta, me aproximo da virilha dessa mulher. Será que eu realmente encontraria um pau debaixo daquele tecido? Mexi na calcinha branca macia dela e lá estava, uma piroquinha gostosa, branquinha com a cabeça rosada. Naquele momento, esqueci de tudo, só sabia que tinha que chupar. Nunca tinha pensado no que fazer na hora de dar um boquete, então só me deixei levar pelo prazer de ter o pau da Ria na boca.
Assim por uns minutos e, infelizmente, a Ria não conseguiu ficar muito dura em nenhum momento (idade e o horário em que estávamos fazendo isso, não culpo ela, talvez até tenha chupado muito mal, haha), mas ela pede pra eu comer a boca dela (a primeira boca que comi desse jeito, vale destacar) e eu tava louco. Vinha de chupar a piroca gostosa rosa dela por 15 minutos e tava prestes a explodir de porra.
Naquele momento, percebi como é foder alguém como uma puta, agarrei a Ria pela cabeça, encaixei minha piroca na boca dela e comecei a meter. Não me segurei em momento nenhum, comi a boca da Ria como se fosse uma buceta. A puta também não me parou em momento algum, ela gostava de como eu tava usando ela pra tirar minha porra. Eu continuava metendo, enfiava minha piroca toda na boca dela e tirava, e enfiava de novo inteira pra deixar enterrada. Que gostoso ver a Ria com a cara de milf putinha se engasgando com minha piroca.
Chegou a hora em que não aguentei mais, falo que quero gozar.
-Bebê, onde você vai gozar em mim?
(Pensei e queria brincar com a piroca dela de novo antes de soltar a porra)
-Vou jogar tudo em cima de você, assim, olha.
Posiciono a Ria deitada de costas na cama, eu fico na frente dela e, enquanto me masturbava, eu masturbava ela também, não tava nem aí se a piroca dela tava mole, era uma piroca de uma garota trans e ninguém ia tirar de mim a vontade de brincar. Um minuto depois, solto tudo, foi literalmente uma chuva de sêmen por cima da Ria, ela acabei na barriga, nos peitos, e até caiu na cara da putinha.
- Que gostoso comer um cara (diz satisfeita)
(foto ilustrativa, a Ria tinha a buceta bem branquinha e lisa, e cabelo liso)Depois disso, obviamente, toda a culpa adolescente caiu em cima de mim. Pois é, acabei de dar toda a porra para uma mina com surpresa. Durou pouco, eu queria mais, e ia ter mais. Me preparei pra ir embora e voltei pra casa dos meus pais pra ser um cara normal de novo.
Se você curtiu o relato, deixa uns pontos e um comentário. Tem muitas outras histórias, perguntem o que quiserem.
3 comentários - Meu gozo todo com trans - 1. Primeira vez
Igualmente muy buen relato 👍.