Isso aconteceu há um tempo, mas ainda me excita quando lembro. Minha melhor amiga mora em outro estado, e no verão passado ela veio passar férias na minha cidade, onde mora quase toda a família dela. Ela ficou quase uma semana aqui, mas só conseguimos nos ver uma vez. Então ela veio na minha casa, jantamos, e quando ficou tarde, fomos pro meu quarto ver um filme. Na real, a gente nunca tinha passado do limite da amizade. Apesar de sermos muito carinhosos — daquele tipo que as pessoas olham e perguntam se somos um casal — nunca tivemos nenhuma aproximação diferente. Como já era tarde, ela disse que tava com frio, e eu sugeri a gente se enfiar debaixo das cobertas. Ela topou (minha cama é de solteiro, pra vocês terem uma ideia). A gente tinha conversado antes sobre eu ir visitar ela na cidade dela, mas ela não tinha outra cama nem lugar pra me receber. Então rimos e combinamos de testar se os dois cabiam na mesma cama (somos dois grandões). A gente se deitou de conchinha e continuou vendo o filme. Num momento, percebi que ela se encostou mais em mim, e eu fiquei duro na hora, porque tava há meses sem transar nem ter chance nenhuma. Com aquele movimento pequeno, já fiquei todo excitado, mas queria ser respeitoso e me ajeitei pra ela não sentir meu pau. O filme acabou e ela já ia embora, mas tava frio e a gente tava muito confortável (e eu, muito excitado também). Então coloquei uma música e ficamos abraçados conversando, até que começamos a falar de putaria. No meio disso, perguntei sobre o sutiã dela, se tinha enchimento. Ela disse que tinha um pouco. Zoando, coloquei minha mão no peito dela. No começo, ela riu e tirou minha mão. Enquanto a gente conversava, fui testando os limites. Eu chegava a mão perto e depois afastava, cada vez mais perto, até que coloquei a mão no peito dela de novo. Ela pediu pra eu tirar, mas eu falei: "Não quero, tenho que aproveitar. Depois o governo tira da gente." E a gente riu. Minha mão ficou ali. Num momento a gente se reajeitou, acabei deitado no peito dela e, na excitação, sem pensar muito, dei um beijo na bochecha dela. Colocando mais paixão, fui me aproximando do pescoço dela. Nessa hora, a gente já não tava mais conversando, mas quando senti o primeiro gemido dela, não consegui me segurar. Beijei o pescoço dela com toda a intenção de fazer um chupão (não sei como falam em outros lugares, mas aqueles hematomas que se faz chupando) e, com a mão esquerda por cima da roupa, brincava com o peito direito dela. Fiquei assim por um tempo até que me afastei dela e perguntei se ela tava de boa com o que tava rolando, porque, como eu disse, a gente nunca tinha cruzado essa linha e éramos amigos há quase 10 anos. A gente se olhou e ela disse: "Quer complicar tudo?". Fiquei pensando um tempão, tempo demais, então a gente se reajeitou em conchinha e coloquei minha mão na barriga dela. Mas antes que eu pudesse processar o que tinha acontecido, ela pegou minha mão e levou direto pro peito dela. Não aguentei mais. Sem dizer nada, comecei a chupar o pescoço dela de novo e a passar a mão por baixo da blusa dela. No começo, por cima do sutiã, mas logo depois por baixo. Brincava com o mamilo dela, apertava, puxava, queria morder. Ela rebolava contra minha pélvis pra sentir meu pau, e eu me encostava mais nela, enquanto ela gemia. Os movimentos dela ficavam cada vez mais intensos, e comecei a sentir o calor da virilha. Então, com uma mão, continuei brincando com os peitos dela e, com a outra, fui até a coxa dela. Primeiro, passava do joelho até a bunda, depois da bunda até a pélvis e, finalmente, comecei a esfregar a buceta dela por cima da roupa. Só de ouvir ela gemer, já me excitava tanto que meu short tinha ficado pequeno. Depois de uns minutos assim, levei a mão que tava esfregando até o fecho da calça dela e desabotoei. Perguntei se podia, e ela, com a voz ofegante, disse que sim. Minha mão passou por aquela mata direto pra procurar o tesouro molhado que ela tinha lá embaixo. Parece que ela tava Fazendo direito, porque ela estava tão molhada que meus dedos, completamente secos, deslizaram como se fosse nada. Ela, com uma mão, tirou meu pau do short e começou a brincar com ele enquanto eu continuava brincando com os peitos dela, masturbando ela e beijando o pescoço até que o telefone dela tocou. Era a mãe mandando ela voltar pra casa, sem a gente perceber já eram 3 da manhã e minha amiga tinha prometido voltar umas 12. Como a família dela é rígida, a gente se arrumou, eu dei um moletom pra ela e levei ela até a casa dela. Quando voltei pra minha casa, tive que bater uma pra aliviar a pressão. A gente nunca mais tocou no assunto e também não rolou mais nada, só fingimos que nunca aconteceu.
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