Continuando o relato anterior...... Os dias passavam e parecia que um padrão se repetia...... Nos dias em que eu ficava em casa e não ia ao clube, quando eu me masturbava, a Ana me espiava e, à noite, deixava a porta do quarto dela aberta pra eu vê-la nua dormindo. Ela andava mais solta com as roupas. E chegou a me perguntar se eu não me importava dela andar de fio dental pela casa..... óbvio que eu disse que não..... Que era natural, como se estivesse de biquíni.... Um dia, eu a ouvi conversando com a Feli, a amiga dela, dizendo que meu pai não dava a atenção que ela queria ou precisava, que queria mais sexo e que tinha comprado um vibrador de manhã. Ao ouvir isso, não fui nem organizei nada à tarde. E não conseguia parar de pensar em como poderia vê-la...... A Ana ama peixe grelhado na brasa, então perguntei se ela queria que eu fizesse o peixe favorito dela. Então saímos pra fazer compras e, ao voltar, acendi o fogo..... Jantamos, vimos TV e fui tomar banho...... Dei uma volta pela casa e não a vi, então supus que ela estava esperando eu me masturbar como todas as noites. Fiz durar muito, muito tempo. E repetia o nome dela uma e outra vez.... Até gozar...... Enchendo meu peito de porra quentinha. Fui ao banheiro e comecei a jogar no computador.... Depois de um tempo, lenta e silenciosamente, me aproximei e espiei o quarto da Ana. Dessa vez, não foi surpresa o que vi: a Ana estava com seu novo amante, se masturbando. Passando ele no clitóris e enfiando pra dentro uma e outra vez..... A porta estava bem aberta, como quando se dorme, o que me chamou a atenção. Mas segui com a minha. Pau duro que tava durinho e comecei a bater uma...... Uns 5 minutos depois, vejo no espelho a figura da Ana se masturbando. O que significava que ela podia me ver batendo uma. Guardei o pau na cueca e fui pra baixo...... Queria morrer..... Tava cagado de medo de dar merda....... Depois de um tempo, mais frio, pensei e percebi que era tudo um jogo da Ana. Ela me via me masturbando e eu via ela. Tomei água. E quando tava subindo a escada, ouvi ela gozar...... Gemendo como uma loba no cio... E pensei no que tinha perdido. Por anos a gente jogou esse jogo de se ver batendo punheta sem ver as caras. A gente andava bem solto de roupa, se tocava sutilmente mais de uma vez, chegamos a ter tensão sexual. Um dia, no máximo que a gente chegou, encostei a pica dura na raba dela, ela se virou e me disse bom dia... De vez em quando eu dava uma massagem nela. A gente foi um casal de segunda a sexta sem sexo carnal. Meu velho se engraçou com outra gatinha e se separou da Ana, deu um trampo pra ela na empresa dele. Ela foi pra uma pensão no centro, até alugar um canto, visitei ela várias vezes. Foi de boa, nunca rolou nada além do que contei... Nós dois compartilhamos uma fase das nossas vidas, ela a solidão dela, eu todo um cara punheteiro.
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