Isso aconteceu comigo no ano passado e até hoje parece irreal, mas aconteceu e isso que é bom. Tava voltando de um show em Palermo, era tipo 1h da manhã de domingo. Noite de outono, tava usando uma calça jeans super justa e um suéter. Por sorte, nos pontos de ônibus tinha gente, então esperei tranquila. Depois de 25 minutos apareceu um 37 e resolvi pegar, pensando em descer na Av. San Juan e de lá pegar um táxi. Tava bem cheio e fiquei entre a catraca e o banco do motorista. O cara tinha uns 50 anos, moreno e de bigode. Cada vez que freava, perguntava se eu tava bem e isso começou uma conversa que me ajudou a não dormir. O motorista era simpático e de bom humor. O busão foi esvaziando, mas eu tava tão à vontade conversando com o senhor que fiquei em pé atrás dele, e mesmo ele insistindo pra eu sentar, eu gostava de ficar ali. Ele perguntou de tudo e eu também, como se fôssemos velhos conhecidos. Disse que se chamava Antônio, 52 anos, casado, 3 filhos, um da minha idade na época, 20. Contei que era de Boedo, que tinha ido a um show e um monte de outras coisas soltas. Deixo claro que, apesar de ser muito puta e tarada, em nenhum momento vacilei nem passou nada estranho pela minha cabeça. Quando entrou na rua Sáenz Peña, só tinha eu e ele. "Tá chegando", ele disse. "É, que pena, adorei conversar com você", falei. "Me alegrou a volta, que é justamente a última. Agustina, você falou, né?" querendo confirmar meu nome. "Sim, e você Antônio." "Você é muito gostosa, sabia?" Agradeci o elogio e olhei quanto faltava pra San Juan, mas minha intenção era outra: mostrar bem minha bunda pra ele. Senti que o coroa tava me cantando e eu tava gostando. "Neneeeeca, vou bater o carro! Não tinha visto esse seu lado", ele disse rindo. "Que lado?" perguntei me fazendo de sonsa. "Sabe, há 30 anos ando de ônibus e a gente aprende a reconhecer as menininhas como você, provocadoras", ele falou, mas na boa. Sorri pra ele. "Olha essa boquinha!" ele disse, se jogando todo. "No terminal tenho o carro, se você se animar." Repito de novo, sou puta e tarada, Me excitam os veteranos, era uma oportunidade pra não desperdiçar. Porém, como resposta, eu disse: na próxima eu desço. Acho que o cara arriscou a vida, e como último esforço desesperado, ele me olhou pelo espelho e falou: olha, vai perder isso? Ele tinha tirado a pica, sim, como vocês tão lendo! Tava com a pica na mão, dura, apontando pro teto.Descrevendo: era uma pica da grossura de um desodorante Ciel, quando ele se mexeu, vi que era comprida, muito comprida. Minha calcinha caiu. Mano, que isso? Eu falei.
Uma pica linda pra você chupar, ele disse. Me inclinei e beijei ele na boca.
Ele apagou as luzes internas e não parou até o terminal. Durante esse trajeto, não parei de passar a mão na pica dele.
Você vai me fazer uma puta de pica, espera a gente chegar. Sentei no primeiro banco. Nem sabia onde a gente tava quando ele falou: na próxima, desce e me espera 5 minutos que eu deixo tudo e passo pra te buscar, tranquila, depois de transar te levo até sua casa. Em outro momento, eu teria sentido medo, mas queria comer aquela pica enorme e o tesão falou mais alto. Desci e foi como ele disse, em 5 minutos já tava subindo no carro dele. Aí sim a gente se pegou um bom tempo, se esquentando ainda mais. Ele me apalpou toda e eu não soltava a pica dele, que percorri por cima da calça dele inteira.
Era imensa e dura como uma rocha. O que prefere, transar no carro ou num hotel, docinho? Ele perguntou. Vamos pra um hotel pra fazer direito, falei. Que tal um no centro pra eu poder te deixar perto depois? Concordei e fomos. Fomos pras Brujas, em San Telmo. Beleza, desci do carro, ele assobiou e disse: olha que pedaço de raba que você tem, gostosa! E passou a mão com uma mão. Beleza, entramos, ele pediu pra eu ficar pelada.
A cada peça que eu tirava, ele não parava de falar o quanto eu era gostosa. Vem, me deixa pelado, vadiazinha, ele ordenou. Tinha barriguinha, mas essa barriguinha terminava numa pica digna de ator pornô. Filho da puta, que pica você tem, meu deus, falei me ajoelhando. Todo mundo fala que sou a melhor chupadora de pica que já conheceram, e fiz jus aos elogios. comentários. Engoli tudo que consegui, que devia ser bem mais do que ele tava acostumado, porque ele não parava de repetir: putinhaaa olha tudo que você engole, sua vadia! Como você adora essa pica!. O coroa não aguentou meu ritmo e, me xingando, gozou uma porra interminável que tomei até a última gota. Você é um anjo, garota!!! Tomou todo o leite do papai, sua putona, ele disse. Me jogou na cama e pediu pra eu ficar de bruços, que precisava chupar meu cu. Obedeci e ofereci minha bunda pra ele chupar bem. A língua dele no meu cu e ele usava a palavra: boceta sem parar. Não aguentei e gozei dando gritinhos, o que ele adorou. Me virou e chupou meus peitos. Nos beijamos. Continuou chupando meus peitos e dava mordidinhas nos meus mamilos. Enfiou 3 dedos na minha boceta, entrando e saindo. Me fez gozar de novo. Me pediu pra deixar a pica dele dura de novo com outro boquete. Talvez pelo tamanho da pica, tive que me esforçar, mas valeu a pena. Quando ela ficou gigante e dura, ele colocou uma camisinha, o velho reclamou porque apertava, mas era a única que tinha. Montei nele e agradeci ser vagabunda, porque entrou até os ovos. Comi ele me mexendo em círculos, enlouquecendo ele. Garota vadia, como você se mexe, filha da puta! Você é uma loucura, ele dizia quando parava de chupar meus peitos pra respirar. Quando senti a pica pulsando querendo jorrar, falei: não goza, seu velho de merda, quero te dar o cu. Antonio quase me empurrando me tirou de cima, sem acreditar no que eu tinha dito. Já fica de quatro, abre esse pêssego, sua puta que te pariu, ele disse. Fiquei de quatro, abri as nádegas e falei: come essa bunda, filho da puta. Foi um parto, ele rasgou meu cu com essa pica enorme. Chorei muito, mas ele não parou. Me arrebentou o cu. Bombou como um louco até me encher de leite igual um filho da puta. Caímos exaustos. Ele me levou pra casa. Como despedida, chupei a pica dele, mas não jorrava mais porra nenhuma. Ele me comeu por uns meses até a mulher descobrir ele com um traveco e nunca mais o vi.
17 comentários - Motorista de van, veterano e pauzudo! (amador real)