Meu pai falou na frente de toda a família antes de me entregar um presente especial, com o Ezequiel também presente.
Pai: - Bom, Eze querido... vem, vem... agora sim...
- Nós três fomos para a sala, onde estavam minha irmã, minha mãe, meus três avós e minhas tias.
- Chegou a hora de dar à minha filha, minha menina mais velha, um presente muito especial, que é como uma retribuição por tudo que ela tem sido pra mim: a grande companheira e minha ajudante no trabalho, tão dedicada e responsável nos estudos, tão boa e maravilhosa com a família e os mais velhos, a grande mulher em que você se tornou... sua avó lá em cima estaria orgulhosa de quem você se tornou e... - meu pai já estava chorando de emoção e se quebrou.
- Tomara que você goste e curta muito esse presente! - ele me entregou uma caixa. Ao abrir, era uma chave com um laço e o chaveiro de uma marca muito conhecida de carro. Junto com fotos minhas com meus avós, minhas tias, meus pais, minha irmã e com o Eze! Muito emocionada, abracei todo mundo e eles me deram beijos e parabéns. Saímos todos pra ver o carro, minha tia Dolores, como de costume, foi quem tirou fotos minhas assim que vi o carro, quando subi e quando sentei pra testar. Eu estava muito feliz.
Minha mãe levou meus avós (os pais dela), minha irmã e o Eze no carro dela. Enquanto meu pai levou o Nonno, minhas tias e eu. Chegamos todos emocionados por esse momento que eu estava vivendo e via o sorriso de toda a minha família. Eles foram levados pros seus lugares e eu fui junto com a Jazmín e a Lauchi, que chegamos quase juntos.
Quando nos vimos, eu e minhas amigas nos abraçamos.
Nati: - Ai, Frambu... você tá linda, gata...
Eu: - Obrigada... você também...
Jazmin: - Amei seu vestido, Nati...
Emma: - Parecemos umas deusas gregas.
Rosario: - Eu me sinto uma freira de vestido longo! Só falta aquela parada na cabeça e pronto.
Ingrid: - Você?? Freira?? - riu - freiras não transam, sua burra...
Rosario: - Ai, sério... mas coitadinhas das bucetinhas delas...
Todas nós caímos na risada. de tanto rir, os caras foram se aproximando e eu não via o Rodrigo pra falar com ele antes de tudo começar. Quando virei pra olhar a fila, vi ele chegando e sorri aliviada. Ele veio com uma rosa na mão. Quando me viu, se surpreendeu e ficou parado.
Eu: - Oi, Ro!
Rodri: - Ehhh... oi... oi, linda Fran... você tá maravilhosa e isso é pra você — me dando a rosa.
Eu: - Valeu... — ele se aproximou e me deu um beijo na bochecha, e falou no meu ouvido:
Rodri: - Que sorte tem o seu uruguaio...
Eu sorri pra ele, e umas organizadoras, nossas professoras, foram nos guiando porque a reitora do nosso colégio ia dar umas palavras antes de começar. Foram passando a bunda dos nossos colegas, dos mais baixos pros mais altos; eu e o Rodrigo estávamos quase no final.
Conforme a gente avançava, ele me pegou pelo braço e caminhamos no ritmo devagar que todo mundo tava. Ao passar pelo meio do salão, eu olhava curiosa pra ver se não via minha família, porque tinha perdido eles de vista. Quando chegamos na frente, tinha um fotógrafo e ele tirou a foto; nós dois sorrimos e, quando fizeram sinal pra continuar, seguimos andando pro nosso setor.
A reitora deu um discurso muito emocionante, acho que todo mundo tava chorando de emoção porque a gente tinha se formado sem ficar com matéria pendente e por ter sido um grupo de alunos de bom comportamento. No final, todo mundo aplaudiu de pé; aproveitei e continuei procurando minha família. Encontrei eles do lado oposto de onde nosso grupo tava, e eu acenei pra eles por baixo; todos responderam meu aceno balançando as mãos, e meu pai e meu avô mandaram um beijo. O Ezequiel só sorria pra mim e fazia uns gestos que eu não entendia, e eu sorri de volta.
No final, cada família foi passando com cada formando pra tirar uma foto de família antes de começar a janta e depois a dança. Quando chegou minha vez, minha mãe tava toda emocionada de novo.
Mãe: - Ai, meu amor... não acredito que esse momento chegou... o tempo passou tão rápido, minha pequena...
Eu: - Te amo, mãe. mami... - ele me acariciou. Minha tia Dolores e Samanta se aproximaram junto com meu nonno. Dolores:
- Estou e estamos muito orgulhosas de você, linda... você é o grande farol das nossas vidas, afilhada...
Eu:
- Obrigada, tia e madrinha Loli...
Samanta:
- Não acredito no quanto chorei... estou igual a Loli, muito orgulhosa de você, Franchu... você está linda, maravilhosa... que gato o seu namorado, menina...
Eu:
- Obrigada, tia Sami...
Nonno:
- Ai, meu Deus, minha filha... parabéns... como seu pai disse, sua avó estaria muito orgulhosa de você, minha filha. Eu estou e sempre estarei feliz por você. Te amo, minha princesinha...
Eu:
- Te amo, vô... - meu avô me abraçava e chorava emocionado. Meu pai se aproximou para acalmá-lo, pra gente posar junto e tirar a foto.
Ele tirou várias e num momento só ficamos eu e Ezequiel, o fotógrafo tirou uma foto enquanto Eze me abraçava e eu sorria pra ele, olhando nos olhos dele.
Indo pro meu lugar, enquanto minha família ia pro dela, Ezequiel me acompanhou e falou:
Eze:
- Entendeu o que eu te disse?
Eu:
- Não, não entendi... estávamos muito longe.
Eze:
- Te amo e você é o amor da minha vida.
Parei e abracei ele. Ele me acariciava e me dava beijos no ombro. Nos separamos, ele foi com minha família e eu fui pra onde estava com meus colegas.
No final das fotos em família, a reitora foi chamando um por um pra entrega dos diplomas e boletins.
Quando chegou minha vez, como eu estava sentada do lado do Rodrigo, ele foi o primeiro a me cumprimentar:
Rodri:
- Parabéns, linda.
Eu:
- Obrigada... já vão te chamar também...
E enquanto eu ia andando, a reitora dizia:
Reitora:
- A verdade é que esta aluna, junto com dois de seus colegas, conseguiu uma das médias mais altas da nossa instituição e é uma honra ter tido esta senhorita, também o cavalheiro Rodrigo... e a senhorita Jazmín... entre os três melhores desempenhos e carregando a bandeira de cerimônia. Muito merecido por essa grande conquista, galera.
Todas as nossas famílias aplaudiam, enquanto traziam e nos entregavam a bandeira e as faixas. Rodrigo na frente, Jasmim como primeira escolta e eu como segunda. O fotógrafo chegou, tirou umas fotos e a reitora continuou com o discurso de praxe, entregando prêmios pros alunos do 5º ano que tiveram as médias mais altas, pra eles começarem a usar o uniforme no ano que vem. Quando acabou, fomos pros nossos lugares e as famílias foram saindo aos poucos pro setor onde ia ser servido o jantar, e a gente foi no final pra tirar uma foto com a diretoria. Depois de tudo, a gente se despediu de todo mundo e foi andando até onde nossas famílias estavam, quando o Rodrigo se aproxima de mim.
Rodri:
- Fran... Fran... espera...
Eu:
- O que foi, Ro?
Rodri:
- Preciso falar com você...
Eu:
- Tá bom, fala.
Rodri:
- Queria te pedir desculpas pela mensagem e por ter sido tão babaca com você. Eu te amo, e te amo de verdade, girl... não posso ficar agindo assim com alguém que você já escolheu como parceiro, que talvez em uns dias já seja seu marido - a gente riu junto - não quero perder sua amizade, muito menos que você fique puta e não queira me ver nunca mais. Não quero ser igual aquele cara, o ex da sua mãe...
Eu:
- É... te entendo e aceito suas desculpas. E te admiro pra caralho, porque você sempre me ajudou pra tudo, Rodri.
Rodri:
- Tomara que eu sempre seja assim. E vou estudar direito, caso você precise de um advogado de confiança pra sua empresa, ou melhor, a empresa do seu pai. Daqui uns anos, quero ser eu quem cuide dos seus interesses e do seu trampo.
Eu:
- Valeu... - tava super emocionada.
Rodri:
- Te amo, girl... minha girl divina e chorona - me abraçou forte.
Quando me soltou, ele me olhou e sorriu. Eu sorri de volta - mas nunca vou esquecer aquela noite no bar...
Eu:
- Eu também não... mas valeu. Te amo, seu idiota!
Rodri:
- E eu te amo, girl! - a gente continuou andando até nossas mesas.
Quando cheguei perto da mesa onde nossas famílias estavam, vi o Eze se levantar e me olhar com um sorriso enorme.
Eze:
- Boa noite, mocinha! Seu lugar te espera - eu sorri pra ele e ele puxou a cadeira pra mim. Eu: — Valeu, amor... — dei um beijo na mão dela.
Samanta: — Mano, o que cê tá fazendo em cima da Fran?
Papai: — Por que você tá falando isso, Sam?
Samanta: — Troca o lugar com o garoto e senta aí onde ele tá, deixa eles sentarem juntos.
Eu: — Não, não precisa, tia... fica tranquila.
Samanta: — Como não, pô? Se ela já passou dezessete anos sempre do lado dele, uma noite que ele divide com ela, não vai fazer mal...
Dolores: — É verdade, Martincho... você já não é mais o amor da vida da Fran...
Eu: — Eu já falei pro papai que, mesmo que eu cresça e vá embora, ou fique e tenha meus namorados ou parceiros, ele sempre vai ser o homem mais importante da minha vida — olhei pro meu pai — te amo, pai!
Papai: — Ai, meu coelhinho... vai me fazer chorar... — acariciou minhas bochechas — mas suas tias tão certas... nosso amor de pai e filha nunca vai mudar, e fico feliz em saber que esse homem que você também ama é o Ezequiel. Te amo, meu anjo! — me deu um beijo na testa e trocou de lugar, ficando do lado da minha irmã e de uma das minhas tias, a Dolores. Quando Ezequiel se levantou, meu pai apertou a mão dele e deu uns tapinhas nas costas.
Ezequiel sentou do meu lado, pegou minha mão e ficou acariciando, apoiando na minha perna, brincando com nossos dedos e me sorrindo.
Serviram o jantar pra todo mundo, e fomos comendo. Tinha conversas variadas, falando de vários assuntos sobre comida, viagens, economia, carros, enfim, como qualquer jantar em família.
Trouxeram sobremesas e mais bebidas, e na hora do brinde com champanhe, o Eze se levanta e bate de leve no copo pra minha família prestar atenção.
Eze: — Boa noite... acho que todo mundo já me conhece, sou o Ezequiel, a verdade é que foi um prazer ter compartilhado com vocês esse momento maravilhoso na vida da minha namorada, perdão, na vida da Fran, e espero que vocês saibam que minhas intenções com ela são de respeito, amor e carinho. Porque eu conheci muito bem essa garota linda, ela sempre foi transparente, sincera e pura. Obrigado por me deixarem estar aqui e fazer parte disso. Muito obrigado. obrigada... Papai: - Bem-vindo à família, querido Eze! Saúde!! - começamos a brindar com todo mundo e eu levantei pra me aproximar do meu nonno e dos meus avós, que estavam um pouco mais longe. Começou a tocar uma música e os meninos da minha turma e da outra começaram a gritar e falar em uníssono: Todo mundo: - Coloca a brunette... coloca a brunette... E o DJ, obedecendo, colocou a música, e os caras se levantaram e começaram a procurar par pra dançar. Alguns pais e adultos também levantaram pra dançar. Eu estava sentada e o Ezequiel se levantou, me pegou pela mão e fomos pra pista. Foi uma noite linda, de muita dança, bebida, canto, pulo e diversão com meus colegas e amigas da escola. Trouxeram um pouco de cotilhão pra entreter os menores e os maiores. Passou do meu lado o Rodrigo enquanto eu estava com as meninas e ele soprou o espanta-sogra perto de mim. Me virei brava e vi ele. Eu: - Ai, mas que idio... Rodri: - Epaaaa... Eu: - Era você... Rodri: - Parabéns, girl... Eu: - Parabéns, bobão... Ele me deu um abraço e as meninas nos abraçaram. Fizemos uma roda e começamos a pular no ritmo dos Piojos. Minhas tias com meu nonno foram embora perto das duas da madrugada. Minha irmã ficou entretida com umas irmãs dos meus colegas e amigas que andam com ela. Meus pais dançaram e ficaram bebendo juntos, rindo e se divertindo. Meus outros avós foram embora um pouco depois das duas e meia. Até perto das seis da manhã ficamos dançando, bebendo e curtindo. Dancei com o Ezequiel umas músicas animadas e grudadas. Ele não parava de me olhar e de se mexer ou me mexer. A gente se divertiu pra caralho. O Ezequiel foi no banheiro antes de irmos embora e eu fui dar tchau pras minhas amigas. Quando ele saiu, tava com uma cara diferente e, ao fazer sinal, vejo que sai atrás dele o Rodrigo. Eu: - Love... cê tá bem? Eze: - Sim, sim... fica tranquila... Eu: - Meu colega falou alguma merda? Eze: - Só entendi que ele me parabenizava por você e que não deixasse você ir porque você é uma Mulher encantadora e... sei lá mais o quê, porque não dava pra entender. Parecia que ele tava muito bêbado ou muito chapado.
Eu: - Ah... ok... vamos?
Eze: - Sim, meu amor...
Fomos pro carro com meus pais e minha irmã. Ao subir, sentei atrás no meio, coloquei o cinto e me apoiei no peito do Ezequiel, fechei os olhos, sentindo o perfume dele e o coração batendo suave enquanto ele me abraçava.
Meu pai, como tinha bebido, foi dirigindo devagar no caminho pra casa. Por sorte, era uma noite linda, limpa, sem uma nuvem, dando pra ver uma lua e milhares de estrelas no céu.
Ao chegar em casa, meu pai brincava:
Pai: - Aaayyy... aaamooorr... - cantava desafinado - fecho meus olhos e pulo no vaziiiooo... - e andava com as pernas tortas.
Mãe: - Ai, Martin... pelo amor de Deus, amor... você bebeu tanto assim? - meu pai se endireitou e ficou todo ereto.
Pai: - Mas não, amor... olha... tô bem reto! Sou uma estátua, faço o quatro! E não caio... - os dois riam enquanto meu pai fazia aquela pose.
Minha irmã abriu a porta e entramos. Meu pai levava o paletó e a gravata no braço, igual ao Ezequiel. Os dois com os colarinhos da camisa desabotoados nos dois primeiros botões. Nos despedimos dos meus pais, eles foram pro quarto deles, minha irmã pro dela, e eu e o Ezequiel fomos pro meu.
Ao fechar a porta, ele colou em mim e começou a me acariciar devagar enquanto gemia:
Eze: - Mmmmmmmmmmmmmm... uffff... que beleza de anatomia que eu tô tocando... é tão macia, você é tão linda, tão gostosa... - foi descendo a mão pela minha cintura, enquanto a outra mão tava apoiada na porta - esse decote me chamou a noite inteira pra eu meter a mão e já não aguento mais, preciso fazer isso...
Eu: - Mas amor... shhh... meus pais e minha irmã tão aqui.
Eze: - Eu não faço barulho nenhum, o único som que pode ouvir é o dos seus gemidos por eu te deixar com tesão e pelo quanto te excita eu estar assim, te tocando. - enfiou uns dedos no meu decote e apertou a auréola do meu peito, e eu gemia, tapando a boca pra abafar. Gemidos... —Assim... cê gosta, meu amor??? — Eu assenti com a cabeça. — Vou continuar... — A boca dele beijava devagar meu pescoço enquanto ele desabotoava a camisa. Eu coloquei minha boca no peito dele, lambendo e dando pequenas mordidinhas, enquanto puxava o zíper do meu vestido e deixava ele cair, ficando quase nua, só de calcinha fio dental, meus peitos de fora. Ele olhou pra eles, acariciou devagar e começou a lamber, apertando, juntando bem um com a mão enquanto a boca dele tava ali, e a outra mão foi me tocar na buceta. Primeiro passava os dedos nos lábios, depois mais e mais pra dentro. Me tocava desesperado, e eu não aguentava tanta tesão, e gemi sem conseguir segurar, com a mão na boca várias vezes, mas tentava ser suave. Ezequiel, sentindo minha umidade crescendo, me guiou até minha cama e me deitou, com minhas pernas dobradas pro chão e o corpo dele se jogou por cima de mim. Me beijava igual um louco. Nós dois távamos muito quentes, e ele tirou toda a roupa: — Quero te comer, meu amor... Eu: — Ufffff... cê tá com tesão?? Eze: — Sabe que você me atrai, teu corpo, tua boca... tudo em você... me deixa muito excitado. Senti... sente como meu pau tá duro por você! — Ele roçava devagar na entrada da minha buceta, que tinha puxado um pouco a calcinha pro lado. Eu: — Ufff... por deus, amor... mas... sabe... já sabe que... como eu quero. Eze: — Siiim... eu sei... — Na mão que ele apoiava na cama, tinha uma camisinha, e como conseguiu, se endireitou rápido, abriu e colocou. — Viu? Sempre vou cuidar de você, minha vida... você é meu único amor e quero cuidar e amar você pra sempre... Eu: — Te amo! — Ele se jogou na minha boca enquanto a gente se beijava, e ele ia enfiando devagar o pau na minha buceta molhada. A gente se mexia devagar e tentava não fazer muito barulho por causa dos meus pais e da minha irmã, que os três deviam estar dormindo. A gente abafava os gemidos com beijos apaixonados, ele beijava meu pescoço e se agarrava num dos meus peitos quando tava perto de gozar. Me virou, me deixando por cima dele, demorando um Pouco mais do orgasmo dela pra gente se sentir e poder aproveitar mais tempo. Me endireitei e cavalgava devagar em cima dele, mas quando minhas tetas roçavam no peito dele, que tinha tanto pelo, me dava tanta excitação que eu me mexia mais, e ele acariciava devagar minhas coxas e minha cintura. Eu: - Mmmmmmmmmmm... não aguento mais... vou gozar... Eze: - Vai, meu amor... vai... Eu: - Mmmmmmmmm- mordia forte o travesseiro, me deitei contra o peito dele e tinha tremores de tanto espasmo pela saída do meu orgasmo- aaaaggh... mmmmmmm... Eze: - Uiii, meu amor... eu... eu também vou gozar, minha vida.... mmmmmmmmmmmm... Gozamos juntos e caí no peito dele, exausta e ofegante pra caralho. Me levantei de cima dele, ele tirou a camisinha, vestiu a cueca e um shorts e foi pro banheiro. Eu fiquei na minha cama deitada, relaxada, depois de tudo de gostoso que a gente tinha vivido... CONTINUA... (Já tá chegando o fim)
Pai: - Bom, Eze querido... vem, vem... agora sim...
- Nós três fomos para a sala, onde estavam minha irmã, minha mãe, meus três avós e minhas tias.
- Chegou a hora de dar à minha filha, minha menina mais velha, um presente muito especial, que é como uma retribuição por tudo que ela tem sido pra mim: a grande companheira e minha ajudante no trabalho, tão dedicada e responsável nos estudos, tão boa e maravilhosa com a família e os mais velhos, a grande mulher em que você se tornou... sua avó lá em cima estaria orgulhosa de quem você se tornou e... - meu pai já estava chorando de emoção e se quebrou.
- Tomara que você goste e curta muito esse presente! - ele me entregou uma caixa. Ao abrir, era uma chave com um laço e o chaveiro de uma marca muito conhecida de carro. Junto com fotos minhas com meus avós, minhas tias, meus pais, minha irmã e com o Eze! Muito emocionada, abracei todo mundo e eles me deram beijos e parabéns. Saímos todos pra ver o carro, minha tia Dolores, como de costume, foi quem tirou fotos minhas assim que vi o carro, quando subi e quando sentei pra testar. Eu estava muito feliz.
Minha mãe levou meus avós (os pais dela), minha irmã e o Eze no carro dela. Enquanto meu pai levou o Nonno, minhas tias e eu. Chegamos todos emocionados por esse momento que eu estava vivendo e via o sorriso de toda a minha família. Eles foram levados pros seus lugares e eu fui junto com a Jazmín e a Lauchi, que chegamos quase juntos.
Quando nos vimos, eu e minhas amigas nos abraçamos.
Nati: - Ai, Frambu... você tá linda, gata...
Eu: - Obrigada... você também...
Jazmin: - Amei seu vestido, Nati...
Emma: - Parecemos umas deusas gregas.
Rosario: - Eu me sinto uma freira de vestido longo! Só falta aquela parada na cabeça e pronto.
Ingrid: - Você?? Freira?? - riu - freiras não transam, sua burra...
Rosario: - Ai, sério... mas coitadinhas das bucetinhas delas...
Todas nós caímos na risada. de tanto rir, os caras foram se aproximando e eu não via o Rodrigo pra falar com ele antes de tudo começar. Quando virei pra olhar a fila, vi ele chegando e sorri aliviada. Ele veio com uma rosa na mão. Quando me viu, se surpreendeu e ficou parado.
Eu: - Oi, Ro!
Rodri: - Ehhh... oi... oi, linda Fran... você tá maravilhosa e isso é pra você — me dando a rosa.
Eu: - Valeu... — ele se aproximou e me deu um beijo na bochecha, e falou no meu ouvido:
Rodri: - Que sorte tem o seu uruguaio...
Eu sorri pra ele, e umas organizadoras, nossas professoras, foram nos guiando porque a reitora do nosso colégio ia dar umas palavras antes de começar. Foram passando a bunda dos nossos colegas, dos mais baixos pros mais altos; eu e o Rodrigo estávamos quase no final.
Conforme a gente avançava, ele me pegou pelo braço e caminhamos no ritmo devagar que todo mundo tava. Ao passar pelo meio do salão, eu olhava curiosa pra ver se não via minha família, porque tinha perdido eles de vista. Quando chegamos na frente, tinha um fotógrafo e ele tirou a foto; nós dois sorrimos e, quando fizeram sinal pra continuar, seguimos andando pro nosso setor.
A reitora deu um discurso muito emocionante, acho que todo mundo tava chorando de emoção porque a gente tinha se formado sem ficar com matéria pendente e por ter sido um grupo de alunos de bom comportamento. No final, todo mundo aplaudiu de pé; aproveitei e continuei procurando minha família. Encontrei eles do lado oposto de onde nosso grupo tava, e eu acenei pra eles por baixo; todos responderam meu aceno balançando as mãos, e meu pai e meu avô mandaram um beijo. O Ezequiel só sorria pra mim e fazia uns gestos que eu não entendia, e eu sorri de volta.
No final, cada família foi passando com cada formando pra tirar uma foto de família antes de começar a janta e depois a dança. Quando chegou minha vez, minha mãe tava toda emocionada de novo.
Mãe: - Ai, meu amor... não acredito que esse momento chegou... o tempo passou tão rápido, minha pequena...
Eu: - Te amo, mãe. mami... - ele me acariciou. Minha tia Dolores e Samanta se aproximaram junto com meu nonno. Dolores:
- Estou e estamos muito orgulhosas de você, linda... você é o grande farol das nossas vidas, afilhada...
Eu:
- Obrigada, tia e madrinha Loli...
Samanta:
- Não acredito no quanto chorei... estou igual a Loli, muito orgulhosa de você, Franchu... você está linda, maravilhosa... que gato o seu namorado, menina...
Eu:
- Obrigada, tia Sami...
Nonno:
- Ai, meu Deus, minha filha... parabéns... como seu pai disse, sua avó estaria muito orgulhosa de você, minha filha. Eu estou e sempre estarei feliz por você. Te amo, minha princesinha...
Eu:
- Te amo, vô... - meu avô me abraçava e chorava emocionado. Meu pai se aproximou para acalmá-lo, pra gente posar junto e tirar a foto.
Ele tirou várias e num momento só ficamos eu e Ezequiel, o fotógrafo tirou uma foto enquanto Eze me abraçava e eu sorria pra ele, olhando nos olhos dele.
Indo pro meu lugar, enquanto minha família ia pro dela, Ezequiel me acompanhou e falou:
Eze:
- Entendeu o que eu te disse?
Eu:
- Não, não entendi... estávamos muito longe.
Eze:
- Te amo e você é o amor da minha vida.
Parei e abracei ele. Ele me acariciava e me dava beijos no ombro. Nos separamos, ele foi com minha família e eu fui pra onde estava com meus colegas.
No final das fotos em família, a reitora foi chamando um por um pra entrega dos diplomas e boletins.
Quando chegou minha vez, como eu estava sentada do lado do Rodrigo, ele foi o primeiro a me cumprimentar:
Rodri:
- Parabéns, linda.
Eu:
- Obrigada... já vão te chamar também...
E enquanto eu ia andando, a reitora dizia:
Reitora:
- A verdade é que esta aluna, junto com dois de seus colegas, conseguiu uma das médias mais altas da nossa instituição e é uma honra ter tido esta senhorita, também o cavalheiro Rodrigo... e a senhorita Jazmín... entre os três melhores desempenhos e carregando a bandeira de cerimônia. Muito merecido por essa grande conquista, galera.
Todas as nossas famílias aplaudiam, enquanto traziam e nos entregavam a bandeira e as faixas. Rodrigo na frente, Jasmim como primeira escolta e eu como segunda. O fotógrafo chegou, tirou umas fotos e a reitora continuou com o discurso de praxe, entregando prêmios pros alunos do 5º ano que tiveram as médias mais altas, pra eles começarem a usar o uniforme no ano que vem. Quando acabou, fomos pros nossos lugares e as famílias foram saindo aos poucos pro setor onde ia ser servido o jantar, e a gente foi no final pra tirar uma foto com a diretoria. Depois de tudo, a gente se despediu de todo mundo e foi andando até onde nossas famílias estavam, quando o Rodrigo se aproxima de mim.
Rodri:
- Fran... Fran... espera...
Eu:
- O que foi, Ro?
Rodri:
- Preciso falar com você...
Eu:
- Tá bom, fala.
Rodri:
- Queria te pedir desculpas pela mensagem e por ter sido tão babaca com você. Eu te amo, e te amo de verdade, girl... não posso ficar agindo assim com alguém que você já escolheu como parceiro, que talvez em uns dias já seja seu marido - a gente riu junto - não quero perder sua amizade, muito menos que você fique puta e não queira me ver nunca mais. Não quero ser igual aquele cara, o ex da sua mãe...
Eu:
- É... te entendo e aceito suas desculpas. E te admiro pra caralho, porque você sempre me ajudou pra tudo, Rodri.
Rodri:
- Tomara que eu sempre seja assim. E vou estudar direito, caso você precise de um advogado de confiança pra sua empresa, ou melhor, a empresa do seu pai. Daqui uns anos, quero ser eu quem cuide dos seus interesses e do seu trampo.
Eu:
- Valeu... - tava super emocionada.
Rodri:
- Te amo, girl... minha girl divina e chorona - me abraçou forte.
Quando me soltou, ele me olhou e sorriu. Eu sorri de volta - mas nunca vou esquecer aquela noite no bar...
Eu:
- Eu também não... mas valeu. Te amo, seu idiota!
Rodri:
- E eu te amo, girl! - a gente continuou andando até nossas mesas.
Quando cheguei perto da mesa onde nossas famílias estavam, vi o Eze se levantar e me olhar com um sorriso enorme.
Eze:
- Boa noite, mocinha! Seu lugar te espera - eu sorri pra ele e ele puxou a cadeira pra mim. Eu: — Valeu, amor... — dei um beijo na mão dela.
Samanta: — Mano, o que cê tá fazendo em cima da Fran?
Papai: — Por que você tá falando isso, Sam?
Samanta: — Troca o lugar com o garoto e senta aí onde ele tá, deixa eles sentarem juntos.
Eu: — Não, não precisa, tia... fica tranquila.
Samanta: — Como não, pô? Se ela já passou dezessete anos sempre do lado dele, uma noite que ele divide com ela, não vai fazer mal...
Dolores: — É verdade, Martincho... você já não é mais o amor da vida da Fran...
Eu: — Eu já falei pro papai que, mesmo que eu cresça e vá embora, ou fique e tenha meus namorados ou parceiros, ele sempre vai ser o homem mais importante da minha vida — olhei pro meu pai — te amo, pai!
Papai: — Ai, meu coelhinho... vai me fazer chorar... — acariciou minhas bochechas — mas suas tias tão certas... nosso amor de pai e filha nunca vai mudar, e fico feliz em saber que esse homem que você também ama é o Ezequiel. Te amo, meu anjo! — me deu um beijo na testa e trocou de lugar, ficando do lado da minha irmã e de uma das minhas tias, a Dolores. Quando Ezequiel se levantou, meu pai apertou a mão dele e deu uns tapinhas nas costas.
Ezequiel sentou do meu lado, pegou minha mão e ficou acariciando, apoiando na minha perna, brincando com nossos dedos e me sorrindo.
Serviram o jantar pra todo mundo, e fomos comendo. Tinha conversas variadas, falando de vários assuntos sobre comida, viagens, economia, carros, enfim, como qualquer jantar em família.
Trouxeram sobremesas e mais bebidas, e na hora do brinde com champanhe, o Eze se levanta e bate de leve no copo pra minha família prestar atenção.
Eze: — Boa noite... acho que todo mundo já me conhece, sou o Ezequiel, a verdade é que foi um prazer ter compartilhado com vocês esse momento maravilhoso na vida da minha namorada, perdão, na vida da Fran, e espero que vocês saibam que minhas intenções com ela são de respeito, amor e carinho. Porque eu conheci muito bem essa garota linda, ela sempre foi transparente, sincera e pura. Obrigado por me deixarem estar aqui e fazer parte disso. Muito obrigado. obrigada... Papai: - Bem-vindo à família, querido Eze! Saúde!! - começamos a brindar com todo mundo e eu levantei pra me aproximar do meu nonno e dos meus avós, que estavam um pouco mais longe. Começou a tocar uma música e os meninos da minha turma e da outra começaram a gritar e falar em uníssono: Todo mundo: - Coloca a brunette... coloca a brunette... E o DJ, obedecendo, colocou a música, e os caras se levantaram e começaram a procurar par pra dançar. Alguns pais e adultos também levantaram pra dançar. Eu estava sentada e o Ezequiel se levantou, me pegou pela mão e fomos pra pista. Foi uma noite linda, de muita dança, bebida, canto, pulo e diversão com meus colegas e amigas da escola. Trouxeram um pouco de cotilhão pra entreter os menores e os maiores. Passou do meu lado o Rodrigo enquanto eu estava com as meninas e ele soprou o espanta-sogra perto de mim. Me virei brava e vi ele. Eu: - Ai, mas que idio... Rodri: - Epaaaa... Eu: - Era você... Rodri: - Parabéns, girl... Eu: - Parabéns, bobão... Ele me deu um abraço e as meninas nos abraçaram. Fizemos uma roda e começamos a pular no ritmo dos Piojos. Minhas tias com meu nonno foram embora perto das duas da madrugada. Minha irmã ficou entretida com umas irmãs dos meus colegas e amigas que andam com ela. Meus pais dançaram e ficaram bebendo juntos, rindo e se divertindo. Meus outros avós foram embora um pouco depois das duas e meia. Até perto das seis da manhã ficamos dançando, bebendo e curtindo. Dancei com o Ezequiel umas músicas animadas e grudadas. Ele não parava de me olhar e de se mexer ou me mexer. A gente se divertiu pra caralho. O Ezequiel foi no banheiro antes de irmos embora e eu fui dar tchau pras minhas amigas. Quando ele saiu, tava com uma cara diferente e, ao fazer sinal, vejo que sai atrás dele o Rodrigo. Eu: - Love... cê tá bem? Eze: - Sim, sim... fica tranquila... Eu: - Meu colega falou alguma merda? Eze: - Só entendi que ele me parabenizava por você e que não deixasse você ir porque você é uma Mulher encantadora e... sei lá mais o quê, porque não dava pra entender. Parecia que ele tava muito bêbado ou muito chapado.
Eu: - Ah... ok... vamos?
Eze: - Sim, meu amor...
Fomos pro carro com meus pais e minha irmã. Ao subir, sentei atrás no meio, coloquei o cinto e me apoiei no peito do Ezequiel, fechei os olhos, sentindo o perfume dele e o coração batendo suave enquanto ele me abraçava.
Meu pai, como tinha bebido, foi dirigindo devagar no caminho pra casa. Por sorte, era uma noite linda, limpa, sem uma nuvem, dando pra ver uma lua e milhares de estrelas no céu.
Ao chegar em casa, meu pai brincava:
Pai: - Aaayyy... aaamooorr... - cantava desafinado - fecho meus olhos e pulo no vaziiiooo... - e andava com as pernas tortas.
Mãe: - Ai, Martin... pelo amor de Deus, amor... você bebeu tanto assim? - meu pai se endireitou e ficou todo ereto.
Pai: - Mas não, amor... olha... tô bem reto! Sou uma estátua, faço o quatro! E não caio... - os dois riam enquanto meu pai fazia aquela pose.
Minha irmã abriu a porta e entramos. Meu pai levava o paletó e a gravata no braço, igual ao Ezequiel. Os dois com os colarinhos da camisa desabotoados nos dois primeiros botões. Nos despedimos dos meus pais, eles foram pro quarto deles, minha irmã pro dela, e eu e o Ezequiel fomos pro meu.
Ao fechar a porta, ele colou em mim e começou a me acariciar devagar enquanto gemia:
Eze: - Mmmmmmmmmmmmmm... uffff... que beleza de anatomia que eu tô tocando... é tão macia, você é tão linda, tão gostosa... - foi descendo a mão pela minha cintura, enquanto a outra mão tava apoiada na porta - esse decote me chamou a noite inteira pra eu meter a mão e já não aguento mais, preciso fazer isso...
Eu: - Mas amor... shhh... meus pais e minha irmã tão aqui.
Eze: - Eu não faço barulho nenhum, o único som que pode ouvir é o dos seus gemidos por eu te deixar com tesão e pelo quanto te excita eu estar assim, te tocando. - enfiou uns dedos no meu decote e apertou a auréola do meu peito, e eu gemia, tapando a boca pra abafar. Gemidos... —Assim... cê gosta, meu amor??? — Eu assenti com a cabeça. — Vou continuar... — A boca dele beijava devagar meu pescoço enquanto ele desabotoava a camisa. Eu coloquei minha boca no peito dele, lambendo e dando pequenas mordidinhas, enquanto puxava o zíper do meu vestido e deixava ele cair, ficando quase nua, só de calcinha fio dental, meus peitos de fora. Ele olhou pra eles, acariciou devagar e começou a lamber, apertando, juntando bem um com a mão enquanto a boca dele tava ali, e a outra mão foi me tocar na buceta. Primeiro passava os dedos nos lábios, depois mais e mais pra dentro. Me tocava desesperado, e eu não aguentava tanta tesão, e gemi sem conseguir segurar, com a mão na boca várias vezes, mas tentava ser suave. Ezequiel, sentindo minha umidade crescendo, me guiou até minha cama e me deitou, com minhas pernas dobradas pro chão e o corpo dele se jogou por cima de mim. Me beijava igual um louco. Nós dois távamos muito quentes, e ele tirou toda a roupa: — Quero te comer, meu amor... Eu: — Ufffff... cê tá com tesão?? Eze: — Sabe que você me atrai, teu corpo, tua boca... tudo em você... me deixa muito excitado. Senti... sente como meu pau tá duro por você! — Ele roçava devagar na entrada da minha buceta, que tinha puxado um pouco a calcinha pro lado. Eu: — Ufff... por deus, amor... mas... sabe... já sabe que... como eu quero. Eze: — Siiim... eu sei... — Na mão que ele apoiava na cama, tinha uma camisinha, e como conseguiu, se endireitou rápido, abriu e colocou. — Viu? Sempre vou cuidar de você, minha vida... você é meu único amor e quero cuidar e amar você pra sempre... Eu: — Te amo! — Ele se jogou na minha boca enquanto a gente se beijava, e ele ia enfiando devagar o pau na minha buceta molhada. A gente se mexia devagar e tentava não fazer muito barulho por causa dos meus pais e da minha irmã, que os três deviam estar dormindo. A gente abafava os gemidos com beijos apaixonados, ele beijava meu pescoço e se agarrava num dos meus peitos quando tava perto de gozar. Me virou, me deixando por cima dele, demorando um Pouco mais do orgasmo dela pra gente se sentir e poder aproveitar mais tempo. Me endireitei e cavalgava devagar em cima dele, mas quando minhas tetas roçavam no peito dele, que tinha tanto pelo, me dava tanta excitação que eu me mexia mais, e ele acariciava devagar minhas coxas e minha cintura. Eu: - Mmmmmmmmmmm... não aguento mais... vou gozar... Eze: - Vai, meu amor... vai... Eu: - Mmmmmmmmm- mordia forte o travesseiro, me deitei contra o peito dele e tinha tremores de tanto espasmo pela saída do meu orgasmo- aaaaggh... mmmmmmm... Eze: - Uiii, meu amor... eu... eu também vou gozar, minha vida.... mmmmmmmmmmmm... Gozamos juntos e caí no peito dele, exausta e ofegante pra caralho. Me levantei de cima dele, ele tirou a camisinha, vestiu a cueca e um shorts e foi pro banheiro. Eu fiquei na minha cama deitada, relaxada, depois de tudo de gostoso que a gente tinha vivido... CONTINUA... (Já tá chegando o fim)
1 comentários - Frambu e seu coquetel da vida XXI