Vendo minha esposa dando no baile

Saímos com uns amigos e fomos tomar umas. Dançamos, bebemos, conversamos, rimos, nos beijamos… Ela estava linda, como sempre, mas também muito sensual porque a gente tinha planejado um fim de festa bem excitante. Finalmente tentaríamos ter um filho, depois de oito anos casados e uma vida em comum fenomenal. Me chamo Francisco, aliás. Todo mundo me chama de Paco.
Tudo ia perfeito até que me deu uma queda de pressão que quase me fez desmaiar. Eram quase três da manhã e tive que sentar. A noite estava tão divertida que não queria estragar a festa dos outros, então continuei na bagunça sentado, vendo minha mulher continuar dançando, primeiro entre meus amigos e depois com uns cubanos (a gente tava num lugar de salsa) que dançavam como verdadeiros profissionais e a conduziam superbem.
Aí chegou outro cara, e esse mais do que dançar, se jogava em cima da Natalia. Devia ser uma companhia agradável, porque ela não parava de rir e não se afastava quando, nas danças, ele se encostava nela. Eu não tava com muito ciúme porque confio muito nela e porque ainda tava muito fraco. Bateu uma vontade de vomitar e desci pros banheiros, num porão. Os banheiros eram pequenos nesse lugar, e o feminino e o masculino ficavam porta com porta. Quando terminei de vomitar, sentei no vaso pra me recuperar. Tava tão fraco que não conseguia nem me levantar.
Ouvi um barulho no banheiro ao lado. Descobri um buraquinho e pude ver que era a Natalia, que tava se maquiando. Era uma gostosa, com o cabelo preto e a carinha de menina. Tava arrasadora com a minissaia e a camiseta decotada, ombros de fora e o peito bem apertado contra aquela camiseta branca, deixando os bicos aparecendo. Aí percebi que não devia ter deixado aquele cara se encostar tanto nela, que espetáculo ele tinha levado às custas da minha mulher. Ouvi passos e vi que a Natalia se virou.
— Acho que você se enganou. O banheiro masculino é no Porta ao lado, ela disse em tom de brincadeira. Consegui olhar pra ele e ele tava com uma cara de tesão evidente. Não era grande coisa e era meio careca, mas era um daqueles caras que atraem as mulheres.
—Não me enganei, é você mesmo que tá aqui.
—Não me diga! Vem, sobe que tô me maquiando.
—Pra que vou subir se você me pediu pra descer?
—O que eu te pedi pra descer? Acho que você se enganou.
—Não me parece. Quando você disse que ia ao banheiro, me olhou. Acho que sei reconhecer um convite.
—Teria olhado pro meu marido, acreditei.
—Agora você tem marido? Antes não tinha me falado nada.
—Claro que tenho marido.

Ela fechou a porta atrás de si. Natália ficou meio nervosa. Eu não conseguia me mexer nem falar. Ainda tava muito fraco. Aquele filho da puta se aproximou da minha mulher e ficou a dois palmos dela.
—Pô, se eu fosse seu marido, não deixava você dançar com desconhecidos, ainda mais tendo uma mulher tão gostosa.
—Tá maluco, se não, teria ficado com ele, não com você, Alfredo.
—Você é uma beleza, Natália.

Ele beijou ela na boca e uma mão foi pra cintura dela e a outra pro rabo. Ela afastou ele com força.
—Alfredo, você tá se enganando. Melhor você ir embora.

O tal Alfredo se jogou de novo em cima da minha mulher e beijou ela outra vez, embora ela negasse a boca. Ele apertou o rabo dela com mais força e arrastou ela contra o volume dele. Tava muito excitado, dava pra ver o pau duro.
—Desde que te vi, te desejei, você é uma delícia, me deixa louco.
—Alfredo, me larga.

Agora ele beijava o pescoço e os ombros dela e tinha enfiado as mãos por baixo da saia. A única coisa que reagiu no meu corpo foi meu pau, que ficou duro ao ver as mãos de um filho da puta no rabo da minha esposa. Não sabia por que tava tão excitado. Alfredo continuava beijando e apalpando ela. Uma das mãos dele acariciou os peitos dela por cima da camiseta.
—Já te falei pra me largar, Alfredo.

Agora ela não tentava mais afastar ele e fechava os olhos. Meus olhos embaçaram. Ele pegou uma das mãos dela e guiou até o pau dele. Entreperna. Ela afastou ela.
—Me diz que não me deseja e eu vou embora.
—Madura, Alfredo.
Ele beijou ela nos lábios e repetiu. Me diz que não quer foder comigo e eu vou embora. Natália repetiu, mas de olhos fechados. A saia dela estava bem levantada e eu pude ver a tanga da minha esposa. A mão do cara estava dentro dela, se movendo rápido. Ele estava masturbando ela. "Você tá muito molhada, sua buceta não tá me mandando embora". Ele puxou a camiseta dela de uma vez e os peitos deliciosos dela vibraram na cara dele por uns instantes. Os mamilos dela estavam bem eretos e duros.
Ele enterrou os peitos dela com as mãos e apertou com força. Depois sentou ela e se ajoelhou pra chupar com vontade. Natália começou a gemer. Ele puxou a tanga dela até os tornozelos e ela mexeu a perna, jogando no chão. Alfredo, sem parar de massagear os peitos dela com uma mão, baixou a cabeça e tirou a saia, abrindo a abertura. Minha esposa estava com a camiseta na barriga, à mercê daquele filho da puta.
—Da próxima vez, prefiro que isso esteja depilado.
Ele enterrou a cabeça na buceta dela. Ela acariciava o cabelo dele. Ele mexia a cabeça pra cima e pra baixo. Tava fodendo ela com a língua. Eu tirei a pica da calça e bati uma com raiva, quase chorando. Natália gritou, tava gozando na boca do tal Alfredo, que se levantou e tirou a calça. Uma pica inchada e grossa ficou na frente de Natália, que meteu na boca e limpou os líquidos.
—Levanta, quero sentar. Ajoelha e chupa como você sabe, puta.
Ela, de joelhos, obedeceu e lambeu os ovos dele e depois o pau, e curtiu a cabeça como uma condenada. Entre uma chupada e outra, falava como ele tava grosso e como ela adorava. Ele fechava os olhos e dizia como ela tava chupando bem, chamava ela de vadia e coisas assim. De repente, puxou ela pelo cabelo e levantou.
—Sobe em cima.
Natália hesitou. Falou que não, fraco, mas ele não precisou insistir muito pra que suas pernas abertas foram se flexionando sobre aquela pica, que foi desaparecendo dentro da minha esposa. Como ela gritou! Você gosta da minha pica? Sim, adoro, ela dizia e continuou até que ele entrou tudo de uma vez. Na hora ela começou a pular, a cavalgar nele como uma louca. Ele beijava e mordia os peitos dela e segurava a bunda dela. Assim, assim, puta, tô me divertindo pra caralho com sua buceta, gosto como você fode, assim, assim. E ela, sim, sim, como você me faz gozar, como eu gosto da sua pica. E se beijavam na boca, misturando as línguas.
-Vira de costas.
Ela virou de costas e continuaram fodendo... Ele continuava amassando os peitos dela e beijando o pescoço, e ela continuava gemendo. Ah, ah, ah, ah. Os orgasmos dela eram incontáveis. Ele se levantou e virou ela. Beijou ela com frenesi e a colocou em cima da cintura dele, e as pernas dela se entrelaçaram na bunda dele. Começou a meter forte. Toma, toma, toma, puta, toma.
Ele estava prestes a gozar. Eu quis gritar na hora, mas também estava derramando meu esperma pra todo lado, com lágrimas nos olhos. Vou gozar, puta, vou gozar. Sim, sim, quero seu gozo dentro de mim, quero tudo. Ah, ah, ah, ah. E vi uma gota de esperma escorrendo pela perna da minha esposa. Tinha acabado.
Eles se separaram e ele começou a se vestir. Me dá seu número de telefone. Ela deu. Ela ainda estava muito excitada, se acariciando os peitos. Isso tem que se repetir. Até a próxima. Ele foi embora, deixando a porta aberta. Minha mulher se vestiu e foi embora. Como pude, me levantei e voltei pro local. Agora ela falava com nossos amigos. Quando me viu chegar, me perguntou onde eu tinha ido. Me beijou na boca e eu disse que estava procurando ela. Fiquei me maquiando, querido. Chegamos em casa e quando tirei a saia dela e não vi a calcinha fio dental, não falei nada. Chupei a buceta dela e, embora ela tivesse se limpado, a muito safada, ainda tinha restos de esperma.Vendo minha esposa dando no baile

4 comentários - Vendo minha esposa dando no baile

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