O cuck, a foxy e o virgem.
Tudo começou uma tarde saindo do trampo, tava de boa caminhando pra casa, resolvi atravessar uma praça pra encurtar caminho quando uma imagem me deixou gelado. Não conseguia acreditar no que meus olhos tavam me mostrando, a namorada do meu melhor amigo sentada, ou melhor, aberta no banco da praça em cima de um cara que eu não conseguia ver quem era, meu coração acelerou e tentei me esconder e fingir que não vi nada, por sorte não foi difícil porque tinha um monte de criança brincando, me virei e peguei o celular pra gravar o que tava rolando, fui pra trás de uma árvore que tinha perto e tirei fotos e vídeos, eles tavam se beijando gostoso feito um casal feliz, ela tava com a roupa do trabalho justa em cima do cara que usava um boné. Saí rápido com medo de ser descoberto.
No caminho pra casa não conseguia segurar a tesão que tava, tava completamente duro! Como pode essa filha da puta que parecia tão recatada na aparência e personalidade, com um projeto de família, uma filha de 3 anos, trair assim meu amigo que tinha ajudado ela tanto, mas o pau me dizia outra coisa, me fazia imaginar a situação toda de corno e esposa gostosa, não parava de olhar as fotos e os vídeos que tirei. Queria chegar em casa pra bater duas punhetas e pensar um pouco sério.
Em casa passei as fotos pro computador, a quantidade de punhetas era interminável com a desculpa de esvaziar o saco, não era como outras vezes. Sentia muita excitação, o poder que eu tinha sobre a situação era o motor da tesão, as perguntas que eu pensava me deixavam com mais vontade.
Será que meu amigo sabe?
Será que ele é um corno manso e por isso levava gaia?
Será que era o ex o cara de boné? Mas a pergunta que tava me matando era
que porra eu faço agora!?
Por enquanto deixei passar alguns dias pra assimilar um pouco a situação e pensar com a cabeça de cima.
Falo com ele ou falo com ela?
Se eu falar com ele, tudo vai pro caralho, conheço ele bem, é sensível, mas é tarado, tem personalidade, não aguentaria essa Situação, nada.
E se eu encarasse ela?
Isso sim me deixava com tesão, talvez ela não tivesse outra escolha a não ser se entregar, será que ia chorar? Tentaria me seduzir? A pouca relação que eu tinha com ela, sempre me tratou de um jeito bem nojento, ria das minhas piadas mas se achava superior.
Em casa, decidi encarar a mulher do meu amigo, a situação me excitava pra caralho. Esperei ela na saída do trabalho, eram 17h.
Tava bem nervoso e excitado. Cruzei com ela na esquina.
– Oi
– Oi, o que cê tá fazendo por aqui?
– Vim de um cliente aqui perto, cê vai pra casa?
– Sim
– Vamos?
– Bora!
Conversa casual e besta sobre o calor da cidade, etc.
– Queria te perguntar uma coisa, por que te vi na praça se beijando com outro cara de boné?
Pá! A primeira reação dela foi obviamente se fazer de desentendida.
– O quê???
– Isso, um cara de boné na pracinha do sul!
– Acho que cê viu errado
– Ah, pode ser, tava muito calor
Falei e cortei o assunto pra dar tempo pra ela.
Fez um silêncio enquanto a gente caminhava, logo mudei de assunto pra bomba cair de boa. Ela não sabia o que me dizer, aí entramos na estação e eu perdi ela quando fui carregar o bilhete, tava cheio de gente.
Umas hora e pouco depois, chegou uma mensagem no WhatsApp de um número que eu não tinha salvo.
– Cuidado com o que cê faz.
Não tinha foto de perfil, não sabia quem era.
Meu coração tava batendo forte, sabia que a bomba tinha onda de choque.
Não sabia exatamente como responder porque não sabia o que fazer com aquele poder, tinha muita coisa em jogo que não me envolvia pessoalmente.
– Ele ou ela?
Perguntei na lata, parecia óbvio perguntar quem é?
– Não é da sua conta
– Não?
Respondi curto e grosso, é um jeito foda de passar meu ponto de forma clara e direta, mostrando minha posição de vantagem.
Com medo de tudo parar por ali, fui um pouco mais e falei:
– Não falo com estranhos, vou continuar tirando fotos da paisagem, adoro os árvores da praça.
Aahh que encoxada que eu dei nela, a situação de atenção pra mim me encantava kkk
Bloqueei o número do WhatsApp e ficava rindo sozinho olhando a paisagem, meu amigo tinha ficado de lado.
À noite, recebi uma mensagem dela
-preciso falar com você
-ok, você e eu sem estranhos
-tem que ser amanhã na minha casa
-na sua casa?
-sim, à tarde não trabalho
-ok
uuhh minhas pernas tremiam, a excitação tinha ido pro caralho, na casa dela? ela é louca! e se ela me comer? Uuhh a excitação voltou na hora, as punhetas que eu tinha dedicado pra essa gostosa com essa raba!
fui dormir sem bater uma por precaução, no dia seguinte me barbeie, me perfumei e saí, era relativamente perto da minha casa da casa do meu amigo que seguia a vida dele como se nada.
Apertei a campainha com a incerteza de não saber o que podia rolar.
Ela vem me abrir, escuto ela andando pelo corredor que dá até o apartamento dela (tudo térreo), ela abre
-passa
passo em silêncio, ela anda na minha frente, tava com uma calça branca de tecido transparente e uma fio dental preta! Mesmo andando meio nervosa, mexia a bunda parecia que tinha tudo ensaiado!
-Quer beber algo?
-algo gelado tá bom
sento na cadeira tranquilo, ela me traz o copo e fala
-o que você vai fazer?
-não sei, na verdade fiquei bem impactado com a situação
-entendo, tem um monte de coisas que aconteceram que você não sabe
ela falou com firmeza marcando posição (indefensável) e depois de uma pausa curta me diz
-foi uma puta tesão do trabalho, nunca aconteceu com você?
-não
falei com vergonha e comecei a ficar vermelho, era meu ponto fraco e ela sabia
-me conta de você, das suas aventuras, nunca te vi com ninguém, tá guardando?
uuhh minha pika tava explodindo, que humilhação do caralho. Depois disso ela fala
-to te ouvindo
com um meio sorriso enquanto acendia um cigarro, sabia exatamente o que tava rolando, pra onde tava indo, e qual era meu papel.
-é Onde você quer ir? O que é que o que eu faço tem a ver com o que acontece?
falei tentando não gaguejar
— não fica nervoso por causa de uma pergunta
— não tô nervoso
— fala isso pra sua cara
ela se levantou e foi até a cozinha pra me mostrar bem a bunda empinada.
— vamos tomar um mate?
— bora
logo a situação desconfortável acalmou.
— quer umas bolachinhas?
— pode ser
— foi um lance de momento, uma tesão, não tamos passando pela melhor fase, isso é normal em casais, ele nunca te contou se ficou com alguém alguma vez?
— não
— e você nunca contou pra ele, vocês não falam sobre sexo?
— não
olhei firme pra ela, tentando me salvar de algum jeito, enquanto ela se regozijava por dentro, sabia muito bem que nunca tinha ficado com ninguém
— o que foi, é virgem?
perguntou com sarcasmo, nessa altura eu tava literalmente derrotado, minha cara era vermelha que nem um tomate
— o que foi?, ficou nervoso de novo?
— que isso...
— fiquei sabendo que você tirou fotos minhas
— e daí, não esperava pela situação
— e como ficaram?, me mostra?
mostrei as fotos do meu celular, minhas mãos tremiam, não conseguia evitar.
— que fotos feias
— porque tava escondido
— por que não tira agora?, tem coragem?
já tava derrotado, ela não falava comigo, falava com meu pau que não dava pra ver muito porque eu tava de jeans.
— vamos ver
falei me deixando levar pela excitação
ela se levantou e se ajoelhou na cadeira, olhando pra trás, e levantou bem a bunda pra eu tirar a foto, tirei umas 10 num segundo, depois ela sentou
— e como ficou?
— quer ver?
— que foto boa
logo o telefone dela tocou, ela foi rindo pro quarto, voltou e disse que tinha que ir.
eu rapidamente me levantei e falei que também tinha coisas pra fazer
ela me acompanhou até a porta com um sorriso de orelha a orelha e me despachou como se eu fosse um otário.
saí com uma sensação misturada entre humilhação e uma excitação danada, queria chegar em casa e bater uma com aquela foto.
depois de um tempo, recebo uma mensagem dela, era um vídeo curto onde eu tirava uma foto no cu dela dela!! filha da puta ficou me gravando.
ela falou
– fica tranquilo que não vou contar nada
– filha da puta
– não me xinga não, seu virjão de merda, vai bater uma punheta que disso você entende
a situação já tinha ido pro caralho
Se você curtiu o relato, pede a segunda parte nos comentários, valeu
3 comentários - El cornudo, la zorra y el virgen