Fala, galera! Tô de volta com vocês pra continuar contando o que rolou no resto do fim de semana que a minha esposa, Maria, passou com os amigos do meu filho: Raúl, Juan, Israel e Nacho. Eu tinha entregado a minha mulher pra eles, e os caras me mandaram um monte de fitas de vídeo com tudo que aconteceu.
Depois de ver o que rolou no sábado de manhã, fui comer em casa. Minha mulher não tava lá, tinha deixado a comida pronta pra mim. Comi o mais rápido que pude e voltei pro escritório.
Eu imaginava que o que faltava ver do fim de semana era pesado, pela mudança de atitude que contei no meu relato anterior que a Maria teve. Mas eu tava enganado, era muito mais do que eu esperava.
**SÁBADO À TARDE**
Depois do que aconteceu naquela manhã, os caras desceram pra preparar a comida enquanto a Maria tomava banho. Me estranhei ver a quantidade de líquido pras vacas que eles derramavam no prato da minha mulher, já que naquela manhã não tinham precisado. O Raúl me explicou na hora.
— "Gostou da sessão dessa manhã? Consegui que a frígida da sua mulher gozasse sem ajuda do líquido, o que você não conseguiu fazer em dezesseis anos de casados, eu consegui num instante."
Os outros riram com o comentário do Raúl, ele continuou falando.
— "Depois de comer, sua mulher vai ter uma surpresinha, por isso vamos esquentá-la, mas não vamos adiantar os acontecimentos..."
Nesse momento, a Maria apareceu na sala, nua como tinham mandado. Depois de comer, decidiram tomar uns drinks. Minha mulher achava que sabia o que viria depois, mas tava muito enganada. Quando já estavam bêbados, o Nacho foi pra outro quarto e ligou pro Raúl no celular, eu me perguntava o que estariam tramando. Quando desligou, o Raúl se virou pra minha mulher.
— "Era o porteiro da balada de ontem que achou minha identidade, devo ter perdido de noite quando a gente tava lá. Vamos buscar, você vai ficar aqui."
— "Mas... eu achava que..."
A Maria tava tão tesuda que só queria que a fodessem ela de novo.
— "Não se preocupa, putinha, a gente chega daqui a pouco." — disse Juan.
— "A gente vai levar teu carro. Você vai ficar na piscina até a gente chegar, vou fechar a casa pra você não ter a tentação de se vestir e fugir." — ordenou Raúl.
Eles sabiam que a última coisa que Maria faria era tentar ir embora, ela queria pica a todo custo, mas precisavam garantir que ela ficasse fora de casa pra dar a surpresa.
Enquanto Raúl e Juan falavam com minha mulher, Israel e Nacho deixaram uma das câmeras numa janela que dava pra piscina, camuflaram ela entre dois vasos de jeito que Maria não pudesse ver. A outra câmera levaram pro carro. Antes de ir embora, Raúl foi até a casa do caseiro; na porta tinha vários cachorros, mas não latiram porque conheciam Raúl. O cara bateu e o tal Manolo apareceu.
— "Oi, seu Raulzinho, o que cê quer?"
— "Oi, Manolo, a gente vai pra cidade e vai ficar fora a tarde toda, a moça que veio com a gente vai ficar na piscina. Ela tem um pouco de medo de ficar sozinha, então por que você não aproveita pra limpar a piscina e assim ela fica acompanhada? Não fala que fui eu que falei, porque ela não quer admitir que tem medo de ficar sozinha."
— "Tá bom."
Do carro, os outros gravavam a conversa; os olhos de Manolo brilharam quando Raúl falou aquilo. No dia anterior, ele tinha visto como comiam Maria, se masturbou vendo aquilo. Pela cara que ele fazia enquanto batia uma, dava pra ver que o que ele mais queria nesse mundo era minha mulher. Raúl devia ter percebido isso quando revisou os vídeos e pretendia entregar minha mulher pro caseiro. Eu achava que minha mulher não ia querer nada com um sujeito tão nojento, mas a segurança de Raúl me intrigava; o garoto começava a conhecer muito bem as reações da minha mulher em cada situação.
Depois, todos entraram no carro; quando acharam que estavam longe o suficiente, estacionaram o carro, pegaram a câmera e foram. correndo pra casa. Raúl sabia que Manolo ia tentar algo com a minha mulher, na vila ele tinha fama de putanheiro, além disso diziam que ele era bem dotado. Eles se esconderam atrás de uma árvore até Manolo sair de casa, pegou os utensílios pra limpar a piscina e foi pra lá. A câmera da janela captou como Maria tinha começado a se masturbar, os caras tinham deixado ela tão tesuda com o líquido que ela precisava se aliviar.
Quando Manolo não podia ver eles, correram pra cerca que rodeava a piscina. Se instalaram numa parte que era mais rala, dava pra ver e gravar tudo que rolasse lá. Manolo tinha se aproximado da espreguiçadeira da minha mulher, ela tava de olhos fechados e não tinha percebido a presença dele. O caseiro mexeu sem querer numa mesinha que tinha na piscina e Maria abriu os olhos de repente, deu um grito ao ver ele na frente dela. Não lembrava do Manolo do dia anterior, dava pra ver que ela achava que tava sozinha. Se cobriu como pôde com as mãos e xingou ele.
— "Quem é você? O que você quer?"
— "Sou o Manolo, o caseiro, e vim limpar a piscina."
Maria reconheceu ele do dia anterior.
— "Ah sim, já lembro de você. Não pode fazer isso outro hora?"
— "Não, depois tenho que dar comida pros bichos."
— "Tá bom, faz, mas não me olha porque cê vê que eu tô pelada e não posso entrar em casa."
Maria se deitou de novo na espreguiçadeira, ainda tava muito tesuda e o caseiro tinha atrapalhado a punheta dela. Tava muito calor, então Manolo tirou a camiseta pra fazer o serviço. Era um homem muito forte, porque trabalhava pesado no campo, tinha o peito coberto de pelo, mas mesmo assim dava pra ver os músculos. Embora fosse muito feio, parecia bem sujo e faltava a maioria dos dentes, Maria começou a imaginar coisas com aquele corpo. Se sentia confusa com os pensamentos, por outro lado tava sozinha, ninguém podia saber o que ela fazia, ou pelo menos era o que ela pensava porque tinha duas câmeras. gravando ela naquele momento, além dos caras que estavam de olho nela atentamente.
Maria imaginava como seria sentir as mãos fortes daquele homem sobre o corpo dela, não queria mais nada, só sentir as carícias dele. Sem pensar nas consequências, chamou ele.
— "Manolo, você se importa de passar creme nas minhas costas? É que com esse sol vou me queimar."
Manolo, bem surpreso, se aproximou dela.
— "Beleza."
— "Aqui está o creme."
Maria se virou. Achava que, como o cara era meio subnormal, dava pra lidar com ele, que não tinha nada de mais num simples massagem, e que ninguém nunca ficaria sabendo. Tava nesses pensamentos quando sentiu um arrepio ao sentir o creme na pele dela. Manolo começou a espalhar devagar pelos ombros e costas dela, roçando a lateral dos peitos dela sempre que podia. Em poucos minutos, Maria soltou um gemidinho involuntário. Ao ouvir isso, o caseiro decidiu partir pra ação e começou a descer as mãos até a bunda dela. Começou a tocar ela por dentro das coxas.
Não podia acreditar, ali estava minha mulher se deixando apalpar de propósito pelo cara mais nojento que já vi na vida, e o pior de tudo é que ela tava gostando daquilo. Maria abriu um pouco as pernas, convidando ele em silêncio a ir mais fundo. Manolo não hesitou e começou a roçar a buceta dela descaradamente.
Manolo virou minha mulher e passou uma quantidade grande de creme na barriga dela. Maria não dizia nada, tentava fingir que a intenção era só passar creme e que o caseiro só tava fazendo aquilo, era uma situação absurda porque os dois sabiam que era mais que isso, embora fosse o jeito que minha esposa tinha de tentar calar a consciência dela.
Manolo espalhava devagar o creme na barriga da minha mulher, foi subindo até os peitos dela. Antes de tocar eles, olhou Maria na cara, a expressão que minha mulher tinha era de súplica, queria que o caseiro continuasse com o trabalho dele. O cara começou a passar creme nos peitos, no começo ele fazia com delicadeza, mas ia aumentando a pressão aos poucos, dos mamilos eretos da minha mulher escorriam pequenas gotinhas de leite. Uma das mãos do rapaz desceu até a entreperna da María, enfiou um dos dedos grandes na buceta dela enquanto com a outra mão continuava apertando alternadamente os peitos enormes da minha esposa, os mamilos dela começaram a soltar jorros de leite materno, ela estava entregue às carícias do caseiro.
María estava prestes a explodir, Manolo enfiou outro dedo dentro da vagina dela, minha mulher mexia os quadris tentando se esfregar nos dedos do caseiro, pouco depois explodiu num orgasmo imenso, um daqueles orgasmos da minha mulher, molhando tudo. Manolo ficou alucinado com a quantidade de líquido que saía da María, decidiu arriscar tudo. Levantou-se e baixou as calças, não estava de cueca. O que vi a seguir eu não acreditava, nunca tinha visto um pau de tamanho parecido, devia ter uns 28 cm e era bem grosso, parecia o de um cavalo. "Esse cara seria um rei do pornô se não fosse tão burro", pensei. Mas não era só eu que estava alucinando, minha mulher estava de boca aberta com uma expressão de espanto brutal. Raúl pegou a câmera e falou:
-"Você viu a ferramenta que o Manolo tem? No povoado dizem que nenhuma puta quer foder com ele, têm medo de que ele parta elas no meio."
-"Sua mulherzinha vai se divertir pra caralho." Disse Nacho.
-"Puta gostosa, quer foder o caseiro, olha como ela fica olhando pro pau dele. A bobinha acha que está sozinha em casa e perdeu a vergonha." Disse Juan.
María continuava alucinando com o tamanho daquele pau. Estava totalmente duro e cheio de um monte de veias grossas. Não acreditava que aquela geringonça entraria dentro dela, só tinha fodido com garotos e comigo, nossos paus não tinham nada a ver com aquela monstruosidade, mas era tanto o desejo de senti-lo dentro que ela esqueceu de tudo.
-"Me fode, Manolo! Manolo se ajoelhou e apontou a pica dele pra minha mulher. Ela protestou.
— "O que cê tá fazendo! Coloca uma camisinha!"
Manolo começou a rir e disse:
— "Eu não tenho, você tem?"
Maria percebeu que ele tinha razão, os caras tinham as camisinhas em casa e ela não podia entrar.
— "Então vamos ter que parar por aqui."
Ao ouvir essas palavras, o caseiro se enfureceu.
— "Parar! Você gozou, sua puta gostosa, e agora é minha vez. Se não quiser que eu te coma na buceta, vou te comer no cu, você escolhe."
Ao ouvir isso, minha mulher ficou branca. Não ia dar pra ele sem camisinha porque não queria engravidar, tava ovulando e era perigoso. Também não podia deixar ele meter no cu, ia arrebentar ela com aquele troço. Tentou apelar pro chantagem.
— "Eu falei pra parar, ou você prefere que eu conte pro Raúl e ele te mande embora?"
O que Maria não sabia é que essas palavras iam se virar contra ela.
— "Fala isso pra ele, foi você que pediu pra eu te dar creme, eu não fiz nada. Além disso, como é que você vai explicar que sabe que seus peitos tão cheios de porra e que você se mija toda quando goza?"
Percebi que o tal Manolo não era tão burro quanto parecia. Minha mulher deve ter pensado a mesma coisa, tava presa pelas circunstâncias. Não queria que Raúl e os outros descobrissem porque iam ter ela na mão pra sempre. Ela desceu da espreguiçadeira, colocou uma toalha no chão, ficou de quatro e, oferecendo o cu pro caseiro, disse:
— "Faz com cuidado, por favor."
Era a situação mais excitante que eu já tinha visto. Minha mulher tava disposta a deixar meter no cu por uma pica de tamanho fora do normal pra ninguém descobrir o que ela tinha feito, mas a ação dela ia ser inútil, porque tanto os caras quanto eu estávamos vendo tudo e nos masturbando com o espetáculo.
Manolo começou a passar creme no cu de Maria, enfiou um dos dedos, sorriu ao perceber que ela não era virgem por ali, ainda tava dilatada daquela manhã com os caras. mas o que vinha a seguir não tinha nada a ver com o que aconteceu de manhã. Ele colocou a cabeça do pau na entrada do cu dela e, com um empurrão forte, enfiou a rola até a metade.
- "Aaaaaaahhhhhhhhhhhhh...!"
O grito da minha mulher foi dilacerante.
- "Tá gostando?... hein, puta?" Disse Manolo com sarcasmo.
Com outro empurrão, enfiou até o talo. Os olhos da Maria pareciam que iam saltar das órbitas. Ela se agarrava com toda força na toalha e tentava puxar grandes bocadas de ar, tava sem fôlego. Manolo esperou um momento parado pra minha mulher relaxar, quando ela fez isso, ele agarrou ela forte pelo cabelo e começou a foder ela que nem um bicho, nunca tinha visto ninguém meter tão forte. A Maria soltava lágrimas de dor. Manolo ria enquanto zoava ela.
- "Toma, gostosa velha!"
Maria tentava aguentar estoicamente, mas a dor começava a ficar insuportável. Manolo continuava com as provocações.
- "Tá gostando, mamãe? Sempre quis comer o cu de uma dessas madames da cidade."
Maria esperava que ele gozasse logo, mas nada. Já fazia dez minutos que ele tava sodomizando ela e nem tinha diminuído o ritmo. Maria pediu clemência.
- "Tira, por favor."
Ao contrário do que eu pensava, Manolo tirou na hora. Maria desabou que nem um defunto na toalha. Manolo virou minha mulher, abriu as pernas dela e apontou o pau pra entrada da buceta dela, antes de meter perguntou:
- "Você decide?"
Maria hesitou por um instante, não ia aguentar mais a enrabada e Manolo não parecia que ia gozar tão cedo.
- "Tá bom, faz. Mas goza fora. Tô ovulando."
Manolo começou a rir. Minha mulher entendeu o que aquela risada significava, o coroa não tinha intenção nenhuma de gozar fora.
Parecia que o tempo tinha parado. Os caras esperavam impacientes pela decisão da Maria, eu, por minha vez, tava pasmo. Os filhos da puta tinham planejado tudo. Boa jogada. Minha mulher tinha que tomar uma grande decisão: continuar passando pelo suplício de ser sodomizada ou se arriscar a engravidar de um sujeito daquele, o que era bem provável já que ela estava ovulando.
Passaram quase cinco minutos até que minha mulher abriu ainda mais as pernas, convidando ele a foder ela na buceta. Fez isso com lágrimas nos olhos, pois sabia as consequências que poderia trazer. Manolo pegou as pernas dela e colocou sobre os ombros, buscando uma posição onde a penetração fosse máxima. Depois, sem nenhuma delicadeza, meteu até o fundo.
No começo, Maria reclamava um pouco, mas os efeitos do líquido a mantinham quente e faziam com que sua buceta jorrasse grandes quantidades de sucos, facilitando a penetração. Ela começou a se acostumar, depois veio a excitação. A cabeça dela a atormentava com a ideia de que ia engravidar, mas o corpo dela curtia aquela pica enorme. Ela teve um orgasmo. Manolo, ao notar a quantidade de líquido saindo da buceta dela, começou a rir. O cara era nojento, quase não tinha dentes. Ele continuava metendo violentamente, era humilhante, mas Maria já não podia fazer nada, só gemia.
Durante os trinta minutos seguintes, continuaram assim. O filho da puta tinha uma resistência impressionante. Maria começou a ter uma sequência de orgasmos, um atrás do outro, sem parar. De repente, Manolo deu um grunhido brutal e começou a despejar todo o esperma dentro da minha mulher. Maria nem protestou, estava exausta de tanto orgasmo e já tinha aceitado que tinha sido vencida. Manolo ficou descansando apoiado nela, ainda na mesma posição, com os pés na altura da cabeça. O caseiro queria que a porra dele chegasse a todos os cantos da minha mulher.
Ficaram assim por mais meia hora. A toalha estava totalmente encharcada com as gozadas de Maria. Minha mulher olhava para o infinito, a expressão dela era uma mistura de remorso e satisfação. o tal do Manolo tinha conseguido saciar ela. O caseiro recuperava as forças bebendo a porra dos peitos da minha esposa. Depois desse tempo ele se levantou, e ao fazer isso, da buceta da minha mulher saíram jorros de porra misturados com fluidos vaginais. O caseiro se vestiu e deixou ela largada ali.
A Maria dormiu do jeito que estava por uma hora. Os caras comentavam a jogada. Como sempre, o Raúl foi o primeiro a falar.
— "A putinha deixou o Manolo esvaziar toda a porra dentro dela. Com certeza deixou ela prenha!"
— "É, e ainda por cima tava gostando." Apontou o Israel.
— "Vamos acordar ela, sabe a quantidade de coisas que a gente pode obrigar ela a fazer? A gente tem um vídeo dela fodendo sem ninguém obrigar, a gente não aparece e ainda fez sem camisinha." disse o João.
O Raúl ficou pensativo por uns instantes, depois falou de novo.
— "Isso é verdade, mas a gente vai se divertir mais se deixar ela se sentir segura. Por enquanto, deixa ela pensar que a gente não viu nada, a gente continua agindo do mesmo jeito."
Todos concordaram.
Eu não sabia o que eles planejavam fazer, mas me dava medo. Os vídeos eram super excitantes, mas eles estavam passando dos limites. Eu pensava que só eles comiam ela, mas ela já tinha dado pra meio mundo e pro caseiro, e ainda por cima esse último tinha feito sem camisinha e depois deixado ela numa posição que favorecia a concepção.
Quando a Maria acordou, demorou uns segundos pra lembrar da situação. Ela pensou que era uma sorte os caras não terem chegado. Pendurou a toalha numa corda pra secar e pulou na piscina. Esfregou tudo que pôde pra limpar os restos que ficaram no corpo daquela sessão de sexo. Foi pra espreguiçadeira esperar a chegada dos caras, e começou a chorar.
Minha pobre esposa tinha perdido os efeitos do líquido e do álcool, começava a pensar com clareza. Ela percebeu o que tinha feito e se sentia culpada. Quando ouviu o carro chegar, secou as lágrimas e assumiu uma Postura de tranquilidade.
Os caras disseram pra ela que tinham tomado umas cervejas na cidade e por isso se atrasaram. Ela disse que tinha dormido a tarde quase inteira. Entraram em casa, minha mulher andava com dificuldade, os moleques se fizeram de besta e não falaram nada.
Era tarde, fui pra minha casa. Maria tava me esperando com a janta pronta. Comemos praticamente sem trocar uma palavra e fomos dormir. Eu só queria que o dia seguinte chegasse pra ver como os caras iam aproveitar a nova situação deles. De manhã, fui pro escritório e coloquei a fita de onde parei...
SÁBADO À NOITE
Quando a noite caiu, eles jantaram alguma coisa. Ao sentar na mesa, a expressão de dor da minha mulher foi terrível, ela tava com a buceta dolorida da enrabada que o Manolo deu. Depois da janta, foram ver TV. Maria tava pelada como sempre, esperando a próxima prova que os caras iam fazer ela passar. Eles, por outro lado, tavam mais excitados que o normal. Serviram uns drinks, sem líquido nem nada, só pelo prazer de tomar uma dose depois da janta. O da minha mulher quase não encheram, queriam que ela ficasse bem lúcida pro que ia rolar. Raúl começou a falar com Maria.
— "Olha, Maria, eu sei que você mentiu pra gente sobre o que aconteceu aqui essa tarde."
Minha mulher ficou pálida ao ouvir as palavras do Raúl. Não sabia o que responder.
— "Eu... eh... falei a verdade pra vocês..."
Raúl deu um gole no copo dele, devagar, sabendo que tinha um trunfo na manga. Depois disse:
— "Vou te dar uma chance. Se você contar tudo o que aconteceu, a gente vai ser bonzinho com você. Se não, você vai se foder."
Maria não sabia o que fazer. Pensou que o caseiro tinha dito alguma coisa pra eles, mas por outro lado, podia ser um blefe. Ela não tinha se separado deles a tarde toda e não viu eles falarem com o Manolo. Criou coragem e disse:
— "Eu te falei que dormi."
Depois de ouvir isso, Raúl colocou o vídeo do que tinha rolado naquela tarde. Enquanto assistiam às imagens, ele começou a falar calmamente. Maria estava muda.
— "Nós fomos bons com você, cumprimos tudo o que prometemos. Você pediu pra gente te comer com camisinha, e a gente fez. Preparamos sua comida, tratamos você como uma rainha. Você, por outro lado, esperou a primeira chance que teve pra dar pra outro sem a gente saber, e ainda foi com o idiota da cidade, sem camisinha. Você tirou sarro da gente, merece um castigo."
Raúl tinha feito o papel de policial mau perfeitamente. Minha mulher estava tão confusa quanto assustada. Eles tinham um vídeo dela que podiam usar, sem nem se incriminar, porque não apareciam nele. Aproveitando a vantagem, Raúl se despiu, jogou minha mulher no tapete, colocou ela de quatro e se preparou pra foder ela.
Maria tentou protestar porque ele não estava de camisinha, mas antes que ela abrisse a boca, Raúl já tinha enfiado tudo de uma vez. Ela sabia que não podia mais dizer nada, depois do que aconteceu à tarde, estava totalmente à mercê dele. Se não tinha engravidado à tarde, ia engravidar à noite, era inevitável. Raúl metia nela como um selvagem, estava fora de si, apertava os peitos dela com força, adorava ver o leite escorrendo deles. Ele tinha uma expressão de ódio indescritível, já não precisava mais do consentimento de Maria pra nada que quisessem fazer com ela, não precisavam drogar ela, não precisavam se comportar bem. Ela não conseguia ver o rosto dele por causa da posição, mas eu sim, e pela expressão dele sabia que Raúl não ia se contentar só em foder ela sem camisinha.
Minha mulher recebia as investidas de Raúl, parecia ausente, pensando em como tinha chegado naquela situação, sem encontrar resposta. A única coisa que tirava ela dos pensamentos era a dor que sentia nos peitos, o filho da puta do Raúl estava se esforçando de propósito. Depois de um tempo, ele gozou dentro dela. Israel, Nacho e Juan também comeram ela, um atrás do outro. De todos, todo mundo queria deixar o próprio gozo dentro da Maria. Ela não curtiu nada, sentia cada jato de esperma invadindo ela, além de não estar excitada e ainda terem deixado os peitos dela bem doloridos de tanto apertar.
Depois disso, Raúl foi pra outro quarto, dava pra ouvir ele falando no telefone, não dava pra entender o que ele dizia, mas sabia que não estava tramando nada de bom. Depois disso, ele voltou pro quarto e mandou a Maria vestir as roupas do dia anterior: minissaia, top, botas e se maquiar de novo como uma puta. Ela não queria fazer aquilo, na outra noite era diferente, ela tava bêbada e excitada. No fim, ela teve que ceder às ameaças do Raúl: ou se vestia daquele jeito, ou mostrariam o vídeo do Manolo.
Todos saíram pro carro, Raúl ficou na casa. Ele pegou o saquinho de cocaína do dia anterior e colocou dentro de uma bolsa da mãe dele que tinha na casa, também colocou maquiagem, lenços e outras coisas pra parecer uma bolsa de mulher normal. Depois, falou pra câmera.
— "Olá, cuck. Você deve estar se perguntando pra quem liguei e o que pretendo fazer com a cocaína. Então, vou te contar. Preparamos outra aventurinha pra sua mulher. Tenho um primo na cidade, o coitado não tem muito sucesso com as minas, e pensei em deixar ele comer sua mulher. Como ele vai fazer? Vai ser uma surpresa."
Dito isso, ele se juntou aos outros, mandou a Maria levar aquela bolsa, que assim parecia mais puta. Deixaram minha mulher dirigir. Estavam indo pra cidade do dia anterior quando encontraram um carro com uma sirene no teto, era um carro normal. Um homem mandou eles pararem. Maria parou o carro e abriu a janela. O cara se aproximou e mostrou um distintivo, dava pra ver de longe que não era um distintivo de verdade, mas minha mulher não percebeu. Sem que a Maria visse, Raúl piscou um olho pro suposto policial, tava claro que o cara era o primo do Raúl. Ele mandou eles entrarem numa estrada lateral.
Ao ver ele, entendi por que ele não tinha sucesso com as mulheres. Devia ter uns vinte anos, era estatura mediana e muito gordo, além disso o rosto dele estava cheio de espinhas. Ele voltou para o carro e se abaixou na janela e disse:
- "Agente López. Documentação."
Maria entregou a carteira dela e os documentos do carro. Ele voltou a falar.
- "Desçam do carro!"
Todos desceram sem dizer nada, Nacho deixou a câmera apontando para fora. "López" começou a revistar o carro, estava claro que sabia onde estava a coca. Tirou a bolsa e, mostrando o saquinho que tinha encontrado, se dirigiu à minha mulher.
- "O que é isso?"
Maria ficou pasma.
- "Não sei, agente."
- "Eu vou te dizer, senhora, é cocaína. Você vai se ferrar bonito por causa disso."
Maria ficou paralisada, tentou se virar.
- "Mas não é minha, a bolsa não é minha, eles me deram..."
Ele interrompeu na hora.
- "Não fala besteira, é a única mulher no carro, a bolsa é sua. Além disso, o carro está no seu nome, a responsabilidade criminal é sua de qualquer jeito. Vou ter que revistar vocês."
O policial começou pelos meninos, revistou eles rapidinho. Depois se aproximou da minha mulher.
- "Mãos no capô e pernas afastadas."
Maria estava apavorada, não sabia o que o agente pretendia, além disso não tinha muito o que revistar. Ele levantou a saia dela, babando ao ver que ela não estava de calcinha. Minha mulher se irritou.
- "O que você está fazendo? Quem você pensa que é?"
- "Olha, vou ser sincero: ou você colabora, ou vou te dar uma multa que vai te deixar careca."
Ela não entendia como Maria não percebia que aquele cara não era policial. Talvez estivesse preocupada com as consequências da multa, pensando no que eu diria se ela levasse aquela multa, além disso tinha caído na real de que o "remédio para a cabeça" que deram pra ela no dia anterior era coca e ela tinha consumido. Pra piorar, ela supostamente tinha ido a um enterro, não conseguiria explicar a situação. A única alternativa dela era se deixar levar pelo policial.
O cara por trás desamarrou os cordões do top da Maria, deixando os peitos dela à mostra. Começou a apalpar eles, cada ação acompanhada de um comentário que humilhava minha mulher: "Tem porra nos peitos, temos uma mamãezinha aqui", dizia o filho da puta. Depois, levantou a saia dela até a cintura e começou a explorar a buceta: "Tem resto de sêmen, já sei o que rola aqui. Esses moleques contrataram uma puta, e você trabalha nisso pra sustentar seu filhinho e pagar seu vício em drogas." Maria estava vermelha de raiva, e o pior de tudo é que tinha que aguentar. O "agente López" adorava deixá-la furiosa. Depois de explorar a buceta dela, enfiou um dedo no cu. Minha mulher gritou de dor — o caseiro tinha arrombado ela bem naquela tarde. "Também te deram no rabo, olha só, temos uma rabuda de primeira." Maria não aguentou aquela humilhação, se virou e cuspiu na cara dele. O cara ficou mais excitado do que bravo: "Muito bem, puta, você quem quis. Já tinha terminado a revista e ia embora, mas agora você vai ver."
Tava claro que o "agente López" não ia embora, mas queria deixar Maria furiosa antes de pegar ela — e conseguiu. Ele se jogou em cima da minha mulher com todo o peso, ela caiu no capô do carro, os peitos doloridos amorteceram a queda. Ele queria meter no cu dela, mas ela resistia com força e não deixava. "Se vocês não querem que eu enquadre vocês também, segurem essa puta pra mim", gritou ele. Tava dando abertura pra eles participarem. Os caras não pensaram duas vezes: Juan e Nacho seguraram cada uma das pernas da minha mulher, enquanto Raul e Israel tentavam manter ela imóvel.
Maria resistiu o quanto pôde até as forças abandonarem ela. O gordo filho da puta aproveitou pra enfiar no cu dela. Não era muito grande, mas no estado que o cu da minha pobre mulher tava, era como se tivessem enfiando a maior rola do mundo. Ela gritava de dor.
— "Ahhhhhhh... seu filho da puta, você tá me rasgando..."
As reclamações da minha mulher deixavam ele ainda mais excitado. Ele esfregava o rosto cheio de espinhas no da minha mulher, tentando beijá-la. Maria não deixava, ele se contentou em passar a língua pelo rosto dela enquanto dava os últimos empurrões.
— "Toma, sua puta de merda!" — disse enquanto gozava.
Maria ficou estendida sobre o capô do carro. O suposto policial se vestiu, deu 100 euros disfarçadamente pro Raúl e foi embora. Os outros comentavam animados a cena.
— "Bem feito, por ter nos enganado essa tarde." — Disse Juan.
— "Por que vocês não me ajudaram?" — Perguntou Maria entre lágrimas.
Raúl, depois que o primo foi embora, acariciando o rosto de Maria, disse:
— "Não dava, ele é policial. Anda, se veste e vamos pra cidade. Tomar uns drinks e voltar pra casa, por hoje você já aguentou o bastante."
Quando vi tudo aquilo, fiquei muito surpreso. A gente não tinha falado em estuprar ela, eu achava que tínhamos feito um trato, mas eles estavam rindo de mim de novo. Por causa da minha excitação, parecia que eu tinha esquecido o tipo de gente que eles eram. Na verdade, foi bem feito eu ter entregado minha mulher pra uns pervertidos. Embora eu não entenda o porquê, quanto mais nos humilhavam, mais eu ficava excitado.
Minha mulher se acalmou um pouco, achando que por aquela noite já tinha acabado. Eles foram pro balada da moda na cidade. Era um lugar onde álcool e droga são comuns, todo mundo tinha uns vinte e poucos anos e se vestia de jeitos bem diferentes e estranhos. Antes de entrar, esconderam a câmera na bolsa da Maria, que tinha um buraco pra gravar o que rolava, e pra ela não perceber, o Nacho carregava a bolsa num jeito de galã. O Raúl ia subornar o porteiro pra deixar eles entrarem, dessa vez não por causa da minha mulher, mas porque eles não tinham idade. Mas dois caras que estavam perto da porta deixaram eles passar sem problema, deviam ser os donos do lugar.
Lá dentro, foram pro balcão e pediram uma rodada. O pessoal olhava estranho, não pelo visual da minha mulher, que era típico de uma balada daquelas, mas pela idade deles. Minha mulher se conserva bem, mas dá pra ver que já tem seus anos, e os caras parecem uns adolescentes imberbes. Eu me perguntava o que eles estariam tramando, sabia que não iam só tomar uns drinques.
Depois de algumas doses, Maria começou a relaxar. Já fazia um tempão que estavam no bar e os caras não tinham forçado nada. Quando o Raúl percebeu que ela tava bêbada o suficiente, chamou ela pra dançar. Subiram num palco e começaram a se mexer. Minha mulher tava tão confiante que devia ser a única no bar que não percebeu que não tava de calcinha. O pessoal lá embaixo tava ficando doido vendo a buceta peluda da minha esposa. Quando o Raúl se certificou de que todo mundo sabia que a Maria não tava de calcinha, falou com ela e foi embora. Acho que disse que ia pegar uns drinques, porque ele apontou pro copo vazio enquanto conversavam.
O que tinha que acontecer, aconteceu. Logo depois que o Raúl voltou pro balcão, os dois que estavam antes na porta subiram no palco. Eram aqueles típicos metidinhos de academia, com as camisetas apertadas, bem grandes, um loiro e o outro moreno. Começaram a dançar com a Maria, um na frente e outro atrás. Ela tava bêbada e parecia orgulhosa de dois caras de vinte e poucos anos, tão gostosos e fortes, estarem interessados nela. Achava que não tinha nada de mais em dar uma dançadinha. Além disso, pareciam gente boa, porque nem encostavam nela enquanto dançavam.
Devem ter oferecido uma dose pra ela, porque foram pra outro balcão no fundo do lugar. A Maria ia dar um tempo do Raúl e dos outros, se sentia segura perto dos donos do bar. Os caras se aproximaram um pouco do lugar onde estavam, escondidos atrás de uma coluna, gravando sem serem vistos. O loiro entrou no balcão e serviu uns drinques, depois mandou o garçom embora e fechou o balcão, voltando na hora pra perto da Maria e do parceiro dele. Na sequência, os dois caras começaram a apalpar a Maria. No começo, eram só umas carícias inocentes, mas aí o moreno desabotoou ela. Os cordões do top, tentava liberar as tetas lindonas dela. Minha mulher, ao perceber que estavam indo longe demais, tentou fugir, mas ficou presa entre o balcão e os dois armários de músculo. O que tentava liberar as tetas dela conseguiu o objetivo, o loiro tinha levantado a saia dela e tava apalpando a buceta dela.
Ficaram assim por um tempo, ela tentava pedir socorro, mas o loiro tampava a boca dela com a mão. Arrastaram ela pra umas escadas, entendi que tavam levando ela pra um camarim. O moreno subiu ela praticamente arrastando, o outro ficou vigiando na escada pra ver se alguém tinha visto. Os caras se aproximaram dele. O sujeito ficou furioso ao perceber que eram os mesmos que estavam com a Maria antes.
— "O que vocês querem, pivetes?"
Raúl tomou a palavra, não entendia como um moleque de quinze anos conseguia lidar tão bem com essas situações.
— "Sei que vocês subiram aquela gostosa pra um camarim."
— "Isso não é da sua conta, garoto." Respondeu o bombado.
Raúl fez uma proposta irrecusável:
— "Escuta, essa mina é uma foxy de verdade, meus amigos e eu estamos comendo ela, a chantageamos ameaçando contar pro marido se ela não fizer tudo que pedimos. Não ligamos se vocês comerem ela, pelo contrário, queremos que façam isso. Só queremos olhar."
O cara ficou puto.
— "Quem você pensa que é? Escuta, imbecil, vamos arrebentar essa puta e vocês vão esperar aqui, gostando ou não, entendeu?"
A resposta do Raúl foi foda.
— "Não, escuta você. Ou deixa a gente olhar ou eu chamo a polícia agora. Você decide, pode ir pra cadeia por estupro ou pode estuprar essa mamãe gostosa impunemente, quanto mais pesado melhor. Te garanto que ela não vai denunciar, a gente tem ela na mão."
A cara de choque do cara dizia tudo, não teve escolha a não ser aceitar. Subiram as escadas, o camarim era tipo uma suíte de hotel, tinha uma sala na entrada e um quarto com banheiro no fundo. Uma porta de correr. separava a sala do quarto. Quando os caras entraram, se esconderam atrás de um sofá e o maromba trancou o reservado, depois apagou a luz da sala e fechou a porta de correr, deixou ela entreaberta pra eles verem tudo. Os moleques saíram do esconderijo e se aproximaram com a câmera da porta, se lambendo só de pensar no que ia rolar, sabiam que alguém tentaria comer a Maria ao ver ela sem calcinha, mas tinham dado muita sorte de serem os donos, podiam olhar de boa. Eu, por minha vez, tava tão furioso quanto excitado, eles estavam passando dos limites, eram uns diabinhos brincando de ser Deus com a minha mulher, ela não merecia isso. Mas já não dava pra fazer nada, aquilo já tinha acontecido, eu tinha duas opções: ver ou desligar a TV. Desabotoei a calça e comecei a bater uma.
O outro cara tava brigando com a Maria no quarto, arrancou a blusa dela com um puxão forte, deixando os peitos dela no ar. Minha mulher gritava sem adiantar nada, ninguém ia ouvir ela com o som do bar tão alto. O que tinha falado com o Raúl sussurrou algo no ouvido do outro, tava contando tudo. Quando terminou, os dois se jogaram em cima da Maria. Ela lutava que nem uma fera, tentando evitar o inevitável.
Os gritos da Maria eram de arrepiar, o moreno deu um tapa nela e jogou ela de costas.
— "Já tô de saco cheio dos seus gritos, sua putinha!" — ele falou enquanto batia nela.
O loiro tirou de uma gaveta um rolo de fita isolante, dois pares de algemas e umas cordas. Parecia claro que minha mulher não era a única que esses dois estupravam.
— "Você é uma vagabunda selvagem? Então a gente vai te domar."
Falando isso, tamparam a boca dela com a fita isolante, depois algemaram ela na cabeceira da cama com uma das algemas. A Maria tava em pé perto da cama, nua da cintura pra cima, vestida só com a minissaia curta e as botas pretas de salto alto. Ela tava tremendo, com as mãos presas na cama. e estava à mercê deles. Mesmo assim, resistiu como pôde pra não tirarem a minissaia dela, mas no fim não conseguiu evitar.
Os dois caras tiraram os cintos e começaram a açoitar ela. Maria se contorcia de dor. Levava chicotadas pelo corpo todo, mas principalmente nos peitos e na bunda. Tentava gritar, mas não conseguia com a boca tampada, a única coisa que podia fazer era chorar. Quanto mais ela sofria, mais esses bárbaros se divertiam. Os garotos olhavam atônitos do esconderijo, todos com uma cara de choque total, não esperavam por aquilo. O único que tinha outra expressão era o Raúl, a cara dele refletia felicidade — aquele moleque de quinze anos era um demônio de verdade.
Depois de alguns minutos, Maria parou de se debater. A bunda e os peitos dela estavam completamente vermelhos, o resto do corpo mostrava uma marca ou outra de chicotada. Finalmente, as pernas dela cederam e ela desmaiou, ficou pendurada na cabeceira da cama. Tinham domado ela.
Os dois homens se despentiram, os paus deles eram de bom tamanho, embora todos parecessem pequenos perto do de Manolo. Soltaram ela, tiraram a fita isolante da boca dela e colocaram ela na cama, ela não se mexia. Sentaram ela com as costas apoiadas na cabeceira. Era uma cabeceira antiga, com barras de ferro, o que permitiu imobilizar ela completamente. Algemaram as mãos dela em cruz, depois passaram uma corda entre as barras e a cintura, e outra entre as barras e o pescoço da minha mulher.
Nessa posição, minha mulher tava à mercê do que quisessem fazer com ela. Depois pegaram os cintos deles e fecharam nos peitos de Maria, deixando eles presos. Ela acordou quando começou a sentir dor nos peitos. Quando se viu amarrada naquela posição, começou a gritar, tentava se debater, mas tava bem presa e mal conseguia mexer um músculo. Eles puxavam devagar a ponta solta de cada cinto, parecia que os peitos da minha mulher iam explodir.
— "Me soltem!" — dizia a pobre Maria enquanto se contorcia de dor.
Pequenas gotas de porra começavam a escorrer dos mamilos da minha esposa. Ao ver isso, os dois homens começaram a zoar ela.
— "Cê gosta que a gente tire seu leitinho, mamãe?"
— "Parece uma vaca leiteira. Vamos ordenhar essas tetonas gordas. Vamos espremer até a última gota."
O moreno deu um puxão forte no cinto dele, e um jato de porra saiu disparado da teta da Maria.
— "Aaaaaaaiiiiiii...! Por que vocês tão fazendo isso comigo?" — reclamou Maria amargamente.
A resposta foi um puxão no outro cinto, com o mesmo resultado. Maria começou a pedir socorro desesperadamente. Os dois caras começaram a apertar os cintos sem parar nas tetas doloridas da minha mulher, e a porra dela começou a jorrar. Eles sorriam enquanto Maria continuava se contorcendo, tentando se soltar inutilmente daquele suplício. Em poucos minutos, os peitos dela pararam de jorrar porra, por mais que eles apertassem, não saía nada — tinham deixado ela seca.
O que aqueles sátiros estavam fazendo com minha mulher era demais, estavam aplicando todo tipo de tortura nela, os gritos dela eram de partir o coração. Definitivamente, o jogo tinha escapado das minhas mãos. De qualquer forma, não consegui tirar os olhos da televisão nem por um minuto; sentia remorso por me excitar com aquilo, mas essas coisas não dá pra evitar.
Os caras tinham se masturbado com a cena. Eles curtiam sem nenhum peso na consciência, principalmente o Raul. Quanto mais forte era o que acontecia com a Maria, maior era a satisfação dele — o fim de semana estava saindo perfeito pra eles.
Depois de um tempo, soltaram ela. Quando Maria ficou livre das amarras, nem tentou fugir; as forças tinham abandonado ela, e ela caiu desabada na cama. Colocaram o travesseiro debaixo da barriga dela, deixando a bunda da minha mulher totalmente exposta. Ela estava tão cansada e dolorida que nem percebia nada. O loiro dos dois se posicionou atrás, se preparando pra meter no cu dela. Enfiou a ponta no cu da María deu um pulo.
— "Isso não, faço o que vocês quiserem, mas não me comam pelo cu, doi pra caralho." María estava com o cu tão dolorido que topava qualquer coisa pra não ser penetrada de novo.
— "Tá bom, então vai me chupar que nem uma profissional." disse ele, tirando a rola da minha mulher.
— "Vou chupar, faço o que for." respondeu minha mulher, aliviada ao sentir que tiravam ela de lá.
Naquele instante, o cara meteu com força, pegando María desprevenida.
— "Filho da puuuuuuuuta...!" gritou minha mulher.
Ele batia com tudo, tava destruindo ela.
— "Vai, gostosa, rebola!" falava enquanto continuava comendo minha mulher.
Pegou o cinto e começou a bater nela de um lado pro outro, igual os cowboys no cavalo nos filmes de faroeste, gritando pra ela se mexer. María se mexia o quanto dava, mas pro loiro não bastava, e ele seguia açoitando. Finalmente gozou e deixou o peso cair em cima de María, descansando nela.
Quando ele saiu, o moreno arrastou minha mulher até a beirada da cama. Foi enfiando devagar pelo cu, e quando tava toda dentro, se levantou. Tinha María empalada, segurava ela pelas coxas, e ela se agarrava no pescoço do estuprador pra não cair. Ele chegou perto da porta pros caras verem de pertinho. A buceta da minha mulher tava toda aberta, a cara dela desfigurada, enquanto o moreno subia e descia ela que nem um boneco. Ela não conseguia ver eles porque tava na penumbra, mas eles podiam curtir a visão na primeira fila.
Quando o homem gozou, largou María de novo na cama e falou:
— "Você tem cinco minutos pra vazar. Se não, a gente recomeça."
Ouvindo isso, os caras saíram sem fazer barulho. Subiram no carro pra esperar María, fingindo que tavam dormindo, como se já tivessem esperando há um tempão. Em cinco minutos exatos, minha mulher apareceu. O estado dela era lastimável, a blusa rasgada e mal dava pra esconder os peitos, o Cabelo todo bagunçado e a maquiagem tinha borrado.
— "Onde você estava, puta?" — Foi assim que Raúl a recebeu.
— "Fui estuprada! Precisamos ir à delegacia denunciar." — Disse Maria, agitada.
— "Não podemos fazer isso. O policial de antes pode estar na delegacia, além disso, se fizermos isso, seu marido vai descobrir o que você andou fazendo no fim de semana." — Respondeu Raúl novamente.
Maria ficou pensando por uns instantes, sabia que Raúl tinha razão, o que ela não sabia era que o policial não era policial e que o marido dela não só sabia o que tinha acontecido, como era cúmplice. Finalmente, aceitou o conselho de Raúl e foram para casa, já estava amanhecendo.
Olhei o relógio, era muito tarde, quase tinha passado da hora do almoço. Fui rapidamente para casa. Maria me perguntou por que demorei, eu disse que tinha tido muito trabalho no consultório. Quase não conseguia olhar na cara dela. O que aconteceu durante a noite de sábado tinha sido pesado demais, e eu sentia remorso. Minha mulher me achou estranho durante o almoço, mas não disse nada, ela já tinha problemas demais com as coisas dela.
Depois do almoço, Maria foi embora, disse que tinha consulta com o ginecologista, que era um check-up de rotina. Temi o pior, será que ela estava grávida? Quando ela saiu, fui para o escritório, tinha que terminar o que comecei.
DOMINGO
No domingo, os meninos acordaram meio-dia, Maria ainda estava dormindo. Eles ficaram vendo o vídeo da noite anterior, comentando animadamente.
— "Que sorte que tivemos ontem de encontrar aqueles dois caras!" — Disse João.
— "Foi a melhor parte do fim de semana, né?" — Perguntou Israel.
Raúl tomou a palavra. Toda vez que ele fazia isso, eu me perguntava o que ele estaria tramando.
— "Pode ser, mas temos a obrigação de superar isso, quem sabe se vamos aproveitar essa puta de novo algum dia."
— "Superar? Como?" — Disse Nacho, incrédulo.
— "Deixa comigo."
Com a frase intrigante de Raúl, a conversa terminou. Ele disse que precisava ir até a cidade e foi embora. marchou. Quando Raúl voltou, subiram pra acordar a Maria, era hora do almoço. Minha mulher dormia a sono solto, era natural depois de tudo que tinha acontecido no dia anterior. Os peitos e a bunda dela mostravam as marcas da noite passada, estavam cheios de hematomas. Fiquei feliz ao ver que era só isso, não tinha sido tão grave afinal, ela tinha sofrido mas não ficou com sequelas importantes.
Desceram pra comer, a Maria teve que sentar numa boia, enquanto os caras riam disfarçadamente, ela ia nua como sempre. Ainda fingiam se comportar bem com minha mulher, os filhos da puta, depois do que fizeram ela passar. Quando terminaram de comer, foram pra sala. Raúl sentou do lado da minha mulher e começou a falar com ela.
- "Essa manhã fui na vila e comprei uma coisa pra você"
Raúl entregou um teste de gravidez pra ela, ninguém sabia o que ele tava tramando. Ele continuou falando.
- "Quero que você faça."
Maria olhou pra ele estranha, não sabia por que Raúl queria que ela fizesse o teste, mas não pensou muito, ela queria fazer. Foi pro banheiro. Raúl aproveitou aquele instante pra sair e mijar em outro teste, tinha comprado dois, o filho da puta, depois guardou no bolso. Quando Maria voltou, Raúl pediu o teste e guardou no outro bolso.
Depois dos minutos de praxe, Raúl tirou o teste dele do bolso, Maria não percebeu a jogada. Quando Raúl mostrou o teste pra minha mulher, ela ficou super feliz, finalmente algo dava certo. Raúl mandou ela esperar eles na piscina e Maria obedeceu.
Quando Maria saiu de casa, Raúl tirou o outro teste do bolso. Pela cara de satisfação dele ao ver, soube que meus medos se confirmavam. Quando mostrou pra câmera, vi que era verdade, ela tava grávida. Os outros estavam perdidos, não sabiam o que Raúl tava planejando. Mesmo assim, seguiram ele até a piscina. Raúl foi falar com minha mulher.
- "Bom, Maria, depois da boa notícia sempre vem uma ruim. Ontem a gente Você me deixou plantada na discoteca e merece um castigo."
— "Mas eu fui estuprada." — ela disse.
— "Sim, mas é igual ao que aconteceu ontem com o Manolo, você foi estuprada porque tentou nos enganar, foi com uns caras pra se livrar da gente, você mesma se meteu nessa. Além disso, a gente não tem culpa de nada, perdemos a manhã toda por deixar você descansar. Esse tempo é irrecuperável pra gente, porque essa tarde vamos embora, vamos devolver as fitas e você nunca mais vai nos ver. A gente merece uma compensação."
Maria respirou aliviada ao ouvir que eles iam devolver as fitas.
— "Que castigo?" — ela perguntou.
Os caras esperavam ansiosos pela próxima fala do Raul, sabiam que esse era o momento culminante que ele tinha prometido.
— "Você vai decidir. Vou te dar quatro opções. Um, você fode com a gente de novo sem camisinha quantas vezes a gente quiser. Dois, a gente te come no cu da agora até a gente ir embora. Três, você transa com um dos cachorros do Manolo. Quatro, a gente fica com as fitas e aí a gente vê o que faz com elas."
Maria ficou perplexa ao ouvir as opções. Não podia fazer sem camisinha, Deus tinha dado outra chance pra ela e não podia arriscar engravidar, já era muita sorte não estar grávida ainda pra ficar tentando o destino. Também não podia deixar comerem o cu dela, tava tão dolorido do dia anterior que doía só de pensar, era um inferno que ela não tava disposta a passar. A opção do cachorro era uma opção contra as leis da natureza e de Deus, uma aberração em si mesma. Se eles ficassem com as fitas, tudo que tinha acontecido naquele fim de semana teria sido em vão, o sofrimento dela teria ido pro saco.
Raul parecia contrariado, achava que Maria ia escolher a opção do cachorro, achava que não tinha outra escolha possível, mas ela não respondia, então Raul disse:
— "Tá bom, já que você não responde, acho que escolheu a opção número quatro. Fica com as fitas. Vamos tomar um drink e ir pra casa, e vocês vão ter notícias nossas de novo."
Raúl não ia se contentar com isso. Ele tinha prometido pros amigos um final de semana épico, e ia cumprir. Saiu com o Juan pra preparar as bebidas — a da Maria bem fraquinha, com uma dose generosa de líquido de gado. Não queriam embebedá-la, só esquentá-la. Juan foi com as taças pra piscina, e Raúl foi buscar o Manolo. Bateu na porta do caseiro.
— "Fala, Manolo, quero que me empreste o cachorro."
— "Qual deles?"
— "Me empresta o macho grande. A puta que trouxemos com a gente disse que quer foder com um cachorro, que vadia. Quer ver?"
O rosto do Manolo se iluminou. Ele balançou a cabeça, concordando.
— "Beleza. Você vai ficar espiando atrás da cerca. Quando eu fizer um sinal, você vem com o cachorro, finge que veio limpar a piscina."
Raúl voltou pros outros na piscina, começaram a falar besteira. Em poucos minutos, o líquido começou a fazer efeito na minha mulher. Ela percebeu que algo estranho tava rolando — normalmente, quando ficava com tesão, achava que era por causa da bebida, mas dessa vez não. Era tão ingênua que não sacou que tinham botado algo no drink. Tinham colocado bem mais líquido do que das outras vezes. O tesão da Maria ia ser brutal.
Os caras continuavam falando besteira, como se não notassem nada. Ignoravam de propósito a Maria, que tava sentada pelada junto com eles, se remexendo sem parar. Raúl deu uma olhada de canto, percebeu o estado dela e disse:
— "Beleza, vamos recolher tudo e voltar pra cidade."
Ao ouvir isso, Maria ficou frustrada. Esperava ter uma última sessão de sexo.
— "Raúl, eu tava pensando que... sabe..." A voz da minha mulher era pura lascívia.
Raúl se fez de desentendido.
— "Não, não sei."
Maria foi direta ao ponto.
— "Tava pensando que a gente podia transar de novo. Tô disposta a chupar pra vocês em troca, igual no primeiro dia"
— "Beleza, chupa a gente e depois a gente vê."
Minha mulher se aproximou do Raúl, ajoelhou entre as pernas dele, tirou a pica dele da calça e começou a chupar. Fazia o mais rápido que podia, não queria esperar mais pra ser comida. Raúl colocou a mão na cabeça da Maria acompanhando o movimento, depois fez um sinal pro Manolo. Minha mulher não percebeu que o caseiro tava limpando a piscina até depois que Raúl gozou na boca dela, quando viu, não deu importância, afinal Manolo já tinha comido ela, faria qualquer coisa por sexo.
Juan preferiu que a Maria fizesse um espanhol. Ela colocou a pica do garoto entre os peitos dela, que eram tão grandes que cobriam o instrumento do Juan por completo. Maria começou um sobe e desce bem rápido, só tinha uma ideia na cabeça: sexo. Quando Juan gozou, ela se levantou e foi pro próximo moleque, o Nacho. Fez um boquete foda, tinha aprendido bastante no fim de semana. Israel optou por outro espanhol. Quando minha mulher terminou com todos eles, exigiu o prêmio dela, ainda de joelhos perto do Israel.
— "Peguem as camisinhas, quem é o primeiro?"
— "Ninguém vai te comer, puta."
Maria se surpreendeu com as palavras do Raúl.
— "Mas você disse que se eu chupasse vocês..."
— "Isso quem disse foi você." — respondeu Raúl de novo.
Maria tava tão tesuda que começou a se masturbar. Raúl tirou as mãos dela da buceta.
— "Não vai se masturbar, se quer sexo vai ter que fazer com alguém, mas não com a gente."
— "Com o Manolo?" — disse minha mulher.
— "Não, com o amigo dele."
Quando Maria viu o cachorro, começou a tremer. O bicho era enorme, muito feio e tava imundo, certeza que tinha pulga. É verdade o que dizem que os cachorros se parecem com os donos. Minha mulher se levantou puta, não ia fazer aquilo com o cachorro, ainda mais sem recuperar as fitas. Foi em direção à casa, o passo dela era firme, mas pouco foi. diminuindo ele. Ele se virou e se aproximou de Raúl.
— "Vou recuperar as fitas se fizer isso?"
— "Já é tarde demais, as fitas são nossas. Se quiser foder o cachorro, vai fazer sem ganhar nada em troca." Disse Raúl.
Inacreditavelmente, minha mulher ficou de quatro, só se importava em acalmar o tesão dela. Vendo aquilo, eu não sabia o que pensar: um cachorro fedorento ia foder minha mulher, toda uma senhora cristã e mãe de dois filhos. Meu pau pensou por mim, ficou mais duro do que nunca, não lembrava de uma ereção igual, comecei a bater uma. Raúl mandou Manolo se aproximar com o cachorro.
O cachorro começou a dar voltas ao redor de Maria até descobrir a umidade da buceta dela. Começou a lamber, a língua áspera dele fazia maravilhas na intimidade da minha mulher. Ela mexia a bunda buscando mais prazer. Os caras e Manolo batiam uma, muito excitados. Maria não aguentou muito tempo as lambidas do vira-lata e teve um orgasmo, o cachorro lambeu os abundantes sucos que jorravam de dentro da buceta dela. Depois o animal subiu em cima da minha mulher, tentava penetrá-la, quando finalmente conseguiu, começou a macetá-la num ritmo frenético, segurando-a com as patas dianteiras.
A baba do animal escorria pelo corpo de Maria, ela parecia sufocada pela foda que estava levando. Começou a gemir ao sentir a proximidade de outro orgasmo.
— "Vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaar...!"
O vira-lata continuava empurrando, não diminuía o ritmo. Maria encadeava orgasmos um atrás do outro, era incrível a quantidade que teve. Os caras zombavam dela.
— "Que puta, como ela curte." Disse Juan.
— "Diz, puta, o que seu maridinho diria se te visse entregue a um vira-lata sarnento?" Disse Raúl com ironia.
O marido dela já tinha gozado duas vezes enquanto a mulher continuava tendo orgasmos, sem se importar com a humilhação. De repente, o cachorro arqueou as costas, encostando o máximo que pôde na minha mulher. Começou a meter tudo em Maria, que se contorcia numa mistura de dor e prazer. Ela teve um Último orgasmo e ela desmaiou.
Quando voltou a si, o cachorro estava de costas pra ela, eles tinham ficado presos. Ela se assustou um pouco ao se ver naquela situação, tentou se soltar do cachorro mas não conseguiu. A fodida do bicho tinha acalmado o tesão dela e agora ela se sentia um lixo. "O que foi que eu fiz! Como eu pude cair tão baixo!" disse em voz alta. Os caras começaram a rir. Eles ainda não tinham gozado, estavam esperando esse momento, o momento mais humilhante pra Maria. Chegaram perto dela e um por um foram gozando na cara dela, fizeram isso com desprezo, como se minha mulher fosse um lixo. O Manolo também descarregou no rosto dela cinco jorros enormes de porra. Maria ficou totalmente coberta de esperma, chorando amargamente enquanto esperava o cachorro se soltar dela. Tudo que ela tinha feito no fim de semana tinha sido inútil, não só não tinha recuperado as fitas, como agora tinham mais vídeos dela, alguns totalmente bizarros.
Raúl e Juan entraram em casa. Juan gravou as últimas palavras do amigo:
- "Bom, corno, espero que tenha curtido o vídeo. Além disso, você vai ser pai de novo, se o moleque não sair muito esperto, já sabe que é do Manolo. Mas nem precisa, porque sua mulherzinha também é burra pra caralho, não percebeu que os estupros que sofreu foram armados, nem que a gente colocou o líquido pra esquentar ela. Como eu disse, se quiser repetir, já sabe meu número de telefone."
Assim terminou a gravação. Eu não sabia o que pensar, tinha curtido pra caralho, mas minha pobre mulher tinha alternado momentos de prazer incrível com outros de dor incrível. Quando voltei pra casa, Maria me disse que queria transar comigo. Era óbvio que tinha ido no médico e ele tinha dito que ela estava grávida, acho que ela teve os sintomas típicos e foi no médico pra ver se o teste que tinha feito com os caras estava certo.
Se eu transasse Amo com ela, teria que assumir o filho como meu, mas que outra coisa eu podia fazer...
FIM
Depois de ver o que rolou no sábado de manhã, fui comer em casa. Minha mulher não tava lá, tinha deixado a comida pronta pra mim. Comi o mais rápido que pude e voltei pro escritório.
Eu imaginava que o que faltava ver do fim de semana era pesado, pela mudança de atitude que contei no meu relato anterior que a Maria teve. Mas eu tava enganado, era muito mais do que eu esperava.
**SÁBADO À TARDE**
Depois do que aconteceu naquela manhã, os caras desceram pra preparar a comida enquanto a Maria tomava banho. Me estranhei ver a quantidade de líquido pras vacas que eles derramavam no prato da minha mulher, já que naquela manhã não tinham precisado. O Raúl me explicou na hora.
— "Gostou da sessão dessa manhã? Consegui que a frígida da sua mulher gozasse sem ajuda do líquido, o que você não conseguiu fazer em dezesseis anos de casados, eu consegui num instante."
Os outros riram com o comentário do Raúl, ele continuou falando.
— "Depois de comer, sua mulher vai ter uma surpresinha, por isso vamos esquentá-la, mas não vamos adiantar os acontecimentos..."
Nesse momento, a Maria apareceu na sala, nua como tinham mandado. Depois de comer, decidiram tomar uns drinks. Minha mulher achava que sabia o que viria depois, mas tava muito enganada. Quando já estavam bêbados, o Nacho foi pra outro quarto e ligou pro Raúl no celular, eu me perguntava o que estariam tramando. Quando desligou, o Raúl se virou pra minha mulher.
— "Era o porteiro da balada de ontem que achou minha identidade, devo ter perdido de noite quando a gente tava lá. Vamos buscar, você vai ficar aqui."
— "Mas... eu achava que..."
A Maria tava tão tesuda que só queria que a fodessem ela de novo.
— "Não se preocupa, putinha, a gente chega daqui a pouco." — disse Juan.
— "A gente vai levar teu carro. Você vai ficar na piscina até a gente chegar, vou fechar a casa pra você não ter a tentação de se vestir e fugir." — ordenou Raúl.
Eles sabiam que a última coisa que Maria faria era tentar ir embora, ela queria pica a todo custo, mas precisavam garantir que ela ficasse fora de casa pra dar a surpresa.
Enquanto Raúl e Juan falavam com minha mulher, Israel e Nacho deixaram uma das câmeras numa janela que dava pra piscina, camuflaram ela entre dois vasos de jeito que Maria não pudesse ver. A outra câmera levaram pro carro. Antes de ir embora, Raúl foi até a casa do caseiro; na porta tinha vários cachorros, mas não latiram porque conheciam Raúl. O cara bateu e o tal Manolo apareceu.
— "Oi, seu Raulzinho, o que cê quer?"
— "Oi, Manolo, a gente vai pra cidade e vai ficar fora a tarde toda, a moça que veio com a gente vai ficar na piscina. Ela tem um pouco de medo de ficar sozinha, então por que você não aproveita pra limpar a piscina e assim ela fica acompanhada? Não fala que fui eu que falei, porque ela não quer admitir que tem medo de ficar sozinha."
— "Tá bom."
Do carro, os outros gravavam a conversa; os olhos de Manolo brilharam quando Raúl falou aquilo. No dia anterior, ele tinha visto como comiam Maria, se masturbou vendo aquilo. Pela cara que ele fazia enquanto batia uma, dava pra ver que o que ele mais queria nesse mundo era minha mulher. Raúl devia ter percebido isso quando revisou os vídeos e pretendia entregar minha mulher pro caseiro. Eu achava que minha mulher não ia querer nada com um sujeito tão nojento, mas a segurança de Raúl me intrigava; o garoto começava a conhecer muito bem as reações da minha mulher em cada situação.
Depois, todos entraram no carro; quando acharam que estavam longe o suficiente, estacionaram o carro, pegaram a câmera e foram. correndo pra casa. Raúl sabia que Manolo ia tentar algo com a minha mulher, na vila ele tinha fama de putanheiro, além disso diziam que ele era bem dotado. Eles se esconderam atrás de uma árvore até Manolo sair de casa, pegou os utensílios pra limpar a piscina e foi pra lá. A câmera da janela captou como Maria tinha começado a se masturbar, os caras tinham deixado ela tão tesuda com o líquido que ela precisava se aliviar.
Quando Manolo não podia ver eles, correram pra cerca que rodeava a piscina. Se instalaram numa parte que era mais rala, dava pra ver e gravar tudo que rolasse lá. Manolo tinha se aproximado da espreguiçadeira da minha mulher, ela tava de olhos fechados e não tinha percebido a presença dele. O caseiro mexeu sem querer numa mesinha que tinha na piscina e Maria abriu os olhos de repente, deu um grito ao ver ele na frente dela. Não lembrava do Manolo do dia anterior, dava pra ver que ela achava que tava sozinha. Se cobriu como pôde com as mãos e xingou ele.
— "Quem é você? O que você quer?"
— "Sou o Manolo, o caseiro, e vim limpar a piscina."
Maria reconheceu ele do dia anterior.
— "Ah sim, já lembro de você. Não pode fazer isso outro hora?"
— "Não, depois tenho que dar comida pros bichos."
— "Tá bom, faz, mas não me olha porque cê vê que eu tô pelada e não posso entrar em casa."
Maria se deitou de novo na espreguiçadeira, ainda tava muito tesuda e o caseiro tinha atrapalhado a punheta dela. Tava muito calor, então Manolo tirou a camiseta pra fazer o serviço. Era um homem muito forte, porque trabalhava pesado no campo, tinha o peito coberto de pelo, mas mesmo assim dava pra ver os músculos. Embora fosse muito feio, parecia bem sujo e faltava a maioria dos dentes, Maria começou a imaginar coisas com aquele corpo. Se sentia confusa com os pensamentos, por outro lado tava sozinha, ninguém podia saber o que ela fazia, ou pelo menos era o que ela pensava porque tinha duas câmeras. gravando ela naquele momento, além dos caras que estavam de olho nela atentamente.
Maria imaginava como seria sentir as mãos fortes daquele homem sobre o corpo dela, não queria mais nada, só sentir as carícias dele. Sem pensar nas consequências, chamou ele.
— "Manolo, você se importa de passar creme nas minhas costas? É que com esse sol vou me queimar."
Manolo, bem surpreso, se aproximou dela.
— "Beleza."
— "Aqui está o creme."
Maria se virou. Achava que, como o cara era meio subnormal, dava pra lidar com ele, que não tinha nada de mais num simples massagem, e que ninguém nunca ficaria sabendo. Tava nesses pensamentos quando sentiu um arrepio ao sentir o creme na pele dela. Manolo começou a espalhar devagar pelos ombros e costas dela, roçando a lateral dos peitos dela sempre que podia. Em poucos minutos, Maria soltou um gemidinho involuntário. Ao ouvir isso, o caseiro decidiu partir pra ação e começou a descer as mãos até a bunda dela. Começou a tocar ela por dentro das coxas.
Não podia acreditar, ali estava minha mulher se deixando apalpar de propósito pelo cara mais nojento que já vi na vida, e o pior de tudo é que ela tava gostando daquilo. Maria abriu um pouco as pernas, convidando ele em silêncio a ir mais fundo. Manolo não hesitou e começou a roçar a buceta dela descaradamente.
Manolo virou minha mulher e passou uma quantidade grande de creme na barriga dela. Maria não dizia nada, tentava fingir que a intenção era só passar creme e que o caseiro só tava fazendo aquilo, era uma situação absurda porque os dois sabiam que era mais que isso, embora fosse o jeito que minha esposa tinha de tentar calar a consciência dela.
Manolo espalhava devagar o creme na barriga da minha mulher, foi subindo até os peitos dela. Antes de tocar eles, olhou Maria na cara, a expressão que minha mulher tinha era de súplica, queria que o caseiro continuasse com o trabalho dele. O cara começou a passar creme nos peitos, no começo ele fazia com delicadeza, mas ia aumentando a pressão aos poucos, dos mamilos eretos da minha mulher escorriam pequenas gotinhas de leite. Uma das mãos do rapaz desceu até a entreperna da María, enfiou um dos dedos grandes na buceta dela enquanto com a outra mão continuava apertando alternadamente os peitos enormes da minha esposa, os mamilos dela começaram a soltar jorros de leite materno, ela estava entregue às carícias do caseiro.
María estava prestes a explodir, Manolo enfiou outro dedo dentro da vagina dela, minha mulher mexia os quadris tentando se esfregar nos dedos do caseiro, pouco depois explodiu num orgasmo imenso, um daqueles orgasmos da minha mulher, molhando tudo. Manolo ficou alucinado com a quantidade de líquido que saía da María, decidiu arriscar tudo. Levantou-se e baixou as calças, não estava de cueca. O que vi a seguir eu não acreditava, nunca tinha visto um pau de tamanho parecido, devia ter uns 28 cm e era bem grosso, parecia o de um cavalo. "Esse cara seria um rei do pornô se não fosse tão burro", pensei. Mas não era só eu que estava alucinando, minha mulher estava de boca aberta com uma expressão de espanto brutal. Raúl pegou a câmera e falou:
-"Você viu a ferramenta que o Manolo tem? No povoado dizem que nenhuma puta quer foder com ele, têm medo de que ele parta elas no meio."
-"Sua mulherzinha vai se divertir pra caralho." Disse Nacho.
-"Puta gostosa, quer foder o caseiro, olha como ela fica olhando pro pau dele. A bobinha acha que está sozinha em casa e perdeu a vergonha." Disse Juan.
María continuava alucinando com o tamanho daquele pau. Estava totalmente duro e cheio de um monte de veias grossas. Não acreditava que aquela geringonça entraria dentro dela, só tinha fodido com garotos e comigo, nossos paus não tinham nada a ver com aquela monstruosidade, mas era tanto o desejo de senti-lo dentro que ela esqueceu de tudo.
-"Me fode, Manolo! Manolo se ajoelhou e apontou a pica dele pra minha mulher. Ela protestou.
— "O que cê tá fazendo! Coloca uma camisinha!"
Manolo começou a rir e disse:
— "Eu não tenho, você tem?"
Maria percebeu que ele tinha razão, os caras tinham as camisinhas em casa e ela não podia entrar.
— "Então vamos ter que parar por aqui."
Ao ouvir essas palavras, o caseiro se enfureceu.
— "Parar! Você gozou, sua puta gostosa, e agora é minha vez. Se não quiser que eu te coma na buceta, vou te comer no cu, você escolhe."
Ao ouvir isso, minha mulher ficou branca. Não ia dar pra ele sem camisinha porque não queria engravidar, tava ovulando e era perigoso. Também não podia deixar ele meter no cu, ia arrebentar ela com aquele troço. Tentou apelar pro chantagem.
— "Eu falei pra parar, ou você prefere que eu conte pro Raúl e ele te mande embora?"
O que Maria não sabia é que essas palavras iam se virar contra ela.
— "Fala isso pra ele, foi você que pediu pra eu te dar creme, eu não fiz nada. Além disso, como é que você vai explicar que sabe que seus peitos tão cheios de porra e que você se mija toda quando goza?"
Percebi que o tal Manolo não era tão burro quanto parecia. Minha mulher deve ter pensado a mesma coisa, tava presa pelas circunstâncias. Não queria que Raúl e os outros descobrissem porque iam ter ela na mão pra sempre. Ela desceu da espreguiçadeira, colocou uma toalha no chão, ficou de quatro e, oferecendo o cu pro caseiro, disse:
— "Faz com cuidado, por favor."
Era a situação mais excitante que eu já tinha visto. Minha mulher tava disposta a deixar meter no cu por uma pica de tamanho fora do normal pra ninguém descobrir o que ela tinha feito, mas a ação dela ia ser inútil, porque tanto os caras quanto eu estávamos vendo tudo e nos masturbando com o espetáculo.
Manolo começou a passar creme no cu de Maria, enfiou um dos dedos, sorriu ao perceber que ela não era virgem por ali, ainda tava dilatada daquela manhã com os caras. mas o que vinha a seguir não tinha nada a ver com o que aconteceu de manhã. Ele colocou a cabeça do pau na entrada do cu dela e, com um empurrão forte, enfiou a rola até a metade.
- "Aaaaaaahhhhhhhhhhhhh...!"
O grito da minha mulher foi dilacerante.
- "Tá gostando?... hein, puta?" Disse Manolo com sarcasmo.
Com outro empurrão, enfiou até o talo. Os olhos da Maria pareciam que iam saltar das órbitas. Ela se agarrava com toda força na toalha e tentava puxar grandes bocadas de ar, tava sem fôlego. Manolo esperou um momento parado pra minha mulher relaxar, quando ela fez isso, ele agarrou ela forte pelo cabelo e começou a foder ela que nem um bicho, nunca tinha visto ninguém meter tão forte. A Maria soltava lágrimas de dor. Manolo ria enquanto zoava ela.
- "Toma, gostosa velha!"
Maria tentava aguentar estoicamente, mas a dor começava a ficar insuportável. Manolo continuava com as provocações.
- "Tá gostando, mamãe? Sempre quis comer o cu de uma dessas madames da cidade."
Maria esperava que ele gozasse logo, mas nada. Já fazia dez minutos que ele tava sodomizando ela e nem tinha diminuído o ritmo. Maria pediu clemência.
- "Tira, por favor."
Ao contrário do que eu pensava, Manolo tirou na hora. Maria desabou que nem um defunto na toalha. Manolo virou minha mulher, abriu as pernas dela e apontou o pau pra entrada da buceta dela, antes de meter perguntou:
- "Você decide?"
Maria hesitou por um instante, não ia aguentar mais a enrabada e Manolo não parecia que ia gozar tão cedo.
- "Tá bom, faz. Mas goza fora. Tô ovulando."
Manolo começou a rir. Minha mulher entendeu o que aquela risada significava, o coroa não tinha intenção nenhuma de gozar fora.
Parecia que o tempo tinha parado. Os caras esperavam impacientes pela decisão da Maria, eu, por minha vez, tava pasmo. Os filhos da puta tinham planejado tudo. Boa jogada. Minha mulher tinha que tomar uma grande decisão: continuar passando pelo suplício de ser sodomizada ou se arriscar a engravidar de um sujeito daquele, o que era bem provável já que ela estava ovulando.
Passaram quase cinco minutos até que minha mulher abriu ainda mais as pernas, convidando ele a foder ela na buceta. Fez isso com lágrimas nos olhos, pois sabia as consequências que poderia trazer. Manolo pegou as pernas dela e colocou sobre os ombros, buscando uma posição onde a penetração fosse máxima. Depois, sem nenhuma delicadeza, meteu até o fundo.
No começo, Maria reclamava um pouco, mas os efeitos do líquido a mantinham quente e faziam com que sua buceta jorrasse grandes quantidades de sucos, facilitando a penetração. Ela começou a se acostumar, depois veio a excitação. A cabeça dela a atormentava com a ideia de que ia engravidar, mas o corpo dela curtia aquela pica enorme. Ela teve um orgasmo. Manolo, ao notar a quantidade de líquido saindo da buceta dela, começou a rir. O cara era nojento, quase não tinha dentes. Ele continuava metendo violentamente, era humilhante, mas Maria já não podia fazer nada, só gemia.
Durante os trinta minutos seguintes, continuaram assim. O filho da puta tinha uma resistência impressionante. Maria começou a ter uma sequência de orgasmos, um atrás do outro, sem parar. De repente, Manolo deu um grunhido brutal e começou a despejar todo o esperma dentro da minha mulher. Maria nem protestou, estava exausta de tanto orgasmo e já tinha aceitado que tinha sido vencida. Manolo ficou descansando apoiado nela, ainda na mesma posição, com os pés na altura da cabeça. O caseiro queria que a porra dele chegasse a todos os cantos da minha mulher.
Ficaram assim por mais meia hora. A toalha estava totalmente encharcada com as gozadas de Maria. Minha mulher olhava para o infinito, a expressão dela era uma mistura de remorso e satisfação. o tal do Manolo tinha conseguido saciar ela. O caseiro recuperava as forças bebendo a porra dos peitos da minha esposa. Depois desse tempo ele se levantou, e ao fazer isso, da buceta da minha mulher saíram jorros de porra misturados com fluidos vaginais. O caseiro se vestiu e deixou ela largada ali.
A Maria dormiu do jeito que estava por uma hora. Os caras comentavam a jogada. Como sempre, o Raúl foi o primeiro a falar.
— "A putinha deixou o Manolo esvaziar toda a porra dentro dela. Com certeza deixou ela prenha!"
— "É, e ainda por cima tava gostando." Apontou o Israel.
— "Vamos acordar ela, sabe a quantidade de coisas que a gente pode obrigar ela a fazer? A gente tem um vídeo dela fodendo sem ninguém obrigar, a gente não aparece e ainda fez sem camisinha." disse o João.
O Raúl ficou pensativo por uns instantes, depois falou de novo.
— "Isso é verdade, mas a gente vai se divertir mais se deixar ela se sentir segura. Por enquanto, deixa ela pensar que a gente não viu nada, a gente continua agindo do mesmo jeito."
Todos concordaram.
Eu não sabia o que eles planejavam fazer, mas me dava medo. Os vídeos eram super excitantes, mas eles estavam passando dos limites. Eu pensava que só eles comiam ela, mas ela já tinha dado pra meio mundo e pro caseiro, e ainda por cima esse último tinha feito sem camisinha e depois deixado ela numa posição que favorecia a concepção.
Quando a Maria acordou, demorou uns segundos pra lembrar da situação. Ela pensou que era uma sorte os caras não terem chegado. Pendurou a toalha numa corda pra secar e pulou na piscina. Esfregou tudo que pôde pra limpar os restos que ficaram no corpo daquela sessão de sexo. Foi pra espreguiçadeira esperar a chegada dos caras, e começou a chorar.
Minha pobre esposa tinha perdido os efeitos do líquido e do álcool, começava a pensar com clareza. Ela percebeu o que tinha feito e se sentia culpada. Quando ouviu o carro chegar, secou as lágrimas e assumiu uma Postura de tranquilidade.
Os caras disseram pra ela que tinham tomado umas cervejas na cidade e por isso se atrasaram. Ela disse que tinha dormido a tarde quase inteira. Entraram em casa, minha mulher andava com dificuldade, os moleques se fizeram de besta e não falaram nada.
Era tarde, fui pra minha casa. Maria tava me esperando com a janta pronta. Comemos praticamente sem trocar uma palavra e fomos dormir. Eu só queria que o dia seguinte chegasse pra ver como os caras iam aproveitar a nova situação deles. De manhã, fui pro escritório e coloquei a fita de onde parei...
SÁBADO À NOITE
Quando a noite caiu, eles jantaram alguma coisa. Ao sentar na mesa, a expressão de dor da minha mulher foi terrível, ela tava com a buceta dolorida da enrabada que o Manolo deu. Depois da janta, foram ver TV. Maria tava pelada como sempre, esperando a próxima prova que os caras iam fazer ela passar. Eles, por outro lado, tavam mais excitados que o normal. Serviram uns drinks, sem líquido nem nada, só pelo prazer de tomar uma dose depois da janta. O da minha mulher quase não encheram, queriam que ela ficasse bem lúcida pro que ia rolar. Raúl começou a falar com Maria.
— "Olha, Maria, eu sei que você mentiu pra gente sobre o que aconteceu aqui essa tarde."
Minha mulher ficou pálida ao ouvir as palavras do Raúl. Não sabia o que responder.
— "Eu... eh... falei a verdade pra vocês..."
Raúl deu um gole no copo dele, devagar, sabendo que tinha um trunfo na manga. Depois disse:
— "Vou te dar uma chance. Se você contar tudo o que aconteceu, a gente vai ser bonzinho com você. Se não, você vai se foder."
Maria não sabia o que fazer. Pensou que o caseiro tinha dito alguma coisa pra eles, mas por outro lado, podia ser um blefe. Ela não tinha se separado deles a tarde toda e não viu eles falarem com o Manolo. Criou coragem e disse:
— "Eu te falei que dormi."
Depois de ouvir isso, Raúl colocou o vídeo do que tinha rolado naquela tarde. Enquanto assistiam às imagens, ele começou a falar calmamente. Maria estava muda.
— "Nós fomos bons com você, cumprimos tudo o que prometemos. Você pediu pra gente te comer com camisinha, e a gente fez. Preparamos sua comida, tratamos você como uma rainha. Você, por outro lado, esperou a primeira chance que teve pra dar pra outro sem a gente saber, e ainda foi com o idiota da cidade, sem camisinha. Você tirou sarro da gente, merece um castigo."
Raúl tinha feito o papel de policial mau perfeitamente. Minha mulher estava tão confusa quanto assustada. Eles tinham um vídeo dela que podiam usar, sem nem se incriminar, porque não apareciam nele. Aproveitando a vantagem, Raúl se despiu, jogou minha mulher no tapete, colocou ela de quatro e se preparou pra foder ela.
Maria tentou protestar porque ele não estava de camisinha, mas antes que ela abrisse a boca, Raúl já tinha enfiado tudo de uma vez. Ela sabia que não podia mais dizer nada, depois do que aconteceu à tarde, estava totalmente à mercê dele. Se não tinha engravidado à tarde, ia engravidar à noite, era inevitável. Raúl metia nela como um selvagem, estava fora de si, apertava os peitos dela com força, adorava ver o leite escorrendo deles. Ele tinha uma expressão de ódio indescritível, já não precisava mais do consentimento de Maria pra nada que quisessem fazer com ela, não precisavam drogar ela, não precisavam se comportar bem. Ela não conseguia ver o rosto dele por causa da posição, mas eu sim, e pela expressão dele sabia que Raúl não ia se contentar só em foder ela sem camisinha.
Minha mulher recebia as investidas de Raúl, parecia ausente, pensando em como tinha chegado naquela situação, sem encontrar resposta. A única coisa que tirava ela dos pensamentos era a dor que sentia nos peitos, o filho da puta do Raúl estava se esforçando de propósito. Depois de um tempo, ele gozou dentro dela. Israel, Nacho e Juan também comeram ela, um atrás do outro. De todos, todo mundo queria deixar o próprio gozo dentro da Maria. Ela não curtiu nada, sentia cada jato de esperma invadindo ela, além de não estar excitada e ainda terem deixado os peitos dela bem doloridos de tanto apertar.
Depois disso, Raúl foi pra outro quarto, dava pra ouvir ele falando no telefone, não dava pra entender o que ele dizia, mas sabia que não estava tramando nada de bom. Depois disso, ele voltou pro quarto e mandou a Maria vestir as roupas do dia anterior: minissaia, top, botas e se maquiar de novo como uma puta. Ela não queria fazer aquilo, na outra noite era diferente, ela tava bêbada e excitada. No fim, ela teve que ceder às ameaças do Raúl: ou se vestia daquele jeito, ou mostrariam o vídeo do Manolo.
Todos saíram pro carro, Raúl ficou na casa. Ele pegou o saquinho de cocaína do dia anterior e colocou dentro de uma bolsa da mãe dele que tinha na casa, também colocou maquiagem, lenços e outras coisas pra parecer uma bolsa de mulher normal. Depois, falou pra câmera.
— "Olá, cuck. Você deve estar se perguntando pra quem liguei e o que pretendo fazer com a cocaína. Então, vou te contar. Preparamos outra aventurinha pra sua mulher. Tenho um primo na cidade, o coitado não tem muito sucesso com as minas, e pensei em deixar ele comer sua mulher. Como ele vai fazer? Vai ser uma surpresa."
Dito isso, ele se juntou aos outros, mandou a Maria levar aquela bolsa, que assim parecia mais puta. Deixaram minha mulher dirigir. Estavam indo pra cidade do dia anterior quando encontraram um carro com uma sirene no teto, era um carro normal. Um homem mandou eles pararem. Maria parou o carro e abriu a janela. O cara se aproximou e mostrou um distintivo, dava pra ver de longe que não era um distintivo de verdade, mas minha mulher não percebeu. Sem que a Maria visse, Raúl piscou um olho pro suposto policial, tava claro que o cara era o primo do Raúl. Ele mandou eles entrarem numa estrada lateral.
Ao ver ele, entendi por que ele não tinha sucesso com as mulheres. Devia ter uns vinte anos, era estatura mediana e muito gordo, além disso o rosto dele estava cheio de espinhas. Ele voltou para o carro e se abaixou na janela e disse:
- "Agente López. Documentação."
Maria entregou a carteira dela e os documentos do carro. Ele voltou a falar.
- "Desçam do carro!"
Todos desceram sem dizer nada, Nacho deixou a câmera apontando para fora. "López" começou a revistar o carro, estava claro que sabia onde estava a coca. Tirou a bolsa e, mostrando o saquinho que tinha encontrado, se dirigiu à minha mulher.
- "O que é isso?"
Maria ficou pasma.
- "Não sei, agente."
- "Eu vou te dizer, senhora, é cocaína. Você vai se ferrar bonito por causa disso."
Maria ficou paralisada, tentou se virar.
- "Mas não é minha, a bolsa não é minha, eles me deram..."
Ele interrompeu na hora.
- "Não fala besteira, é a única mulher no carro, a bolsa é sua. Além disso, o carro está no seu nome, a responsabilidade criminal é sua de qualquer jeito. Vou ter que revistar vocês."
O policial começou pelos meninos, revistou eles rapidinho. Depois se aproximou da minha mulher.
- "Mãos no capô e pernas afastadas."
Maria estava apavorada, não sabia o que o agente pretendia, além disso não tinha muito o que revistar. Ele levantou a saia dela, babando ao ver que ela não estava de calcinha. Minha mulher se irritou.
- "O que você está fazendo? Quem você pensa que é?"
- "Olha, vou ser sincero: ou você colabora, ou vou te dar uma multa que vai te deixar careca."
Ela não entendia como Maria não percebia que aquele cara não era policial. Talvez estivesse preocupada com as consequências da multa, pensando no que eu diria se ela levasse aquela multa, além disso tinha caído na real de que o "remédio para a cabeça" que deram pra ela no dia anterior era coca e ela tinha consumido. Pra piorar, ela supostamente tinha ido a um enterro, não conseguiria explicar a situação. A única alternativa dela era se deixar levar pelo policial.
O cara por trás desamarrou os cordões do top da Maria, deixando os peitos dela à mostra. Começou a apalpar eles, cada ação acompanhada de um comentário que humilhava minha mulher: "Tem porra nos peitos, temos uma mamãezinha aqui", dizia o filho da puta. Depois, levantou a saia dela até a cintura e começou a explorar a buceta: "Tem resto de sêmen, já sei o que rola aqui. Esses moleques contrataram uma puta, e você trabalha nisso pra sustentar seu filhinho e pagar seu vício em drogas." Maria estava vermelha de raiva, e o pior de tudo é que tinha que aguentar. O "agente López" adorava deixá-la furiosa. Depois de explorar a buceta dela, enfiou um dedo no cu. Minha mulher gritou de dor — o caseiro tinha arrombado ela bem naquela tarde. "Também te deram no rabo, olha só, temos uma rabuda de primeira." Maria não aguentou aquela humilhação, se virou e cuspiu na cara dele. O cara ficou mais excitado do que bravo: "Muito bem, puta, você quem quis. Já tinha terminado a revista e ia embora, mas agora você vai ver."
Tava claro que o "agente López" não ia embora, mas queria deixar Maria furiosa antes de pegar ela — e conseguiu. Ele se jogou em cima da minha mulher com todo o peso, ela caiu no capô do carro, os peitos doloridos amorteceram a queda. Ele queria meter no cu dela, mas ela resistia com força e não deixava. "Se vocês não querem que eu enquadre vocês também, segurem essa puta pra mim", gritou ele. Tava dando abertura pra eles participarem. Os caras não pensaram duas vezes: Juan e Nacho seguraram cada uma das pernas da minha mulher, enquanto Raul e Israel tentavam manter ela imóvel.
Maria resistiu o quanto pôde até as forças abandonarem ela. O gordo filho da puta aproveitou pra enfiar no cu dela. Não era muito grande, mas no estado que o cu da minha pobre mulher tava, era como se tivessem enfiando a maior rola do mundo. Ela gritava de dor.
— "Ahhhhhhh... seu filho da puta, você tá me rasgando..."
As reclamações da minha mulher deixavam ele ainda mais excitado. Ele esfregava o rosto cheio de espinhas no da minha mulher, tentando beijá-la. Maria não deixava, ele se contentou em passar a língua pelo rosto dela enquanto dava os últimos empurrões.
— "Toma, sua puta de merda!" — disse enquanto gozava.
Maria ficou estendida sobre o capô do carro. O suposto policial se vestiu, deu 100 euros disfarçadamente pro Raúl e foi embora. Os outros comentavam animados a cena.
— "Bem feito, por ter nos enganado essa tarde." — Disse Juan.
— "Por que vocês não me ajudaram?" — Perguntou Maria entre lágrimas.
Raúl, depois que o primo foi embora, acariciando o rosto de Maria, disse:
— "Não dava, ele é policial. Anda, se veste e vamos pra cidade. Tomar uns drinks e voltar pra casa, por hoje você já aguentou o bastante."
Quando vi tudo aquilo, fiquei muito surpreso. A gente não tinha falado em estuprar ela, eu achava que tínhamos feito um trato, mas eles estavam rindo de mim de novo. Por causa da minha excitação, parecia que eu tinha esquecido o tipo de gente que eles eram. Na verdade, foi bem feito eu ter entregado minha mulher pra uns pervertidos. Embora eu não entenda o porquê, quanto mais nos humilhavam, mais eu ficava excitado.
Minha mulher se acalmou um pouco, achando que por aquela noite já tinha acabado. Eles foram pro balada da moda na cidade. Era um lugar onde álcool e droga são comuns, todo mundo tinha uns vinte e poucos anos e se vestia de jeitos bem diferentes e estranhos. Antes de entrar, esconderam a câmera na bolsa da Maria, que tinha um buraco pra gravar o que rolava, e pra ela não perceber, o Nacho carregava a bolsa num jeito de galã. O Raúl ia subornar o porteiro pra deixar eles entrarem, dessa vez não por causa da minha mulher, mas porque eles não tinham idade. Mas dois caras que estavam perto da porta deixaram eles passar sem problema, deviam ser os donos do lugar.
Lá dentro, foram pro balcão e pediram uma rodada. O pessoal olhava estranho, não pelo visual da minha mulher, que era típico de uma balada daquelas, mas pela idade deles. Minha mulher se conserva bem, mas dá pra ver que já tem seus anos, e os caras parecem uns adolescentes imberbes. Eu me perguntava o que eles estariam tramando, sabia que não iam só tomar uns drinques.
Depois de algumas doses, Maria começou a relaxar. Já fazia um tempão que estavam no bar e os caras não tinham forçado nada. Quando o Raúl percebeu que ela tava bêbada o suficiente, chamou ela pra dançar. Subiram num palco e começaram a se mexer. Minha mulher tava tão confiante que devia ser a única no bar que não percebeu que não tava de calcinha. O pessoal lá embaixo tava ficando doido vendo a buceta peluda da minha esposa. Quando o Raúl se certificou de que todo mundo sabia que a Maria não tava de calcinha, falou com ela e foi embora. Acho que disse que ia pegar uns drinques, porque ele apontou pro copo vazio enquanto conversavam.
O que tinha que acontecer, aconteceu. Logo depois que o Raúl voltou pro balcão, os dois que estavam antes na porta subiram no palco. Eram aqueles típicos metidinhos de academia, com as camisetas apertadas, bem grandes, um loiro e o outro moreno. Começaram a dançar com a Maria, um na frente e outro atrás. Ela tava bêbada e parecia orgulhosa de dois caras de vinte e poucos anos, tão gostosos e fortes, estarem interessados nela. Achava que não tinha nada de mais em dar uma dançadinha. Além disso, pareciam gente boa, porque nem encostavam nela enquanto dançavam.
Devem ter oferecido uma dose pra ela, porque foram pra outro balcão no fundo do lugar. A Maria ia dar um tempo do Raúl e dos outros, se sentia segura perto dos donos do bar. Os caras se aproximaram um pouco do lugar onde estavam, escondidos atrás de uma coluna, gravando sem serem vistos. O loiro entrou no balcão e serviu uns drinques, depois mandou o garçom embora e fechou o balcão, voltando na hora pra perto da Maria e do parceiro dele. Na sequência, os dois caras começaram a apalpar a Maria. No começo, eram só umas carícias inocentes, mas aí o moreno desabotoou ela. Os cordões do top, tentava liberar as tetas lindonas dela. Minha mulher, ao perceber que estavam indo longe demais, tentou fugir, mas ficou presa entre o balcão e os dois armários de músculo. O que tentava liberar as tetas dela conseguiu o objetivo, o loiro tinha levantado a saia dela e tava apalpando a buceta dela.
Ficaram assim por um tempo, ela tentava pedir socorro, mas o loiro tampava a boca dela com a mão. Arrastaram ela pra umas escadas, entendi que tavam levando ela pra um camarim. O moreno subiu ela praticamente arrastando, o outro ficou vigiando na escada pra ver se alguém tinha visto. Os caras se aproximaram dele. O sujeito ficou furioso ao perceber que eram os mesmos que estavam com a Maria antes.
— "O que vocês querem, pivetes?"
Raúl tomou a palavra, não entendia como um moleque de quinze anos conseguia lidar tão bem com essas situações.
— "Sei que vocês subiram aquela gostosa pra um camarim."
— "Isso não é da sua conta, garoto." Respondeu o bombado.
Raúl fez uma proposta irrecusável:
— "Escuta, essa mina é uma foxy de verdade, meus amigos e eu estamos comendo ela, a chantageamos ameaçando contar pro marido se ela não fizer tudo que pedimos. Não ligamos se vocês comerem ela, pelo contrário, queremos que façam isso. Só queremos olhar."
O cara ficou puto.
— "Quem você pensa que é? Escuta, imbecil, vamos arrebentar essa puta e vocês vão esperar aqui, gostando ou não, entendeu?"
A resposta do Raúl foi foda.
— "Não, escuta você. Ou deixa a gente olhar ou eu chamo a polícia agora. Você decide, pode ir pra cadeia por estupro ou pode estuprar essa mamãe gostosa impunemente, quanto mais pesado melhor. Te garanto que ela não vai denunciar, a gente tem ela na mão."
A cara de choque do cara dizia tudo, não teve escolha a não ser aceitar. Subiram as escadas, o camarim era tipo uma suíte de hotel, tinha uma sala na entrada e um quarto com banheiro no fundo. Uma porta de correr. separava a sala do quarto. Quando os caras entraram, se esconderam atrás de um sofá e o maromba trancou o reservado, depois apagou a luz da sala e fechou a porta de correr, deixou ela entreaberta pra eles verem tudo. Os moleques saíram do esconderijo e se aproximaram com a câmera da porta, se lambendo só de pensar no que ia rolar, sabiam que alguém tentaria comer a Maria ao ver ela sem calcinha, mas tinham dado muita sorte de serem os donos, podiam olhar de boa. Eu, por minha vez, tava tão furioso quanto excitado, eles estavam passando dos limites, eram uns diabinhos brincando de ser Deus com a minha mulher, ela não merecia isso. Mas já não dava pra fazer nada, aquilo já tinha acontecido, eu tinha duas opções: ver ou desligar a TV. Desabotoei a calça e comecei a bater uma.
O outro cara tava brigando com a Maria no quarto, arrancou a blusa dela com um puxão forte, deixando os peitos dela no ar. Minha mulher gritava sem adiantar nada, ninguém ia ouvir ela com o som do bar tão alto. O que tinha falado com o Raúl sussurrou algo no ouvido do outro, tava contando tudo. Quando terminou, os dois se jogaram em cima da Maria. Ela lutava que nem uma fera, tentando evitar o inevitável.
Os gritos da Maria eram de arrepiar, o moreno deu um tapa nela e jogou ela de costas.
— "Já tô de saco cheio dos seus gritos, sua putinha!" — ele falou enquanto batia nela.
O loiro tirou de uma gaveta um rolo de fita isolante, dois pares de algemas e umas cordas. Parecia claro que minha mulher não era a única que esses dois estupravam.
— "Você é uma vagabunda selvagem? Então a gente vai te domar."
Falando isso, tamparam a boca dela com a fita isolante, depois algemaram ela na cabeceira da cama com uma das algemas. A Maria tava em pé perto da cama, nua da cintura pra cima, vestida só com a minissaia curta e as botas pretas de salto alto. Ela tava tremendo, com as mãos presas na cama. e estava à mercê deles. Mesmo assim, resistiu como pôde pra não tirarem a minissaia dela, mas no fim não conseguiu evitar.
Os dois caras tiraram os cintos e começaram a açoitar ela. Maria se contorcia de dor. Levava chicotadas pelo corpo todo, mas principalmente nos peitos e na bunda. Tentava gritar, mas não conseguia com a boca tampada, a única coisa que podia fazer era chorar. Quanto mais ela sofria, mais esses bárbaros se divertiam. Os garotos olhavam atônitos do esconderijo, todos com uma cara de choque total, não esperavam por aquilo. O único que tinha outra expressão era o Raúl, a cara dele refletia felicidade — aquele moleque de quinze anos era um demônio de verdade.
Depois de alguns minutos, Maria parou de se debater. A bunda e os peitos dela estavam completamente vermelhos, o resto do corpo mostrava uma marca ou outra de chicotada. Finalmente, as pernas dela cederam e ela desmaiou, ficou pendurada na cabeceira da cama. Tinham domado ela.
Os dois homens se despentiram, os paus deles eram de bom tamanho, embora todos parecessem pequenos perto do de Manolo. Soltaram ela, tiraram a fita isolante da boca dela e colocaram ela na cama, ela não se mexia. Sentaram ela com as costas apoiadas na cabeceira. Era uma cabeceira antiga, com barras de ferro, o que permitiu imobilizar ela completamente. Algemaram as mãos dela em cruz, depois passaram uma corda entre as barras e a cintura, e outra entre as barras e o pescoço da minha mulher.
Nessa posição, minha mulher tava à mercê do que quisessem fazer com ela. Depois pegaram os cintos deles e fecharam nos peitos de Maria, deixando eles presos. Ela acordou quando começou a sentir dor nos peitos. Quando se viu amarrada naquela posição, começou a gritar, tentava se debater, mas tava bem presa e mal conseguia mexer um músculo. Eles puxavam devagar a ponta solta de cada cinto, parecia que os peitos da minha mulher iam explodir.
— "Me soltem!" — dizia a pobre Maria enquanto se contorcia de dor.
Pequenas gotas de porra começavam a escorrer dos mamilos da minha esposa. Ao ver isso, os dois homens começaram a zoar ela.
— "Cê gosta que a gente tire seu leitinho, mamãe?"
— "Parece uma vaca leiteira. Vamos ordenhar essas tetonas gordas. Vamos espremer até a última gota."
O moreno deu um puxão forte no cinto dele, e um jato de porra saiu disparado da teta da Maria.
— "Aaaaaaaiiiiiii...! Por que vocês tão fazendo isso comigo?" — reclamou Maria amargamente.
A resposta foi um puxão no outro cinto, com o mesmo resultado. Maria começou a pedir socorro desesperadamente. Os dois caras começaram a apertar os cintos sem parar nas tetas doloridas da minha mulher, e a porra dela começou a jorrar. Eles sorriam enquanto Maria continuava se contorcendo, tentando se soltar inutilmente daquele suplício. Em poucos minutos, os peitos dela pararam de jorrar porra, por mais que eles apertassem, não saía nada — tinham deixado ela seca.
O que aqueles sátiros estavam fazendo com minha mulher era demais, estavam aplicando todo tipo de tortura nela, os gritos dela eram de partir o coração. Definitivamente, o jogo tinha escapado das minhas mãos. De qualquer forma, não consegui tirar os olhos da televisão nem por um minuto; sentia remorso por me excitar com aquilo, mas essas coisas não dá pra evitar.
Os caras tinham se masturbado com a cena. Eles curtiam sem nenhum peso na consciência, principalmente o Raul. Quanto mais forte era o que acontecia com a Maria, maior era a satisfação dele — o fim de semana estava saindo perfeito pra eles.
Depois de um tempo, soltaram ela. Quando Maria ficou livre das amarras, nem tentou fugir; as forças tinham abandonado ela, e ela caiu desabada na cama. Colocaram o travesseiro debaixo da barriga dela, deixando a bunda da minha mulher totalmente exposta. Ela estava tão cansada e dolorida que nem percebia nada. O loiro dos dois se posicionou atrás, se preparando pra meter no cu dela. Enfiou a ponta no cu da María deu um pulo.
— "Isso não, faço o que vocês quiserem, mas não me comam pelo cu, doi pra caralho." María estava com o cu tão dolorido que topava qualquer coisa pra não ser penetrada de novo.
— "Tá bom, então vai me chupar que nem uma profissional." disse ele, tirando a rola da minha mulher.
— "Vou chupar, faço o que for." respondeu minha mulher, aliviada ao sentir que tiravam ela de lá.
Naquele instante, o cara meteu com força, pegando María desprevenida.
— "Filho da puuuuuuuuta...!" gritou minha mulher.
Ele batia com tudo, tava destruindo ela.
— "Vai, gostosa, rebola!" falava enquanto continuava comendo minha mulher.
Pegou o cinto e começou a bater nela de um lado pro outro, igual os cowboys no cavalo nos filmes de faroeste, gritando pra ela se mexer. María se mexia o quanto dava, mas pro loiro não bastava, e ele seguia açoitando. Finalmente gozou e deixou o peso cair em cima de María, descansando nela.
Quando ele saiu, o moreno arrastou minha mulher até a beirada da cama. Foi enfiando devagar pelo cu, e quando tava toda dentro, se levantou. Tinha María empalada, segurava ela pelas coxas, e ela se agarrava no pescoço do estuprador pra não cair. Ele chegou perto da porta pros caras verem de pertinho. A buceta da minha mulher tava toda aberta, a cara dela desfigurada, enquanto o moreno subia e descia ela que nem um boneco. Ela não conseguia ver eles porque tava na penumbra, mas eles podiam curtir a visão na primeira fila.
Quando o homem gozou, largou María de novo na cama e falou:
— "Você tem cinco minutos pra vazar. Se não, a gente recomeça."
Ouvindo isso, os caras saíram sem fazer barulho. Subiram no carro pra esperar María, fingindo que tavam dormindo, como se já tivessem esperando há um tempão. Em cinco minutos exatos, minha mulher apareceu. O estado dela era lastimável, a blusa rasgada e mal dava pra esconder os peitos, o Cabelo todo bagunçado e a maquiagem tinha borrado.
— "Onde você estava, puta?" — Foi assim que Raúl a recebeu.
— "Fui estuprada! Precisamos ir à delegacia denunciar." — Disse Maria, agitada.
— "Não podemos fazer isso. O policial de antes pode estar na delegacia, além disso, se fizermos isso, seu marido vai descobrir o que você andou fazendo no fim de semana." — Respondeu Raúl novamente.
Maria ficou pensando por uns instantes, sabia que Raúl tinha razão, o que ela não sabia era que o policial não era policial e que o marido dela não só sabia o que tinha acontecido, como era cúmplice. Finalmente, aceitou o conselho de Raúl e foram para casa, já estava amanhecendo.
Olhei o relógio, era muito tarde, quase tinha passado da hora do almoço. Fui rapidamente para casa. Maria me perguntou por que demorei, eu disse que tinha tido muito trabalho no consultório. Quase não conseguia olhar na cara dela. O que aconteceu durante a noite de sábado tinha sido pesado demais, e eu sentia remorso. Minha mulher me achou estranho durante o almoço, mas não disse nada, ela já tinha problemas demais com as coisas dela.
Depois do almoço, Maria foi embora, disse que tinha consulta com o ginecologista, que era um check-up de rotina. Temi o pior, será que ela estava grávida? Quando ela saiu, fui para o escritório, tinha que terminar o que comecei.
DOMINGO
No domingo, os meninos acordaram meio-dia, Maria ainda estava dormindo. Eles ficaram vendo o vídeo da noite anterior, comentando animadamente.
— "Que sorte que tivemos ontem de encontrar aqueles dois caras!" — Disse João.
— "Foi a melhor parte do fim de semana, né?" — Perguntou Israel.
Raúl tomou a palavra. Toda vez que ele fazia isso, eu me perguntava o que ele estaria tramando.
— "Pode ser, mas temos a obrigação de superar isso, quem sabe se vamos aproveitar essa puta de novo algum dia."
— "Superar? Como?" — Disse Nacho, incrédulo.
— "Deixa comigo."
Com a frase intrigante de Raúl, a conversa terminou. Ele disse que precisava ir até a cidade e foi embora. marchou. Quando Raúl voltou, subiram pra acordar a Maria, era hora do almoço. Minha mulher dormia a sono solto, era natural depois de tudo que tinha acontecido no dia anterior. Os peitos e a bunda dela mostravam as marcas da noite passada, estavam cheios de hematomas. Fiquei feliz ao ver que era só isso, não tinha sido tão grave afinal, ela tinha sofrido mas não ficou com sequelas importantes.
Desceram pra comer, a Maria teve que sentar numa boia, enquanto os caras riam disfarçadamente, ela ia nua como sempre. Ainda fingiam se comportar bem com minha mulher, os filhos da puta, depois do que fizeram ela passar. Quando terminaram de comer, foram pra sala. Raúl sentou do lado da minha mulher e começou a falar com ela.
- "Essa manhã fui na vila e comprei uma coisa pra você"
Raúl entregou um teste de gravidez pra ela, ninguém sabia o que ele tava tramando. Ele continuou falando.
- "Quero que você faça."
Maria olhou pra ele estranha, não sabia por que Raúl queria que ela fizesse o teste, mas não pensou muito, ela queria fazer. Foi pro banheiro. Raúl aproveitou aquele instante pra sair e mijar em outro teste, tinha comprado dois, o filho da puta, depois guardou no bolso. Quando Maria voltou, Raúl pediu o teste e guardou no outro bolso.
Depois dos minutos de praxe, Raúl tirou o teste dele do bolso, Maria não percebeu a jogada. Quando Raúl mostrou o teste pra minha mulher, ela ficou super feliz, finalmente algo dava certo. Raúl mandou ela esperar eles na piscina e Maria obedeceu.
Quando Maria saiu de casa, Raúl tirou o outro teste do bolso. Pela cara de satisfação dele ao ver, soube que meus medos se confirmavam. Quando mostrou pra câmera, vi que era verdade, ela tava grávida. Os outros estavam perdidos, não sabiam o que Raúl tava planejando. Mesmo assim, seguiram ele até a piscina. Raúl foi falar com minha mulher.
- "Bom, Maria, depois da boa notícia sempre vem uma ruim. Ontem a gente Você me deixou plantada na discoteca e merece um castigo."
— "Mas eu fui estuprada." — ela disse.
— "Sim, mas é igual ao que aconteceu ontem com o Manolo, você foi estuprada porque tentou nos enganar, foi com uns caras pra se livrar da gente, você mesma se meteu nessa. Além disso, a gente não tem culpa de nada, perdemos a manhã toda por deixar você descansar. Esse tempo é irrecuperável pra gente, porque essa tarde vamos embora, vamos devolver as fitas e você nunca mais vai nos ver. A gente merece uma compensação."
Maria respirou aliviada ao ouvir que eles iam devolver as fitas.
— "Que castigo?" — ela perguntou.
Os caras esperavam ansiosos pela próxima fala do Raul, sabiam que esse era o momento culminante que ele tinha prometido.
— "Você vai decidir. Vou te dar quatro opções. Um, você fode com a gente de novo sem camisinha quantas vezes a gente quiser. Dois, a gente te come no cu da agora até a gente ir embora. Três, você transa com um dos cachorros do Manolo. Quatro, a gente fica com as fitas e aí a gente vê o que faz com elas."
Maria ficou perplexa ao ouvir as opções. Não podia fazer sem camisinha, Deus tinha dado outra chance pra ela e não podia arriscar engravidar, já era muita sorte não estar grávida ainda pra ficar tentando o destino. Também não podia deixar comerem o cu dela, tava tão dolorido do dia anterior que doía só de pensar, era um inferno que ela não tava disposta a passar. A opção do cachorro era uma opção contra as leis da natureza e de Deus, uma aberração em si mesma. Se eles ficassem com as fitas, tudo que tinha acontecido naquele fim de semana teria sido em vão, o sofrimento dela teria ido pro saco.
Raul parecia contrariado, achava que Maria ia escolher a opção do cachorro, achava que não tinha outra escolha possível, mas ela não respondia, então Raul disse:
— "Tá bom, já que você não responde, acho que escolheu a opção número quatro. Fica com as fitas. Vamos tomar um drink e ir pra casa, e vocês vão ter notícias nossas de novo."
Raúl não ia se contentar com isso. Ele tinha prometido pros amigos um final de semana épico, e ia cumprir. Saiu com o Juan pra preparar as bebidas — a da Maria bem fraquinha, com uma dose generosa de líquido de gado. Não queriam embebedá-la, só esquentá-la. Juan foi com as taças pra piscina, e Raúl foi buscar o Manolo. Bateu na porta do caseiro.
— "Fala, Manolo, quero que me empreste o cachorro."
— "Qual deles?"
— "Me empresta o macho grande. A puta que trouxemos com a gente disse que quer foder com um cachorro, que vadia. Quer ver?"
O rosto do Manolo se iluminou. Ele balançou a cabeça, concordando.
— "Beleza. Você vai ficar espiando atrás da cerca. Quando eu fizer um sinal, você vem com o cachorro, finge que veio limpar a piscina."
Raúl voltou pros outros na piscina, começaram a falar besteira. Em poucos minutos, o líquido começou a fazer efeito na minha mulher. Ela percebeu que algo estranho tava rolando — normalmente, quando ficava com tesão, achava que era por causa da bebida, mas dessa vez não. Era tão ingênua que não sacou que tinham botado algo no drink. Tinham colocado bem mais líquido do que das outras vezes. O tesão da Maria ia ser brutal.
Os caras continuavam falando besteira, como se não notassem nada. Ignoravam de propósito a Maria, que tava sentada pelada junto com eles, se remexendo sem parar. Raúl deu uma olhada de canto, percebeu o estado dela e disse:
— "Beleza, vamos recolher tudo e voltar pra cidade."
Ao ouvir isso, Maria ficou frustrada. Esperava ter uma última sessão de sexo.
— "Raúl, eu tava pensando que... sabe..." A voz da minha mulher era pura lascívia.
Raúl se fez de desentendido.
— "Não, não sei."
Maria foi direta ao ponto.
— "Tava pensando que a gente podia transar de novo. Tô disposta a chupar pra vocês em troca, igual no primeiro dia"
— "Beleza, chupa a gente e depois a gente vê."
Minha mulher se aproximou do Raúl, ajoelhou entre as pernas dele, tirou a pica dele da calça e começou a chupar. Fazia o mais rápido que podia, não queria esperar mais pra ser comida. Raúl colocou a mão na cabeça da Maria acompanhando o movimento, depois fez um sinal pro Manolo. Minha mulher não percebeu que o caseiro tava limpando a piscina até depois que Raúl gozou na boca dela, quando viu, não deu importância, afinal Manolo já tinha comido ela, faria qualquer coisa por sexo.
Juan preferiu que a Maria fizesse um espanhol. Ela colocou a pica do garoto entre os peitos dela, que eram tão grandes que cobriam o instrumento do Juan por completo. Maria começou um sobe e desce bem rápido, só tinha uma ideia na cabeça: sexo. Quando Juan gozou, ela se levantou e foi pro próximo moleque, o Nacho. Fez um boquete foda, tinha aprendido bastante no fim de semana. Israel optou por outro espanhol. Quando minha mulher terminou com todos eles, exigiu o prêmio dela, ainda de joelhos perto do Israel.
— "Peguem as camisinhas, quem é o primeiro?"
— "Ninguém vai te comer, puta."
Maria se surpreendeu com as palavras do Raúl.
— "Mas você disse que se eu chupasse vocês..."
— "Isso quem disse foi você." — respondeu Raúl de novo.
Maria tava tão tesuda que começou a se masturbar. Raúl tirou as mãos dela da buceta.
— "Não vai se masturbar, se quer sexo vai ter que fazer com alguém, mas não com a gente."
— "Com o Manolo?" — disse minha mulher.
— "Não, com o amigo dele."
Quando Maria viu o cachorro, começou a tremer. O bicho era enorme, muito feio e tava imundo, certeza que tinha pulga. É verdade o que dizem que os cachorros se parecem com os donos. Minha mulher se levantou puta, não ia fazer aquilo com o cachorro, ainda mais sem recuperar as fitas. Foi em direção à casa, o passo dela era firme, mas pouco foi. diminuindo ele. Ele se virou e se aproximou de Raúl.
— "Vou recuperar as fitas se fizer isso?"
— "Já é tarde demais, as fitas são nossas. Se quiser foder o cachorro, vai fazer sem ganhar nada em troca." Disse Raúl.
Inacreditavelmente, minha mulher ficou de quatro, só se importava em acalmar o tesão dela. Vendo aquilo, eu não sabia o que pensar: um cachorro fedorento ia foder minha mulher, toda uma senhora cristã e mãe de dois filhos. Meu pau pensou por mim, ficou mais duro do que nunca, não lembrava de uma ereção igual, comecei a bater uma. Raúl mandou Manolo se aproximar com o cachorro.
O cachorro começou a dar voltas ao redor de Maria até descobrir a umidade da buceta dela. Começou a lamber, a língua áspera dele fazia maravilhas na intimidade da minha mulher. Ela mexia a bunda buscando mais prazer. Os caras e Manolo batiam uma, muito excitados. Maria não aguentou muito tempo as lambidas do vira-lata e teve um orgasmo, o cachorro lambeu os abundantes sucos que jorravam de dentro da buceta dela. Depois o animal subiu em cima da minha mulher, tentava penetrá-la, quando finalmente conseguiu, começou a macetá-la num ritmo frenético, segurando-a com as patas dianteiras.
A baba do animal escorria pelo corpo de Maria, ela parecia sufocada pela foda que estava levando. Começou a gemir ao sentir a proximidade de outro orgasmo.
— "Vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaar...!"
O vira-lata continuava empurrando, não diminuía o ritmo. Maria encadeava orgasmos um atrás do outro, era incrível a quantidade que teve. Os caras zombavam dela.
— "Que puta, como ela curte." Disse Juan.
— "Diz, puta, o que seu maridinho diria se te visse entregue a um vira-lata sarnento?" Disse Raúl com ironia.
O marido dela já tinha gozado duas vezes enquanto a mulher continuava tendo orgasmos, sem se importar com a humilhação. De repente, o cachorro arqueou as costas, encostando o máximo que pôde na minha mulher. Começou a meter tudo em Maria, que se contorcia numa mistura de dor e prazer. Ela teve um Último orgasmo e ela desmaiou.
Quando voltou a si, o cachorro estava de costas pra ela, eles tinham ficado presos. Ela se assustou um pouco ao se ver naquela situação, tentou se soltar do cachorro mas não conseguiu. A fodida do bicho tinha acalmado o tesão dela e agora ela se sentia um lixo. "O que foi que eu fiz! Como eu pude cair tão baixo!" disse em voz alta. Os caras começaram a rir. Eles ainda não tinham gozado, estavam esperando esse momento, o momento mais humilhante pra Maria. Chegaram perto dela e um por um foram gozando na cara dela, fizeram isso com desprezo, como se minha mulher fosse um lixo. O Manolo também descarregou no rosto dela cinco jorros enormes de porra. Maria ficou totalmente coberta de esperma, chorando amargamente enquanto esperava o cachorro se soltar dela. Tudo que ela tinha feito no fim de semana tinha sido inútil, não só não tinha recuperado as fitas, como agora tinham mais vídeos dela, alguns totalmente bizarros.
Raúl e Juan entraram em casa. Juan gravou as últimas palavras do amigo:
- "Bom, corno, espero que tenha curtido o vídeo. Além disso, você vai ser pai de novo, se o moleque não sair muito esperto, já sabe que é do Manolo. Mas nem precisa, porque sua mulherzinha também é burra pra caralho, não percebeu que os estupros que sofreu foram armados, nem que a gente colocou o líquido pra esquentar ela. Como eu disse, se quiser repetir, já sabe meu número de telefone."
Assim terminou a gravação. Eu não sabia o que pensar, tinha curtido pra caralho, mas minha pobre mulher tinha alternado momentos de prazer incrível com outros de dor incrível. Quando voltei pra casa, Maria me disse que queria transar comigo. Era óbvio que tinha ido no médico e ele tinha dito que ela estava grávida, acho que ela teve os sintomas típicos e foi no médico pra ver se o teste que tinha feito com os caras estava certo.
Se eu transasse Amo com ela, teria que assumir o filho como meu, mas que outra coisa eu podia fazer...
FIM
2 comentários - Minha esposa, meu filho e os amigos dele, Parte 3