Olá, pessoal, sou o Fermín de novo. No meu relato anterior, contei como, com minha ajuda, meu filho Luismi e os amigos dele — Raúl, Nacho, Juan e Israel — conseguiram foder a María, a minha mulher cheia de frescura, enquanto eu gravava tudo. Ninguém nunca soube que fui o arquiteto de tudo.
Desde então, já se passaram onze meses. Temos outro filho, fruto daquela putaria. Eu sei que não é meu, mas foi um preço que tive que pagar por todas as experiências excitantes que vivi. Sempre fiz de conta que não era nada com o moleque pra não deixar minha mulher desconfortável; ela acha que eu acredito que o filho é meu. Ele se chama Alfredo e acabou de fazer dois meses. De resto, nossa relação esfriou pra caralho, somos só duas pessoas que dividem o mesmo teto.
Nossa situação financeira tá uma merda. Um filho novo traz um monte de gastos, além do internato do Luismi, pra onde mandamos ele depois dos rolês da outra vez. Só com a grana da minha clínica veterinária, a gente mal consegue fechar as contas no fim do mês. Não transei com minha mulher desde então; ela deve ter ficado com tanto nojo que não para de inventar desculpas esfarrapadas. Já faz tanto tempo que nem lembro mais como era.
Bom, hora de entrar no assunto. Como eu disse, não tínhamos visto os amigos do meu filho desde aquele dia. Eu me contentava em rever minhas gravações de tudo que aconteceu, mas já tava começando a encher o saco; precisava de material novo. Passei umas duas semanas matutando sobre a situação, mas não me vinha nada na cabeça. No calor do momento, fiz algo sem pensar muito nas consequências: liguei pro Raúl. Combinamos de nos ver naquela tarde num café perto do colégio dele, na saída das aulas.
Quando ele entrou pela porta, eu já tava esperando sentado numa mesa afastada. Ele parecia nervoso, normal; devia achar que minha mulher tinha contado tudo que rolou. Ele me viu e veio na minha direção.
— "Oi, Sr. Jiménez. O senhor queria me ver?"
— "Sim, é isso mesmo. Não vou ficar enrolando: sei tudo que vocês fizeram. — Minha esposa há um ano.
Raúl ficou branco, não sabia o que dizer. Achava que eu ia matá-lo, mas não esperava minha próxima frase.
— Não se preocupe, foi algo fantástico.
— Como assim? — perguntou Raúl, incrédulo.
— Olha, sem rodeios: naquela época, eu tava há muito tempo sem comer minha mulher, tava com muito tesão e tive a ideia de deixar vocês comerem ela. Por isso que facilitei o sonífero e o líquido de vaca.
Raúl não se recuperava do susto. Não conseguia acreditar no que tava ouvindo. Eu continuei falando.
— Comprei umas minicâmeras e instalei pela casa toda pra ver tudo que rolava. Tenho tudo gravado.
— O que o senhor quer de mim? — disse Raúl, hesitante.
— Gostei tanto do que aconteceu que quero que vocês repitam. Quero que gravem tudo e depois me deem as fitas pra eu assistir.
Raúl pensou por uns instantes e finalmente respondeu.
— Sei não, tenho que consultar meus amigos. Hoje à noite eu ligo.
Ficou nisso. Passei a tarde nervoso, esperando a ligação dele. Depois do jantar, o telefone tocou. Me joguei nele antes que Maria pudesse atender.
— Alô?
— Sr. Jiménez, é o Raúl. A gente conversou e decidiu aceitar sua proposta, mas com condições.
— Que tipo de condições?
— Primeiro, queremos um papel assinado pelo senhor autorizando a gente a comer sua mulher. Não vamos mostrar a menos que o senhor nos traia, é por segurança. Segundo, o senhor vai fornecer todo o material necessário: mais líquido de vaca, outra câmera de vídeo, 1000 euros pra despesas e mais 1000 como pagamento pelo serviço. Por último, a gente manda em tudo, o senhor não pode se meter em nada do que rolar. Vai receber as gravações do que acontecer direitinho. Se amanhã cedo eu não tiver um envelope com sua autorização e o dinheiro na minha casa, o trato tá cancelado.
Dito isso, desligou sem me deixar falar nada.
Fiquei pensando. 2000 euros era muito dinheiro, e mais... na nossa situação econômica. A questão da assinatura me envolvia diretamente em tudo, mas o que eu podia fazer? Eu queria que eles comessem ela de novo, queria vê-la outra vez nas mãos deles. Tinha uma sensação indescritível de tesão, curtia infinitamente mais tudo aquilo do que qualquer transa de rotina com minha mulher, além disso minha esposa já não queria mais fazer amor, então decidi aceitar.
No dia seguinte, enviei o envelope. Esperei o dia todo por notícias do Raúl. Lá pelas cinco horas, ele me ligou no celular.
— "Sou o Raúl. Escuta, daqui a meia hora a gente vai na sua casa falar com sua mulher. Você vai nos esperar no consultório. Depois a gente passa pra te ver."
Ele desligou de novo. Tava claro que queria mostrar que eles estavam no comando e que não aceitariam uma palavra minha.
Fechei o consultório, dizendo pros poucos clientes que tinha que sair. Coloquei as minicâmeras pra gravar e esperei. Sentia falta daquela situação, tava intrigado pra ver o que iam dizer pra Maria. Os caras não demoraram a chegar. Bateram na porta, Maria tava amamentando o Alfredo, deixou ele no berço e se vestiu. Quando abriu a porta, quase desmaiou. Não podia acreditar que eles tinham voltado. Raúl, aproveitando a confusão dela, falou.
— "Sra. Jiménez, a senhora tá uma gostosa. Tava com saudades da gente?"
— "O que vocês querem? Já não me fizeram mal o bastante? Seus desgraçados!"
— "É justamente sobre isso que a gente queria falar." Disse o Juan.
— "A gente se arrependeu e quer devolver a fita de vídeo. Mas antes, a senhora vai ter que fazer algo por nós." Disse o Nacho.
Maria ficou pensando, sabia que não podia confiar neles, mas tinha que recuperar a fita de qualquer jeito. Depois pensaria em algo pra dar um jeito neles.
— "O que vocês querem que eu faça?"
Raúl tomou seu tempo, sabia que tinha que ser claro e convincente. Falou bem devagar.
— "A gente quer que a senhora passe um fim de semana com a gente. Vamos pro sítio dos meus pais pra não sermos incomodados. Se cumprir o que a gente mandar, devolvemos a fita e a gente nunca mais volta. saber mais nada de nós."
—"Um fim de semana? Não pode ser, não posso deixar o Alfredo sozinho. Além disso, o Fermín vai estranhar se eu for embora."
Raúl insistiu de novo.
—"Ele inventa uma desculpa pra sair e o marido dela cuida do bebê. Aliás, como tá o nosso filho?" — disse ele, debochando.
—"Vocês são uns filhos da puta! Não vou fazer isso!"
—"A puta é a senhora. Não queria chegar a esse ponto, mas se não aceitar, a gente usa o vídeo. A senhora me entende..." — Raúl sorriu enquanto falava.
Maria hesitou por uns segundos, não podia deixar o vídeo vazar, e finalmente disse:
—"Tá bom, mas vocês me devolvem a fita, e dessa vez nada de câmeras. E também, dessa vez não vão gozar dentro de mim. Tô ovulando e não quero mais surpresas."
Era inacreditável, Maria tinha aceitado. Por outro lado, era lógico, ela não tinha outra escolha, mas me surpreendia vê-la aceitar dar pra aqueles adolescentes tarados. Combinaram pro dia seguinte depois do almoço, aproveitando que era sexta-feira, ela levaria nosso carro.
Depois passaram no meu escritório, dei mais líquido pra vaca pra eles, e combinamos que me mandariam as gravações na semana que vem. Embora Maria já tivesse dito, fiz eles prometerem que dessa vez iam comer ela de camisinha, não queria que ela engravidasse de novo. No dia seguinte, eu daria minha câmera de vídeo pro Raúl. Eles levariam duas, a dele e a minha.
Naquela tarde, minha mulher me disse que uma tia dela tinha morrido e que ela precisava viajar no fim de semana, que era melhor eu não ir pra cuidar do Alfredo. Ela esperava mais perguntas da minha parte, mas eu disse que sim na hora e nem perguntei o nome da tia. Ela me deixou uma lista com tudo que eu tinha que fazer e foi preparar o jantar. Ela tava nervosa pra caralho, e eu, por minha vez, tava subindo pelas paredes de tesão.
De manhã, encontrei o Raúl como a gente tinha combinado pra entregar a câmera. Ele me disse que iam me proporcionar um espetáculo muito melhor que o outro. vez. À tarde me despedi da María, ela estava tremendo, me deu um pouco de pena.
O fim de semana inteiro fiquei inquieto. Ficava pensando no que poderia estar rolando naqueles mesmos momentos, nas situações que a María estaria vivendo. Me masturbei inúmeras vezes com minhas antigas gravações.
No domingo, às dez da noite, a María chegou, parecia triste e exausta. Praticamente não falou comigo. Foi ver o menino, depois entrou no chuveiro e foi deitar. Naquela noite não consegui dormir, esperava o momento de ver o que tinha acontecido. Ficava me perguntando se no dia seguinte me entregariam as fitas. Acertei.
Na segunda-feira, acordei cedo e fui pro consultório antes da María acordar. Lá pela metade da manhã, chegou um pacote no meu consultório. Antes de abrir, despachei rapidamente uma senhora idosa que veio com o poodle dela. Cancelei o resto das consultas do dia e me tranquei no escritório com tudo fechado. Abri o pacote e encontrei um monte de fitas de vídeo numeradas, de três horas cada uma. Definitivamente, eles tinham feito o dever de casa.
Vou relatar os acontecimentos em ordem cronológica:
SEXTA-FEIRA À TARDE
Quando coloquei a primeira das fitas de vídeo, dava pra ver os quatro caras esperando na entrada do prédio do Israel. O Raúl falava pra câmera:
— "Então, corno manso, quando você ver isso, acho que já vamos ter feito com a puritana da sua mulher o que a gente quis. Você se diverte batendo uma punheta, que de foder ela a gente cuida. Que otário você é, não entendo como você tem uma gostosa dessas em casa e, em vez de comer ela, entrega pra gente."
Depois, aparecia nosso carro com a María ao volante. Ela estava de calça jeans e uma camiseta bem largada. Quando ela parou o carro, os caras carregaram as malas e entraram. O Raúl sentou na frente e os outros atrás. Quando a María viu a câmera, começou a reclamar.
— "Combinamos que nada de câmeras. Se vocês não largarem isso, vou embora pra casa."
— "Não se preocupe, Sra. Jiménez, é só uma brincadeira. Quando Vamos terminar isso, também vamos dar essas fitas pra vocês, eu prometo." Disse João, tentando acalmar.
— Não sei se dá pra acreditar em vocês...
— Para o carro! Se não quiser colaborar, pode ir pra casa. Pra mim tanto faz, a gente mostra a gravação que temos pra todo mundo. — Gritou Raul.
Maria percebeu que não podia fazer nada, eles é que mandavam. Pensou que era obrigada a entrar na deles.
— Tá bom. Aceito a parada da câmera. Mas depois vocês me dão todas as fitas. — Disse Maria, contrariada.
Chegaram na fazenda. Era um lugar bem bonito, tinha uma casa principal de dois andares com piscina, toda cercada por uma sebe, uma casinha pros caseiros e uns estábulos. A propriedade era bem grande, não tinha ninguém por vários quilômetros ao redor. Esses filhos da puta tinham planejado tudo direitinho.
Enquanto descarregavam as coisas, apareceu um moleque novo, era o caseiro, se chamava Manolo e devia ter uns vinte e quatro anos. O coitado era o idiota da cidade, os pais do Raul tinham contratado ele pra cuidar da fazenda. Pelo visto, mesmo não sendo muito esperto, ele entendia pra caralho de bicho. Quando Maria viu ele, deu um grito, não esperava que tivesse ninguém ali, além do mais ele tinha uma aparência horrível. Era muito alto e feio, faltavam quase todos os dentes, e ainda por cima tava imundo. Raul acalmou ela, disse que ele não ia incomodar e que não sacava nada porque era meio retardado.
Depois de descarregar tudo, decidiram dar um mergulho na piscina, mas não um mergulho qualquer, iam fazer isso pelados. Colocaram as câmeras em dois tripés, filmando de ângulos diferentes. Minha mulher não gostou nada da ideia, mas tinha que obedecer. Dava pra ver que ela tava morrendo de vergonha com tudo aquilo. Eu imaginava o que ela tava pensando, que da outra vez ela tava bêbada e estranhamente excitada, mas agora era muito difícil colaborar.
Os caras cercaram ela, enquanto ela tava imersa nos pensamentos, eles já tinham se despido, com os paus totalmente duros. Raúl se aproximou pela frente e tentou beijá-la na boca, Maria virou o rosto. Por trás, Juan levantava a camiseta dela. Israel e Nacho tentavam puxar a calça jeans dela pra baixo.
A situação tava me deixando louco, percebi que não era o único observando, uma das câmeras pegava ao fundo a janela da casa do tal Manolo, dava pra ver ele agachado olhando tudo. Pelo movimento que via, achei que ele tava se masturbando, já éramos dois na mesma.
Finalmente Juan conseguiu tirar a camiseta dela, os outros fizeram o mesmo com a calça. Raúl continuava tentando beijar ela, mas Maria resistia. Juan desabotoou o sutiã dela e deixou os peitos dela no ar. Eles estavam enormes, normalmente já eram grandões, mas agora pareciam duas montanhas, os bicos estavam inchadíssimos. Maria ainda tava no período de amamentação e os peitos dela tinham aumentado de tamanho pra caralho. Israel puxou a calcinha dela devagar, a buceta dela continuava peluda como sempre. Já tavam com ela pelada, era uma visão maravilhosa.
Maria tava como se estivesse morta, não colaborava nada, era natural porque ela quase não tinha experiência, mas os caras não gostaram. Sabiam que podiam comer ela agora mesmo, ela teria que ceder pra recuperar a fita, mas não curtiam a ideia de foder uma boneca de pano. Raúl decidiu fazer algo a respeito.
— "Sra. Jiménez, deite na espreguiçadeira que a gente prepara o lanche."
Maria obedeceu, não tava sendo tão ruim quanto ela pensava.
— "Vocês fiquem aqui, você Juan vem comigo." Ordenou Raúl.
Levaram uma das câmeras com eles. Foram até a entrada onde tinham deixado as malas, uma delas tava cheia de garrafas de bebida de todo tipo. Prepararam uns drinks. Raúl pegou o pote de líquido pras vacas e, olhando pra câmera, disse:
— "Já que sua mulherzinha é uma frígida, vamos esquentar ela um pouquinho."
— "É, que comece o show. Você vai ver, viadinho de merda, como sua mulher se diverte com homens de verdade. Disse Juan rindo.
Foram para a piscina com as taças, todos continuavam nus, incluindo minha mulher. Maria pensou que um gole ajudaria ela a aguentar melhor o que tinha que passar. Tomaram duas garrafas entre os cinco. Cada taça de Maria levava sua dose correspondente de afrodisíaco. Os caras falavam todo tipo de putaria pra ela, no começo ela ficava incomodada, mas depois começaram a excitá-la. Era evidente que o líquido estava fazendo efeito, e junto com o caráter desinibidor do álcool, fazia com que Maria, além de estar muito tesuda, deixasse de ficar tão desconfortável com a situação. Esse era o ponto que estavam esperando, então decidiram partir pra ação.
Nacho pegou uma das câmeras, se aproximou de Maria e ordenou que ela abrisse as pernas. Ela não obedeceu, tentava mostrar alguma dignidade, mas que dignidade ia mostrar uma senhora de 40 anos, católica e mãe de dois filhos, deitada pelada rodeada por quatro adolescentes de 18 anos, amigos do filho dela? Juan se aproximou dela e foi afastando as pernas dela devagar. Nacho aproveitou pra pegar um close da buceta dela, tava bem molhada. Juan se ajoelhou na frente dela, enfiou a cara entre as pernas dela, minha mulher respondeu com um gemidinho. Raúl e Israel se jogaram nos peitos dela, o primeiro a descobrir que estavam cheios de porra foi o Raúl:
— "Olha, tem porra nos peitos dela!"
— "Siiim..., é verdade!" Confirmou Israel quando descobriu o manjar.
— "Isso tem que gravar bem." Dizia Nacho empolgado.
Nem preciso dizer que eu já tinha gozado só de ver a cena. Maria não me deixava ver ela amamentando o Alfredo, e agora eu tava vendo ela amamentar uns degenerados. Raúl e Israel devoravam ela com loucura, mordiscavam os bicos dos peitos dela e apertavam forte as tetas dela, queriam tirar até a última gota de porra. Minha mulher começou a respirar ofegante, os bicos dos peitos estavam muito sensíveis agora que ela tinha dado à luz, e Juan continuava fazendo um bom trabalho na buceta dela. buceta encharcada, o orgasmo era iminente.
- "Vou gozaaaaaaaaaaaaaar......!" Gritou Maria de repente.
Um mar de líquido jorrou de dentro dela. Eu sabia que tinha mulher que mijava quando gozava, mas o da Maria era exagerado.
- "Olha como ela mija de prazer!" Disse João com o rosto todo molhado dos fluidos da Maria.
- "Peguei um close! Peguei um close!" Nacho estava eufórico.
- "Que porquinha que a senhora é, Sra. Jiménez."
Todo mundo riu com esse último comentário sarcástico do Raul. Ele voltou a falar:
- "Quem não provou a porra dessa puta, que prove, o outro vem comigo pegar as camisinhas."
Maria suspirou aliviada quando ouviu falar das camisinhas, não queria engravidar de novo. Era irônico, a puritana não queria que eu usasse porque era pecado, e agora o que mais queria era que esses pivetes colocassem pra foder ela.
A câmera fixa ficou gravando enquanto Nacho e João saboreavam a porra da minha mulher, e a outra foi levada pelo Israel, acompanhando o Raul.
Voltaram pra piscina, João e Nacho continuavam bebendo a porra da minha esposa, tinham deixado ela seca. Manolo continuava observando tudo do seu esconderijo. Maria, por sua vez, continuava muito sufocada, involuntariamente o corpo dela pedia mais guerra.
Raul tomou a iniciativa de novo. Tirou Maria da espreguiçadeira e colocou ela de quatro numa toalha. Pensei que ia meter no cu dela, mas me enganei, em vez disso enfiou um dedo na buceta dela, toda encharcada. Ele mexia em círculos, depois enfiava e tirava com muita delicadeza. Ficou assim um tempo até Maria começar a ofegar, quando percebeu que ela ia gozar, parou. Um protesto quase imperceptível saiu da boca da minha mulher, ela não queria que ele parasse.
- "O que você disse? Quer que eu continue?" Perguntou Raul.
Maria não respondeu, não queria admitir que tudo aquilo tava começando a gostar.
- "Tá bom, se você não quer que eu continue, eu paro." Insistiu Raul.
- "Por por favor não para! Não me deixe assim!" Suplicou Maria.
Raúl a tinha onde queria, minha mulher estava tesuda pra caralho, Raúl continuou humilhando ela.
— "Quer que a gente te coma, puta?"
— "Sim, me comam."
— "Ouviram, caras? A vagabunda se faz de senhora e agora quer que a gente coma ela." Os comentários de Raúl eram cada vez mais cortantes. Ele tomou a palavra de novo.
— "Grita que você é uma porca e que quer nossa pica."
Maria não entendia como aqueles filhos da puta conseguiam deixá-la tão excitada. Por dentro, ela lutava pra se manter firme, se iam ter que foder ela, que fodessem, mas não ia dar a eles a satisfação de vê-la implorando por isso, ela era uma mulher decente, era...
— "Eu sou uma porca e quero a pica de vocês!" Maria ficou mais surpresa que os caras ao ouvir as próprias palavras, o corpo dela tinha vencido a mente.
Todos riram.
— "Muito bem, abre a boquinha." Disse João enquanto colocava o pau na frente da boca de Maria.
— "Obedece se quiser que a gente te coma, puta!" Ordenou Raúl.
Tava claro que a mentalidade da minha mulher tinha mudado desde a outra vez. Na primeira vez, ela não esperava o que ia acontecer nem sabia quanto tempo ia durar, além disso nosso filho tava presente, mas agora era diferente, ela tinha vindo pro sítio num fim de semana sabendo o que planejavam fazer com ela e o Luismi não tava por perto. Ela tinha duas opções: passar o fim de semana sofrendo ou aproveitando. Além disso, tava tão excitada que era inútil resistir, decidiu se entregar ao prazer.
Não podia acreditar quando vi Maria abrir a boca e começar a chupar o pau do João. Da outra vez, só o Nacho tinha conseguido enfiar na boca dela e contra a vontade dela, agora ela tava chupando o João por vontade própria, ela que sempre achou isso uma aberração tava mamando o pau de um moleque de 18 anos pra conseguir sexo.
— "Ahhh... siiiim..." Gemeu João.
— "Agora vou te foder, você mereceu." Disse Raúl.
— "Coloca camisinha, por favor..." Juan cortou a frase da minha mulher enfiando o pau de novo na boca dela.
-"Claro, fizemos um trato, pode confiar na gente." Enquanto dizia isso, Raúl colocou uma das camisinhas.
Raúl foi enfiando devagar, queria aproveitar o momento, quando chegou na metade parou e ficou quieto esperando que fosse a Maria quem fizesse o trabalho. Ela, desesperada, jogou o corpo pra trás buscando o resto do pau do garoto, começou a se mover pra frente e pra trás, depois em círculos, tentando enfiar o pau do Raúl o mais fundo possível.
Maria estava como possuída, tinha acabado de tirar da mente todas as convicções morais e estava começando a aproveitar de verdade. Ela gemia de prazer, já não tentava esconder as sensações. Juan tirou o pau da boca dela pra gozar na cara e no cabelo dela, ela sentiu nojo, sentiu os jorros de porra escorrendo pelas bochechas, mas não disse nada porque a iminência de outro orgasmo a deixava fora de si, acelerou os movimentos até gozar de novo.
-"Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.........!" Gritou Maria.
-"Isso, putinha, goza de novo!" Incentivava Juan.
Raúl continuava bombando com força. Quando finalmente gozou, ficou parado por uns instantes com o pau dentro da Maria saboreando o momento. Continuaram assim pelo resto da tarde. Ela chupava o pau deles em troca de ser fodida. Maria teve vários outros orgasmos. Todos comeram ela e ela chupou todos, Raúl e Nacho fizeram ela engolir a porra, enquanto Israel preferiu descarregar nas tetas enormes da minha esposa.
Quando terminaram, Maria ainda pedia mais. Eu sabia que era por causa do efeito do líquido e porque estava muito bêbada, mas aquilo já era demais, minha respeitável mulher estava implorando por mais sexo pra quem a chantageava, e essa gente eram os amigos do filho dela que estavam humilhando ela.
Eles queriam deixar ela com vontade, levantaram ela do chão e ajudaram a chegar a um dos quartos, já que a Maria tava com dificuldade pra andar, era normal depois da bebedeira que ela tava e da dose de pau que tinha levado. Deitaram ela pelada numa cama e ela apagou na hora.
Quando saíram do quarto, o Raúl falou pra câmera:
— "Gostou, corno? Viu como a putinha da sua mulher implorou pra gente comer ela? Isso é só o começo, te garanto que o que vem depois você não espera."
Essas últimas palavras me deixaram tenso. A verdade é que eu tinha curtido ver o vídeo, bati umas punhetas do caralho. Tava nessa quando percebi que era hora do almoço e fui pra casa.
Quando entrei em casa, a comida já tava na mesa. Maria falou que não tava com fome e que ia dar de comer pro Alfredo. Perguntei, com tesão, se tava acontecendo alguma coisa, mas ela disse que só tava meio triste por causa da tia dela. Pegou uma mamadeira e foi pro nosso quarto com o menino. "Com a quantidade de porra que tem nos peitos dela, essas vadias devem ter deixado ela seca pra ter que alimentar nosso filho com mamadeira", pensei. Logo depois de comer, fui pro meu consultório continuar vendo as gravações.
SEXTA-FEIRA À NOITE
Depois de deixar minha mulher no quarto, a gravação cortou. Quando começou de novo, dava pra ver que tinham passado várias horas, porque já tava escurecendo. Agora era o Juan quem falava pra câmera:
— "Você deve estar se perguntando no que a gente gastou o dinheiro que você deu. Então, a gente vai te contando aos poucos."
— "Se a gente gastou alguma coisa pra vestir sua mulherzinha, é porque vamos levar ela pra farrear." — disse o Nacho em seguida.
Na sequência, a câmera apontou pra uma cama. Em cima dela tinha um vestido de puta de verdade: consistia numa minissaia de couro que mais parecia um cinto, um top também de couro com cadarço no decote que dava pra mostrar mais ou menos peito, e umas botas. Negras com saltos altos, daqueles que vão até o joelho. Além disso, tinha uma saquinha com cocaína.
Quando não vi calcinha nem sutiã, já desconfiei do pior, e ainda tinha a cocaína, mas o pior ainda estava por vir.
Foram até o quarto da minha mulher para acordá-la, ela estava como que inerte, pelada em cima da cama. Tentaram reanimá-la, mas ela não reagia, estava muito cansada. Praticamente tiveram que arrastá-la até o chuveiro. Deram um banho nela com água fria e a Maria reagiu um pouco, olhava confusa para todos os lados, estava desorientada.
Secaram ela um pouco e mandaram uma carreira. Maria não sabia o que era, nunca tinha visto cocaína e muito menos imaginava que os amigos do filho dela usassem aquilo, ela achava que só os viciados faziam isso. Eles disseram que era um remédio para clarear a cabeça, e que tinha que cheirar pelo nariz para fazer efeito mais rápido. Minha mulher, que ainda não sabia bem onde estava, cheirou sem reclamar.
Em poucos minutos, ela estava novinha em folha. Mandaram ela descer para jantar, Maria tentou vestir alguma roupa, mas eles disseram que não, que descesse do jeito que estava. Ela não se importou de descer pelada, achava que os caras estavam sendo bem legais, considerando o que ela esperava, e ainda estava eufórica por causa do efeito da coca.
Deram a ela um prato de sopa, temperado, claro, com o líquido de vaca, e um bife com batatas. Acho que encheram ela de comida para Maria continuar confiando neles. Depois do jantar, começou o ritual de sempre, começaram a tomar doses e a misturar as da Maria com o líquido. Mas dessa vez tinha uma novidade, intercalavam as doses com mais "remédio para a cabeça".
Maria estava adorando a situação, tomava as doses para se soltar, calava assim a voz da consciência. Foi se excitando aos poucos. Quando não aguentou mais, convidou os caras para comerem ela, não falou nada, só foi abrindo devagar as pernas. A putinha safada. perdeu completamente a dignidade. Raúl se aproximou dela e falou:
- "Agora vamos sair pra beber no povoado ao lado."
- "Mas... eu achava que..." A putinha tava morrendo de vontade de ser comida.
Raúl sorriu ao ver que ela tava entregue e falou de novo:
- "Se você se comportar bem, vai ter o que quer. Já viu que pode confiar na gente."
Israel foi pegar o vestido e mandou ela vestir. Maria hesitou ao ver ele, não ia usar calcinha nem sutiã, e ainda por cima era um vestido digno de qualquer puta. Disseram pra ela que se vestisse, na volta iam foder ela, e que naquele povoado ninguém a conhecia. Depois que se convenceu disso, não foi difícil fazer com que se pintasse a cara como uma verdadeira gostosa.
Depois de pronta, entraram no carro. Raúl sentou no banco do motorista. Sabia dirigir desde pequeno e o povoado ficava a poucos quilômetros da fazenda. Quando chegaram, foram pra uma balada de menores. O segurança, ao ver a câmera e a minha mulher, não queria deixar eles entrarem, mas Raúl deu 100 euros pra ele, que mudou de ideia na hora, e disse que daria mais 100 na saída se tudo desse certo. Deu outros 100 pro único garçom que tinha no bar pra ele fingir que não tava vendo nada.
Já estavam lá dentro, era uma sala bem grande. Junto das paredes tinha umas mesas baixas rodeadas por sofás. Devia ter uns cinquenta adolescentes entre catorze e dezesseis anos ali dentro, a maioria era moleque, o que se chama popularmente de "um haras de paus". Quando viram Maria, ficaram bestificados. As meninas, por outro lado, olharam pra ela com desprezo.
Raúl se aproximou da minha esposa e mandou ela dançar no meio da sala. Ela obedeceu, dava pra ver que não sabia dançar, mas tanto fazia. Raúl e os outros se afastaram um pouco dela, assim estavam dando liberdade pro pessoal do povoado agir. A multidão não demorou a cercar ela. As poucas meninas que estavam no local foram embora ofendidas porque nenhum dava atenção a eles.
Maria não sabia o que fazer, estava começando a sentir mãos indiscretas por todo o corpo e estava muito excitada. Tentava manter a calma, não queria se entregar àquele prazer, era se rebaixar ainda mais. Com Raúl e os outros, ela tinha a desculpa moral de que estavam chantageando ela, mas se agora deixasse rolar, não teria mais desculpa. Se perguntava o que estava acontecendo, por que estava tão tesuda, não podia ser só o álcool...
Nessas dúvidas, Maria estava quando percebeu que tinham desabotoado os cordões do top e ela estava com os peitões enormes à mostra pra todo mundo. Também tinham levantado a minissaia dela, deixando a peluda buceta de fora. Os adolescentes estavam começando a passar a mão nela em todo lugar, brigavam pra chupar os peitos dela, que estavam cheios de porra de novo. Apalpavam a bunda dela com desespero, e os mais ousados tentavam enfiar os dedos na buceta da minha mulher, que já tava bem molhadinha.
Raúl e os outros curtiam a cena, Maria tinha se entregado de vez às carícias que recebia e estava prestes a gozar. Quando gozou, todos os assediadores se surpreenderam ao ver a quantidade de melado escorrendo entre as pernas dela. Foi nesse momento que Raúl aproveitou pra chegar perto da minha mulher e falar com quem estava em volta:
— "Bom, já chega de diversão. Quem quiser foder essa putinha vai ter que pagar."
Os caras da cidade ficaram putos, queriam bater no Raúl, diziam que a gostosa era de todo mundo e que não iam pagar um centavo. Raúl, com uma jogada de mestre, fez eles mudarem de ideia.
— "Podem me bater se quiserem, mas o segurança da balada tá no meu bolso, ele vem e expulsa todo mundo, e ninguém vai comer essa delícia."
Os ânimos se acalmaram um pouco, ninguém queria se meter com o segurança. Raúl finalizou a jogada.
— "Olha, eu ia cobrar 20 euros por cabeça de quem quisesse foder ela, mas como vocês me caíram bem, por 10 euros cada um, ela é de vocês. É uma ganga, é uma mulher casada que só transou com o marido e com a gente quatro, uma puta de luxo autêntica.
Finalmente aceitaram, tinham uma chance única de comer uma mina que nem nos melhores sonhos deles conseguiriam chegar perto, ainda mais num povoado daquele. Era inacreditável, os filhos da puta iam prostituir minha mulher como se fosse uma puta barata. Achava que tinham passado dos limites, mas não conseguia parar de olhar a gravação. Quanto mais humilhante era pra ela, mais excitante era pra mim.
Raúl e Juan levaram Maria pra um canto e deitaram ela em cima de uma das mesas. Nacho e Israel formaram uma fila com todos os caras que queriam comer ela, uns 35, e deram uma camisinha pra cada um.
Maria ainda tava muito bêbada e chapada e, embora estivesse com muito tesão, quando percebeu o que ia rolar tentou evitar.
— "Por favor, Raúl, não façam isso comigo, eu imploro."
Raúl chegou perto dela e, tocando a buceta dela com a mão, disse:
— "Vai ser puta, se tá morrendo de vontade, tá toda molhada."
Maria implorou de novo:
— "Não sei o que tá acontecendo comigo, não sei por que tô tão molhada, mas não deixa eles me comerem, comam vocês, esse era o trato."
Raúl não respondeu, só riu. Virou, pegou os 10 reais do primeiro sortudo e falou:
— "Coloca a camisinha e come ela!"
Maria tentou se levantar, fez isso sem convicção, tentando mostrar um pouco de dignidade, tentando esconder que o que ela mais queria naquele momento era ser comida, mas Juan deitou ela de novo na mesa.
O primeiro moleque devia ter uns catorze anos e tava tremendo, com certeza era virgem. Chegou perto dela e meteu com muita delicadeza, deu três ou quatro estocadas e gozou. Depois, um por um foram passando a rola na minha mulher, o resto dos caras, uns demoravam mais e outros menos, uns comiam ela com cuidado e outros com violência. Na hora de gozar, a maioria dos caras decidiu tirar a camisinha e fazer na cara ou nos peitos da minha mulher, ela acabou toda coberta de porra. Além disso, Maria também gozou, mas várias vezes, era inevitável depois de 35 gozadas seguidas.
Raúl não deixou elas beberem dos peitos delas nem darem o cu pra ele. Ele não entendia por que ainda não tinham sodomizado minha mulher. Quando o último terminou, levantaram Maria da mesa e tentaram arrumar as roupas dela e limpá-la o melhor possível. Ela não conseguia ficar de pé nem articular uma palavra.
Levaram ela quase arrastando pro carro, pagaram mais 100 euros pro porteiro e foram embora, mas não sem antes oferecer a ele trocar os 100 euros por uma foda com minha mulher. Ele, vendo o estado em que Maria estava, preferiu o dinheiro.
A noite tinha sido redonda pra eles, e com o que tinham ganhado com Maria, conseguiram pagar o porteiro e o garçom, sobrando 50 euros. Quando chegaram, deram um banho nela e deixaram ela descansar.
Já era hora do jantar, decidi deixar pro dia seguinte o resto dos vídeos, de qualquer forma não dava pra bater mais uma punheta. Quando cheguei em casa, a janta estava no micro-ondas e Maria já tinha ido dormir, tava claro que ela me evitava. No dia seguinte fui cedo pro escritório, não dava mais pra esperar, tava morrendo de vontade de ver o que tinha rolado no sábado.
SÁBADO DE MANHÃ
Quando cheguei no escritório, tava super excitado, me perguntava que tipo de surpresas o vídeo me reservava. Conhecendo aqueles filhos da puta, sabia que o sábado ia ser ainda mais pesado que a sexta. Não me enganei.
Acordaram lá pelo meio da manhã, sabiam que Maria ia ficar com peso na consciência assim que os efeitos de tudo que tinha tomado no dia anterior passassem, então decidiram preparar o café da manhã e levar pra cama dela. Além disso, cortaram umas rosas do jardim — toda mulher fica louca por flores, e minha mulher não ia ser diferente.
Quando Maria viu eles entrarem, tentou se cobrir com os lençóis, já que tinham deitado ela pelada. Ela não conseguia olhar na cara deles, lembrava do que tinha acontecido no dia anterior e não... Ele acreditava, não sabia como tinha chegado àquele extremo, como tinha se deixado levar daquele jeito e, pior ainda, como tinha conseguido sentir tanto prazer com tudo aquilo.
Quando viu as flores, se derreteu, pensou que tinha sido ela quem tinha implorado pra ser comida e depois, à noite, também tinha sido ela quem tinha curtido com todos aqueles desconhecidos. Os caras tinham cumprido a parte deles, tinham comido ela de camisinha e estavam tratando ela bem.
Eu me perguntava por que eles faziam tudo aquilo e logo percebi a resposta. Tinham levado ela aonde queriam, tinham conseguido despertar nela um sentimento de culpa e vergonha tão grande que parecia que a vilã da história era minha mulher.
Assim que Maria terminou de tomar café, tiraram a bandeja dela, colocaram as câmeras em dois tripés e os quatro entraram na cama com ela. Era uma cama de casal antiga, daquelas enormes. Nacho foi direto pra buceta, Juan e Israel preferiram tomar café às custas da porra da minha mulher, enquanto Raúl começou a beijar a boca dela.
No dia anterior, quando chegaram na piscina, Maria não tinha deixado o Raúl beijar ela, porque ela sempre dizia que isso só se fazia por amor. Mas hoje era diferente, com o sentimento de culpa que ela tinha, sentia que não podia mais negar nada, achava que ela mesma tinha se metido nessa. Os caras, por sua vez, tinham jogado bem as cartas deles, agora era a hora de humilhar ela de verdade, agora iam foder minha mulher totalmente lúcida, sem bebida nem álcool.
Maria se deixava fazer, deixava o Raúl meter a língua até a campainha enquanto Juan e Israel, como aves de rapina, apertavam os peitos dela e mordiscavam os mamilos pra extrair toda a porra possível. Nacho, por sua vez, tinha colocado uma camisinha e se preparava pra penetrar ela.
Raúl se levantou e foi até uma televisão com vídeo que tinha no quarto e colocou a fita do dia anterior, colocou a parte da piscina. onde María implorava por sexo e chupava todo mundo pra conseguir o que queria. Assim, ele conseguia humilhar ela ainda mais, María não entendia como tinha sido capaz de agir daquele jeito.
Nacho colocou María em cima dele e mandou ela cavalgar. Minha mulher tava morrendo de vergonha, na tela da TV dava pra ver ela gozando. Ela começou a se mexer, não tinha prática naquela posição e, pior, não tava excitada. Israel colocou a pica na boca dela, María, com nojo, começou a chupar. A cara da minha mulher era totalmente diferente do dia anterior, tinha passado da putaria mais absoluta pra resignação. Raúl se posicionou atrás dela, empurrou ela sobre o peito do Nacho, pegou um pouco da manteiga que sobrou do café da manhã da María e foi passando no cu da minha mulher. María se soltou da pica do Juan e, enquanto continuava quicando no Nacho, tentou fazer ele mudar de ideia.
— Pelo cu nãooooooooooo...!
Enquanto ela falava isso, Raúl já tinha metido de uma vez.
— Cala a boca, você é uma puta, não tem como negar, se olha na televisão.
María tentava aguentar a dor e a humilhação de ser comida no cu, mas era muito difícil.
— Ahhhhhhh...! Tá doendo! Tá doendo!
— Mete forte, Raúl! — Juan incentivava o amigo a meter mais forte.
Era inacreditável, minha mulher tinha três picas dentro dela ao mesmo tempo, cada um dos caras tentava enfiar a rola mais fundo. María sofria com as pancadas fortes do Raúl. Israel segurou a cabeça dela e gozou tudo na garganta dela. Nacho gozou depois, espremendo um dos peitos da minha mulher enquanto ela sentia o Raúl inundar o cu dela com a porra quente dele.
Todos queriam ser o próximo a comer o cu dela, mas foi o Juan que se adiantou, já que até então tinha ficado de fora. Raúl, por sua vez, queria que María gozasse, queria que ela sentisse prazer sem precisar de... Líquido, essa seria a verdadeira vitória dele. Ele se posicionou debaixo da minha mulher e mandou ela chupar a rola dele, começaram um 69. A María já não conseguia negar nada, ainda mais coisas que ela tinha curtido no dia anterior. Nessa posição, o Juan foi enfiando devagarzinho no cu dela, fez com cuidado, então a María quase não sentiu dor. O Juan aguentou pouco, só umas poucas estocadas, e o Nacho ocupou o lugar dele. A María chupava a rola do Raúl sem muita convicção, mas ele não ligava, continuava focado em fazer ela gozar. Quando o Nacho terminou, foi o Israel quem assumiu a vez. O Raúl sentiu que minha mulher começava a ficar excitada com as carícias dele e concentrou as lambidas no clitóris dela. A María rebolava a bunda no ritmo, já tinha se acostumado a ser comida por trás, enquanto o Israel continuava metendo e o Raúl enfiava dois dedos na buceta dela.
Foi alucinante, nunca pensei que a María pudesse curtir tudo aquilo sem estar sob efeito de nenhuma droga, mas os filhos da puta dos amigos do meu filho estavam conseguindo. A María tremeu quando o orgasmo chegou, e na hora o Raúl aproveitou pra esvaziar o conteúdo das bolas dele na boca da minha mulher enquanto lambia os muitos fluidos que escorriam da buceta dela. O Israel demorou um pouco mais pra gozar, quando gozou ficou um tempão parado dentro da María, que ainda estava abalada pelo orgasmo que tinha acabado de ter.
Quando olhei o relógio, percebi que era hora do almoço, refleti sobre tudo que tinha visto. Tinha sido fantástico, eu tinha curtido pra caralho com a sessão de sexo que me ofereceram. Até agora a coisa tinha ido bem, mas tinha umas questões na minha cabeça: Por que a María estava tão triste desde que voltou? Por que ela me evitava desde então? Por que não tinha amamentado o Alfredo de novo?
É verdade que ela podia estar com remorso de tudo que aconteceu, mas ela tinha curtido bastante com os caras. Também era verdade que eles tinham bebido tudo o que queriam das tetas dela, mas ela produzia muito leite e não teria problemas para alimentar o Alfredo. Mais alguma coisa devia ter acontecido naquele fim de semana. Mal podia esperar para conferir, mas tinha que esperar porque era hora de comer.
Se quiserem saber o que aconteceu no resto do fim de semana, também vão ter que esperar...
CONTINUA
Desde então, já se passaram onze meses. Temos outro filho, fruto daquela putaria. Eu sei que não é meu, mas foi um preço que tive que pagar por todas as experiências excitantes que vivi. Sempre fiz de conta que não era nada com o moleque pra não deixar minha mulher desconfortável; ela acha que eu acredito que o filho é meu. Ele se chama Alfredo e acabou de fazer dois meses. De resto, nossa relação esfriou pra caralho, somos só duas pessoas que dividem o mesmo teto.
Nossa situação financeira tá uma merda. Um filho novo traz um monte de gastos, além do internato do Luismi, pra onde mandamos ele depois dos rolês da outra vez. Só com a grana da minha clínica veterinária, a gente mal consegue fechar as contas no fim do mês. Não transei com minha mulher desde então; ela deve ter ficado com tanto nojo que não para de inventar desculpas esfarrapadas. Já faz tanto tempo que nem lembro mais como era.
Bom, hora de entrar no assunto. Como eu disse, não tínhamos visto os amigos do meu filho desde aquele dia. Eu me contentava em rever minhas gravações de tudo que aconteceu, mas já tava começando a encher o saco; precisava de material novo. Passei umas duas semanas matutando sobre a situação, mas não me vinha nada na cabeça. No calor do momento, fiz algo sem pensar muito nas consequências: liguei pro Raúl. Combinamos de nos ver naquela tarde num café perto do colégio dele, na saída das aulas.
Quando ele entrou pela porta, eu já tava esperando sentado numa mesa afastada. Ele parecia nervoso, normal; devia achar que minha mulher tinha contado tudo que rolou. Ele me viu e veio na minha direção.
— "Oi, Sr. Jiménez. O senhor queria me ver?"
— "Sim, é isso mesmo. Não vou ficar enrolando: sei tudo que vocês fizeram. — Minha esposa há um ano.
Raúl ficou branco, não sabia o que dizer. Achava que eu ia matá-lo, mas não esperava minha próxima frase.
— Não se preocupe, foi algo fantástico.
— Como assim? — perguntou Raúl, incrédulo.
— Olha, sem rodeios: naquela época, eu tava há muito tempo sem comer minha mulher, tava com muito tesão e tive a ideia de deixar vocês comerem ela. Por isso que facilitei o sonífero e o líquido de vaca.
Raúl não se recuperava do susto. Não conseguia acreditar no que tava ouvindo. Eu continuei falando.
— Comprei umas minicâmeras e instalei pela casa toda pra ver tudo que rolava. Tenho tudo gravado.
— O que o senhor quer de mim? — disse Raúl, hesitante.
— Gostei tanto do que aconteceu que quero que vocês repitam. Quero que gravem tudo e depois me deem as fitas pra eu assistir.
Raúl pensou por uns instantes e finalmente respondeu.
— Sei não, tenho que consultar meus amigos. Hoje à noite eu ligo.
Ficou nisso. Passei a tarde nervoso, esperando a ligação dele. Depois do jantar, o telefone tocou. Me joguei nele antes que Maria pudesse atender.
— Alô?
— Sr. Jiménez, é o Raúl. A gente conversou e decidiu aceitar sua proposta, mas com condições.
— Que tipo de condições?
— Primeiro, queremos um papel assinado pelo senhor autorizando a gente a comer sua mulher. Não vamos mostrar a menos que o senhor nos traia, é por segurança. Segundo, o senhor vai fornecer todo o material necessário: mais líquido de vaca, outra câmera de vídeo, 1000 euros pra despesas e mais 1000 como pagamento pelo serviço. Por último, a gente manda em tudo, o senhor não pode se meter em nada do que rolar. Vai receber as gravações do que acontecer direitinho. Se amanhã cedo eu não tiver um envelope com sua autorização e o dinheiro na minha casa, o trato tá cancelado.
Dito isso, desligou sem me deixar falar nada.
Fiquei pensando. 2000 euros era muito dinheiro, e mais... na nossa situação econômica. A questão da assinatura me envolvia diretamente em tudo, mas o que eu podia fazer? Eu queria que eles comessem ela de novo, queria vê-la outra vez nas mãos deles. Tinha uma sensação indescritível de tesão, curtia infinitamente mais tudo aquilo do que qualquer transa de rotina com minha mulher, além disso minha esposa já não queria mais fazer amor, então decidi aceitar.
No dia seguinte, enviei o envelope. Esperei o dia todo por notícias do Raúl. Lá pelas cinco horas, ele me ligou no celular.
— "Sou o Raúl. Escuta, daqui a meia hora a gente vai na sua casa falar com sua mulher. Você vai nos esperar no consultório. Depois a gente passa pra te ver."
Ele desligou de novo. Tava claro que queria mostrar que eles estavam no comando e que não aceitariam uma palavra minha.
Fechei o consultório, dizendo pros poucos clientes que tinha que sair. Coloquei as minicâmeras pra gravar e esperei. Sentia falta daquela situação, tava intrigado pra ver o que iam dizer pra Maria. Os caras não demoraram a chegar. Bateram na porta, Maria tava amamentando o Alfredo, deixou ele no berço e se vestiu. Quando abriu a porta, quase desmaiou. Não podia acreditar que eles tinham voltado. Raúl, aproveitando a confusão dela, falou.
— "Sra. Jiménez, a senhora tá uma gostosa. Tava com saudades da gente?"
— "O que vocês querem? Já não me fizeram mal o bastante? Seus desgraçados!"
— "É justamente sobre isso que a gente queria falar." Disse o Juan.
— "A gente se arrependeu e quer devolver a fita de vídeo. Mas antes, a senhora vai ter que fazer algo por nós." Disse o Nacho.
Maria ficou pensando, sabia que não podia confiar neles, mas tinha que recuperar a fita de qualquer jeito. Depois pensaria em algo pra dar um jeito neles.
— "O que vocês querem que eu faça?"
Raúl tomou seu tempo, sabia que tinha que ser claro e convincente. Falou bem devagar.
— "A gente quer que a senhora passe um fim de semana com a gente. Vamos pro sítio dos meus pais pra não sermos incomodados. Se cumprir o que a gente mandar, devolvemos a fita e a gente nunca mais volta. saber mais nada de nós."
—"Um fim de semana? Não pode ser, não posso deixar o Alfredo sozinho. Além disso, o Fermín vai estranhar se eu for embora."
Raúl insistiu de novo.
—"Ele inventa uma desculpa pra sair e o marido dela cuida do bebê. Aliás, como tá o nosso filho?" — disse ele, debochando.
—"Vocês são uns filhos da puta! Não vou fazer isso!"
—"A puta é a senhora. Não queria chegar a esse ponto, mas se não aceitar, a gente usa o vídeo. A senhora me entende..." — Raúl sorriu enquanto falava.
Maria hesitou por uns segundos, não podia deixar o vídeo vazar, e finalmente disse:
—"Tá bom, mas vocês me devolvem a fita, e dessa vez nada de câmeras. E também, dessa vez não vão gozar dentro de mim. Tô ovulando e não quero mais surpresas."
Era inacreditável, Maria tinha aceitado. Por outro lado, era lógico, ela não tinha outra escolha, mas me surpreendia vê-la aceitar dar pra aqueles adolescentes tarados. Combinaram pro dia seguinte depois do almoço, aproveitando que era sexta-feira, ela levaria nosso carro.
Depois passaram no meu escritório, dei mais líquido pra vaca pra eles, e combinamos que me mandariam as gravações na semana que vem. Embora Maria já tivesse dito, fiz eles prometerem que dessa vez iam comer ela de camisinha, não queria que ela engravidasse de novo. No dia seguinte, eu daria minha câmera de vídeo pro Raúl. Eles levariam duas, a dele e a minha.
Naquela tarde, minha mulher me disse que uma tia dela tinha morrido e que ela precisava viajar no fim de semana, que era melhor eu não ir pra cuidar do Alfredo. Ela esperava mais perguntas da minha parte, mas eu disse que sim na hora e nem perguntei o nome da tia. Ela me deixou uma lista com tudo que eu tinha que fazer e foi preparar o jantar. Ela tava nervosa pra caralho, e eu, por minha vez, tava subindo pelas paredes de tesão.
De manhã, encontrei o Raúl como a gente tinha combinado pra entregar a câmera. Ele me disse que iam me proporcionar um espetáculo muito melhor que o outro. vez. À tarde me despedi da María, ela estava tremendo, me deu um pouco de pena.
O fim de semana inteiro fiquei inquieto. Ficava pensando no que poderia estar rolando naqueles mesmos momentos, nas situações que a María estaria vivendo. Me masturbei inúmeras vezes com minhas antigas gravações.
No domingo, às dez da noite, a María chegou, parecia triste e exausta. Praticamente não falou comigo. Foi ver o menino, depois entrou no chuveiro e foi deitar. Naquela noite não consegui dormir, esperava o momento de ver o que tinha acontecido. Ficava me perguntando se no dia seguinte me entregariam as fitas. Acertei.
Na segunda-feira, acordei cedo e fui pro consultório antes da María acordar. Lá pela metade da manhã, chegou um pacote no meu consultório. Antes de abrir, despachei rapidamente uma senhora idosa que veio com o poodle dela. Cancelei o resto das consultas do dia e me tranquei no escritório com tudo fechado. Abri o pacote e encontrei um monte de fitas de vídeo numeradas, de três horas cada uma. Definitivamente, eles tinham feito o dever de casa.
Vou relatar os acontecimentos em ordem cronológica:
SEXTA-FEIRA À TARDE
Quando coloquei a primeira das fitas de vídeo, dava pra ver os quatro caras esperando na entrada do prédio do Israel. O Raúl falava pra câmera:
— "Então, corno manso, quando você ver isso, acho que já vamos ter feito com a puritana da sua mulher o que a gente quis. Você se diverte batendo uma punheta, que de foder ela a gente cuida. Que otário você é, não entendo como você tem uma gostosa dessas em casa e, em vez de comer ela, entrega pra gente."
Depois, aparecia nosso carro com a María ao volante. Ela estava de calça jeans e uma camiseta bem largada. Quando ela parou o carro, os caras carregaram as malas e entraram. O Raúl sentou na frente e os outros atrás. Quando a María viu a câmera, começou a reclamar.
— "Combinamos que nada de câmeras. Se vocês não largarem isso, vou embora pra casa."
— "Não se preocupe, Sra. Jiménez, é só uma brincadeira. Quando Vamos terminar isso, também vamos dar essas fitas pra vocês, eu prometo." Disse João, tentando acalmar.
— Não sei se dá pra acreditar em vocês...
— Para o carro! Se não quiser colaborar, pode ir pra casa. Pra mim tanto faz, a gente mostra a gravação que temos pra todo mundo. — Gritou Raul.
Maria percebeu que não podia fazer nada, eles é que mandavam. Pensou que era obrigada a entrar na deles.
— Tá bom. Aceito a parada da câmera. Mas depois vocês me dão todas as fitas. — Disse Maria, contrariada.
Chegaram na fazenda. Era um lugar bem bonito, tinha uma casa principal de dois andares com piscina, toda cercada por uma sebe, uma casinha pros caseiros e uns estábulos. A propriedade era bem grande, não tinha ninguém por vários quilômetros ao redor. Esses filhos da puta tinham planejado tudo direitinho.
Enquanto descarregavam as coisas, apareceu um moleque novo, era o caseiro, se chamava Manolo e devia ter uns vinte e quatro anos. O coitado era o idiota da cidade, os pais do Raul tinham contratado ele pra cuidar da fazenda. Pelo visto, mesmo não sendo muito esperto, ele entendia pra caralho de bicho. Quando Maria viu ele, deu um grito, não esperava que tivesse ninguém ali, além do mais ele tinha uma aparência horrível. Era muito alto e feio, faltavam quase todos os dentes, e ainda por cima tava imundo. Raul acalmou ela, disse que ele não ia incomodar e que não sacava nada porque era meio retardado.
Depois de descarregar tudo, decidiram dar um mergulho na piscina, mas não um mergulho qualquer, iam fazer isso pelados. Colocaram as câmeras em dois tripés, filmando de ângulos diferentes. Minha mulher não gostou nada da ideia, mas tinha que obedecer. Dava pra ver que ela tava morrendo de vergonha com tudo aquilo. Eu imaginava o que ela tava pensando, que da outra vez ela tava bêbada e estranhamente excitada, mas agora era muito difícil colaborar.
Os caras cercaram ela, enquanto ela tava imersa nos pensamentos, eles já tinham se despido, com os paus totalmente duros. Raúl se aproximou pela frente e tentou beijá-la na boca, Maria virou o rosto. Por trás, Juan levantava a camiseta dela. Israel e Nacho tentavam puxar a calça jeans dela pra baixo.
A situação tava me deixando louco, percebi que não era o único observando, uma das câmeras pegava ao fundo a janela da casa do tal Manolo, dava pra ver ele agachado olhando tudo. Pelo movimento que via, achei que ele tava se masturbando, já éramos dois na mesma.
Finalmente Juan conseguiu tirar a camiseta dela, os outros fizeram o mesmo com a calça. Raúl continuava tentando beijar ela, mas Maria resistia. Juan desabotoou o sutiã dela e deixou os peitos dela no ar. Eles estavam enormes, normalmente já eram grandões, mas agora pareciam duas montanhas, os bicos estavam inchadíssimos. Maria ainda tava no período de amamentação e os peitos dela tinham aumentado de tamanho pra caralho. Israel puxou a calcinha dela devagar, a buceta dela continuava peluda como sempre. Já tavam com ela pelada, era uma visão maravilhosa.
Maria tava como se estivesse morta, não colaborava nada, era natural porque ela quase não tinha experiência, mas os caras não gostaram. Sabiam que podiam comer ela agora mesmo, ela teria que ceder pra recuperar a fita, mas não curtiam a ideia de foder uma boneca de pano. Raúl decidiu fazer algo a respeito.
— "Sra. Jiménez, deite na espreguiçadeira que a gente prepara o lanche."
Maria obedeceu, não tava sendo tão ruim quanto ela pensava.
— "Vocês fiquem aqui, você Juan vem comigo." Ordenou Raúl.
Levaram uma das câmeras com eles. Foram até a entrada onde tinham deixado as malas, uma delas tava cheia de garrafas de bebida de todo tipo. Prepararam uns drinks. Raúl pegou o pote de líquido pras vacas e, olhando pra câmera, disse:
— "Já que sua mulherzinha é uma frígida, vamos esquentar ela um pouquinho."
— "É, que comece o show. Você vai ver, viadinho de merda, como sua mulher se diverte com homens de verdade. Disse Juan rindo.
Foram para a piscina com as taças, todos continuavam nus, incluindo minha mulher. Maria pensou que um gole ajudaria ela a aguentar melhor o que tinha que passar. Tomaram duas garrafas entre os cinco. Cada taça de Maria levava sua dose correspondente de afrodisíaco. Os caras falavam todo tipo de putaria pra ela, no começo ela ficava incomodada, mas depois começaram a excitá-la. Era evidente que o líquido estava fazendo efeito, e junto com o caráter desinibidor do álcool, fazia com que Maria, além de estar muito tesuda, deixasse de ficar tão desconfortável com a situação. Esse era o ponto que estavam esperando, então decidiram partir pra ação.
Nacho pegou uma das câmeras, se aproximou de Maria e ordenou que ela abrisse as pernas. Ela não obedeceu, tentava mostrar alguma dignidade, mas que dignidade ia mostrar uma senhora de 40 anos, católica e mãe de dois filhos, deitada pelada rodeada por quatro adolescentes de 18 anos, amigos do filho dela? Juan se aproximou dela e foi afastando as pernas dela devagar. Nacho aproveitou pra pegar um close da buceta dela, tava bem molhada. Juan se ajoelhou na frente dela, enfiou a cara entre as pernas dela, minha mulher respondeu com um gemidinho. Raúl e Israel se jogaram nos peitos dela, o primeiro a descobrir que estavam cheios de porra foi o Raúl:
— "Olha, tem porra nos peitos dela!"
— "Siiim..., é verdade!" Confirmou Israel quando descobriu o manjar.
— "Isso tem que gravar bem." Dizia Nacho empolgado.
Nem preciso dizer que eu já tinha gozado só de ver a cena. Maria não me deixava ver ela amamentando o Alfredo, e agora eu tava vendo ela amamentar uns degenerados. Raúl e Israel devoravam ela com loucura, mordiscavam os bicos dos peitos dela e apertavam forte as tetas dela, queriam tirar até a última gota de porra. Minha mulher começou a respirar ofegante, os bicos dos peitos estavam muito sensíveis agora que ela tinha dado à luz, e Juan continuava fazendo um bom trabalho na buceta dela. buceta encharcada, o orgasmo era iminente.
- "Vou gozaaaaaaaaaaaaaar......!" Gritou Maria de repente.
Um mar de líquido jorrou de dentro dela. Eu sabia que tinha mulher que mijava quando gozava, mas o da Maria era exagerado.
- "Olha como ela mija de prazer!" Disse João com o rosto todo molhado dos fluidos da Maria.
- "Peguei um close! Peguei um close!" Nacho estava eufórico.
- "Que porquinha que a senhora é, Sra. Jiménez."
Todo mundo riu com esse último comentário sarcástico do Raul. Ele voltou a falar:
- "Quem não provou a porra dessa puta, que prove, o outro vem comigo pegar as camisinhas."
Maria suspirou aliviada quando ouviu falar das camisinhas, não queria engravidar de novo. Era irônico, a puritana não queria que eu usasse porque era pecado, e agora o que mais queria era que esses pivetes colocassem pra foder ela.
A câmera fixa ficou gravando enquanto Nacho e João saboreavam a porra da minha mulher, e a outra foi levada pelo Israel, acompanhando o Raul.
Voltaram pra piscina, João e Nacho continuavam bebendo a porra da minha esposa, tinham deixado ela seca. Manolo continuava observando tudo do seu esconderijo. Maria, por sua vez, continuava muito sufocada, involuntariamente o corpo dela pedia mais guerra.
Raul tomou a iniciativa de novo. Tirou Maria da espreguiçadeira e colocou ela de quatro numa toalha. Pensei que ia meter no cu dela, mas me enganei, em vez disso enfiou um dedo na buceta dela, toda encharcada. Ele mexia em círculos, depois enfiava e tirava com muita delicadeza. Ficou assim um tempo até Maria começar a ofegar, quando percebeu que ela ia gozar, parou. Um protesto quase imperceptível saiu da boca da minha mulher, ela não queria que ele parasse.
- "O que você disse? Quer que eu continue?" Perguntou Raul.
Maria não respondeu, não queria admitir que tudo aquilo tava começando a gostar.
- "Tá bom, se você não quer que eu continue, eu paro." Insistiu Raul.
- "Por por favor não para! Não me deixe assim!" Suplicou Maria.
Raúl a tinha onde queria, minha mulher estava tesuda pra caralho, Raúl continuou humilhando ela.
— "Quer que a gente te coma, puta?"
— "Sim, me comam."
— "Ouviram, caras? A vagabunda se faz de senhora e agora quer que a gente coma ela." Os comentários de Raúl eram cada vez mais cortantes. Ele tomou a palavra de novo.
— "Grita que você é uma porca e que quer nossa pica."
Maria não entendia como aqueles filhos da puta conseguiam deixá-la tão excitada. Por dentro, ela lutava pra se manter firme, se iam ter que foder ela, que fodessem, mas não ia dar a eles a satisfação de vê-la implorando por isso, ela era uma mulher decente, era...
— "Eu sou uma porca e quero a pica de vocês!" Maria ficou mais surpresa que os caras ao ouvir as próprias palavras, o corpo dela tinha vencido a mente.
Todos riram.
— "Muito bem, abre a boquinha." Disse João enquanto colocava o pau na frente da boca de Maria.
— "Obedece se quiser que a gente te coma, puta!" Ordenou Raúl.
Tava claro que a mentalidade da minha mulher tinha mudado desde a outra vez. Na primeira vez, ela não esperava o que ia acontecer nem sabia quanto tempo ia durar, além disso nosso filho tava presente, mas agora era diferente, ela tinha vindo pro sítio num fim de semana sabendo o que planejavam fazer com ela e o Luismi não tava por perto. Ela tinha duas opções: passar o fim de semana sofrendo ou aproveitando. Além disso, tava tão excitada que era inútil resistir, decidiu se entregar ao prazer.
Não podia acreditar quando vi Maria abrir a boca e começar a chupar o pau do João. Da outra vez, só o Nacho tinha conseguido enfiar na boca dela e contra a vontade dela, agora ela tava chupando o João por vontade própria, ela que sempre achou isso uma aberração tava mamando o pau de um moleque de 18 anos pra conseguir sexo.
— "Ahhh... siiiim..." Gemeu João.
— "Agora vou te foder, você mereceu." Disse Raúl.
— "Coloca camisinha, por favor..." Juan cortou a frase da minha mulher enfiando o pau de novo na boca dela.
-"Claro, fizemos um trato, pode confiar na gente." Enquanto dizia isso, Raúl colocou uma das camisinhas.
Raúl foi enfiando devagar, queria aproveitar o momento, quando chegou na metade parou e ficou quieto esperando que fosse a Maria quem fizesse o trabalho. Ela, desesperada, jogou o corpo pra trás buscando o resto do pau do garoto, começou a se mover pra frente e pra trás, depois em círculos, tentando enfiar o pau do Raúl o mais fundo possível.
Maria estava como possuída, tinha acabado de tirar da mente todas as convicções morais e estava começando a aproveitar de verdade. Ela gemia de prazer, já não tentava esconder as sensações. Juan tirou o pau da boca dela pra gozar na cara e no cabelo dela, ela sentiu nojo, sentiu os jorros de porra escorrendo pelas bochechas, mas não disse nada porque a iminência de outro orgasmo a deixava fora de si, acelerou os movimentos até gozar de novo.
-"Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.........!" Gritou Maria.
-"Isso, putinha, goza de novo!" Incentivava Juan.
Raúl continuava bombando com força. Quando finalmente gozou, ficou parado por uns instantes com o pau dentro da Maria saboreando o momento. Continuaram assim pelo resto da tarde. Ela chupava o pau deles em troca de ser fodida. Maria teve vários outros orgasmos. Todos comeram ela e ela chupou todos, Raúl e Nacho fizeram ela engolir a porra, enquanto Israel preferiu descarregar nas tetas enormes da minha esposa.
Quando terminaram, Maria ainda pedia mais. Eu sabia que era por causa do efeito do líquido e porque estava muito bêbada, mas aquilo já era demais, minha respeitável mulher estava implorando por mais sexo pra quem a chantageava, e essa gente eram os amigos do filho dela que estavam humilhando ela.
Eles queriam deixar ela com vontade, levantaram ela do chão e ajudaram a chegar a um dos quartos, já que a Maria tava com dificuldade pra andar, era normal depois da bebedeira que ela tava e da dose de pau que tinha levado. Deitaram ela pelada numa cama e ela apagou na hora.
Quando saíram do quarto, o Raúl falou pra câmera:
— "Gostou, corno? Viu como a putinha da sua mulher implorou pra gente comer ela? Isso é só o começo, te garanto que o que vem depois você não espera."
Essas últimas palavras me deixaram tenso. A verdade é que eu tinha curtido ver o vídeo, bati umas punhetas do caralho. Tava nessa quando percebi que era hora do almoço e fui pra casa.
Quando entrei em casa, a comida já tava na mesa. Maria falou que não tava com fome e que ia dar de comer pro Alfredo. Perguntei, com tesão, se tava acontecendo alguma coisa, mas ela disse que só tava meio triste por causa da tia dela. Pegou uma mamadeira e foi pro nosso quarto com o menino. "Com a quantidade de porra que tem nos peitos dela, essas vadias devem ter deixado ela seca pra ter que alimentar nosso filho com mamadeira", pensei. Logo depois de comer, fui pro meu consultório continuar vendo as gravações.
SEXTA-FEIRA À NOITE
Depois de deixar minha mulher no quarto, a gravação cortou. Quando começou de novo, dava pra ver que tinham passado várias horas, porque já tava escurecendo. Agora era o Juan quem falava pra câmera:
— "Você deve estar se perguntando no que a gente gastou o dinheiro que você deu. Então, a gente vai te contando aos poucos."
— "Se a gente gastou alguma coisa pra vestir sua mulherzinha, é porque vamos levar ela pra farrear." — disse o Nacho em seguida.
Na sequência, a câmera apontou pra uma cama. Em cima dela tinha um vestido de puta de verdade: consistia numa minissaia de couro que mais parecia um cinto, um top também de couro com cadarço no decote que dava pra mostrar mais ou menos peito, e umas botas. Negras com saltos altos, daqueles que vão até o joelho. Além disso, tinha uma saquinha com cocaína.
Quando não vi calcinha nem sutiã, já desconfiei do pior, e ainda tinha a cocaína, mas o pior ainda estava por vir.
Foram até o quarto da minha mulher para acordá-la, ela estava como que inerte, pelada em cima da cama. Tentaram reanimá-la, mas ela não reagia, estava muito cansada. Praticamente tiveram que arrastá-la até o chuveiro. Deram um banho nela com água fria e a Maria reagiu um pouco, olhava confusa para todos os lados, estava desorientada.
Secaram ela um pouco e mandaram uma carreira. Maria não sabia o que era, nunca tinha visto cocaína e muito menos imaginava que os amigos do filho dela usassem aquilo, ela achava que só os viciados faziam isso. Eles disseram que era um remédio para clarear a cabeça, e que tinha que cheirar pelo nariz para fazer efeito mais rápido. Minha mulher, que ainda não sabia bem onde estava, cheirou sem reclamar.
Em poucos minutos, ela estava novinha em folha. Mandaram ela descer para jantar, Maria tentou vestir alguma roupa, mas eles disseram que não, que descesse do jeito que estava. Ela não se importou de descer pelada, achava que os caras estavam sendo bem legais, considerando o que ela esperava, e ainda estava eufórica por causa do efeito da coca.
Deram a ela um prato de sopa, temperado, claro, com o líquido de vaca, e um bife com batatas. Acho que encheram ela de comida para Maria continuar confiando neles. Depois do jantar, começou o ritual de sempre, começaram a tomar doses e a misturar as da Maria com o líquido. Mas dessa vez tinha uma novidade, intercalavam as doses com mais "remédio para a cabeça".
Maria estava adorando a situação, tomava as doses para se soltar, calava assim a voz da consciência. Foi se excitando aos poucos. Quando não aguentou mais, convidou os caras para comerem ela, não falou nada, só foi abrindo devagar as pernas. A putinha safada. perdeu completamente a dignidade. Raúl se aproximou dela e falou:
- "Agora vamos sair pra beber no povoado ao lado."
- "Mas... eu achava que..." A putinha tava morrendo de vontade de ser comida.
Raúl sorriu ao ver que ela tava entregue e falou de novo:
- "Se você se comportar bem, vai ter o que quer. Já viu que pode confiar na gente."
Israel foi pegar o vestido e mandou ela vestir. Maria hesitou ao ver ele, não ia usar calcinha nem sutiã, e ainda por cima era um vestido digno de qualquer puta. Disseram pra ela que se vestisse, na volta iam foder ela, e que naquele povoado ninguém a conhecia. Depois que se convenceu disso, não foi difícil fazer com que se pintasse a cara como uma verdadeira gostosa.
Depois de pronta, entraram no carro. Raúl sentou no banco do motorista. Sabia dirigir desde pequeno e o povoado ficava a poucos quilômetros da fazenda. Quando chegaram, foram pra uma balada de menores. O segurança, ao ver a câmera e a minha mulher, não queria deixar eles entrarem, mas Raúl deu 100 euros pra ele, que mudou de ideia na hora, e disse que daria mais 100 na saída se tudo desse certo. Deu outros 100 pro único garçom que tinha no bar pra ele fingir que não tava vendo nada.
Já estavam lá dentro, era uma sala bem grande. Junto das paredes tinha umas mesas baixas rodeadas por sofás. Devia ter uns cinquenta adolescentes entre catorze e dezesseis anos ali dentro, a maioria era moleque, o que se chama popularmente de "um haras de paus". Quando viram Maria, ficaram bestificados. As meninas, por outro lado, olharam pra ela com desprezo.
Raúl se aproximou da minha esposa e mandou ela dançar no meio da sala. Ela obedeceu, dava pra ver que não sabia dançar, mas tanto fazia. Raúl e os outros se afastaram um pouco dela, assim estavam dando liberdade pro pessoal do povoado agir. A multidão não demorou a cercar ela. As poucas meninas que estavam no local foram embora ofendidas porque nenhum dava atenção a eles.
Maria não sabia o que fazer, estava começando a sentir mãos indiscretas por todo o corpo e estava muito excitada. Tentava manter a calma, não queria se entregar àquele prazer, era se rebaixar ainda mais. Com Raúl e os outros, ela tinha a desculpa moral de que estavam chantageando ela, mas se agora deixasse rolar, não teria mais desculpa. Se perguntava o que estava acontecendo, por que estava tão tesuda, não podia ser só o álcool...
Nessas dúvidas, Maria estava quando percebeu que tinham desabotoado os cordões do top e ela estava com os peitões enormes à mostra pra todo mundo. Também tinham levantado a minissaia dela, deixando a peluda buceta de fora. Os adolescentes estavam começando a passar a mão nela em todo lugar, brigavam pra chupar os peitos dela, que estavam cheios de porra de novo. Apalpavam a bunda dela com desespero, e os mais ousados tentavam enfiar os dedos na buceta da minha mulher, que já tava bem molhadinha.
Raúl e os outros curtiam a cena, Maria tinha se entregado de vez às carícias que recebia e estava prestes a gozar. Quando gozou, todos os assediadores se surpreenderam ao ver a quantidade de melado escorrendo entre as pernas dela. Foi nesse momento que Raúl aproveitou pra chegar perto da minha mulher e falar com quem estava em volta:
— "Bom, já chega de diversão. Quem quiser foder essa putinha vai ter que pagar."
Os caras da cidade ficaram putos, queriam bater no Raúl, diziam que a gostosa era de todo mundo e que não iam pagar um centavo. Raúl, com uma jogada de mestre, fez eles mudarem de ideia.
— "Podem me bater se quiserem, mas o segurança da balada tá no meu bolso, ele vem e expulsa todo mundo, e ninguém vai comer essa delícia."
Os ânimos se acalmaram um pouco, ninguém queria se meter com o segurança. Raúl finalizou a jogada.
— "Olha, eu ia cobrar 20 euros por cabeça de quem quisesse foder ela, mas como vocês me caíram bem, por 10 euros cada um, ela é de vocês. É uma ganga, é uma mulher casada que só transou com o marido e com a gente quatro, uma puta de luxo autêntica.
Finalmente aceitaram, tinham uma chance única de comer uma mina que nem nos melhores sonhos deles conseguiriam chegar perto, ainda mais num povoado daquele. Era inacreditável, os filhos da puta iam prostituir minha mulher como se fosse uma puta barata. Achava que tinham passado dos limites, mas não conseguia parar de olhar a gravação. Quanto mais humilhante era pra ela, mais excitante era pra mim.
Raúl e Juan levaram Maria pra um canto e deitaram ela em cima de uma das mesas. Nacho e Israel formaram uma fila com todos os caras que queriam comer ela, uns 35, e deram uma camisinha pra cada um.
Maria ainda tava muito bêbada e chapada e, embora estivesse com muito tesão, quando percebeu o que ia rolar tentou evitar.
— "Por favor, Raúl, não façam isso comigo, eu imploro."
Raúl chegou perto dela e, tocando a buceta dela com a mão, disse:
— "Vai ser puta, se tá morrendo de vontade, tá toda molhada."
Maria implorou de novo:
— "Não sei o que tá acontecendo comigo, não sei por que tô tão molhada, mas não deixa eles me comerem, comam vocês, esse era o trato."
Raúl não respondeu, só riu. Virou, pegou os 10 reais do primeiro sortudo e falou:
— "Coloca a camisinha e come ela!"
Maria tentou se levantar, fez isso sem convicção, tentando mostrar um pouco de dignidade, tentando esconder que o que ela mais queria naquele momento era ser comida, mas Juan deitou ela de novo na mesa.
O primeiro moleque devia ter uns catorze anos e tava tremendo, com certeza era virgem. Chegou perto dela e meteu com muita delicadeza, deu três ou quatro estocadas e gozou. Depois, um por um foram passando a rola na minha mulher, o resto dos caras, uns demoravam mais e outros menos, uns comiam ela com cuidado e outros com violência. Na hora de gozar, a maioria dos caras decidiu tirar a camisinha e fazer na cara ou nos peitos da minha mulher, ela acabou toda coberta de porra. Além disso, Maria também gozou, mas várias vezes, era inevitável depois de 35 gozadas seguidas.
Raúl não deixou elas beberem dos peitos delas nem darem o cu pra ele. Ele não entendia por que ainda não tinham sodomizado minha mulher. Quando o último terminou, levantaram Maria da mesa e tentaram arrumar as roupas dela e limpá-la o melhor possível. Ela não conseguia ficar de pé nem articular uma palavra.
Levaram ela quase arrastando pro carro, pagaram mais 100 euros pro porteiro e foram embora, mas não sem antes oferecer a ele trocar os 100 euros por uma foda com minha mulher. Ele, vendo o estado em que Maria estava, preferiu o dinheiro.
A noite tinha sido redonda pra eles, e com o que tinham ganhado com Maria, conseguiram pagar o porteiro e o garçom, sobrando 50 euros. Quando chegaram, deram um banho nela e deixaram ela descansar.
Já era hora do jantar, decidi deixar pro dia seguinte o resto dos vídeos, de qualquer forma não dava pra bater mais uma punheta. Quando cheguei em casa, a janta estava no micro-ondas e Maria já tinha ido dormir, tava claro que ela me evitava. No dia seguinte fui cedo pro escritório, não dava mais pra esperar, tava morrendo de vontade de ver o que tinha rolado no sábado.
SÁBADO DE MANHÃ
Quando cheguei no escritório, tava super excitado, me perguntava que tipo de surpresas o vídeo me reservava. Conhecendo aqueles filhos da puta, sabia que o sábado ia ser ainda mais pesado que a sexta. Não me enganei.
Acordaram lá pelo meio da manhã, sabiam que Maria ia ficar com peso na consciência assim que os efeitos de tudo que tinha tomado no dia anterior passassem, então decidiram preparar o café da manhã e levar pra cama dela. Além disso, cortaram umas rosas do jardim — toda mulher fica louca por flores, e minha mulher não ia ser diferente.
Quando Maria viu eles entrarem, tentou se cobrir com os lençóis, já que tinham deitado ela pelada. Ela não conseguia olhar na cara deles, lembrava do que tinha acontecido no dia anterior e não... Ele acreditava, não sabia como tinha chegado àquele extremo, como tinha se deixado levar daquele jeito e, pior ainda, como tinha conseguido sentir tanto prazer com tudo aquilo.
Quando viu as flores, se derreteu, pensou que tinha sido ela quem tinha implorado pra ser comida e depois, à noite, também tinha sido ela quem tinha curtido com todos aqueles desconhecidos. Os caras tinham cumprido a parte deles, tinham comido ela de camisinha e estavam tratando ela bem.
Eu me perguntava por que eles faziam tudo aquilo e logo percebi a resposta. Tinham levado ela aonde queriam, tinham conseguido despertar nela um sentimento de culpa e vergonha tão grande que parecia que a vilã da história era minha mulher.
Assim que Maria terminou de tomar café, tiraram a bandeja dela, colocaram as câmeras em dois tripés e os quatro entraram na cama com ela. Era uma cama de casal antiga, daquelas enormes. Nacho foi direto pra buceta, Juan e Israel preferiram tomar café às custas da porra da minha mulher, enquanto Raúl começou a beijar a boca dela.
No dia anterior, quando chegaram na piscina, Maria não tinha deixado o Raúl beijar ela, porque ela sempre dizia que isso só se fazia por amor. Mas hoje era diferente, com o sentimento de culpa que ela tinha, sentia que não podia mais negar nada, achava que ela mesma tinha se metido nessa. Os caras, por sua vez, tinham jogado bem as cartas deles, agora era a hora de humilhar ela de verdade, agora iam foder minha mulher totalmente lúcida, sem bebida nem álcool.
Maria se deixava fazer, deixava o Raúl meter a língua até a campainha enquanto Juan e Israel, como aves de rapina, apertavam os peitos dela e mordiscavam os mamilos pra extrair toda a porra possível. Nacho, por sua vez, tinha colocado uma camisinha e se preparava pra penetrar ela.
Raúl se levantou e foi até uma televisão com vídeo que tinha no quarto e colocou a fita do dia anterior, colocou a parte da piscina. onde María implorava por sexo e chupava todo mundo pra conseguir o que queria. Assim, ele conseguia humilhar ela ainda mais, María não entendia como tinha sido capaz de agir daquele jeito.
Nacho colocou María em cima dele e mandou ela cavalgar. Minha mulher tava morrendo de vergonha, na tela da TV dava pra ver ela gozando. Ela começou a se mexer, não tinha prática naquela posição e, pior, não tava excitada. Israel colocou a pica na boca dela, María, com nojo, começou a chupar. A cara da minha mulher era totalmente diferente do dia anterior, tinha passado da putaria mais absoluta pra resignação. Raúl se posicionou atrás dela, empurrou ela sobre o peito do Nacho, pegou um pouco da manteiga que sobrou do café da manhã da María e foi passando no cu da minha mulher. María se soltou da pica do Juan e, enquanto continuava quicando no Nacho, tentou fazer ele mudar de ideia.
— Pelo cu nãooooooooooo...!
Enquanto ela falava isso, Raúl já tinha metido de uma vez.
— Cala a boca, você é uma puta, não tem como negar, se olha na televisão.
María tentava aguentar a dor e a humilhação de ser comida no cu, mas era muito difícil.
— Ahhhhhhh...! Tá doendo! Tá doendo!
— Mete forte, Raúl! — Juan incentivava o amigo a meter mais forte.
Era inacreditável, minha mulher tinha três picas dentro dela ao mesmo tempo, cada um dos caras tentava enfiar a rola mais fundo. María sofria com as pancadas fortes do Raúl. Israel segurou a cabeça dela e gozou tudo na garganta dela. Nacho gozou depois, espremendo um dos peitos da minha mulher enquanto ela sentia o Raúl inundar o cu dela com a porra quente dele.
Todos queriam ser o próximo a comer o cu dela, mas foi o Juan que se adiantou, já que até então tinha ficado de fora. Raúl, por sua vez, queria que María gozasse, queria que ela sentisse prazer sem precisar de... Líquido, essa seria a verdadeira vitória dele. Ele se posicionou debaixo da minha mulher e mandou ela chupar a rola dele, começaram um 69. A María já não conseguia negar nada, ainda mais coisas que ela tinha curtido no dia anterior. Nessa posição, o Juan foi enfiando devagarzinho no cu dela, fez com cuidado, então a María quase não sentiu dor. O Juan aguentou pouco, só umas poucas estocadas, e o Nacho ocupou o lugar dele. A María chupava a rola do Raúl sem muita convicção, mas ele não ligava, continuava focado em fazer ela gozar. Quando o Nacho terminou, foi o Israel quem assumiu a vez. O Raúl sentiu que minha mulher começava a ficar excitada com as carícias dele e concentrou as lambidas no clitóris dela. A María rebolava a bunda no ritmo, já tinha se acostumado a ser comida por trás, enquanto o Israel continuava metendo e o Raúl enfiava dois dedos na buceta dela.
Foi alucinante, nunca pensei que a María pudesse curtir tudo aquilo sem estar sob efeito de nenhuma droga, mas os filhos da puta dos amigos do meu filho estavam conseguindo. A María tremeu quando o orgasmo chegou, e na hora o Raúl aproveitou pra esvaziar o conteúdo das bolas dele na boca da minha mulher enquanto lambia os muitos fluidos que escorriam da buceta dela. O Israel demorou um pouco mais pra gozar, quando gozou ficou um tempão parado dentro da María, que ainda estava abalada pelo orgasmo que tinha acabado de ter.
Quando olhei o relógio, percebi que era hora do almoço, refleti sobre tudo que tinha visto. Tinha sido fantástico, eu tinha curtido pra caralho com a sessão de sexo que me ofereceram. Até agora a coisa tinha ido bem, mas tinha umas questões na minha cabeça: Por que a María estava tão triste desde que voltou? Por que ela me evitava desde então? Por que não tinha amamentado o Alfredo de novo?
É verdade que ela podia estar com remorso de tudo que aconteceu, mas ela tinha curtido bastante com os caras. Também era verdade que eles tinham bebido tudo o que queriam das tetas dela, mas ela produzia muito leite e não teria problemas para alimentar o Alfredo. Mais alguma coisa devia ter acontecido naquele fim de semana. Mal podia esperar para conferir, mas tinha que esperar porque era hora de comer.
Se quiserem saber o que aconteceu no resto do fim de semana, também vão ter que esperar...
CONTINUA
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