Emborrachei minha mina e deixei ela ser comida

Olá, pessoal, tô felizão em poder contar o que rolou um dia lá em casa. Tô fazendo isso aqui escondido na boa, mas com vontade de vocês lerem o que aconteceu naquela noite.

Minha namorada, que vou chamar de Ana pra me proteger mais ainda, é uma morena linda de 26 anos, olhos azuis, pele branquinha, cheia de sardas sem exagerar, no rosto e no colo. Os peitos são normais, nem grandes nem pequenos, mas durinhos pra caralho. Ela consegue ir pra festa sem sutiã, e os peitos nem sentem diferença, só balançam quando ela dança — são uma maravilha. A bunda dela é normal, no lugar certo e pronto, umas pernas firmes e branquinhas, o corpo todo muito macio.

Eu sempre fui ciumento com outras namoradas, mas com a Ana é diferente. Confio tanto nela que posso dizer que botaria a mão no fogo sem me queimar. Foi nesse momento que a ideia de querer ver ela sendo comida por outro entrou na minha cabeça, sem o perigo que talvez com outra parceira eu pudesse correr, tipo ela me largar ou algo assim. Com ela não rola isso, posso confiar que ela poderia dar pra outro e nada estranho aconteceria depois.

Não sabia por onde começar, não sabia se ela ia ficar puta se eu falasse ou o quê. Não fazia ideia de como abordar o assunto. Ela é uma mina bem fechada pra essas coisas, então ia ser complicado. Ela é bem tradicional no sexo, faz de tudo, mas comigo. Com outros... já é mais difícil, ela é muito fria, até você tocar nela. É só roçar na bucetinha rosada e depilada dela que... uff, ela suspira, começa a ficar molhadinha que é uma delícia, e se deixa fazer de tudo. Adoro abrir bem as pernas dela e ver meu pau entrando e saindo da buceta dela, tão apertadinha, tão rosa, e ver ela gemer. Era isso que eu queria ver ela fazer com outro... que outro cara pudesse curtir aquilo que eu fazia com ela, e claro, o que eu via.

Um dia, tive a ideia de começar o assunto. Enrolei um baseado especial pra ela, porque com esses cigarros ela fica uma verdadeira... Vadia comigo, minha intenção era deixar ela tão gostosa fodendo ela pra poder, enquanto isso, puxar o assunto, e foi o que fiz. Depois de ver que ela já tava louca de tesão, levei ela do sofá pra cama, arranquei a calcinha que ela tava usando e enfiei a cabeça entre as pernas dela. Meti a língua o mais forte que pude, ela tava encharcada, enfiei dois dedos e ela gemia. No final, não aguentava mais e pediu pra eu foder ela. Comecei a foder ela, os peitos dela balançavam ritmadamente, e os biquinhos rosados, quase visíveis pelo tom da pele dela, estavam duríssimos. Então agarrei eles enquanto fodía ela. Ela tava fora de si, me dizia pra foder ela bem forte. Eu continuei. Num dado momento, falei:

- Uff, como mais de um ia adorar ter você assim, de pernas abertas, ter a vista que eu tenho agora, e o tesão que eu tô no meu pau agora...

Ela respondia: Uff, é? Você acha?

- Claro que sim, roçar a ponta por fora disso que você tem tão molhado, chupar essa buceta tão lisinha como você tem, e ver você tão gostosa.

- Uff, me fode, ela dizia.

Eu comecei a ver que ela ficava mais excitada com meus comentários e continuei:

- Mais ainda, adoraria que outro te fodesse, alguém com um pau maior que o meu, que enchesse essa sua buceta cheia de pau, sabe?

- Uff, é isso que você quer?

- Adoraria ver você sendo comida, enquanto eu abro suas pernas pra deixar te foderem, e enquanto isso, enfiar o meu na sua boca.

Depois disso, continuamos fodendo muito, muito forte, até eu gozar. Como estávamos chapados e cansados, dormimos. Depois dessa vez, vieram outras e outras, e eu sempre tocava um pouco no assunto, e ela parecia reagir muito bem enquanto eu fodía ela. Então, um dia pensei em realmente comentar com ela, sem estar fodendo e tal. Falei:

- Nossa, como você me deixa louco quando fica tão puta e se imagina com outro.

- É, bom... mas isso é só pra esquentar, eu nunca teria coragem.

- E por que não?

- Porque me daria muita Vergonha que outro me visse pelada
- É só por vergonha? Me diz que você não ia gostar, duas mãos te despindo, duas línguas te beijando, pegando nas suas tetas, fazendo de tudo com você...
- Bom, pensando assim, claro que eu ia gostar, mas sei que não conseguiria porque me daria muita vergonha.

Isso me desanimou um pouco, porque vi que ela, se não fosse transando, não respondia igual às minhas provocações. Então, com calma, continuei apertando ela mentalmente. Toda vez que eu comia ela, o assunto surgia, até que chegou um ponto em que ela mesma puxava o assunto e me dizia:
- Esse é o seu pau ou é outro?? hehe
- É meu, mas eu sei que você quer outro.
- Bom, não é que eu não queira, talvez me chamasse a atenção, mas você sabe que por vergonha eu não faria.

Eu estava cada vez mais convencido de que ela fantasiava com isso tanto quando transávamos quanto quando estava sozinha. Por essa época, lembro que veio um amigo, que morava fora, e voltou pra ficar. Sempre tivemos uma relação muito boa, e, apesar da distância ter nos separado naquele tempo, agora que ele estava aqui, combinamos de nos encontrar como antes. E foi assim: saíamos depois do trabalho pra tomar algo, saíamos nos fins de semana juntos, até mesmo alguns dias ele me acompanhava no trabalho. Ele vinha de um relacionamento conturbado e estava bem cansado de namoro. Ele é muito parecido comigo em gostos sexuais e mais aberto. Eu teria vergonha de confessar pra ele o que queria fazer com a Ana, com medo do que ele pudesse pensar, mas não precisei, porque um dia ele me confessou que com a ex dele já tinha feito. Disse que, saindo um dia pra balada com ela e os colegas de trabalho, ele fez isso. Uff, fiquei com uma inveja danada, me deixou supertarado ouvir ele contando como comeram a namorada dele na parte de trás do carro enquanto ele dirigia e via tudo pelo retrovisor.

Então, acabei confessando pra ele:
- Pô, caralho, né? Que puta tesão, falei.
- Pois é.
- Vou ser sincero, adoraria fazer isso com a Ana, mas que nada, pra... Isso tem que acontecer um milagre ou algo assim.

- Isso acontece quando tem que acontecer, também não fica obcecado.

Claro, ele via tudo tão tranquilo, como já tinha feito aquilo, não conseguia pensar como eu... mas Pedro era assim... tínhamos uma relação muito próxima, tanto eu quanto a Ana com o Pedro. Na verdade, chegamos a preparar um quarto pra ele na nossa casa, porque muitas das noites que ele vinha jantar, acabava dormindo aqui em casa. E isso me deu uma ideia.

Primeiro, foi conversar com o Pedro um dia.

- Sabe, Pedro? Ainda fiquei pensando naquilo que a gente conversou...
- Hahaha, ainda?
- Sim, cara, tô com um tesão do caralho só de pensar nisso. Você, de verdade, como é que vê a Ana?
- Sobre o quê? Fisicamente ou como mulher?
- De tudo, uma opinião.
- Vamos ver... Como mulher, ela é uma dona de casa, tem o trabalho dela e tal, e um bom caráter.
- E fisicamente?
- Haha, certeza?
- Sim.
- Então, cara, fisicamente, o que vou te dizer? Ela é muito gostosa, tem um visual nórdico, mas com um temperamento espanhol, muito fogosa, e com aqueles olhos azuis te olhando enquanto ela tá pelada... pois é, hahaha, o que você quer que eu fale?
- Você comeria ela se eu pedisse?
- Uff, isso é complicado, cara. Claro que comeria, mas em qualquer outro contexto. Assim, uff, é foda, né?
- Você não ia gostar de ver ela pelada e poder comer ela?
- Porra... não me deixa mais excitado, claro que comeria ela, mas sei lá...
- Tô falando isso pra você porque é a única pessoa em quem confio pra fazer isso.
- .....

Dois dias depois, como não podia faltar, o Pedro veio jantar em casa. Ficamos como sempre, tranquilos, jantando, conversando, depois batendo papo no sofá. Mas naquele dia algo mudou. Naquele dia, ele estava num sofá, eu e a Ana em outro. Ela estava com as pernas abertas e eu sentado entre elas, com minhas costas apoiadas no peito dela, enquanto conversava com o Pedro. Ela olhava a TV, e de vez em quando prestava um pouco de atenção na gente. Não sei em que momento me ocorreu nem do que estávamos falando, mas lembro que a Ana estava conversando com o Pedro, e eu deslizei cuidadosamente minha mão. em direção à buceta da Ana. Assim que toquei nela, ela deu um pulinho quase imperceptível pro Pedro, tentou tirar minha mão dali, mas acho que pensou que o Pedro perceberia o que tava rolando e decidiu aguentar como pudesse minhas carícias na buceta dela.

Então tava ela ali, conversando com o Pedro, olhando nos olhos dele, e eu enfiando um dedo devagar na buceta dela. Ela tava suuuuper molhada, mais que outras vezes. De vez em quando, ela soltava um bufado, disfarçando um gemido. Aí disse que tava tarde e que ia se deitar. Eu perguntei pro Pedro antes de segui-la pro quarto:

- Vai dormir aqui ou o quê? Já tá tarde...

- Valeu, cara, muito obrigado.

- De nada, mano. Boa noite.

Cheguei no quarto e a Ana tava se trocando. Não deixei ela terminar. Quando ela tirou a parte de baixo, enfiei os dedos nela e ela suspirou. Joguei ela na cama e comi a buceta dela. Tava especialmente inchadinha e rosada, além de muito, muito molhada. Abri as pernas dela e comecei a esfregar minha cabecinha no clitóris dela, que já tava inchado, enquanto falava:

- Gostou do que eu fiz?

- Por um lado sim, mas que vergonha, pelo amor de Deus, se ele percebesse...

- Se ele percebesse, ia ficar com vontade de te foder toda.

- Ah, para, que isso, o que cê tá dizendo?

- Sério, com certeza ele ia adorar te foder do jeito que eu vou te foder agora.

Aí comecei a foder ela com tudo. Era noite escura, tudo apagado, e minha porta tava entreaberta, e a do quarto do Pedro também. Então eu imaginei que ele ia ouvir a gente transando.

- Uff, minha nossa, que vergonha, com certeza ele tá nos ouvindo.

- Se ele ouvir, com certeza vem ver.

- Uff, que vergonha eu ia sentir.

- Cê não ia gostar?

- Bom, ia gostar, mas ia sentir vergonha...

Continuei fodendo ela com toda força, e ela gemia baixinho, embora alguns gritos escapassem. Tava claro que o Pedro tava ouvindo ela, mas eu sabia que ele não viria porque a gente não tinha combinado nada certo, e pensei que ele não ia se meter. atreveria por si me molestava
- quer que eu chame ele?
- nãooo por favor, me dá muita vergonha
- mas você quer que ele te coma?
- sim, mas não
- sim, mas não o quê?
- que eu gostaria, mas não posso porque me dá muita vergonha
- você não quer que ele venha, te coloque de quatro, te coma gostoso e veja essa bucetinha tão molhada que você tem agora?
- ufffff cala a boca, você tá me deixando louca
- você quer?
- não, me dá vergonha
- mas você quer ou não?
- me dá vergonha...
- só te pergunto se você quer
- ... sim
- então vou chamar ele...
- nãooo por favor, além disso, se eu quisesse ele já teria vindo, porque com certeza nos ouviu

continuei comendo ela, já fora de mim, já achando que tinha encontrado o jeito de realizar minha fantasia, gozei dentro dela, enchi ela de porra de um jeito bestial, estávamos os dois fora de nós, e assim terminamos a noite, quase não conversamos depois dessa foda, estávamos exaustos, então dormimos.

no dia seguinte, Pedro veio trabalhar comigo e eu contei o que tinha acontecido naquela noite, a verdade é que ele não tinha percebido nada, tinha ficado dormindo, então contei com todos os detalhes

- porra, e eu dormindo hehe - ele brincava
- hoje à noite vou fazer de novo com ela, mas vou deixar ela bêbada e você vai vir, e nós vamos comer ela juntos
- tem certeza?
- certeza absoluta, você não quer?
- claro que sim, como não vou querer? deve ser muito morbidão ver ela pelada, deve ser espetacular, mas ufff fico muito nervoso
- hoje à noite vou fazer a mesma coisa, vou tocar nela na sua frente, vou levar ela pro quarto e vou comer ela, vou puxar o assunto sobre você, e quando você ouvir eu bater com a mão na parede, você vem, e vai com calma no começo, depois faz o que ela for pedindo, ok?
- ok, do jeito que você mandar

Naquela mesma noite, Pedro e eu chegamos direto do trabalho na minha casa, Ana já estava em casa com seu camisola de verão, eu fui tomar banho enquanto Pedro tomava um café tranquilo com Ana, quando saí do banho, eu Sentei com eles e continuei falando das nossas coisas, do trabalho, fofocas e tal, o normal. Chegou a hora do jantar e a Ana foi fazer.

— Pedro, você janta aqui ou vai embora?
— O que vocês quiserem, tanto faz. Se quiserem me convidar... hahaha
— Haha claro que sim, tanto faz colocar mais ou menos comida.

Jantamos tranquilos, e depois de arrumar a mesa e lavar a louça, sentamos como de costume no sofá pra bater um papo. O Pedro sugeriu:
— Não tem nada pra fazer uns cubas?
— Haha agora? — disse a Ana.
— Ué, claro, é sexta-feira, já que não vamos sair, pelo menos isso, né?
— Pois é verdade também, hein — respondeu a Ana.

Levantamos os três, pegamos as garrafas, o gelo, o mix, os copos, e preparamos uns cubas. Voltamos pros sofás com tudo. Continuamos bebendo, e também tiramos um baseado pra fumar. Eu, por minha parte, tentava fazer a Ana beber e fumar o máximo que podia. Não demorou pra eu perceber que ela já tava meio doida. Aí esperei ela estar conversando com o Pedro pra me colocar na minha posição de sempre, com minhas costas no peito dela. Depois de um tempo conversando, e igual na noite anterior, comecei a meter a mão na bucetinha dela. O de hoje era loucura, ela tava molhando até a calcinha. Eu percebia que ela falava com ele sobre algum assunto, mas o olhar dela era de puta safada, e o Pedro, que já imaginava o que eu tava fazendo, também olhava pra ela com um desejo calado.

Ficamos um tempão conversando, bebendo, fumando, eu tocando ela escondido... e nada, chegou uma hora que a Ana disse:
— Uff, vou dormir que já não consigo mais beber nem fumar, tô muito bêbada já. Se vocês ficarem aqui, não façam muito barulho, tá?
— Tá bom, Ana. Boa noite — disse o Pedro.

Ela sumiu do quarto, e eu, louco de tesão, falei de novo pro Pedro:
— Vou comer ela, não aguento mais.
— Cara, tó doido e nervoso — disse o Pedro.
— Mas você quer?
— Adoraria comer ela, cara, mas porra...
— Então lembra do que eu te falei. quando ouvir uma batida na parede, você vem e começa devagar e tal, ok?
- uff, ok, ok

Fui pro quarto e deixei a porta entreaberta, tanto a do meu quarto quanto a do Pedro.
- Por que você já foi deitar?
- Porque tô muito doida e você tá me tocando ali, e eu não aguentava mais sem gemer, e como fico com vergonha, já vim pra cama.

Enfiei a mão por baixo da camisola, ela já não tava usando nada por baixo, toquei a parte interna das coxas dela, descendo até a virilha, a virilha já tava molhada. Levantei um pouco a camisola, deixando ela nua da cintura pra baixo, comecei a fazer um dedo nela enquanto enfiava a língua na boca dela. Ela tava muito, muito tesuda, respirava bem acelerada e gemia baixinho. Desci pra baixo e comecei a chupar a buceta dela, tava tão molhada que até meu queixo tava encharcado.

- Quer que eu meta?
- Mete logo...
- Tô falando se você quer que ele meta...
- Uff, cala a boca e me fode...

Comecei a esfregar no clitóris inchado dela...
- Imagina se ele tivesse fazendo isso em você?
- Uff, não, que baderna.
- Muita vergonha, mas com certeza se ele tivesse aqui, você não diria que não...
- Bom, talvez não dissesse que não, mas como ele não tá aqui e não me vê, nem preciso pensar nisso, então mete logo, por favor.

Comecei a foder ela, enfiava os dedos na boca dela pra ela chupar, tapava a boca dela, segurava o pescoço, e ela cada vez ficava mais acelerada.
- Você precisava de outra rola na boca pra ficar bem preenchida.
- Uff, sim... mas não dá.
- Claro que dá, o Pedro tá aqui do lado.
- Uff, meu Deus... não, não, deixa.
- Você tá morrendo de vontade de se deixar foder por ele.
- Pode ser, mas tenho vergonha demais.
- Vergonha demais? Demais?

Enquanto falava isso, fodía ela selvagemente, fazendo ela gritar altas horas da noite.
- Sabe que o Pedro deve estar te ouvindo? Deve estar morrendo de vontade de te foder, com certeza.
- Acho que não, senão já teria vindo, segundo você.
- Quer que Vem cá?
- Sim, mas não, que me dá muita vergonha, por favor não
- Dá pra ele
- Ufff, cala a boca
- Dá pra ele
- Não, que me dá vergonha, por favor, nãoo
- Ela tá olhando pra gente da porta, Ana
- Sério?? Ufff, não, por favor, tô morrendo de vergonha

Nesse momento, bati na parede, esperando que Pedro ouvisse. Pelo barulho da cama dele, soube que ele já vinha, como a gente tinha combinado.
- Ela tá na porta, eu tô em cima de você com meu pau nas suas tetas, então ele tem que estar olhando sua buceta, pra ver se consegue distinguir
- Tô morrendo de vergonha, ele tá me vendo? Me tapa, por favor..
- Não, em vez disso, vou abrir você pra ele ver bem
- Ufffff, não, por favor, não, para...

Ouvi Pedro chegar na moldura da porta. Agora sim era verdade que ele tava nos vendo.
- Vou abrir você, pra ele te ver aqui de pernas abertas e com a buceta aberta...
- Ufff, que puta que eu sou, mas tô com vergonha, de verdade, nãoooo...

Peguei a buceta dela com as duas mãos e abri bem, e falei no ouvido dela:
- Isso pra ele ver por onde tem que meter...
- Aaaaaa, de repente, quando falei isso, um orgasmo e encheu minha mão de líquido. Ela tava excitadíssima e nervosíssima, se contorcia pra caralho.
- Ele tá te vendo, tá ali, olhando sua buceta, e quer te foder, e você também quer ele
- Ufffffffff
- Falo pra ele entrar??
- ......
- Falo?
- .... não, por favor, tô morrendo....

Então fiz um sinal pro Pedro entrar. Ele entrou devagar, enquanto Ana tapava o rosto com os braços, morta de vergonha, mas nervosíssima como nunca tinha visto. Apontei a buceta dela pro Pedro, e ele entendeu. Chegou perto da cama e se ajoelhou nela, colocou as mãos nos joelhos dela, e Ana me olhou com cara de apuro e surpresa. Ele começou a descer as mãos pela parte de dentro da coxa, massageando. Ela tremia, o corpo inteiro tremia: as coxas, a barriga, as mãos, os pés... Tudo nela era um tremor de nervos. Então ele Agacho o Pedro na direção da buceta dela, lambeu uma vez desde o cu até o clitóris, a Ana soltou um gemido bestial e começou a ficar sem fôlego.

O Pedro, por sua vez, começou a lamber a buceta dela com uma vontade bestial, enfiava a língua dentro da buceta, depois no cu, chupava a virilha dela. A Ana estava à beira do orgasmo, e eu comecei a chupar os peitos dela. Em um minuto, ela teve outro orgasmo bestial. Fiz um sinal pro Pedro pra trocar, eu fui chupar a buceta dela, e ele subiu pra cima. A Ana não queria olhar nos olhos dele, tava morrendo de vergonha.

— Ana, quero te foder, e quero ouvir você gritar, e te chupar inteira, mas antes disso quero comer sua boca.

— Uff, minha mãe, Pedro, como vocês tão me deixando.

— Você quer que a gente pare, Ana, ou quer que a gente continue?

— ... Porra, Pedro... ufff.

— Quer que a gente pare?

— ...

— Fala, quer que a gente pare?

— ... Não.

Eu ouvia essa conversa no ouvido entre a Ana e o Pedro, e achava que ia estourar a pica enquanto chupava aquela buceta já ardendo.

O Pedro virou o rosto da Ana, ela olhava nos olhos dele, mas com medo, e ele não demorou pra se inclinar e beijar ela na boca. Eu via como os pezinhos rosados dela tremiam. Ele lambia os lábios dela, mordiscava o lábio superior, e agarrou um dos peitos dela. Bem antes de se levantar, aproximou a pica enorme dele da Ana, que olhava pra ela como podia, dada a influência do álcool e mais.

— Coloca na boca — ele disse.

— Uffff.

Só um "uff" e a Ana, tremendo, aproximou a pica da boca e começou a chupar o Pedro. Uma pica que eu não esperava que fosse tão grande, depilada e brilhante. A Ana enfiava devagar na boca dela, deslizando os lábios lentamente pela cabecinha. Ele acariciava os peitos dela e eu continuava chupando a buceta e o cu dela.

— Me fode, Pedro, quero que você meta.

— Tem certeza? — ele disse.

Ela fez um gesto empurrando ele pra baixo. Eu me afastei e deixei ele, roçando a pica dele na bucetinha dela, pra cima e pra baixo, enfiando a pontinha dentro, pra ela sentir. começou a imaginar como era ter ela dentro, eu fui falar no ouvido dela

- é isso que você quer, Ana?

- siiiim

- você quer que o Pedro meta bem bem forte?

- bem forte... ufffff, aii sim, é o que eu quero

- você quer que eu segure suas pernas enquanto ele te fode pra meter mais fundo?

- sim, sim, aii, abre minhas pernas por favor, quero que entre inteira

- eu me coloquei semi-sentado na cara dela com meu pau dentro da boca dela, tipo um 69, e foi assim que peguei as duas pernas dela e abri, abri bastante, o máximo que pude pra que o Pedro metesse de vez

ele começou metendo só um pouquinho e tirava, e ela gritava como se estivesse sendo morta,

cada vez ele metia um pedaço maior, e numa dessas,

- AAAAAAAAA

ele meteu inteirinha, até os ovos batendo na buceta molhada dela, ele tava dando muito forte, eu enfiava na boca dela e ela não parava de chupar, só parava pra dar um grito com as investidas do Pedro

decidi naquele momento que só queria ver ele fodendo ela, ele continuava por cima bombando, eu sentei no sofá do quarto pra ver de perto

- você tem uma buceta super lisinha, molhadinha e apertadinha, Ana, adoro

- faz o que quiser comigo, sério, Pedro, o que quiser

- quero te colocar de quatro pra ver bem sua buceta com meu pau dentro

- faz, me coloca do jeito que quiser

ele colocou ela de quatro na cama, e antes de meter deu uma lambida pegando a buceta inteira e o cu, aí apoiou a ponta na buceta da Ana, e foi ela que jogou pra trás pra enfiar aquele pau, eu adorava ver ela assim, ainda tremendo toda, cheguei perto e enfiei de novo na boca dela, e ela chupou com tanta vontade e sugou tanto que eu gozei rapidinho, joguei todo o leite dentro da boca dela, ela me olhou com cara de safada, fez uma careta forte, que era o que eu imaginei, que tinha engolido tudo.

eu sentei no sofá de vez, e vendo como Pedro tava macetando a Ana em várias posições, chupando os bicos dela, puxando o cabelo dela, uff, impressionante. Nessa hora, eu ouvi o Pedro:

- Cê não tava dizendo que eu podia fazer o que quisesse com você?

- Claro, Pedro, foi isso que eu falei.

- Então cê não tá cumprindo...

- Por quê? Tem alguma coisa que cê quer fazer comigo e ainda não fez?

- Sim, quero te comer no cu.

- E eu te falei que não? Tenta enfiar e se não doer muito, pode ir fundo...

- Ok.

Pedro começou a babar o cu da Ana, enfiar o dedo, e ela se contorcia de prazer, toda suada, com cheiro de creme hidratante. Lá estava ela, de quatro, e Pedro babando e dilatando ela.

- Vai, tenta meter, Pedro...

Ele apoiou suavemente a pica no cu da Ana e começou a esfregar. Aí já começou a apertar um pouco a ponta da pica. Ana se contorcia, mas mandava continuar. Ele foi enfiando mais rola enquanto acariciava os peitos dela, agarrando tudo. Chegou a hora que meteu a pica inteira. Ela entrou em frenesi, começou a gritar que nem uma louca:

- Me come, por favor, me come, vai até o fim!

Pedro tava quase gozando:

- Ana, vou tirar que já vou gozar.

- Bota na buceta, por favor... faz isso...

- Sério? Tô quase gozando, Ana.

- Sério, faz isso, por favor. Quero gozar... tô quase e quero fazer com sua pica dentro, por favor, Pedro.

- E eu faço o quê? Tiro bem antes?

- Não, tanto faz. Goza dentro, tomo o remédio e não dá nada.

- Uff, adoraria gozar na sua buceta.

- Então faz, por favor, faz. Goza dentro.

Pedro enfiou a pica na buceta da Ana, que já tava bem vermelha depois de tanto tempo levando porrada. Continuou socando enquanto Ana gritava e gritava, e de repente ela disse:

- Tô gozando, Pedro, tô gozando.

- Quer que eu goze também?

- Siiim, por favoooor, goza dentro de mim.

E foi assim, gozaram os dois ao mesmo tempo. Ela soltou uns gritos que terminaram em choro de cansaço e calor, tava acabada. mal dava pra respirar... gostosa pra caralho e toda fodida, e ele despejou tudo que tinha dentro dela, na buceta dela, encheu ela e ficou deitado com a cabeça no peito dela, recuperando o fôlego

- o que você achou, Ana?

- ela só ofegava

- me fala

- gostei mais do que qualquer outra vez, nunca senti nada parecido, mas agora que acabou, tô morrendo de vergonha.

ela desviava o olhar, e eu e David fizemos um sinal pra ele sair, pra Ana não passar mal e poder ficar sozinha

- Ana, não se preocupa, isso não vai sair daqui, e eu curti como nunca ter te tido assim - ele sussurrou no ouvido dela

- muito obrigada, Pedro, me deixa mais tranquila, valeu

ele deu um selinho nela, pegou a roupa e foi pra outro quarto, não demorou pra se vestir e ir pra casa dele. Ana e eu ficamos sozinhos, ela estava extasiada, não conseguia falar

- você gostou, Ana?

- ufff, amei demais, mas nunca mais, hein? porque no começo passei um perrengue de vergonha

- e depois também? hehe

- haha não, depois não, depois me diverti pra caralho, mas nunca mais, hein?

- como você quiser...

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