Espero que vocês estejam gostando da história, deixem +10 pra eu continuar postando partes nesse ritmo. Depois de comer, comecei a pensar em todas as possibilidades que isso me dava. Já não era só foder umas putinhas, podia ser algo parecido com um deus, ter controle sobre o mundo inteiro. Ideias assim não paravam de rodar na minha cabeça.
Quando terminei, fui direto pra minha casa, onde tive que esconder o anel de novo. Quando bateu vontade de foder, falei pra minha mãe que tinha um compromisso e fui pra casa da vizinha, onde estavam ela, o corno e a filha Alba, uma morena um pouco mais velha que eu, uns 20 anos, com um corpo bem equilibrado e cabelo cacheado.
Aí me veio uma ideia. Já que a Alba ainda não tava sob meu controle, pensei em como seria dominar alguém fora disso. Então, sem ela desconfiar de nada — já que eu tava lá porque os pais dela tinham me contratado pra carregar umas coisas —, ordenei que o pai dela fosse comprar clorofórmio pra dopar ela. Ele voltou correndo com uma garrafa e eu mandei ele dopar ela. No começo, Alba resistiu, mas em poucos segundos apagou. Quando acordou, o pai dela tava terminando de amarrar ela na cama e eu tava chupando os peitos da mãe dela. Alba não acreditava no que tava vendo, por uns momentos achou que era um sonho. Eu tinha enfaixado o dedo do anel pra ela não cair sob meu controle até eu querer.
O corno não demorou pra me avisar que a filha querida já tinha acordado. Cheguei perto dele e meti um soco, ele caiu no chão e comecei a chutar ele. Tava dando uma surra de verdade, e a filha dele tentava se soltar pra ajudar o pai, mas todo esforço era em vão. Depois de dois minutos, deixei ele levantar e ele só me agradeceu por ter batido nele. Alba não entendia nada, e aí comecei a explicar.
Eu: "Então, Alba, a partir de agora esse vai ser o seu novo mundo. Seus pais são meus escravos, tão sob meu controle. Vou vir foder sua mãe toda quantas vezes eu quiser e humilhar os dois como bem entender, e você vai ser mais uma, vai fazer tudo que eu mandar na hora que eu mandar, entendeu?" Tirei a mordaça da boca dela pra que pudesse falar. Alba: "Até parece, filho da puta, não sei que merda de pussy você fez com meus pais, mas eu não vou participar disso, aliás, vou te denunciar por sequestro e agressão." Não deixei ela terminar a frase e enfiei um pepino na boca dela. Eu: "Pronto, calada você fica muito mais gostosa, já que não vai colaborar por bem, vou ter que te ensinar quem manda. João! Vira sua filhinha pra ela poder ver essa bunda." O pai dela virou ela e abaixou a calça dela. Eu: "Isa, vem cá e usa essas tetas pra me masturbar." Isabel: "Claro, meu amo." Ela começou a fazer um boquete enquanto esfregava os peitos em mim, quando já tava bem duro mandei ela parar. Eu: "Então, Alba, já tô pronto pra arrebentar esse seu cu. Me diz, já deu por aí alguma vez?" Alba: "QUE?! MÃE, PAI, PAREM ISSO PELO AMOR DE DEUS, QUE PORRA VOCÊS TÃO FAZENDO?" Eu: "HAHAHAHAHA, seus pais são meus agora, não têm opinião, e se tiverem, não importa, vão fazer o que eu quiser. E agora eu quero te foder. Já que não respondeu, não vou ter a bondade de usar lubrificante." Assim que terminei a frase, enfiei a pica com tudo no cu dela. Ela começou a gritar pedindo ajuda, mas o pai dela, sem eu mandar nada, colocou uma mordaça nela. Comecei a foder ela enquanto ela tava amarrada na cama e gozei no cu dela depois de alguns minutos. Eu: "Então, Alba, entendeu como vai ser daqui pra frente?" Alba, entre lágrimas, só conseguiu dizer que me odiava e que ia se vingar. Vendo que ela era minha vizinha, pensei que podia fazer minha família descobrir tudo, então ordenei pros pais dela deixarem ela amarrada por enquanto, já que não queria controlar ela ainda. Depois disso, fodi um tempo com a Isabel enquanto o marido dela nos olhava, vendo aquela situação de dominação no corno enquanto a filha chorava pelo que fizeram com ela. Os pais dela me deram uma descarga de adrenalina pela minha superioridade, e acelerei o ritmo pra gozar na buceta da Isa. Despejei um monte de porra dentro dela e falei pro cuck nem pensar em limpar. Assim que ele concordou, comecei a rir enquanto batia nele. Passei uns 10 minutos chutando ele até cansar e deixei ele largado lá na casa dele. Mandei ele falar no trampo que tava doente pra ninguém ver os hematomas, e roubei todo o dinheiro que ele tinha na carteira. Antes de ir, enfiei um pepino no cu da Alba e falei pra mãe dela não tirar a noite toda. Ela obedeceu enquanto a porra escorria da buceta dela. Depois disso, fui pra minha casa.
Quando cheguei, mandei uma série de regras no grupo da sala pra todo mundo no colégio:
1. As mulheres têm que ir muito arrumadas pra aula, e a roupa íntima tem que ser lingerie.
2. Amanhã, assim que chegarem, todas as mulheres têm que ficar em fila pra eu classificar por categoria, de acordo com o físico, dividindo quem vai ocupar cada sala.
3. As professoras também vão ser avaliadas amanhã.
4. Qualquer pessoa que tenha namorado(a) não pode mais tocar nela, estando os dois dentro do colégio ou mesmo um fora.
5. Todo mundo tem que me mandar fotos das mães, irmãs e namoradas. Se eu gostar, vocês têm que dar um jeito de trazer elas no dia seguinte pra cair no meu domínio.
Depois de ter certeza que todo mundo recebeu a mensagem, fui dormir.
No dia seguinte, acordei e fui pra aula. Quando cheguei, encontrei todas as mulheres extremamente arrumadas, todas lindas, maquiadas, com roupas que valorizavam muito. A maioria dos caras tava babando, mas obviamente ninguém tinha direito de tocar em ninguém. Fui avaliando elas. Tinha várias categorias:
– A: as mais gostosas
– B: algumas que tinham algum defeito
– C: as mais feias
Depois de classificar todas, montei meu harém pessoal com as mais gostosas. Estavam, tinha 9 alunas e 2 professoras. A partir de agora, elas passariam todas as manhãs me satisfazendo. Pra começar, fiz elas deixarem uma sala só pra mim e meu harém, onde colocaram dois sofás da sala de espera pra eu ficar mais confortável enquanto comia aquelas vadias. Mandei todas ficarem de lingerie e comecei com uma das tias mais gostosas do meu colégio, a Andrea. Ela é muito alta, tem dois peitões, é loira e tem uma cara de puta tremenda. Usa óculos e parece atriz pornô.
Só de ver ela de lingerie, já fiquei de pau duro e comecei a comer ela sem preliminares. Meti bem forte e via os peitos dela quicando a cada estocada. Tava praticamente realizando um sonho, e ainda tinha outras 11 putas esperando pra serem comidas, incluindo duas das minhas professoras. Eu era a pessoa mais sortuda do mundo. Com tanta excitação, não consegui evitar e gozei dentro dela. Ela ficou largada no sofá, com meu leite escorrendo.
Como ela não parecia muito cansada pra um segundo round, decidi que era hora de seguir com as outras. Joguei a Andrea no chão e deixei ela lá largada. O resto da manhã fiquei comendo as outras, menos as professoras — com elas eu tinha planos mais interessantes. Comi a Virgínia, a Natália, a Carmen, a Irene e várias que vocês ainda não conhecem, mas vão ter seu momento de destaque nessa história.
Quando o sinal tocou, fui tomar algo com o dinheiro do corno do Juan. Também comprei umas drogas pra experimentar na próxima vez que transasse. Depois fui pra minha casa, mas antes passei na casa da vizinha. Lá vi a Alba com o cu sangrando por causa do pepino que ainda tava enfiado nela. Ela tava amarrada e desmaiada, acho que de dor. O Juan, por outro lado, tava no sofá todo cheio de hematomas e ferimentos da surra que eu tinha dado. Ri da cara de patético dele e fui pra minha casa.
Quando cheguei, não tinha mais energia nenhuma e apaguei até o dia seguinte. Espero que vocês gostem. Tô pensando em começar outra. Série, mas não vou deixar essa de lado.
Quando terminei, fui direto pra minha casa, onde tive que esconder o anel de novo. Quando bateu vontade de foder, falei pra minha mãe que tinha um compromisso e fui pra casa da vizinha, onde estavam ela, o corno e a filha Alba, uma morena um pouco mais velha que eu, uns 20 anos, com um corpo bem equilibrado e cabelo cacheado.
Aí me veio uma ideia. Já que a Alba ainda não tava sob meu controle, pensei em como seria dominar alguém fora disso. Então, sem ela desconfiar de nada — já que eu tava lá porque os pais dela tinham me contratado pra carregar umas coisas —, ordenei que o pai dela fosse comprar clorofórmio pra dopar ela. Ele voltou correndo com uma garrafa e eu mandei ele dopar ela. No começo, Alba resistiu, mas em poucos segundos apagou. Quando acordou, o pai dela tava terminando de amarrar ela na cama e eu tava chupando os peitos da mãe dela. Alba não acreditava no que tava vendo, por uns momentos achou que era um sonho. Eu tinha enfaixado o dedo do anel pra ela não cair sob meu controle até eu querer.
O corno não demorou pra me avisar que a filha querida já tinha acordado. Cheguei perto dele e meti um soco, ele caiu no chão e comecei a chutar ele. Tava dando uma surra de verdade, e a filha dele tentava se soltar pra ajudar o pai, mas todo esforço era em vão. Depois de dois minutos, deixei ele levantar e ele só me agradeceu por ter batido nele. Alba não entendia nada, e aí comecei a explicar.
Eu: "Então, Alba, a partir de agora esse vai ser o seu novo mundo. Seus pais são meus escravos, tão sob meu controle. Vou vir foder sua mãe toda quantas vezes eu quiser e humilhar os dois como bem entender, e você vai ser mais uma, vai fazer tudo que eu mandar na hora que eu mandar, entendeu?" Tirei a mordaça da boca dela pra que pudesse falar. Alba: "Até parece, filho da puta, não sei que merda de pussy você fez com meus pais, mas eu não vou participar disso, aliás, vou te denunciar por sequestro e agressão." Não deixei ela terminar a frase e enfiei um pepino na boca dela. Eu: "Pronto, calada você fica muito mais gostosa, já que não vai colaborar por bem, vou ter que te ensinar quem manda. João! Vira sua filhinha pra ela poder ver essa bunda." O pai dela virou ela e abaixou a calça dela. Eu: "Isa, vem cá e usa essas tetas pra me masturbar." Isabel: "Claro, meu amo." Ela começou a fazer um boquete enquanto esfregava os peitos em mim, quando já tava bem duro mandei ela parar. Eu: "Então, Alba, já tô pronto pra arrebentar esse seu cu. Me diz, já deu por aí alguma vez?" Alba: "QUE?! MÃE, PAI, PAREM ISSO PELO AMOR DE DEUS, QUE PORRA VOCÊS TÃO FAZENDO?" Eu: "HAHAHAHAHA, seus pais são meus agora, não têm opinião, e se tiverem, não importa, vão fazer o que eu quiser. E agora eu quero te foder. Já que não respondeu, não vou ter a bondade de usar lubrificante." Assim que terminei a frase, enfiei a pica com tudo no cu dela. Ela começou a gritar pedindo ajuda, mas o pai dela, sem eu mandar nada, colocou uma mordaça nela. Comecei a foder ela enquanto ela tava amarrada na cama e gozei no cu dela depois de alguns minutos. Eu: "Então, Alba, entendeu como vai ser daqui pra frente?" Alba, entre lágrimas, só conseguiu dizer que me odiava e que ia se vingar. Vendo que ela era minha vizinha, pensei que podia fazer minha família descobrir tudo, então ordenei pros pais dela deixarem ela amarrada por enquanto, já que não queria controlar ela ainda. Depois disso, fodi um tempo com a Isabel enquanto o marido dela nos olhava, vendo aquela situação de dominação no corno enquanto a filha chorava pelo que fizeram com ela. Os pais dela me deram uma descarga de adrenalina pela minha superioridade, e acelerei o ritmo pra gozar na buceta da Isa. Despejei um monte de porra dentro dela e falei pro cuck nem pensar em limpar. Assim que ele concordou, comecei a rir enquanto batia nele. Passei uns 10 minutos chutando ele até cansar e deixei ele largado lá na casa dele. Mandei ele falar no trampo que tava doente pra ninguém ver os hematomas, e roubei todo o dinheiro que ele tinha na carteira. Antes de ir, enfiei um pepino no cu da Alba e falei pra mãe dela não tirar a noite toda. Ela obedeceu enquanto a porra escorria da buceta dela. Depois disso, fui pra minha casa.
Quando cheguei, mandei uma série de regras no grupo da sala pra todo mundo no colégio:
1. As mulheres têm que ir muito arrumadas pra aula, e a roupa íntima tem que ser lingerie.
2. Amanhã, assim que chegarem, todas as mulheres têm que ficar em fila pra eu classificar por categoria, de acordo com o físico, dividindo quem vai ocupar cada sala.
3. As professoras também vão ser avaliadas amanhã.
4. Qualquer pessoa que tenha namorado(a) não pode mais tocar nela, estando os dois dentro do colégio ou mesmo um fora.
5. Todo mundo tem que me mandar fotos das mães, irmãs e namoradas. Se eu gostar, vocês têm que dar um jeito de trazer elas no dia seguinte pra cair no meu domínio.
Depois de ter certeza que todo mundo recebeu a mensagem, fui dormir.
No dia seguinte, acordei e fui pra aula. Quando cheguei, encontrei todas as mulheres extremamente arrumadas, todas lindas, maquiadas, com roupas que valorizavam muito. A maioria dos caras tava babando, mas obviamente ninguém tinha direito de tocar em ninguém. Fui avaliando elas. Tinha várias categorias:
– A: as mais gostosas
– B: algumas que tinham algum defeito
– C: as mais feias
Depois de classificar todas, montei meu harém pessoal com as mais gostosas. Estavam, tinha 9 alunas e 2 professoras. A partir de agora, elas passariam todas as manhãs me satisfazendo. Pra começar, fiz elas deixarem uma sala só pra mim e meu harém, onde colocaram dois sofás da sala de espera pra eu ficar mais confortável enquanto comia aquelas vadias. Mandei todas ficarem de lingerie e comecei com uma das tias mais gostosas do meu colégio, a Andrea. Ela é muito alta, tem dois peitões, é loira e tem uma cara de puta tremenda. Usa óculos e parece atriz pornô.
Só de ver ela de lingerie, já fiquei de pau duro e comecei a comer ela sem preliminares. Meti bem forte e via os peitos dela quicando a cada estocada. Tava praticamente realizando um sonho, e ainda tinha outras 11 putas esperando pra serem comidas, incluindo duas das minhas professoras. Eu era a pessoa mais sortuda do mundo. Com tanta excitação, não consegui evitar e gozei dentro dela. Ela ficou largada no sofá, com meu leite escorrendo.
Como ela não parecia muito cansada pra um segundo round, decidi que era hora de seguir com as outras. Joguei a Andrea no chão e deixei ela lá largada. O resto da manhã fiquei comendo as outras, menos as professoras — com elas eu tinha planos mais interessantes. Comi a Virgínia, a Natália, a Carmen, a Irene e várias que vocês ainda não conhecem, mas vão ter seu momento de destaque nessa história.
Quando o sinal tocou, fui tomar algo com o dinheiro do corno do Juan. Também comprei umas drogas pra experimentar na próxima vez que transasse. Depois fui pra minha casa, mas antes passei na casa da vizinha. Lá vi a Alba com o cu sangrando por causa do pepino que ainda tava enfiado nela. Ela tava amarrada e desmaiada, acho que de dor. O Juan, por outro lado, tava no sofá todo cheio de hematomas e ferimentos da surra que eu tinha dado. Ri da cara de patético dele e fui pra minha casa.
Quando cheguei, não tinha mais energia nenhuma e apaguei até o dia seguinte. Espero que vocês gostem. Tô pensando em começar outra. Série, mas não vou deixar essa de lado.
3 comentários - Anel de Hipnose, Parte 3