Essa história aconteceu há um ano. Eram os primeiros dias de agosto e nossa cidade na Andaluzia estava em festa. Eram 2h da manhã quando minha esposa Silvia e eu chegamos em casa. Ambos temos 38 anos e já tínhamos vivido muitas festas naquela cidade, então nos últimos anos costumávamos voltar cedo pra casa, já que não tinha nada que não tivéssemos visto mil vezes antes. Quando chegamos, percebi que nosso cachorro Boby ainda não tinha saído pra passear, então, apesar da hora, decidi levá-lo pra dar uma volta.
Deixei a carteira em casa e, como sempre, minha esposa perguntou onde eu ia sem carteira. A gente sempre discutia porque eu saía sem carteira e ela dizia que eu tinha que levar porque tinha meus documentos. Eu sempre falava que em 10 minutos, pra que caralhos eu ia andar carregando carteira, e isso a deixava puta da vida.
Estava quase entrando no parque onde sempre levo ele, logo atrás do nosso prédio, quando lembrei que perto dali tinham acampado os trabalhadores dos brinquedos da festa. Lembrei também que estava tendo problemas porque, junto com quem tinha tudo em ordem, tinham acampado outros que se dedicavam ao comércio ambulante, e a polícia estava tentando expulsá-los - entre outros motivos, porque desde que chegaram, uns três dias atrás, tinham acontecido alguns roubos na região. Apesar disso, decidi entrar no parque, já que seriam só uns 5 minutos esperando o Boby fazer as necessidades e a gente voltar pra casa.
A gente estava há uns minutos no parque quando ouvi uma voz atrás de mim:
"Que cachorrinho bonito" - com um sotaque meio estranho.
Quando me virei, vi três garotos de uns 16 anos, de origem magrebina, junto com um rottweiler. Por causa da escuridão do parque, não tinha visto eles se aproximarem. Eles estavam vestidos com bermudas, chinelos e regatas. A pinta deles não me agradou nem um pouco, então decidi me virar e voltar pra casa sem dizer nada.
Mal comecei a me virar... de repente ouvi a mesma voz dizendo
"Espanholzinho mal-educado que nem responde"
Continuei andando sem dizer nada até que vi eles chegando correndo e cortando meu caminho
"Você também está com um relógio muito bonito, anda, deixa eu ver mais de perto"
Entendi na hora as intenções deles, então me enchi de coragem e disse
"Marroquinos de merda, vão embora se não quiserem levar uns sopapos"
Eram 3, mas como já disse, não acho que tinham mais de 16 anos. Estavam fortes para a idade, dava pra ver pelos braços que as regatas deixavam à mostra, mas não achava que seriam um problema muito sério pra mim num confronto. Além disso, o cachorro, mesmo sendo um rottweiler, parecia muito tranquilo, e eu também estava com um pastor alemão.
"Então, marroquinos de merda, pedaços de filhos da puta, dá tudo que você tem ou não sai daqui"
Quando ele disse isso, os três pivetes sacaram canivetes e me ameaçaram com eles. Nessa hora sim, fiquei com medo. Uma coisa era brigar com os três moleques, mas com canivetes a balança claramente pendeu pro lado deles.
Tirei o relógio e esvaziei os bolsillos, que só tinham as chaves de casa e o celular, já que a carteira tinha ficado em casa quando minha esposa e eu chegamos. Joguei pra eles, e o que falava, que parecia ser o líder do grupinho, pegou minhas coisas.
"Que merda, você não tem nem um puto euro"
Outro dos moleques se aproximou de mim com o canivete e tirou a coleira do Boby, puxando ele pra perto. Boby era um cachorro muito tranquilo, até demais pelo que vi naquele dia, e não fez nenhum gesto de desaprovação quando aquele moreno pegou a coleira e começou a acariciar sua cabeça.
"Não sei se deixo você ir ou se te rasgo por causa da merda que você tem nos bolsos"
"Por favor, me deixem ir, já dei tudo que tinha" disse eu, agora sim completamente cagado de medo
"Nossa, já não é tão machão" ele me respondeu
"CARLOOOOOOS"
"CARLOOS, VOCÊ ESTÁ POR AÍ"
Os caras e eu olhamos imediatamente para onde tínhamos ouvido os gritos. Era eu, Carlos, e aqueles gritos eram da minha esposa Silvia, que deve ter saído para me procurar por causa da minha demora, já que já tinham passado quase 30 minutos.
Os caras esconderam os canivetes nas costas enquanto minha esposa, que já tinha nos visto, se aproximava devagar. Eu ia sair correndo, mas o líder me disse:
"Se gritar ou se mexer, a gente rasga os dois."
Não me mexi um milímetro enquanto Silvia chegava até nós.
"O que foi, Carlos? O que você tá fazendo? Por que tá demorando tanto?"
"É que seu marido parou pra bater um papo com a gente, senhora", respondeu o líder do grupo.
Minha esposa não respondeu, mas olhava a situação meio desconfiada, ao ver que era um dos caras que segurava Bobby pela coleira.
"Seu marido já deu uns presentes pra gente. Por que a senhora não dá os seus?"
Minha esposa não entendia o que aquele moreno estava dizendo, até ver os 3 caras puxando os canivetes de novo.
"Ai, meu Deus, eu... eu não tenho nada. Por favor, nos deixa ir."
Pelo que eu podia ver, era verdade. O parque ficava logo atrás do meu apartamento, e minha esposa tinha saído pra me procurar com a roupa que usava em casa: só um short sem bolso, uma camiseta e um tênis.
"Porra, que merda de butim a gente vai levar hoje", disse pela primeira vez o que segurava Bobby.
"Calma, Hamed. Acho que hoje vai ser a noite mais divertida dessas merdas de festas", disse o líder.
"Andem na frente até a quadra de basquete", o cara nos ordenou.
Minha esposa e eu obedecemos e andamos até uma quadra de basquete que ficava num canto do parque, longe das entradas e na sombra, já que os vândalos tinham quebrado os refletores que a iluminavam fazia um tempo.
O cara nos fez entrar na quadra, e eles entraram atrás junto com os cachorros, fechando a portão da quadra e amarrou os cachorros nele para que não pudéssemos sair se tentássemos.
"Bom, já que o saque foi fraco, vamos nos divertir de outro jeito, vamos jogar um jogo" ele disse enquanto me jogava uma bola de tênis que carregava na mão e que eu devia usar para jogar para o cachorro, eu peguei e esperei sem entender o que ele queria.
"Agora você vai ficar na linha do lance livre e vai arremessar a bola, veja que estou te dando vantagem porque a bola é bem pequena, então é mais fácil acertar. Se você fizer a cesta, vocês vão embora pra casa agora mesmo"
"E se não fizer?" perguntou minha mulher.
"Se seu marido não acertar, é você que vai ficar pelada."
Os outros dois árabes riram da ideia do amigo. Minha esposa e eu tremíamos de medo, e eu estava ciente da situação em que estávamos. Já eram 2:45 da madrugada, e em 45 minutos ninguém tinha passado por aquele parque, então as chances de alguém ver o que estava acontecendo e chamar a polícia eram mínimas. Além do mais, estávamos numa área em que, mesmo se alguém passasse pelo parque, teria que prestar muita atenção para nos ver.
Eu me aproximei da linha do lance livre, olhei para minha mulher que me encarava com lágrimas nos olhos, arremessei aquela bola com um medo terrível e, para nosso azar, errei.
"Ooooooo, olha só, acho que vocês perderam"
"Por favor, nos deixem em paz, já demos o que vocês queriam, posso ir em casa e voltar com mais dinheiro"
"Você acha que somos imbecis? Vai pra casa e volta com dinheiro sem avisar ninguém, né?"
"Minha mulher e meu cachorro podem ficar aqui para vocês verem que não estou enganando"
Minha mulher me lançou um olhar que congelou meu sangue quando eu disse isso
"Jojojo, que valente, ou seja, deixaria sua mulherzinha com a gente enquanto você vai buscar o dinheiro, deixe eu pensar, ummmmmmmmmm não, acho que prefiro jogar"
"Vamos, senhora, seu marido errou, você viu que dei a chance dele te salvar, mas ele não foi capaz"
Minha esposa ela não se mexeu, só choramingava imóvel
"Vem cá, Carlitos, ajuda ela, tira a camiseta dela ou vou ficar puto"
Me aproximei da minha esposa e, sem conseguir olhar na cara dela, peguei a camiseta e comecei a puxar pra cima. Minha esposa não colaborava e era difícil de tirar, então o rapaz me disse:
"Ou tira isso agora ou eu te esfaqueio"
Com um puxão forte, arranquei a camiseta da minha esposa e fiquei na frente dela.
"Joga a camiseta e sai da frente que não tô vendo nada, porra"
Joguei a camiseta da minha esposa no chão e me afastei pro lado. Quando me tirei da frente, os caras puderam ver minha esposa sem camiseta, segurando os seios já que não usava sutiã, agora meio nua na frente daqueles porcos.
"Caralho, na senhora Mohamed, tá de peitinho pra fora a vadia"
Disse o que se chamava Hamed pro líder do grupo
"É, parece que a senhora gosta de putaria"
"Minha esposa usava essa roupa pra dormir e ela sabia que eu gostava que não usasse roupa de baixo, por isso tá sem sutiã. Ela não é nenhuma vadia" eu disse
"Tá bom, tá bom, então ela não usa roupa íntima. Obrigado pela informação" Mohamed me disse
"Agora abaixa a calcinha dela, vamos ver se tá com a bucetinha à mostra"
"Não vou fazer nada" eu disse
"Vejo que tá bancando o machão de novo. Tudo bem, Yussuf, faz ele entrar na razão"
O moreno que até agora não tinha aberto a boca se aproximou de mim e por trás me cutucou levemente com a faca, me machucando um pouco.
"Agora você não vai abaixar a calça da sua mulher, mas vai pedir pro meu amigo Hamed ser ele quem abaixe as calças da sua esposa"
Eu não respondi, então Yussuf me cutucou mais um pouco com a faca até que eu disse:
"Hamed, abaixa as calças da minha mulher"
"Hahaha já ouviu, Hamed? O senhor te deu uma ordem"
Hamed se aproximou da minha esposa, que continuava segurando os seios com as mãos, e se ajoelhou na frente dela.
"Por favor, não, me deixem, por favor, eu imploro" ela choramingava esposa
Foi inútil, Hamed não abaixou a calça da minha mulher, em vez disso, enfiou a faca por um dos lados entre a coxa e a cintura da calça da minha esposa e rasgou, fazendo com que a calça se soltasse de um lado. Antes que caísse, minha esposa segurou com uma das mãos, impedindo que descesse, mas deixando um dos seios à vista dos 3 caras.
"Boa teta, senhora, grande e branquinha com o mamilo rosa"
Minha esposa continuava chorando sem abrir a boca, e Hamed fez o mesmo que havia feito antes, forçando minha esposa a usar a outra mão para impedir que a calça caísse no chão. Agora eram os dois peitos da minha mulher que estavam à vista daqueles marroquinos.
"Carlitos, fala pra sua mulher levantar as mãos pra gente poder ver a buceta dela"
Yussuf me cutucou de novo com a faca e eu obedeci.
"Silvia, querida, levanta as mãos"
"Mas explica pra quê, Carlitos, explica pra quê"
"Levanta as mãos para que esses 3 caras possam ver sua buceta", respondi.
"Sua mulher não te dá nem puta atenção, ajuda ela você, vai Carlitos"
Dessa vez Yussuf não precisou me cutucar. Me aproximei da minha mulher por trás e agarrei suas mãos, forçando-a a levantá-las, fazendo com que a calça destruída caísse no chão.
"Isso aí, assim tá melhor. Como imaginei, ela também não usa calcinha. Que putinha safada, e ainda por cima não tem pelo nenhum na buceta. Isso sim é de vagabunda."
"VAGABUNDA É A SUA MÃE", gritou minha mulher, reunindo forças.
"A gatinha solta as unhas, isso eu gosto."
"Rapaziada, toquem um pouco na vagabunda branca enquanto eu gravo em vídeo. E ela pode ficar com os tênis, me deixa louco vê-la pelada só com os tênis, haha."
Mohamed pegou meu celular e começou a gravar um vídeo enquanto seus amigos apalpavam o corpo da minha mulher. Minha esposa tentava tirar as mãos deles enquanto eu ficava parado, vendo aqueles porcos apertarem seus peitos ou beliscarem sua bunda. Bem, Carlitos, você tem outro lance livre. Se acertar, já sabe, vão pra casa. Caso contrário, sua mulher vai comer pica."
Peguei a bola e voltei para a linha de lance livre. Estava ficando cada vez mais nervoso. Lancei a bola de novo e falhei novamente.
"Seu marido é um perdedor, senhora. Dei outra chance a ele e ele falhou. Então, graças a ele, agora você tem três paus para chupar."
Os três caras se despiram e sentaram em um dos bancos que havia na quadra. Os três tinham paus normais, talvez um pouco maiores que o meu. Os cachorros continuavam amarrados na única saída, e aqueles caras me mandaram sentar no banco em frente ao deles, enquanto pediam à minha esposa que se aproximasse.
Eu me sentei no banco, mas minha mulher não se moveu.
"Senhora, não está vendo como seu marido obedece? Agora faça o mesmo, ou será muito pior."
Silvia se aproximou deles, ficando em frente a Mohamed, que estava sentado no centro do banco, ladeado pelos outros dois. Minha mulher estava de costas para mim, completamente nua. Minha esposa já não cobria seu corpo nu e parecia resignada com o que ia acontecer.
Mohamed tinha o celular na mão e ligou a gravação de vídeo novamente.
"Vamos, puta, ajoelhe no chão e me chupe. Você tem cara de quem sabe chupar."
Minha esposa não se ajoelhou, então Yussuf se levantou e, agarrando minha mulher pelos ombros, pressionou com força para o chão, obrigando-a a se ajoelhar. Os caras eram bem magros e de pele escura, contrastando com a pele branca da minha esposa, que agora estava ajoelhada diante dos três.
"Chupa, puta."
Minha mulher não se moveu e voltou a suplicar entre choros, até que Mohamed deu um forte tapa nela e gritou:
"CHUPA!"
Minha mulher aguentou o golpe sem se mexer, então Mohamed, ainda mais irritado, fez um pequeno corte no rosto dela e disse:
"Quero ver meu pau na sua boca em três segundos, ou corto seu pescoço. Um... dois..."
Minha esposa não deixou ele chegar ao número três, então, sem esperei mais, mas ela agarrou o pau do Mohamed com as mãos e começou a chupar.
Ela tentava enfiar tudo, mas era bem grosso e ela lutava pra conseguir, enquanto as mãos da minha mulher se apoiavam nos joelhos do Mohamed, que passou o celular pro Yussuf pra que fosse ele quem filmasse a chupada que minha mulher estava dando. Enquanto isso, ele esticou a mão até a cabeça da minha esposa e desfez o rabo de cavalo que ela usava, deixando o cabelo solto, que pude ver cair pelas costas dela.
O Mohamed enfiava o pau na boca da minha esposa de novo e de novo, enquanto começava a gemer de prazer.
"Isso, putinha, eu já sabia que você sabia chupar um pau, mas você tá deixando meus amigos muito largados. Mexe nas picas deles, vadiazinha."
A Silvia ficou com as mãos apoiadas nos joelhos do Mohamed até que o Hamed se inclinou e começou a dar tapas na bunda dela. Então, minha esposa esticou as mãos, agarrou os dois paus e começou a mexer eles pra cima e pra baixo.
De onde eu estava, via os três marroquinos na minha frente com minha esposa ajoelhada na altura dos paus deles. A cabeça da Silvia descia e subia no mesmo ritmo que as mãos dela masturbavam os dois paus. Quando a cabeça da minha mulher descia, engolindo o pau do Mohamed, as mãos dela desciam sobre os paus do Yussuf e do Hamed.
"Carlitos, vem cá que você tá muito longe e não consegue ver direito."
Não me mexi do banco.
"Carlitos, seria muito sem consideração da minha parte tirar o pau da boca da sua mulher pra ir te foder, mas se você não vier, vou ter que interromper a chupada."
Me levantei do banco e me aproximei deles. Os três me olhavam sorridentes, principalmente o Mohamed, que ria às gargalhadas enquanto a boca e a língua da minha esposa devoravam o pau dele. Minha esposa fazia barulhinhos com a boca enquanto chupava.
"Que barulhinhos engraçadinhos sua mulher faz enquanto me chupa, né, Carlitos?"
O Mohamed agarra o pau com a mão e tira da boca da minha mulher. Bate o pau no rosto da Silvia e depois apoia nele e diz:
"Vamos ver se Você é melhor jogando com as bolas do que seu marido.
Sem soltar as outras duas picas, minha esposa se inclina um pouco mais em direção às bolas do Mohamed até pegar um testículo com os lábios e começa a chupá-lo.
Minha mulher está chupando as bolas daquele moreno de merda e até mete uma delas quase completamente na boca e começa a sugar, isso parece que o Mohamed adora e pede para minha esposa fazer o mesmo com a outra, ela obedece e posso ver como a língua da minha esposa brinca com as bolas do Mohamed, que está gozando como um louco, depois ele afasta um pouco minha mulher e coloca seu pau novamente na frente da boca dela, Silvia engole aquele pau de novo e agora é o Mohamed quem dita o ritmo do boquete com uma das mãos apoiada na cabeça da minha mulher.
Pouco depois, ele se levantou do banco e pediu para minha esposa agora chupar o pau do Hamed, Silvia me olhou e obedeceu de novo.
"Vê como essa puta chupa, mano", disse o Mohamed para o amigo.
"Essa vai cansar de pau hoje, corno", ele me disse.
"Mecê com as duas mãos e me olha nos olhos", disse o Hamed para minha esposa.
Silvia pegou o pau dele com uma mão e as bolas com a outra, parando de masturbar o Yussuf, começou uma punheta rítmica e constante. Hamed estava adorando a punheta que minha mulher estava dando e a encarava fixamente nos olhos enquanto Silvia enterrava o pau do Hamed entre as duas mãos.
"Continua assim, puta, que bem você mexe, agora mete na boca."
Minha esposa então desviou o olhar dos olhos para o pau do Hamed e aproximou a boca daquela ferramenta, abriu a boca e meteu a cabeça daquele pau entre os lábios enquanto continuava masturbando com as mãos o pau, sob o olhar atento dos três caras e o meu.
Hamed observava minha esposa, que estava com a cabeça entre suas pernas, chupando-o e masturbando-o ao mesmo tempo.
"Ela está me chupando, Carlos, sua esposa está chupando meu pau", o Hamed me disse.
Silvia dava Lambidas naquela pica como se fosse um pirulito, para depois enfiá-la na boca novamente, desta vez até a metade do tronco.
"Assim, muito bem, estava claro que você adorava chupar rola."
A pica do Hamed entrava cada vez mais na boca da minha esposa, e logo ela teve que parar de masturbá-lo para apoiar as mãos nos joelhos dele. Yussuf aproveitou para se aproximar da minha mulher e, metendo a mão por baixo dela, acariciou sua buceta. Minha esposa se virou, tirando a pica do Hamed da boca, e disse:
"Não me toca, seu cabrão!"
Yussuf riu e, agarrando a cabeça da minha esposa com uma mão, levou-a até a pica do Hamed, pressionando-a contra ela, forçando-a a engolir aquela pica quase por completo. A pica do Hamed devia estar chegando na campainha da minha mulher, e Yussuf disse a ela:
"Você fica quieta e chupa, sua vagabunda."
E continuou apalpando a buceta da Silvia sem que ela oferecesse qualquer resistência.
Minha esposa continuou por alguns minutos chupando a pica do Hamed, até que ele a fez se afastar, pois estava prestes a gozar e queria aguentar mais.
"Agora é a minha vez", disse Yussuf, que parou de apalpar a buceta da minha mulher para fazê-la se aproximar dele.
"Bem, senhora, vamos ver se você é capaz de comer minha pica direito."
"Piedade, por favor, me deixem ir, não posso... mgggggghh!"
A voz da minha esposa foi cortada quando Yussuf, agarrando sua cabeça, a puxou até sua pica.
"Vamos lá, senhora, é toda sua. Abra bem essa sua boca de chupadora de rola e me mostre o que sabe fazer. E quero que faça com as mãos nas costas — e para isso, seu marido vai te ajudar."
Mohamed me indicou que segurasse as mãos da minha esposa e as prendesse contra suas costas.
Minha esposa tinha que comer a pica dele sem usar as mãos, então ela enfiou a cabeça do pau na boca e a chupou com a língua por alguns minutos. Começou a mover a cabeça bem devagar, metendo e sacando a cabeça do Yussuf da boca.
"Quero que minha pica desapareça. Nessa boquinha, Foxy, quero que seus lábios toquem nos meus ovos, seu Carlitos, ajuda ela.
Eu era um fantoche nas mãos deles, estava aterrorizado e só podia obedecer se quisesse sair dali vivo. Peguei a cabeça da minha esposa por trás, segurando pelo cabelo, e enquanto prendia as mãos dela nas costas com uma das minhas mãos, com a outra fui forçando a cabeça da minha esposa em direção ao pau daquele moreno. Ela abriu a boca e o pau foi entrando na garganta dela pouco a pouco, às vezes eu ouvia um engasgo, mas era obrigado a continuar.
"Agora, Carlitos, sobe e desce a cabeça da sua esposa."
Obedeci de novo, e era minha mão que marcava o ritmo daquela chupada.
"Desce até o máximo, Carlitos", Mohamed ordenou atrás de mim. Eu fiquei imóvel, mas ao sentir a ponta da faca nas minhas costas, apertei a cabeça da minha esposa contra o pau do Yussuf até o nariz dela tocar no púbis dele.
Nesse instante, Yussuf agarrou a cabeça da minha esposa e, mantendo ela nessa posição, disse:
"Põe a língua pra fora e chupa minhas bolas."
Minha esposa só conseguia emitir sons guturais, mas pude ver como, com muita dificuldade, ela conseguiu colocar a língua para fora sob o pau do Yussuf e lamber com a ponta os sacos do moreno.
"Porra, que delícia, putinha, muito melhor do que nas festas, não tem comparação."
Mohamed fez um gesto, e Yussuf soltou minha esposa e se levantou. Ele se juntou aos dois amigos, que continuavam gravando tudo com o celular, e pediram para minha esposa se ajoelhar entre eles. Silvia obedeceu, e eles se posicionaram formando um pequeno círculo, apontando seus paus para o rosto da minha mulher.
"O que está esperando, senhora? Não sabe o que tem que fazer?"
Minha mulher, sem dizer uma palavra, pegou o pau do Mohamed com uma mão e enfiou na boca. Ela agarrou os paus que tinha dos dois lados e começou a masturbá-los. Os três caras apoiaram as mãos nos quadris e deixaram minha esposa tomar a iniciativa.
Às vezes, os caras se moviam para frente para... meter mais pica na boca da minha esposa, que não tinha um segundo de descanso. Quando ela tirava a pica do Mohamed da boca, o Hamed ocupava o lugar, e quando se livrava do Hamed, era a pica do Yussuf que atravessava os lábios da minha mulher. Minha esposa sempre tinha um pouco de carne na boca, e suas bochechas estavam cheias de saliva, que os marroquinos esfregavam seus paus no rosto da Silvia quando não estavam dentro de sua boca.
Minha mulher lambia os paus deles, chupava as bolas e engolia pica sem parar, enquanto os 3 marroquinos comentavam o trabalho da minha esposa.
"Sua mulher chupa pra caralho."
"Como essa puta da sua esposa engole."
"Que puta que você tem em casa."
"Agora você vai ter uma boa dose de porra, puta," disse o Mohamed.
Minha esposa implorou para que eles não gozassem, mas foi inútil.
"Vamos encher você de leite."
Os 3 marroquinos batiam punheta furiosamente na frente do rosto da minha esposa. Primeiro foi o Yussuf que gozou em cima da minha mulher, que conseguiu desviar a gozada do rosto, e os jatos caíram nos seus peitos. O porco do Hamed gozou na cabeça da minha mulher, enchendo seu cabelo de porra. E o último que faltava era o Mohamed. Ele pediu para os companheiros se afastarem e me aproximarem para que eu pudesse ver de perto. Eles me agarraram e me obrigaram a contemplar como ele estava prestes a gozar no rosto da minha esposa.
"Olha bem, corno, olha bem como eu gozo no rosto dessa puta."
Mohamed aproximou a ponta do pau dele do rosto da minha mulher e esfregou por alguns instantes. Seu corpo ficou tenso e, poucos segundos depois, relaxou enquanto soltava um pequeno grito.
"Vou gozar, putaaaaa!"
Ele lançou seu primeiro jato de porra contra o nariz e a testa da minha esposa, fazendo o sêmen escorrer rapidamente para baixo e molhar seus lábios, já que a Silvia mantinha a boca fechada. Dois, três, quatro e até cinco jatos de porra banharam o rosto da minha esposa, até seus olhos, que também estavam fechados. Mohamed sacudiu o pau dele contra a testa da minha mulher para... que esvaziar suas últimas gotas de porra e então disse a Yussuf que entregasse à minha mulher a camiseta com que ele tinha vindo para limpar o rosto.
Silvia limpou a porra do rosto e das tetas, tentou fazer isso com o cabelo e permaneceu ajoelhada no chão diante dos marroquinos que, para nosso desgosto, ainda não tinham terminado.
"Carlitos, joga a bola de novo, que para você ver que sou bonzinho vou dar uma nova chance para vocês vazarem, não vai dizer que não sou generoso"
"O que mais vocês querem da gente?" disse minha esposa do chão
"Do Carlitos nada, senhora, mas de você sim. Se ele acertar, vocês vazam. Se errar, então a gente fode você"
Minha esposa me olhava com uma mistura de terror e súplica, como se estivesse me implorando com o olhar para não errar, mas eu continuava muito nervoso e a verdade é que nunca fui bom no basquete, um esporte que só pratiquei na escola e isso já fazia mais de 25 anos. Como Mohamed supôs, eu errei de novo, e os sorrisos nos rostos dos marroquinos voltaram a se desenhar.
"Nos deixem ir, por favor, chega" implorava minha mulher
"As súplicas não vão adiantar nada, senhora. Dei 3 oportunidades ao seu marido e ele errou as 3. Que a gente foda você é culpa dele, não nossa"
Mohamed levantou minha esposa do chão, que já tinha limpado a porra completamente, e dando a mão a ela, levou-a até o banco onde os 3 tinham estado sentados anteriormente enquanto minha mulher chupava os paus deles. Sentou minha esposa no banco e guiou a mão dela até seu pau. Minha mulher agarrou aquele membro e ficou parada enquanto Mohamed começava a tocar suas tetas. Minha esposa tinha tetas bem grandes, usava sutiã 110, e as mãos de Mohamed amassavam seus peitos como se fossem 2 montanhas de carne. Ele começou a apertar seus mamilos enquanto seus 2 amigos assistiam toda a cena junto comigo. Os mamilos da minha mulher não demoraram a ficar duros após as beliscadas de Mohamed. Ele agarrou seu pau e, se aproximando da minha esposa, começou a esfregar seu pau já bem duro novamente pelos peitos e mamilos da minha esposa.
"Seus mamilos ficaram duros, tá com tesão?"
"Que é que você tá dizendo, filho da puta", respondeu minha esposa, que permanecia imóvel enquanto Mohamed continuava esfregando sua ferramenta nos seios dela.
"Vou comer essa bucetinha branquinha que você tem", disse Mohamed enquanto se ajoelhava diante da minha esposa. Ela fechou as pernas instintivamente, impedindo que Mohamed pudesse se aproximar, então ele pediu aos dois amigos que se sentassem de cada lado da minha mulher e abrissem as pernas dela. Eles fizeram isso e, segurando cada um uma das pernas da minha esposa, com as facas na outra mão, forçaram minha esposa a abrir as pernas para Mohamed.
Pude ver Mohamed colocando a língua na buceta da minha esposa e começando a lamber de cima a baixo como se fosse um cachorro.
"Porco, para de me chupar", minha esposa dizia.
Mas Mohamed não dava a mínima, tinha a cabeça entre as pernas da minha mulher e não fazia nada além de chupar e chupar. Yussuf e Hamed, que estavam dos dois lados da minha esposa, agarraram cada um um dos peitos da minha mulher e também começaram a chupá-los. Minha esposa tinha a cabeça jogada para trás e não se mexia enquanto os três marroquinos a chupavam. Mohamed curtia a buceta imaculada dela, e os outros lambiam seus mamilos.
Posso ver como eles mordiscam os mamilos da minha mulher, e ela continua com a cabeça para trás, imóvel e indefesa. Logo, ouço uns gemidos baixinhos.
"Ahh ahh mmm ahh"
Apesar da situação, minha esposa não consegue evitar que seu corpo sinta as atenções que aqueles três bastardos estão dando a ela.
Minha esposa continua com a cabeça para trás e não percebe quando Mohamed para de chupar sua buceta e se levanta, dando ordem aos amigos para erguê-la no ar contra a cerca. Eles obedecem e param de lamber os peitos da minha esposa. Ela percebe que a levantam no ar e a encostam na cerca da quadra de basquete, minha esposa... Ela tem os braços de ambos os lados dos ombros de Hamed e Yussuf e agora suas pernas ficam penduradas, sem conseguir alcançar o chão. Mohamed levanta as pernas da minha esposa e mete a cabeça entre elas, mantendo a faca no meio para garantir que ela não feche as pernas em volta da cabeça dele. Nessa posição, Mohamed pode lamber a buceta da minha esposa à vontade, enquanto continua de pé.
Minha esposa não abre a boca, se limita a morder os lábios e, pela expressão do rosto dela, a língua do Mohamed deve estar alcançando o mais profundo do seu interior.
Minha esposa tenta abafar os gemidos mordendo os lábios, mas mesmo assim alguns escapam. Logo, Mohamed quer mais e pede aos amigos que deitem minha esposa no chão da quadra de basquete. Ela fica deitada no chão enquanto Mohamed vai se deitando lentamente sobre ela. Está claro que ele vai ser o primeiro a comer ela. Silvia fecha as pernas de novo, embora já não esteja chorando. Ela sabe que é inútil implorar, então olha para Mohamed sem abrir a boca e com as pernas fechadas.
Mohamed olha fixamente para ela e diz claramente:
"Ou eu meto o pau ou meto outra coisa", diz ele, balançando a faca que ainda tem na mão. Minha esposa entende a ameaça e vai abrindo as pernas pouco a pouco enquanto Mohamed se deita sobre ela.
"Quero que seja você quem guie meu pau até a sua entrada, gostosa", ele diz para minha esposa.
Ela olha para Mohamed com nojo e agarra o pau dele ao mesmo tempo que flexiona as pernas e o direciona para sua vagina.
"Fica atento, Carlitos, vou meter na sua mulher", Mohamed me diz enquanto se joga para frente, penetrando minha esposa suavemente até o fundo.
Minha esposa me encara enquanto Mohamed começa a penetração e agarra os quadris dela. Silvia tem as mãos nos peitos e Mohamed pede que ela as coloque no chão.
"Quero ver como essas tetorras balançam", ele diz.
Minha esposa obedece e deixa as mãos no chão. Agora, ela olha para Mohamed, que está comendo ela. e olha os peitos da minha esposa balançando de um lado pro outro com a força que o Mohamed tá metendo nela. O Mohamed bombava dentro da minha mulher com toda a energia de um cara da idade dele, e a cara da minha esposa não conseguia disfarçar que o corpo dela tava sentindo a força da foda de um adolescente.
Depois de uns minutos, o Mohamed tirou o pau de dentro da minha mulher e virou ela. Ela mal conseguiu ficar de quatro, com os braços apoiados no chão e os peitos quase raspando no piso da quadra. O Mohamed começou a bombear de novo e logo pegou os braços da minha esposa pra trás, fodendo com força. Minha esposa não conseguia se apoiar no chão e dependia do Mohamed, que puxava os braços dela como se fossem as rédeas de um cavalo.
"Vamos, cara, eu também quero meter nela", disse o Yussuf.
"Porra, vocês são chatos pra caralho, vai lá, fode ela então."
O Mohamed saiu da minha esposa e foi o Yussuf quem pegou a mão dela e levantou.
"Quero que você me leve perto do seu marido e me foda na frente dele."
Minha esposa não entendeu muito bem o que ele queria, então o Yussuf pegou a mão dela e colocou no pau dele, fechando a mão dela em volta.
"Agora vamos perto do seu marido."
Minha esposa caminhou até mim segurando o Yussuf pelo pau e parou a uns dois metros de distância.
"Fala que tá saindo chifre na cabeça do seu marido."
"Chifres, tão saindo chifres", respondeu minha esposa me olhando.
"Hahaha, isso aí. Agora eu vou deitar no chão e quero que você se comporte direitinho ou eu vou ficar bravo", disse o Yussuf pra minha mulher.
Ele deitou no chão, com o pau apontando pro céu, e minha esposa se posicionou em cima dele. Ela pegou o pau dele e foi sentando devagar. O pau do Yussuf era um pouco mais grosso que o do Mohamed, e minha esposa devia estar sentindo pela cara que ela fazia.
"Vamos te foder todinha, putinha", o Hamed falou pra minha esposa enquanto ela continuava sentando no Yussuf. Quando ela sentou por completo, os amigos do Yussuf aplaudiram. saber que o pau do amigo dele estava completamente dentro da minha esposa.
Minha mulher começou a esfregar-se contra o pau do Yussuf
"Bem, senhora, é hora de cavalgar", disse Yussuf
Minha mulher começou a subir e descer no pau do Yussuf enquanto ele agarrava os peitos dela, que começou a aumentar a velocidade dos seus saltos.
"Uffff, assim, assim senhora, rebola, rebola"
Vários minutos se passaram com ela pulando sobre o moreno, que gozava como um louco da foda que minha mulher estava dando pra ele. Num momento dado, o jovem baixou as mãos para os quadris da minha esposa e se levantou, surpreendendo a nós dois. Ele se ergueu aos poucos até ficar de pé com minha mulher carregada nele. Esse moleque tinha mais força do que eu havia imaginado num primeiro momento. Agora era Yussuf agarrando as nádegas da minha esposa quem subia e descia ela num bom ritmo, enquanto seus dois amigos me humilhavam.
"Corninho, tá gostando de ver meu amigo comendo a putinha da sua esposa?"
"Sua esposa vai gozar de tanto gosto, Carlitos"
Yussuf comia minha esposa como um desesperado e não parava de levantar e baixar ela. Ela já não tentava se soltar e seus braços descansavam sobre os ombros de Yussuf, que agora tinha a cabeça entre os peitos da minha mulher e a movia de um lado pro outro, curtindo as tetas da minha esposa.
Hamed sentou no banco e gritou pro Yussuf:
"Me traz essa putinha aqui, agora é a minha vez"
Yussuf, com minha esposa nos braços e o pau enterrado nas entranhas dela, foi dando passinhos até chegar no Hamed. Yussuf colocou minha esposa no chão e dessa vez, sem que ninguém dissesse nada, ela se aproximou dele e montou de cavalinho no banco. Estendeu uma mão, guiando o membro do moreno até posicioná-lo na sua buceta e, com um movimento descendente, aquele pau foi desaparecendo na boceta da minha esposa, como haviam feito os dos seus amigos. Assim que entrou completamente, minha esposa voltou a cavalgar como havia feito antes na minha frente. olhar atento que permanecia perto da cena, ladeado por Yussuf e Mohamed.
"Me come, senhora, me come"
Já eram 4 da manhã e o silêncio da noite fazia com que pudéssemos ouvir perfeitamente o som dos corpos de Hamed e minha esposa fodendo, quando Silvia descia e batia contra as coxas de Hamed, aquele som me corroía por dentro.
As mãos de Hamed estavam apoiadas nas laterais do banco e era realmente minha mulher quem cavalgava o rapaz sem ajuda, consciente da nossa situação, sabia que obedecer era a única opção que nos permitiria sair vivos daquela situação.
"Vira de costas, senhora, queremos ver bem" disse Mohamed à minha mulher.
Ela se mexeu, interrompendo a foda que estava dando em Hamed para se virar, dando as costas ao moreno que estava curtindo ela, ficou olhando para Mohamed até que ele disse:
"Agora continue fodendo meu amigo, senhora"
Minha esposa sentou novamente, inserindo de novo o pau do moreno na sua buceta até ficar completamente sentada em cima dele.
"Um momento aí, quieta senhora" disse Mohamed.
"Quero dar um zoom no vídeo disso"
O filho da puta do moreno se referia claramente à cena dantesca que estávamos presenciando, minha esposa sentada coxa com coxa sobre Hamed com o pau dele enterrado nas suas entranhas e as bolas do moreno balançando por fora.
Quando Mohamed ordenou, minha esposa reiniciou a foda com as mãos apoiadas nos próprios joelhos, movendo o quadril pra cima e pra baixo enquanto Hamed a segurava pela cintura.
"Carlitos, você tá o tempo todo muito quieto, não tá gostando de ver o pau do meu amigo entrando na sua mulher de novo e de novo?"
O moreno agarrou minha mulher por baixo das coxas fazendo com que ela jogasse as costas pra trás, ficando mais exposta aos nossos olhares, nessa posição ela não podia fazer nada e era Hamed quem a levantava e abaixava, quando o pau saía ele ordenava que minha esposa com a mão voltasse a colocá-la na direção certa.
Subindo e descendo sem parar, eu e os outros 2 caras víamos aquela pica entrar na buceta delicada e branca da minha esposa até que as bolas dele batiam nas suas nádegas, ele deixou minha esposa sentada em cima dele e começou a tocar a buceta dela com as mãos, estava masturbando minha mulher com o pau ainda dentro dela, o safado.
"Sua esposa tem uma buceta incrível" Hamed me disse entre ofegos enquanto não parava de masturbar minha esposa.
Depois girou minha esposa, deixando que fosse ela que se sentasse no banco com o cu meio pra fora, meio pra dentro do banco e as costas apoiadas na parede atrás do banquinho, Hamed se ajeitou enquanto apontava o pau para a buceta da minha esposa Silvia, Hamed afastou as pernas da minha esposa e embriu com força, fazendo com que toda a pica dele entrasse de uma vez nela até o talo, fazendo-a soltar um grito.
Hamed puxou minha esposa, deitando-a no banco e colocou as pernas da minha mulher sobre seus ombros, depois saiu dela e enfiou de novo de uma vez, fazendo-a soltar outro gritinho.
"puta, puta, toma puta" Hamed dizia enquanto a comia sem parar
"Sua mulher vai sair dessa pista bem comida"
"Ela tem ração de pica para o ano todo"
Hamed embria com muita força minha esposa, levantando-a com suas estocadas, o som que faziam ao chocar os púbis era horrível e a energia de Hamed parecia inesgotável, Hamed enfiou até o fundo de novo e mesmo que só as bolas dele ficassem pra fora da minha esposa, ele continuava empurrando, querendo entrar ainda mais nela.
"Para de empurrar, não cabe mais, safado" minha esposa disse
"Hahaha quer dizer que eu enfiei bem, até onde puta, até onde eu enfiei, conta pro corno otário do seu marido"
"Até o fundo, você enfiou até o fundo" minha mulher disse
"Hahahahaha já ouviu sua esposa, a pica chegou até o mais fundo" o filho da puta me disse Mohamed.
Gotas de suor de Hamed caíam sobre os peitos da minha mulher, que tinha o corpo completamente encharcado pela foda que vinha levando já fazia um bom tempo.
Mohamed se aproximou de Hamed e sussurrou algo no ouvido dele. Este se afastou e Yussuf também se aproximou. Exatamente como estavam, os três se ajoelharam diante da minha mulher e, chupando um dedo cada um, começaram a enfiá-los nela. Primeiro devagar, mas cada vez mais rápido, até meterem três dedos cada.
Os marroquinos obrigavam minha esposa a lamber seus dedos molhados pelos próprios fluidos dela, para enfiá-los de novo, uma e outra vez. Eles estavam tão entretidos que decidi me aproximar da porta com a intenção de escapar. Os dois cachorros estavam presos na porta e tentei soltá-los, mas o rottweiler latiu duas vezes e os marroquinos me descobriram.
"Corninho filho da puta, vem aqui agora!"
Minha esposa se sentou e me olhou enquanto eu me aproximava.
"Pra onde você ia? Tava vazando da festa? E deixando sua mulher sozinha aqui? Que cavalheiro você é, hein? No meu país a gente sabe tratar as mulheres e não deixa elas sozinhas de noite com três desconhecidos."
Minha esposa me olhou com desprezo, como se pensasse que eu era um covarde disposto a deixá-la sozinha naquela situação. Mohamed se aproximou e me deu um soco no estômago.
"Isso é pra você aprender a obedecer, corninho. Pega a bola de novo pra ver o que acontece dessa vez."
"E se eu errar, o que vai acontecer, filho da puta? Vocês vão me foder também, seus marroquinos de merda?" disse a Mohamed, ainda dolorido pelo golpe no estômago.
"Hahaha, com certeza você ia adorar isso, né, corninho? Não, fica tranquilo. Se errar, não vamos te foder, mas vamos colocar sua mulher olhando para Meca, haha."
Naquele momento, não entendi o que ele quis dizer com aquilo. Ele jogou a bola pra mim e me dirigi novamente ao ponto de cobrança de faltas. Chutei a bola e...
Continua...
Deixei a carteira em casa e, como sempre, minha esposa perguntou onde eu ia sem carteira. A gente sempre discutia porque eu saía sem carteira e ela dizia que eu tinha que levar porque tinha meus documentos. Eu sempre falava que em 10 minutos, pra que caralhos eu ia andar carregando carteira, e isso a deixava puta da vida.
Estava quase entrando no parque onde sempre levo ele, logo atrás do nosso prédio, quando lembrei que perto dali tinham acampado os trabalhadores dos brinquedos da festa. Lembrei também que estava tendo problemas porque, junto com quem tinha tudo em ordem, tinham acampado outros que se dedicavam ao comércio ambulante, e a polícia estava tentando expulsá-los - entre outros motivos, porque desde que chegaram, uns três dias atrás, tinham acontecido alguns roubos na região. Apesar disso, decidi entrar no parque, já que seriam só uns 5 minutos esperando o Boby fazer as necessidades e a gente voltar pra casa.
A gente estava há uns minutos no parque quando ouvi uma voz atrás de mim:
"Que cachorrinho bonito" - com um sotaque meio estranho.
Quando me virei, vi três garotos de uns 16 anos, de origem magrebina, junto com um rottweiler. Por causa da escuridão do parque, não tinha visto eles se aproximarem. Eles estavam vestidos com bermudas, chinelos e regatas. A pinta deles não me agradou nem um pouco, então decidi me virar e voltar pra casa sem dizer nada.
Mal comecei a me virar... de repente ouvi a mesma voz dizendo
"Espanholzinho mal-educado que nem responde"
Continuei andando sem dizer nada até que vi eles chegando correndo e cortando meu caminho
"Você também está com um relógio muito bonito, anda, deixa eu ver mais de perto"
Entendi na hora as intenções deles, então me enchi de coragem e disse
"Marroquinos de merda, vão embora se não quiserem levar uns sopapos"
Eram 3, mas como já disse, não acho que tinham mais de 16 anos. Estavam fortes para a idade, dava pra ver pelos braços que as regatas deixavam à mostra, mas não achava que seriam um problema muito sério pra mim num confronto. Além disso, o cachorro, mesmo sendo um rottweiler, parecia muito tranquilo, e eu também estava com um pastor alemão.
"Então, marroquinos de merda, pedaços de filhos da puta, dá tudo que você tem ou não sai daqui"
Quando ele disse isso, os três pivetes sacaram canivetes e me ameaçaram com eles. Nessa hora sim, fiquei com medo. Uma coisa era brigar com os três moleques, mas com canivetes a balança claramente pendeu pro lado deles.
Tirei o relógio e esvaziei os bolsillos, que só tinham as chaves de casa e o celular, já que a carteira tinha ficado em casa quando minha esposa e eu chegamos. Joguei pra eles, e o que falava, que parecia ser o líder do grupinho, pegou minhas coisas.
"Que merda, você não tem nem um puto euro"
Outro dos moleques se aproximou de mim com o canivete e tirou a coleira do Boby, puxando ele pra perto. Boby era um cachorro muito tranquilo, até demais pelo que vi naquele dia, e não fez nenhum gesto de desaprovação quando aquele moreno pegou a coleira e começou a acariciar sua cabeça.
"Não sei se deixo você ir ou se te rasgo por causa da merda que você tem nos bolsos"
"Por favor, me deixem ir, já dei tudo que tinha" disse eu, agora sim completamente cagado de medo
"Nossa, já não é tão machão" ele me respondeu
"CARLOOOOOOS"
"CARLOOS, VOCÊ ESTÁ POR AÍ"
Os caras e eu olhamos imediatamente para onde tínhamos ouvido os gritos. Era eu, Carlos, e aqueles gritos eram da minha esposa Silvia, que deve ter saído para me procurar por causa da minha demora, já que já tinham passado quase 30 minutos.
Os caras esconderam os canivetes nas costas enquanto minha esposa, que já tinha nos visto, se aproximava devagar. Eu ia sair correndo, mas o líder me disse:
"Se gritar ou se mexer, a gente rasga os dois."
Não me mexi um milímetro enquanto Silvia chegava até nós.
"O que foi, Carlos? O que você tá fazendo? Por que tá demorando tanto?"
"É que seu marido parou pra bater um papo com a gente, senhora", respondeu o líder do grupo.
Minha esposa não respondeu, mas olhava a situação meio desconfiada, ao ver que era um dos caras que segurava Bobby pela coleira.
"Seu marido já deu uns presentes pra gente. Por que a senhora não dá os seus?"
Minha esposa não entendia o que aquele moreno estava dizendo, até ver os 3 caras puxando os canivetes de novo.
"Ai, meu Deus, eu... eu não tenho nada. Por favor, nos deixa ir."
Pelo que eu podia ver, era verdade. O parque ficava logo atrás do meu apartamento, e minha esposa tinha saído pra me procurar com a roupa que usava em casa: só um short sem bolso, uma camiseta e um tênis.
"Porra, que merda de butim a gente vai levar hoje", disse pela primeira vez o que segurava Bobby.
"Calma, Hamed. Acho que hoje vai ser a noite mais divertida dessas merdas de festas", disse o líder.
"Andem na frente até a quadra de basquete", o cara nos ordenou.
Minha esposa e eu obedecemos e andamos até uma quadra de basquete que ficava num canto do parque, longe das entradas e na sombra, já que os vândalos tinham quebrado os refletores que a iluminavam fazia um tempo.
O cara nos fez entrar na quadra, e eles entraram atrás junto com os cachorros, fechando a portão da quadra e amarrou os cachorros nele para que não pudéssemos sair se tentássemos.
"Bom, já que o saque foi fraco, vamos nos divertir de outro jeito, vamos jogar um jogo" ele disse enquanto me jogava uma bola de tênis que carregava na mão e que eu devia usar para jogar para o cachorro, eu peguei e esperei sem entender o que ele queria.
"Agora você vai ficar na linha do lance livre e vai arremessar a bola, veja que estou te dando vantagem porque a bola é bem pequena, então é mais fácil acertar. Se você fizer a cesta, vocês vão embora pra casa agora mesmo"
"E se não fizer?" perguntou minha mulher.
"Se seu marido não acertar, é você que vai ficar pelada."
Os outros dois árabes riram da ideia do amigo. Minha esposa e eu tremíamos de medo, e eu estava ciente da situação em que estávamos. Já eram 2:45 da madrugada, e em 45 minutos ninguém tinha passado por aquele parque, então as chances de alguém ver o que estava acontecendo e chamar a polícia eram mínimas. Além do mais, estávamos numa área em que, mesmo se alguém passasse pelo parque, teria que prestar muita atenção para nos ver.
Eu me aproximei da linha do lance livre, olhei para minha mulher que me encarava com lágrimas nos olhos, arremessei aquela bola com um medo terrível e, para nosso azar, errei.
"Ooooooo, olha só, acho que vocês perderam"
"Por favor, nos deixem em paz, já demos o que vocês queriam, posso ir em casa e voltar com mais dinheiro"
"Você acha que somos imbecis? Vai pra casa e volta com dinheiro sem avisar ninguém, né?"
"Minha mulher e meu cachorro podem ficar aqui para vocês verem que não estou enganando"
Minha mulher me lançou um olhar que congelou meu sangue quando eu disse isso
"Jojojo, que valente, ou seja, deixaria sua mulherzinha com a gente enquanto você vai buscar o dinheiro, deixe eu pensar, ummmmmmmmmm não, acho que prefiro jogar"
"Vamos, senhora, seu marido errou, você viu que dei a chance dele te salvar, mas ele não foi capaz"
Minha esposa ela não se mexeu, só choramingava imóvel
"Vem cá, Carlitos, ajuda ela, tira a camiseta dela ou vou ficar puto"
Me aproximei da minha esposa e, sem conseguir olhar na cara dela, peguei a camiseta e comecei a puxar pra cima. Minha esposa não colaborava e era difícil de tirar, então o rapaz me disse:
"Ou tira isso agora ou eu te esfaqueio"
Com um puxão forte, arranquei a camiseta da minha esposa e fiquei na frente dela.
"Joga a camiseta e sai da frente que não tô vendo nada, porra"
Joguei a camiseta da minha esposa no chão e me afastei pro lado. Quando me tirei da frente, os caras puderam ver minha esposa sem camiseta, segurando os seios já que não usava sutiã, agora meio nua na frente daqueles porcos.
"Caralho, na senhora Mohamed, tá de peitinho pra fora a vadia"
Disse o que se chamava Hamed pro líder do grupo
"É, parece que a senhora gosta de putaria"
"Minha esposa usava essa roupa pra dormir e ela sabia que eu gostava que não usasse roupa de baixo, por isso tá sem sutiã. Ela não é nenhuma vadia" eu disse
"Tá bom, tá bom, então ela não usa roupa íntima. Obrigado pela informação" Mohamed me disse
"Agora abaixa a calcinha dela, vamos ver se tá com a bucetinha à mostra"
"Não vou fazer nada" eu disse
"Vejo que tá bancando o machão de novo. Tudo bem, Yussuf, faz ele entrar na razão"
O moreno que até agora não tinha aberto a boca se aproximou de mim e por trás me cutucou levemente com a faca, me machucando um pouco.
"Agora você não vai abaixar a calça da sua mulher, mas vai pedir pro meu amigo Hamed ser ele quem abaixe as calças da sua esposa"
Eu não respondi, então Yussuf me cutucou mais um pouco com a faca até que eu disse:
"Hamed, abaixa as calças da minha mulher"
"Hahaha já ouviu, Hamed? O senhor te deu uma ordem"
Hamed se aproximou da minha esposa, que continuava segurando os seios com as mãos, e se ajoelhou na frente dela.
"Por favor, não, me deixem, por favor, eu imploro" ela choramingava esposa
Foi inútil, Hamed não abaixou a calça da minha mulher, em vez disso, enfiou a faca por um dos lados entre a coxa e a cintura da calça da minha esposa e rasgou, fazendo com que a calça se soltasse de um lado. Antes que caísse, minha esposa segurou com uma das mãos, impedindo que descesse, mas deixando um dos seios à vista dos 3 caras.
"Boa teta, senhora, grande e branquinha com o mamilo rosa"
Minha esposa continuava chorando sem abrir a boca, e Hamed fez o mesmo que havia feito antes, forçando minha esposa a usar a outra mão para impedir que a calça caísse no chão. Agora eram os dois peitos da minha mulher que estavam à vista daqueles marroquinos.
"Carlitos, fala pra sua mulher levantar as mãos pra gente poder ver a buceta dela"
Yussuf me cutucou de novo com a faca e eu obedeci.
"Silvia, querida, levanta as mãos"
"Mas explica pra quê, Carlitos, explica pra quê"
"Levanta as mãos para que esses 3 caras possam ver sua buceta", respondi.
"Sua mulher não te dá nem puta atenção, ajuda ela você, vai Carlitos"
Dessa vez Yussuf não precisou me cutucar. Me aproximei da minha mulher por trás e agarrei suas mãos, forçando-a a levantá-las, fazendo com que a calça destruída caísse no chão.
"Isso aí, assim tá melhor. Como imaginei, ela também não usa calcinha. Que putinha safada, e ainda por cima não tem pelo nenhum na buceta. Isso sim é de vagabunda."
"VAGABUNDA É A SUA MÃE", gritou minha mulher, reunindo forças.
"A gatinha solta as unhas, isso eu gosto."
"Rapaziada, toquem um pouco na vagabunda branca enquanto eu gravo em vídeo. E ela pode ficar com os tênis, me deixa louco vê-la pelada só com os tênis, haha."
Mohamed pegou meu celular e começou a gravar um vídeo enquanto seus amigos apalpavam o corpo da minha mulher. Minha esposa tentava tirar as mãos deles enquanto eu ficava parado, vendo aqueles porcos apertarem seus peitos ou beliscarem sua bunda. Bem, Carlitos, você tem outro lance livre. Se acertar, já sabe, vão pra casa. Caso contrário, sua mulher vai comer pica."
Peguei a bola e voltei para a linha de lance livre. Estava ficando cada vez mais nervoso. Lancei a bola de novo e falhei novamente.
"Seu marido é um perdedor, senhora. Dei outra chance a ele e ele falhou. Então, graças a ele, agora você tem três paus para chupar."
Os três caras se despiram e sentaram em um dos bancos que havia na quadra. Os três tinham paus normais, talvez um pouco maiores que o meu. Os cachorros continuavam amarrados na única saída, e aqueles caras me mandaram sentar no banco em frente ao deles, enquanto pediam à minha esposa que se aproximasse.
Eu me sentei no banco, mas minha mulher não se moveu.
"Senhora, não está vendo como seu marido obedece? Agora faça o mesmo, ou será muito pior."
Silvia se aproximou deles, ficando em frente a Mohamed, que estava sentado no centro do banco, ladeado pelos outros dois. Minha mulher estava de costas para mim, completamente nua. Minha esposa já não cobria seu corpo nu e parecia resignada com o que ia acontecer.
Mohamed tinha o celular na mão e ligou a gravação de vídeo novamente.
"Vamos, puta, ajoelhe no chão e me chupe. Você tem cara de quem sabe chupar."
Minha esposa não se ajoelhou, então Yussuf se levantou e, agarrando minha mulher pelos ombros, pressionou com força para o chão, obrigando-a a se ajoelhar. Os caras eram bem magros e de pele escura, contrastando com a pele branca da minha esposa, que agora estava ajoelhada diante dos três.
"Chupa, puta."
Minha mulher não se moveu e voltou a suplicar entre choros, até que Mohamed deu um forte tapa nela e gritou:
"CHUPA!"
Minha mulher aguentou o golpe sem se mexer, então Mohamed, ainda mais irritado, fez um pequeno corte no rosto dela e disse:
"Quero ver meu pau na sua boca em três segundos, ou corto seu pescoço. Um... dois..."
Minha esposa não deixou ele chegar ao número três, então, sem esperei mais, mas ela agarrou o pau do Mohamed com as mãos e começou a chupar.
Ela tentava enfiar tudo, mas era bem grosso e ela lutava pra conseguir, enquanto as mãos da minha mulher se apoiavam nos joelhos do Mohamed, que passou o celular pro Yussuf pra que fosse ele quem filmasse a chupada que minha mulher estava dando. Enquanto isso, ele esticou a mão até a cabeça da minha esposa e desfez o rabo de cavalo que ela usava, deixando o cabelo solto, que pude ver cair pelas costas dela.
O Mohamed enfiava o pau na boca da minha esposa de novo e de novo, enquanto começava a gemer de prazer.
"Isso, putinha, eu já sabia que você sabia chupar um pau, mas você tá deixando meus amigos muito largados. Mexe nas picas deles, vadiazinha."
A Silvia ficou com as mãos apoiadas nos joelhos do Mohamed até que o Hamed se inclinou e começou a dar tapas na bunda dela. Então, minha esposa esticou as mãos, agarrou os dois paus e começou a mexer eles pra cima e pra baixo.
De onde eu estava, via os três marroquinos na minha frente com minha esposa ajoelhada na altura dos paus deles. A cabeça da Silvia descia e subia no mesmo ritmo que as mãos dela masturbavam os dois paus. Quando a cabeça da minha mulher descia, engolindo o pau do Mohamed, as mãos dela desciam sobre os paus do Yussuf e do Hamed.
"Carlitos, vem cá que você tá muito longe e não consegue ver direito."
Não me mexi do banco.
"Carlitos, seria muito sem consideração da minha parte tirar o pau da boca da sua mulher pra ir te foder, mas se você não vier, vou ter que interromper a chupada."
Me levantei do banco e me aproximei deles. Os três me olhavam sorridentes, principalmente o Mohamed, que ria às gargalhadas enquanto a boca e a língua da minha esposa devoravam o pau dele. Minha esposa fazia barulhinhos com a boca enquanto chupava.
"Que barulhinhos engraçadinhos sua mulher faz enquanto me chupa, né, Carlitos?"
O Mohamed agarra o pau com a mão e tira da boca da minha mulher. Bate o pau no rosto da Silvia e depois apoia nele e diz:
"Vamos ver se Você é melhor jogando com as bolas do que seu marido.
Sem soltar as outras duas picas, minha esposa se inclina um pouco mais em direção às bolas do Mohamed até pegar um testículo com os lábios e começa a chupá-lo.
Minha mulher está chupando as bolas daquele moreno de merda e até mete uma delas quase completamente na boca e começa a sugar, isso parece que o Mohamed adora e pede para minha esposa fazer o mesmo com a outra, ela obedece e posso ver como a língua da minha esposa brinca com as bolas do Mohamed, que está gozando como um louco, depois ele afasta um pouco minha mulher e coloca seu pau novamente na frente da boca dela, Silvia engole aquele pau de novo e agora é o Mohamed quem dita o ritmo do boquete com uma das mãos apoiada na cabeça da minha mulher.
Pouco depois, ele se levantou do banco e pediu para minha esposa agora chupar o pau do Hamed, Silvia me olhou e obedeceu de novo.
"Vê como essa puta chupa, mano", disse o Mohamed para o amigo.
"Essa vai cansar de pau hoje, corno", ele me disse.
"Mecê com as duas mãos e me olha nos olhos", disse o Hamed para minha esposa.
Silvia pegou o pau dele com uma mão e as bolas com a outra, parando de masturbar o Yussuf, começou uma punheta rítmica e constante. Hamed estava adorando a punheta que minha mulher estava dando e a encarava fixamente nos olhos enquanto Silvia enterrava o pau do Hamed entre as duas mãos.
"Continua assim, puta, que bem você mexe, agora mete na boca."
Minha esposa então desviou o olhar dos olhos para o pau do Hamed e aproximou a boca daquela ferramenta, abriu a boca e meteu a cabeça daquele pau entre os lábios enquanto continuava masturbando com as mãos o pau, sob o olhar atento dos três caras e o meu.
Hamed observava minha esposa, que estava com a cabeça entre suas pernas, chupando-o e masturbando-o ao mesmo tempo.
"Ela está me chupando, Carlos, sua esposa está chupando meu pau", o Hamed me disse.
Silvia dava Lambidas naquela pica como se fosse um pirulito, para depois enfiá-la na boca novamente, desta vez até a metade do tronco.
"Assim, muito bem, estava claro que você adorava chupar rola."
A pica do Hamed entrava cada vez mais na boca da minha esposa, e logo ela teve que parar de masturbá-lo para apoiar as mãos nos joelhos dele. Yussuf aproveitou para se aproximar da minha mulher e, metendo a mão por baixo dela, acariciou sua buceta. Minha esposa se virou, tirando a pica do Hamed da boca, e disse:
"Não me toca, seu cabrão!"
Yussuf riu e, agarrando a cabeça da minha esposa com uma mão, levou-a até a pica do Hamed, pressionando-a contra ela, forçando-a a engolir aquela pica quase por completo. A pica do Hamed devia estar chegando na campainha da minha mulher, e Yussuf disse a ela:
"Você fica quieta e chupa, sua vagabunda."
E continuou apalpando a buceta da Silvia sem que ela oferecesse qualquer resistência.
Minha esposa continuou por alguns minutos chupando a pica do Hamed, até que ele a fez se afastar, pois estava prestes a gozar e queria aguentar mais.
"Agora é a minha vez", disse Yussuf, que parou de apalpar a buceta da minha mulher para fazê-la se aproximar dele.
"Bem, senhora, vamos ver se você é capaz de comer minha pica direito."
"Piedade, por favor, me deixem ir, não posso... mgggggghh!"
A voz da minha esposa foi cortada quando Yussuf, agarrando sua cabeça, a puxou até sua pica.
"Vamos lá, senhora, é toda sua. Abra bem essa sua boca de chupadora de rola e me mostre o que sabe fazer. E quero que faça com as mãos nas costas — e para isso, seu marido vai te ajudar."
Mohamed me indicou que segurasse as mãos da minha esposa e as prendesse contra suas costas.
Minha esposa tinha que comer a pica dele sem usar as mãos, então ela enfiou a cabeça do pau na boca e a chupou com a língua por alguns minutos. Começou a mover a cabeça bem devagar, metendo e sacando a cabeça do Yussuf da boca.
"Quero que minha pica desapareça. Nessa boquinha, Foxy, quero que seus lábios toquem nos meus ovos, seu Carlitos, ajuda ela.
Eu era um fantoche nas mãos deles, estava aterrorizado e só podia obedecer se quisesse sair dali vivo. Peguei a cabeça da minha esposa por trás, segurando pelo cabelo, e enquanto prendia as mãos dela nas costas com uma das minhas mãos, com a outra fui forçando a cabeça da minha esposa em direção ao pau daquele moreno. Ela abriu a boca e o pau foi entrando na garganta dela pouco a pouco, às vezes eu ouvia um engasgo, mas era obrigado a continuar.
"Agora, Carlitos, sobe e desce a cabeça da sua esposa."
Obedeci de novo, e era minha mão que marcava o ritmo daquela chupada.
"Desce até o máximo, Carlitos", Mohamed ordenou atrás de mim. Eu fiquei imóvel, mas ao sentir a ponta da faca nas minhas costas, apertei a cabeça da minha esposa contra o pau do Yussuf até o nariz dela tocar no púbis dele.
Nesse instante, Yussuf agarrou a cabeça da minha esposa e, mantendo ela nessa posição, disse:
"Põe a língua pra fora e chupa minhas bolas."
Minha esposa só conseguia emitir sons guturais, mas pude ver como, com muita dificuldade, ela conseguiu colocar a língua para fora sob o pau do Yussuf e lamber com a ponta os sacos do moreno.
"Porra, que delícia, putinha, muito melhor do que nas festas, não tem comparação."
Mohamed fez um gesto, e Yussuf soltou minha esposa e se levantou. Ele se juntou aos dois amigos, que continuavam gravando tudo com o celular, e pediram para minha esposa se ajoelhar entre eles. Silvia obedeceu, e eles se posicionaram formando um pequeno círculo, apontando seus paus para o rosto da minha mulher.
"O que está esperando, senhora? Não sabe o que tem que fazer?"
Minha mulher, sem dizer uma palavra, pegou o pau do Mohamed com uma mão e enfiou na boca. Ela agarrou os paus que tinha dos dois lados e começou a masturbá-los. Os três caras apoiaram as mãos nos quadris e deixaram minha esposa tomar a iniciativa.
Às vezes, os caras se moviam para frente para... meter mais pica na boca da minha esposa, que não tinha um segundo de descanso. Quando ela tirava a pica do Mohamed da boca, o Hamed ocupava o lugar, e quando se livrava do Hamed, era a pica do Yussuf que atravessava os lábios da minha mulher. Minha esposa sempre tinha um pouco de carne na boca, e suas bochechas estavam cheias de saliva, que os marroquinos esfregavam seus paus no rosto da Silvia quando não estavam dentro de sua boca.
Minha mulher lambia os paus deles, chupava as bolas e engolia pica sem parar, enquanto os 3 marroquinos comentavam o trabalho da minha esposa.
"Sua mulher chupa pra caralho."
"Como essa puta da sua esposa engole."
"Que puta que você tem em casa."
"Agora você vai ter uma boa dose de porra, puta," disse o Mohamed.
Minha esposa implorou para que eles não gozassem, mas foi inútil.
"Vamos encher você de leite."
Os 3 marroquinos batiam punheta furiosamente na frente do rosto da minha esposa. Primeiro foi o Yussuf que gozou em cima da minha mulher, que conseguiu desviar a gozada do rosto, e os jatos caíram nos seus peitos. O porco do Hamed gozou na cabeça da minha mulher, enchendo seu cabelo de porra. E o último que faltava era o Mohamed. Ele pediu para os companheiros se afastarem e me aproximarem para que eu pudesse ver de perto. Eles me agarraram e me obrigaram a contemplar como ele estava prestes a gozar no rosto da minha esposa.
"Olha bem, corno, olha bem como eu gozo no rosto dessa puta."
Mohamed aproximou a ponta do pau dele do rosto da minha mulher e esfregou por alguns instantes. Seu corpo ficou tenso e, poucos segundos depois, relaxou enquanto soltava um pequeno grito.
"Vou gozar, putaaaaa!"
Ele lançou seu primeiro jato de porra contra o nariz e a testa da minha esposa, fazendo o sêmen escorrer rapidamente para baixo e molhar seus lábios, já que a Silvia mantinha a boca fechada. Dois, três, quatro e até cinco jatos de porra banharam o rosto da minha esposa, até seus olhos, que também estavam fechados. Mohamed sacudiu o pau dele contra a testa da minha mulher para... que esvaziar suas últimas gotas de porra e então disse a Yussuf que entregasse à minha mulher a camiseta com que ele tinha vindo para limpar o rosto.
Silvia limpou a porra do rosto e das tetas, tentou fazer isso com o cabelo e permaneceu ajoelhada no chão diante dos marroquinos que, para nosso desgosto, ainda não tinham terminado.
"Carlitos, joga a bola de novo, que para você ver que sou bonzinho vou dar uma nova chance para vocês vazarem, não vai dizer que não sou generoso"
"O que mais vocês querem da gente?" disse minha esposa do chão
"Do Carlitos nada, senhora, mas de você sim. Se ele acertar, vocês vazam. Se errar, então a gente fode você"
Minha esposa me olhava com uma mistura de terror e súplica, como se estivesse me implorando com o olhar para não errar, mas eu continuava muito nervoso e a verdade é que nunca fui bom no basquete, um esporte que só pratiquei na escola e isso já fazia mais de 25 anos. Como Mohamed supôs, eu errei de novo, e os sorrisos nos rostos dos marroquinos voltaram a se desenhar.
"Nos deixem ir, por favor, chega" implorava minha mulher
"As súplicas não vão adiantar nada, senhora. Dei 3 oportunidades ao seu marido e ele errou as 3. Que a gente foda você é culpa dele, não nossa"
Mohamed levantou minha esposa do chão, que já tinha limpado a porra completamente, e dando a mão a ela, levou-a até o banco onde os 3 tinham estado sentados anteriormente enquanto minha mulher chupava os paus deles. Sentou minha esposa no banco e guiou a mão dela até seu pau. Minha mulher agarrou aquele membro e ficou parada enquanto Mohamed começava a tocar suas tetas. Minha esposa tinha tetas bem grandes, usava sutiã 110, e as mãos de Mohamed amassavam seus peitos como se fossem 2 montanhas de carne. Ele começou a apertar seus mamilos enquanto seus 2 amigos assistiam toda a cena junto comigo. Os mamilos da minha mulher não demoraram a ficar duros após as beliscadas de Mohamed. Ele agarrou seu pau e, se aproximando da minha esposa, começou a esfregar seu pau já bem duro novamente pelos peitos e mamilos da minha esposa.
"Seus mamilos ficaram duros, tá com tesão?"
"Que é que você tá dizendo, filho da puta", respondeu minha esposa, que permanecia imóvel enquanto Mohamed continuava esfregando sua ferramenta nos seios dela.
"Vou comer essa bucetinha branquinha que você tem", disse Mohamed enquanto se ajoelhava diante da minha esposa. Ela fechou as pernas instintivamente, impedindo que Mohamed pudesse se aproximar, então ele pediu aos dois amigos que se sentassem de cada lado da minha mulher e abrissem as pernas dela. Eles fizeram isso e, segurando cada um uma das pernas da minha esposa, com as facas na outra mão, forçaram minha esposa a abrir as pernas para Mohamed.
Pude ver Mohamed colocando a língua na buceta da minha esposa e começando a lamber de cima a baixo como se fosse um cachorro.
"Porco, para de me chupar", minha esposa dizia.
Mas Mohamed não dava a mínima, tinha a cabeça entre as pernas da minha mulher e não fazia nada além de chupar e chupar. Yussuf e Hamed, que estavam dos dois lados da minha esposa, agarraram cada um um dos peitos da minha mulher e também começaram a chupá-los. Minha esposa tinha a cabeça jogada para trás e não se mexia enquanto os três marroquinos a chupavam. Mohamed curtia a buceta imaculada dela, e os outros lambiam seus mamilos.
Posso ver como eles mordiscam os mamilos da minha mulher, e ela continua com a cabeça para trás, imóvel e indefesa. Logo, ouço uns gemidos baixinhos.
"Ahh ahh mmm ahh"
Apesar da situação, minha esposa não consegue evitar que seu corpo sinta as atenções que aqueles três bastardos estão dando a ela.
Minha esposa continua com a cabeça para trás e não percebe quando Mohamed para de chupar sua buceta e se levanta, dando ordem aos amigos para erguê-la no ar contra a cerca. Eles obedecem e param de lamber os peitos da minha esposa. Ela percebe que a levantam no ar e a encostam na cerca da quadra de basquete, minha esposa... Ela tem os braços de ambos os lados dos ombros de Hamed e Yussuf e agora suas pernas ficam penduradas, sem conseguir alcançar o chão. Mohamed levanta as pernas da minha esposa e mete a cabeça entre elas, mantendo a faca no meio para garantir que ela não feche as pernas em volta da cabeça dele. Nessa posição, Mohamed pode lamber a buceta da minha esposa à vontade, enquanto continua de pé.
Minha esposa não abre a boca, se limita a morder os lábios e, pela expressão do rosto dela, a língua do Mohamed deve estar alcançando o mais profundo do seu interior.
Minha esposa tenta abafar os gemidos mordendo os lábios, mas mesmo assim alguns escapam. Logo, Mohamed quer mais e pede aos amigos que deitem minha esposa no chão da quadra de basquete. Ela fica deitada no chão enquanto Mohamed vai se deitando lentamente sobre ela. Está claro que ele vai ser o primeiro a comer ela. Silvia fecha as pernas de novo, embora já não esteja chorando. Ela sabe que é inútil implorar, então olha para Mohamed sem abrir a boca e com as pernas fechadas.
Mohamed olha fixamente para ela e diz claramente:
"Ou eu meto o pau ou meto outra coisa", diz ele, balançando a faca que ainda tem na mão. Minha esposa entende a ameaça e vai abrindo as pernas pouco a pouco enquanto Mohamed se deita sobre ela.
"Quero que seja você quem guie meu pau até a sua entrada, gostosa", ele diz para minha esposa.
Ela olha para Mohamed com nojo e agarra o pau dele ao mesmo tempo que flexiona as pernas e o direciona para sua vagina.
"Fica atento, Carlitos, vou meter na sua mulher", Mohamed me diz enquanto se joga para frente, penetrando minha esposa suavemente até o fundo.
Minha esposa me encara enquanto Mohamed começa a penetração e agarra os quadris dela. Silvia tem as mãos nos peitos e Mohamed pede que ela as coloque no chão.
"Quero ver como essas tetorras balançam", ele diz.
Minha esposa obedece e deixa as mãos no chão. Agora, ela olha para Mohamed, que está comendo ela. e olha os peitos da minha esposa balançando de um lado pro outro com a força que o Mohamed tá metendo nela. O Mohamed bombava dentro da minha mulher com toda a energia de um cara da idade dele, e a cara da minha esposa não conseguia disfarçar que o corpo dela tava sentindo a força da foda de um adolescente.
Depois de uns minutos, o Mohamed tirou o pau de dentro da minha mulher e virou ela. Ela mal conseguiu ficar de quatro, com os braços apoiados no chão e os peitos quase raspando no piso da quadra. O Mohamed começou a bombear de novo e logo pegou os braços da minha esposa pra trás, fodendo com força. Minha esposa não conseguia se apoiar no chão e dependia do Mohamed, que puxava os braços dela como se fossem as rédeas de um cavalo.
"Vamos, cara, eu também quero meter nela", disse o Yussuf.
"Porra, vocês são chatos pra caralho, vai lá, fode ela então."
O Mohamed saiu da minha esposa e foi o Yussuf quem pegou a mão dela e levantou.
"Quero que você me leve perto do seu marido e me foda na frente dele."
Minha esposa não entendeu muito bem o que ele queria, então o Yussuf pegou a mão dela e colocou no pau dele, fechando a mão dela em volta.
"Agora vamos perto do seu marido."
Minha esposa caminhou até mim segurando o Yussuf pelo pau e parou a uns dois metros de distância.
"Fala que tá saindo chifre na cabeça do seu marido."
"Chifres, tão saindo chifres", respondeu minha esposa me olhando.
"Hahaha, isso aí. Agora eu vou deitar no chão e quero que você se comporte direitinho ou eu vou ficar bravo", disse o Yussuf pra minha mulher.
Ele deitou no chão, com o pau apontando pro céu, e minha esposa se posicionou em cima dele. Ela pegou o pau dele e foi sentando devagar. O pau do Yussuf era um pouco mais grosso que o do Mohamed, e minha esposa devia estar sentindo pela cara que ela fazia.
"Vamos te foder todinha, putinha", o Hamed falou pra minha esposa enquanto ela continuava sentando no Yussuf. Quando ela sentou por completo, os amigos do Yussuf aplaudiram. saber que o pau do amigo dele estava completamente dentro da minha esposa.
Minha mulher começou a esfregar-se contra o pau do Yussuf
"Bem, senhora, é hora de cavalgar", disse Yussuf
Minha mulher começou a subir e descer no pau do Yussuf enquanto ele agarrava os peitos dela, que começou a aumentar a velocidade dos seus saltos.
"Uffff, assim, assim senhora, rebola, rebola"
Vários minutos se passaram com ela pulando sobre o moreno, que gozava como um louco da foda que minha mulher estava dando pra ele. Num momento dado, o jovem baixou as mãos para os quadris da minha esposa e se levantou, surpreendendo a nós dois. Ele se ergueu aos poucos até ficar de pé com minha mulher carregada nele. Esse moleque tinha mais força do que eu havia imaginado num primeiro momento. Agora era Yussuf agarrando as nádegas da minha esposa quem subia e descia ela num bom ritmo, enquanto seus dois amigos me humilhavam.
"Corninho, tá gostando de ver meu amigo comendo a putinha da sua esposa?"
"Sua esposa vai gozar de tanto gosto, Carlitos"
Yussuf comia minha esposa como um desesperado e não parava de levantar e baixar ela. Ela já não tentava se soltar e seus braços descansavam sobre os ombros de Yussuf, que agora tinha a cabeça entre os peitos da minha mulher e a movia de um lado pro outro, curtindo as tetas da minha esposa.
Hamed sentou no banco e gritou pro Yussuf:
"Me traz essa putinha aqui, agora é a minha vez"
Yussuf, com minha esposa nos braços e o pau enterrado nas entranhas dela, foi dando passinhos até chegar no Hamed. Yussuf colocou minha esposa no chão e dessa vez, sem que ninguém dissesse nada, ela se aproximou dele e montou de cavalinho no banco. Estendeu uma mão, guiando o membro do moreno até posicioná-lo na sua buceta e, com um movimento descendente, aquele pau foi desaparecendo na boceta da minha esposa, como haviam feito os dos seus amigos. Assim que entrou completamente, minha esposa voltou a cavalgar como havia feito antes na minha frente. olhar atento que permanecia perto da cena, ladeado por Yussuf e Mohamed.
"Me come, senhora, me come"
Já eram 4 da manhã e o silêncio da noite fazia com que pudéssemos ouvir perfeitamente o som dos corpos de Hamed e minha esposa fodendo, quando Silvia descia e batia contra as coxas de Hamed, aquele som me corroía por dentro.
As mãos de Hamed estavam apoiadas nas laterais do banco e era realmente minha mulher quem cavalgava o rapaz sem ajuda, consciente da nossa situação, sabia que obedecer era a única opção que nos permitiria sair vivos daquela situação.
"Vira de costas, senhora, queremos ver bem" disse Mohamed à minha mulher.
Ela se mexeu, interrompendo a foda que estava dando em Hamed para se virar, dando as costas ao moreno que estava curtindo ela, ficou olhando para Mohamed até que ele disse:
"Agora continue fodendo meu amigo, senhora"
Minha esposa sentou novamente, inserindo de novo o pau do moreno na sua buceta até ficar completamente sentada em cima dele.
"Um momento aí, quieta senhora" disse Mohamed.
"Quero dar um zoom no vídeo disso"
O filho da puta do moreno se referia claramente à cena dantesca que estávamos presenciando, minha esposa sentada coxa com coxa sobre Hamed com o pau dele enterrado nas suas entranhas e as bolas do moreno balançando por fora.
Quando Mohamed ordenou, minha esposa reiniciou a foda com as mãos apoiadas nos próprios joelhos, movendo o quadril pra cima e pra baixo enquanto Hamed a segurava pela cintura.
"Carlitos, você tá o tempo todo muito quieto, não tá gostando de ver o pau do meu amigo entrando na sua mulher de novo e de novo?"
O moreno agarrou minha mulher por baixo das coxas fazendo com que ela jogasse as costas pra trás, ficando mais exposta aos nossos olhares, nessa posição ela não podia fazer nada e era Hamed quem a levantava e abaixava, quando o pau saía ele ordenava que minha esposa com a mão voltasse a colocá-la na direção certa.
Subindo e descendo sem parar, eu e os outros 2 caras víamos aquela pica entrar na buceta delicada e branca da minha esposa até que as bolas dele batiam nas suas nádegas, ele deixou minha esposa sentada em cima dele e começou a tocar a buceta dela com as mãos, estava masturbando minha mulher com o pau ainda dentro dela, o safado.
"Sua esposa tem uma buceta incrível" Hamed me disse entre ofegos enquanto não parava de masturbar minha esposa.
Depois girou minha esposa, deixando que fosse ela que se sentasse no banco com o cu meio pra fora, meio pra dentro do banco e as costas apoiadas na parede atrás do banquinho, Hamed se ajeitou enquanto apontava o pau para a buceta da minha esposa Silvia, Hamed afastou as pernas da minha esposa e embriu com força, fazendo com que toda a pica dele entrasse de uma vez nela até o talo, fazendo-a soltar um grito.
Hamed puxou minha esposa, deitando-a no banco e colocou as pernas da minha mulher sobre seus ombros, depois saiu dela e enfiou de novo de uma vez, fazendo-a soltar outro gritinho.
"puta, puta, toma puta" Hamed dizia enquanto a comia sem parar
"Sua mulher vai sair dessa pista bem comida"
"Ela tem ração de pica para o ano todo"
Hamed embria com muita força minha esposa, levantando-a com suas estocadas, o som que faziam ao chocar os púbis era horrível e a energia de Hamed parecia inesgotável, Hamed enfiou até o fundo de novo e mesmo que só as bolas dele ficassem pra fora da minha esposa, ele continuava empurrando, querendo entrar ainda mais nela.
"Para de empurrar, não cabe mais, safado" minha esposa disse
"Hahaha quer dizer que eu enfiei bem, até onde puta, até onde eu enfiei, conta pro corno otário do seu marido"
"Até o fundo, você enfiou até o fundo" minha mulher disse
"Hahahahaha já ouviu sua esposa, a pica chegou até o mais fundo" o filho da puta me disse Mohamed.
Gotas de suor de Hamed caíam sobre os peitos da minha mulher, que tinha o corpo completamente encharcado pela foda que vinha levando já fazia um bom tempo.
Mohamed se aproximou de Hamed e sussurrou algo no ouvido dele. Este se afastou e Yussuf também se aproximou. Exatamente como estavam, os três se ajoelharam diante da minha mulher e, chupando um dedo cada um, começaram a enfiá-los nela. Primeiro devagar, mas cada vez mais rápido, até meterem três dedos cada.
Os marroquinos obrigavam minha esposa a lamber seus dedos molhados pelos próprios fluidos dela, para enfiá-los de novo, uma e outra vez. Eles estavam tão entretidos que decidi me aproximar da porta com a intenção de escapar. Os dois cachorros estavam presos na porta e tentei soltá-los, mas o rottweiler latiu duas vezes e os marroquinos me descobriram.
"Corninho filho da puta, vem aqui agora!"
Minha esposa se sentou e me olhou enquanto eu me aproximava.
"Pra onde você ia? Tava vazando da festa? E deixando sua mulher sozinha aqui? Que cavalheiro você é, hein? No meu país a gente sabe tratar as mulheres e não deixa elas sozinhas de noite com três desconhecidos."
Minha esposa me olhou com desprezo, como se pensasse que eu era um covarde disposto a deixá-la sozinha naquela situação. Mohamed se aproximou e me deu um soco no estômago.
"Isso é pra você aprender a obedecer, corninho. Pega a bola de novo pra ver o que acontece dessa vez."
"E se eu errar, o que vai acontecer, filho da puta? Vocês vão me foder também, seus marroquinos de merda?" disse a Mohamed, ainda dolorido pelo golpe no estômago.
"Hahaha, com certeza você ia adorar isso, né, corninho? Não, fica tranquilo. Se errar, não vamos te foder, mas vamos colocar sua mulher olhando para Meca, haha."
Naquele momento, não entendi o que ele quis dizer com aquilo. Ele jogou a bola pra mim e me dirigi novamente ao ponto de cobrança de faltas. Chutei a bola e...
Continua...
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