Meu nome é Marcos e tenho 21 anos, não vou descrever minha família, só vou dizer que somos uma família normal ou pelo menos éramos. Sou filho único e moramos em Barcelona. A origem dessa história foi numa tarde em que voltávamos de fazer compras no supermercado, eu e minha mãe. Voltávamos de carro e eu estava dirigindo quando, ao virar para entrar na nossa rua, quase atropelei um preto de uns 50 anos. O cara estava atravessando a rua quando me deparei com ele de frente. Aquele sujeito gritou comigo.
"ONDE VOCÊ VAI COM TANTA PRESA, MULEQUE?"
"E o que você tem a ver com isso, seu bosta? Não tá vendo que não tem faixa de pedestre?" respondi.
A verdade é que ele tinha razão, já que estava atravessando a rua quando eu virei para entrar, mas me enchia o saco um preto vir me tirar. Minha mãe disse pra gente seguir em frente, então continuei até o final da rua, onde ficava nosso prédio.
Estacionei e começamos a tirar as sacolas do porta-malas quando ouvi uma voz atrás de mim.
"Olha só, não vai com tanta pressa pela vida, muleque."
Quando me virei, vi o preto que quase atropelei. Aí fiquei puto e respondi:
"Vaza daqui, vai."
Ele respondeu:
"Como assim 'vaza daqui'? Pelo menos podia pedir desculpas, a culpa foi sua."
Aí eu perdi a paciência de vez.
"Pedir desculpas? O que vou te dar são dois tapas, seu preto de merda. O que você tinha que fazer é voltar pro seu país, que lá com certeza vocês ainda andam a cavalo."
Aí começou uma discussão de boca que quase virou briga. Aquele preto devia ter uns 2 metros, mas era um cara de uns 50 anos, e eu não ia deixar um preto idiota da idade do meu pai vir me tirar. Quase dei dois tapas nele, se não fosse pela minha mãe, que pediu pra gente entrar em casa.
O preto ainda teve tempo de falar:
"Olha, muleque, não vem de tiração não, que eu sei onde você mora."
E ainda por cima o preto se dava ao luxo. de me ameaçar, minha mãe tinha se posto na frente da porta do prédio e não me deixou sair pra quebrar a cara daquele babaca que já tava indo embora rua abaixo, fiquei a tarde toda bem nervoso pensando em encontrar aquele cara de novo e encher ele de porrada.
Os dias passaram e eu já tinha esquecido do incidente quando um dia, ao sair de casa e pegar o carro pra buscar uns amigos, me pareceu ver o preto na frente do prédio sentado num banco. Quando voltei, não tinha ninguém, e os dias foram passando sem eu ver ele de novo, então esqueci completamente daquele cara. Devia ter passado mais de 20 dias daquele incidente, era quarta-feira à noite e umas 22:00 meu pai foi trabalhar. Ele trabalhava de noite como vigilante de segurança, assim como minha mãe, que também trabalhava de noite como enfermeira no mesmo hospital onde meu pai é vigilante. Minha mãe não trabalhava às quartas porque era o dia de folga dela. Uns 15 minutos depois do meu pai ter saído, tocaram a campainha. Pensei que fosse ele, mas estranhei que, se tivesse esquecido as chaves de casa e voltasse pra pegá-las, não teria ligado no interfone pra eu jogar pela janela. Olhei pelo olho mágico e não vi ninguém.
Minha mãe estava na cozinha e perguntou:
"Quem é, filho?"
"Algum babaca brincando, porque não tem ninguém."
Pouco depois de me sentar, tocaram a campainha de novo. Levantei e dessa vez também não tinha ninguém na porta. Já tava começando a me irritar quando, antes de chegar no sofá, tocaram a campainha de novo. Dessa vez abri a porta sem olhar e também não tinha ninguém. Fui até a escada e, antes de chegar no elevador, vi uma sombra aparecendo por trás da parede, do lado da escada. Não deu tempo de ver mais nada porque senti uma pancada na cara que me jogou de costas no chão.
Ainda tava doendo a porrada na cara quando senti um chute no estômago e depois alguém me arrastando pelos braços até... Na porta da minha casa, consegui ver que era aquele preto filho da puta que tinha me batido, ele tava com uma mochila nas costas e me puxou pra dentro de casa e fechou a porta.
Ele me deu outro chute na barriga e largou a mochila no chão, tirou uma faca bem grande de dentro dela. Minha mãe perguntou de novo da cozinha quem era, e o preto, sabendo onde ela tava, entrou na cozinha com a faca. Eu ouvi minha mãe gritar lá de dentro:
"AAHHH, o que você tá fazendo aqui? O que você quer?"
O preto empurrou minha mãe pra fora, ela era uma boneca nas mãos dele. Aquele preto de dois metros parecia mais velho que minha mãe, mas era muito mais alto que ela, e não custou nada pra ele tirar minha mãe da cozinha.
Com a faca na mão, ele mandou minha mãe pegar a fita isolante da mochila que tava no chão e usar pra me amarrar numa cadeira. Minha mãe perguntou de novo, entre soluços, o que ele queria, mas o preto não respondeu. Só balançou a faca na frente dela, e ela entendeu na hora. Entre lágrimas, ela me ajudou a levantar do chão e me levou pra sala. Ainda dolorido e sangrando pelo nariz por causa das porradas, minha mãe me ajudou a sentar numa das cadeiras da mesa de jantar. Depois, ela passou a fita nas minhas mãos e pernas, grudando nos braços e pernas da cadeira.
"Na boca também, porque seu filho tem a boca grande pra caralho", o preto falou pra minha mãe.
Mamãe obedeceu, e então o preto chegou perto de mim pra ver se eu tava bem amarrado e amordaçado. Vendo que eu já tava completamente imóvel, ele largou a faca na mesinha da sala, sabendo que não precisava se preocupar com minha mãe, porque fisicamente ela não era páreo pra ele e ele não tinha medo nenhum dela enfrentar ele.
Minha mãe, soluçando, começou a implorar:
"Pelo amor de Deus, nos deixa em paz. Se você quer dinheiro, a gente pode te dar o que tem. Leva o que quiser. Desculpa meu filho pelo que aconteceu outro dia. dia, mas não nos machuque."
"Sente-se e cale a boca, senhora", o preto disse pra minha mãe com um olhar que gelava o sangue.
Minha mãe obedeceu e sentou no sofá.
"Olha, senhora, não quero seu dinheiro, vim ensinar um pouco de educação pra vocês. Seu filho é um putinho malcriado, como me mostrou outro dia, e não sabe o que é respeito. Sou muito mais velho que ele e ele me tratou com uma falta de respeito total outro dia, quase me atropelou e ainda por cima quis que eu pedisse desculpas. Sem falar que seu filho é um racista de merda, me chamando de preto de merda, como se por ser preto eu não tivesse nem direito de atravessar a rua nesse país sem que um pivete safado me atropele. Por outro lado, grande parte da culpa é sua, por não ter educado ele direito. Então vou dar uma lição nos dois."
Minha mãe tava completamente apavorada no sofá, sem saber o que fazer. A única coisa que conseguiu dizer é que meu pai tava chegando, e o cara respondeu:
"Não se incomode, senhora. Tô observando vocês há vários dias. Sei perfeitamente que seu marido trabalha à noite e não volta antes das 6 da manhã, assim como sabia que a senhora folga às quartas. Não sou nenhum idiota igual seu filho acha que todo mundo da minha cor é."
O preto voltou a pegar a mochila dele, tirou do chão e colocou na mesa da sala. De lá, tirou uma câmera de vídeo, ligou e começou a gravar eu e minha mãe.
Minha mãe parece que criou coragem e se atreveu a ameaçar ele:
"Se não sair da minha casa agora, vou chamar a polícia. Se for embora agora, prometo que não vamos falar nada disso."
O preto começou a rir:
"Kkkk, não se preocupe, senhora, vocês não vão falar nada disso. Disso eu cuido, fique tranquila."
O preto continuou gravando com a câmera e mandou minha mãe levantar do sofá e afastar a mesinha da sala pra abrir espaço entre os dois. sofás e o tapete, minha mãe obedeceu sem saber o que aquele preto pretendia.
"Agora tire a roupa, senhora"
Aquelas palavras me surpreenderam, olhei pra minha mãe e vi que ela tinha se surpreendido ainda mais que eu.
"Que isso, maluco? Não vou me despir, esquece"
O preto se aproximou da minha mãe, que estava usando um roupão de andar pela casa. Minha mãe tinha uns 1,65 e parecia uma boneca do lado daquele cara. O preto esticou a mão e agarrou o cinto do roupão da minha mãe com uma mão, enquanto com a outra continuava gravando. Deu um puxão forte e tirou o cinto do roupão, fazendo ela cambalear pra frente com o tranco. O roupão sem cinto se abriu, e antes que aparecesse alguma coisa, mamãe agarrou os dois lados do roupão com as mãos e cruzou, evitando que aquele preto visse qualquer coisa.
O preto nem se abalou. Foi até a mesa da sala e pegou a faca. Chegou perto da minha mãe de novo e disse, sem se alterar:
"Pelo bem ou pelo mal?"
Tinha algo no tom de voz daquele homem que fez eu e minha mãe entendermos que aquele sujeito não hesitaria em usar a faca. Apesar da calma aparente, ou justamente por causa da calma com que agia e falava com minha mãe, sabíamos que aquele preto era um cara perigoso.
Minha mãe começou a chorar de novo, mas como era de se esperar, o preto não mostrou nenhum sinal de fraqueza. Balançou a faca de novo, igual tinha feito quando mandou minha mãe me amarrar na cadeira da sala, e igual naquela vez, minha mãe entendeu na hora. Mamãe jogou o roupão pra trás pelos ombros e deixou cair no chão. Por baixo do roupão, ela estava usando um conjunto de lingerie bem normal, uma calcinha e um sutiã branco, que aquele preto tratou de filmar com a câmera.
"Agora o sutiã, senhora"
O choro da minha mãe ficou ainda mais desesperado, e ela se recusou a obedecer de novo. então o negão se aproximou da minha mãe, eu temi o pior e tentei me soltar, mas estava muito bem amarrado e era impossível me mexer, no máximo o que eu conseguia era mover a cadeira alguns centímetros. o negão enfiou a faca entre o ombro e a alça do sutiã da minha mãe, ela olhava aterrorizada e com um único movimento da faca ele cortou a alça esquerda do sutiã dela, depois fez exatamente o mesmo com a direita, fazendo com que o sutiã tivesse caído no chão se não fosse porque minha mãe segurava as taças do sutiã com as duas mãos.
o negão agora enfiou a faca entre a calcinha da minha mãe e seus quadris e, sorrindo, fez de novo um movimento com a faca afiada cortando a lateral da calcinha dela, fazendo com que ela deslizasse pelos joelhos até os tornozelos.
com um movimento rápido, minha mãe abaixou a mão direita para tampar a buceta enquanto a outra mão deixava cobrindo os peitos, fazendo com que assim ainda se sentisse coberta diante daquele cara.
o negão aproximou a ponta da faca do pescoço da minha mãe e novamente, de forma bem calma, disse pra ela:
"já chega de brincadeira, senhora, levante as mãos"
minha mãe ainda manteve a posição até sentir que a ponta da faca do negão fazia um pouco mais de pressão no pescoço dela, isso foi o suficiente e, completamente aterrorizada, minha mãe levantou as mãos pro alto como se estivessem apontando uma arma pra ela, o sutiã dessa vez caiu no chão junto com a calcinha e minha mãe ficou completamente nua diante daquele cara que estava na frente dela a poucos centímetros.
o negão deu uns passos pra trás pra poder gravar com a câmera o corpo nu da minha mãe por completo, minha mãe tremia de medo, tinha a pele arrepiada, a pele dela era muito branca e dava pra ver da minha posição que ela estava apavorada, mamãe tinha um corpo normal pros seus 42 anos, os peitos dela eram de um tamanho normal e estavam meio caídos, a buceta dela estava um pouco Arrumado, mas tinha bastante cabelo loiro. Dava pra ver perfeitamente as lágrimas da minha mãe caindo dos olhos dela até os peitos.
"É engraçado o movimento que suas tetas fazem enquanto a senhora treme, e vejo que seus bicos estão duros. A senhora deve ser daquelas que gosta de ficar de quatro."
"É por causa do frio, seu filho da puta", respondeu minha mãe.
"Mas que gênio a senhora tem, não te insultei. Percebe como precisa de umas aulas de educação? Não se preocupe, já vai ver como suas tetas vão balançar quando eu te colocar de quatro, e te garanto que não vai ser por causa do frio."
O negro pediu pra minha mãe dar umas voltas em si mesma. Aproveitou pra largar a faca de novo na mesa, e quando minha mãe tava de costas pra ele, aquele negro deu um tapa na bunda dela. Ela se virou na hora e gritou:
"NÃO SE ATREVA A ME TOCAR, NEGRO FILHO DA PUTA!"
"Olha só a gatinha, já vi de quem o seu filho puxou. Acho que vou me divertir pra caralho com a senhora."
Ele pegou a faca de novo e, pra nossa surpresa, saiu da sala e foi pra cozinha. Minha mãe, nua, se aproximou de mim e tentou me soltar, mas era impossível sem nada pra cortar a fita que ele tinha usado pra me amarrar. O negro demorou só uns segundos pra voltar com um pepino e uma cerveja. Quando viu minha mãe, mandou ela voltar pro lugar, e ela obedeceu sem reclamar. Depois, largou a faca de novo na mesa junto com o pepino e a cerveja, colocou a câmera numa estante da sala apontando pro centro, onde ele e minha mãe estavam, mas antes me filmou de novo por uns segundos. Aí pegou o pepino e disse pra minha mãe:
"Espero que a senhora não se importe de eu ter pego isso da sua cozinha."
Mamãe não respondeu. O negro pediu pra ela se virar de novo, mas dessa vez ela não obedeceu, então ele deu um tapa leve nela. Não usou quase força, mas foi o suficiente pra fazer ela entender. Minha mãe que ia fazer o que ele queria, na boa ou na ruim, então ela virou de novo. O negão a colocou de um jeito que ela ficasse de frente pra mim, e ele ficou atrás dela, olhando pra bunda da minha mãe.
"Moleque, não adivinha quem vai comer a bunda da sua mãe?" falou o negão, virando pra mim.
"Nem pense nisso..." minha mãe disse, sem terminar a frase. Vejo ela mudar a expressão do rosto e se inclinar um pouco pra frente, como se o negão tivesse empurrando ela suavemente por trás. Vejo ele se ajoelhar na frente dela e, mesmo não podendo ver da minha posição, sei exatamente o que tá rolando. Minha mãe fecha os olhos e começa a chorar de novo. Entendo que aquele filho da puta tá comendo a bunda dela. Não sei quanto tempo passou, mas logo vejo a mão do negão começar a apalpar a buceta da minha mãe por trás até enfiar um dedo. Dá pra ver o corpo dela começar a se tensionar, e eu tento gritar e me soltar da cadeira de novo, mas não consigo nada.
Logo vejo o negão aproximar o pepino que ele pegou na cozinha da buceta da minha mãe. Sei exatamente o que aquele porco quer:
"Gosta de salada de pepino?" ele pergunta pra minha mãe.
Mamãe abre os olhos, que tão cheios de lágrimas, sem entender as palavras do negão até olhar pra boceta dela e ver a ponta do pepino começando a forçar pra entrar na buceta dela.
Mamãe tenta se jogar pra frente, mas ouço um "tapa" e ela solta um gritinho enquanto o negão fala:
"Quieta, senhora."
Deduzo que ele deu um tapa na bunda da minha mãe, e ela fica imóvel de novo, deixando ele fazer o que quiser.
Da minha posição, vejo o pepino entrando devagar na buceta da minha mãe enquanto o corpo dela vai se tensionando cada vez mais, até ele enfiar o pepino até o fundo da boceta dela. Depois, ele começa a mexer o pepino. Círculos, consigo ver minha mãe de novo com os olhos fechados, com uma expressão estranha no rosto, o corpo dela se movendo como por inércia no ritmo dos movimentos lentos que o preto faz com o pepino dentro da buceta dela, mamãe morde os lábios e de repente eu ouço ela gritar.
"Aghhhhhh, porco"
Aquele grito não tinha sido como os anteriores, não tinha sido de dor, mas de prazer, o filho da puta obrigou minha mãe a ter um orgasmo na frente dele e mamãe, completamente envergonhada, se deixa cair de joelhos no chão com o pepino ainda enfiado na buceta dela.
O preto se levanta e começa a rir
"Haha, parece que a senhora gosta mesmo de salada de pepino"
Mamãe, chorando, pede pra ele deixar a gente em paz e vazar de uma vez agora que conseguiu o que queria, nos humilhando, mas o porco começa a rir de novo.
"Hahaha, mas a gente acabou de começar, como é que vou embora agora?"
Com essas palavras, mamãe para de chorar, começa a perceber que vai ser o brinquedo daquele homem pelo tempo que ele quiser, mamãe tira o pepino que ainda estava enfiado na buceta dela e joga no chão.
O preto, nem aí, tira o moletom que estava vestindo, depois tira a camiseta e a calça e joga pra mim enquanto fala
"Moleque, guarda minha roupa pra mim, por favor"
Ele ficou de cueca na frente da minha mãe, parecia um armário, era um cara de certa idade mas não era gordo, era preto como carvão e a altura dele fazia ele parecer um gorila enorme.
"Vamos, senhora, tira a minha cueca"
Mamãe já sabia que não adiantava implorar nem chorar, então se aproximou, ficando de joelhos na frente dele, meus pulsos doíam de tanto tentar me soltar sem conseguir nada.
Mamãe esticou os braços até pegar as bordas da cueca do preto e puxou pra baixo até deixar nos joelhos dele, eu pude ver a cara da mamãe, como se estivesse vendo um monstro, não demorei pra entender. que quando ele baixou a cueca daquele cara, o pau dele ficou na frente dos olhos da minha mãe e, mesmo mole, era um pau enorme. Eu só tinha visto algo parecido em filmes, e pela cara da minha mãe, tava claro que ela também não.
"Puxa, que cara de susto, senhora. Nunca viu uma ferramenta como a minha, né?"
Minha mãe não respondeu e baixou a cabeça, olhando pro chão.
"Dá minha cueca pro seu filho guardar pra mim."
Igual o preto tinha feito, minha mãe pegou a cueca e jogou pra mim, caindo aos meus pés.
Vejo o preto pegar uma das mãos da minha mãe e colocar em cima do pau dele. Ela tenta tirar, mas ele segura por cima, deixando a mão dela em contato com o pau dele — um pau preto cheio de veias enormes que me dá vontade de vomitar só de olhar.
O preto começa a se masturbar com a mão da minha mãe, que continua olhando fixo pro chão enquanto novas lágrimas começam a cair pelo rosto dela até o chão. O preto não para de me encarar até que me diz:
"Moleque, cê também nunca viu um pau igual ao meu, viu?"
"Agora a senhora sozinha."
O preto solta a mão dele da da minha mãe, e agora é só ela que masturba aquele bastardo. Minha mãe continua com o olhar preso no chão, mas como uma robô, a mão dela vai pra frente e pra trás, puxando a pele do pau daquele preto pra trás e pra frente enquanto ele vai crescendo a cada momento na mão dela.
"Moleque, tenho que te dizer que sua mãe faz umas punhetas boas, hehe."
"Olha o que a senhora conseguiu, isso é por sua causa", ele diz pra minha mãe enquanto apoia a palma da mão no queixo dela e a obriga a olhar pra frente. Mamãe se surpreende de novo ao ver o pau daquele porco, que dessa vez aponta direto pra cara dela. Duro como pedra, formando um ângulo reto, com a ponta a poucos centímetros do rosto dela.
"Que cano de carne, hein? Senhora?"
"Vaza de uma vez, já foi longe demais, vai acabar se metendo numa enrascada" — disse minha mãe mais uma vez, tentando dar um fim naquilo, mas sem sucesso.
"Vamos, chupa logo"
Mamãe não se mexe, então o negão pega minha mãe pela cabeça com a mão direita e puxa ela até a vara dele. Mamãe não abre a boca, então o negão esfrega a pica toda na cara dela, passa ela por cima do rosto, a ponta da pica daquele filho da puta chega até a testa da minha mãe. Mamãe continua desobedecendo, então o negão pega a pica dele e começa a dar tapas na cara da minha mãe com ela.
"Menina má, come toda a comida senão vou ficar puto"
Mamãe insiste em não meter a pica na boca, então o negão se irrita, pega a faca de novo com uma mão enquanto fode a câmera com a outra, e aproxima a faca do rosto da minha mãe.
"Ou você chupa minha pica ou eu rasgo seu pescoço"
Pela primeira vez, o negão expressa a violência dele de forma verbal, sem deixar dúvidas. Dessa vez, mamãe não resiste mais e eu vejo ela pegar a pica do negão pela base e puxar pra perto. Um enjoo me vem quando vejo minha mãe deslizar os lábios pela pica daquele negão.
Minha mãe passa a língua na ponta da pica daquele filho da puta enquanto ele grava tudo em close.
"Agora as bolas, senhora"
Mamãe chupa as bolas pretas e peludas dele, são grandes que nem a pica. Primeiro ela mete uma na boca, depois a outra. Mamãe começa a masturbar ele com força, como se quisesse que aquilo acabasse logo, mas o negão pede calma.
"Mais devagar, senhora, e fala olhando pra câmera o que você tá fazendo"
Mamãe continua no que tá fazendo até ver o negão aproximar a faca do pescoço dela de novo, e com a pica na mão perto da cara, ela não tem escolha senão olhar pra câmera e dizer:
"Tô chupando uma pica"
"Muito bem, senhora, mas fala a cor da pica"
"Tô chupando uma pica negra"
"Isso mesmo, muito bem, ouviu, garoto, sua mãe tá falando que tá chupando uma pica preta, haha"
"Diz pra câmera o quanto você gosta dessa pica preta enorme"
O preto move a faca de novo e mamãe obedece
"Adoro chupar essa pica preta enorme"
"Hahaha, que situação, garoto, com o tanto que você gosta de negros e olha como sua mãe se diverte chupando uma pica preta"
"Agora, senhora, coloca minha pica na boca bem devagar e olhando pra câmera"
Minha mãe, bem devagar e olhando pra câmera, foi engolindo aquela pica aos poucos até conseguir engolir quase metade daquele pedaço de carne, pra meu espanto e nojo, que eu teria vomitado ao ver como aquela pica entrava na boca da minha mãe se não fosse porque minha boca estava fechada pela fita.
O preto tirou a pica da boca da minha mãe, pegou a cerveja que tinha trazido da cozinha e sentou no sofá na minha frente.
"O que a senhora tá fazendo aí, sentei porque tava cansado de ficar em pé, vem aqui e continua no que tava fazendo"
Mamãe se aproximou do preto de novo, ficando ajoelhada entre as pernas dele. Da minha posição, eu não conseguia ver a pica do preto porque minha mãe tava ajoelhada na frente, e a única coisa que eu via era a cabeça, as costas e a bunda da minha mãe.
Vi minha mãe estender uma mão pra segurar a pica e começar uma nova punheta. A pica era tão grande que minha mãe precisou das duas mãos e mesmo assim não cobria a pica toda do preto, que curtia uma punheta de duas mãos feita pela minha própria mãe.
"Beija minha pica, senhora"
Não consegui ver, mas pelo movimento que a cabeça da minha mãe fez, imaginei que ela tinha beijado a ponta da pica daquele cara. Depois ele deu um gole na cerveja e largou no sofá enquanto, com a mão livre, levava a cabeça da minha mãe até a pica e a forçava a descer. Da minha posição, a única coisa que eu via era a bunda empinada da mamãe e a cabeça dela subindo e descendo, chupando a pica daquele homem no ritmo que o preto marcava com a mão. Mão na cabeça da mamãe.
"Cara, adoro a hospitalidade dos brancos, uma cerveja e um boquete gostoso, hahaha" ele disse de novo, olhando pra mim.
"Desculpa, que sem noção que sou, daí onde você está não dá pra ver como sua mãe tá chupando minha pica, vou te contando pra você não ficar na vontade de saber."
"Sua mãe tá devorando minha pica, cara, agora tá lambendo e beijando minhas bolas igual uma gatinha, se eu colocar a pica na cara dela chega na testa, porra, sua mãe é foda, cara, cada vez engole com mais vontade."
O preto se levantou e foi pra outro sofá pra que dessa vez eu pudesse ver perfeitamente tudo que acontecia, a língua da minha mãe saboreava as bolas daquele porco como se realmente gostasse de fazer aquilo, mamãe chupava, engolia, lambia e mordiscava aquela pica igual uma puta.
"Muito bem, senhora, tá melhorando bastante, agora vou ensinar como fazer um garganta profunda."
Minha mãe não sabia do que ele tava falando, mas não demorou pra descobrir, ela tava chupando a pica do preto quando ele apoiou as duas mãos na cabeça da mamãe e empurrou com força pra baixo, mamãe tentou se afastar apoiando as mãos nas coxas daquele preto, mas não conseguiu, começou a ter ânsia enquanto o preto continuava empurrando a cabeça da minha mãe pra baixo até que o pelo pubiano dele roçou no nariz dela, ficou ali uns segundos e depois soltou, mamãe se jogou pra trás e começou a tossir porque tinha quase se afogado com aquela pica.
"Muito bem, senhora, chegou perto."
Mamãe não parava de tossir e o preto disse pra ela:
"Fica tranquila, senhora, que agora vou dar um pouco de leite pra clarear sua garganta."
Mamãe entendeu o que o preto queria dizer com aquilo e tentou pegar a faca, mas ele foi mais rápido e afastou mamãe com um tapa.
"Fica calma, senhora, vou gozar e quero que engula todo meu leite, se fizer isso igual uma boa puta, prometo que tudo vai acabar."
Eu comecei a protestar de novo, mas não Tinha como gritar, pra minha surpresa a idiota da minha mãe parecia ter acreditado no que o preto falou e voltou a se ajoelhar aos pés dele, aperta a mão dela em volta da pica do preto enquanto com a outra segura as bolas dele, começa a bater uma pra ele rapidinho enquanto chupa a ponta da pica, mama chupa a pica dele enquanto bate uma com uma mão e usa a outra pra massagear as bolas dele feito uma puta de primeira, mama parece convencida de que tudo vai acabar com aquilo e se esforça ao máximo pra minha tristeza e repulsa, o preto não perde nada e grava a cena toda, solta a faca e começa a mover a cabeça da minha mãe feito louca na direção da pica dele, de repente o corpo enorme daquele preto fica tenso, se adianta e tira a pica da boca da minha mãe enquanto ele mesmo começa a bater uma, na hora solta o primeiro jato de porra que acerta o céu da boca da minha mãe, mama crava as unhas no cu do preto puxando ele pra perto, enfiando aquela pica na boca dela o máximo que consegue.
Volto a ter ânsia imaginando que a porra daquele preto tá descendo pela garganta da minha mãe, parece que mama tá quase se engasgando e não consegue evitar tirar toda aquela carne de boca enquanto a pica continua cuspindo, dessa vez os jatos acertam os peitos e o pescoço da minha mãe, enquanto o preto continua apontando a câmera e a pica dele pra minha mãe sem perder nenhum detalhe da gozada que tava jogando nela.
Quando terminou o preto ficou sentado no sofá bufando e minha mãe de joelhos na frente dele com os peitos e o pescoço manchados de porra.
O preto dá o roupão pra ela e manda ela se limpar com ele, depois de se limpar mama vai vestir o roupão mas o preto dá mais um gole na cerveja dele e fala
"Senhora, quem disse que a senhora pode se vestir?"
"Mas você disse…"
"O que eu disse?"
"Você sabe"
"Mas quero ouvir a senhora dizer"
"Você disse que se eu engolisse toda a sua gozada isso acabaria"
"Muito bem, é isso aí mas não engoliu toda minha gozada, limpou as tetas e o pescoço com meu leite, então acho que não terminou"
Completamente destruída, mamãe começou a chorar de novo
"O que mais você quer, filho da puta?"
Eu sabia muito bem que aquele preto não tinha terminado e que nunca ia nos deixar ali sem antes ter fodido minha mãe.
Ele colocou a câmera de vídeo de volta na estante e pediu pra minha mãe sentar no sofá e abrir as pernas. Mamãe sentou, mas não abriu as pernas, então o preto agarrou um dos mamilos dela e apertou com força, fazendo minha mãe abrir as pernas na hora.
"Bom, garoto, me deseja sorte que vou entrar numa selva, hahaha"
Terminou a frase e enfiou a cabeça entre as pernas da minha mãe, começando a chupar a buceta dela.
"Filho da puta, me deixa" — disse minha mãe, sem ousar fazer mais nada, já que o preto com a cabeça entre as pernas dela ainda segurava a faca na mão direita.
"Isso é pro seu bem, senhora, tem que preparar o caminho antes de meter a tuneladora"
Mamãe não pareceu entender direito aquela frase, mas eu sim, ele estava preparando a buceta dela pro que viria depois. Mamãe não parava de se mexer e até levava as mãos à boca, tentando abafar os gemidos que aquele porco fazia ela sentir com as lambidas. De vez em quando, ele tirava a cabeça e aproveitava pra enfiar um ou dois dedos na buceta da minha mãe. Deve ter lambido o cú da mamãe por uns cinco minutos até tirar a cabeça de entre as pernas dela.
Mamãe estava deitada de costas no sofá e, embora o preto estivesse de joelhos, o pau dele ficava na altura da buceta dela por causa da altura dele. O preto largou a faca no chão, colocou as mãos por baixo da bunda da mamãe, agarrou ela e puxou pra perto dele. Ele se colocou entre as pernas da minha mãe e começou a se masturbar. Em poucos segundos, já estava pronto de novo com aquele pau preto enorme e duro apontando pra buceta da minha Mãe, pra idade dela, se recuperava rápido, acho que em parte por saber que ia foder uma mulher branca com o filho dela olhando.
Quando a pica ficou dura, ele colocou na barriga da minha mãe. A pica daquele cara chegava acima do umbigo dela. Quando mamãe percebeu o que ia rolar, falou pro preto:
"Por favor, tira meu filho daqui, não quero que ele veja mais nada."
"Mas dona, se isso é pelo seu filho, faz parte da lição. Ele tem que ver tudo pra aprender a valorizar os negros e esquecer esse racismo."
O preto colocou a cabeça da pica entre os lábios da buceta da minha mãe e começou a passar devagar por eles, esfregando a pica dura nas partes dela. Ele apoiou as mãos nos quadris dela e me olhou sorrindo enquanto ia fazendo pressão aos poucos, até sumir completamente a ponta da pica na buceta da mamãe, que fechou os olhos de repente com o que tava recebendo. Sem tirar os olhos de mim, o preto foi enfiando a pica centímetro por centímetro na buceta da mamãe, com calma.
"Caralho, que bucetinha apertada e quente que sua mãe tem, garoto. Com certeza seu pai tem uma pica pequena, por isso a mamãe tem a buceta tão apertadinha."
Enquanto o preto sentia as paredes da buceta da mamãe apertando o pau dele, ela sentia aquela barra de aço entrando dentro dela. A cara da mamãe era um poema difícil de descrever.
"Olha aqui, garoto, você vai ver a espada entrando na bainha até o cabo."
Quando terminou de falar isso, deu uma última estocada com a bunda e gritou:
"ATÉ DENTRO!"
Enquanto mamãe não conseguia evitar um:
"UHHHMMMMMMMMM"
Com essa última enfiada, o preto conseguiu empalar minha mãe por completo, e eu podia ver que a única coisa que aparecia era o pelo pubiano loiro da minha mãe, enroscado e contrastando com o pelo preto e crespo do preto.
Eles ficaram completamente parados enquanto o preto esticou as mãos até os peitos da minha mãe, que eu acaricio, e ele foi descendo as mãos até os quadris dela enquanto ela mantinha os olhos fechados.
O negão começou uns movimentos lentos de quadril enquanto segurava minha mãe pelos quadris, começou a foder ela devagar e os peitos dela começaram a tremer suavemente com as investidas lentas daquele preto que estava penetrando ela na sala de casa.
O negão se levantou um momento do sofá deixando minha mãe escarrapachada e pegou a câmera de vídeo, levou ela até minha mãe e agarrou as pernas dela colocando em cima dos ombros dele, fazendo com que a penetração fosse ainda mais funda.
Começou a gravar a buceta da minha mãe, imagino que ele gostava de ver como o pau dele entrava e saía da buceta dela uma e outra vez, num dado momento vi como ele tirou o pau completamente e empurrou de uma vez os quadris até o fundo, fazendo minha mãe dar um grito forte que dessa vez ela não conseguiu abafar apesar de estar mordendo os lábios.
"Sabe, garoto, enfiei na sua mãe até o talo, só tão pra fora minhas bolas balançando, hehe"
"Senhora, a senhora sabe que eu gosto de ouvir você falar umas coisinhas, olha pra câmera e diz que quer ele dentro"
Mamãe olhou pra câmera e disse
"Eu quero ele dentro"
"Não é assim, senhora, a senhora sabe fazer melhor, buceta"
Dito isso, o preto filho da puta começou a meter com toda força, como se tentasse enfiar as bolas também dentro da minha mãe, dessa vez os peitos dela balançavam rápido e os gemidos dela eram perfeitamente audíveis, ela olhou pra câmera e dessa vez disse.
"Tá bom, tá bom, filho da puta, eu quero ele dentro, quero tudo dentro, assim, assim, me fode, enfia até o fundo"
"Ha ha ha, muito bem, senhora, viu como quando quer a senhora faz direito?"
A verdade é que as palavras da minha mãe me deixaram perplexo e cheguei a duvidar se era por causa das ameaças daquele preto ou se pelo contrário ela realmente sentiu aquilo.
A força com que aquele negão metia fez com que meu Se minha mãe tivesse outro orgasmo alto e gostoso naquela noite, e como da vez anterior, ela começou a chorar pela humilhação daquele ato sexual. O negão largou minha mãe por um momento e sentou no sofá na minha frente, onde minha mãe tinha chupado ele antes, e de onde eu só via a cabeça dela subindo e descendo.
Quando ele sentou, mandou minha mãe sentar em cima dele, e dessa vez ela fez sem hesitar.
"Quero que você sente de costas pra mim, pra seu filho poder ver melhor dessa vez."
Minha mãe subiu em cima do negão e pegou aquela pica enorme com a mão, apontando pra buceta dela. Ela foi se agachando até sentir a ponta da pica na entrada da buceta. Dessa vez, mamãe estava de olhos abertos, me olhando, e eu não consegui desviar o olhar enquanto via ela começar a descer bem devagar. Mamãe devia estar indo tão devagar que o negão colocou as mãos enormes nos ombros dela e gritou:
"DESCEEEEE"
Ele apertou as mãos pra baixo, fazendo minha mãe sentar em cima dele, coxa com coxa, enfiando todo aquele membro até só as bolas ficarem pra fora da minha mãe.
Eu podia ver como minha mãe ficou parada, sentada em cima do negão, sem se mexer e sem parar de me olhar com aquele rabo enorme dentro dela até as bolas.
Em câmera lenta, o negão pegou a cintura da minha mãe e foi tirando a pica do fundo dela. A pica foi saindo devagar enquanto minha mãe subia, sentindo a buceta ficar livre aos poucos até sair completamente. Dessa vez, foi minha mãe que sentou de uma vez naquela vara, sentando de golpe e enfiando tudo de uma vez. O negão, com as mãos enormes segurando a cintura dela, começou a foder ela num ritmo frenético. Subia e descia, descia e subia, uma e outra vez. Mamãe gritava sem conseguir evitar ao sentir tudo aquilo dentro dela, e dessa vez os peitos dela subiam e desciam. No mesmo ritmo que a rola entrava e saía do fundo dela
"Ô moleque, me conta como balançam os peitos da sua mãe, porque daqui não tô conseguindo ver"
A cada vai e vem dos corpos, o pau preto ia entrando mais fundo até enfiar tudo de uma vez, repetidas vezes, na minha mãe, que parecia ter uma buceta sem fundo. Tentei fechar os olhos, mas os gemidos que escapavam da boca dela eram desesperadores e não me deixavam fugir daquela situação nojenta.
"Vira pra cá, dona, que quero chupar esses peitos"
Mamãe ia se levantar pra virar, mas o negão não deixou. O porco fez ela girar em torno do próprio eixo com o pau enfiado dentro dela, sem soltar nem por um segundo. Quando ela terminou de virar, ele levantou ela de novo. Dessa vez, da onde eu tava, via as costas e a bunda da minha mãe, e a rola do preto apontando pra buceta dela, que mais uma vez desceu naquela estaca.
Mamãe continuava subindo e descendo, agora de costas pra mim, enquanto eu ouvia o negão fazendo barulhinhos de sucção.
"GLUP, GLUP"
"Que peitos mais gostosos que sua mãe tem, moleque. Só falta gozar neles"
"Adoro sua xota, dona. Tenho que dizer que é uma das melhores que já comi"
Mamãe só continuou subindo e descendo.
"Vai, dona, não vai me responder nada?"
"Adoro sua rola, ummmm, é muito grande, ummmm"
Aquele preto se divertia humilhando a gente o tempo todo. Não bastava foder minha mãe, ele queria que ela agradecesse por estar sendo comida.
Ele agarrou a bunda da minha mãe e se levantou com ela no colo. Chegou perto de mim e começou a foder ela a um metro de distância. Os braços dele subiam e desciam ela cada vez mais rápido.
Encostou minha mãe na parede e, segurando ela no colo, continuou metendo com gosto. Agora eu só via o contraste horrível do corpo nu daquele preto cobrindo completamente o corpo branco e pequeno da minha mãe contra a parede. via o cu do preto se movendo pra frente e pra trás, penetrando até as entranhas da minha mãe.
Depois abaixou a mamãe e colocou ela no chão, deixando ela livre por um momento.
"Vamos parar uns segundos, senhora, que não quero gozar ainda, não sou um moleque e não conseguiria me recuperar uma terceira vez."
Deu um tapa na bunda da minha mãe e mandou ela sentar no tapete. Mamãe obedeceu sem reclamar. O preto começou a procurar entre os CDs até achar um.
"Pô, vocês têm um disco do Bob Marley? Achava que não gostavam de preto, hehehe."
Colocou o disco no aparelho de som e começou a ouvir.
Chegou perto da minha mãe e falou:
"Já te comeram o cu alguma vez?"
Mamãe não respondeu, então o preto deu um pequeno chute nela.
"Tô perguntando se já te deram no cu!"
"Sim, meu marido fez umas duas vezes."
Aquilo, tenho que admitir, me surpreendeu. Nunca pensei que meus pais praticassem esses tipos de putaria.
"Melhor pra você, assim não vai doer tanto quando eu te enrabar."
Aquelas palavras ainda ecoam nos meus ouvidos. Aquele filho da puta não tinha o suficiente, ainda queria enrabar minha mãe.
Ele foi pra cozinha e dessa vez demorou menos que antes.
"Você não tem muita coisa aqui, então só achei isso."
Trouxe um pote de creme de leite na mão. Ficou na frente da minha mãe e começou a passar creme na pica e nas bolas.
"Come a sobremesa, senhora."
"De novo, seu filho da puta?"
"Senhora, faço isso pro seu bem. Vou meter esse pauzão no seu cu. Quer que eu meta com a pica bem lubrificada ou prefere que enfie seco e sem dó?"
Diante disso, mamãe começou a chupar de novo a pica e as bolas dele. Deixou tudo bem babado e comeu todo o creme. Depois, o porco disse que também queria sobremesa, então passou creme nos peitos da mamãe e chupou tudo, deixando eles cheios de saliva.
"Fica de quatro no tapete, olhando pro seu filho."
Mamãe obedece e o preto fica atrás dela.
"Que bucetao... Sua mãe tem uns bongos, hahaha"
Começa a dar tapas na bunda da minha mãe cada vez mais forte no ritmo da música do Bob Marley, e ela dá uns gritinhos com cada tapa.
"Primeiro um dedinho, depois dois dedinhos, depois três dedinhos"
Enquanto ele fala isso, vejo minha mãe fazendo caretas de dor. O porco meteu os dedos no cu dela.
"Bom, vou meter a pica no seu cu de uma vez, porque não quero que a gente se atrase"
Ele coloca a cabeça da pica na entrada do cu da minha mãe e me olha sorrindo.
"Vou comer o cu da sua mãe, moleque, e tudo graças a você"
Ele agarra as nádegas da minha mãe e cospe no cu dela, aperta um pouco, depois mais um pouco. A cara da minha mãe mostra o esforço que ela tá fazendo pra enfiar aquele monstro lá dentro. Vejo ele apertar mais um pouco.
"PARA, FILHO DA PUTA, VAI RASGAR MEU CU"
"Não, senhora, não sou eu, isso é culpa do seu filho, então é ele o responsável por ter o cu rasgado"
"Tá preparada? 1... 2... e 3"
Quando chega no três, ele aperta a bunda da minha mãe com uma força brutal, enfiando tudo de uma vez. O grito da minha mãe é completamente dilacerante. Logo ele começa a se mexer no cu dela, e os gritos vão ficando mais calmos. O negão começa a bombar ritmicamente no cu da minha mãe, as estocadas são fortes, e os peitos dela balançam pra frente e pra trás de um jeito violento.
"Olha, senhora, já falei que seus peitos iam balançar de verdade quando eu te colocasse de quatro"
Mesmo com a música, consigo ouvir os ovos enormes dele batendo na bunda da minha mãe cada vez que ele enfia tudo no cu dela. Vejo ele tatear a buceta da minha mãe com as mãos enormes, metendo vários dedos lá dentro.
"Me peça pra rasgar seu cu, senhora"
Minha mãe se recusa a falar de novo, e o negão começa a bater com força na bunda dela. Cada vez ele usa mais força, até que minha mãe não aguenta e grita:
"Continua, filho da puta. Aaarg, não para, Arrebenta meu cu, rasga meu cu."
O negão se apoia mais pra frente, cobrindo minha mãe, e nessa posição pega os peitos dela com as mãos enormes e começa a apertar enquanto enfia no cu dela.
"Tô comendo ela igual uma puta, então late igual uma puta, late"
"AU, AU"
Minha mãe, que aquele filho da puta já não consegue mais humilhar, começa a latir sem parar igual uma puta.
"Hahaha, muito bem, uma putinha obediente"
O negão segurava minha mãe pelos peitos, e ela não conseguia se mexer nem se afastar daquele corpo que atravessava o cu dela sem parar. Os gritos da minha mãe voltaram, ficaram mais intensos, e ela começou a chorar de novo. O negão movia a cintura sem parar enquanto fazia caretas de deboche pra mim.
"Que cu, dona, que cu glorioso"
Minha mãe tinha o cabelo encharcado de suor. Aquela sessão de sexo tava destruindo ela por dentro e por fora.
O negão agarrou o cabelo da minha mãe como se fossem rédeas de um cavalo e, com a outra mão, começou a dar tapinhas leves no cu dela.
"Vamos, vamos, cavalinho"
Era isso que o negão dizia enquanto sentia o cu da minha mãe abrigando a ferramenta enorme dele uma e outra vez. Chegou a hora, ele agarrou minha mãe e, num movimento rápido, levantou ela do chão com o pau ainda enfiado no cu dela.
Mamãe era bem pequena e fácil de manusear pra aquele gorila, então, com o pau enterrado no cu dela, ele deu passos pequenos até ficar na minha altura.
"Olha aqui embaixo, moleque, olha"
Ele disse enquanto mexia os dedos que seguravam o cu da minha mãe, me fazendo olhar pra baixo e ver como o pau daquele gorila tinha desaparecido completamente. A única coisa que dava pra ver eram os ovos dele, então era óbvio que os intestinos da minha mãe estavam abrigando aquele pau sumido.
Ele baixou minha mãe no chão e fez ela apoiar as mãos nos meus joelhos. Assim, a cara dela ficava a uns 30 cm de mim.
"Fica nessa posição ou vou ficar puto", ele disse. negão na minha mãe
Depois ele se separou, puxando o pistolão de dentro da buceta da mamãe e ficou olhando pra bunda dela.
"Porra, garoto, olha como o cu da sua mãe ficou aberto, cabe um bonde aqui, haha"
"Bem, senhora, quero que me convide pra entrar no seu cu"
Mamãe abriu um pouco mais as pernas e rebolou a bunda como uma puta, sabendo o que aquele cara queria dela. O gorila ficou olhando, mas não se decidiu.
"Não é suficiente, quero que você olhe pro seu filho e diga o que quer"
Mamãe me olhou de novo e, sem piscar, me disse:
"Quero que esse negão meta no meu cu"
"Não ouvi, senhora"
"QUERO QUE ESSE NEGÃO ME FODA NO CU"
"Muito bem, mas isso não é um convite, preciso de algo mais, algo que dê vontade de voltar nessa casa, que não se diga, senhora, a senhora é uma boa anfitriã"
Mais uma vez, me olhando nos olhos, mamãe disse:
"Quero que você arrebente meu cu, pode arrebentar meu cu quando quiser, meu cu tá à sua disposição"
"Muito bem, senhora, é isso aí, assim sim"
O negão, que tinha pegado a câmera de vídeo de novo, deu um passo à frente, abriu as nádegas da mamãe e esfregou o pau no cu dela. O buraco do cu dela devia estar tão aberto que com um único empurrão ele meteu tudo pra dentro.
"Que close do caralho, garoto, vou te mandar uma cópia, olha como meu pau preto fica bonito entrando nessa bunda branca"
"Além de foder, sabe o que a gente preto faz muito bem, garoto? A gente tem muito ritmo"
Dito isso, o negão começou a sodomizar minha mãe no ritmo da música que tocava no quarto, com as mãos na cintura dela, se movendo pra frente e pra trás como se fosse uma dança, mas não tava dançando, tava enrabando minha mãe.
Os peitos da mamãe quase batiam na minha cara enquanto ela rebolava no ritmo da música, ou melhor, no ritmo do pau do gorila, que marcava o compasso no cu da minha mãe como a batuta de um maestro.
Pra frente, pra trás, pra frente, pra trás, pau Dentro, pau fora, peitos pra trás, peitos pra frente"
"Não aguento mais, não aguento mais" gritou o preto e empurrou mamãe pro chão, fazendo ela ficar de joelhos na frente dele de novo.
"Tenho que admitir, senhora, que é um prazer tê-la aos meus pés. Agora a senhora sabe o que os pretos sentiram por séculos."
O preto tentou enfiar o pau na boca de mamãe de novo, mas ela não abriu a boca.
"Sabe de uma coisa, senhora? Os pretos não têm porra, a gente tem chocolate, hahaha, e se prepare porque aí vem uma bela porção de chocolate pra senhora."
O preto agarrou a cabeça de mamãe com a mão esquerda enorme enquanto com a direita batia uma naquele pedaço de carne preta, apontou pro rosto de mamãe e gritou:
"Aí vem sua porção de chocolate!"
Aquele preto começou a descarregar o conteúdo dos ovos dele na cara da minha mãe. O preto puxou o cabelo dela, fazendo ela gritar, e aproveitando, seu porco, pra que um dos jatos caísse na boca da minha mãe, que tentou cuspir. Outro jato acertou o nariz dela, e mais dois na testa, nas bochechas e no rosto dela.
"Fiquei muito tempo esperando esse momento, então preparei um estoque pra senhora, haha."
Quando terminou de gozar na cara da minha mãe, ele se afastou e admirou a obra. Pegou a câmera de vídeo de novo e focou no rosto dela, que estava completamente coberto de porra. Encostou o pau na cara de mamãe e começou a esfregar ele todo no rosto dela, levando a porra até a boca de mamãe, que continuava fechada, enquanto ele gravava tudo.
Depois pegou a roupa do chão enquanto minha mãe continuava imóvel, com a cara cheia de porra e o corpo suado.
Ele se vestiu e disse pra gente:
"São 5 da manhã. Como o tempo passa quando a gente se diverte, né?"
"Espero que essa lição tenha servido pra vocês. Eu, com certeza, adorei dar essa aula de urbanidade e boas maneiras. Se eu fosse a senhora, limpava essa cara. Não sei se seu marido ia gostar de chegar em casa e encontrar a esposa assim. nua com a cara cheia de porra, agora vou embora, claro, se falarem alguma coisa sobre isso, vou garantir que essa noite maravilhosa vire o vídeo mais visto da internet"
Ele vazou de casa e nos deixou lá, mamãe limpou a cara e me soltou sem falar nada, falei que a gente tinha que denunciar ele e comecei a ligar pra polícia, mamãe me deu um tapa e me fez desligar o telefone, foi a primeira vez que ela botou a mão em mim.
"Não vamos denunciar nada, isso não aconteceu"
"Mas mãe?"
"Sem mas, acho que já paguei bastante por você, então agora você vai fazer o que eu mandar."
Mamãe foi tomar banho e depois fomos pra cama, quando acordamos agimos como se o que aconteceu tivesse sido só um pesadelo, já tinham passado vários dias e eu quase tinha esquecido o ocorrido quando chegou um pacote em casa que dizia.
"ONDE VOCÊ VAI COM TANTA PRESA, MULEQUE?"
"E o que você tem a ver com isso, seu bosta? Não tá vendo que não tem faixa de pedestre?" respondi.
A verdade é que ele tinha razão, já que estava atravessando a rua quando eu virei para entrar, mas me enchia o saco um preto vir me tirar. Minha mãe disse pra gente seguir em frente, então continuei até o final da rua, onde ficava nosso prédio.
Estacionei e começamos a tirar as sacolas do porta-malas quando ouvi uma voz atrás de mim.
"Olha só, não vai com tanta pressa pela vida, muleque."
Quando me virei, vi o preto que quase atropelei. Aí fiquei puto e respondi:
"Vaza daqui, vai."
Ele respondeu:
"Como assim 'vaza daqui'? Pelo menos podia pedir desculpas, a culpa foi sua."
Aí eu perdi a paciência de vez.
"Pedir desculpas? O que vou te dar são dois tapas, seu preto de merda. O que você tinha que fazer é voltar pro seu país, que lá com certeza vocês ainda andam a cavalo."
Aí começou uma discussão de boca que quase virou briga. Aquele preto devia ter uns 2 metros, mas era um cara de uns 50 anos, e eu não ia deixar um preto idiota da idade do meu pai vir me tirar. Quase dei dois tapas nele, se não fosse pela minha mãe, que pediu pra gente entrar em casa.
O preto ainda teve tempo de falar:
"Olha, muleque, não vem de tiração não, que eu sei onde você mora."
E ainda por cima o preto se dava ao luxo. de me ameaçar, minha mãe tinha se posto na frente da porta do prédio e não me deixou sair pra quebrar a cara daquele babaca que já tava indo embora rua abaixo, fiquei a tarde toda bem nervoso pensando em encontrar aquele cara de novo e encher ele de porrada.
Os dias passaram e eu já tinha esquecido do incidente quando um dia, ao sair de casa e pegar o carro pra buscar uns amigos, me pareceu ver o preto na frente do prédio sentado num banco. Quando voltei, não tinha ninguém, e os dias foram passando sem eu ver ele de novo, então esqueci completamente daquele cara. Devia ter passado mais de 20 dias daquele incidente, era quarta-feira à noite e umas 22:00 meu pai foi trabalhar. Ele trabalhava de noite como vigilante de segurança, assim como minha mãe, que também trabalhava de noite como enfermeira no mesmo hospital onde meu pai é vigilante. Minha mãe não trabalhava às quartas porque era o dia de folga dela. Uns 15 minutos depois do meu pai ter saído, tocaram a campainha. Pensei que fosse ele, mas estranhei que, se tivesse esquecido as chaves de casa e voltasse pra pegá-las, não teria ligado no interfone pra eu jogar pela janela. Olhei pelo olho mágico e não vi ninguém.
Minha mãe estava na cozinha e perguntou:
"Quem é, filho?"
"Algum babaca brincando, porque não tem ninguém."
Pouco depois de me sentar, tocaram a campainha de novo. Levantei e dessa vez também não tinha ninguém na porta. Já tava começando a me irritar quando, antes de chegar no sofá, tocaram a campainha de novo. Dessa vez abri a porta sem olhar e também não tinha ninguém. Fui até a escada e, antes de chegar no elevador, vi uma sombra aparecendo por trás da parede, do lado da escada. Não deu tempo de ver mais nada porque senti uma pancada na cara que me jogou de costas no chão.
Ainda tava doendo a porrada na cara quando senti um chute no estômago e depois alguém me arrastando pelos braços até... Na porta da minha casa, consegui ver que era aquele preto filho da puta que tinha me batido, ele tava com uma mochila nas costas e me puxou pra dentro de casa e fechou a porta.
Ele me deu outro chute na barriga e largou a mochila no chão, tirou uma faca bem grande de dentro dela. Minha mãe perguntou de novo da cozinha quem era, e o preto, sabendo onde ela tava, entrou na cozinha com a faca. Eu ouvi minha mãe gritar lá de dentro:
"AAHHH, o que você tá fazendo aqui? O que você quer?"
O preto empurrou minha mãe pra fora, ela era uma boneca nas mãos dele. Aquele preto de dois metros parecia mais velho que minha mãe, mas era muito mais alto que ela, e não custou nada pra ele tirar minha mãe da cozinha.
Com a faca na mão, ele mandou minha mãe pegar a fita isolante da mochila que tava no chão e usar pra me amarrar numa cadeira. Minha mãe perguntou de novo, entre soluços, o que ele queria, mas o preto não respondeu. Só balançou a faca na frente dela, e ela entendeu na hora. Entre lágrimas, ela me ajudou a levantar do chão e me levou pra sala. Ainda dolorido e sangrando pelo nariz por causa das porradas, minha mãe me ajudou a sentar numa das cadeiras da mesa de jantar. Depois, ela passou a fita nas minhas mãos e pernas, grudando nos braços e pernas da cadeira.
"Na boca também, porque seu filho tem a boca grande pra caralho", o preto falou pra minha mãe.
Mamãe obedeceu, e então o preto chegou perto de mim pra ver se eu tava bem amarrado e amordaçado. Vendo que eu já tava completamente imóvel, ele largou a faca na mesinha da sala, sabendo que não precisava se preocupar com minha mãe, porque fisicamente ela não era páreo pra ele e ele não tinha medo nenhum dela enfrentar ele.
Minha mãe, soluçando, começou a implorar:
"Pelo amor de Deus, nos deixa em paz. Se você quer dinheiro, a gente pode te dar o que tem. Leva o que quiser. Desculpa meu filho pelo que aconteceu outro dia. dia, mas não nos machuque."
"Sente-se e cale a boca, senhora", o preto disse pra minha mãe com um olhar que gelava o sangue.
Minha mãe obedeceu e sentou no sofá.
"Olha, senhora, não quero seu dinheiro, vim ensinar um pouco de educação pra vocês. Seu filho é um putinho malcriado, como me mostrou outro dia, e não sabe o que é respeito. Sou muito mais velho que ele e ele me tratou com uma falta de respeito total outro dia, quase me atropelou e ainda por cima quis que eu pedisse desculpas. Sem falar que seu filho é um racista de merda, me chamando de preto de merda, como se por ser preto eu não tivesse nem direito de atravessar a rua nesse país sem que um pivete safado me atropele. Por outro lado, grande parte da culpa é sua, por não ter educado ele direito. Então vou dar uma lição nos dois."
Minha mãe tava completamente apavorada no sofá, sem saber o que fazer. A única coisa que conseguiu dizer é que meu pai tava chegando, e o cara respondeu:
"Não se incomode, senhora. Tô observando vocês há vários dias. Sei perfeitamente que seu marido trabalha à noite e não volta antes das 6 da manhã, assim como sabia que a senhora folga às quartas. Não sou nenhum idiota igual seu filho acha que todo mundo da minha cor é."
O preto voltou a pegar a mochila dele, tirou do chão e colocou na mesa da sala. De lá, tirou uma câmera de vídeo, ligou e começou a gravar eu e minha mãe.
Minha mãe parece que criou coragem e se atreveu a ameaçar ele:
"Se não sair da minha casa agora, vou chamar a polícia. Se for embora agora, prometo que não vamos falar nada disso."
O preto começou a rir:
"Kkkk, não se preocupe, senhora, vocês não vão falar nada disso. Disso eu cuido, fique tranquila."
O preto continuou gravando com a câmera e mandou minha mãe levantar do sofá e afastar a mesinha da sala pra abrir espaço entre os dois. sofás e o tapete, minha mãe obedeceu sem saber o que aquele preto pretendia.
"Agora tire a roupa, senhora"
Aquelas palavras me surpreenderam, olhei pra minha mãe e vi que ela tinha se surpreendido ainda mais que eu.
"Que isso, maluco? Não vou me despir, esquece"
O preto se aproximou da minha mãe, que estava usando um roupão de andar pela casa. Minha mãe tinha uns 1,65 e parecia uma boneca do lado daquele cara. O preto esticou a mão e agarrou o cinto do roupão da minha mãe com uma mão, enquanto com a outra continuava gravando. Deu um puxão forte e tirou o cinto do roupão, fazendo ela cambalear pra frente com o tranco. O roupão sem cinto se abriu, e antes que aparecesse alguma coisa, mamãe agarrou os dois lados do roupão com as mãos e cruzou, evitando que aquele preto visse qualquer coisa.
O preto nem se abalou. Foi até a mesa da sala e pegou a faca. Chegou perto da minha mãe de novo e disse, sem se alterar:
"Pelo bem ou pelo mal?"
Tinha algo no tom de voz daquele homem que fez eu e minha mãe entendermos que aquele sujeito não hesitaria em usar a faca. Apesar da calma aparente, ou justamente por causa da calma com que agia e falava com minha mãe, sabíamos que aquele preto era um cara perigoso.
Minha mãe começou a chorar de novo, mas como era de se esperar, o preto não mostrou nenhum sinal de fraqueza. Balançou a faca de novo, igual tinha feito quando mandou minha mãe me amarrar na cadeira da sala, e igual naquela vez, minha mãe entendeu na hora. Mamãe jogou o roupão pra trás pelos ombros e deixou cair no chão. Por baixo do roupão, ela estava usando um conjunto de lingerie bem normal, uma calcinha e um sutiã branco, que aquele preto tratou de filmar com a câmera.
"Agora o sutiã, senhora"
O choro da minha mãe ficou ainda mais desesperado, e ela se recusou a obedecer de novo. então o negão se aproximou da minha mãe, eu temi o pior e tentei me soltar, mas estava muito bem amarrado e era impossível me mexer, no máximo o que eu conseguia era mover a cadeira alguns centímetros. o negão enfiou a faca entre o ombro e a alça do sutiã da minha mãe, ela olhava aterrorizada e com um único movimento da faca ele cortou a alça esquerda do sutiã dela, depois fez exatamente o mesmo com a direita, fazendo com que o sutiã tivesse caído no chão se não fosse porque minha mãe segurava as taças do sutiã com as duas mãos.
o negão agora enfiou a faca entre a calcinha da minha mãe e seus quadris e, sorrindo, fez de novo um movimento com a faca afiada cortando a lateral da calcinha dela, fazendo com que ela deslizasse pelos joelhos até os tornozelos.
com um movimento rápido, minha mãe abaixou a mão direita para tampar a buceta enquanto a outra mão deixava cobrindo os peitos, fazendo com que assim ainda se sentisse coberta diante daquele cara.
o negão aproximou a ponta da faca do pescoço da minha mãe e novamente, de forma bem calma, disse pra ela:
"já chega de brincadeira, senhora, levante as mãos"
minha mãe ainda manteve a posição até sentir que a ponta da faca do negão fazia um pouco mais de pressão no pescoço dela, isso foi o suficiente e, completamente aterrorizada, minha mãe levantou as mãos pro alto como se estivessem apontando uma arma pra ela, o sutiã dessa vez caiu no chão junto com a calcinha e minha mãe ficou completamente nua diante daquele cara que estava na frente dela a poucos centímetros.
o negão deu uns passos pra trás pra poder gravar com a câmera o corpo nu da minha mãe por completo, minha mãe tremia de medo, tinha a pele arrepiada, a pele dela era muito branca e dava pra ver da minha posição que ela estava apavorada, mamãe tinha um corpo normal pros seus 42 anos, os peitos dela eram de um tamanho normal e estavam meio caídos, a buceta dela estava um pouco Arrumado, mas tinha bastante cabelo loiro. Dava pra ver perfeitamente as lágrimas da minha mãe caindo dos olhos dela até os peitos.
"É engraçado o movimento que suas tetas fazem enquanto a senhora treme, e vejo que seus bicos estão duros. A senhora deve ser daquelas que gosta de ficar de quatro."
"É por causa do frio, seu filho da puta", respondeu minha mãe.
"Mas que gênio a senhora tem, não te insultei. Percebe como precisa de umas aulas de educação? Não se preocupe, já vai ver como suas tetas vão balançar quando eu te colocar de quatro, e te garanto que não vai ser por causa do frio."
O negro pediu pra minha mãe dar umas voltas em si mesma. Aproveitou pra largar a faca de novo na mesa, e quando minha mãe tava de costas pra ele, aquele negro deu um tapa na bunda dela. Ela se virou na hora e gritou:
"NÃO SE ATREVA A ME TOCAR, NEGRO FILHO DA PUTA!"
"Olha só a gatinha, já vi de quem o seu filho puxou. Acho que vou me divertir pra caralho com a senhora."
Ele pegou a faca de novo e, pra nossa surpresa, saiu da sala e foi pra cozinha. Minha mãe, nua, se aproximou de mim e tentou me soltar, mas era impossível sem nada pra cortar a fita que ele tinha usado pra me amarrar. O negro demorou só uns segundos pra voltar com um pepino e uma cerveja. Quando viu minha mãe, mandou ela voltar pro lugar, e ela obedeceu sem reclamar. Depois, largou a faca de novo na mesa junto com o pepino e a cerveja, colocou a câmera numa estante da sala apontando pro centro, onde ele e minha mãe estavam, mas antes me filmou de novo por uns segundos. Aí pegou o pepino e disse pra minha mãe:
"Espero que a senhora não se importe de eu ter pego isso da sua cozinha."
Mamãe não respondeu. O negro pediu pra ela se virar de novo, mas dessa vez ela não obedeceu, então ele deu um tapa leve nela. Não usou quase força, mas foi o suficiente pra fazer ela entender. Minha mãe que ia fazer o que ele queria, na boa ou na ruim, então ela virou de novo. O negão a colocou de um jeito que ela ficasse de frente pra mim, e ele ficou atrás dela, olhando pra bunda da minha mãe.
"Moleque, não adivinha quem vai comer a bunda da sua mãe?" falou o negão, virando pra mim.
"Nem pense nisso..." minha mãe disse, sem terminar a frase. Vejo ela mudar a expressão do rosto e se inclinar um pouco pra frente, como se o negão tivesse empurrando ela suavemente por trás. Vejo ele se ajoelhar na frente dela e, mesmo não podendo ver da minha posição, sei exatamente o que tá rolando. Minha mãe fecha os olhos e começa a chorar de novo. Entendo que aquele filho da puta tá comendo a bunda dela. Não sei quanto tempo passou, mas logo vejo a mão do negão começar a apalpar a buceta da minha mãe por trás até enfiar um dedo. Dá pra ver o corpo dela começar a se tensionar, e eu tento gritar e me soltar da cadeira de novo, mas não consigo nada.
Logo vejo o negão aproximar o pepino que ele pegou na cozinha da buceta da minha mãe. Sei exatamente o que aquele porco quer:
"Gosta de salada de pepino?" ele pergunta pra minha mãe.
Mamãe abre os olhos, que tão cheios de lágrimas, sem entender as palavras do negão até olhar pra boceta dela e ver a ponta do pepino começando a forçar pra entrar na buceta dela.
Mamãe tenta se jogar pra frente, mas ouço um "tapa" e ela solta um gritinho enquanto o negão fala:
"Quieta, senhora."
Deduzo que ele deu um tapa na bunda da minha mãe, e ela fica imóvel de novo, deixando ele fazer o que quiser.
Da minha posição, vejo o pepino entrando devagar na buceta da minha mãe enquanto o corpo dela vai se tensionando cada vez mais, até ele enfiar o pepino até o fundo da boceta dela. Depois, ele começa a mexer o pepino. Círculos, consigo ver minha mãe de novo com os olhos fechados, com uma expressão estranha no rosto, o corpo dela se movendo como por inércia no ritmo dos movimentos lentos que o preto faz com o pepino dentro da buceta dela, mamãe morde os lábios e de repente eu ouço ela gritar.
"Aghhhhhh, porco"
Aquele grito não tinha sido como os anteriores, não tinha sido de dor, mas de prazer, o filho da puta obrigou minha mãe a ter um orgasmo na frente dele e mamãe, completamente envergonhada, se deixa cair de joelhos no chão com o pepino ainda enfiado na buceta dela.
O preto se levanta e começa a rir
"Haha, parece que a senhora gosta mesmo de salada de pepino"
Mamãe, chorando, pede pra ele deixar a gente em paz e vazar de uma vez agora que conseguiu o que queria, nos humilhando, mas o porco começa a rir de novo.
"Hahaha, mas a gente acabou de começar, como é que vou embora agora?"
Com essas palavras, mamãe para de chorar, começa a perceber que vai ser o brinquedo daquele homem pelo tempo que ele quiser, mamãe tira o pepino que ainda estava enfiado na buceta dela e joga no chão.
O preto, nem aí, tira o moletom que estava vestindo, depois tira a camiseta e a calça e joga pra mim enquanto fala
"Moleque, guarda minha roupa pra mim, por favor"
Ele ficou de cueca na frente da minha mãe, parecia um armário, era um cara de certa idade mas não era gordo, era preto como carvão e a altura dele fazia ele parecer um gorila enorme.
"Vamos, senhora, tira a minha cueca"
Mamãe já sabia que não adiantava implorar nem chorar, então se aproximou, ficando de joelhos na frente dele, meus pulsos doíam de tanto tentar me soltar sem conseguir nada.
Mamãe esticou os braços até pegar as bordas da cueca do preto e puxou pra baixo até deixar nos joelhos dele, eu pude ver a cara da mamãe, como se estivesse vendo um monstro, não demorei pra entender. que quando ele baixou a cueca daquele cara, o pau dele ficou na frente dos olhos da minha mãe e, mesmo mole, era um pau enorme. Eu só tinha visto algo parecido em filmes, e pela cara da minha mãe, tava claro que ela também não.
"Puxa, que cara de susto, senhora. Nunca viu uma ferramenta como a minha, né?"
Minha mãe não respondeu e baixou a cabeça, olhando pro chão.
"Dá minha cueca pro seu filho guardar pra mim."
Igual o preto tinha feito, minha mãe pegou a cueca e jogou pra mim, caindo aos meus pés.
Vejo o preto pegar uma das mãos da minha mãe e colocar em cima do pau dele. Ela tenta tirar, mas ele segura por cima, deixando a mão dela em contato com o pau dele — um pau preto cheio de veias enormes que me dá vontade de vomitar só de olhar.
O preto começa a se masturbar com a mão da minha mãe, que continua olhando fixo pro chão enquanto novas lágrimas começam a cair pelo rosto dela até o chão. O preto não para de me encarar até que me diz:
"Moleque, cê também nunca viu um pau igual ao meu, viu?"
"Agora a senhora sozinha."
O preto solta a mão dele da da minha mãe, e agora é só ela que masturba aquele bastardo. Minha mãe continua com o olhar preso no chão, mas como uma robô, a mão dela vai pra frente e pra trás, puxando a pele do pau daquele preto pra trás e pra frente enquanto ele vai crescendo a cada momento na mão dela.
"Moleque, tenho que te dizer que sua mãe faz umas punhetas boas, hehe."
"Olha o que a senhora conseguiu, isso é por sua causa", ele diz pra minha mãe enquanto apoia a palma da mão no queixo dela e a obriga a olhar pra frente. Mamãe se surpreende de novo ao ver o pau daquele porco, que dessa vez aponta direto pra cara dela. Duro como pedra, formando um ângulo reto, com a ponta a poucos centímetros do rosto dela.
"Que cano de carne, hein? Senhora?"
"Vaza de uma vez, já foi longe demais, vai acabar se metendo numa enrascada" — disse minha mãe mais uma vez, tentando dar um fim naquilo, mas sem sucesso.
"Vamos, chupa logo"
Mamãe não se mexe, então o negão pega minha mãe pela cabeça com a mão direita e puxa ela até a vara dele. Mamãe não abre a boca, então o negão esfrega a pica toda na cara dela, passa ela por cima do rosto, a ponta da pica daquele filho da puta chega até a testa da minha mãe. Mamãe continua desobedecendo, então o negão pega a pica dele e começa a dar tapas na cara da minha mãe com ela.
"Menina má, come toda a comida senão vou ficar puto"
Mamãe insiste em não meter a pica na boca, então o negão se irrita, pega a faca de novo com uma mão enquanto fode a câmera com a outra, e aproxima a faca do rosto da minha mãe.
"Ou você chupa minha pica ou eu rasgo seu pescoço"
Pela primeira vez, o negão expressa a violência dele de forma verbal, sem deixar dúvidas. Dessa vez, mamãe não resiste mais e eu vejo ela pegar a pica do negão pela base e puxar pra perto. Um enjoo me vem quando vejo minha mãe deslizar os lábios pela pica daquele negão.
Minha mãe passa a língua na ponta da pica daquele filho da puta enquanto ele grava tudo em close.
"Agora as bolas, senhora"
Mamãe chupa as bolas pretas e peludas dele, são grandes que nem a pica. Primeiro ela mete uma na boca, depois a outra. Mamãe começa a masturbar ele com força, como se quisesse que aquilo acabasse logo, mas o negão pede calma.
"Mais devagar, senhora, e fala olhando pra câmera o que você tá fazendo"
Mamãe continua no que tá fazendo até ver o negão aproximar a faca do pescoço dela de novo, e com a pica na mão perto da cara, ela não tem escolha senão olhar pra câmera e dizer:
"Tô chupando uma pica"
"Muito bem, senhora, mas fala a cor da pica"
"Tô chupando uma pica negra"
"Isso mesmo, muito bem, ouviu, garoto, sua mãe tá falando que tá chupando uma pica preta, haha"
"Diz pra câmera o quanto você gosta dessa pica preta enorme"
O preto move a faca de novo e mamãe obedece
"Adoro chupar essa pica preta enorme"
"Hahaha, que situação, garoto, com o tanto que você gosta de negros e olha como sua mãe se diverte chupando uma pica preta"
"Agora, senhora, coloca minha pica na boca bem devagar e olhando pra câmera"
Minha mãe, bem devagar e olhando pra câmera, foi engolindo aquela pica aos poucos até conseguir engolir quase metade daquele pedaço de carne, pra meu espanto e nojo, que eu teria vomitado ao ver como aquela pica entrava na boca da minha mãe se não fosse porque minha boca estava fechada pela fita.
O preto tirou a pica da boca da minha mãe, pegou a cerveja que tinha trazido da cozinha e sentou no sofá na minha frente.
"O que a senhora tá fazendo aí, sentei porque tava cansado de ficar em pé, vem aqui e continua no que tava fazendo"
Mamãe se aproximou do preto de novo, ficando ajoelhada entre as pernas dele. Da minha posição, eu não conseguia ver a pica do preto porque minha mãe tava ajoelhada na frente, e a única coisa que eu via era a cabeça, as costas e a bunda da minha mãe.
Vi minha mãe estender uma mão pra segurar a pica e começar uma nova punheta. A pica era tão grande que minha mãe precisou das duas mãos e mesmo assim não cobria a pica toda do preto, que curtia uma punheta de duas mãos feita pela minha própria mãe.
"Beija minha pica, senhora"
Não consegui ver, mas pelo movimento que a cabeça da minha mãe fez, imaginei que ela tinha beijado a ponta da pica daquele cara. Depois ele deu um gole na cerveja e largou no sofá enquanto, com a mão livre, levava a cabeça da minha mãe até a pica e a forçava a descer. Da minha posição, a única coisa que eu via era a bunda empinada da mamãe e a cabeça dela subindo e descendo, chupando a pica daquele homem no ritmo que o preto marcava com a mão. Mão na cabeça da mamãe.
"Cara, adoro a hospitalidade dos brancos, uma cerveja e um boquete gostoso, hahaha" ele disse de novo, olhando pra mim.
"Desculpa, que sem noção que sou, daí onde você está não dá pra ver como sua mãe tá chupando minha pica, vou te contando pra você não ficar na vontade de saber."
"Sua mãe tá devorando minha pica, cara, agora tá lambendo e beijando minhas bolas igual uma gatinha, se eu colocar a pica na cara dela chega na testa, porra, sua mãe é foda, cara, cada vez engole com mais vontade."
O preto se levantou e foi pra outro sofá pra que dessa vez eu pudesse ver perfeitamente tudo que acontecia, a língua da minha mãe saboreava as bolas daquele porco como se realmente gostasse de fazer aquilo, mamãe chupava, engolia, lambia e mordiscava aquela pica igual uma puta.
"Muito bem, senhora, tá melhorando bastante, agora vou ensinar como fazer um garganta profunda."
Minha mãe não sabia do que ele tava falando, mas não demorou pra descobrir, ela tava chupando a pica do preto quando ele apoiou as duas mãos na cabeça da mamãe e empurrou com força pra baixo, mamãe tentou se afastar apoiando as mãos nas coxas daquele preto, mas não conseguiu, começou a ter ânsia enquanto o preto continuava empurrando a cabeça da minha mãe pra baixo até que o pelo pubiano dele roçou no nariz dela, ficou ali uns segundos e depois soltou, mamãe se jogou pra trás e começou a tossir porque tinha quase se afogado com aquela pica.
"Muito bem, senhora, chegou perto."
Mamãe não parava de tossir e o preto disse pra ela:
"Fica tranquila, senhora, que agora vou dar um pouco de leite pra clarear sua garganta."
Mamãe entendeu o que o preto queria dizer com aquilo e tentou pegar a faca, mas ele foi mais rápido e afastou mamãe com um tapa.
"Fica calma, senhora, vou gozar e quero que engula todo meu leite, se fizer isso igual uma boa puta, prometo que tudo vai acabar."
Eu comecei a protestar de novo, mas não Tinha como gritar, pra minha surpresa a idiota da minha mãe parecia ter acreditado no que o preto falou e voltou a se ajoelhar aos pés dele, aperta a mão dela em volta da pica do preto enquanto com a outra segura as bolas dele, começa a bater uma pra ele rapidinho enquanto chupa a ponta da pica, mama chupa a pica dele enquanto bate uma com uma mão e usa a outra pra massagear as bolas dele feito uma puta de primeira, mama parece convencida de que tudo vai acabar com aquilo e se esforça ao máximo pra minha tristeza e repulsa, o preto não perde nada e grava a cena toda, solta a faca e começa a mover a cabeça da minha mãe feito louca na direção da pica dele, de repente o corpo enorme daquele preto fica tenso, se adianta e tira a pica da boca da minha mãe enquanto ele mesmo começa a bater uma, na hora solta o primeiro jato de porra que acerta o céu da boca da minha mãe, mama crava as unhas no cu do preto puxando ele pra perto, enfiando aquela pica na boca dela o máximo que consegue.
Volto a ter ânsia imaginando que a porra daquele preto tá descendo pela garganta da minha mãe, parece que mama tá quase se engasgando e não consegue evitar tirar toda aquela carne de boca enquanto a pica continua cuspindo, dessa vez os jatos acertam os peitos e o pescoço da minha mãe, enquanto o preto continua apontando a câmera e a pica dele pra minha mãe sem perder nenhum detalhe da gozada que tava jogando nela.
Quando terminou o preto ficou sentado no sofá bufando e minha mãe de joelhos na frente dele com os peitos e o pescoço manchados de porra.
O preto dá o roupão pra ela e manda ela se limpar com ele, depois de se limpar mama vai vestir o roupão mas o preto dá mais um gole na cerveja dele e fala
"Senhora, quem disse que a senhora pode se vestir?"
"Mas você disse…"
"O que eu disse?"
"Você sabe"
"Mas quero ouvir a senhora dizer"
"Você disse que se eu engolisse toda a sua gozada isso acabaria"
"Muito bem, é isso aí mas não engoliu toda minha gozada, limpou as tetas e o pescoço com meu leite, então acho que não terminou"
Completamente destruída, mamãe começou a chorar de novo
"O que mais você quer, filho da puta?"
Eu sabia muito bem que aquele preto não tinha terminado e que nunca ia nos deixar ali sem antes ter fodido minha mãe.
Ele colocou a câmera de vídeo de volta na estante e pediu pra minha mãe sentar no sofá e abrir as pernas. Mamãe sentou, mas não abriu as pernas, então o preto agarrou um dos mamilos dela e apertou com força, fazendo minha mãe abrir as pernas na hora.
"Bom, garoto, me deseja sorte que vou entrar numa selva, hahaha"
Terminou a frase e enfiou a cabeça entre as pernas da minha mãe, começando a chupar a buceta dela.
"Filho da puta, me deixa" — disse minha mãe, sem ousar fazer mais nada, já que o preto com a cabeça entre as pernas dela ainda segurava a faca na mão direita.
"Isso é pro seu bem, senhora, tem que preparar o caminho antes de meter a tuneladora"
Mamãe não pareceu entender direito aquela frase, mas eu sim, ele estava preparando a buceta dela pro que viria depois. Mamãe não parava de se mexer e até levava as mãos à boca, tentando abafar os gemidos que aquele porco fazia ela sentir com as lambidas. De vez em quando, ele tirava a cabeça e aproveitava pra enfiar um ou dois dedos na buceta da minha mãe. Deve ter lambido o cú da mamãe por uns cinco minutos até tirar a cabeça de entre as pernas dela.
Mamãe estava deitada de costas no sofá e, embora o preto estivesse de joelhos, o pau dele ficava na altura da buceta dela por causa da altura dele. O preto largou a faca no chão, colocou as mãos por baixo da bunda da mamãe, agarrou ela e puxou pra perto dele. Ele se colocou entre as pernas da minha mãe e começou a se masturbar. Em poucos segundos, já estava pronto de novo com aquele pau preto enorme e duro apontando pra buceta da minha Mãe, pra idade dela, se recuperava rápido, acho que em parte por saber que ia foder uma mulher branca com o filho dela olhando.
Quando a pica ficou dura, ele colocou na barriga da minha mãe. A pica daquele cara chegava acima do umbigo dela. Quando mamãe percebeu o que ia rolar, falou pro preto:
"Por favor, tira meu filho daqui, não quero que ele veja mais nada."
"Mas dona, se isso é pelo seu filho, faz parte da lição. Ele tem que ver tudo pra aprender a valorizar os negros e esquecer esse racismo."
O preto colocou a cabeça da pica entre os lábios da buceta da minha mãe e começou a passar devagar por eles, esfregando a pica dura nas partes dela. Ele apoiou as mãos nos quadris dela e me olhou sorrindo enquanto ia fazendo pressão aos poucos, até sumir completamente a ponta da pica na buceta da mamãe, que fechou os olhos de repente com o que tava recebendo. Sem tirar os olhos de mim, o preto foi enfiando a pica centímetro por centímetro na buceta da mamãe, com calma.
"Caralho, que bucetinha apertada e quente que sua mãe tem, garoto. Com certeza seu pai tem uma pica pequena, por isso a mamãe tem a buceta tão apertadinha."
Enquanto o preto sentia as paredes da buceta da mamãe apertando o pau dele, ela sentia aquela barra de aço entrando dentro dela. A cara da mamãe era um poema difícil de descrever.
"Olha aqui, garoto, você vai ver a espada entrando na bainha até o cabo."
Quando terminou de falar isso, deu uma última estocada com a bunda e gritou:
"ATÉ DENTRO!"
Enquanto mamãe não conseguia evitar um:
"UHHHMMMMMMMMM"
Com essa última enfiada, o preto conseguiu empalar minha mãe por completo, e eu podia ver que a única coisa que aparecia era o pelo pubiano loiro da minha mãe, enroscado e contrastando com o pelo preto e crespo do preto.
Eles ficaram completamente parados enquanto o preto esticou as mãos até os peitos da minha mãe, que eu acaricio, e ele foi descendo as mãos até os quadris dela enquanto ela mantinha os olhos fechados.
O negão começou uns movimentos lentos de quadril enquanto segurava minha mãe pelos quadris, começou a foder ela devagar e os peitos dela começaram a tremer suavemente com as investidas lentas daquele preto que estava penetrando ela na sala de casa.
O negão se levantou um momento do sofá deixando minha mãe escarrapachada e pegou a câmera de vídeo, levou ela até minha mãe e agarrou as pernas dela colocando em cima dos ombros dele, fazendo com que a penetração fosse ainda mais funda.
Começou a gravar a buceta da minha mãe, imagino que ele gostava de ver como o pau dele entrava e saía da buceta dela uma e outra vez, num dado momento vi como ele tirou o pau completamente e empurrou de uma vez os quadris até o fundo, fazendo minha mãe dar um grito forte que dessa vez ela não conseguiu abafar apesar de estar mordendo os lábios.
"Sabe, garoto, enfiei na sua mãe até o talo, só tão pra fora minhas bolas balançando, hehe"
"Senhora, a senhora sabe que eu gosto de ouvir você falar umas coisinhas, olha pra câmera e diz que quer ele dentro"
Mamãe olhou pra câmera e disse
"Eu quero ele dentro"
"Não é assim, senhora, a senhora sabe fazer melhor, buceta"
Dito isso, o preto filho da puta começou a meter com toda força, como se tentasse enfiar as bolas também dentro da minha mãe, dessa vez os peitos dela balançavam rápido e os gemidos dela eram perfeitamente audíveis, ela olhou pra câmera e dessa vez disse.
"Tá bom, tá bom, filho da puta, eu quero ele dentro, quero tudo dentro, assim, assim, me fode, enfia até o fundo"
"Ha ha ha, muito bem, senhora, viu como quando quer a senhora faz direito?"
A verdade é que as palavras da minha mãe me deixaram perplexo e cheguei a duvidar se era por causa das ameaças daquele preto ou se pelo contrário ela realmente sentiu aquilo.
A força com que aquele negão metia fez com que meu Se minha mãe tivesse outro orgasmo alto e gostoso naquela noite, e como da vez anterior, ela começou a chorar pela humilhação daquele ato sexual. O negão largou minha mãe por um momento e sentou no sofá na minha frente, onde minha mãe tinha chupado ele antes, e de onde eu só via a cabeça dela subindo e descendo.
Quando ele sentou, mandou minha mãe sentar em cima dele, e dessa vez ela fez sem hesitar.
"Quero que você sente de costas pra mim, pra seu filho poder ver melhor dessa vez."
Minha mãe subiu em cima do negão e pegou aquela pica enorme com a mão, apontando pra buceta dela. Ela foi se agachando até sentir a ponta da pica na entrada da buceta. Dessa vez, mamãe estava de olhos abertos, me olhando, e eu não consegui desviar o olhar enquanto via ela começar a descer bem devagar. Mamãe devia estar indo tão devagar que o negão colocou as mãos enormes nos ombros dela e gritou:
"DESCEEEEE"
Ele apertou as mãos pra baixo, fazendo minha mãe sentar em cima dele, coxa com coxa, enfiando todo aquele membro até só as bolas ficarem pra fora da minha mãe.
Eu podia ver como minha mãe ficou parada, sentada em cima do negão, sem se mexer e sem parar de me olhar com aquele rabo enorme dentro dela até as bolas.
Em câmera lenta, o negão pegou a cintura da minha mãe e foi tirando a pica do fundo dela. A pica foi saindo devagar enquanto minha mãe subia, sentindo a buceta ficar livre aos poucos até sair completamente. Dessa vez, foi minha mãe que sentou de uma vez naquela vara, sentando de golpe e enfiando tudo de uma vez. O negão, com as mãos enormes segurando a cintura dela, começou a foder ela num ritmo frenético. Subia e descia, descia e subia, uma e outra vez. Mamãe gritava sem conseguir evitar ao sentir tudo aquilo dentro dela, e dessa vez os peitos dela subiam e desciam. No mesmo ritmo que a rola entrava e saía do fundo dela
"Ô moleque, me conta como balançam os peitos da sua mãe, porque daqui não tô conseguindo ver"
A cada vai e vem dos corpos, o pau preto ia entrando mais fundo até enfiar tudo de uma vez, repetidas vezes, na minha mãe, que parecia ter uma buceta sem fundo. Tentei fechar os olhos, mas os gemidos que escapavam da boca dela eram desesperadores e não me deixavam fugir daquela situação nojenta.
"Vira pra cá, dona, que quero chupar esses peitos"
Mamãe ia se levantar pra virar, mas o negão não deixou. O porco fez ela girar em torno do próprio eixo com o pau enfiado dentro dela, sem soltar nem por um segundo. Quando ela terminou de virar, ele levantou ela de novo. Dessa vez, da onde eu tava, via as costas e a bunda da minha mãe, e a rola do preto apontando pra buceta dela, que mais uma vez desceu naquela estaca.
Mamãe continuava subindo e descendo, agora de costas pra mim, enquanto eu ouvia o negão fazendo barulhinhos de sucção.
"GLUP, GLUP"
"Que peitos mais gostosos que sua mãe tem, moleque. Só falta gozar neles"
"Adoro sua xota, dona. Tenho que dizer que é uma das melhores que já comi"
Mamãe só continuou subindo e descendo.
"Vai, dona, não vai me responder nada?"
"Adoro sua rola, ummmm, é muito grande, ummmm"
Aquele preto se divertia humilhando a gente o tempo todo. Não bastava foder minha mãe, ele queria que ela agradecesse por estar sendo comida.
Ele agarrou a bunda da minha mãe e se levantou com ela no colo. Chegou perto de mim e começou a foder ela a um metro de distância. Os braços dele subiam e desciam ela cada vez mais rápido.
Encostou minha mãe na parede e, segurando ela no colo, continuou metendo com gosto. Agora eu só via o contraste horrível do corpo nu daquele preto cobrindo completamente o corpo branco e pequeno da minha mãe contra a parede. via o cu do preto se movendo pra frente e pra trás, penetrando até as entranhas da minha mãe.
Depois abaixou a mamãe e colocou ela no chão, deixando ela livre por um momento.
"Vamos parar uns segundos, senhora, que não quero gozar ainda, não sou um moleque e não conseguiria me recuperar uma terceira vez."
Deu um tapa na bunda da minha mãe e mandou ela sentar no tapete. Mamãe obedeceu sem reclamar. O preto começou a procurar entre os CDs até achar um.
"Pô, vocês têm um disco do Bob Marley? Achava que não gostavam de preto, hehehe."
Colocou o disco no aparelho de som e começou a ouvir.
Chegou perto da minha mãe e falou:
"Já te comeram o cu alguma vez?"
Mamãe não respondeu, então o preto deu um pequeno chute nela.
"Tô perguntando se já te deram no cu!"
"Sim, meu marido fez umas duas vezes."
Aquilo, tenho que admitir, me surpreendeu. Nunca pensei que meus pais praticassem esses tipos de putaria.
"Melhor pra você, assim não vai doer tanto quando eu te enrabar."
Aquelas palavras ainda ecoam nos meus ouvidos. Aquele filho da puta não tinha o suficiente, ainda queria enrabar minha mãe.
Ele foi pra cozinha e dessa vez demorou menos que antes.
"Você não tem muita coisa aqui, então só achei isso."
Trouxe um pote de creme de leite na mão. Ficou na frente da minha mãe e começou a passar creme na pica e nas bolas.
"Come a sobremesa, senhora."
"De novo, seu filho da puta?"
"Senhora, faço isso pro seu bem. Vou meter esse pauzão no seu cu. Quer que eu meta com a pica bem lubrificada ou prefere que enfie seco e sem dó?"
Diante disso, mamãe começou a chupar de novo a pica e as bolas dele. Deixou tudo bem babado e comeu todo o creme. Depois, o porco disse que também queria sobremesa, então passou creme nos peitos da mamãe e chupou tudo, deixando eles cheios de saliva.
"Fica de quatro no tapete, olhando pro seu filho."
Mamãe obedece e o preto fica atrás dela.
"Que bucetao... Sua mãe tem uns bongos, hahaha"
Começa a dar tapas na bunda da minha mãe cada vez mais forte no ritmo da música do Bob Marley, e ela dá uns gritinhos com cada tapa.
"Primeiro um dedinho, depois dois dedinhos, depois três dedinhos"
Enquanto ele fala isso, vejo minha mãe fazendo caretas de dor. O porco meteu os dedos no cu dela.
"Bom, vou meter a pica no seu cu de uma vez, porque não quero que a gente se atrase"
Ele coloca a cabeça da pica na entrada do cu da minha mãe e me olha sorrindo.
"Vou comer o cu da sua mãe, moleque, e tudo graças a você"
Ele agarra as nádegas da minha mãe e cospe no cu dela, aperta um pouco, depois mais um pouco. A cara da minha mãe mostra o esforço que ela tá fazendo pra enfiar aquele monstro lá dentro. Vejo ele apertar mais um pouco.
"PARA, FILHO DA PUTA, VAI RASGAR MEU CU"
"Não, senhora, não sou eu, isso é culpa do seu filho, então é ele o responsável por ter o cu rasgado"
"Tá preparada? 1... 2... e 3"
Quando chega no três, ele aperta a bunda da minha mãe com uma força brutal, enfiando tudo de uma vez. O grito da minha mãe é completamente dilacerante. Logo ele começa a se mexer no cu dela, e os gritos vão ficando mais calmos. O negão começa a bombar ritmicamente no cu da minha mãe, as estocadas são fortes, e os peitos dela balançam pra frente e pra trás de um jeito violento.
"Olha, senhora, já falei que seus peitos iam balançar de verdade quando eu te colocasse de quatro"
Mesmo com a música, consigo ouvir os ovos enormes dele batendo na bunda da minha mãe cada vez que ele enfia tudo no cu dela. Vejo ele tatear a buceta da minha mãe com as mãos enormes, metendo vários dedos lá dentro.
"Me peça pra rasgar seu cu, senhora"
Minha mãe se recusa a falar de novo, e o negão começa a bater com força na bunda dela. Cada vez ele usa mais força, até que minha mãe não aguenta e grita:
"Continua, filho da puta. Aaarg, não para, Arrebenta meu cu, rasga meu cu."
O negão se apoia mais pra frente, cobrindo minha mãe, e nessa posição pega os peitos dela com as mãos enormes e começa a apertar enquanto enfia no cu dela.
"Tô comendo ela igual uma puta, então late igual uma puta, late"
"AU, AU"
Minha mãe, que aquele filho da puta já não consegue mais humilhar, começa a latir sem parar igual uma puta.
"Hahaha, muito bem, uma putinha obediente"
O negão segurava minha mãe pelos peitos, e ela não conseguia se mexer nem se afastar daquele corpo que atravessava o cu dela sem parar. Os gritos da minha mãe voltaram, ficaram mais intensos, e ela começou a chorar de novo. O negão movia a cintura sem parar enquanto fazia caretas de deboche pra mim.
"Que cu, dona, que cu glorioso"
Minha mãe tinha o cabelo encharcado de suor. Aquela sessão de sexo tava destruindo ela por dentro e por fora.
O negão agarrou o cabelo da minha mãe como se fossem rédeas de um cavalo e, com a outra mão, começou a dar tapinhas leves no cu dela.
"Vamos, vamos, cavalinho"
Era isso que o negão dizia enquanto sentia o cu da minha mãe abrigando a ferramenta enorme dele uma e outra vez. Chegou a hora, ele agarrou minha mãe e, num movimento rápido, levantou ela do chão com o pau ainda enfiado no cu dela.
Mamãe era bem pequena e fácil de manusear pra aquele gorila, então, com o pau enterrado no cu dela, ele deu passos pequenos até ficar na minha altura.
"Olha aqui embaixo, moleque, olha"
Ele disse enquanto mexia os dedos que seguravam o cu da minha mãe, me fazendo olhar pra baixo e ver como o pau daquele gorila tinha desaparecido completamente. A única coisa que dava pra ver eram os ovos dele, então era óbvio que os intestinos da minha mãe estavam abrigando aquele pau sumido.
Ele baixou minha mãe no chão e fez ela apoiar as mãos nos meus joelhos. Assim, a cara dela ficava a uns 30 cm de mim.
"Fica nessa posição ou vou ficar puto", ele disse. negão na minha mãe
Depois ele se separou, puxando o pistolão de dentro da buceta da mamãe e ficou olhando pra bunda dela.
"Porra, garoto, olha como o cu da sua mãe ficou aberto, cabe um bonde aqui, haha"
"Bem, senhora, quero que me convide pra entrar no seu cu"
Mamãe abriu um pouco mais as pernas e rebolou a bunda como uma puta, sabendo o que aquele cara queria dela. O gorila ficou olhando, mas não se decidiu.
"Não é suficiente, quero que você olhe pro seu filho e diga o que quer"
Mamãe me olhou de novo e, sem piscar, me disse:
"Quero que esse negão meta no meu cu"
"Não ouvi, senhora"
"QUERO QUE ESSE NEGÃO ME FODA NO CU"
"Muito bem, mas isso não é um convite, preciso de algo mais, algo que dê vontade de voltar nessa casa, que não se diga, senhora, a senhora é uma boa anfitriã"
Mais uma vez, me olhando nos olhos, mamãe disse:
"Quero que você arrebente meu cu, pode arrebentar meu cu quando quiser, meu cu tá à sua disposição"
"Muito bem, senhora, é isso aí, assim sim"
O negão, que tinha pegado a câmera de vídeo de novo, deu um passo à frente, abriu as nádegas da mamãe e esfregou o pau no cu dela. O buraco do cu dela devia estar tão aberto que com um único empurrão ele meteu tudo pra dentro.
"Que close do caralho, garoto, vou te mandar uma cópia, olha como meu pau preto fica bonito entrando nessa bunda branca"
"Além de foder, sabe o que a gente preto faz muito bem, garoto? A gente tem muito ritmo"
Dito isso, o negão começou a sodomizar minha mãe no ritmo da música que tocava no quarto, com as mãos na cintura dela, se movendo pra frente e pra trás como se fosse uma dança, mas não tava dançando, tava enrabando minha mãe.
Os peitos da mamãe quase batiam na minha cara enquanto ela rebolava no ritmo da música, ou melhor, no ritmo do pau do gorila, que marcava o compasso no cu da minha mãe como a batuta de um maestro.
Pra frente, pra trás, pra frente, pra trás, pau Dentro, pau fora, peitos pra trás, peitos pra frente"
"Não aguento mais, não aguento mais" gritou o preto e empurrou mamãe pro chão, fazendo ela ficar de joelhos na frente dele de novo.
"Tenho que admitir, senhora, que é um prazer tê-la aos meus pés. Agora a senhora sabe o que os pretos sentiram por séculos."
O preto tentou enfiar o pau na boca de mamãe de novo, mas ela não abriu a boca.
"Sabe de uma coisa, senhora? Os pretos não têm porra, a gente tem chocolate, hahaha, e se prepare porque aí vem uma bela porção de chocolate pra senhora."
O preto agarrou a cabeça de mamãe com a mão esquerda enorme enquanto com a direita batia uma naquele pedaço de carne preta, apontou pro rosto de mamãe e gritou:
"Aí vem sua porção de chocolate!"
Aquele preto começou a descarregar o conteúdo dos ovos dele na cara da minha mãe. O preto puxou o cabelo dela, fazendo ela gritar, e aproveitando, seu porco, pra que um dos jatos caísse na boca da minha mãe, que tentou cuspir. Outro jato acertou o nariz dela, e mais dois na testa, nas bochechas e no rosto dela.
"Fiquei muito tempo esperando esse momento, então preparei um estoque pra senhora, haha."
Quando terminou de gozar na cara da minha mãe, ele se afastou e admirou a obra. Pegou a câmera de vídeo de novo e focou no rosto dela, que estava completamente coberto de porra. Encostou o pau na cara de mamãe e começou a esfregar ele todo no rosto dela, levando a porra até a boca de mamãe, que continuava fechada, enquanto ele gravava tudo.
Depois pegou a roupa do chão enquanto minha mãe continuava imóvel, com a cara cheia de porra e o corpo suado.
Ele se vestiu e disse pra gente:
"São 5 da manhã. Como o tempo passa quando a gente se diverte, né?"
"Espero que essa lição tenha servido pra vocês. Eu, com certeza, adorei dar essa aula de urbanidade e boas maneiras. Se eu fosse a senhora, limpava essa cara. Não sei se seu marido ia gostar de chegar em casa e encontrar a esposa assim. nua com a cara cheia de porra, agora vou embora, claro, se falarem alguma coisa sobre isso, vou garantir que essa noite maravilhosa vire o vídeo mais visto da internet"
Ele vazou de casa e nos deixou lá, mamãe limpou a cara e me soltou sem falar nada, falei que a gente tinha que denunciar ele e comecei a ligar pra polícia, mamãe me deu um tapa e me fez desligar o telefone, foi a primeira vez que ela botou a mão em mim.
"Não vamos denunciar nada, isso não aconteceu"
"Mas mãe?"
"Sem mas, acho que já paguei bastante por você, então agora você vai fazer o que eu mandar."
Mamãe foi tomar banho e depois fomos pra cama, quando acordamos agimos como se o que aconteceu tivesse sido só um pesadelo, já tinham passado vários dias e eu quase tinha esquecido o ocorrido quando chegou um pacote em casa que dizia.
2 comentários - Negão come minha mãe na minha frente