Usada e fodida pelos vizinhos

Me descrever seria fácil: sou uma mulher totalmente comum de 40 anos, casada há 20 e com um filho de 16. Trabalho como gerente de um shopping e, pra minha idade, posso dizer modestamente que não estou nada mal. Mantive a silhueta que tinha antes de ter meu filho, e minha longa cabeleira loira sempre foi um dos meus maiores trunfos com os homens até me casar com meu marido, pra quem sempre fui fiel, sem nunca sequer cogitar o contrário em nenhuma ocasião. Bem, na verdade, deveria dizer que era fiel, mas é melhor não adiantar os acontecimentos.

Essa história começou quando o marido da minha vizinha Rosa faleceu. Ela era nossa vizinha da frente há 18 anos, o mesmo tempo que estávamos naquele prédio. O marido de Rosa já era um homem bem mais velho, então, após a morte dele, Rosa decidiu realizar o sonho que o pobre coitado não tinha conseguido realizar: ir morar nas Ilhas Canárias. Ela optou por não vender o apartamento, já que tinha vivido lá com o marido a vida inteira, então preferiu alugá-lo.

Morávamos numa área bem boa da cidade, então não demorou mais de um mês pra alugar o apartamento. Naquela segunda-feira, eu voltava com meu filho Gabriel das compras quando vi um jovem subindo com várias caixas. Ele estava com o torso nu e todo suado. Quando nos viu, largou as caixas na porta da casa da Rosa e nos cumprimentou educadamente.

"Bom dia, senhora. Sou o Héctor, seu novo vizinho. É um prazer."

Eu o cumprimentei e respondi da mesma forma. Aquele rapaz, que não devia ter mais de 25 anos, me contou que tinha alugado o apartamento com o irmão e que estava muito feliz por a vizinha da frente ser uma mulher jovem, já que achava que naquele condomínio só encontraria aposentados.

Aos meus 40 anos, já tenho muita estrada, e aquele comentário tão lisonjeiro, me fazendo pensar que ele me via mais nova do que realmente sou, foi encantador. Além disso, não pude deixar de reparar que aquele garotão tinha um... abdominais perfeitos e podia ser considerado um verdadeiro gostosão.
Dois dias depois, encontrei o outro cara, o irmão do Héctor, que na hora estava saindo para trabalhar. Ele também foi tão educado quanto o irmão, devia ter uns 20 anos, porque apesar da barba por fazer que dava um charme danado, parecia mais novo que o irmão. Ele me disse que se chamava Julián e que trabalhava numa academia bem perto dali.

Não me surpreendeu ele ser instrutor de academia, porque, embora o Julián estivesse completamente vestido, diferente de quando conheci o irmão dele, por baixo da camiseta justa dava pra sentir um corpo tão sarado quanto o do irmão dele, o Héctor.

Com o passar dos dias, fomos nos conhecendo melhor. Era verão e eu passava muito tempo sozinha em casa, então adorava ficar na varanda tomando sol. A gente morava no último andar, no terraço, e a varanda era enorme. Ela era colada na do Héctor e do Julián, separada só por um muro baixinho de mais ou menos meio metro. A confiança com a Rosa era tanta que nunca pensamos em aumentar o muro, e, embora meu marido tivesse sugerido fazer isso quando os novos vizinhos chegaram, eu decidi que não era necessário.

Foi justamente por causa desse muro que os irmãos e eu começamos a nos conhecer mais a fundo. Eles montaram uma mini academia na varanda, com vários aparelhos, e passavam muito tempo lá, então a gente conversava bastante.

Eu adorava ver eles enquanto malhavam. Claro, eram olhares de esguelha, porque não queria que pensassem mal, mas aqueles caras despertavam em mim sensações novas e estranhas. Era muito gostoso ver eles com os corpos seminus e suados se exercitando. Do mesmo jeito, às vezes me pegava surpresa ao ver como eles me olhavam enquanto eu tomava sol, e quando nossos olhares se cruzavam, eles desviavam rapidamente.

A situação me excitava pra caralho. Eu considerava aquilo um jogo inocente, só pra Enganar a nós mesmas é uma bobagem, mas eu adorava imaginar que aqueles jovens e gostosões podiam me achar atraente e até desejável para alguém como eles.

Uma tarde, decidi ir além, não parei pra pensar nisso, com certeza se tivesse pensado não teria feito, mas um dia tirei a parte de cima do biquíni e deixei meus peitos nus sob o sol e na frente dos meus vizinhos, até me atrevi a perguntar:

"Guris, espero que não se importem de eu tomar sol sem a parte de cima?"

Aquela pergunta buscava mais o fato de eles perceberem que meus peitos estavam livres pra serem vistos do que uma resposta, que foi a que eu imaginava.

"Não se preocupa, Carolina, você tá na sua casa e pode fazer o que quiser, além disso é normal que uma mulher tão gostosa não queira ter marcas no corpo."

Já tinha passado mais de um mês desde que os irmãos chegaram no prédio e a gente já se tratava com intimidade. Outra vez, fui tomada pela excitação e dei mais um passo, decidi ficar completamente nua, então tirei a parte de baixo do biquíni e fiquei totalmente pelada na frente daqueles caras.

Eles não disseram nada, mas pude ver pelos meus óculos escuros como eles não tiravam os olhos dos meus peitos e da minha buceta totalmente depilada. Eu tava tão excitada que nem pensei e falei pro Héctor:

"Vizinho, você se importaria de passar creme nas minhas costas? É que não tem ninguém em casa e não quero me queimar, porque hoje o sol tá pegando forte."

Claro que não tinha ninguém em casa, nunca me passou pela cabeça ficar pelada na frente daqueles caras com meu filho ou meu marido em casa. Héctor não hesitou, pulou o muro que separava nossas casas, pegou o pote de protetor solar, colocou um bom jato na mão e começou a esfregar minhas costas.

Aos poucos, foi descendo timidamente e, vendo que eu não colocava nenhum obstáculo, chegou até minhas coxas. A situação tava chegando a limites inesperados, eu tava tão excitada que fui a me virar e pedir pro Héctor passar protetor solar na minha frente também, quando ouvi a fechadura de casa.

Levei um susto:

"Acho que ouvi barulhos em casa, muito obrigada, Héctor"

Me vesti e entrei em casa. No corredor estava meu marido. Ele tinha saído mais cedo do trabalho porque, pelo visto, tinham alertado sobre uma bomba no escritório. De um jeito estranho, fiquei feliz que meu marido estivesse em casa. Se ele não tivesse chegado, não sei como aquela situação com meus vizinhos teria terminado.

Não sei explicar a sensação que aqueles jovens irmãos me causavam. Nunca tinha sentido algo assim. Como disse no começo do meu relato, nunca tinha ficado com outro homem desde que comecei o relacionamento com meu marido, e também nunca tinha tido vontade disso.

Aos 45 anos, meu marido não era nenhum Adônis, mas era um homem carinhoso que sempre me tratou bem e com respeito. E, mesmo que na cama ele não fosse muito de inovar, também não podia reclamar.

O fato é que na semana seguinte decidi não sair pra tomar sol. Mas naquele domingo de manhã, quando meu marido ainda estava na cama e meu filho dormindo — já que tinha chegado de festa fazia só uma hora —, saí na varanda pra estender a roupa e lá estavam meus vizinhos se exercitando.

"Bom dia, Carolina. Quanto tempo sem te ver"

Menti pra eles, dizendo que tinha estado muito ocupada, quando na verdade queria evitar a tentação e o desejo que eles representavam.

"Desculpa, Carolina, você se importaria de nos emprestar um pouco de café? É que acho que não temos"

Não me importava nada, então entrei na cozinha e saí com uma jarra de café fresquinho. Ia dar a jarra pra eles quando me pediram pra pular o muro e tomar um café junto. Decidi fazer isso.

"Espera, que tenho que pegar o leite"

"Relaxa, Carolina, o leite a gente põe" — respondeu o Héctor.

O olhar que o Héctor lançou pro irmão depois dessa frase não me agradou nada, mas não dei bola. Mas voltas, passei pelo muro e já na varanda dele, Julián pegou 3 xícaras pra servir o café. Os dois entraram de novo em casa pra buscar a porra.

Quando saíram da cozinha, fiquei pasada.

"Receio que não temos porra, Carolina, mas com certeza você consegue arrumar alguma coisa."

Aquela frase não era o estranho, mas sim o sorriso que veio junto dos dois irmãos, que tinham voltado pra cozinha sem as calças de moletom, completamente nus.

As picas deles estavam duras como barras de aço apontando pro céu, eram grandes. Eu não tinha visto muitas na minha vida, mas com certeza eram maiores que a do meu marido e ainda por cima tinham a região pubiana completamente depilada.

Aquelas picas me impressionaram e eu não consegui evitar. Contemplar aqueles maravilhosos caralhos, duros e prontos pra me atacar, me lisonjeou e me excitou de um jeito que seria impossível explicar com palavras.

Não falei absolutamente nada, simplesmente me aproximei deles, tirei o roupão que estava usando, ficando também completamente nua diante daqueles jovens e daqueles dois mastros eretos, e depois me ajoelhei diante daquelas picas como se as adorasse.

Agarrei elas com minhas mãos com força, contemplando aqueles dois maravilhosos canos de carne e, depois de olhar nos olhos dos dois irmãos, levei à boca a pica do Héctor. Primeiro lambi a glande dele pra depois engolir pelo menos três quartos daquela pica, enquanto masturbava a do Julián, que engoli depois de 3 segundos. Eu alternava aquelas picas na minha boca sob o olhar atento dos dois irmãos.

Fios de saliva iam daquelas picas até minha boca, eu engolia aquelas deliciosas picas quase com gula, com um prazer infinito. Me sentia suja, mas ao mesmo tempo adorava aquilo.

As bolas dos dois irmãos também eram um doce pra minha boca, adorava lamber aqueles ovos sem um único pelo, chupar aqueles sacos como se fossem bolas de sorvete delicioso, e enquanto eu chupava aqueles paus não parava nem por um instante de olhar na cara deles.

Adorava ver a cara de prazer e satisfação daqueles 2 jovens, me sentir desejada por aqueles 2 fortões gostosos cujos paus duros entravam e saíam da minha boca uma e outra vez.

Héctor me segurou pela cabeça com as duas mãos e comandava o ritmo do meu boquete como se fosse um relógio, dentro fora, dentro fora, sentia como ele fodia minha boca com força e eu gozei com aquela sensação, tive um orgasmo maravilhoso quando Héctor tentava me fazer engolir o pau dele por completo, coisa que, mesmo com esforço, consegui fazer, sentindo meu queixo bater nas bolas dele e a ponta daquele rabo roçar minha campainha.

"Porra, como você chupa, é incrível"

"Tô te falando, olha ela, engole ele inteiro, é foda"

Julián parecia com inveja, então ofereci o mesmo tratamento e também engoli o pau dele por completo, mas com menos esforço, porque, embora grande, era menor que o do irmão dele, Héctor.

"Adoro os paus de vocês, estão cada vez mais duros e vocês têm umas bolas de touro, seus safados"

Devo ter passado uns 10 minutos mamando aqueles paus, como se fosse uma mamadeira cheia de porra da qual eu queria tirar até a última gota de essência, e teria continuado chupando se não fosse porque eles não aguentavam mais.

"Para, amor, para, que não aguentamos mais, espera meu irmão ir buscar umas camisinhas"

"Nada disso, me fode sem camisinha, quero sentir os paus de vocês dentro de mim, quero sentir cada centímetro dessas barras de carne entrando em mim, vamos pro quarto de vocês"

Aquelas palavras que acabaram de sair da minha boca me deixaram surpresa, nunca pensei que chegaria a estar nessa situação, mas é como se tivesse uma puta dentro de mim, e ela parecia estar cada vez mais solta.

"Tá bem, Carol, mas nada de quartos, aqui, vamos te foder aqui, enquanto o sol bate na gente"

Pensei que alguém podia nos ver dos prédios vizinhos, mas de alguma forma isso também me excitava.

Héctor me colocou em cima da mesa do terraço, eu abri minhas pernas convidando ele a entrar dentro de mim, ele não se fez de rogado, apontou sua lança e posicionou a ponta na entrada da minha caverna, com uma só estocada entrou pra matar, cravando até o último centímetro do pau dele dentro de mim. Eu não esperava que toda aquela carne dura me penetrasse de uma vez e soltei um grito bem audível que logo foi abafado ao sentir a língua de Héctor dentro da minha boca. Aquele garoto começou a me foder com um ímpeto próprio da idade dele e que eu nunca tinha conhecido, nem quando meu marido tinha a mesma idade daquele jovem. O pau dele entrava e saía da minha buceta em alta velocidade, e a cada investida eu podia ouvir os colhões de Héctor batendo em mim.

"Chop, chop, chop"

Aquele som dos ovos de Héctor batendo na minha buceta molhada me deixava louca. Julián, enquanto isso, estava sentado numa cadeira se masturbando. Eu não queria deixar ele de fora do jogo, queria que ele também me possuísse. Então tirei Héctor de dentro de mim como pude, levantei Julián da cadeira, sentei Héctor e fiquei de quatro na frente dele. Chupei o pau dele de novo, mas dessa vez convidando o irmão dele a me foder por trás ao mesmo tempo.

O convite foi rapidamente aceito, e igual ao irmão dele, com uma só estocada senti todo o pau daquele jovem entrando em mim. A cada investida poderosa de Julián, o pau de Héctor se cravava mais e mais na minha garganta. A cara de Héctor era um poema, e ele se distraía apalpando meus peitos, como se quisesse se distrair do boquete que eu estava dando, com a ideia de não gozar ainda.

Depois decidi cavalgar eles. Deitei Héctor no chão e montei em cima dele. Fui descendo devagar sobre o pau dele, queria brincar com ele. Fui descendo bem devagar, sentindo cada centímetro do pau dele se enterrar dentro de mim, pouco a pouco, bem devagar. Cansado do jogo, o irmão dele Julián se posicionou na minha frente, me empurrou pra baixo, deixando completamente empalada no pau do irmão dele enquanto aproveitava pra pegar minha cabeça e enfiar o pau dele na minha boca. Eu subia e descia no pau do Héctor feito uma amazona enquanto minha boca tava ocupada pelo pau do Julián, e depois eles trocaram de posição.

Quando me levantei, tirando o pau do Julián, eu tava exausta. Já tinha tido outro orgasmo, mas aqueles jovens tinham muita energia. O Héctor me virou e me fez apoiar as mãos no muro que separava as duas casas, olhando pra minha varanda. Naquele instante, me dei conta plenamente do que tava fazendo pela primeira vez, e não só isso: também percebi que naquele mesmo lugar, a poucos metros, estavam meu filho e meu marido.

— Não, para, não posso continuar, minha família tá em casa.

— Tá bem, Carolina, fala pra gente parar e a gente para. Agora a gente tava pensando em te fazer gozar com os prazeres do sexo anal. Certeza que você nunca provou um pau no seu cu. Te garanto que você ia adorar, mas é só falar e isso acaba.

Aquele moleque me tinha nas mãos e sabia disso, assim como o irmão dele. O sexo anal sempre foi uma das minhas fantasias. Nunca tinha praticado com meu marido, nem sequer tinha coragem de sugerir. Como já disse, ele era meio conservador na cama. A ideia de que meu marido tava a poucos metros de onde aqueles jovens estavam me comendo, de que meu filho, se acordasse, encontraria a mãe empalada até o talo pelo pau dos vizinhos, era algo que me dava um tesão do caralho.

Sim, sim, eu sei, sou uma puta e vocês têm razão, mas naquele momento não consegui evitar. O desejo era muito maior que os remorsos.

Então me virei, coloquei as mãos no muro e arqueei as costas, dando pros dois irmãos uma visão foda da minha rabeta.

— Vamos nessa, seus arrombados. Mete no meu cu até vocês Caralho, vocês sabem que tô morrendo de vontade de vocês arrombarem minha buceta e me comerem aqui mesmo, a poucos metros da minha casa, com meu marido e meu filho dormindo."

Héctor sorriu, me deu um tapa forte na bunda e, segurando minha longa melena loira — que sempre foi uma das minhas maiores armas com os homens —, encostou a ponta da pica no meu cu e começou a apertar.

Devagar, a pica dele foi entrando no meu cu centímetro por centímetro. Cada vez que ele empurrava o pau contra o meu rabo, puxava minha melena com força pra trás, fazendo eu mesma ajudar a ser penetrada. Com um pouco de esforço, no final me senti completamente preenchida pela pica dele. O pau de Héctor tava enterrado no meu cu por inteiro, e aí começou uma meteção frenética, de vai e vem, enquanto ele puxava minha melena com uma mão e dava tapas na minha bunda com a outra.

"Vamos, gostosa, galopa, galopa, sei que você sente e adora, sei que você ama minha pica e a do meu irmão, que adora sentir ela dentro de você."

Era verdade, aquele moleque me conhecia bem. Ele passou a vez pro irmão dele, e com o trabalho já todo facilitado pelo irmão, Julián começou a furar meu cu feito um aríete, com força e insistência de quem tenta derrubar um muro. Eu me sentia recheada de carne, igual um peru na noite de Natal, sentia aquela pica entrando e saindo do meu cu cada vez mais rápido. E igual ao irmão, Julián também puxava minha melena e me dava tapas.

"Quero ouvir você falar, quero ouvir você me pedir pra te comer."

Depois de falar isso, ele parou e deixou a pica enterrada de vez no meu cu. Eles me tinham completamente entregue, e sabiam disso. Fui eu mesma que comecei a me mexer pra frente e pra trás, fazendo a pica do Julián entrar e sair do meu cu.

"Vai, filho da puta, arromba meu cu."

"Agora vem a melhor parte. Somos dois, então você já sabe o que vem."

Julián se jogou no chão da varanda, e o irmão dele, Héctor, me colocou em cima dele e me sentou na pica do Irmão, me deixando completamente empalada, depois ele se posicionou atrás de mim e, como tinha feito antes quando me fodeu em cima da mesa, de uma só estocada me penetrou no cu de uma vez.

Gozei de novo bem no instante em que senti aquelas duas picas dentro de mim ao mesmo tempo, quase ousaria dizer que aquelas picas se uniram dentro de mim, uma penetrando meu cu e outra minha buceta. Os dois irmãos começaram a se mover ritmicamente, sincronizados e no compasso, sem dúvida aquilo me fez perceber que não devia ser a única mulher que eles tinham fodido juntos.

A sensação era maravilhosa, me sentia completamente preenchida de pau, o pau daqueles jovens, era uma puta, uma promíscua, e eu gostava. Enquanto me fodiam no ritmo, pude ver da varanda meu marido saindo na rua pra comprar pão. Por sorte ele não tinha decidido me procurar pela casa ao acordar, porque se tivesse e saísse na varanda, teria me encontrado empalada pelas picas dos vizinhos tanto na minha buceta quanto no meu cu.

"Já vem, já vem"
"Eu também, irmão, porra, dá pra ver que somos irmãos até na hora de gozar, haha"

Pedi pra eles gozarem dentro de mim, queria sentir o esperma deles nas minhas entranhas, queria sentir o sêmen deles me preenchendo por dentro, mas aqueles dois filhos da puta tinham outros planos.

"Nada disso, Carolina, você veio tomar café e no final não tomou, o mínimo é que pelo menos tome esperma no café da manhã."

Saíram dos meus buracos e me deixaram de joelhos diante das picas deles, a poucos centímetros do meu rosto. Começaram a esfregá-las em alta velocidade, eu sabia o que estava por vir. Nunca nenhum homem tinha gozado na minha cara, mas também nunca tinham me dado no cu, e aqueles dois irmãos tinham fodido meu cu o quanto quiseram e, além disso, pra que negar, eu estava morrendo de vontade de que gozassem na minha cara, na minha boca, de me sentir suja e humilhada com o esperma daqueles caras. escorregando pelo meu rosto.

Não me fizeram esperar, quase ao mesmo tempo, dos colhões dos meus vizinhos saíram 4 ou 5 jatos de cada pau, de uma porra branca e grossa que primeiro bateu forte no meu rosto, depois na minha testa, mas finalmente consegui acertar e, abrindo a boca, o resto do sêmen caiu dentro da minha boca.

Quando terminaram de gozar, olhei pra eles e engoli aquelas gozadas, o sêmen tinha um gosto amargo, mas naquele momento me soube delicioso, limpei os paus deles com a minha boca e dei um beijo na ponta de cada um como despedida.

Me levantei, coloquei o roupão e me despedi.

"Foi um café da manhã delicioso, um dos melhores da minha vida, acho que vamos ter que repetir mais vezes."

Passei pra minha casa bem na hora que meu marido voltava da rua.

"Puxa, querido, pensei que você não estivesse em casa, não te vi quando acordei."

"Tô sim, amor, estava na casa dos vizinhos tomando café da manhã."

"Parece que você se dá muito bem com aqueles caras, fico feliz, eles parecem muito simpáticos. Acho que você se sujou com o café da manhã."

Me olhei no espelho do corredor e, de fato, um pequeno jato de porra tinha acertado a ponta do meu nariz. Como uma menina gulosa, peguei com o dedo e levei à boca.

"Hummm, sim, era um pouco de porra merengada, os caras têm um modelo que tem um gosto delicioso."

Desde aquele dia, e pelo menos uma vez por semana, tomo café da manhã na casa dos meus vizinhos. Não sei como isso vai acabar, muitas vezes me sinto péssima por trair meu marido, mas não consigo evitar, é só pensar nos paus dos meus vizinhos e esqueço completamente de todo o resto.

1 comentários - Usada e fodida pelos vizinhos

Excelente relato, me dejo caliente y con ganas de mas