Sogra e a noiva grávida

Lola entra na casa dela, um apartamentinho simples num prédio antigo de dois andares, com um barzinho tradicional no térreo. Eles moram no segundo andar, e no primeiro mora o dono do bar com o filho dele.

Lola tem 39 anos, é funcionária pública da prefeitura, trabalha no setor de arrecadação municipal, horário da manhã, um salário bom com que vivem modestamente, mas sem aperto financeiro, ela e a família dela.

O marido dela, Fernando, é paraplégico por causa de um acidente de carro que teve há quase três anos, vive em casa trancado na cadeira de rodas dele, com problemas sérios de depressão e falta de autoestima.

Eles têm uma filha, Loli, de 18 anos, que engravidou recentemente, de uns dois meses, do namorado dela, Toni, de 25, filho do Teo, o dono do bar no térreo do prédio.

O moleque ajuda o pai no bar de vez em quando, mas não tem emprego fixo, mora com o pai no apartamentinho em cima do bar. A mãe dele largou eles quando ele era bem novinho. O Toni praticamente se criou sozinho desde que a mãe abandonou eles, o pai o dia inteiro trabalhando no bar de sol a sol fizeram dele um garoto rebelde, encrenqueiro, cercado de más companhias com quem passa o dia vagabundeando por aí. Ele é um sem-vergonha, mas ao mesmo tempo é um jovem muito gostoso, alto, moreno, bonito, forte e um grande sedutor. Foi muito fácil pra ele enganar a ingênua e doce Loli, uma mocinha certinha, com muito talento pra estudar, que quer realizar o sonho dela de ser professora.

Toni entra como se fosse dono da casa no apartamentinho da Lola e da família dela, com a desculpa de ficar com a namorada grávida. Os meses passam e Toni não para de dar desculpas pra Loli e pra família dela pra adiar a data do casamento. Nunca foi uma pessoa de assumir compromissos, mas tem facilidade pra enganar todo mundo com o corpo gostoso e a lábia dele.

Todo mundo não. Fernando, o futuro sogro dele, o pai da Loli, da cadeira de rodas dele observa a atitude do namorado da filha e sempre a Recomendado que se afaste dele. As palavras do Fernando caem em saco vazio desde o acidente, a mudança de caráter dele, o ressentimento fizeram com que ele se distanciasse muito da mulher e da filha. Atualmente, ele sofre de depressão crônica.

Lola, de pé na entrada de casa, olha para o marido cochilando na cadeira de rodas na sala. Aquele macho vigoroso, ansioso para satisfazê-la todo dia na intimidade, parou de fazer isso desde o dia do acidente. Ela se sente frustrada, insatisfeita. Ainda é muito gostosa pra idade dela, mas nunca traiu o marido em momento algum.

O volume alto da televisão na sala não consegue abafar os gemidos que vêm do quarto da filha. O namorado dela, Toni, sobe pra montar nela quando bem entende, como se ela fosse uma putinha gostosa. Ela, incapaz de resistir aos encantos dele, não nega nada. Qualquer vontade que ele tenha, ela é um brinquedo nas mãos dele, totalmente encoxada por aquele sem-vergonha.

Lola continua de pé na porta de casa, ouve os gemidos, olha pro marido dormindo na frente dela, hesita entre ficar ou ir embora. O namorado da filha não parece se importar se alguém ouve. Dá vontade de ir até o quarto da filha e pedir pra eles baixarem a voz, mas ela morre de medo de a filha sair de casa, de deixá-la sozinha. Já é maior de idade, ela não poderia impedir. Sabe perfeitamente o quanto a filha é apaixonada pelo namorado, é o único pensamento dela, acima dos livros e da vocação de ser professora.

Um grito da filha faz com que ela feche a porta da entrada e se dirija ao quarto da filha. O quarto, bem perto da sala, continua fechado, e Lola fica parada junto à porta, hesitando se entra, se chama... ouve de novo a voz da filha...

— Ahhh ahhh Toni, por favor, para, tá doendo muito atrás... vai arrebentar meu cu, ahhh ahhhh...

— Cala a boca, porra! Não reclama tanto, nem parece que é a primeira vez que eu te como... você sabe o quanto eu gosto de te enrabar... mmmm... adoro ver como suas tetas balançam... Peitos, mmmm, você saiu igualzinha à sua mãe, peituda pra caralho. Se crescerem mais um pouco, logo vai ter mais que ela. Por isso eu tava tão doido pra te engravidar, ver como eles incham, se enchem de porra, mmmm… adoro ver como você deixa todos de pau duro quando olham pra eles — ele diz sem parar a forte enrabada.

Loli, a garota tímida, certinha e boa aluna, sempre teve complexo por sofrer zoações de todo mundo por causa do tamanho exagerado dos peitos. Ela herdou os peitões da mãe, mas diferente dela, que tem mais de 1,70, a baixa estatura de 1,60 e o corpo magrinho fazem com que os 110 cm de peito sejam muito mais chamativos. O volume e peso excessivos dos peitos causam muitas dores nas costas, e os médicos sempre recomendaram que ela operasse para reduzir, mas o namorado Toni sempre foi contra. — Se você operar, eu termino… quero que minha namorada seja desejada por todos os caras e que eles fiquem de pau duro quando te veem — Toni diz uma e outra vez.

Eles começaram a namorar quando Loli tinha apenas 16 anos e ele 23. Contra a vontade do pai de Loli, que nunca gostou de Toni por sua fama de safado e briguento.

Para Toni, ela sempre foi um troféu, algo para se exibir. Ele apostou com os amigos que era capaz de seduzir a jovem vizinha, aquela garota certinha, estudante, mas com uns peitos que ninguém nunca tinha visto antes, e agora a exibia como quem usa um pingente. Toni a obriga a se vestir de forma provocante quando saem juntos, especialmente com decotes e minissaias, a fazer topless na piscina enquanto ela morre de vergonha vendo todo mundo olhando. Ela aguenta tudo, qualquer coisa, e agora grávida muito mais, tudo para poder continuar dizendo que ela "é a garota dele", apesar dos muitos comentários de que Toni come tudo o que passa na frente dele.

Loli vai recebendo as investidas do namorado no cuzinho apertado, que aos poucos vai dilatando e trocando a sensação de dor por... o prazer quando sente a mão do Toni masturbando a buceta dela…
—Você tá toda molhada igual uma puta no cio, a buceta tá escorrendo… De quem é essa raba e essa buceta?.. fala… quero ouvir…—
—Suas… suas… só suas… mmm ahhh mmmm —diz Loli sentindo que tá quase gozando
—Isso mesmo, raposinha, minhas, só minhas, nunca esquece disso… mas não quero ver você fazer cara feia de novo quando eu me gabar de você na frente dos meus amigos como no sábado, se eu quiser que você mostre os peitos, você mostra, entendeu, raposinha? você sabe o quanto eu gosto que os caras batam uma pensando em você…—
—Toni, pelo amor… seus amigos queriam que eu mostrasse os peitos no bar… tava cheio de gente… eu tava morrendo de vergonha…..— mas enquanto Loli tentava argumentar com o namorado, ele acelerava as carícias na buceta enquanto continuava comendo ela por trás….. —ahhh ahhh, assim, assim, não para de mexer na minha buceta enquanto me fode o cu… ahhh ahhh vou gozar— gemeu Loli, sem aguentar mais aquelas carícias do namorado enquanto ele metia no cu dela
—Me escuta bem, puta, não vou repetir, se eu quiser que você mostre os peitos, você mostra, ou juro que vai levar no cu de todos os caras que eu conheço… ahhh e amanhã quero que você desça no bar, meu pai precisa de ajuda pra limpar a cozinha, ele tá muito gordo pra subir na escada, ele adora como você deixa tudo limpinho, sempre me fala….—
—Sim, sim, Toni, eu vou descer, não se preocupa… mas não para, por favor… vou gozar… não para, pelo amor de deus….— implorava Loli
—Porra, sua puta no cio, quer gozar? tá com vontade?... tem que fazer tudo que eu pedir pra isso… ou juro que te deixo na mão..—
—Sim, Toni, eu faço, tudo que você quiser.. o que você tiver a fim,... sempre faço.. não para, por favor….ahh ahhh continua continua—
—Bom, é o que espero pro seu bem, vou te dar uma chance, amanhã quero que você desça pra limpar o bar com o vestido que usou no sábado, aquele que você ficou com vergonha no bar, curtinho e bem decotado….—
—Toni por favor… é seu pai… não me peça isso…..
- Loli não conseguiu terminar, duas palmadas fortes na bunda a fizeram soltar um grito, zasss, zasss

- Não terminei, vagabunda! Você vai descer com esse vestido, eu já disse… e vai fazer isso sem calcinha nem sutiã…. meu velho também tem direito de bater uma punheta vendo sua bunda e seus peitos, não quero que ele encha o saco com a história de trabalhar no bar… você me entendeu, vagabunda? Deixa ele te ver bem, deixa ele contente pra me deixar em paz, seu homem não vai trabalhar… pra isso que você serve, zass zass- duas novas palmadas fortes reafirmaram as palavras de Toni -Entendeu ou não, porra?

Loli odiava os olhares do velho babaca do pai de Toni, ele não tirava os olhos dela com descaramento toda vez que a via, ou aproveitava qualquer desculpa pra se esfregar nela quando ela descia pra limpar aquela cozinha pequena do bar, sentia nojo e repulsa por aquele homem… mas era o pai do namorado e não queria que ele ficasse desconfortável… mas aquilo… se exibir pro velho… como evitar que ele não passasse dos limites se ela provocava ele assim… como evitar que ele não quisesse mais se já tentava apalpar ela com qualquer desculpa… Toni, Toni, seu amado Toni, como podia o namorado pedir uma coisa dessas? E como recusar?… ela era incapaz de negar qualquer coisa ao namorado… ele era tudo pra ela, tudo.

- Sim, Toni, vou fazer o que você quiser.. sabe que sempre faço..- disse Loli enquanto sentia o namorado acelerar os movimentos da mão pra facilitar a chegada do orgasmo tão esperado -ahhhh ahhhhhhh to gozandooo to gozandooo -gritava Loli

- Sua vagabunda safada… que jorrada que você soltou.. não esquece o de amanhã, quero que você deixe o velho bem contente, sei que ele tem dificuldade pra ficar duro então com pouco se contenta, deixa ele te apalpar um pouco e depois… uma punhetinha ou uma chupadinha já basta….-
- Toni, Toni, o que você tá dizendo? - Loli sentiu pânico, o namorado não queria só que ela se exibisse, mas que se deixasse fazer, até que ela batesse uma punheta ou chupasse ele.. a seu sogrão... aquele velho babão, era uma loucura!

- Já me ouviu, agora vira e vai mamar, limpa minha pica, quero gozar na sua boca... não quero ouvir mais uma reclamação -

Loli, submissa, virou-se e enfiou a pica na boca, até o talo, do jeito que sabia que o namorado gostava...

- Mmm, isso sim você faz bem, foi difícil mas você aprendeu a mamar direitinho... assim, assim, come ela toda, inteirinha, até as bolas... você chupa como uma profissional... mmm, você deixou minha pica estourando, filha da puta, agora quero a buceta... deita de costas na cama e segura os tornozelos com as mãos, quero minha xota bem aberta...

Loli estava morrendo de vontade de levar de novo, o orgasmo anterior só tinha despertado mais vontade de foder, o namorado dela sabia muito bem como deixá-la sempre excitada e pronta pra ele. Deitada de costas na cama, as mãos seguravam os tornozelos com força, abrindo as pernas o máximo que podia pra facilitar o acesso do Toni aos dois buracos... o namorado não deixava ela depilar nem aparar os pelos abundantes da buceta... Loli lembrava das gozações das colegas de classe no chuveiro depois das atividades esportivas, todas com as xotas depiladas ou bem aparadas, e ela se destacando por aquele tapete peludo e os peitões enormes...

Toni olhava pra ela enquanto ela se posicionava, esperando de joelhos na cama, segurando a pica dura feito um pau "coelho com pelo pra foder", ele repetia várias vezes - Mmm, sim senhor... isso é uma buceta regulamentar - disse Toni, que sem esperar mais, apoiou a pica na entrada da racha suculenta, metendo até o fundo com maior facilidade, fazendo a namorada começar a gemer assim que sentiu ele dentro... aquela pica fazia Loli se contorcer de prazer.

- Pedaço de puta... como você gosta de levar pica, nem imagina a quantidade de caras que pagariam pra te foder assim - dizia Toni, que gostava de foder com fortes estocadas, fazendo ela sentir cada empurrão. deixando um instante entre cada estocada, fazendo com que ela desejasse cada vez mais receber a próxima... Loli não aguentou mais e teve seu segundo orgasmo, sem conseguir evitar os gemidos ahhh ahhhh. Toni ria vendo sua namorada aproveitar, não parou um instante seu rítmico mete-saca, sabia perfeitamente que Loli ia gozar de novo e foi assim... mais um e outro... a tímida e cheia de complexos Loli encadeava orgasmo atrás de orgasmo até ficar completamente entregue...

Lola colada na porta ouve os gemidos da filha do outro lado, não consegue evitar que aqueles suspiros e as palavras que escuta a excitem, suas mãos instintivamente acariciam os peitos por cima da blusa, os mamilos duros se fincam na fina malha da blusa de verão, uma mão desce até a virilha buscando o roçar do púbis por cima da saia — porra, ela tá com uma vontade danada de ser montada por uma boa rola assim, já nem lembra quando foi o último orgasmo que não veio das próprias carícias, que cada dia precisa com mais frequência, anseia por uma boa pica, uma boa trepada é o que ela precisa —

Sem conseguir evitar, a mão de Lola enfia por baixo da saia, abaixa a calcinha, encharcada de fluido que guarda na mão esquerda enquanto com a direita começa a se masturbar de pé, colada na porta do quarto da filha, ouvindo seus gemidos...

Quando ouve o grito abafado da filha chegando ao orgasmo, Lola está prestes a gozar também, por um momento percebe que está de pé no corredor e decide entrar no banheiro, a porta ao lado, para sentar no vaso e poder terminar de se masturbar à vontade.

Senta no vaso com as pernas abertas, a saia levantada até a cintura, suas mãos abrindo a blusa tiram os peitos pra fora do sutiã sem tirá-lo. Aqueles dois baldes tamanho 110 transbordam pra fora do sutiã preto de renda com reforço que ela usa pra tentar mantê-los no lugar. Nem mesmo as tetas generosas da filha, inchadas por a gravidez alcançam o tamanho das dela.

As mãos de Lola se esforçam para apertá-las, tentando agarrá-las com as mãos, tarefa impossível, ela sempre se orgulhou do seu busto generoso, antes adorado pelo marido, suas grandes auréolas escuras como biscoitos, seus mamilos proeminentes, pontudos que marcam na roupa. Apesar do tamanho incrível, continuam firmes, não excessivamente caídas, o mínimo necessário pelo volume e peso que têm, mas continuam no lugar.

Lola é uma mulher de cabelos castanhos abundantes, rosto bonito, olhos castanhos, boca grande de lábios grossos bem marcados, alta, passa do metro e setenta, corpo magro, pernas longas, quadril largo, bunda marcante, uma mulher com curvas bem definidas pela sua figura esbelta. Sua buceta denota o abandono dos últimos anos, está há mais de três sem depilar, uma mata espessa de cabelo preto cobre tudo. Apesar desse tapete peludo, com as pernas abertas, seus grandes lábios vaginais rosados mostram claramente a entrada da buceta, brilhante de umidade, escorrendo lubrificação. Lola segura os gemidos de excitação quando a mão direita começa a esfregar o clitóris, precisa gozar, está muito excitada, muito… e com a excitação nem percebeu que não colocou o trinco na porta do banheiro.

Toni, depois de deixar a namorada exausta dormindo na cama após vários orgasmos, levantou-se para ir ao banheiro e ouve atrás da porta os gemidos da futura sogra. Sua mão abaixa suavemente a maçaneta da porta, que se abre com cuidado, deixando uma pequena fresta por onde observa o que acontece….

O jovem garanhão não demora a recuperar uma boa ereção vendo como a futura sogra se masturba sentada na frente dele, alheia a estar sendo observada, vestido apenas com uma calça de moletom, começa a mexer no pau sem perder nenhum detalhe do espetáculo - hmm, com certeza ouviu como eu comia a filha dela… a mamãe ficou com tesão… que peitões ela tem mmm — Toni fala enquanto se masturba, olhando.

Lola acelera os movimentos da mão, está muito perto de alcançar o orgasmo desejado. Toni percebe e tira a pica para fora da calça de moletom sem parar de mexer nela, exibindo uma ereção tremenda naquela pica jovem, potente, com uns vinte centímetros e bem grossa.

— Pssss... pssss... não faz barulho... a Loli tá dormindo... pssss... não acorda ela — diz Toni empurrando a porta e entrando no banheiro, mas dessa vez colocando o trinco na porta.

Lola tenta se cobrir os peitos com as mãos enquanto junta as pernas, surpresa, assustada, sem conseguir reagir. Num instante, se vê sentada na frente do namorado da filha, que não para de mexer naquela pica jovem linda, dura como um pau, na cara dela...

A mão esquerda do jovem segura a nuca dela, puxando a cabeça dela pra perto da pica — Pssss... chupa ela, sogra... chupa... vai ver como você vai gostar... pssss... não faz barulho... não vai acordar sua filha... chupa... chupa... — diz Toni enquanto a pica pressiona os lábios de Lola, incapaz de dizer nada, sentindo os lábios cederem pra que a pica generosa encha a boca dela...

— Mmmm... assim, assim... muito bem, sogra... muito bem... dá pra ver que você tava com vontade de comer um bom pau... mmm... continua... continua... abre mais a boca... engole ela... engole ela toda... uhmmm... uhmmm... que gostosa...

Lola engole como pode a barra de carne dura que enche a boca dela e pressiona lá dentro da garganta, entrando e saindo, fodendo a boca dela do jeito que aquele jovem safado quer, que com total descaramento sabe do desejo que a mãe da namorada sente.

Ele segura a cabeça dela com as duas mãos, impedindo que ela tire a pica da boca. A sensação de sufoco toma conta de Lola, que sente vontade de vomitar, percebe as ânsias subindo do estômago pra boca e a baba começando a escorrer dos lábios dela sobre os peitos.

— Mmm... hmmm... assim, assim... toda dentro... que bem você engole, sogra... que boca hein... agora quando eu tirar, você vai bater uma punheta com os peitos... sempre eu querido gozar dentro delas… cê vai fazer isso, né?… fala… vai fazer?-

Lola não conseguia responder com aquela pica enchendo a boca dela, tava apavorada com medo do marido ou da filha acordarem a qualquer momento e pegarem ela naquela situação difícil de explicar, balançou a cabeça várias vezes…

-Muito bem, assim que eu gosto, sogra, que você seja boazinha comigo… vamos, me mostra o que você sabe fazer com essas tetonas que você tem…- disse Toni finalmente tirando a pica da boca de Lola e se aproximando dos peitos dela. A mulher pegou as tetas com as duas mãos e, envolvendo a pica com elas, começou a bater uma punheta pra ele, movendo pra cima e pra baixo….

-uhmmm uhmmm como você faz bem, sogra… assim assim… esfrega bem elas em mim…. tô quase gozando

-Por favor, Toni… meu marido ou minha filha podem acordar a qualquer momento…- dizia Lola sem parar de bater punheta pro garoto com as tetas, a frase soou como desculpa, justificativa, dava pra ver de longe que a mulher tava morrendo de vontade de uma boa foda

-psss cala a boca, sogra… você tá louca pra ser bem fodida… se olha… tá babando de tesão, porra… me fala, quanto tempo faz que você não dá uma boa trepada? FALA-

Lola sentiu vergonha ao ouvir aquela pergunta, na real não tinha ficado com nenhum homem desde o acidente do marido há três anos, três anos sem sexo de verdade, sem uma boa penetrada, se contentando com as punhetas cada vez mais frequentes… e agora tinha um garanhão daqueles na frente dela, uma pica jovem, muito maior e mais grossa que a do marido nos melhores tempos… dura pra caralho esfregando nas tetas dela… custava admitir, mas a real é que a buceta dela tava explodindo.

Depois de uns segundos em silêncio e sem olhar nos olhos dele, finalmente falou -três anos… desde o acidente do meu marido-

- hahaha agora entendo por que você tá babando igual uma puta no cio… tem motivo, sogra… me excita a ideia de gozar nas suas tetas e te deixar assim toda tarada… desejando minha pica… pensando que eu sou um Cabronzão…
- Não faz isso… me fode… me fode – disse Lola sem conseguir evitar, quase implorando.

Toni olhava fixamente para o rosto dela, se deliciando com a ansiedade e o desejo da mãe da sua namorada. Com certeza, aquela mulher estava morrendo de vontade de ser montada. Depois de três anos, uma gostosa daquelas já não aguentava mais o tesão…

- Tá bom, levanta. Vira de costas, apoia as mãos na parede, pernas abertas, a bunda empinada… Vamos, anda logo – disse Toni, tirando o pau dos peitos de Lola e segurando ele firme com a mão direita.

Lola não pensou duas vezes. Levantou e se posicionou como Toni mandou, enquanto sentia o homem puxar a saia dela até o chão num só puxão, quase arrancando, deixando as pernas e as nádegas completamente nuas. O tufo preto destacava naquela bunda redonda, poderosa, branquinha, e mostrava claramente a entrada rosada da buceta.

Toni não hesitou. Encostou o pau na entrada da buceta de Lola e pressionou com força… Sem resistência, aquele buraco molhado recebeu gostoso a penetração até o fundo de uma só vez, seguida por várias estocadas fortes. Um verdadeiro comedor… Era exatamente o que ela mais queria naquele momento, e seus gemidos abafados pela mão na boca, tentando silenciá-los, provavam isso. Lola achou que ia gozar na hora, logo nas primeiras estocadas, mas de repente o jovem garanhão parou de repente, deixou o pau completamente enterrado na buceta escorrendo, preenchendo ela, fazendo a mulher sentir ele inteiro lá dentro, mas sem se mexer… fazendo com que ela desejasse que ele continuasse. Por que ele parou? Por que não continuava fodendo ela? Lola se perguntava.

- Hummm, que delícia que entra, sogrinha. Dá pra ver que você tava com muita vontade… Me diz uma coisa: seu maridinho te fodia o cu?

- Não para, por favor, não para… Preciso gozar… Continua, continua… – dizia Lola, ansiosa pra chegar ao orgasmo.

- Não me ouviu? Te perguntei se seu marido te comia por trás. - sim... sim... algumas vezes.. -
- bom.. muito melhor.. não gosto de tias enjoadas… sua filhinha ainda reclama quando eu como o cu dela… você não vai reclamar, vai? você vai me oferecer bem contente quando eu tiver vontade… não vai?
- sim… sim… o que você quiser… mas não para, por favor.. continua.. não me deixa assim..-
- hahaha calma, ansiosa… vou te foder… você vai gozar… e você vai ser uma boa puta comigo… minha puta.. não vai?
- sim.. sim.. serei sua puta, serei o que você quiser, mas me fode… me fode, por favor

Toni retomou as estocadas, golpes secos de pelvis, metendo e tirando a pica com força, até o fundo e quase tirando ela toda pra meter de novo com mais força.. Lola não aguentou muitas sacudidas assim e o orgasmo tão desejado veio com muita força, dobrando o corpo dela, quase caindo no chão se não fossem as mãos do jovem que seguraram ela firme pela cintura.
- ahhh ahhh mmmmm ahhh mmmm tô gozando, gozando - dizia Lola tentando abaixar a voz
- hahaha um cano desentupido…. mas você tem que se controlar, sogra… se você for tão escandalosa, seu maridinho e sua filha não vão demorar pra descobrir...e com certeza você não quer que eles descubram.. né?
- não, não.. claro que não.. - dizia Lola envergonhada por não ter conseguido segurar os gemidos
- muito bem, sogra, muito bem...você vai aprender a se controlar pelo bem que te faz..

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Lola tinha redescoberto o prazer do sexo, se sentia envergonhada por enganar a filha, mas era incapaz de resistir à atração daquele jovem garanhão que tinha em casa todo dia. Logo, igual à filha, virou um brinquedo nas mãos dele, Toni montava ela quando queria, como queria, mas principalmente gostava de deixar ela mamando por longos períodos enquanto ele via televisão, no começo na casa do rapaz, depois aos poucos Toni foi ganhando coragem e ficava excitado em buscar situações mais safadas na própria casa de Lola.

Loli começou a estudar pedagogia, sua vocação e passava longas horas no quarto com seus livros, disposta a satisfazer o namorado quando Toni queria, mas nessa época Toni tinha um brinquedo novo: a mãe dela, que ele comia todo dia na cozinha, no banheiro ou no quarto enquanto ela estudava no quarto dela.

Fernando, o marido de Lola, passava o dia na sala, na cadeira de rodas, vendo TV, ouvindo rádio ou cochilando por causa dos efeitos dos relaxantes e antidepressivos que tomava. Era deficiente, mas não era idiota, e logo começou a perceber o que estava rolando. Sabia perfeitamente que não podia satisfazer a mulher desde o acidente e, com muita coragem, se resignou à situação, fingindo que não via nada. Não teve coragem de falar nada com a mulher, mas sim com Toni um dia em que Lola ainda não tinha chegado do trabalho e a filha estava estudando.

— Sei perfeitamente o que está acontecendo nesta casa. Quero que minha mulher seja feliz, que curta o sexo, eu não consigo fazer isso… mas você, seu porco maldito, é o namorado da minha filha e a deixou grávida, tenho certeza de que a Loli não sabe de nada disso. Se machucar minha filha, juro que te mato, seu filho da puta! — disse Fernando para Toni na sala de casa.

— Kkkkk, o único filho da puta desta casa é você, querido sogro. Você não vai matar ninguém. Se me der o menor problema, garanto que te enfio num asilo ou levo as duas comigo e você se vira sozinho. O que prefere, sogrão?

— Seu porco maldito, elas nunca me abandonam, são minha mulher e minha filha…

— Elas estão de saco cheio de cuidar de você, você só é um peso, um estorvo… enquanto eu… tenho uma pica que deixa as duas loucas… o que você acha que elas vão escolher, o sofrimento com você ou o prazer comigo?

Fernando baixou a cabeça, aquele porco maldito tinha razão, ele só era um peso, um estorvo, morria de medo de ser abandonado pela mulher e pela filha, não tinha coragem de se matar, mas era a única coisa em que pensava naquele momento.

— Beleza, vejo que Você pode não ter percebido, mas fico feliz que você trouxe o assunto, já não aguentava mais ter que disfarçar pra comer sua mulher. Não me importo se você olhar quando eu chupar ela ou foder ela, ou se preferir, pode vazar, mas se me der qualquer problema, eu mesmo vou contar pra Loli. Sim, você tá certo, ela não sabe de nada, tá no quarto dela estudando, louca pra eu entrar e foder ela, esperando um filho meu… Você vai ser o motivo da desgraça dela ou vai fazer vista grossa? O que vai fazer, sogrão?

-Filho da puta, sabe que a última coisa que eu faria seria machucar minha filha… não quero que ela sofra… podem fazer o que quiserem, minha mulher e você…- disse Fernando, resignado.

-Sabe? Você tem razão, sou um filho da puta. Minha mãe me abandonou quando eu era pequeno, quando largou meu pai por outro, e agora te garanto que vou me divertir pra caralho comendo a puta da sua mulher bem na sua cara… você vai ver como ela goza igual uma vagabunda quando eu meto em todos os buracos dela.

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Aquela conversa entre os dois homens mudou a situação na casa. Toni tratou de dizer pra Lola que tinha falado com o marido dela e que Fernando consentia com os encontros deles, que não precisavam mais se esconder. Em troca, manteriam o segredo da filha; nenhum dos dois queria que a garota sofresse se descobrisse a parada. Lola sentiu um peso saindo das costas ao saber que o marido tinha levado aquilo com tanta frieza e resignação…

-Tá mais tranquila, Lola? Seu marido não vai ser mais problema… quando sua filha não estiver, você vai me mostrar o quão puta você é de verdade…- disparou Toni pra Lola quando explicou a nova situação.

-Olha, você não vai querer que a gente transe na frente do meu marido, vai? Eu morreria de vergonha…- respondeu Lola, assustada.

-Claro que sim… seu marido já não sobe mais, mas a cabeça, a vista e o ouvido funcionam. Aposto que ele adora ver você se acabando de prazer.

-Nem pensar, não me pede isso… uma coisa é ele saber, outra é ele ver… Mas a Lola sabia muito bem que Toni não era do tipo de homem que aceitava um não como resposta. Loli começou a ir para as aulas de magistério à tarde, e de manhã estudava em casa. Quando Lola saía do trabalho, os quatro almoçavam juntos em casa, "assim posso ver minha garota", tinha dito Toni, que passava as manhãs dormindo e acordava só ao meio-dia. Se ele quisesse subir antes pra casa da namorada pra foder ela antes do almoço, ou então, na hora certa, com a mesa posta, mãe e filha cuidavam de preparar tudo e não deixar faltar nada.

Assim que Loli terminava de comer, saía de casa pra ir pras aulas, não sem antes Toni supervisionar a roupa que ela vestia. Se ele não gostava do que ela tinha colocado, mandava ela trocar. Cada vez mais ele gostava que ela se vestisse de forma mais provocante. Com o tempo, Loli tinha superado a vergonha de se exibir daquele jeito e obedecia em tudo ao seu amado namorado, mas a cada dia que passava, sua barriga ia inchando mais e mais, assim como os peitos. A roupa já não servia mais e ela teve que começar a usar vestidos largos de grávida.

— Quando você sair da aula, quero que passe todas as tardes um tempinho no bar do meu pai, antes de subir pra casa. Quero que você ajude ele um pouco todo dia. Ele tá muito contente com você... diz que você anima muito a clientela — disse Toni pra Loli.

— Como você quiser, meu bem... — respondeu Loli, submissa, sem ousar contestar. "Que anima muito a clientela pro velho? Não é à toa", pensava Loli, lembrando como o velho, toda vez que ela ia, guardava a pia do balcão cheia de pratos e copos pra ela lavar. Mandava ela trocar de roupa e vestir um avental bem curto com um decote escandaloso, sem nada por baixo. Ela passava mais de uma hora curvada sobre a pia do balcão, deixando tudo limpo e brilhando, enquanto cada vez mais clientes se amontoavam do outro lado do balcão pra olhar ela. Aqueles peitões enormes, cada dia mais inchados, livres do sutiã, pendiam soltos enquanto ela ficava curvada assim, e quase se Saiam pelo decote, deixando-as completamente à mostra.

- Hora de lavar a louça... senhores, consumo mínimo 10 euros, a cada dez minutos uma rodada, paga-se igual, babando ou não... - dizia o velho Teo, pai do Toni.

Naquela hora de lavar a louça, o velho dono do bar ganhava de 200 a 300 euros só deixando um bando de olheiros verem as tetas da namorada do filho dele. Logo a notícia se espalhou, e cada dia tinha mais cliente esperando a Loli chegar no bar pra sessão de lavagem. O Teo se encostava na garota enquanto ela lavava e não parava de apalpar ela na frente de todo mundo, fazendo eles babarem de vontade de fazer o mesmo...

O velho Teo ganhava mais naquela hora do que o dia inteiro trabalhando, por isso tinha dito pro filho que queria a Loli lá todo dia. Cada dia que passava, o velho Teo recebia mais propostas dos clientes - "quanto pra foder ela?" "quanto pra um boquete?" "quanto pra mostrar a buceta e o cu?" Quanto, quanto?... Essa era a pergunta que se repetia sem parar todo dia.

- Filho, você tem que deixar ela trabalhar. Essa puta que você tem de namorada deixa a rola de todo mundo dura que nem pedra... eles pagariam qualquer coisa pra foder ela, pra chupar ela. Ninguém nunca viu umas tetas assim na vida, tão tudo morrendo de vontade de ordenhar esses peitos... - repetia o Teo pro filho todo santo dia.

Mas o Toni não tava afim, pelo menos por enquanto - Essa puta é minha, tá carregando meu filho na barriga... eu gosto de deixar eles excitados, mas essa buceta é minha, só minha. Você não consegue nem ficar de pau duro pra foder ela, por isso eu deixo... - respondia o filho.

- Sim, filho, eu respeito, a buceta é sua, mas e o cu? E a boca? E as tetas? Dá pra ganhar muita grana se você deixar eu fazer ela usar tudo direitinho. Uma punheta com as tetas ou com as mãos triplicaria o preço, ou ver ela se masturbar com essa barrigona que tá crescendo, ver ela enfiar coisas... logo eles vão cansar de ver as mesmas tetas todo dia... tem que variar o cardápio, oferecer outro show... não seja teimoso, tem tanta coisa que ela pode fazer... respeitando sua buceta. - insistiu o velho Teo

- Não insiste, eu é que vou dizer quando e o que quero que faça... - repetia insistentemente Toni

- Te garanto 300 euros por dia pra você se me deixar usar ela do jeito que eu tô falando... pensa bem, filho, pensa bem -

Aquela frase deixou Toni pensativo, 300 euros por dia era uma grana se ele concordasse que o pai explorasse a namorada dele respeitando a buceta dela... uma oferta tentadora demais pra um pilantra como ele

- Tá bom, pai, vou pensar, não prometo nada... vou pensar. Ela não vai demorar pra dar à luz e quero que ela cuide do meu filho por enquanto... mas talvez eu tenha alguém que faça o que você disse... você me deu uma ideia.

Toni não parava de pensar no que o pai tinha acabado de falar quando subiu pra almoçar na casa da namorada, abriu com as chaves e entrou. Lola, a sogra dele, recatada e discreta como sempre quando a filha estava presente, se virava colocando os pratos na mesa, Fernando, o sogro, sentado na cadeira dele esperando no lugar dele na mesa. Loli ainda não tinha saído do quarto, continuava estudando. Ele se aproximou de Lola e deu um beijão na boca dela na frente do marido enquanto as mãos dele se ocupavam em apalpar a bunda e os peitos da sogra - que gostosa que é sua mulher, Fernando, me deixa doido ver ela tão decente vestida, como fica bem sendo comida todo dia mmmm - enquanto falava, uma mão de Toni foi por baixo da saia de Lola e confirmou que ela não tava de calcinha e que tava com as bolas chinesas colocadas... a buceta de Lola tava escorrendo como de costume... - mmm a putinha tá molhada... pronta pra montar quando a menina for embora, não é mesmo, putinha? -

- Sabe que sim, Toni... sempre pronta pro que você quiser... - disse Lola, submissa, pra que o marido ouvisse, que continuava calado

- Tá vendo, Fernando, sua mulherzinha tá feliz com nosso acordo, aposto que você também gosta de saber que ela se diverte sendo cada dia um pouco mais puta, não é mesmo? - Toni colocou Lola de frente pro marido pra ele poder ver bem e levantou a saia dela

- Olha aqui, Fernando, Presta atenção, agora sua mulher vai trabalhar todo dia sem calcinha, com essas bolinhas na buceta que fazem ela voltar com a buceta toda molhada, escorrendo de vontade de enfiar nos buracos dela… e enquanto eu faço isso, gosto que ela me conte como os caras olham pra ela… sim, como olham, porque no trabalho ela não vai tão discreta, né, sua putinha?...-

Lola baixou a cabeça envergonhada, apesar do tempo que já passou, ela não se sentia confortável quando Toni a humilhava daquele jeito na frente do marido…

-Não se envergonha, Lola… eu sei que você adora deixar os homens com tesão pra depois me contar… presta atenção, Fernando, essa saia tão discreta tem um velcro na barra, quando ela chega no trabalho, dobra pra dentro e vira uma minissaia provocante e sexy, ideal pra usar sem calcinha por baixo, ainda mais desde que eu sei que dois colegas da Lola sentam na frente dela… imagina o que eles veem quando ela abre um pouco as pernas sentadinha na cadeira?… humm hahaha, sim, isso que você tá pensando… uma linda buceta peluda escorrendo. Mas o que eu mais gosto é que a Lola exibe essas tetas dela, umas tetas dessas não dá pra esconder tanto… essa blusa justa abotoada até o pescoço fica muito melhor com alguns botões soltos…-

-Você é um porco, tá obrigando ela…- tentou protestar Fernando e justificar a esposa.

-Que isso, Fernando!, nada de obrigar, a Lola adora ser olhada… sua mulherzinha tá cada dia mais puta… Lola, mostra pro seu marido como você usa a saia e a blusa no escritório… Fernando, posso te garantir que é verdade, ontem fui de surpresa na prefeitura pra conferir e a Lola tava como você vê… também tenho que te dizer que no setor de arrecadação só tem cinco pessoas, quatro homens e a Lola… não tem concorrência… isso é jogar com vantagem… mas entra muito cidadão todo dia… isso é verdade.-

Lola dobrou a barra da saia pra dentro, o velcro prendeu fácil, transformando aquela saia discreta numa virou num piscar de olhos numa minissaia provocante… as mãos dela soltaram depois três botões daquela blusa abotoada até o pescoço, deixando que um decote mais que generoso mostrasse boa parte dos seus peitos exuberantes…

— Imagina, Fernando, que você é um dos colegas de trabalho dela. Lola levanta da mesa dela e se inclina na sua frente, na sua mesa, pra te pedir qualquer coisa… Faz isso, Lola, mostra pra ele… —

Lola se inclinou na frente do marido, com os botões da blusa soltos. Ao se inclinar, os peitos dela balançavam e ficavam completamente à mostra, cobertos por um sutiãzinho transparente, bem sugestivo.

— Humm, vista bonita, né Fernando?… Puta peitão, aposto que os colegas dela ficam de pau duro a manhã inteira… Tô pensando que talvez eu devesse ir trabalhar sem sutiã… Mas aí ela pode ser mandada embora… Não sei o que fazer… O que você me recomenda? —

— Maldito pervertido, porco, tarado… não humilha ela assim… conheço os colegas de trabalho dela desde sempre… são boa gente… — dizia Fernando.

— Vira de costas, Lola, se inclina como antes, mas de costas pro seu marido… —

Lola obedeceu. A saia curta subiu um pouco mais por causa da posição, deixando as coxas dela completamente à mostra. Alguém atrás dela que baixasse um pouco o olhar podia ver perfeitamente a bunda nua dela e a buceta peluda… com facilidade, sem problemas…

— Com certeza são boa gente, Fernando, não tenho dúvida. Mas por mais legais que sejam, quando um rabão desses e uma buceta como a da sua mulher ficam na frente dos olhos, te garanto que o pau fica duro… Tô errado, Lola? —

Lola abaixava a cabeça, envergonhada. O silêncio dela dizia mais que qualquer palavra…

— Bom, fim do show. Se cobre, Lola, sua filha vai sair a qualquer momento. —

Toni adorava esse tipo de situação, que repetia cada vez com mais frequência. Adorava humilhar Fernando. Lola aceitava os caprichos de Toni, era um brinquedo pra ele… mas por dentro começou a se sentir mal com a situação, com a humilhação. A constante do marido e saber que a filha dela tava sendo traída pelo próprio namorado fizeram ela começar a beber. Fora de casa, ela aproveitava quando saía pra comprar algo ou fazer qualquer mandado pra entrar nos bares e pedir bebida com álcool. Aquela droga tão popular fazia ela se desconectar, não pensar na situação atual dela…

Enquanto isso, Loli já tava grávida de oito meses, a barriga era enorme pro corpinho pequeno dela… Toni deixou ela parar de ir no bar do pai à tarde, doía ela ficar debruçada no balcão… pela primeira vez, o gostoso do namorado dela, o primo, pensou no bem-estar da mina e do futuro filho.

………………………………………….

Lola entra em casa, abre a bolsa, uma merreca de 20 euros é tudo que sobrou pra ela até o fim do mês. Ela se lamenta pelos 200 euros que perdeu na noite anterior na máquina caça-níqueis do bar que fica no térreo do prédio pequeno onde ela mora.

Faz uns meses que ela tá viciada nas máquinas caça-níqueis dos bares, um vício que só aumenta a cada dia, sem que ela consiga controlar. O que era umas moedinhas de vez em quando depois de tomar um café virou um vício de verdade, uma dependência que ela não consegue dominar.

Ela gasta dinheiro compulsivamente e não tem força nem coragem de contar pra família. Pelo contrário, com desculpas e mentiras, ela tira dinheiro direto da conta onde o marido deposita a pensãozinha de invalidez dele, que acaba perdendo nas malditas máquinas. Uma conta que era pra emergências e cuidados que o marido deficiente precisa, e que nunca tinha sido usada, já que viviam modestamente mas sem aperto com o salário de funcionária pública dela.

Com o vício em jogo, ela começou a beber demais, bebe enquanto joga, o álcool faz ela esquecer dos problemas, mas os dois vícios se alimentam um do outro: quanto mais bebe, mais joga, e quando joga, não consegue evitar tomar uma dose cada vez maior de álcool.

O jogo e o álcool já foi seu refúgio, a válvula de escape para fugir daquele mal-estar que a inunda desde que se tornou a amante secreta do namorado da sua filha, tratada como uma puta, como puro objeto de prazer, incapaz de negar qualquer pedido que ele faça.

Enquanto olha para sua carteira com aqueles últimos vinte euros, não para de pensar se alguém terá tirado o prêmio de 300 euros da máquina. — com certeza algum infeliz com umas moedas vai levar — pensa, enquanto seus pés a levam a sair de casa e descer até o bar do Teo, o pai do seu genro Toni, namorado da sua filha.

Em poucos minutos, ela está entrando pela porta do charmoso barzinho, lotado de gente pela manhã, quando ela, como tantos outros trabalhadores do bairro, vai tomar café da manhã naquela bancada cheia de montaditos e tapas recém-feitas.

Agora, à tarde, está quase vazio de clientes, só uma mesa de fregueses jogando cartas. Teo, o dono, atrás do balcão, aquele cinquentão barrigudo, sorri e a cumprimenta ao vê-la.

— O que vai ser, Dona Lola?
— Um café com cum, por favor — diz Lola, devolvendo o sorriso.
— Já vou preparar — fala Teo, sem tirar os olhos dela e sem conseguir evitar lamber os lábios enquanto pensa — que gostosa que tá a porra da peituda da minha consogra.

Lola senta num banco do balcão. A poucos metros dela, quatro homens sentados na única mesa ocupada jogam cartas. Ela reconhece um deles: é o Sérgio, colega de trabalho no escritório de arrecadação municipal. Ela o cumprimenta com o olhar, vendo que os quatro não tiraram os olhos dela desde que ela entrou.

Teo serve o café com cum e coloca um copinho de dose que enche de uísque…
— A dose é por conta da casa — diz Teo, sabendo do vício da Lola em pedir essa bebida quando está jogando na máquina. — A máquina deve estar quente, ninguém tirou o prêmio... com certeza tá no ponto — completa Teo, que conhece bem a paixão da mulher por jogar.

Lola nunca foi uma mulher muito chegada ao álcool, mas desde que começou a se viciar nas máquinas, a empolgação do jogo fez ela pedir cada vez mais uns copinhos enquanto joga.

Aquelas palavras do dono do bar martelam na cabeça dela. Antes de provar o café com porra, ela vira a dose de uma vez — Valeu, Teo — fala, enquanto pensa nos únicos 20 reais que tem na carteira.

— De nada, Dona Lola... sabe que hoje é meu santo... não tenho ninguém pra comemorar desde que minha mulher separou e levou meus filhos... me deixa hoje pagar as doses pra senhora... é o mínimo que posso fazer depois de todo o dinheiro que a senhora deixou ontem na máquina... — fala Teo enquanto enche de novo o copo de dose.

— Valeu, Teo... cobra o café — diz Lola, tirando a nota da carteira e colocando em cima do balcão.

Teo pega a nota, se cobra e devolve o troco em moedas, deixando o montinho em cima do balcão... sabe que ela não vai resistir a gastar tudo na máquina dele, sabe muito bem. Trinta anos atrás do balcão de um bar ensinaram ele a conhecer muito bem os viciados em jogo e em bebida. — Tá perto... — fala de novo quando larga as moedas.

Lola vira a nova dose de uma vez, pega as moedas e levanta do banco. A máquina caça-níqueis está perto da mesa de quatro jogadores de cartas. Sem olhar pra eles, começa a enfiar as moedas uma por uma... nada, de novo nada... aquela maldita máquina resiste mais uma vez a dar o prêmio pra ela.

Teo observa ela do balcão com um sorriso enquanto enche de novo o copo de dose... — A qualquer hora sai... já não pode demorar...

Lola instintivamente enfia a mão na bolsa e tira a carteira. Nem lembra que já não tem mais dinheiro. Gastou os últimos vinte reais que tinha.

Teo não perde um detalhe, percebe direitinho a situação. Lola, infelizmente, é uma das muitas pessoas viciadas em jogo que Teo vê passarem pelo bar dele. O perfil de mulher madura que se arrisca com o dinheiro das compras é muito comum, e ele já se aproveitou de situações parecidas mais de uma vez.

— Bom, fica pra próxima… não tenho mais dinheiro… vou subir pra casa — diz Lola, resignada, enquanto bebe o novo dose que Teo serviu pra ela.

Teo vira no balcão e abre a caixa registradora — Toma, Dona Lola… depois você me paga… não quero que o primeiro que aparecer leve o prêmio — fala ele, deixando um pacote de moedas de 50 euros na frente dela.

— Obrigada, Teo… mas… até eu receber… eu… eu… — diz Lola, sem tirar os olhos do pacote de moedas como se fosse uma dose de droga, o mesmo olhar de um viciado… ela tá completamente viciada no jogo, sem dúvida.

Teo sorri vendo ela olhar pro pacote de moedas, enche o copo de dose de novo — Fica tranquila, mulher, depois você me paga… pega… calma… não se preocupa… com certeza você vai ganhar…

Lola resiste a pegar o pacote de moedas, morde os lábios, tá nervosa… os doses tão fazendo efeito… ela se sente meio tonta…

Teo olha pra aqueles olhos vidrados, sabe que ela não vai conseguir resistir, aquela droga é forte demais pra mulher, e ele não quer perder aquela chance… porra, pega um copo grande de drinks e joga gelo picado, martini branco seco, gim e um pouquinho de suco de limão… sabe que Lola adora tomar aquele drink enquanto joga…

— Toma, Dona Lola… isso é mais refrescante que o dose — fala enquanto coloca o drink na frente da mulher.

Lola, enquanto olha pro copo, lembra que não colocou gasolina no carro, tá na reserva, precisa encher o tanque pra levar o marido pra reabilitação… passou do limite do cartão… morre de vergonha só de pensar em ter que pedir dinheiro pra filha pra gasolina…

O calor, o nervosismo fazem ela começar a suar, ela veste uma blusa creme, larga, abotoada na frente até o pescoço, recatada como sempre, a saia negra de zíper nas costas, vestido que chega um pouco acima dos joelhos, sandálias pretas rasteiras pra não aumentar a altura. Vestida discreta como sempre, mas não consegue evitar que o tecido vaporoso da blusa grude no corpo com o suor, aquele peitão enorme fica marcado demais, o relevo do sutiã preto reforçado que ela usa desenha na gaze fina….

-Preciso tirar o prêmio…- diz Lola pra si mesma enquanto aperta o pacote de moedas com uma mão e a taça do drink com a outra.

Sergio, o colega de trabalho dela, da mesa também não tira os olhos de Lola e vê como Teo deixa os 50 euros pra ela… -Esse filho da puta quer embebedar ela…- fala pros parceiros de jogo.

-E cê diz que trabalha contigo essa mina? Caralho, que peitão ela tem… porra, viram como balança?- diz um dos parceiros de jogo

-Pois é... nos últimos meses ela tem deixado minha pica a ponto de explodir... senta na minha frente, no trampo usa umas minissaias de tirar o fôlego… a putinha não usa calcinha e deixa a gente ver a buceta quando tá sentada…. e essa blusa hoje de manhã, te juro que não tava abotoada até o pescoço, não senhor, bem solta, mostrando os peitos quando se abaixa… buff, que peitão que a putinha tem… acho que desde que o marido dela sofreu o acidente, ela tá muito mal comida…- conta Sergio, que aos 45 anos é um cara maduro que ainda mantém o charme, casado e com vários filhos, tímido, introvertido, nunca teve coragem de dar em cima de Lola.

-Muita mulher pra você, Sergio?... cê não tem coragem de trair sua mulher hahahaha…. mas com certeza a dona tem uma buceta gostosa…- responde outro da mesa

Lola parece alheia a tudo ao redor, os olhos dela não saem da máquina, aquelas rodas com figuras de frutas que giram sem parar, dando algum prêmio menor de vez em quando, o tilintar das moedas caindo faz Lola ficar exultante, feliz, aquela droga do jogo faz ela esquecer de tudo……

-Teo, serve mais um drink pra Lola… essa —Eu pago... se ele tirar o prêmio grande, que nos pague uma rodada... Você nos paga se tirar, Lola?..
—Claro que sim, galera... podem contar comigo — diz Lola, feliz em ouvir o barulho das moedas caindo na bandeja... —Vai, vai, me dá logo... — fala Lola pra máquina como se ela pudesse ouvir..

Sergio levanta e vai até o balcão pegar a dose de Lola e uma cerveja pra ele, leva até a máquina...
—Toma, Lola... vamos brindar ao prêmio — Lola pega a dose e brinda com Sergio, que a incentiva a virar de uma vez —pra cima, pra baixo... no centro... e pra dentro — Lola bebe, mas cambaleia ao terminar.. o álcool começa a fazer efeito...

Os três da mesa, coroas iguais ao Sergio, já encerraram a partida vendo o show que Lola tá dando e se levantam, um deles vai até o Teo —manda mais uma rodada, Teo, e uma dose pra moça...—

Os três se aproximam da máquina, Lola parece que continua na sorte, tirando prêmios menores que ela mete de volta na máquina na esperança de conseguir o prêmio grande, o tempo vai passando e eles continuam pedindo rodadas...

Teo, do balcão, observa eles, não parece muito feliz, aqueles quatro parecem dispostos a se aproveitar da gostosa da Lola com a iniciativa dela, vê Sergio ser o primeiro a pegar ela pela cintura quando ela cambaleia por causa da bebida, na hora outro dos quatro segura ela do outro lado também, disfarçadamente começam a passar a mão nela....

O que tinha que acontecer inevitavelmente acontece, aos poucos os 50 euros e os prêmios seguintes que ela ganhou desaparecem dentro da máquina....

A felicidade de Lola se desfaz num instante, ela perdeu de novo, mete a mão na bolsa de novo pra confirmar que não tem mais dinheiro... os quatro percebem a situação..

Um dos quatro tira uma nota de 50 da carteira —Quer mais 50 pra continuar jogando, gostosa?—
—Me dá... eu te pago de volta... o prêmio grande tá quase saindo...— diz Lola, ansiosa pra continuar jogando, esticando a mão pra pegar a nota

—Calma, leoa… calma… não vamos ficar nervosos… tenho certeza que você paga… tem com o que pagar… mas a gente precisa falar dos juros… quero algo em troca se eu te deixar pegar — ele diz, tirando a nota do alcance de Lola.

—O que você quer? — pergunta Lola, que só pensa e deseja naquele momento é continuar jogando…

O homem se vira e examina o bar vazio — hum, vamos ver… a porta de entrada do bar fica do outro lado, estamos de costas se alguém entrar… quero que você abra a blusa e tire o sutiã… se foda os 50 conto, quero ver suas tetas enquanto você joga… a gente te cobre se alguém entrar, é só abotoar a blusa de novo…

—Vocês tão loucos?… não vou fazer uma merda dessas… Sergio, pelo amor, você me conhece, fala pra ele, eu devolvo o dinheiro… — disse Lola nervosa, olhando pro colega de trabalho, esperando ajuda.

—É um bom negócio, Lola… também tô doido pra ver essas tetonas… imagina que você tá no trabalho, lá você não tem problema da gente ver sua buceta, ultimamente você nunca usa calcinha… reparei que é a mesma saia do trabalho, mas lá você dobra ela pra dentro pra gente ver melhor e não usa a blusa tão recatada… vai, veste a roupa como no trabalho… eu já te vi… faz isso, porra, faz!

Lola hesita, não tem coragem de fazer o que pedem. Teo é pai do Toni, o namorado da filha dela, e não quer que ele a veja assim…

—Bom… entendo… Teo, troca essa nota pra mim, me dá umas moedas, vamos tirar esse prêmio agora que a Lola terminou de jogar — diz Sergio, colocando a nota do amigo em cima do balcão.

Lola só consegue pensar que aqueles quatro filhos da puta vão tirar o maldito prêmio que custou 200 conto na tarde anterior e mais 70 hoje. Ela precisa tirar pra recuperar o dinheiro e conseguir pagar o depósito do carro sem passar mais vergonha com as filhas e o parceiro…

—Tá bom… tá bom… vou fazer… vou fazer o que vocês tão falando… — diz Lola. vendo que o Teo colocou o pacote de moedas em cima do balcão, pegando a nota que o Sergio deixou…

Os dois caras que seguravam ela pela cintura soltam pra ela cumprir o trato. Lola, de pé, na frente da máquina, cercada pelos quatro homens, leva as mãos aos botões da blusa, cambaleia, dá um tropeção, mal consegue se segurar em pé sozinha — a quantidade de álcool que entornou em tão pouco tempo já tá batendo. Os quatro caras zoam ela ao redor enquanto o Sergio agita o pacote de moedas na cara dela…

— Quer essas moedas, Lola?… Tem certeza que quer?… Acho que cê tá mó bêbada pra ficar de pé e jogar…

CONTINUA…

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