Lola entra na casa dela, um apartamentinho simples num prédio antigo de dois andares, com um barzinho tradicional no térreo. Eles moram no segundo andar, e no primeiro mora o dono do bar com o filho dele.
Lola tem 39 anos, é funcionária pública da prefeitura, trabalha no setor de arrecadação municipal, horário da manhã, um salário bom com o qual vivem modestamente, mas sem aperto financeiro, ela e a família dela.
O marido dela, Fernando, é paraplégico por causa de um acidente de trânsito que teve há quase três anos, vive em casa trancado na cadeira de rodas dele, com problemas sérios de depressão e falta de autoestima.
Eles têm uma filha, Loli, de 18 anos, que engravidou recentemente, de uns dois meses, do namorado dela, Toni, de 25, filho do Teo, o dono do bar que fica no térreo do prédio.
O moleque ajuda o pai no bar de vez em quando, mas não tem emprego fixo, mora com o pai no apartamentinho em cima do bar. A mãe dele largou eles quando ele era bem novo. O Toni praticamente se criou sozinho desde que a mãe abandonou eles, o pai dele o dia inteiro trabalhando no bar de sol a sol fizeram dele um garoto rebelde, encrenqueiro, cercado de más companhias com quem passa o dia vagabundeando por aí. Ele é um cara de pau, mas ao mesmo tempo é um jovem muito gostoso, alto, moreno, bonito, forte e um puta sedutor. Foi muito fácil pra ele enganar a inocente e doce Loli, uma mocinha certinha, com muita capacidade pra estudar, que quer realizar o sonho dela de ser professora.
Toni entra como se fosse dono da casa no apartamentinho da Lola e da família dela, com a desculpa de ficar com a namorada grávida. Os meses passam e o Toni não para de dar desculpas pra Loli e pra família dela pra adiar a data do casamento. Nunca foi uma pessoa de assumir compromissos, mas tem facilidade pra enganar todo mundo com o corpo gostoso dele e a lábia afiada.
Todo mundo não. Fernando, o futuro sogro dele, o pai da Loli, da cadeira de rodas dele observa a atitude do namorado da filha e sempre a recomendado que se afaste dele. As palavras de Fernando caem em saco roto desde o acidente, sua mudança de caráter, seu ressentimento fizeram com que ele se distanciasse muito da esposa e da filha, atualmente sofre de depressão crônica.
Lola, de pé na entrada de casa, olha para o marido cochilando na cadeira de rodas na sala. Aquele macho vigoroso, ansioso para satisfazê-la diariamente na intimidade, parou de fazer isso desde o dia do acidente. Ela se sente frustrada, insatisfeita, ainda é muito gostosa pra idade dela, mas nunca foi infiel ao marido.
O volume alto da televisão na sala não consegue abafar os gemidos que vêm do quarto da filha. O namorado dela, Toni, sobe pra macetar ela quando bem entende, como se ela fosse uma putinha gostosa. Ela, incapaz de resistir aos encantos dele, não nega nada, qualquer vontade que ele tenha, é um brinquedo nas mãos dele, completamente enrabichada por aquele sem-vergonha.
Lola continua de pé na porta de casa, ouve os gemidos, olha pro marido dormindo na frente dela, hesita entre ficar ou ir embora. O namorado da filha não parece preocupado se alguém ouve. Dá vontade de ir até o quarto da filha e pedir pra eles baixarem a voz, mas ela morre de medo da filha sair de casa, deixá-la sozinha. Já é maior de idade, não teria como impedir. Sabe perfeitamente o quanto a filha é apaixonada pelo namorado, é a única coisa na cabeça dela, acima dos livros e da vocação de ser professora.
Um grito da filha faz com que ela feche a porta da entrada e se dirija ao quarto da filha. O quarto, bem perto da sala, continua fechado, e Lola fica parada perto da porta, hesitando se entra, se bate... ouve de novo a voz da filha...
— Ahhh ahhh Toni, pelo amor de Deus, para, tá doendo muito atrás... vai arrebentar meu cu ahhh ahhhh...
— Cala a boca, porra! Não reclama tanto, nem parece que é a primeira vez que te como... você sabe o quanto eu adoro te comer de cu... mmmm... adoro ver como suas tetas balançam... Peitos, mmmm, você saiu igual à sua mãe, peituda pra caralho. Se crescerem mais um pouco, logo vai ter mais que ela. Por isso eu tava tão doido pra te engravidar, ver como eles incham, se enchem de porra, mmmm… adoro ver como você deixa todos de pau duro quando olham pra eles — ele diz, sem parar a forte enfiada no cu.
Loli, a garota tímida, certinha e boa aluna, sempre teve complexo por sofrer as piadas de todo mundo por causa do tamanho exagerado dos peitos. Ela herdou os peitões da mãe, mas diferente dela, que tem mais de 1,70, a baixa estatura de 1,60 e o corpinho magro fazem com que os 110 cm de peito sejam muito mais chamativos. O volume e peso excessivos dos peitos causam muitas dores nas costas, e os médicos sempre recomendaram que ela operasse para reduzi-los, mas o namorado Toni sempre foi contra. — Se você operar, eu termino… quero que minha namorada seja desejada por todos os caras e que eles fiquem de pau duro quando te veem — Toni diz repetidamente.
Eles começaram a namorar quando Loli tinha apenas 16 anos e ele, 23. Contra a vontade do pai de Loli, que nunca gostou de Toni por sua fama de galinha e briguento.
Para Toni, ela sempre foi um troféu, algo para se exibir. Ele apostou com os amigos que conseguiria seduzir a jovem vizinha, aquela garota certinha, estudiosa, mas com uns peitos que ninguém nunca tinha visto antes, e agora a exibia como quem usa um pingente. Toni a obriga a se vestir de forma provocante quando saem juntos, especialmente com decotes e minissaias, a fazer topless na piscina enquanto ela morre de vergonha vendo todo mundo olhando. Ela aguenta tudo, qualquer coisa, e agora grávida muito mais, tudo para continuar dizendo que ela "é a garota dele", apesar dos muitos comentários de que Toni come tudo o que passa na frente dele.
Loli vai recebendo as investidas do namorado no cuzinho apertado, que aos poucos vai dilatando e trocando a sensação de dor por prazer. o prazer quando sente a mão do Toni masturbando a buceta dela…
– Você tá encharcada igual uma puta no cio, a buceta tá escorrendo… De quem é essa raba e essa buceta?.. fala… quero ouvir… –
– Suas… suas… só suas… mmm ahhh mmmm – diz Loli sentindo que tá prestes a gozar
– Isso mesmo, foxy, minhas, só minhas, nunca esquece disso… mas não quero ver você fazer cara feia de novo quando eu me gabar de você na frente dos meus amigos como no sábado, se eu quiser que você mostre os peitos, você mostra, entendeu, foxy? você sabe o quanto eu gosto que os caras batam uma pensando em você… –
– Toni, pelo amor… seus amigos queriam que eu mostrasse os peitos no bar… tava cheio de gente… eu tava morrendo de vergonha… – mas enquanto Loli tentava argumentar com o namorado, ele acelerava as carícias na buceta enquanto continuava comendo ela por trás… – ahhh ahhh, assim, assim, não para de mexer na minha buceta enquanto me come o cu… ahhh ahhh vou gozar – gemia Loli, incapaz de aguentar mais aquelas carícias do namorado enquanto metia no cu dela
– Me escuta bem, puta, não vou repetir, se eu quiser que você mostre os peitos, você mostra, ou juro que você vai levar no cu de todos os caras que eu conheço… ahhh e amanhã quero que você desça pro bar, meu pai precisa de ajuda pra limpar a cozinha, ele tá muito gordo pra subir na escada, ele adora como você deixa tudo limpo, sempre me fala… –
– Sim, sim, Toni, eu desço, não se preocupa… mas não para, pelo amor… vou gozar… não para, pelo amor de Deus… – implorava Loli
– Sua puta no cio, quer gozar? tá com vontade?... você tem que fazer tudo que eu pedir pra isso… ou juro que te deixo na mão… –
– Sim, Toni, eu faço, tudo que você quiser… o que você tiver a fim… sempre faço… não para, pelo amor… ahh ahhh continua, continua –
– Bem, é o que espero pelo seu bem, vou te dar uma chance, amanhã quero que você desça pra limpar o bar com o vestido que usou no sábado, aquele que você ficou com vergonha no bar, curtinho e bem decotado… –
– Toni por favor… é teu pai… não me pede isso…..
- Loli não conseguiu terminar, duas palmadas fortes na bunda a fizeram soltar um grito, zasss, zasss
- Não terminei, vagabunda! Você vai descer com esse vestido, eu já disse… e vai fazer isso sem calcinha nem sutiã…. meu velho também tem direito de bater uma punheta vendo sua bunda e seus peitos, não quero que ele encha o saco com essa história de trabalhar no bar… você me entendeu, vagabunda? Deixa ele te ver bem, deixa ele satisfeito pra me deixar em paz, seu homem não vai trabalhar… pra isso que você serve, zass zass- duas novas palmadas fortes reafirmaram as palavras de Toni -Você me entendeu… porra?
Loli odiava os olhares do velho babaca do pai de Toni, ele não tirava os olhos dela com descaramento toda vez que a via ou aproveitava qualquer desculpa pra se esfregar nela quando ela descia pra limpar aquela cozinha pequena do bar, sentia nojo e repulsa por aquele homem… mas era o pai do namorado e não queria que ele ficasse desconfortável.. mas aquilo… se exibir pro velho… como evitar que ele não passasse dos limites se ela provocava ele assim… como evitar que ele não quisesse mais se já tentava apalpar ela com qualquer desculpa... Toni, Toni, seu amado Toni, como que o namorado dela podia pedir uma coisa dessas? E como recusar?.. ela era incapaz de negar qualquer coisa pro namorado… ele era tudo pra ela, tudo.
- Sim, Toni, vou fazer o que você quiser.. sabe que eu sempre faço..- disse Loli enquanto sentia o namorado acelerar os movimentos da mão pra facilitar que o orgasmo tão esperado chegasse -ahhhh ahhhhhhh to gozandoooo to gozandoooo -gritava Loli
- Sua vagabunda safada.. olha o jato que você soltou.. não esquece o de amanhã, quero que você deixe o velho bem satisfeito, sei que ele tem dificuldade de ficar duro então com pouco ele se contenta, deixa ele te apalpar um pouco e depois… uma punhetinha ou uma chupadinha já basta….-
- Toni, toni, o que você tá dizendo? - Loli sentiu pânico, o namorado não queria só que ela se exibisse, mas que deixasse ele fazer, até que ela batesse uma punheta ou chupasse ele.. seu sogrão... aquele velho babão, era uma loucura!
- Já me ouviu, agora vira e vai mamar, limpa minha pica, quero gozar na sua boca... não quero ouvir mais um pio-
Loli submissa se virou obediente e enfiou a pica na boca, até o talo, do jeito que sabia que o namorado gostava...
- hmm isso sim você faz bem, demorou mas você aprendeu a mamar muito bem... assim, assim, come ela toda, inteirinha, até as bolas... você chupa como uma profissional... hmm você deixou minha pica estourando, filha da puta, agora quero a buceta... deita de costas na cama e segura os tornozelos com as mãos, quero minha xota bem aberta...
Loli estava morrendo de vontade de levar mais uma, o orgasmo anterior só tinha despertado a vontade de foder, o namorado dela sabia muito bem como deixar ela sempre excitada e pronta pra ele. Deitada de costas na cama, as mãos seguravam os tornozelos com força, abrindo as pernas o máximo que podia pra facilitar o acesso do Toni aos dois buracos... o namorado não deixava ela depilar nem aparar os pelos grossos da buceta... Loli lembrava das gozações das amigas da escola no chuveiro depois das aulas de educação física, todas com as bucetas depiladas ou bem aparadas e ela se destacando por aquele tapete peludo e os peitões enormes...
Toni olhava pra ela enquanto ela se posicionava, ajoelhado na cama segurando a pica dura igual a um pau "coelho com pelo pra foder" ele repetia várias vezes - hmm sim senhor... isso é uma buceta regulamentar - disse Toni que sem esperar mais encostou a pica na entrada da racha suculenta, metendo até o fundo com maior facilidade, fazendo a namorada começar a gemer assim que sentiu ela dentro... aquela pica fazia Loli se contorcer de prazer.
- Pedaço de puta... como você gosta de levar pica, nem imagina a quantidade de caras que pagariam pra te foder assim - dizia Toni que gostava de foder com fortes estocadas, fazendo ela sentir cada empurrão. deixando uma pausa entre cada estocada, fazendo com que ela desejasse cada vez mais receber a próxima... Loli não aguentou mais e teve seu segundo orgasmo, sem conseguir evitar os gemidos ahhh ahhhh. Toni ria vendo sua namorada aproveitar, não parou um instante seu rítmico mete-saca, sabia perfeitamente que Loli gozaria de novo e foi assim... outro e outro... a tímida e cheia de complexos Loli encadeava orgasmo após orgasmo até ficar completamente rendida...
Lola colada na porta ouve os gemidos da filha do outro lado, não consegue evitar que aqueles gemidos e as palavras que escuta a excitem, suas mãos instintivamente acariciam seus peitos por cima da blusa, os bicos duros se cravam na fina gaze da blusa de verão, uma mão desce até sua virilha buscando o roçar do púbis por cima da saia -droga, ela está com uma vontade danada de que uma boa pica monte nela assim, já nem lembra quando foi que teve o último orgasmo sem ser os obtidos pelas próprias carícias que cada dia precisa com mais frequência, anseia por uma boa pica, uma boa trepada é o que ela precisa-
Sem conseguir evitar, a mão de Lola se enfia por baixo da saia, abaixa a calcinha, encharcada de lubrificação que guarda na mão esquerda enquanto com a direita começa a se masturbar em pé, colada na porta do quarto da filha, ouvindo seus gemidos...
Quando ouve o grito abafado da filha chegando ao orgasmo, Lola está prestes a ter o dela também, por um momento percebe que está em pé no corredor e decide entrar no banheiro, a porta ao lado, para sentar no vaso e poder terminar de se masturbar à vontade.
Senta no vaso com as pernas abertas, a saia subida até a cintura, suas mãos abrindo a blusa tiram os peitos para fora do sutiã sem tirá-lo. Aqueles dois baldes tamanho 110 transbordam para fora do sutiã preto de renda com reforços que ela usa para tentar mantê-los no lugar. Nem mesmo os peitos generosos da filha, inchados por a gravidez atinge o tamanho das dela.
As mãos de Lola se esforçam para apertá-las, tentando agarrá-las com as mãos, tarefa impossível, ela sempre se orgulhou do seu busto generoso, outrora adorado pelo marido, suas grandes aréolas escuras como biscoitos, seus mamilos proeminentes, pontudos que marcam na roupa. Apesar do tamanho incrível, continuam firmes, não excessivamente caídas, o mínimo necessário pelo volume e peso que têm, mas ainda no lugar.
Lola é uma mulher de cabelos castanhos abundantes, rosto bonito, olhos castanhos, boca grande de lábios grossos bem marcados, alta, passa do metro e setenta, corpo magro, pernas longas, quadril largo, bunda enorme, uma mulher com curvas bem acentuadas pela sua figura esbelta. Sua buceta denota o abandono dos últimos anos, faz mais de três sem depilar, uma mata espessa de cabelo preto a cobre por completo. Apesar desse tapete, com as pernas abertas, seus grandes lábios vaginais rosados mostram claramente a entrada da buceta, brilhante de umidade, escorrendo lubrificação. Lola segura os gemidos de excitação quando a mão direita começa a esfregar o clitóris, precisa gozar, está muito excitada, muito… e com a excitação nem percebeu que não colocou o trinco na porta do banheiro.
Toni, depois de deixar a namorada exausta dormindo na cama após vários orgasmos, levantou-se para ir ao banheiro e ouve atrás da porta os gemidos da futura sogra. A mão dele abaixa suavemente a maçaneta da porta, que se abre com cuidado, deixando uma pequena fresta por onde ele observa o que acontece….
O jovem garanhão não demora a recuperar uma boa ereção vendo como a futura sogra se masturba sentada na frente dele, alheia a estar sendo observada, vestido apenas com uma calça de moletom, começa a bater uma sem perder detalhe do espetáculo – hmm, com certeza ouviu como eu comia a filha dela… a mamãe ficou com tesão… que peitões ela tem mmm — Toni fala enquanto se masturba, olhando.
Lola acelera os movimentos da mão, está muito perto de alcançar o orgasmo desejado. Toni percebe e tira o pau para fora da calça de moletom sem parar de mexer, exibindo uma ereção tremenda naquela vara jovem, potente, de uns vinte centímetros e bem grossa.
— Pssss... pssss... não faz barulho... a Loli tá dormindo... pssss... não acorda ela — diz Toni empurrando a porta e entrando no banheiro, mas dessa vez trancando o ferrolho.
Lola tenta se cobrir os peitos com as mãos enquanto junta as pernas, surpresa, assustada, sem conseguir reagir. Num instante, se vê sentada na frente do namorado da filha, que não para de mexer aquela pica jovem linda, dura como um pau, na cara dela...
A mão esquerda do jovem agarra a nuca dela, puxando a cabeça dela pra perto do pau — Pssss... chupa, sogra... chupa... vai ver como tu vai gostar... pssss... não faz barulho... não vai acordar tua filha... chupa... chupa... — diz Toni enquanto o pau pressiona os lábios de Lola, incapaz de dizer nada, sentindo os lábios cederem pra que a vara generosa encha a boca dela...
— Mmmm... assim... assim... muito bem, sogra... muito bem... dá pra ver que tava com vontade de comer um bom pau... mmm... continua... continua... abre mais a boca... engole... engole tudo... uhmmm... uhmmm... que gostoso...
Lola engole como pode a barra de carne dura que enche a boca dela e pressiona dentro da garganta, entrando e saindo, fodendo a boca dela ao bel-prazer daquele jovem safado que, com total descaramento, sabe do desejo que a mãe da namorada sente.
Ele agarra a cabeça dela com as duas mãos, impedindo que ela tire o pau da boca. A sensação de sufoco toma conta de Lola, que sente vontade de vomitar, percebe as ânsias subindo do estômago pra boca e a baba começando a escorrer dos lábios dela sobre os peitos.
— Mmm... hmmm... assim... assim... tudo dentro... que bem tu engole, sogra... que boca... agora, quando eu tirar, tu vai bater uma punheta com os peitos... sempre quis querido gozar em cima delas... né verdade que vai fazer?.. fala... vai fazer?-
Lola não conseguia responder com aquela pica enchendo sua boca, estava assustada, com medo de que o marido ou a filha acordassem a qualquer momento e pudessem pegar ela naquela situação difícil de justificar, balançou a cabeça várias vezes...
-Muito bem, assim que eu gosto, sogra, que você seja complacente comigo... vamos, me mostra o que você sabe fazer com essas tetonas que você tem...- disse Toni finalmente tirando a pica da boca de Lola e se aproximando dos peitos dela. A mulher pegou as tetas com as duas mãos e, envolvendo a pica com elas, começou a bater uma punheta pra ele, movendo-as pra cima e pra baixo....
-uhmmm uhmmm como você faz bem, sogra... assim assim... esfrega bem elas em mim.... tô quase gozando
-Por favor, Toni... meu marido ou minha filha podem acordar a qualquer momento...- dizia Lola sem parar de bater punheta no garoto com as tetas, a frase soou como desculpa, justificativa, dava pra ver de longe que a mulher desejava com toda a alma uma boa foda
-psss cala a boca, sogra... você tá morrendo de vontade de ser bem fodida... se olha... tá babando de tesão, porra... me fala, quanto tempo faz que você não dá uma boa trepada? FALA-
Lola sentiu vergonha ao ouvir aquela pergunta, realmente não tinha ficado com nenhum homem desde o acidente do marido há três anos, três anos sem sexo de verdade, sem uma boa penetração, se consolando com as punhetas cada vez mais frequentes,... e agora tinha um garanhão daqueles na frente dela, uma pica jovem, muito maior e mais grossa que a do marido nos melhores tempos... tremendamente dura esfregando nas tetas dela... custava a admitir, mas a realidade era que a buceta dela estava a ponto de explodir.
Após alguns segundos em silêncio e sem olhar nos olhos dele, finalmente disse -três anos... desde o acidente do meu marido-
-kkkkk agora entendo por que você tá babando igual a uma puta no cio... você tem motivo, sogra... me excita a ideia de gozar nas suas tetas e te deixar assim toda tarada... desejando minha pica... pensando que sou um Cabronão…
- Não faz isso… me fode… me fode – disse Lola sem conseguir evitar, quase implorando.
Toni olhava fixamente para o rosto dela, se deliciando com a ansiedade e o desejo da mãe da sua namorada. Claro que aquela mulher ansiava por ser montada, depois de três anos uma gostosa daquelas já não aguentava mais o tesão…
- Tá bom, levanta, vira de costas, apoia as mãos na parede, pernas abertas, a bunda empinada… vamos, anda logo – disse Toni tirando o pau das tetas de Lola e segurando ele firme com a mão direita.
Lola não pensou duas vezes, se levantou e se posicionou como Toni pediu, enquanto sentia o homem puxar a saia dela até o chão num puxão só, quase arrancando, deixando as pernas e as nádegas completamente nuas. O tapa-sexo preto destacava naquela bunda redonda, poderosa, esbranquiçada, e mostrava claramente a entrada rosada da buceta.
Toni não hesitou, encostou o pau na entrada da boceta de Lola e pressionou com força… sem resistência, aquele buraco molhado recebeu gostoso a penetração até o fundo de uma só vez, seguida por várias estocadas fortes, um verdadeiro comedor… exatamente o que ela mais desejava naquele momento, e seus gemidos abafados pela mão na boca tentando silenciá-los provavam isso… Lola achou que ia gozar naquela hora, logo nas primeiras estocadas, mas de repente o jovem garanhão parou de repente, deixou o pau completamente enterrado na boceta escorrendo, preenchendo ela, fazendo a mulher sentir ele inteiro dentro de si, mas sem se mexer… fazendo com que ela desejasse que ele continuasse… por que ele parou? por que não continuava fodendo ela? Lola se perguntava.
- Hummm, que delícia que entra, sogrinha, dá pra ver que você tava com muita vontade… me diz uma coisa: seu maridinho te comia o cu?
- Não para, por favor, não para… preciso gozar… continua, continua… – dizia Lola, ansiosa pra chegar ao orgasmo.
- Não me ouviu? Te perguntei se seu marido te comia por trás. - sim... sim... algumas vezes.. -
- bom.. muito melhor.. não gosto de tias enjoadas… sua filhinha continua reclamando quando eu como o cu dela… você não vai reclamar, vai? você vai me oferecer bem contente quando eu quiser… não vai?
- sim… sim… o que você quiser… mas não para, por favor… continua.. não me deixa assim..-
- hahaha calma, ansiosa… vou te foder… você vai gozar… e você vai ser uma boa puta comigo… minha puta… não vai?
- sim.. sim.. serei sua puta, serei o que você quiser mas me fode… me fode por favor
Toni retomou as estocadas, golpes secos de pelve, metendo e tirando a pica com força, até o fundo e quase tirando ela toda pra meter de novo com mais força.. Lola não aguentou muitas sacudidas assim e o orgasmo tão desejado veio com muita força, curvando o corpo dela, quase caindo no chão se não fossem as mãos do jovem que a seguraram firme pela cintura.
- ahhh ahhh mmmmm ahhh mmmm tô gozando gozando - dizia Lola tentando abaixar a voz
- hahaha um cano desentupido…. mas você tem que se controlar, sogra… se você é tão escandalosa, seu maridinho e sua filha não vão demorar pra descobrir...e com certeza você não quer que eles descubram.. né?
- não, não.. claro que não.. - dizia Lola envergonhada por não ter conseguido segurar os gemidos
- muito bem, sogra, muito bem...você vai aprender a se controlar porque te convém..
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Lola tinha redescoberto o prazer do sexo, se sentia envergonhada por enganar a filha mas era incapaz de resistir à atração daquele jovem garanhão que tinha em casa todo dia. Logo, igual à filha, virou um brinquedo nas mãos dele, Toni montava nela quando queria, como queria mas principalmente gostava de deixar ela chupando longos períodos enquanto ele via televisão, no começo na casa do rapaz, depois aos poucos Toni foi ganhando coragem e ficava excitado em buscar situações picantes na própria casa de Lola.
Loli começou a estudar pedagogia, sua vocação e passava longas horas no quarto com seus livros, disposta a satisfazer o namorado quando Toni queria, mas nessa época Toni tinha um brinquedo novo: a mãe dela, que ele comia todo dia na cozinha, no banheiro ou no quarto enquanto ela estudava no quarto dela.
Fernando, o marido de Lola, passava o dia na sala, na cadeira de rodas, vendo TV, ouvindo rádio ou cochilando por causa dos efeitos dos relaxantes e antidepressivos que tomava. Era deficiente, mas não idiota, e logo começou a perceber o que estava rolando. Sabia perfeitamente que não podia satisfazer a mulher desde o acidente e, com muita resignação, aceitou a situação, fingindo que não notava nada. Não teve coragem de falar nada com a mulher, mas sim com Toni um dia em que Lola ainda não tinha chegado do trabalho e a filha estava estudando:
— Sei perfeitamente o que está acontecendo nesta casa. Quero que minha mulher seja feliz, que curta o sexo, eu não consigo fazer isso… mas você, maldito porco, é o namorado da minha filha e a deixou grávida, tenho certeza de que a Loli não sabe de nada disso. Se machucar minha filha, juro que te mato, seu filho da puta! — disse Fernando para Toni na sala de casa.
— Kkkkk, o único filho da puta desta casa é você, querido sogro. Você não vai matar ninguém. Se me der o menor problema, garanto que te enfio num asilo ou levo as duas comigo e você se vira sozinho. O que prefere, sogrão?
— Maldito porco, elas nunca me abandonam, são minha mulher e minha filha…
— Elas estão de saco cheio de cuidar de você, você só é um peso, um estorvo… enquanto eu… tenho uma pica que deixa as duas loucas… O que você acha que elas vão escolher, o sofrimento com você ou o prazer comigo?
Fernando baixou a cabeça, aquele maldito porco tinha razão, ele só era um peso, um estorvo, morria de medo de ser abandonado pela mulher e pela filha, não tinha coragem de se matar, mas era a única coisa em que pensava naquele momento.
— Certo, vejo que Você pode não ter percebido, mas fico feliz que você trouxe o assunto, já não aguentava mais ter que disfarçar pra comer sua mulher. Não me importo se você olhar quando eu chupar ela ou foder ela, ou se preferir, pode ir embora, mas se me criar algum problema, eu mesmo vou contar pra Loli. Sim, você tem razão, ela não sabe de nada, tá no quarto dela estudando, louca pra eu entrar e foder ela, esperando um filho meu… você vai ser o motivo da desgraça dela ou vai fazer vista grossa? O que vai fazer, sogrão?
-Filho da puta, sabe que a última coisa que eu faria seria machucar minha filha… não quero que ela sofra… vocês podem fazer o que quiserem, minha mulher e você…- disse Fernando, resignado.
-Sabe? Tem razão, sou um filho da puta. Minha mãe me abandonou quando eu era pequeno, quando largou meu pai por outro, e agora te garanto que vou me divertir pra caralho fodendo a puta da sua mulher bem na sua cara… você vai ver como ela goza igual uma vagabunda quando eu meto em todos os buracos dela.
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Aquela conversa entre os dois homens mudou a situação na casa. Toni tratou de dizer pra Lola que tinha falado com o marido dela e que Fernando consentia com os rolos, que não precisavam mais se esconder. Em troca, manteriam o segredo pra filha dela; nenhum dos dois queria que a garota sofresse se descobrisse a parada. Lola sentiu um peso saindo das costas ao saber que o marido tinha levado aquilo com tanta frieza e resignação…
-Tá mais tranquila, Lola? Seu marido não vai ser mais problema… quando sua filha não estiver, você vai me mostrar o quão puta você é de verdade…- disparou Toni pra Lola quando explicou a nova situação.
-Ouvi, você não vai querer que a gente transe na frente do meu marido, vai? Eu morreria de vergonha…- respondeu Lola, assustada.
-Claro que sim… seu marido já não sobe mais… mas a cabeça, a vista e o ouvido funcionam. Com certeza ele adora ver você se acabando de prazer.
-Nem pensar, não me pede isso… uma coisa é ele saber, outra é ele ver… Mas a Lola sabia muito bem que Toni não era do tipo de homem que aceitava um não como resposta. Loli começou a ir pra aula de magistério à tarde, e de manhã estudava em casa. Quando Lola saía do trabalho, os quatro comiam juntos em casa, "assim posso ver minha garota", tinha dito Toni, que passava as manhãs dormindo e acordava só ao meio-dia. Se ele quisesse subir antes pra casa da namorada pra foder ela antes de comer, ou senão, na hora certa, com a mesa posta, mãe e filha cuidavam de preparar tudo e não deixar faltar nada.
Assim que Loli terminava de comer, ela saía de casa pra ir pras aulas, não sem antes Toni supervisionar a roupa que ela tava usando. Se ele não gostava do que ela tinha vestido, mandava ela trocar. Cada vez mais ele gostava que ela se vestisse de forma mais provocante. Com o tempo, Loli tinha superado a vergonha de se exibir daquele jeito e obedecia em tudo ao seu amado namorado, mas a cada dia que passava, a barriga dela ia inchando mais e mais, assim como os peitos. A roupa já não servia mais e ela teve que começar a usar vestidos largos pré-mama.
— Quando você sair da aula, quero que passe todas as tardes um tempinho no bar do meu pai, antes de subir pra casa. Quero que você ajude ele um pouco todo dia. Ele tá muito contente com você... diz que você anima muito a clientela — disse Toni pra Loli.
— Como você quiser, amor... — respondeu Loli, submissa, sem ousar rebater. "Animou muito a clientela pro velho? Não é à toa", pensava Loli, lembrando como o velho, toda vez que ela ia, guardava a pia do balcão cheia de pratos e copos pra ela lavar. Mandava ela trocar de roupa e vestir um avental bem curto com um decote escandaloso, sem nada por baixo. Ela passava mais de uma hora curvada sobre a pia do balcão, deixando tudo limpo e brilhando, enquanto cada vez mais clientes se amontoavam do outro lado do balcão pra olhar ela. Aqueles peitões enormes, cada dia mais inchados, livres do sutiã, pendiam soltos enquanto ela ficava curvada, e quase se saindo pelo decote, deixando-as completamente à mostra.
- Hora de lavar a louça... senhores, consumo mínimo 10 euros, a cada dez minutos uma rodada, paga-se do mesmo jeito, babando ou não... - dizia o velho Teo, pai do Toni.
Naquela hora de lavar louça, o velho dono do bar ganhava de 200 a 300 euros só deixando um bando de olheiros verem os peitos da namorada do filho dele. Logo a notícia se espalhou, e cada dia tinha mais clientes esperando a Loli chegar no bar pra sessão de lavagem. O Teo se grudava na garota enquanto ela lavava e não parava de apalpar ela na frente de todo mundo, fazendo eles babarem de vontade de fazer o mesmo...
O velho Teo ganhava mais naquela hora do que o dia inteiro trabalhando, por isso tinha dito ao filho que queria a Loli lá todo santo dia. Cada dia que passava, o velho Teo recebia mais propostas dos clientes - "quanto pra foder ela?" "quanto pra um boquete?" "quanto pra ela mostrar a buceta e o cu?" Quanto, quanto?... Essa era a pergunta que se repetia sem parar todo dia.
- Filho, você tem que deixar ela trabalhar. Essa puta que você tem de namorada deixa a pica dos caras durassa... eles pagariam qualquer coisa pra foder ela, pra um boquete. Ninguém nunca viu umas tetas assim na vida, tão tudo querendo ordenhar esses peitos... - repetia o Teo pro filho todo santo dia.
Mas o Toni não tava a fim, pelo menos por enquanto - Essa puta é minha, tá carregando meu filho na barriga... eu gosto de deixar eles excitados, mas essa buceta é minha, só minha. Você não consegue nem ficar de pau duro pra foder ela, por isso eu deixo... - respondia o filho.
- Sim, filho, respeito isso, a buceta é sua, mas e o cu? E a boca? E os peitos? Dá pra ganhar muita grana se você me deixar fazer ela usar tudo direitinho. Uma boa punheta com os peitos ou com as mãos triplicaria o preço, ou ver ela se masturbar com essa barrigona que tá crescendo, ver ela enfiar coisas... logo eles vão cansar de ver os mesmos peitos todo dia... tem que variar o cardápio, oferecer outro show... não seja teimoso, tem tanta coisa que ela pode fazer... respeitando sua buceta. - insistiu o velho Teo
- Não insiste, eu é que vou dizer quando e o que quero que faça... - repetia Toni insistentemente
- Te garanto 300 euros por dia pra você se deixar eu usar ela do jeito que tô falando... pensa bem, filho, pensa bem -
Aquela frase deixou Toni pensativo, 300 euros por dia era uma grana se ele concordasse que o pai explorasse a namorada dele respeitando a buceta dela... uma oferta tentadora demais pra um pilantra como ele
- Tá bom, pai, vou pensar, não prometo nada... vou pensar. Ela não vai demorar pra dar à luz e quero que ela cuide do meu filho por enquanto... mas talvez eu tenha alguém que faça o que você disse... você me deu uma ideia.
Toni não parava de remoer o que o pai tinha acabado de dizer quando subiu pra almoçar na casa da namorada, abriu com as chaves dele e entrou. Lola, a sogra dele, recatada e discreta como sempre quando a filha estava por perto, se virava colocando os pratos na mesa, Fernando, o sogro, sentado na cadeira dele esperando no lugar dele na mesa. Loli ainda não tinha saído do quarto, continuava estudando. Ele se aproximou de Lola e deu um beijão na boca dela na frente do marido enquanto as mãos dele se ocupavam em apalpar a bunda e os peitos da sogra - que gostosa que é tua mulher, Fernando, me excita ver ela tão decente vestida, como fica bem ela ser comida todo dia mmmm - enquanto dizia isso, uma mão de Toni foi por baixo da saia de Lola e confirmou que ela não tava de calcinha e que tinha as bolas chinesas colocadas... a buceta de Lola tava escorrendo como sempre... - mmm a puta tá molhada... pronta pra montar quando a menina for embora, não é mesmo, puta? -
- Sabe que sim, Toni... sempre pronta pro que você quiser... - disse Lola, submissa, pra que o marido ouvisse, que continuava calado
- Tá vendo, Fernando, sua mulherzinha tá feliz com nosso acordo, aposto que você também gosta de saber que ela se diverte sendo cada dia um pouco mais puta, não é mesmo? - Toni colocou Lola de frente pro marido pra ele poder ver bem e levantou a saia dela
- Olha aqui, Fernando, Olha bem, agora sua mulher vai trabalhar todo dia sem calcinha, com essas bolinhas na buceta que fazem ela voltar com a buceta encharcada, escorrendo de vontade de meter nos buracos dela... e enquanto eu faço isso, gosto que ela me conte como os caras olham pra ela... sim, como olham, porque no trabalho ela não vai tão discreta, não é mesmo, sua puta?...-
Lola baixou a cabeça envergonhada, apesar do tempo passado, não se sentia à vontade quando Toni a humilhava assim na frente do marido...
-Não se envergonha, Lola... sei que você adora deixar os homens com tesão pra depois me contar... olha bem, Fernando, essa saia tão discreta tem um velcro na barra, quando ela chega no trabalho, dobra pra dentro e vira uma minissaia sugestiva e provocante, ideal pra usar sem calcinha por baixo, ainda mais desde que sei que uns colegas da Lola sentam na frente dela... imagina o que eles veem quando ela abre um pouco as pernas sentadinha na cadeira?.. mmm hahaha, sim, o que você tá pensando... uma linda buceta peluda escorrendo. Mas eu gosto ainda mais que a Lola exiba os peitos dela, uns peitos desse tamanho não dá pra esconder tanto... essa blusa justa abotoada até o pescoço fica muito melhor com algum botão solto...-
-Você é um porco, tá obrigando ela...- tentou protestar Fernando e justificar a mulher.
-Que isso, Fernando!, nada de obrigar, a Lola adora ser olhada... sua mulherzinha tá cada dia mais puta... Lola, mostra pro seu marido como você usa a saia e a blusa no escritório... Fernando, te garanto que é verdade, ontem fui de surpresa na prefeitura pra conferir e a Lola tava como você vê... também tenho que te dizer que no setor de arrecadação só tem cinco pessoas, quatro homens e a Lola... não tem concorrência... isso é jogar com vantagem... mas entra muito cidadão todo dia... isso é verdade.-
Lola dobrou a barra da saia pra dentro, o velcro prendeu fácil, transformando aquela saia discreta virou num piscar de olhos numa minissaia provocante… as mãos dela soltaram depois três botões daquela blusa abotoada até o pescoço, deixando que um decote mais que generoso mostrasse boa parte dos seus peitos exuberantes…
— Imagina, Fernando, que você é um dos colegas de trabalho dela. Lola levanta da mesa dela e se inclina na sua frente, na sua mesa, pra te pedir qualquer coisa… Faz isso, Lola, mostra pra ele… —
Lola se inclinou na frente do marido, com os botões da blusa soltos. Ao se inclinar, os peitos dela balançavam e ficavam completamente à vista, cobertos por um sutiãzinho transparente, bem sugestivo.
— Hmm, vista bonita, né Fernando?… Caralho, que peitão, aposto que os colegas dela ficam de pau duro a manhã inteira… Tô pensando que talvez eu devesse ir trabalhar sem sutiã… mas aí ela é mandada embora… não sei o que fazer… o que você me recomenda? —
— Maldito pervertido, porco, tarado… não humilha ela assim… conheço os colegas de trabalho dela desde sempre… são gente boa… — dizia Fernando.
— Vira de costas, Lola, se inclina como antes, mas de costas pro seu marido… —
Lola obedeceu. A saia curta subiu um pouco mais por causa da posição, deixando as coxas dela completamente à mostra. Quem estivesse atrás dela e baixasse um pouco o olhar podia ver perfeitamente a bunda nua dela e a buceta peluda… fácil, sem problemas…
— Claro que são gente boa, Fernando, não tenho dúvida. Mas por mais legais que sejam os caras, quando um rabão desse e uma buceta como a da sua mulher ficam na frente dos olhos, te garanto que o pau fica duro… tô errado, Lola? —
Lola abaixava a cabeça, envergonhada. O silêncio dela dizia mais que qualquer palavra…
— Bom, fim do show. Se veste, Lola, sua filha vai sair a qualquer momento. —
Toni se divertia com esse tipo de situação, que repetia cada vez com mais frequência. Ele gostava de humilhar Fernando. Lola aceitava os caprichos de Toni, era um brinquedo pra ele… mas por dentro, começou a se sentir mal com a situação, com a humilhação. constante do marido e saber que a filha dela estava sendo traída pelo próprio namorado fizeram ela começar a beber. Fora de casa, aproveitava quando saía pra comprar algo ou fazer qualquer mandado pra entrar nos bares e pedir bebidas com álcool, aquela droga tão popular fazia ela se desconectar, não pensar na situação atual dela…
Enquanto isso, Loli já estava grávida de oito meses, a barriga era enorme pro corpinho dela… Toni deixou ela parar de ir ao bar do pai à tarde, doía ela ficar inclinada no balcão… pela primeira vez, o gostoso do namorado dela, o primo, pensou no bem-estar da mina e do futuro filho deles.
………………………………………….
Lola entra em casa, abre a bolsa, uma nota triste de 20 euros é tudo que sobrou pra ela até o fim do mês. Ela se lamenta pelos 200 euros que perdeu na tarde anterior na máquina caça-níqueis do bar que fica no térreo do pequeno prédio de apartamentos onde mora.
Desde alguns meses, ela tá viciada nas máquinas caça-níqueis dos bares, um vício que só aumenta a cada dia, sem que ela consiga controlar. O que era umas moedinhas de vez em quando depois de tomar um café virou um vício de verdade, uma dependência que ela não consegue dominar.
Ela gasta dinheiro compulsivamente e não tem força de vontade nem coragem de confessar pra família. Pelo contrário, com desculpas e mentiras, ela tira dinheiro direto da conta onde o marido deposita a pensãozinha de invalidez dele, que acaba perdendo nas malditas máquinas. Uma conta que era pra emergências e cuidados que o marido deficiente precisa, e que nunca tinha sido usada, já que viviam modestamente mas sem aperto com o salário de funcionária pública dela.
Com o vício em jogo, ela começou a beber demais, bebe enquanto joga, o álcool faz ela esquecer dos problemas, mas os dois vícios se alimentam um do outro: quanto mais bebe, mais joga, e quando joga, não consegue evitar consumir uma dose cada vez maior de álcool.
O jogo e o álcool foi seu refúgio, a válvula de escape para fugir daquele mal-estar que a inunda desde que se tornou a amante secreta do namorado da filha, tratada como uma puta, como puro objeto de prazer, incapaz de negar qualquer pedido que ele faça.
Enquanto olha para a carteira com aqueles últimos vinte euros, não para de pensar se alguém terá levado o prêmio de 300 euros da máquina. — Com certeza algum infeliz com umas moedas vai levar — pensa, enquanto seus pés a levam para sair de casa e descer até o bar do Teo, o pai do genro Toni, namorado da filha.
Em poucos minutos, ela está entrando na porta do charmoso barzinho, lotado de gente pela manhã, quando ela, como tantos outros trabalhadores do bairro, vai tomar café da manhã naquela bancada cheia de montaditos e tapas recém-feitas.
Agora, à tarde, está quase vazio de clientes, apenas uma mesa de frequentadores jogando cartas. Teo, o dono, atrás do balcão, aquele cinquentão barrigudo, sorri e a cumprimenta ao vê-la.
— O que vai ser, Dona Lola?
— Um café com cum, por favor — diz Lola, devolvendo o sorriso.
— Já vou providenciar — diz Teo, sem tirar os olhos dela e sem conseguir evitar lamber os lábios enquanto pensa — que gostosa que tá a porra da peituda da minha consogra.
Lola senta num banco do balcão. A poucos metros dela, quatro homens sentados na única mesa ocupada jogam cartas. Ela reconhece um deles: é o Sérgio, colega de trabalho no escritório de arrecadação municipal. Ela o cumprimenta com o olhar, vendo que os quatro não tiraram os olhos dela desde que entrou.
Teo serve o café com cum e coloca um copinho de dose que enche de uísque…
— O dose é por conta da casa — diz Teo, sabendo do vício da Lola em pedir essa bebida quando está jogando na máquina. — A máquina deve estar quente, ninguém tirou o prêmio... com certeza tá no ponto — acrescenta Teo, que conhece a paixão da mulher por jogar.
Lola nunca foi uma mulher de beber, mas desde que começou a se viciar nas máquinas, a emoção do jogo fez ela pedir cada vez mais umas doses enquanto joga.
Aquelas palavras do dono do bar martelam na cabeça dela. Antes de provar o café com porra, ela vira a dose de uma vez — Valeu, Teo — fala, enquanto pensa nos únicos 20 reais que tem na carteira.
— De nada, Dona Lola... sabe que hoje é meu aniversário... não tenho ninguém pra comemorar desde que minha mulher separou e levou meus filhos... me deixa hoje pagar as doses pra senhora... é o mínimo que posso fazer depois de todo o dinheiro que a senhora deixou ontem na máquina... — fala Teo enquanto enche de novo o copo de dose.
— Valeu, Teo... cobra o café — diz Lola, que tira a nota da carteira e coloca em cima do balcão.
Teo pega a nota, se cobra e devolve o troco em moedas, deixando o montinho em cima do balcão... ele sabe que ela não vai resistir a gastar tudo na máquina dele, sabe muito bem. Trinta anos atrás do balcão de um bar ensinaram ele a conhecer muito bem os viciados em jogo e em bebida. — Tá perto... — fala de novo quando deixa as moedas.
Lola vira a nova dose de uma vez, pega as moedas e levanta do banco. A máquina caça-níqueis está perto da mesa de quatro jogadores de cartas. Sem olhar pra eles, começa a enfiar as moedas uma por uma... nada, de novo nada... aquela maldita máquina resiste mais uma vez a dar o prêmio pra ela.
Teo observa ela do balcão com um sorriso enquanto enche de novo o copo de dose... — A qualquer hora sai... já não pode demorar...
Lola instintivamente mete a mão na bolsa e tira a carteira. Nem lembra que não tem mais dinheiro, gastou os últimos vinte reais que tinha.
Teo não perde um detalhe, percebe perfeitamente a situação. Lola, infelizmente, é uma das muitas pessoas viciadas em jogo que Teo vê passarem pelo bar dele. O perfil de mulher madura que aposta o dinheiro da compra é muito comum, e ele já se aproveitou disso mais de uma vez em situações parecidas.
— Bom, fica pra próxima… não tenho mais dinheiro… vou subir pra casa — diz Lola, resignada, enquanto toma o novo shot que Teo serviu pra ela.
Teo vira no balcão e abre a caixa registradora — Toma, Dona Lola… depois você me paga… não quero que o primeiro que aparecer leve o prêmio — fala enquanto deixa um pacote de moedas de 50 euros na frente dela.
— Obrigada, Teo… mas… até eu receber… eu… eu… — diz Lola, sem tirar os olhos do pacote de moedas como se fosse uma dose de droga, o mesmo olhar de um viciado… definitivamente, ela está completamente viciada no jogo.
Teo sorri vendo como ela olha o pacote de moedas, enche o copo de shot de novo — Fica tranquila, mulher, depois você me paga… pega… calma… não se preocupa… com certeza você vai levar…
Lola resiste a pegar o pacote de moedas, morde os lábios, está nervosa… os shots estão fazendo efeito… ela se sente meio tonta…
Teo olha pra aqueles olhos vidrados, sabe que ela não vai resistir, aquela droga é forte demais pra mulher, e ele não quer perder aquela chance… porra, pega um copo grande de drink e coloca gelo picado, martini branco seco, gim e um pouquinho de suco de limão… sabe que Lola adora tomar aquele drink enquanto joga…
— Toma, Dona Lola… isso é mais refrescante que o shot… — fala enquanto coloca o drink na frente da mulher.
Lola, enquanto olha o copo, lembra que não colocou gasolina no carro, tá na reserva, precisa encher o tanque pra levar o marido pra reabilitação… estourou o limite do cartão… morre de vergonha de pensar que vai ter que pedir dinheiro pra filha pra gasolina…
O calor, o nervosismo fazem ela começar a suar, ela veste uma blusa creme, larga, abotoada na frente até o pescoço, recatada como sempre, a saia negra de zíper nas costas, chega um pouco acima dos joelhos, sandálias pretas rasteiras pra não aumentar a altura dela. Vestida discreta como sempre, mas não consegue evitar que o tecido leve da blusa grude no corpo com o suor, aquele peitão enorme fica marcado demais, o relevo do sutiã preto reforçado que ela usa desenha na gaze fina….
-Preciso tirar o prêmio…- diz Lola pra si mesma enquanto segura o pacote de moedas com uma mão e a taça do drink com a outra.
Sergio, o colega de trabalho dela, da mesa também não tira os olhos de Lola e vê Teo deixar os 50 euros pra ela… -Esse filho da puta quer embebedar ela…- fala pros parceiros de jogo.
-E cê disse que trabalha com você essa mina? Caralho, que peitão ela tem… porra, viram como balança?- diz um dos parceiros de jogo
-Pois é... nos últimos meses ela tem deixado minha pica estourando... senta na minha frente, no trampo ela veste umas minissaias de tirar o fôlego… a putinha não usa calcinha e deixa a gente ver a buceta quando tá sentada…. e essa blusa hoje de manhã, te juro que não tava abotoada até o pescoço, não senhor, bem solta, mostrando os peitos quando se abaixa… buff, que peitão que a putinha tem… acho que desde que o marido dela sofreu o acidente, ela tá muito mal comida…- conta Sergio, que aos 45 anos é um cara maduro que ainda mantém o charme, casado e com vários filhos, tímido, introvertido, nunca teve coragem de dar em cima de Lola.
-Muita mulher pra você, Sergio?... cê não tem coragem de trair sua mulher hahahaha…. mas com certeza a dona tem uma buceta gostosa…- responde outro da mesa
Lola parece alheia a tudo ao redor, os olhos dela não saem da máquina, aquelas rodas com figuras de frutas que giram sem parar, dando algum prêmio menor de vez em quando, o tilintar das moedas caindo faz Lola ficar exultante, feliz, aquela droga do jogo faz ela esquecer de tudo……
-Teo, serve mais um drink pra Lola… essa - Eu pago... se ele acertar o prêmio grande, que ele pague uma rodada pra gente... Você paga se acertar, Lola?..
- Claro que sim, galera... pode contar com isso - diz Lola, feliz em ouvir o som das moedas caindo na bandeja... - Vamos, vamos, me dá logo... - fala Lola pra máquina como se ela pudesse ouvir...
Sergio levanta e vai até o balcão pegar a taça de Lola e uma cerveja pra ele, leva até a máquina...
- Toma, Lola... vamos brindar ao prêmio - Lola pega a taça e brinda com Sergio, que a incentiva a beber de um gole só - pra cima, pra baixo... no centro... e pra dentro - Lola bebe, mas cambaleia ao terminar... o álcool começa a fazer efeito...
Os três da mesa, coroas iguais ao Sergio, já encerraram a partida vendo o show que Lola tá dando e se levantam. Um deles vai até o Teo - manda mais uma rodada, Teo, e uma dose pra moça... -
Os três se aproximam da máquina, Lola parece que continua na sorte, ganhando prêmios pequenos que ela mete de volta na máquina na esperança de conseguir o prêmio grande. O tempo vai passando e eles continuam pedindo rodadas...
Teo, do balcão, observa eles, não parece muito feliz. Aqueles quatro parecem prontos pra se aproveitar da gostosa da Lola com a iniciativa dela. Ele vê Sergio ser o primeiro a pegar ela pela cintura quando ela cambaleia por causa da bebida, e logo outro dos quatro segura ela do outro lado, disfarçadamente começando a passar a mão...
O que tinha que acontecer inevitavelmente acontece. Aos poucos, os 50 euros e os prêmios que ela ganhou vão sumindo dentro da máquina...
A felicidade de Lola desaparece num instante. Ela perdeu de novo. Mete a mão na bolsa de novo pra confirmar que não tem mais dinheiro... Os quatro percebem a situação...
Um deles tira uma nota de 50 da carteira - Quer mais 50 pra continuar jogando, gostosa?..
- Me empresta... eu te pago de volta... o prêmio grande tá quase saindo - diz Lola, ansiosa pra continuar jogando, esticando a mão pra pegar... pegar a nota
—Calma, leoa… calma… não vamos ficar nervosos… tenho certeza que você paga… tem com o que pagar… mas a gente precisa falar dos juros… quero algo em troca se eu te der a nota — ele fala enquanto tira a nota do alcance da Lola.
—O que você quer? — pergunta Lola, que só quer e só pensa naquele momento é em continuar jogando…
O homem se vira e olha com calma o bar vazio — hum, vamos ver, a porta de entrada do bar fica do outro lado, estamos de costas se alguém entrar… quero que você abra a blusa e tire o sutiã… se foda os 50 conto, quero ver seus peitos enquanto você joga… a gente te cobre se alguém entrar, é só você abotoar a blusa de novo… —
—Vocês tão loucos?… não vou fazer uma parada dessas… Sergio, pelo amor, você me conhece, fala pra eles, eu devolvo o dinheiro… — falei nervosa Lola olhando pro colega de trabalho… esperando a ajuda dele
—É um bom trato, Lola… também tô afim de ver esses peitões… imagina que você tá no trabalho, lá você não tem problema da gente ver sua buceta, ultimamente você nunca usa calcinha… reparei que é a mesma saia do trabalho, mas lá você dobra ela pra dentro pra gente ver melhor e não usa a blusa tão recatada… vai, veste a roupa igual no trabalho… eu já te vi… faz logo, porra, faz!
Lola hesita, não tem coragem de fazer o que pedem. Teo é o pai do Toni, o namorado da filha dela, e não quer que ele veja ela assim…
—Bom… entendo… Teo, troca essa nota comigo, me dá umas moedas, vamos tirar esse gordo agora que a Lola terminou de jogar — fala Sergio colocando a nota do amigo em cima do balcão.
Lola só consegue pensar que aqueles quatro filhos da puta vão tirar o maldito prêmio que custou 200 reais na tarde anterior e mais 70 hoje, ela precisa tirar ele pra recuperar o dinheiro e conseguir pagar o depósito do carro sem passar mais vergonha com as filhas e o companheiro…
—Tá bom… tá bom… vou fazer… vou fazer o que vocês tão falando… — fala Lola vendo que o Teo colocou o pacote de moedas em cima do balcão, pegando a nota que o Sergio deixou…
Os dois caras que seguravam ela pela cintura soltam pra ela cumprir o trato. Lola, de pé na frente da máquina, cercada pelos quatro homens, leva as mãos aos botões da blusa, cambaleia, dá um tropeção, mal consegue ficar em pé sozinha – a quantidade de álcool que ela entornou em tão pouco tempo já tá batendo. Os quatro caras zoam ela em volta enquanto o Sergio balança o pacote de moedas na cara dela…
– Quer as moedas, Lola?… Tem certeza que quer?… Parece que você tá bêbada demais pra ficar de pé e jogar…
CONTINUA
Lola tem 39 anos, é funcionária pública da prefeitura, trabalha no setor de arrecadação municipal, horário da manhã, um salário bom com o qual vivem modestamente, mas sem aperto financeiro, ela e a família dela.
O marido dela, Fernando, é paraplégico por causa de um acidente de trânsito que teve há quase três anos, vive em casa trancado na cadeira de rodas dele, com problemas sérios de depressão e falta de autoestima.
Eles têm uma filha, Loli, de 18 anos, que engravidou recentemente, de uns dois meses, do namorado dela, Toni, de 25, filho do Teo, o dono do bar que fica no térreo do prédio.
O moleque ajuda o pai no bar de vez em quando, mas não tem emprego fixo, mora com o pai no apartamentinho em cima do bar. A mãe dele largou eles quando ele era bem novo. O Toni praticamente se criou sozinho desde que a mãe abandonou eles, o pai dele o dia inteiro trabalhando no bar de sol a sol fizeram dele um garoto rebelde, encrenqueiro, cercado de más companhias com quem passa o dia vagabundeando por aí. Ele é um cara de pau, mas ao mesmo tempo é um jovem muito gostoso, alto, moreno, bonito, forte e um puta sedutor. Foi muito fácil pra ele enganar a inocente e doce Loli, uma mocinha certinha, com muita capacidade pra estudar, que quer realizar o sonho dela de ser professora.
Toni entra como se fosse dono da casa no apartamentinho da Lola e da família dela, com a desculpa de ficar com a namorada grávida. Os meses passam e o Toni não para de dar desculpas pra Loli e pra família dela pra adiar a data do casamento. Nunca foi uma pessoa de assumir compromissos, mas tem facilidade pra enganar todo mundo com o corpo gostoso dele e a lábia afiada.
Todo mundo não. Fernando, o futuro sogro dele, o pai da Loli, da cadeira de rodas dele observa a atitude do namorado da filha e sempre a recomendado que se afaste dele. As palavras de Fernando caem em saco roto desde o acidente, sua mudança de caráter, seu ressentimento fizeram com que ele se distanciasse muito da esposa e da filha, atualmente sofre de depressão crônica.
Lola, de pé na entrada de casa, olha para o marido cochilando na cadeira de rodas na sala. Aquele macho vigoroso, ansioso para satisfazê-la diariamente na intimidade, parou de fazer isso desde o dia do acidente. Ela se sente frustrada, insatisfeita, ainda é muito gostosa pra idade dela, mas nunca foi infiel ao marido.
O volume alto da televisão na sala não consegue abafar os gemidos que vêm do quarto da filha. O namorado dela, Toni, sobe pra macetar ela quando bem entende, como se ela fosse uma putinha gostosa. Ela, incapaz de resistir aos encantos dele, não nega nada, qualquer vontade que ele tenha, é um brinquedo nas mãos dele, completamente enrabichada por aquele sem-vergonha.
Lola continua de pé na porta de casa, ouve os gemidos, olha pro marido dormindo na frente dela, hesita entre ficar ou ir embora. O namorado da filha não parece preocupado se alguém ouve. Dá vontade de ir até o quarto da filha e pedir pra eles baixarem a voz, mas ela morre de medo da filha sair de casa, deixá-la sozinha. Já é maior de idade, não teria como impedir. Sabe perfeitamente o quanto a filha é apaixonada pelo namorado, é a única coisa na cabeça dela, acima dos livros e da vocação de ser professora.
Um grito da filha faz com que ela feche a porta da entrada e se dirija ao quarto da filha. O quarto, bem perto da sala, continua fechado, e Lola fica parada perto da porta, hesitando se entra, se bate... ouve de novo a voz da filha...
— Ahhh ahhh Toni, pelo amor de Deus, para, tá doendo muito atrás... vai arrebentar meu cu ahhh ahhhh...
— Cala a boca, porra! Não reclama tanto, nem parece que é a primeira vez que te como... você sabe o quanto eu adoro te comer de cu... mmmm... adoro ver como suas tetas balançam... Peitos, mmmm, você saiu igual à sua mãe, peituda pra caralho. Se crescerem mais um pouco, logo vai ter mais que ela. Por isso eu tava tão doido pra te engravidar, ver como eles incham, se enchem de porra, mmmm… adoro ver como você deixa todos de pau duro quando olham pra eles — ele diz, sem parar a forte enfiada no cu.
Loli, a garota tímida, certinha e boa aluna, sempre teve complexo por sofrer as piadas de todo mundo por causa do tamanho exagerado dos peitos. Ela herdou os peitões da mãe, mas diferente dela, que tem mais de 1,70, a baixa estatura de 1,60 e o corpinho magro fazem com que os 110 cm de peito sejam muito mais chamativos. O volume e peso excessivos dos peitos causam muitas dores nas costas, e os médicos sempre recomendaram que ela operasse para reduzi-los, mas o namorado Toni sempre foi contra. — Se você operar, eu termino… quero que minha namorada seja desejada por todos os caras e que eles fiquem de pau duro quando te veem — Toni diz repetidamente.
Eles começaram a namorar quando Loli tinha apenas 16 anos e ele, 23. Contra a vontade do pai de Loli, que nunca gostou de Toni por sua fama de galinha e briguento.
Para Toni, ela sempre foi um troféu, algo para se exibir. Ele apostou com os amigos que conseguiria seduzir a jovem vizinha, aquela garota certinha, estudiosa, mas com uns peitos que ninguém nunca tinha visto antes, e agora a exibia como quem usa um pingente. Toni a obriga a se vestir de forma provocante quando saem juntos, especialmente com decotes e minissaias, a fazer topless na piscina enquanto ela morre de vergonha vendo todo mundo olhando. Ela aguenta tudo, qualquer coisa, e agora grávida muito mais, tudo para continuar dizendo que ela "é a garota dele", apesar dos muitos comentários de que Toni come tudo o que passa na frente dele.
Loli vai recebendo as investidas do namorado no cuzinho apertado, que aos poucos vai dilatando e trocando a sensação de dor por prazer. o prazer quando sente a mão do Toni masturbando a buceta dela…
– Você tá encharcada igual uma puta no cio, a buceta tá escorrendo… De quem é essa raba e essa buceta?.. fala… quero ouvir… –
– Suas… suas… só suas… mmm ahhh mmmm – diz Loli sentindo que tá prestes a gozar
– Isso mesmo, foxy, minhas, só minhas, nunca esquece disso… mas não quero ver você fazer cara feia de novo quando eu me gabar de você na frente dos meus amigos como no sábado, se eu quiser que você mostre os peitos, você mostra, entendeu, foxy? você sabe o quanto eu gosto que os caras batam uma pensando em você… –
– Toni, pelo amor… seus amigos queriam que eu mostrasse os peitos no bar… tava cheio de gente… eu tava morrendo de vergonha… – mas enquanto Loli tentava argumentar com o namorado, ele acelerava as carícias na buceta enquanto continuava comendo ela por trás… – ahhh ahhh, assim, assim, não para de mexer na minha buceta enquanto me come o cu… ahhh ahhh vou gozar – gemia Loli, incapaz de aguentar mais aquelas carícias do namorado enquanto metia no cu dela
– Me escuta bem, puta, não vou repetir, se eu quiser que você mostre os peitos, você mostra, ou juro que você vai levar no cu de todos os caras que eu conheço… ahhh e amanhã quero que você desça pro bar, meu pai precisa de ajuda pra limpar a cozinha, ele tá muito gordo pra subir na escada, ele adora como você deixa tudo limpo, sempre me fala… –
– Sim, sim, Toni, eu desço, não se preocupa… mas não para, pelo amor… vou gozar… não para, pelo amor de Deus… – implorava Loli
– Sua puta no cio, quer gozar? tá com vontade?... você tem que fazer tudo que eu pedir pra isso… ou juro que te deixo na mão… –
– Sim, Toni, eu faço, tudo que você quiser… o que você tiver a fim… sempre faço… não para, pelo amor… ahh ahhh continua, continua –
– Bem, é o que espero pelo seu bem, vou te dar uma chance, amanhã quero que você desça pra limpar o bar com o vestido que usou no sábado, aquele que você ficou com vergonha no bar, curtinho e bem decotado… –
– Toni por favor… é teu pai… não me pede isso…..
- Loli não conseguiu terminar, duas palmadas fortes na bunda a fizeram soltar um grito, zasss, zasss
- Não terminei, vagabunda! Você vai descer com esse vestido, eu já disse… e vai fazer isso sem calcinha nem sutiã…. meu velho também tem direito de bater uma punheta vendo sua bunda e seus peitos, não quero que ele encha o saco com essa história de trabalhar no bar… você me entendeu, vagabunda? Deixa ele te ver bem, deixa ele satisfeito pra me deixar em paz, seu homem não vai trabalhar… pra isso que você serve, zass zass- duas novas palmadas fortes reafirmaram as palavras de Toni -Você me entendeu… porra?
Loli odiava os olhares do velho babaca do pai de Toni, ele não tirava os olhos dela com descaramento toda vez que a via ou aproveitava qualquer desculpa pra se esfregar nela quando ela descia pra limpar aquela cozinha pequena do bar, sentia nojo e repulsa por aquele homem… mas era o pai do namorado e não queria que ele ficasse desconfortável.. mas aquilo… se exibir pro velho… como evitar que ele não passasse dos limites se ela provocava ele assim… como evitar que ele não quisesse mais se já tentava apalpar ela com qualquer desculpa... Toni, Toni, seu amado Toni, como que o namorado dela podia pedir uma coisa dessas? E como recusar?.. ela era incapaz de negar qualquer coisa pro namorado… ele era tudo pra ela, tudo.
- Sim, Toni, vou fazer o que você quiser.. sabe que eu sempre faço..- disse Loli enquanto sentia o namorado acelerar os movimentos da mão pra facilitar que o orgasmo tão esperado chegasse -ahhhh ahhhhhhh to gozandoooo to gozandoooo -gritava Loli
- Sua vagabunda safada.. olha o jato que você soltou.. não esquece o de amanhã, quero que você deixe o velho bem satisfeito, sei que ele tem dificuldade de ficar duro então com pouco ele se contenta, deixa ele te apalpar um pouco e depois… uma punhetinha ou uma chupadinha já basta….-
- Toni, toni, o que você tá dizendo? - Loli sentiu pânico, o namorado não queria só que ela se exibisse, mas que deixasse ele fazer, até que ela batesse uma punheta ou chupasse ele.. seu sogrão... aquele velho babão, era uma loucura!
- Já me ouviu, agora vira e vai mamar, limpa minha pica, quero gozar na sua boca... não quero ouvir mais um pio-
Loli submissa se virou obediente e enfiou a pica na boca, até o talo, do jeito que sabia que o namorado gostava...
- hmm isso sim você faz bem, demorou mas você aprendeu a mamar muito bem... assim, assim, come ela toda, inteirinha, até as bolas... você chupa como uma profissional... hmm você deixou minha pica estourando, filha da puta, agora quero a buceta... deita de costas na cama e segura os tornozelos com as mãos, quero minha xota bem aberta...
Loli estava morrendo de vontade de levar mais uma, o orgasmo anterior só tinha despertado a vontade de foder, o namorado dela sabia muito bem como deixar ela sempre excitada e pronta pra ele. Deitada de costas na cama, as mãos seguravam os tornozelos com força, abrindo as pernas o máximo que podia pra facilitar o acesso do Toni aos dois buracos... o namorado não deixava ela depilar nem aparar os pelos grossos da buceta... Loli lembrava das gozações das amigas da escola no chuveiro depois das aulas de educação física, todas com as bucetas depiladas ou bem aparadas e ela se destacando por aquele tapete peludo e os peitões enormes...
Toni olhava pra ela enquanto ela se posicionava, ajoelhado na cama segurando a pica dura igual a um pau "coelho com pelo pra foder" ele repetia várias vezes - hmm sim senhor... isso é uma buceta regulamentar - disse Toni que sem esperar mais encostou a pica na entrada da racha suculenta, metendo até o fundo com maior facilidade, fazendo a namorada começar a gemer assim que sentiu ela dentro... aquela pica fazia Loli se contorcer de prazer.
- Pedaço de puta... como você gosta de levar pica, nem imagina a quantidade de caras que pagariam pra te foder assim - dizia Toni que gostava de foder com fortes estocadas, fazendo ela sentir cada empurrão. deixando uma pausa entre cada estocada, fazendo com que ela desejasse cada vez mais receber a próxima... Loli não aguentou mais e teve seu segundo orgasmo, sem conseguir evitar os gemidos ahhh ahhhh. Toni ria vendo sua namorada aproveitar, não parou um instante seu rítmico mete-saca, sabia perfeitamente que Loli gozaria de novo e foi assim... outro e outro... a tímida e cheia de complexos Loli encadeava orgasmo após orgasmo até ficar completamente rendida...
Lola colada na porta ouve os gemidos da filha do outro lado, não consegue evitar que aqueles gemidos e as palavras que escuta a excitem, suas mãos instintivamente acariciam seus peitos por cima da blusa, os bicos duros se cravam na fina gaze da blusa de verão, uma mão desce até sua virilha buscando o roçar do púbis por cima da saia -droga, ela está com uma vontade danada de que uma boa pica monte nela assim, já nem lembra quando foi que teve o último orgasmo sem ser os obtidos pelas próprias carícias que cada dia precisa com mais frequência, anseia por uma boa pica, uma boa trepada é o que ela precisa-
Sem conseguir evitar, a mão de Lola se enfia por baixo da saia, abaixa a calcinha, encharcada de lubrificação que guarda na mão esquerda enquanto com a direita começa a se masturbar em pé, colada na porta do quarto da filha, ouvindo seus gemidos...
Quando ouve o grito abafado da filha chegando ao orgasmo, Lola está prestes a ter o dela também, por um momento percebe que está em pé no corredor e decide entrar no banheiro, a porta ao lado, para sentar no vaso e poder terminar de se masturbar à vontade.
Senta no vaso com as pernas abertas, a saia subida até a cintura, suas mãos abrindo a blusa tiram os peitos para fora do sutiã sem tirá-lo. Aqueles dois baldes tamanho 110 transbordam para fora do sutiã preto de renda com reforços que ela usa para tentar mantê-los no lugar. Nem mesmo os peitos generosos da filha, inchados por a gravidez atinge o tamanho das dela.
As mãos de Lola se esforçam para apertá-las, tentando agarrá-las com as mãos, tarefa impossível, ela sempre se orgulhou do seu busto generoso, outrora adorado pelo marido, suas grandes aréolas escuras como biscoitos, seus mamilos proeminentes, pontudos que marcam na roupa. Apesar do tamanho incrível, continuam firmes, não excessivamente caídas, o mínimo necessário pelo volume e peso que têm, mas ainda no lugar.
Lola é uma mulher de cabelos castanhos abundantes, rosto bonito, olhos castanhos, boca grande de lábios grossos bem marcados, alta, passa do metro e setenta, corpo magro, pernas longas, quadril largo, bunda enorme, uma mulher com curvas bem acentuadas pela sua figura esbelta. Sua buceta denota o abandono dos últimos anos, faz mais de três sem depilar, uma mata espessa de cabelo preto a cobre por completo. Apesar desse tapete, com as pernas abertas, seus grandes lábios vaginais rosados mostram claramente a entrada da buceta, brilhante de umidade, escorrendo lubrificação. Lola segura os gemidos de excitação quando a mão direita começa a esfregar o clitóris, precisa gozar, está muito excitada, muito… e com a excitação nem percebeu que não colocou o trinco na porta do banheiro.
Toni, depois de deixar a namorada exausta dormindo na cama após vários orgasmos, levantou-se para ir ao banheiro e ouve atrás da porta os gemidos da futura sogra. A mão dele abaixa suavemente a maçaneta da porta, que se abre com cuidado, deixando uma pequena fresta por onde ele observa o que acontece….
O jovem garanhão não demora a recuperar uma boa ereção vendo como a futura sogra se masturba sentada na frente dele, alheia a estar sendo observada, vestido apenas com uma calça de moletom, começa a bater uma sem perder detalhe do espetáculo – hmm, com certeza ouviu como eu comia a filha dela… a mamãe ficou com tesão… que peitões ela tem mmm — Toni fala enquanto se masturba, olhando.
Lola acelera os movimentos da mão, está muito perto de alcançar o orgasmo desejado. Toni percebe e tira o pau para fora da calça de moletom sem parar de mexer, exibindo uma ereção tremenda naquela vara jovem, potente, de uns vinte centímetros e bem grossa.
— Pssss... pssss... não faz barulho... a Loli tá dormindo... pssss... não acorda ela — diz Toni empurrando a porta e entrando no banheiro, mas dessa vez trancando o ferrolho.
Lola tenta se cobrir os peitos com as mãos enquanto junta as pernas, surpresa, assustada, sem conseguir reagir. Num instante, se vê sentada na frente do namorado da filha, que não para de mexer aquela pica jovem linda, dura como um pau, na cara dela...
A mão esquerda do jovem agarra a nuca dela, puxando a cabeça dela pra perto do pau — Pssss... chupa, sogra... chupa... vai ver como tu vai gostar... pssss... não faz barulho... não vai acordar tua filha... chupa... chupa... — diz Toni enquanto o pau pressiona os lábios de Lola, incapaz de dizer nada, sentindo os lábios cederem pra que a vara generosa encha a boca dela...
— Mmmm... assim... assim... muito bem, sogra... muito bem... dá pra ver que tava com vontade de comer um bom pau... mmm... continua... continua... abre mais a boca... engole... engole tudo... uhmmm... uhmmm... que gostoso...
Lola engole como pode a barra de carne dura que enche a boca dela e pressiona dentro da garganta, entrando e saindo, fodendo a boca dela ao bel-prazer daquele jovem safado que, com total descaramento, sabe do desejo que a mãe da namorada sente.
Ele agarra a cabeça dela com as duas mãos, impedindo que ela tire o pau da boca. A sensação de sufoco toma conta de Lola, que sente vontade de vomitar, percebe as ânsias subindo do estômago pra boca e a baba começando a escorrer dos lábios dela sobre os peitos.
— Mmm... hmmm... assim... assim... tudo dentro... que bem tu engole, sogra... que boca... agora, quando eu tirar, tu vai bater uma punheta com os peitos... sempre quis querido gozar em cima delas... né verdade que vai fazer?.. fala... vai fazer?-
Lola não conseguia responder com aquela pica enchendo sua boca, estava assustada, com medo de que o marido ou a filha acordassem a qualquer momento e pudessem pegar ela naquela situação difícil de justificar, balançou a cabeça várias vezes...
-Muito bem, assim que eu gosto, sogra, que você seja complacente comigo... vamos, me mostra o que você sabe fazer com essas tetonas que você tem...- disse Toni finalmente tirando a pica da boca de Lola e se aproximando dos peitos dela. A mulher pegou as tetas com as duas mãos e, envolvendo a pica com elas, começou a bater uma punheta pra ele, movendo-as pra cima e pra baixo....
-uhmmm uhmmm como você faz bem, sogra... assim assim... esfrega bem elas em mim.... tô quase gozando
-Por favor, Toni... meu marido ou minha filha podem acordar a qualquer momento...- dizia Lola sem parar de bater punheta no garoto com as tetas, a frase soou como desculpa, justificativa, dava pra ver de longe que a mulher desejava com toda a alma uma boa foda
-psss cala a boca, sogra... você tá morrendo de vontade de ser bem fodida... se olha... tá babando de tesão, porra... me fala, quanto tempo faz que você não dá uma boa trepada? FALA-
Lola sentiu vergonha ao ouvir aquela pergunta, realmente não tinha ficado com nenhum homem desde o acidente do marido há três anos, três anos sem sexo de verdade, sem uma boa penetração, se consolando com as punhetas cada vez mais frequentes,... e agora tinha um garanhão daqueles na frente dela, uma pica jovem, muito maior e mais grossa que a do marido nos melhores tempos... tremendamente dura esfregando nas tetas dela... custava a admitir, mas a realidade era que a buceta dela estava a ponto de explodir.
Após alguns segundos em silêncio e sem olhar nos olhos dele, finalmente disse -três anos... desde o acidente do meu marido-
-kkkkk agora entendo por que você tá babando igual a uma puta no cio... você tem motivo, sogra... me excita a ideia de gozar nas suas tetas e te deixar assim toda tarada... desejando minha pica... pensando que sou um Cabronão…
- Não faz isso… me fode… me fode – disse Lola sem conseguir evitar, quase implorando.
Toni olhava fixamente para o rosto dela, se deliciando com a ansiedade e o desejo da mãe da sua namorada. Claro que aquela mulher ansiava por ser montada, depois de três anos uma gostosa daquelas já não aguentava mais o tesão…
- Tá bom, levanta, vira de costas, apoia as mãos na parede, pernas abertas, a bunda empinada… vamos, anda logo – disse Toni tirando o pau das tetas de Lola e segurando ele firme com a mão direita.
Lola não pensou duas vezes, se levantou e se posicionou como Toni pediu, enquanto sentia o homem puxar a saia dela até o chão num puxão só, quase arrancando, deixando as pernas e as nádegas completamente nuas. O tapa-sexo preto destacava naquela bunda redonda, poderosa, esbranquiçada, e mostrava claramente a entrada rosada da buceta.
Toni não hesitou, encostou o pau na entrada da boceta de Lola e pressionou com força… sem resistência, aquele buraco molhado recebeu gostoso a penetração até o fundo de uma só vez, seguida por várias estocadas fortes, um verdadeiro comedor… exatamente o que ela mais desejava naquele momento, e seus gemidos abafados pela mão na boca tentando silenciá-los provavam isso… Lola achou que ia gozar naquela hora, logo nas primeiras estocadas, mas de repente o jovem garanhão parou de repente, deixou o pau completamente enterrado na boceta escorrendo, preenchendo ela, fazendo a mulher sentir ele inteiro dentro de si, mas sem se mexer… fazendo com que ela desejasse que ele continuasse… por que ele parou? por que não continuava fodendo ela? Lola se perguntava.
- Hummm, que delícia que entra, sogrinha, dá pra ver que você tava com muita vontade… me diz uma coisa: seu maridinho te comia o cu?
- Não para, por favor, não para… preciso gozar… continua, continua… – dizia Lola, ansiosa pra chegar ao orgasmo.
- Não me ouviu? Te perguntei se seu marido te comia por trás. - sim... sim... algumas vezes.. -
- bom.. muito melhor.. não gosto de tias enjoadas… sua filhinha continua reclamando quando eu como o cu dela… você não vai reclamar, vai? você vai me oferecer bem contente quando eu quiser… não vai?
- sim… sim… o que você quiser… mas não para, por favor… continua.. não me deixa assim..-
- hahaha calma, ansiosa… vou te foder… você vai gozar… e você vai ser uma boa puta comigo… minha puta… não vai?
- sim.. sim.. serei sua puta, serei o que você quiser mas me fode… me fode por favor
Toni retomou as estocadas, golpes secos de pelve, metendo e tirando a pica com força, até o fundo e quase tirando ela toda pra meter de novo com mais força.. Lola não aguentou muitas sacudidas assim e o orgasmo tão desejado veio com muita força, curvando o corpo dela, quase caindo no chão se não fossem as mãos do jovem que a seguraram firme pela cintura.
- ahhh ahhh mmmmm ahhh mmmm tô gozando gozando - dizia Lola tentando abaixar a voz
- hahaha um cano desentupido…. mas você tem que se controlar, sogra… se você é tão escandalosa, seu maridinho e sua filha não vão demorar pra descobrir...e com certeza você não quer que eles descubram.. né?
- não, não.. claro que não.. - dizia Lola envergonhada por não ter conseguido segurar os gemidos
- muito bem, sogra, muito bem...você vai aprender a se controlar porque te convém..
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Lola tinha redescoberto o prazer do sexo, se sentia envergonhada por enganar a filha mas era incapaz de resistir à atração daquele jovem garanhão que tinha em casa todo dia. Logo, igual à filha, virou um brinquedo nas mãos dele, Toni montava nela quando queria, como queria mas principalmente gostava de deixar ela chupando longos períodos enquanto ele via televisão, no começo na casa do rapaz, depois aos poucos Toni foi ganhando coragem e ficava excitado em buscar situações picantes na própria casa de Lola.
Loli começou a estudar pedagogia, sua vocação e passava longas horas no quarto com seus livros, disposta a satisfazer o namorado quando Toni queria, mas nessa época Toni tinha um brinquedo novo: a mãe dela, que ele comia todo dia na cozinha, no banheiro ou no quarto enquanto ela estudava no quarto dela.
Fernando, o marido de Lola, passava o dia na sala, na cadeira de rodas, vendo TV, ouvindo rádio ou cochilando por causa dos efeitos dos relaxantes e antidepressivos que tomava. Era deficiente, mas não idiota, e logo começou a perceber o que estava rolando. Sabia perfeitamente que não podia satisfazer a mulher desde o acidente e, com muita resignação, aceitou a situação, fingindo que não notava nada. Não teve coragem de falar nada com a mulher, mas sim com Toni um dia em que Lola ainda não tinha chegado do trabalho e a filha estava estudando:
— Sei perfeitamente o que está acontecendo nesta casa. Quero que minha mulher seja feliz, que curta o sexo, eu não consigo fazer isso… mas você, maldito porco, é o namorado da minha filha e a deixou grávida, tenho certeza de que a Loli não sabe de nada disso. Se machucar minha filha, juro que te mato, seu filho da puta! — disse Fernando para Toni na sala de casa.
— Kkkkk, o único filho da puta desta casa é você, querido sogro. Você não vai matar ninguém. Se me der o menor problema, garanto que te enfio num asilo ou levo as duas comigo e você se vira sozinho. O que prefere, sogrão?
— Maldito porco, elas nunca me abandonam, são minha mulher e minha filha…
— Elas estão de saco cheio de cuidar de você, você só é um peso, um estorvo… enquanto eu… tenho uma pica que deixa as duas loucas… O que você acha que elas vão escolher, o sofrimento com você ou o prazer comigo?
Fernando baixou a cabeça, aquele maldito porco tinha razão, ele só era um peso, um estorvo, morria de medo de ser abandonado pela mulher e pela filha, não tinha coragem de se matar, mas era a única coisa em que pensava naquele momento.
— Certo, vejo que Você pode não ter percebido, mas fico feliz que você trouxe o assunto, já não aguentava mais ter que disfarçar pra comer sua mulher. Não me importo se você olhar quando eu chupar ela ou foder ela, ou se preferir, pode ir embora, mas se me criar algum problema, eu mesmo vou contar pra Loli. Sim, você tem razão, ela não sabe de nada, tá no quarto dela estudando, louca pra eu entrar e foder ela, esperando um filho meu… você vai ser o motivo da desgraça dela ou vai fazer vista grossa? O que vai fazer, sogrão?
-Filho da puta, sabe que a última coisa que eu faria seria machucar minha filha… não quero que ela sofra… vocês podem fazer o que quiserem, minha mulher e você…- disse Fernando, resignado.
-Sabe? Tem razão, sou um filho da puta. Minha mãe me abandonou quando eu era pequeno, quando largou meu pai por outro, e agora te garanto que vou me divertir pra caralho fodendo a puta da sua mulher bem na sua cara… você vai ver como ela goza igual uma vagabunda quando eu meto em todos os buracos dela.
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Aquela conversa entre os dois homens mudou a situação na casa. Toni tratou de dizer pra Lola que tinha falado com o marido dela e que Fernando consentia com os rolos, que não precisavam mais se esconder. Em troca, manteriam o segredo pra filha dela; nenhum dos dois queria que a garota sofresse se descobrisse a parada. Lola sentiu um peso saindo das costas ao saber que o marido tinha levado aquilo com tanta frieza e resignação…
-Tá mais tranquila, Lola? Seu marido não vai ser mais problema… quando sua filha não estiver, você vai me mostrar o quão puta você é de verdade…- disparou Toni pra Lola quando explicou a nova situação.
-Ouvi, você não vai querer que a gente transe na frente do meu marido, vai? Eu morreria de vergonha…- respondeu Lola, assustada.
-Claro que sim… seu marido já não sobe mais… mas a cabeça, a vista e o ouvido funcionam. Com certeza ele adora ver você se acabando de prazer.
-Nem pensar, não me pede isso… uma coisa é ele saber, outra é ele ver… Mas a Lola sabia muito bem que Toni não era do tipo de homem que aceitava um não como resposta. Loli começou a ir pra aula de magistério à tarde, e de manhã estudava em casa. Quando Lola saía do trabalho, os quatro comiam juntos em casa, "assim posso ver minha garota", tinha dito Toni, que passava as manhãs dormindo e acordava só ao meio-dia. Se ele quisesse subir antes pra casa da namorada pra foder ela antes de comer, ou senão, na hora certa, com a mesa posta, mãe e filha cuidavam de preparar tudo e não deixar faltar nada.
Assim que Loli terminava de comer, ela saía de casa pra ir pras aulas, não sem antes Toni supervisionar a roupa que ela tava usando. Se ele não gostava do que ela tinha vestido, mandava ela trocar. Cada vez mais ele gostava que ela se vestisse de forma mais provocante. Com o tempo, Loli tinha superado a vergonha de se exibir daquele jeito e obedecia em tudo ao seu amado namorado, mas a cada dia que passava, a barriga dela ia inchando mais e mais, assim como os peitos. A roupa já não servia mais e ela teve que começar a usar vestidos largos pré-mama.
— Quando você sair da aula, quero que passe todas as tardes um tempinho no bar do meu pai, antes de subir pra casa. Quero que você ajude ele um pouco todo dia. Ele tá muito contente com você... diz que você anima muito a clientela — disse Toni pra Loli.
— Como você quiser, amor... — respondeu Loli, submissa, sem ousar rebater. "Animou muito a clientela pro velho? Não é à toa", pensava Loli, lembrando como o velho, toda vez que ela ia, guardava a pia do balcão cheia de pratos e copos pra ela lavar. Mandava ela trocar de roupa e vestir um avental bem curto com um decote escandaloso, sem nada por baixo. Ela passava mais de uma hora curvada sobre a pia do balcão, deixando tudo limpo e brilhando, enquanto cada vez mais clientes se amontoavam do outro lado do balcão pra olhar ela. Aqueles peitões enormes, cada dia mais inchados, livres do sutiã, pendiam soltos enquanto ela ficava curvada, e quase se saindo pelo decote, deixando-as completamente à mostra.
- Hora de lavar a louça... senhores, consumo mínimo 10 euros, a cada dez minutos uma rodada, paga-se do mesmo jeito, babando ou não... - dizia o velho Teo, pai do Toni.
Naquela hora de lavar louça, o velho dono do bar ganhava de 200 a 300 euros só deixando um bando de olheiros verem os peitos da namorada do filho dele. Logo a notícia se espalhou, e cada dia tinha mais clientes esperando a Loli chegar no bar pra sessão de lavagem. O Teo se grudava na garota enquanto ela lavava e não parava de apalpar ela na frente de todo mundo, fazendo eles babarem de vontade de fazer o mesmo...
O velho Teo ganhava mais naquela hora do que o dia inteiro trabalhando, por isso tinha dito ao filho que queria a Loli lá todo santo dia. Cada dia que passava, o velho Teo recebia mais propostas dos clientes - "quanto pra foder ela?" "quanto pra um boquete?" "quanto pra ela mostrar a buceta e o cu?" Quanto, quanto?... Essa era a pergunta que se repetia sem parar todo dia.
- Filho, você tem que deixar ela trabalhar. Essa puta que você tem de namorada deixa a pica dos caras durassa... eles pagariam qualquer coisa pra foder ela, pra um boquete. Ninguém nunca viu umas tetas assim na vida, tão tudo querendo ordenhar esses peitos... - repetia o Teo pro filho todo santo dia.
Mas o Toni não tava a fim, pelo menos por enquanto - Essa puta é minha, tá carregando meu filho na barriga... eu gosto de deixar eles excitados, mas essa buceta é minha, só minha. Você não consegue nem ficar de pau duro pra foder ela, por isso eu deixo... - respondia o filho.
- Sim, filho, respeito isso, a buceta é sua, mas e o cu? E a boca? E os peitos? Dá pra ganhar muita grana se você me deixar fazer ela usar tudo direitinho. Uma boa punheta com os peitos ou com as mãos triplicaria o preço, ou ver ela se masturbar com essa barrigona que tá crescendo, ver ela enfiar coisas... logo eles vão cansar de ver os mesmos peitos todo dia... tem que variar o cardápio, oferecer outro show... não seja teimoso, tem tanta coisa que ela pode fazer... respeitando sua buceta. - insistiu o velho Teo
- Não insiste, eu é que vou dizer quando e o que quero que faça... - repetia Toni insistentemente
- Te garanto 300 euros por dia pra você se deixar eu usar ela do jeito que tô falando... pensa bem, filho, pensa bem -
Aquela frase deixou Toni pensativo, 300 euros por dia era uma grana se ele concordasse que o pai explorasse a namorada dele respeitando a buceta dela... uma oferta tentadora demais pra um pilantra como ele
- Tá bom, pai, vou pensar, não prometo nada... vou pensar. Ela não vai demorar pra dar à luz e quero que ela cuide do meu filho por enquanto... mas talvez eu tenha alguém que faça o que você disse... você me deu uma ideia.
Toni não parava de remoer o que o pai tinha acabado de dizer quando subiu pra almoçar na casa da namorada, abriu com as chaves dele e entrou. Lola, a sogra dele, recatada e discreta como sempre quando a filha estava por perto, se virava colocando os pratos na mesa, Fernando, o sogro, sentado na cadeira dele esperando no lugar dele na mesa. Loli ainda não tinha saído do quarto, continuava estudando. Ele se aproximou de Lola e deu um beijão na boca dela na frente do marido enquanto as mãos dele se ocupavam em apalpar a bunda e os peitos da sogra - que gostosa que é tua mulher, Fernando, me excita ver ela tão decente vestida, como fica bem ela ser comida todo dia mmmm - enquanto dizia isso, uma mão de Toni foi por baixo da saia de Lola e confirmou que ela não tava de calcinha e que tinha as bolas chinesas colocadas... a buceta de Lola tava escorrendo como sempre... - mmm a puta tá molhada... pronta pra montar quando a menina for embora, não é mesmo, puta? -
- Sabe que sim, Toni... sempre pronta pro que você quiser... - disse Lola, submissa, pra que o marido ouvisse, que continuava calado
- Tá vendo, Fernando, sua mulherzinha tá feliz com nosso acordo, aposto que você também gosta de saber que ela se diverte sendo cada dia um pouco mais puta, não é mesmo? - Toni colocou Lola de frente pro marido pra ele poder ver bem e levantou a saia dela
- Olha aqui, Fernando, Olha bem, agora sua mulher vai trabalhar todo dia sem calcinha, com essas bolinhas na buceta que fazem ela voltar com a buceta encharcada, escorrendo de vontade de meter nos buracos dela... e enquanto eu faço isso, gosto que ela me conte como os caras olham pra ela... sim, como olham, porque no trabalho ela não vai tão discreta, não é mesmo, sua puta?...-
Lola baixou a cabeça envergonhada, apesar do tempo passado, não se sentia à vontade quando Toni a humilhava assim na frente do marido...
-Não se envergonha, Lola... sei que você adora deixar os homens com tesão pra depois me contar... olha bem, Fernando, essa saia tão discreta tem um velcro na barra, quando ela chega no trabalho, dobra pra dentro e vira uma minissaia sugestiva e provocante, ideal pra usar sem calcinha por baixo, ainda mais desde que sei que uns colegas da Lola sentam na frente dela... imagina o que eles veem quando ela abre um pouco as pernas sentadinha na cadeira?.. mmm hahaha, sim, o que você tá pensando... uma linda buceta peluda escorrendo. Mas eu gosto ainda mais que a Lola exiba os peitos dela, uns peitos desse tamanho não dá pra esconder tanto... essa blusa justa abotoada até o pescoço fica muito melhor com algum botão solto...-
-Você é um porco, tá obrigando ela...- tentou protestar Fernando e justificar a mulher.
-Que isso, Fernando!, nada de obrigar, a Lola adora ser olhada... sua mulherzinha tá cada dia mais puta... Lola, mostra pro seu marido como você usa a saia e a blusa no escritório... Fernando, te garanto que é verdade, ontem fui de surpresa na prefeitura pra conferir e a Lola tava como você vê... também tenho que te dizer que no setor de arrecadação só tem cinco pessoas, quatro homens e a Lola... não tem concorrência... isso é jogar com vantagem... mas entra muito cidadão todo dia... isso é verdade.-
Lola dobrou a barra da saia pra dentro, o velcro prendeu fácil, transformando aquela saia discreta virou num piscar de olhos numa minissaia provocante… as mãos dela soltaram depois três botões daquela blusa abotoada até o pescoço, deixando que um decote mais que generoso mostrasse boa parte dos seus peitos exuberantes…
— Imagina, Fernando, que você é um dos colegas de trabalho dela. Lola levanta da mesa dela e se inclina na sua frente, na sua mesa, pra te pedir qualquer coisa… Faz isso, Lola, mostra pra ele… —
Lola se inclinou na frente do marido, com os botões da blusa soltos. Ao se inclinar, os peitos dela balançavam e ficavam completamente à vista, cobertos por um sutiãzinho transparente, bem sugestivo.
— Hmm, vista bonita, né Fernando?… Caralho, que peitão, aposto que os colegas dela ficam de pau duro a manhã inteira… Tô pensando que talvez eu devesse ir trabalhar sem sutiã… mas aí ela é mandada embora… não sei o que fazer… o que você me recomenda? —
— Maldito pervertido, porco, tarado… não humilha ela assim… conheço os colegas de trabalho dela desde sempre… são gente boa… — dizia Fernando.
— Vira de costas, Lola, se inclina como antes, mas de costas pro seu marido… —
Lola obedeceu. A saia curta subiu um pouco mais por causa da posição, deixando as coxas dela completamente à mostra. Quem estivesse atrás dela e baixasse um pouco o olhar podia ver perfeitamente a bunda nua dela e a buceta peluda… fácil, sem problemas…
— Claro que são gente boa, Fernando, não tenho dúvida. Mas por mais legais que sejam os caras, quando um rabão desse e uma buceta como a da sua mulher ficam na frente dos olhos, te garanto que o pau fica duro… tô errado, Lola? —
Lola abaixava a cabeça, envergonhada. O silêncio dela dizia mais que qualquer palavra…
— Bom, fim do show. Se veste, Lola, sua filha vai sair a qualquer momento. —
Toni se divertia com esse tipo de situação, que repetia cada vez com mais frequência. Ele gostava de humilhar Fernando. Lola aceitava os caprichos de Toni, era um brinquedo pra ele… mas por dentro, começou a se sentir mal com a situação, com a humilhação. constante do marido e saber que a filha dela estava sendo traída pelo próprio namorado fizeram ela começar a beber. Fora de casa, aproveitava quando saía pra comprar algo ou fazer qualquer mandado pra entrar nos bares e pedir bebidas com álcool, aquela droga tão popular fazia ela se desconectar, não pensar na situação atual dela…
Enquanto isso, Loli já estava grávida de oito meses, a barriga era enorme pro corpinho dela… Toni deixou ela parar de ir ao bar do pai à tarde, doía ela ficar inclinada no balcão… pela primeira vez, o gostoso do namorado dela, o primo, pensou no bem-estar da mina e do futuro filho deles.
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Lola entra em casa, abre a bolsa, uma nota triste de 20 euros é tudo que sobrou pra ela até o fim do mês. Ela se lamenta pelos 200 euros que perdeu na tarde anterior na máquina caça-níqueis do bar que fica no térreo do pequeno prédio de apartamentos onde mora.
Desde alguns meses, ela tá viciada nas máquinas caça-níqueis dos bares, um vício que só aumenta a cada dia, sem que ela consiga controlar. O que era umas moedinhas de vez em quando depois de tomar um café virou um vício de verdade, uma dependência que ela não consegue dominar.
Ela gasta dinheiro compulsivamente e não tem força de vontade nem coragem de confessar pra família. Pelo contrário, com desculpas e mentiras, ela tira dinheiro direto da conta onde o marido deposita a pensãozinha de invalidez dele, que acaba perdendo nas malditas máquinas. Uma conta que era pra emergências e cuidados que o marido deficiente precisa, e que nunca tinha sido usada, já que viviam modestamente mas sem aperto com o salário de funcionária pública dela.
Com o vício em jogo, ela começou a beber demais, bebe enquanto joga, o álcool faz ela esquecer dos problemas, mas os dois vícios se alimentam um do outro: quanto mais bebe, mais joga, e quando joga, não consegue evitar consumir uma dose cada vez maior de álcool.
O jogo e o álcool foi seu refúgio, a válvula de escape para fugir daquele mal-estar que a inunda desde que se tornou a amante secreta do namorado da filha, tratada como uma puta, como puro objeto de prazer, incapaz de negar qualquer pedido que ele faça.
Enquanto olha para a carteira com aqueles últimos vinte euros, não para de pensar se alguém terá levado o prêmio de 300 euros da máquina. — Com certeza algum infeliz com umas moedas vai levar — pensa, enquanto seus pés a levam para sair de casa e descer até o bar do Teo, o pai do genro Toni, namorado da filha.
Em poucos minutos, ela está entrando na porta do charmoso barzinho, lotado de gente pela manhã, quando ela, como tantos outros trabalhadores do bairro, vai tomar café da manhã naquela bancada cheia de montaditos e tapas recém-feitas.
Agora, à tarde, está quase vazio de clientes, apenas uma mesa de frequentadores jogando cartas. Teo, o dono, atrás do balcão, aquele cinquentão barrigudo, sorri e a cumprimenta ao vê-la.
— O que vai ser, Dona Lola?
— Um café com cum, por favor — diz Lola, devolvendo o sorriso.
— Já vou providenciar — diz Teo, sem tirar os olhos dela e sem conseguir evitar lamber os lábios enquanto pensa — que gostosa que tá a porra da peituda da minha consogra.
Lola senta num banco do balcão. A poucos metros dela, quatro homens sentados na única mesa ocupada jogam cartas. Ela reconhece um deles: é o Sérgio, colega de trabalho no escritório de arrecadação municipal. Ela o cumprimenta com o olhar, vendo que os quatro não tiraram os olhos dela desde que entrou.
Teo serve o café com cum e coloca um copinho de dose que enche de uísque…
— O dose é por conta da casa — diz Teo, sabendo do vício da Lola em pedir essa bebida quando está jogando na máquina. — A máquina deve estar quente, ninguém tirou o prêmio... com certeza tá no ponto — acrescenta Teo, que conhece a paixão da mulher por jogar.
Lola nunca foi uma mulher de beber, mas desde que começou a se viciar nas máquinas, a emoção do jogo fez ela pedir cada vez mais umas doses enquanto joga.
Aquelas palavras do dono do bar martelam na cabeça dela. Antes de provar o café com porra, ela vira a dose de uma vez — Valeu, Teo — fala, enquanto pensa nos únicos 20 reais que tem na carteira.
— De nada, Dona Lola... sabe que hoje é meu aniversário... não tenho ninguém pra comemorar desde que minha mulher separou e levou meus filhos... me deixa hoje pagar as doses pra senhora... é o mínimo que posso fazer depois de todo o dinheiro que a senhora deixou ontem na máquina... — fala Teo enquanto enche de novo o copo de dose.
— Valeu, Teo... cobra o café — diz Lola, que tira a nota da carteira e coloca em cima do balcão.
Teo pega a nota, se cobra e devolve o troco em moedas, deixando o montinho em cima do balcão... ele sabe que ela não vai resistir a gastar tudo na máquina dele, sabe muito bem. Trinta anos atrás do balcão de um bar ensinaram ele a conhecer muito bem os viciados em jogo e em bebida. — Tá perto... — fala de novo quando deixa as moedas.
Lola vira a nova dose de uma vez, pega as moedas e levanta do banco. A máquina caça-níqueis está perto da mesa de quatro jogadores de cartas. Sem olhar pra eles, começa a enfiar as moedas uma por uma... nada, de novo nada... aquela maldita máquina resiste mais uma vez a dar o prêmio pra ela.
Teo observa ela do balcão com um sorriso enquanto enche de novo o copo de dose... — A qualquer hora sai... já não pode demorar...
Lola instintivamente mete a mão na bolsa e tira a carteira. Nem lembra que não tem mais dinheiro, gastou os últimos vinte reais que tinha.
Teo não perde um detalhe, percebe perfeitamente a situação. Lola, infelizmente, é uma das muitas pessoas viciadas em jogo que Teo vê passarem pelo bar dele. O perfil de mulher madura que aposta o dinheiro da compra é muito comum, e ele já se aproveitou disso mais de uma vez em situações parecidas.
— Bom, fica pra próxima… não tenho mais dinheiro… vou subir pra casa — diz Lola, resignada, enquanto toma o novo shot que Teo serviu pra ela.
Teo vira no balcão e abre a caixa registradora — Toma, Dona Lola… depois você me paga… não quero que o primeiro que aparecer leve o prêmio — fala enquanto deixa um pacote de moedas de 50 euros na frente dela.
— Obrigada, Teo… mas… até eu receber… eu… eu… — diz Lola, sem tirar os olhos do pacote de moedas como se fosse uma dose de droga, o mesmo olhar de um viciado… definitivamente, ela está completamente viciada no jogo.
Teo sorri vendo como ela olha o pacote de moedas, enche o copo de shot de novo — Fica tranquila, mulher, depois você me paga… pega… calma… não se preocupa… com certeza você vai levar…
Lola resiste a pegar o pacote de moedas, morde os lábios, está nervosa… os shots estão fazendo efeito… ela se sente meio tonta…
Teo olha pra aqueles olhos vidrados, sabe que ela não vai resistir, aquela droga é forte demais pra mulher, e ele não quer perder aquela chance… porra, pega um copo grande de drink e coloca gelo picado, martini branco seco, gim e um pouquinho de suco de limão… sabe que Lola adora tomar aquele drink enquanto joga…
— Toma, Dona Lola… isso é mais refrescante que o shot… — fala enquanto coloca o drink na frente da mulher.
Lola, enquanto olha o copo, lembra que não colocou gasolina no carro, tá na reserva, precisa encher o tanque pra levar o marido pra reabilitação… estourou o limite do cartão… morre de vergonha de pensar que vai ter que pedir dinheiro pra filha pra gasolina…
O calor, o nervosismo fazem ela começar a suar, ela veste uma blusa creme, larga, abotoada na frente até o pescoço, recatada como sempre, a saia negra de zíper nas costas, chega um pouco acima dos joelhos, sandálias pretas rasteiras pra não aumentar a altura dela. Vestida discreta como sempre, mas não consegue evitar que o tecido leve da blusa grude no corpo com o suor, aquele peitão enorme fica marcado demais, o relevo do sutiã preto reforçado que ela usa desenha na gaze fina….
-Preciso tirar o prêmio…- diz Lola pra si mesma enquanto segura o pacote de moedas com uma mão e a taça do drink com a outra.
Sergio, o colega de trabalho dela, da mesa também não tira os olhos de Lola e vê Teo deixar os 50 euros pra ela… -Esse filho da puta quer embebedar ela…- fala pros parceiros de jogo.
-E cê disse que trabalha com você essa mina? Caralho, que peitão ela tem… porra, viram como balança?- diz um dos parceiros de jogo
-Pois é... nos últimos meses ela tem deixado minha pica estourando... senta na minha frente, no trampo ela veste umas minissaias de tirar o fôlego… a putinha não usa calcinha e deixa a gente ver a buceta quando tá sentada…. e essa blusa hoje de manhã, te juro que não tava abotoada até o pescoço, não senhor, bem solta, mostrando os peitos quando se abaixa… buff, que peitão que a putinha tem… acho que desde que o marido dela sofreu o acidente, ela tá muito mal comida…- conta Sergio, que aos 45 anos é um cara maduro que ainda mantém o charme, casado e com vários filhos, tímido, introvertido, nunca teve coragem de dar em cima de Lola.
-Muita mulher pra você, Sergio?... cê não tem coragem de trair sua mulher hahahaha…. mas com certeza a dona tem uma buceta gostosa…- responde outro da mesa
Lola parece alheia a tudo ao redor, os olhos dela não saem da máquina, aquelas rodas com figuras de frutas que giram sem parar, dando algum prêmio menor de vez em quando, o tilintar das moedas caindo faz Lola ficar exultante, feliz, aquela droga do jogo faz ela esquecer de tudo……
-Teo, serve mais um drink pra Lola… essa - Eu pago... se ele acertar o prêmio grande, que ele pague uma rodada pra gente... Você paga se acertar, Lola?..
- Claro que sim, galera... pode contar com isso - diz Lola, feliz em ouvir o som das moedas caindo na bandeja... - Vamos, vamos, me dá logo... - fala Lola pra máquina como se ela pudesse ouvir...
Sergio levanta e vai até o balcão pegar a taça de Lola e uma cerveja pra ele, leva até a máquina...
- Toma, Lola... vamos brindar ao prêmio - Lola pega a taça e brinda com Sergio, que a incentiva a beber de um gole só - pra cima, pra baixo... no centro... e pra dentro - Lola bebe, mas cambaleia ao terminar... o álcool começa a fazer efeito...
Os três da mesa, coroas iguais ao Sergio, já encerraram a partida vendo o show que Lola tá dando e se levantam. Um deles vai até o Teo - manda mais uma rodada, Teo, e uma dose pra moça... -
Os três se aproximam da máquina, Lola parece que continua na sorte, ganhando prêmios pequenos que ela mete de volta na máquina na esperança de conseguir o prêmio grande. O tempo vai passando e eles continuam pedindo rodadas...
Teo, do balcão, observa eles, não parece muito feliz. Aqueles quatro parecem prontos pra se aproveitar da gostosa da Lola com a iniciativa dela. Ele vê Sergio ser o primeiro a pegar ela pela cintura quando ela cambaleia por causa da bebida, e logo outro dos quatro segura ela do outro lado, disfarçadamente começando a passar a mão...
O que tinha que acontecer inevitavelmente acontece. Aos poucos, os 50 euros e os prêmios que ela ganhou vão sumindo dentro da máquina...
A felicidade de Lola desaparece num instante. Ela perdeu de novo. Mete a mão na bolsa de novo pra confirmar que não tem mais dinheiro... Os quatro percebem a situação...
Um deles tira uma nota de 50 da carteira - Quer mais 50 pra continuar jogando, gostosa?..
- Me empresta... eu te pago de volta... o prêmio grande tá quase saindo - diz Lola, ansiosa pra continuar jogando, esticando a mão pra pegar... pegar a nota
—Calma, leoa… calma… não vamos ficar nervosos… tenho certeza que você paga… tem com o que pagar… mas a gente precisa falar dos juros… quero algo em troca se eu te der a nota — ele fala enquanto tira a nota do alcance da Lola.
—O que você quer? — pergunta Lola, que só quer e só pensa naquele momento é em continuar jogando…
O homem se vira e olha com calma o bar vazio — hum, vamos ver, a porta de entrada do bar fica do outro lado, estamos de costas se alguém entrar… quero que você abra a blusa e tire o sutiã… se foda os 50 conto, quero ver seus peitos enquanto você joga… a gente te cobre se alguém entrar, é só você abotoar a blusa de novo… —
—Vocês tão loucos?… não vou fazer uma parada dessas… Sergio, pelo amor, você me conhece, fala pra eles, eu devolvo o dinheiro… — falei nervosa Lola olhando pro colega de trabalho… esperando a ajuda dele
—É um bom trato, Lola… também tô afim de ver esses peitões… imagina que você tá no trabalho, lá você não tem problema da gente ver sua buceta, ultimamente você nunca usa calcinha… reparei que é a mesma saia do trabalho, mas lá você dobra ela pra dentro pra gente ver melhor e não usa a blusa tão recatada… vai, veste a roupa igual no trabalho… eu já te vi… faz logo, porra, faz!
Lola hesita, não tem coragem de fazer o que pedem. Teo é o pai do Toni, o namorado da filha dela, e não quer que ele veja ela assim…
—Bom… entendo… Teo, troca essa nota comigo, me dá umas moedas, vamos tirar esse gordo agora que a Lola terminou de jogar — fala Sergio colocando a nota do amigo em cima do balcão.
Lola só consegue pensar que aqueles quatro filhos da puta vão tirar o maldito prêmio que custou 200 reais na tarde anterior e mais 70 hoje, ela precisa tirar ele pra recuperar o dinheiro e conseguir pagar o depósito do carro sem passar mais vergonha com as filhas e o companheiro…
—Tá bom… tá bom… vou fazer… vou fazer o que vocês tão falando… — fala Lola vendo que o Teo colocou o pacote de moedas em cima do balcão, pegando a nota que o Sergio deixou…
Os dois caras que seguravam ela pela cintura soltam pra ela cumprir o trato. Lola, de pé na frente da máquina, cercada pelos quatro homens, leva as mãos aos botões da blusa, cambaleia, dá um tropeção, mal consegue ficar em pé sozinha – a quantidade de álcool que ela entornou em tão pouco tempo já tá batendo. Os quatro caras zoam ela em volta enquanto o Sergio balança o pacote de moedas na cara dela…
– Quer as moedas, Lola?… Tem certeza que quer?… Parece que você tá bêbada demais pra ficar de pé e jogar…
CONTINUA
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