Fudendo minha irmã bêbada

Obviamente, quando você é criança, a melhor coisa da vida é sair de férias com seus pais. Depois você cresce, começa a ter amigos e as férias já não são mais o que você esperava. Os pais têm mais dificuldade em te levar, porque isso te afasta dos seus amigos, vocês vão para lugares onde você fica entediado, etc. Mas quando você já tem 20 anos, obviamente você já tem mais peso e, se não quiser ir com eles, simplesmente não vai. Esse foi o meu caso. Obviamente, preferi ficar sozinho em casa por duas semanas, aproveitando a liberdade pra fazer o que quisesse. E, embora minha mãe levasse a chave do carro dela pra eu não usar, eu já tinha guardado uma cópia fazia um mês, me adiantando à estratégia dela.

Mas o que eu não esperava era que minha irmã, Karen, também se revoltasse e não quisesse ir com eles. Minha mãe não queria deixá-la, mas meu pai, homem de poucas palavras, disse que ali ninguém era obrigado e, se ela não quisesse ir, que ficasse, já que eu cuidaria dela e ela de mim. Todos os meus planos, festas programadas em casa ou pegar o carro, foram pro caralho. Com a Karen a gente se dava super mal, sempre brigávamos e, mesmo que ela me autorizasse a usar o veículo, mais cedo ou mais tarde acabaria contando pros meus pais. Por mais que eu tentasse fazê-la ir com eles, chegou o fim de semana e meus pais foram embora, me deixando com a bomba da minha irmã de 18 anos, me avisando de qualquer forma que eu era o irmão mais velho e que devia cuidar dela, enquanto pra ela avisaram que eu estava no comando e que ela devia me obedecer em tudo que eu dissesse. A safada concordava com tudo que meus pais recomendavam, mas eu sabia que, assim que eles fossem embora, nem fodendo ela me obedeceria em nada.

Mal passou uma hora desde que eles foram embora e eu já tive meu primeiro embate com minha irmã. Começamos a discutir sobre quem dos dois ia ficar com a cama dos meus pais, obviamente uma cama de casal, TV grande com controle remoto, ar-condicionado no quarto, etc. No final, Consegui vencer aquela discussão e fiquei com a peça. Mas deixamos claro que não íamos ficar juntos de jeito nenhum. Que ela fizesse a vida dela, e eu a minha.

Karen era minha única irmã mais nova, e com seus 18 anos se achava a dona do mundo. Revolucionária, briguenta, às vezes insolente com meus pais. Tinha começado a sair pra balada fazia pouco, e mesmo sendo proibida a entrada de menores, o jeitão dela e o jeito de se vestir sempre deixavam ela passar na portaria. Não era uma mina muito chamativa, bem magrinha, com peitos pequenos, mas era muito alta pra idade dela e, como se comportava de um jeito tão metida, podia passar por uma de 21 anos.

Meus planos estavam prontos. Naquela noite, ia esperar minha irmã sair com as amigas antes de mim, e depois pegaria o carro. Minha irmã com certeza chegaria antes de mim, provavelmente com uns copinhos a mais, e nunca ia pensar em ir no quintal ver se o carro estava lá. Depois eu entraria empurrando ele pra dentro pra ela não acordar.

Eram umas 4 da manhã, eu tava na casa de uns amigos, me divertindo pra caralho, bebendo minha oitava cerveja, quando toca meu celular. Era o número da Karen. Pela hora, pensei que ela tinha voltado pra casa e, ao não encontrar o carro, tava me ligando pra encher o saco. Não liguei, mas o telefone não parava de tocar, até que pensei que podia ser algum problema e atendi. A voz do outro lado era de uma das amigas da minha irmã, me pedindo pra voltar pra casa, que minha irmã tava passando mal e não tinham achado as chaves dela. Já sabia qual era o problema. Com certeza ela tinha exagerado na bebida e as amigas estavam trazendo ela bêbada pra casa. A princípio, pensei em deixar elas lá e se virarem, mas depois comecei a pensar que algum vizinho podia ver e contar pros meus pais, então preferi ir. Até porque, como eu tava de carro, ia só abrir a porta pras amigas e voltar pra minha festa, deixando ela se virar com o problema. Dirigi até minha casa e, sentadas no banco da frente, estavam as duas amigas da minha irmã, e a Karen num estado lastimável. A roupa dela estava toda vomitada, completamente bêbada. Fiquei muito puto de ver ela chegar naquele estado, porque por mais antipática que ela fosse, era minha irmã e podia ter acontecido qualquer coisa com ela.

As amigas me contaram que a Karen tinha pegado o namorado com outra mulher e que tinha começado a beber que nem uma louca, ficando num estado crítico de embriaguez. Eu falei pra elas que era problema dela, abri a porta e me fiz de desentendido. Mal conseguiam levantar ela, então me aproximei, peguei ela no colo e levei até o quarto dela, deixando as amigas tirarem a roupa vomitada e colocarem ela na cama. Mesmo assim, fiquei esperando as amigas irem embora, e enquanto isso fui pro quarto dos meus pais, liguei a TV e tomei outra cerveja, esperando. Passaram uns 15 minutos, levantei pra ver como as amigas estavam indo, a luz estava apagada e as amigas já tinham ido embora.

Tava me preparando pra sair de novo, mas vi a hora, já era muito tarde, não valia a pena voltar a sair, ainda mais com todas as cervejas que tinha tomado, tava bem tonto e podia dar algum dano no carro, então preferi ficar. Fui me deitar e comecei a ver TV. Coloquei o canal que passa filmes de alto teor erótico, que sem ser pornô, não falta nada pra chegar lá, e em pouco tempo já tava duro, vendo uma enfermeira dando uma atenção especial pro paciente dela. Passei uns 20 minutos vendo TV e fiquei com tesão. Fazia uns dois meses que não comia ninguém e, no meio da minha tontura e do tesão, me deu uma vontade de ir ver minha irmã. Com um tesão doentio, pensei que no estado que ela tava, podia destapar ela e ver se conseguia ver alguma coisa. Mesmo sendo minha irmã, e o corpo dela não ser lá essas coisas, era muito mais excitante do que ficar vendo filme e, como não teria outra oportunidade igual, fui direto pro quarto dela. Liguei a Luz e vi ela dormindo coberta de bruços. Chamei ela e não respondeu nada.. Me aproximei, mexi nela e nada. Tava morta, babando no travesseiro e fedendo a cachaça.

Corri a roupa de cama e vi que as amigas tinham tirado a calça e a blusa que ela usava, deixando ela só de lingerie. A calcinha pequena enfiava na bunda dela, por onde apareciam alguns pelos disfarçados. Fiquei olhando por um tempo, com a mão entre as pernas, me tocando, sem falar nada, só olhando. Aproximei meu rosto da bunda dela sem encostar, só pra sentir o cheiro, mmmm tava uma delícia.

Toquei as costas dela e mexi como se fosse acordar ela, sem conseguir nem um sinal de vida naquele corpo magro. Me deixou muito excitado saber que podia fazer qualquer coisa com ela e ela nem ia perceber, então apaguei a luz e preferi acender o abajur, colocando uma peça de roupa dela em cima pra deixar a luz mais suave. Devagar comecei a passar a mão nas costas dela, descendo até a bunda, percorrendo tudo, acariciando com calma, pra não mexer muito ela de qualquer jeito. Com o dedo comecei a fuçar onde a calcinha sumia, fazendo movimentos circulares, tocando a entreperna da minha irmã. Às vezes pensava em parar e ir embora, mas o tesão era maior, e pensei que se não fosse eu, talvez qualquer um podia ter feito.

Aos poucos meu dedo apertava mais no tecido que de repente começou a ficar molhado. Virei ela um pouco pro lado e meti o dedo de novo, roçando a vulva, os lábios dela até que, sempre com movimentos suaves, meu dedo penetrou um pouco, sentindo uma umidade danada.

Ali tava eu, sentado do lado da minha irmã, cutucando a pussy dela, sem ela reagir de jeito nenhum. Devagar meu dedo foi entrando, mais e mais até enfiar ele inteiro. Dava pra ver que aquele caminho não era virgem, já tinha sido percorrido por alguém, com certeza pelo Felipe, o ex dela. Comecei a foder ela com o dedo, às vezes tirando ele e levando até meu nariz, pra sentir o cheiro, pra enfiar de novo.

Instintivamente, levei o dedo à boca e provei o gosto da Karen. Mmmm que delícia, era melhor do que o cheiro, me excitava, me esquentava, enquanto com um dedo eu tirava os sucos dela, com a outra mão eu tocava suavemente meu pau, imaginando que era ele que entrava e saía.

Pensei em provar aquele gosto direto da fonte de onde saía e, aproximando meu rosto dali, estiquei minha língua o máximo que pude pra fazer isso, mas não conseguia alcançar, mesmo separando as pernas dela pra ter um acesso melhor.

Não queria desperdiçar aquela oportunidade, e criei coragem e tirei a calcinha dela, deixando ela com a bunda toda de fora. No fim, do jeito que tava, não ia ser difícil colocar de volta. E foi o que fiz. Com muito cuidado, tirei a calcinha e abri bem as pernas dela. Me deitei de boca entre as pernas dela e tentei beijar a buceta dela, mas ainda assim não alcançava onde queria. Mesmo assim, não perdi a chance de explorar com minha língua dentro do cu dela, embora ele estivesse bem fechado.

Já com mais confiança, e completamente entregue ao tesão e ao prazer, me levantei e, segurando pelos ombros, virei ela. Minha irmã estava completamente à minha mercê, dormindo profundamente, inconsciente, sem perceber que o irmão mais velho estava se deliciando com o corpo magrinho dela.

A buceta dela tinha poucos pelos, não muitos, mas eram bem compridos. Separei as pernas finas dela e adotei a mesma posição de antes, só que dessa vez minha língua entrava perfeitamente onde eu queria. Lá estava eu, chupando direto da buceta da minha irmã bêbada os sucos dela, alternando entre minha língua e meu dedo, que cada vez entrava mais fundo.

Cada vez eu passava dos meus limites. Primeiro só queria ver ela, depois quis tocar, agora tava lambendo, mas pensei que, no estado em que ela se encontrava, se já tinha enfiado um dedo e ela não tinha percebido... conta, também não perceberia se eu enfiasse meu pau nela.

Tirei toda a minha roupa, deixando no corredor, caso precisasse sair rápido dali. Minha irmã continuava deitada na cama, com as pernas abertas e a buceta já lambida. Em um momento de sanidade, pensei que ir além poderia até engravidá-la, então, dentro de mim, me ordenei que só passaria o pau por fora. Me coloquei sobre ela, mas sem apoiar meu peso, com os braços me sustentando na cama.

Só meu pau roçava na buceta dela, nada mais, sentindo a umidade, e vendo depois um fiozinho grosso das nossas mucosidades nos unir quando eu me afastava dela. A sensação era deliciosa, e eu morria de vontade de penetrá-la, nem que fosse só um pouco, mas me segurava ao pensar nas consequências daquele pequeno passo. Mas o homem pensa com duas cabeças, uma que tem sobre os ombros e a outra que tem entre as pernas, e aos poucos fui me autorizando até enfiar só a ponta do meu pau. Mas isso só me deixou mais excitado, e cada vez eu entrava um pouquinho mais, para sair instantaneamente. Depois, minha permanência dentro dela ficava mais longa, e eu enfiava um pouco mais, até que já era tarde, estava com tudo enfiado.

Suavemente fui metendo e tirando por um bom tempo, me segurando para não gozar. Cada vez meus movimentos ficavam mais perceptíveis, e meu pau entrava deliciosamente dentro da minha irmã, que, ainda totalmente inconsciente, não percebia que estava sendo fodida pelo irmão. Às vezes, tinha que parar por um bom tempo, esperando minha excitação diminuir um pouco, para voltar a meter sem contemplação até o mais fundo que conseguia.

Meus braços cansaram de ficar naquela posição, e tive que descer dela. Olhava ela ali, nua, com as pernas abertas e a buceta agora penetrada pelo pau do irmão. Vejo pela janela como a noite estava acabando e o céu começava a mudar de cor. Já tinha passado quase uma hora brincando com a Karen e já precisava me retirar pra minha violação ficar em segredo. Mas o corpo nu dela e eu ainda sem gozar….

Fiz um esforço danado pra tentar me afastar, mas não conseguia ir embora sem gozar. Totalmente confiante no estado da minha irmã, me aproximei da cabeceira e coloquei meu pau nos lábios dela, cheios de saliva, com o travesseiro todo molhado. Passei ele por eles, vendo como meus primeiros restos de sêmen grudavam meu pau e os lábios dela. Isso só me deixava mais excitado ainda e, dando minha última ordem mental, falei pra mim mesmo que ia penetrar ela só mais 5 minutos, que gozava na calcinha dela e ia pro meu quarto.

Tava colocando ela de lado e ela só deu um suspiro fundo que me assustou um pouco, pensei que podia estar acordando, mas não, tava completamente dormindo. Depois pensei que nessa posição podia mexer ela demais, então coloquei ela de volta como tava. Separei as pernas dela e chupei ela de novo, pra depois montar e meter de novo. Dessa vez meu pau entrou com um pouco mais de resistência, a lubrificação dela tinha secado um pouco, mas isso só me fazia sentir mais. Depois de alguns minutos fodendo ela, senti que já tava quase gozando. Peguei qualquer roupa dela e deixei perto pra me descarregar ali, mas ela tava tão gostosa e eu queria sair no momento exato. Quando senti que não aguentava mais, saí dela, mas não fui rápido o suficiente por causa da posição que eu tava e meu primeiro jato curto de esperma ficou dentro dela, enquanto o segundo e o terceiro caíram na barriga e nas pernas dela, enquanto eu pegava a roupa onde terminaria de jogar toda a porra que eu tinha. Vi ela nua, com resto do meu sêmen no corpo dela. Me limpei e limpei ela também.

Preocupado de ter gozado dentro dela, mas já não podia fazer nada, só rezar pra que nada acontecesse. Coloquei a calcinha nela de novo, a Tapei e fui pro quarto dos meus pais, enquanto o dia começava a clarear.

2 comentários - Fudendo minha irmã bêbada

Vsvhhv +4
Me hiciste recordar cuando también estuve con mi hermana yo cuidaba a mi hermana ella tenía 13 y yo 14 nos llevamos por un año mi mamá trabajaba de limpieza en una casa a veces se tenía que quedar
Te la cogias dormida o despierta?