Nunca imaginei que isso pudesse acontecer, embora sempre fosse algo que eu esperava — que em algum momento alguém me pegasse no flagra. E foram meus sobrinhos, bom, os dois. Tinha acabado de chegar do trabalho e, recém-saída do banho, a campainha da rua tocou. A chamada era conhecida, era o sinal do meu sobrinho que vinha me visitar. Bom, me visitar e me foder. Liberei a entrada e esperei ele chegar na porta do apartamento pra abrir. A campainha da escada tocou e eu abri coberta só por uma toalha na cabeça, prendendo o cabelo. Minha surpresa foi enorme: meus dois sobrinhos ocupavam o patamar enquanto eu, completamente sem reação, segurava a porta escancarada, totalmente nua. Reagi e me afastei pra deixar eles entrarem. Fechei a porta e meu sobrinho, o do sinal, se desculpou: — Assim que toquei o interfone, meu primo apareceu…
O outro, o inesperado, completou: — Não sabia que era pra isso.
— Como assim "pra isso"? — perguntei — O que você quer dizer?
Nenhum dos dois respondeu. Se olharam e deram de ombros. Um deles tentou uma desculpa gaguejada que eu nem entendi nem deixei continuar.
— Já que estamos aqui… — e me virei, indo pro quarto.
Ao chegar no quarto, me virei, joguei a toalha do cabelo na mesinha de cabeceira e me abracei ao mais novo dos dois enquanto o outro se posicionava atrás. Logo, duas mãos acariciavam e massageavam minha bunda enquanto minha boca buscava com avidez a boca do meu sobrinho que massageava meus peitos, cada vez mais duros. Logo estava imprensada entre dois dos homens que mais desejo e mais amo. O da frente beijava um lado do meu pescoço e do rosto enquanto acariciava meus peitos e sua mão deslizava entre minhas pernas, penetrando entre os lábios da minha buceta faminta. O outro beijava o outro lado do meu pescoço enquanto apertava o quadril contra minha bunda e acariciava o lado do peito que ficava livre; eu sentia o pau dele duro por baixo da roupa, se esfregando em mim. Tava tão excitada que pedi pra eles me comerem. quase que exigi melhor.
― Vamos pra cama ― murmurei com a voz trêmula de tesão e desejo que tomavam meu corpo inteiro.
Me deixei levar, eles me posicionaram, me colocaram de quatro na cama, um deles adora essa posição. Se despíram, deixando a roupa cair no chão. Não trocaram uma palavra, pelo menos eu não percebi, e se posicionaram: um do lado do meu rosto, e eu abri a boca pra aquela pica entrar. O outro ficou atrás de mim, na minha raba, mas não meteu na minha buceta, escolheu o cu. Então, sem nunca ter pensado nisso, eu tinha a pica de um dos meus sobrinhos na boca e a do outro no cu. Parecia que tinham ensaiado, porque se moviam em sincronia. Logo a pica toda do meu sobrinho estava enterrada no meu cu e a do outro dentro da minha boca, até o talo as duas. Quando um empurrava, o outro também. Me senti felizmente empalada. Uma sensação parecida com quando o jogador de basquete me comeu com aquela pica tão grande.
As gozadas foram três, que eu também curti como poucas vezes, e aconteceram quase ao mesmo tempo. Terminamos os três deitados na cama, eu em cima do meu sobrinho mais novo, e em cima de mim, o outro sobrinho, o magrelo. Os três suados e ofegantes.
Depois de uma lavada rápida, continuamos nos beijando e nos acariciando, logo meu tesão já era incontrolável e me ofereci como uma puta. ― Qual dos dois vai me comer agora?
― Os dois ― respondeu um, e o outro concordou.
― Os dois ao mesmo tempo ― pedi pra realizar um dos meus desejos, meus dois sobrinhos me comendo juntos. Uma pica no cu e a outra na buceta.
Um se deitou de costas, entre os dois me colocaram de costas pra ele, e logo a pica dele entrou entre as paredes dilatadas e lubrificadas da minha buceta. O outro ficou de frente, me fez inclinar pra trás, encostou a pica na do primo e deslizou pra dentro de mim. Assim fiquei com as duas picas dos meus sobrinhos dentro, as duas na buceta, dentro da vagina. Fomos muito desajeitados, demais, mas gozei por puro vício. Eles se mexeram e me acariciaram pra continuar meu orgasmo, depois me fizeram mover, me coloquei sobre o sobrinho deitado e enfiei, entrou sozinha de tão excitada que eu tava, me mexi um pouco, só o suficiente pra me acomodar. O outro enfiou no meu cu, devagar, com arte, do jeito que ele sabe fazer. Gozamos juntos de novo, o meu pode ter sido o quarto ou quinto orgasmo seguido. Ficamos na mesma posição, ofegantes, cansados. Ficamos tão parados que eles não tiraram as picas de dentro de mim, nem tentaram, elas saíram sozinhas quando perderam a ereção. E eu amei isso, depois faríamos isso muitas outras vezes, a gente fodia, gozava e ficava quieto, sem tirar a pica, até ela sair sozinha. Bem, um deles às vezes tira antes de gozar pra jogar o esperma no meu corpo todo, especialmente no umbigo ou na parte mais baixa das costas quando ele fode meu cu. Mas quando tão os dois juntos, quando fazemos a três, ele se comporta e goza dentro da tia dele, a putinha da família.
Sempre desconfiei que eles contavam coisas sobre mim, que falavam de sexo comigo entre eles, em alguma ocasião um deles já tinha me proposto exatamente o que a gente acabou de fazer, um a três. Também me propôs me gravar fodendo, algo que sempre recusei porque tenho medo de descobrirem meu segredo. Embora, na real, agora acho que é porque ele gosta de me ver fodendo, uma vez ele confessou que adora me ver gozar porque ama a cara que eu faço quando chego no orgasmo.
―Você faz uma carinha deliciosa quando tem um orgasmo, tia. Nunca me canso de ver você gozar ―Ele me disse mais de uma vez.
E naquela tarde ele me viu foder com outro, quando voltamos à ativa, meus sobrinhos são incansáveis, igual a mim, ele se levantou e sentou na poltrona que colocou de frente pra cama. Fiquei de costas, abri as pernas e me Ofereci.
—Vem —falei pra ele — e dá uma boa fodida na sua tia puta.
Ele se colocou por cima de mim e a gente se comeu de boca enquanto ele me penetrava. As investidas eram fortes, muito fortes, duras, muito duras.
Me deixei levar pela excitação e, sem conseguir me segurar, falei: —Faz amor comigo como nunca, que eu quero me derreter de tesão com esse seu pau dentro de mim.
Olhei pro meu outro sobrinho, que da poltrona não perdia um detalhe, estendi o braço pra ele segurar minha mão. Foi sentir a mão dele e ondas de prazer começaram a percorrer meu corpo. Orgasmos em cadeia, um atrás do outro, sem parar, tanto era o gozo que tive um daqueles meus ataques de incontinência verbal.
—Faz amor com a sua tia que tanto te ama, faz amor com a sua tia mais puta, com a mais gostosa da família. Faz amor com a sua tia até não aguentar mais.
Virei a cabeça e olhei pro outro sobrinho, que ainda segurava minha mão. Ele apertou ainda mais, e a sensação deliciosa fez com que eu deixasse meus olhos se fecharem entre ondas de prazer.
—Eu te amo, meu sobrinho, te amo muito e quero que você me faça gozar. Quero fazer amor com você.
Gozei mais barulhenta do que nunca. Os fluidos da buceta misturados com esperma escorriam pelas minhas coxas quando me ajoelhei na cama pra fazer uma limpeza de pau no meu grande fodedor.
Quando considerei a limpeza completa, me deixei cair de costas na cama e falei:
—Agora você, sobrinho olheiro, agora você vai fazer amor comigo do jeito que sua tia merece. Quero gozar de tesão. Quero que você me foda e me curta, que eu vou te fazer gozar como a melhor das putas.
E a gente fez amor. Eu montei nele e deixei ele amassar meus peitos. O outro sobrinho se aproximou por trás, me deu um beijo e se despediu até outro dia enquanto apertava minhas tetas.
—Eu te amo —falei enquanto me deixava abraçar, sem parar de rebolar —Não demora pra voltar —continuei, enquanto ele saía do quarto já vestido.
Gozei tantas vezes que nem contei, e me deixei cair. sobre o colchão, do lado do meu sobrinho que tentava recuperar o fôlego.
—Vocês têm que vir mais vezes juntos.
—Pra quê? — ele disse.
—Pra me fazer o amor como hoje — e continuei — Vocês prepararam bem pra foder a tia de vocês os dois ao mesmo tempo.
—Não, tia, foi coincidência — ele se defendeu. — Foi sem querer quando te chamei no portão e ele apareceu sem eu perceber.
—Você nunca falou nem um pouquinho do nosso rolê?
Ele não respondeu, então eu continuei — Desde quando você sabe?
—Faz tempo que a gente desconfiava.
—E vocês resolveram confirmar hoje?
Ele concordou com um monossílabo.
—Se você já me comia, o que precisava confirmar?
—Se você queria fazer com os dois ao mesmo tempo.
—Idiota, você é idiota, e seu primo também. Já viram que eu quero. Quero vocês dois, quero fazer amor com os dois, junto e separado.
—Você faz com outros membros da família? — ele perguntou, sentando-se pra me olhar nos olhos.
Por um momento hesitei antes de responder, fora eles dois, meu primo esquisito e o tio da roça, com mais ninguém, mas isso eu não falei. Como ele antes, respondi com um monossílabo. Tem que manter as aparências, mesmo que não me importasse uma foda com eles dois e o tio comandando a trepada. Com a experiência dele, com certeza a gente gozava os três ao mesmo tempo com duas picas enfiadas na minha buceta.
Quando ele foi embora, fiquei deitada na cama, pensando na tarde maravilhosa que tinha tido. Me masturbei pensando nos meus dois adoráveis sobrinhos e como eu os tinha bem treinados como amantes. Essa não foi mais que a primeira vez, depois vieram outras; a gente foi os três por uma semana pra um apartamento na praia, aquilo sim foi fazer amor, porque com meus sobrinhos eu faço amor, eu amo eles.
O outro, o inesperado, completou: — Não sabia que era pra isso.
— Como assim "pra isso"? — perguntei — O que você quer dizer?
Nenhum dos dois respondeu. Se olharam e deram de ombros. Um deles tentou uma desculpa gaguejada que eu nem entendi nem deixei continuar.
— Já que estamos aqui… — e me virei, indo pro quarto.
Ao chegar no quarto, me virei, joguei a toalha do cabelo na mesinha de cabeceira e me abracei ao mais novo dos dois enquanto o outro se posicionava atrás. Logo, duas mãos acariciavam e massageavam minha bunda enquanto minha boca buscava com avidez a boca do meu sobrinho que massageava meus peitos, cada vez mais duros. Logo estava imprensada entre dois dos homens que mais desejo e mais amo. O da frente beijava um lado do meu pescoço e do rosto enquanto acariciava meus peitos e sua mão deslizava entre minhas pernas, penetrando entre os lábios da minha buceta faminta. O outro beijava o outro lado do meu pescoço enquanto apertava o quadril contra minha bunda e acariciava o lado do peito que ficava livre; eu sentia o pau dele duro por baixo da roupa, se esfregando em mim. Tava tão excitada que pedi pra eles me comerem. quase que exigi melhor.
― Vamos pra cama ― murmurei com a voz trêmula de tesão e desejo que tomavam meu corpo inteiro.
Me deixei levar, eles me posicionaram, me colocaram de quatro na cama, um deles adora essa posição. Se despíram, deixando a roupa cair no chão. Não trocaram uma palavra, pelo menos eu não percebi, e se posicionaram: um do lado do meu rosto, e eu abri a boca pra aquela pica entrar. O outro ficou atrás de mim, na minha raba, mas não meteu na minha buceta, escolheu o cu. Então, sem nunca ter pensado nisso, eu tinha a pica de um dos meus sobrinhos na boca e a do outro no cu. Parecia que tinham ensaiado, porque se moviam em sincronia. Logo a pica toda do meu sobrinho estava enterrada no meu cu e a do outro dentro da minha boca, até o talo as duas. Quando um empurrava, o outro também. Me senti felizmente empalada. Uma sensação parecida com quando o jogador de basquete me comeu com aquela pica tão grande.
As gozadas foram três, que eu também curti como poucas vezes, e aconteceram quase ao mesmo tempo. Terminamos os três deitados na cama, eu em cima do meu sobrinho mais novo, e em cima de mim, o outro sobrinho, o magrelo. Os três suados e ofegantes.
Depois de uma lavada rápida, continuamos nos beijando e nos acariciando, logo meu tesão já era incontrolável e me ofereci como uma puta. ― Qual dos dois vai me comer agora?
― Os dois ― respondeu um, e o outro concordou.
― Os dois ao mesmo tempo ― pedi pra realizar um dos meus desejos, meus dois sobrinhos me comendo juntos. Uma pica no cu e a outra na buceta.
Um se deitou de costas, entre os dois me colocaram de costas pra ele, e logo a pica dele entrou entre as paredes dilatadas e lubrificadas da minha buceta. O outro ficou de frente, me fez inclinar pra trás, encostou a pica na do primo e deslizou pra dentro de mim. Assim fiquei com as duas picas dos meus sobrinhos dentro, as duas na buceta, dentro da vagina. Fomos muito desajeitados, demais, mas gozei por puro vício. Eles se mexeram e me acariciaram pra continuar meu orgasmo, depois me fizeram mover, me coloquei sobre o sobrinho deitado e enfiei, entrou sozinha de tão excitada que eu tava, me mexi um pouco, só o suficiente pra me acomodar. O outro enfiou no meu cu, devagar, com arte, do jeito que ele sabe fazer. Gozamos juntos de novo, o meu pode ter sido o quarto ou quinto orgasmo seguido. Ficamos na mesma posição, ofegantes, cansados. Ficamos tão parados que eles não tiraram as picas de dentro de mim, nem tentaram, elas saíram sozinhas quando perderam a ereção. E eu amei isso, depois faríamos isso muitas outras vezes, a gente fodia, gozava e ficava quieto, sem tirar a pica, até ela sair sozinha. Bem, um deles às vezes tira antes de gozar pra jogar o esperma no meu corpo todo, especialmente no umbigo ou na parte mais baixa das costas quando ele fode meu cu. Mas quando tão os dois juntos, quando fazemos a três, ele se comporta e goza dentro da tia dele, a putinha da família.
Sempre desconfiei que eles contavam coisas sobre mim, que falavam de sexo comigo entre eles, em alguma ocasião um deles já tinha me proposto exatamente o que a gente acabou de fazer, um a três. Também me propôs me gravar fodendo, algo que sempre recusei porque tenho medo de descobrirem meu segredo. Embora, na real, agora acho que é porque ele gosta de me ver fodendo, uma vez ele confessou que adora me ver gozar porque ama a cara que eu faço quando chego no orgasmo.
―Você faz uma carinha deliciosa quando tem um orgasmo, tia. Nunca me canso de ver você gozar ―Ele me disse mais de uma vez.
E naquela tarde ele me viu foder com outro, quando voltamos à ativa, meus sobrinhos são incansáveis, igual a mim, ele se levantou e sentou na poltrona que colocou de frente pra cama. Fiquei de costas, abri as pernas e me Ofereci.
—Vem —falei pra ele — e dá uma boa fodida na sua tia puta.
Ele se colocou por cima de mim e a gente se comeu de boca enquanto ele me penetrava. As investidas eram fortes, muito fortes, duras, muito duras.
Me deixei levar pela excitação e, sem conseguir me segurar, falei: —Faz amor comigo como nunca, que eu quero me derreter de tesão com esse seu pau dentro de mim.
Olhei pro meu outro sobrinho, que da poltrona não perdia um detalhe, estendi o braço pra ele segurar minha mão. Foi sentir a mão dele e ondas de prazer começaram a percorrer meu corpo. Orgasmos em cadeia, um atrás do outro, sem parar, tanto era o gozo que tive um daqueles meus ataques de incontinência verbal.
—Faz amor com a sua tia que tanto te ama, faz amor com a sua tia mais puta, com a mais gostosa da família. Faz amor com a sua tia até não aguentar mais.
Virei a cabeça e olhei pro outro sobrinho, que ainda segurava minha mão. Ele apertou ainda mais, e a sensação deliciosa fez com que eu deixasse meus olhos se fecharem entre ondas de prazer.
—Eu te amo, meu sobrinho, te amo muito e quero que você me faça gozar. Quero fazer amor com você.
Gozei mais barulhenta do que nunca. Os fluidos da buceta misturados com esperma escorriam pelas minhas coxas quando me ajoelhei na cama pra fazer uma limpeza de pau no meu grande fodedor.
Quando considerei a limpeza completa, me deixei cair de costas na cama e falei:
—Agora você, sobrinho olheiro, agora você vai fazer amor comigo do jeito que sua tia merece. Quero gozar de tesão. Quero que você me foda e me curta, que eu vou te fazer gozar como a melhor das putas.
E a gente fez amor. Eu montei nele e deixei ele amassar meus peitos. O outro sobrinho se aproximou por trás, me deu um beijo e se despediu até outro dia enquanto apertava minhas tetas.
—Eu te amo —falei enquanto me deixava abraçar, sem parar de rebolar —Não demora pra voltar —continuei, enquanto ele saía do quarto já vestido.
Gozei tantas vezes que nem contei, e me deixei cair. sobre o colchão, do lado do meu sobrinho que tentava recuperar o fôlego.
—Vocês têm que vir mais vezes juntos.
—Pra quê? — ele disse.
—Pra me fazer o amor como hoje — e continuei — Vocês prepararam bem pra foder a tia de vocês os dois ao mesmo tempo.
—Não, tia, foi coincidência — ele se defendeu. — Foi sem querer quando te chamei no portão e ele apareceu sem eu perceber.
—Você nunca falou nem um pouquinho do nosso rolê?
Ele não respondeu, então eu continuei — Desde quando você sabe?
—Faz tempo que a gente desconfiava.
—E vocês resolveram confirmar hoje?
Ele concordou com um monossílabo.
—Se você já me comia, o que precisava confirmar?
—Se você queria fazer com os dois ao mesmo tempo.
—Idiota, você é idiota, e seu primo também. Já viram que eu quero. Quero vocês dois, quero fazer amor com os dois, junto e separado.
—Você faz com outros membros da família? — ele perguntou, sentando-se pra me olhar nos olhos.
Por um momento hesitei antes de responder, fora eles dois, meu primo esquisito e o tio da roça, com mais ninguém, mas isso eu não falei. Como ele antes, respondi com um monossílabo. Tem que manter as aparências, mesmo que não me importasse uma foda com eles dois e o tio comandando a trepada. Com a experiência dele, com certeza a gente gozava os três ao mesmo tempo com duas picas enfiadas na minha buceta.
Quando ele foi embora, fiquei deitada na cama, pensando na tarde maravilhosa que tinha tido. Me masturbei pensando nos meus dois adoráveis sobrinhos e como eu os tinha bem treinados como amantes. Essa não foi mais que a primeira vez, depois vieram outras; a gente foi os três por uma semana pra um apartamento na praia, aquilo sim foi fazer amor, porque com meus sobrinhos eu faço amor, eu amo eles.
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