Alina. Capítulo 15

Alina. Capítulo 15Capítulo 15
Sim, não podia ser diferente. Se eu fiquei com ela sem querer… Será? Mas calma, claro, também podia ter sido outra. Por quê? Acho que tô ficando maluco já… Preciso fazer alguma coisa logo, antes que tudo saia do meu controle. A real é que se a Alina tá aqui deitada comigo, é porque ela é minha irmã e confia totalmente em mim, não porque quer me esquentar. Ou pior, porque quer me comer. É uma loucura! Tenho que começar a ocupar minha cabeça com outra coisa. Melhor ainda, com outra pessoa. Sei que esse problema de perder a casa mantém minha mente ocupada o dia inteiro. Mas quando não tô pirando com isso, tô imaginando situações loucas com a Alina. Sei que não é normal… Hmm… Ela tá me abraçando, ainda por cima, toda inocente. E eu, com meu pau mais duro que nossa própria realidade financeira… Nem imagino o que poderia rolar se ela descesse um pouco a mão. Ha… Acho que não escolheria voltar aqui nunca mais se ela tocasse no meu pau por acaso e sentisse a ereção monstra que eu tô… Entendo que não incomode ela quando a gente faz as fotos, mas… Bom, também não entendo nesses momentos, ha… O fato dela não se importar que eu ande de pau duro com ela me chama atenção. Sim, pra caralho. Pra piorar, ela faz referência a isso como se fosse nada e tudo fica pior. Me excita demais quando ela faz isso. Mas tenho que pensar friamente. Pode ser que ela faça isso só pra situação não ficar desconfortável pra mim e, assim, eu poder fazer meu trabalho da melhor forma. Afinal, o que a gente quer é juntar essa grana pra salvar nossa casa… É, deve ser isso… Mas enfim… Tô a mil, eu sei. E preciso dar uma desacelerada. Talvez uma boa punheta me ajude um pouco. Faz tempo que não bato uma e tô morrendo de vontade. Se até agora me segurei, é porque a origem da excitação é a Alina… Dou risada sozinho… É foda assim. Na real, posso sentir um dos peitos dela encostando na lateral do meu corpo. Sei que ela não tá de sutiã, então a única coisa que separa a pele do meu mamilo, é o tecido fino da camiseta dela. E se a gente ainda soma que talvez ela não esteja de calcinha por baixo… Uff… Sinto pontadas na glande. Acho que não vou conseguir dormir essa noite. Não assim… Diferente dela, claro, que já dorme tranquilamente. Os trovões ecoam e os relâmpagos atravessam minha janela como num filme de terror. É verdade… Já tinha esquecido daquelas noites quando éramos pequenos e Alina fazia a mesma coisa. Assustada, vinha pro meu quarto dormir comigo. Claro, sendo crianças. Com o tempo, ela parou de fazer isso, é claro. Aos poucos foi se tornando mulher e já não era mais a mesma coisa. No entanto, agora, aqui estava ela, de novo… Não podia trair essa confiança sendo um punheteiro. Não… Ia ter que aguentar. Já foi, chega… Vou parar de pensar nessas coisas. Pelo meu bem. Bom, pelo de todos… Fecho os olhos, respirando fundo. É meu dever. Fico um bom tempo, mas finalmente consigo abaixar minha ereção e dormir. Foi difícil, haja… Tive que imaginar um jogo de futebol, jogadas, pra conseguir. Essa história de contar carneirinhos é mentira… Só depois de um tempo acordo de novo por causa de um trovão forte. Ainda estava escuro. Olhei pro lado e Alina continuava dormindo, já não tão em cima de mim. Estava de bruços, com um dos braços cruzado no meu peito. Bem… Pelo menos não acordou que nem eu, pensei. Que sorte, haja. Agora é tentar voltar pro mundo dos sonhos, de novo. Meio que ela tinha se descoberto e, por tabela, eu também. Como estava fresco, me mexi pra pegar o lençol que tinha ficado um pouco pra baixo. Foi a pior decisão da minha vida… Quando me sentei um pouco na cama pra pegá-lo, vi que a camiseta dela estava meio levantada. Se eu tinha alguma chance de voltar a dormir, essa já tinha ido pro espaço. Meu corpo inteiro entrou em ebulição. Alina tinha metade da bunda de fora… E o pior de tudo é que… Era linda… Suspirei fundo ao ver as nádegas dela quase descobertas. Pareciam grandes, imponentes… Engoli saliva, observando com a luz que entrava no quarto como aquele rabo divino aparecia. Meu Deus… O destino não me ajudava… Nada! Minha ereção já tinha voltado, mais forte do que antes. O que eu ia fazer agora? Já tinha visto… Ainda era cedo demais pra ter certeza de que ela não tava de fio dental. Não dava pra ver a bunda inteira, então não podia ter certeza. Minha mente, no lado mais sujo, dizia "se certifica". Mas como eu ia fazer isso? Era um abuso… Não… Embora a curiosidade fosse grande demais pra deixar de lado. Era só levantar um pouco a camiseta dela e conferir… Também não era tão grave, né? Santo Deus! Nas coisas que eu penso… Tô mal, muito mal… Além disso, supondo que eu faça. Levanto um pouco a roupa e confirmo que ela não tá de calcinha… O que eu faço com isso? Resolve alguma coisa? E se piorar tudo? Depois, como é que eu sigo em frente tendo feito uma parada dessas? Não, não… Não posso… Já me sinto culpado pra caralho por ter visto ela se tocando. Ainda não superei e não posso somar mais uma merda dessas. Seria muito depravado da minha parte… Aliás, sei que vou me arrepender no futuro. Ainda mais se eu fizer e ver que ela tá de calcinha. Melhor pensar em outra coisa… Tudo isso é baseado numa fantasia de masturbação… O mais provável é que, quando ela percebeu que eu levei o fio dental dela, levantou e pegou outro. Haha… Mãe do céu… Tomara que você nunca saiba das barbaridades que seu filho pensava… Me estiquei pra pegar o lençol, sem olhar pra bunda da Alina. Se tinha um pingo de dignidade e compostura em mim, tinha que mostrar… Destravei uma parte que tava nos pés dela e estiquei pra cima pra nos cobrir, mas devagar. Pra ser sincero, não queria que ela acordasse e me visse fazendo isso. Podia pensar que eu tava olhando pra ela e gerar uma situação de merda à toa… Mas naquele exato instante, Alina se mexeu. Com certeza, por causa do lençol que saía debaixo do pé dela. Dormindo, respirou fundo e tirou o braço de cima de mim. Fiquei duro… Nem ousei respirar… “Que ela não me veja, que ela não me veja…” repetia pra mim mesmo. Fuu… Por sorte ela não abriu os olhos e só virou pro outro lado, me dando as costas completamente. Escapei, pensei… Inspirei e expirei de novo… Que sorte… O que eu não esperava foi o que aconteceu depois, quando continuei puxando o lençol pra nos cobrir. Eu não tinha percebido, mas na manobra dela… Na manobra, ao virar, ela acabou descobrindo completamente a parte de baixo. Agora sim, toda a raba dela estava exposta até a cintura. E não… Ela não tava de calcinha… Que estupefato, foi a primeira vez na minha vida que passei por algo assim. Ela não tinha… Toda a raba dela estava exposta e mais imponente do que nunca. Uma pontada tremenda no meu pau, quase levou dias e dias de acúmulo de tesão. Pra piorar, o clarão de um trovão iluminou o quarto de novo. Foi como se meu cérebro tirasse uma foto de uma das melhores bundas que já vi na vida. Sem dúvida, uma imagem que seria arquivada na minha memória pra sempre…peitosO que ela tava fazendo assim? Como que não colocou nada? Eu… Não… Nem consigo falar, tô paralisado olhando pra essa Booty desgraçada nua na minha frente. Não sei como fazer pra me ajeitar de novo sem ela perceber e acordar. Tô tremendo inteiro… Não quero acordar ela… Meu Deus! E ainda por cima, não consigo tirar o olho de lá… É tão… Grande. Voluptuosa… Ufff… Pronto… É a última coisa que faço. Dá pra sentir o suor frio escorrendo pelo meu rosto… Temperatura totalmente oposta à que tá em outra parte do meu corpo. Tá doendo… Quase fazendo uma prece, me viro de novo, ficando de barriga pra cima na cama, sem ter conseguido me cobrir e com uma barraca enorme que vai levar séculos pra baixar. Não dá mais pra fazer nada… Não depende de mim… Fico olhando pro teto, enquanto, de canto de olho, ainda vejo a pele da Booty nua da Alina. Ela vai ficar assim o resto da noite? Ainda bem que trancamos a porta… Fico tentado a olhar, mesmo sabendo que não devo. É uma loucura… Meu pau dá uma pontada a cada três ou quatro segundos e é normal. O que eu faço? Cubro ela? Não posso deixar ela assim… A intimidade dela tá completamente exposta. Inspiro e expiro… Com a mão, enxugo o suor frio da testa. Nunca pensei que ia me ver numa situação dessas. Esse negócio de não saber como agir sem fazer uma cagada monumental. Mas sei de uma coisa… Foi ela quem veio. E sem calcinha… É minha culpa ela ter ficado quase pelada? Já foi… Tenho que cobrir ela e, se ela acordar, que acorde. No fim das contas, eu não mandei ela vir pra minha cama sem tanga. Também não posso deixar ela com a bunda de fora a noite toda. Claro… Suspiro fundo e sento de novo na cama. É impossível não ver a Booty dela de relance. É tipo não ver um elefante dentro de um banheiro… Deus… Isso eu vou lembrar pra sempre, penso. Que pedaço de… Bom, vou cuidar da minha vida. Pego o lençol de novo. Sei que não vou conseguir cobrir ela sem alertar. Mas que outra opção me resta? Crio coragem… A parte que ainda tá debaixo do pé dela é… a mais difícil. Já sei como tirar ela… Mas também sei e tô ciente do risco que isso envolve… Olho pra ela inevitavelmente… Ela tem uns cacheados do caralho, que parecem bem firmes… Inspiro… Faço isso sem pensar mais… — Vamos ver, Ali… Pego o lençol… — Falo quase tremendo, mas com muita convicção. Puxo o pano debaixo da perna dela e arrasto. — Jmmm… — Ela faz, se mexendo, mas sem abrir os olhos. O lençol sai… Beleza! Ela vira um pouquinho mais, ficando totalmente de perfil invertido pra mim. Não é possível… O que se vê ali… Tento não me distrair e puxo o lençol bem pra cima. Não acredito… Consegui! Isso! Haha, meu Deus… Que agonia… Finalmente cobri ela… Sinto ela suspirar, com certeza totalmente mergulhada no mundo dos sonhos. Finalmente… Quase caio exausto no colchão. Que sofrimento! Pronto… Já era… Se amanhã quando amanhecer ela se encontrar nua, bom… Isso vai ser problema pra amanhã. Por enquanto, agora me safei… Tô com a piroca mais dura do que nunca e apontando pro teto. Se ela me tocar por acidente, vai notar. É uma barraca da porra, hein… Melhor eu virar pro outro lado. Agora não sei como vou fazer pra não esfregar a bunda dela com alguma parte do meu corpo. Enfim… O pior já passou… Só resta fechar os olhos e tentar dormir o que der pelo resto da noite. Se é que consigo… No outro dia… Quando no dia seguinte abri os olhos, quase dei um pulo na cama, assim que lembrei como tinha dormido na noite anterior. Me assustei… Logo percebi que tava sozinho ali. Claro, a Alina já tinha levantado. Ainda bem, pensei. Se ela tivesse puta com alguma coisa, já teria me acordado na porrada ou nos xingos, ha. Ha… Não lembro da Alina sendo agressiva comigo… Fico sentado na cama. Claro que as lembranças da madrugada anterior vêm à mente. Suspiro, passando a mão no rosto. Já foi… Levanto e visto uma roupa pra ir tomar café. Tenho certeza de que tá tudo bem. Saio do quarto e ando pelo A casa. Dá pra ouvir uma música baixinha vindo da cozinha, junto com as vozes da minha velha e da Ali. Quando chego, vejo que elas tão rindo. Heh... Mais um bom sinal de que tá tudo certo... "Bom dia", elas falam em uníssono. A primeira coisa que tento ver é a reação nos olhos da Alina. Quando ela me olha, confirmo toda a verdade... Isso só me alegra completamente a manhã. Na hora senti aquela cumplicidade quando ela me passou o omelete. Dava pra sentir aquele "valeu, pela noite passada". Me senti reconfortado. Muito... Tudo ia bem... Ela tava vestindo um short legging, cinza, super apertado, e uma regata preta, que chegava até o umbigo. Enquanto comíamos e falávamos qualquer besteira pra depois começar a encarar o dia, eu pensava que a gente podia continuar fazendo aquelas fotos. A gente tava cada vez mais próximo... E nada melhor do que continuar na inércia dos resultados positivos que vinham rolando. Talvez complicasse um pouco naqueles momentos em que a nossa mãe tava em casa. Aí sim nos limitava um pouco... Mas desde que ela ficou sabendo que conseguimos o financiamento, ela tava mais animada e saía mais de casa. Então a gente, além de querer isso, que ela saia, se distraia, aproveitava cada oportunidade em que ela mencionava o exílio, pra tentar convencê-la. Já perto do meio-dia, e depois de fazer alguns serviços domésticos, fui pro quarto, pra usar o app de apostas e fazer todas as previsões que eu tinha pra aquele fim de semana. A renda não dava pra comparar com a da Alina. Bom, de nós dois, como ela dizia. Mas somava. E não era algo pra desperdiçar... Coloquei uma música e sentei na minha escrivaninha. Quando ia começar, a Alina tocou no batente da porta, que eu tinha deixado aberta. - Tá ocupado? - Ia usar o app de apostas, por quê? - Ah, beleza, a gente fala depois se quiser... Fala? pensei. Sobre o quê? - Sobre? Kkk... - Soltei uma risadinha nervosa. - Não, não... Sobre a outra fonte de renda kkk... - Ela falou com graça e um pouco de vergonha. - Ah kkk... Beleza. vai nessa…
—Parece que a mamãe sai à tarde…
—Essa velha tem alguma coisa… — falei com um sorriso
—Melhor ainda! Haha Esse sorriso brilhante era lindo. Muito viciante.
—Mas é, a gente podia ganhar tempo… Digo… Projetando… Sorri de lado.
—Beleza… Vai nessa… Passa… A gente vê…
A careta no rosto dela disse tudo, assim como o próximo movimento de fechar a porta. Uff… Ainda vi a raba toda marcada… Será que ela ainda tava sem…? Deus… Não… Chega… Ela sentou na beirada da minha cama e eu me virei com a cadeira.
—Dormiu bem? — ela perguntou, misteriosa.
—Hã… Sim, sim… Por quê?
Ela me olhou, sorrindo. Será que…? Fiquei encarando ela por uns segundos intermináveis.
—Sei lá, digo… Por causa da intrusa na sua cama…
Respirei.
—Ah, não haha… Tudo bem…
—Tem certeza?
—Sim, sim… E você? — engoli seco.
—Sim… Bem… Tempestades fortes me dão um cagaço… Mas sim…
—Hehe, que bom…
—Enfim… Pensou em mais alguma coisa?
—Não, ainda não… Como é que a mamãe tá por aí haha
—Claro, óbvio… Mas tô mexendo com as outras imagens…
—Ok…
—Já quero chegar nos 10 mil dólares… Tô muito ansiosa…
—Tô vendo haha
—Sim!
—Entrou mais alguma coisa de ontem?
—Acho que sim… Uns trocados…
—Boa!
—Acho que com o tempo mais clientes vão aparecendo… — ela falou, toda animada.
—Haha clientes?
Ela riu, tentada. Mas não tava tão longe da realidade…
—Sim, sei como soa…
—Haha
—Por isso não quero perder os dois que mais tão em contato…
—O que pede nudes e o outro…
—Haha claro!
—Fala sério…
—Não podemos deixar ele escapar, gordo haha
—Tem que saber lidar
—Haha sim… Mas… — ela falou, parando com cara de culpa.
Que porra é essa? pensei.
—O que foi? Haha
—Já sei o que a gente conversou, hein… Antes de você falar qualquer coisa…
—Haha por que acho que a gente não vai chegar num acordo?
—Só tô dizendo… Que a gente podia considerar…
—Ali…
—Calma… Do mesmo jeito que a gente lidou com a foto na cama… Dá pra fazer isso… Alguma coisa me diz que ele vai meter tudo, hein haha
—Haha ele pediu de novo, não pediu?
—Não… Mas sinto que uma hora ele vai pedir…
Suspirei.
—Depois… Depois a gente vê… Talvez ele não peça…
—Mas se pedir… Pensa que pode É muita grana... Nos serve... -Eu sei... Mas uma coisa é você me ver de lingerie... Outra é me ver pelada completa... Sem falar que quer que eu tire elas pra você, haha -É que sozinha não consigo... Não é a mesma coisa e você sabe... -Tá bom... -Além disso... -Além disso, o quê? Ela hesitou uns segundos. -Nada, não... A gente tava tirando umas fotos picantes... Também não acho que seja tão grave assim... Eu olhava pra ela... Entendia a ansiedade dela, mas era um extremo que eu não queria chegar. Não, a não ser que fosse um último recurso. -Se for o caso, vou estudar isso... -Sério? -Sério... -Não tá mentindo pra mim? - Perguntou, meiga... -Não, haha Ela riu, tentada e meio corada. -Eu também tenho vergonha, viu... Não esquece disso... Só que ainda não tô pensando nessa parte, haha -Já vi... De novo, ela me olhou meio estranho... Como se quisesse me dizer algo. Fiquei me perguntando o que era... De qualquer forma, ela fingiu que não. -Bom, te prometo que vou estudar isso, haha -Oki... Ela olhou pra minha cama por um instante. Depois, riu. Que porra é essa? O que tinha? -O quê? Haha -Nada, nada... -Desde de manhã cedo você tá me olhando estranho... Ela engoliu seco, me encarando meio envergonhada. Percebi isso. -O que foi? -Nada... Hoje... Hoje quando acordei... Afff... Já sabia que era isso. Claro, ela acordou com a bunda de fora, pensei. A expressão no rosto dela era tão pudica quanto excitante... -Antes que você fale algo... Quase não te vi... Só por via das dúvidas... Haha... - Falei num tom de brincadeira. -Como assim, neném? Haha -Sei que levei sua calcinha sem querer... Mas você podia ter colocado outra, também... - Falei como quem diz "anda logo". A expressão dela mudou completamente. Inédita... Parecia que as pupilas dela dilataram de repente. Com muito espanto, ela disse: -Eu ia te falar que você tava com o amigão todo durinho... E achei engraçado... Isso... - Exclamou pra me dar um baita calafrio. Foi um frio paralisante que percorreu meu corpo inteiro, de ponta a ponta. Não conseguia falar... Que merda eu ia dizer agora? -Ahh... É, acontece... Hehe... - Consegui responder enquanto ela corava mais e mais. -Sim, eu sei... Quer que a terra me engula! De repente, ela abriu de novo a sua olhos. E a boca dela… —Então quer dizer que…? Fez uma careta de surpresa. Como se só agora tivesse caído a ficha… Eu fiquei parado, sem dizer nada. —Quer dizer que você me viu, cara? Eu tava de bunda de fora quando acordei… — Exclamou, incrédula. Nossa… —É… Não… Eu… —O quê, não? Não vem de sonsinho agora… —Mas… Ali… Ela me olhava, tapando a boca e com as bochechas cada vez mais vermelhas. E agora? Se a culpa não era minha… —Por isso essa cara de safadinha… —Não… É que haha… —Ainda ri, sem noção… —Eu? —Quem mais, seu tarado? — Me deu um tapa no braço. Mas parecia de brincadeira, tipo “inacreditável!” —Haha… Mas você veio assim… Qual é a minha culpa? —Alguém levou minha calcinha fio dental… —Claro… É a única que você tem… Ela me olhou e não segurou a risada. —Ahh, viu? Fala você… —Juro que nem percebi… Esqueci completamente que não tava usando… —Haha, Nossa! —Espero que você não tenha ficado feito um punheteiro… —Digo o mesmo… Ela arregalou os olhos. —Hã? Eu, por quê? —O que você me disse há uns segundos? O que viu quando acordou? De novo, ela pareceu segurar o riso. —Beeeem… Não é a mesma coisa… —Claramente é… —Tem certeza? — E fez cara de pervertida. Adorei. —Haha, óbvio… Tava escuro quando acordei destapado e te vi… Não tive escolha… E ainda te cobri depois… De nada! Ela me olhou, ainda com um certo tom de timidez. —Ok… Você tem razão… Fui eu que me lasquei por vir assim… —Haha… Pois é! —Mas você… Sabendo que sua irmã tá do seu lado… Não pode ficar todo duro aí embaixo… — Uff… Essas palavras que ela usava… Pra quê? —Como eu faço? Me explica… Se eu tô dormindo… Ela baixou o olhar no melhor estilo Zaira Nara e me encarou. —Como se não acontecesse quando você tá acordado… Tirando as fotos… Agora quem ficou todo vermelho fui eu. Um calor danado tomou conta do meu rosto. Que verdade… O que a gente dizia nas entrelinhas era muito safado. —Bom haha… Tamo na mesma… —Óbvio, gato! —Mas você não respondeu… —O quê? — Ela perguntou, curiosa. —Se você me olhou feito uma punheteira… — Investi, rindo. —Gato! — Me deu gritou, me batendo na perna, mas mais forte que antes. -Auuchh… Para… -Seu porco… Não!.- Ela riu, corada. -É o que eu espero… -Ah, é? -Claro, gata!.- Falei provocando a risa dela. -Você pelo menos tava de cueca… Você viu minha bunda de fora… O que você viu, hein? Me conta…- -Haha nada… Um pouco de lado… Você tava… De perfil… Ela lambeu os lábios, meio nervosa. Deus… Por que ela fez esse gesto? -Só isso? -Não vi mais nada… Além disso, tava escuro… E te tapei na hora… -Ok… -Ainda bem que “ok”! -Seu idiota!.- Ela fez, mordendo o lábio e me batendo, mas com muito mais carinho. Eu ri. -Agora vou pensar nuns looks pra hoje… -É… É o mínimo que você pode fazer…- Exclamou, cúmplice. Admito que tava adorando isso… Muito… -Haha… Não sou o único que tá devendo, hein…- Olhei pra ela com um sorriso maroto. -Tamo quites se toda vez que você for me tirar uma foto, você ficar de pa…- Ela parou. -Haha… -Seu bobo! Haha A gente riu, os dois corados, pra ser sincero. -Você tava certa que ia ser divertido…- Falei. -É, demais… Ela mordeu o lábio inferior. -Ah… Tenho uma coisa pra você… Ela me olhou. Estiquei o braço e abri a gaveta do criado-mudo. Peguei o que tava lá e joguei pra ela. -Isso é seu… Era a calcinha fio dental dela. A cara que ela fez foi muito engraçada. Tipo, sem graça. Ela não conseguiu segurar o riso. Devo dizer que era muito lindo ver ela sorrir daquele jeito. -Que que você tá jogando, cara…- Ela me atirou de volta no rosto. Essa é maluca? Pensei. Tirei do rosto, mas ainda senti um certo cheirinho humano. Não podia ser… Ela tinha acabado de jogar a calcinha dela na minha cara… -Pensa nuns looks legais… Quero chegar nos 10 já hehe…- Exclamou se levantando. Eu, que ainda tava em choque, só ri. -Ok haha -Seu tarado!.- Falou enquanto saía -Haha eu? -Sim, você… -Por quê? -A primeira coisa que vejo quando acordo… É você de cueca e com o pau duro…- Exclamou, se segurando pra não rir. -Mas por que você não…- Parei. Arregalei os olhos igual um idiota. Ela disse “pau”? Acho que pela minha cara eu me entreguei. -Pau?.- Perguntei super surpreso. A reação dela foi uma pra guardar na memória. Ela não sabia onde enfiar a cara. meter. —Não… Bom… Você… — disse sem conseguir me olhar e segurando o riso. Ou seja, ela achava que eu…? Ha… Na hora meu pau ficou duro que nem uma pedra. Não dava pra entender. —Eu o quê? Kkk —Nada… Melhor calar a boca… Usa sua criatividade… Assim a gente faz isso… — falou abrindo a porta. Tava claro que ela tinha ficado nervosa. Hummm… Será que foi um erro ou ela realmente pensava isso de mim? He… —Kkk, vai nessa… Ah… Toma, leva isso… Ela se virou. Fiz o gesto de jogar de volta pra ela. —Não, fica com ela… Hã? Como assim, ficar com ela? Olhei pra ela com cara de desconfiança. —Inspiração… — exclamou piscando o olho. Whaaaaat???? Inspiração kkk… Isso era novo… Mas… O que essa mina tem? pensei. As fotos… As falas sobre meu pau… Agora me deixa a calcinha dela? Ha… Não é que eu nunca tenha tocado numa peça íntima dela, claro. Por exemplo, várias vezes quando eu tinha que lavar roupa em casa, peguei nas roupas dela, assim como ela pegou nas minhas… Mas óbvio… Isso era diferente. Muito diferente. Outro nível, ha… Mas não posso deixar de mencionar o quanto era excitante ela ser tão cúmplice nessas coisas… As referências às minhas ereções… Ela ter percebido que eu vi a bunda nua dela… Meu Deus! Preciso transar agora… Tô com um tesão acumulado danado e vai me fazer muito mal. Será que minha ex me dá bola? Ha. Acho que não… Depois do gesto de parceira da Alina, fui mexer com as apostas esportivas. Claro que também planejei mais algumas fotos pra coleção dela. Era essencial que minha mãe não estivesse em casa… Primeiro, pra ter mais tranquilidade e relaxar, e segundo, pra poder usar todos os espaços possíveis. Já tinha umas ideias na cabeça… Achava muito bizarro o jeito que eu trabalhava na minha mesa. Com o pau duro e a calcinha da Alina do lado do teclado. Ha… Inacreditável! Ainda não consigo tirar da cabeça aquela frase que ela soltou. “Inspiração” Será que ela quis dizer isso? Ou simplesmente saiu assim porque ela tava com tesão? Porque já não Ficava na dúvida se era assim mesmo. Mas fazer o quê… Se ela tava feliz, não me importava mais nada. Não queria de jeito nenhum ver aquele olhar apagado e de uma tristeza imensa no rosto dela de novo. Fiquei me perguntando se ela tava com alguém… Hã… O que eu tinha a ver com isso, né? Eu, por mim, já fazia um tempinho que não pegava ninguém. Essa parada da casa ocupou minha cabeça de verdade. Só pensava em juntar a grana, de qualquer jeito… Assim, o dia foi passando. Já tinha feito as previsões dos resultados do futebol e me joguei na cama um pouco. Olhei pra janela e percebi que a tempestade parecia dar uma trégua. Não tava mais tão escuro. Hmm… Me veio uma ideia meio arriscada na cabeça. Anotei… Não sei se ela ia topar fazer, haja. Não era nada absurdo, mas era meio “perigoso” pelo lugar escolhido. Mmm… A gente vê… Ajeitei o pau e continuei pensando. Podia ser uma no banheiro também. No chuveiro… Claro que é uma imagem previsível, mas sempre dá pra dar um toque especial de criatividade. É, gostei dessa ideia. Anotada… Depois de um tempo, já tinha umas fotos possíveis muito boas. Alina com certeza ia gostar. Enquanto adicionava alguns detalhes no meu bloco de notas, ela me escreveu. “Gor Vem pro meu quarto Já 😳😳😳😳” Admito que quando vi esses emojis, fiquei intrigado. O que ela queria agora? EU: Kkkkk o que foi? ALI: Vem, vai! ALI: É urgente! Urgente? Tanto assim? EU: Acabei de deitar um pouco EU: O que foi? ALI: Quero te falar uma coisa importante ALI: Vai, vem! ALI: 😱 EU: Entrou mais grana? kkk ALI: Veemmmmmmmmmm Eu ri. Que chata do caralho, pensei. O que será que deu nela agora? Sem mais enrolação, decidi ir pro quarto dela. Andei pelo corredor o curto trajeto até a porta e chamei ela, devagar. — Entra, vai… Rápido… Abri a porta e entrei. Ela tava sentada na cama, com a mesma roupa de antes e o notebook no colo. — Senta… — Ela falou como se tivesse descoberto algo terrível. Eu ri. — Tanto mistério assim? Sentei na outra ponta da cama. —Tá pronto? —Haha… Vamos ver… —O ianque-uruguaio acabou de me chamar… —E aí? Ela lambeu os lábios, me encarando bem séria. ALI: Acabou de dizer que se eu mandar uma foto pelada, ele paga mil dólares… Olhei pra ela. Como? Mil dólares? —Ali… Como é que ele vai te pagar mil dólares por uma foto? —Isso mesmo… —Quem paga mil dólares por uma foto de alguém pelado? Haha —Alguém com grana e fetiches… — Ela falou, baixando a cabeça de leve. Passei a mão no rosto. Ja… Mil dólares… —Tem certeza que quer fazer isso? —Mil dólares, haha —E tem certeza que ele vai pagar? Haha —Olha… — Ela virou o notebook e me mostrou parte do chat. Lá, dizia explicitamente que pagaria antes do envio. Suspirei. —Gente rica e seus fetiches… —Pensa… Com sua criatividade, a gente tira algo bom, sem… Sem me expor tanto, haha —Que parte de “pelada” você não entendeu no pedido dele? Haha… Já pensei em outras fotos pra fazer, também… —Tá, eu sei… Mas da outra vez ele pediu uma assim e a gente deu um jeito de não ser tão… Tão pornô, haha… — Ela exclamou, meio nervosa. Vi ela escrevendo algo no notebook. —O que cê tá fazendo? Haha —Nada, haha —Não vai dizer que sim, vai? —Nãoo! Haha… Só que tô pensando. Olhei pra ela. —Ali! —São mil dólares… A gente já tá quase chegando nos 10… Não pensa em outra coisa… —Mas falta uma porrada pra pagar a entrada… Dá pra chegar lá de boa… —Também dá pra juntar o máximo possível pra ficar tranquilo, véi… —Sei lá… Não curto muito isso… —Além disso… Olhei pra ela. —O quê? —Não seria nada novo… —O que? —Você me ver pelada, digo… Abri os olhos feito uma boceta. Hein? —Como? —Vou te lembrar da noite passada? Inacreditável. De novo aquele tremor no corpo. Ela parecia muito convicta em fazer. Eu não tava nada seguro. —Mas… Vamos ver… Tem que ser algo que não seja explícito, já vou avisando… —Em que sentido? —Não quero ver suas… Suas partes… Entendeu? Ela engoliu seco e afastou o cabelo comprido do rosto. Acho que sacou o que eu tava falando… —Não, óbvio, sim… — Respondeu, nervosa. —Isso desde o começo… —Não tinha pensado nisso… —E…? De outro jeito, impossível… —Por isso tô falando que preciso da sua mente criativa… —Sei lá…— Olhei pra borda da cama. Não quis fazer, saiu automático. —O quê? O que você pensou? —Haha nada… Nada… —Com certeza que não… —Mas teria que ser desse jeito… Você… Você… Eu me viro… Você se descobre, tiro a foto, me viro de novo e você se cobre de novo, entendeu, né?— Falei todo vermelho. Ela me olhou do mesmo jeito, toda corada no rosto. —Sim, sim… Claro…— Respondeu, mexendo no cabelo de novo. Não acreditava no que tava falando. Ia fazer aquilo? Era demais… Um nível muito alto. Por mais que fosse só um segundo, na hora de capturar, ia ver ela. Não queria fazer… Por mais que meus instintos mais baixos me fizessem pensar o contrário. Era… Era um exagero… —Mas sei lá… É demais… —Sei que é… Haha… Muito ousado… Mas é o que a gente quer, gor. Suspirei como quase nunca diria. Era muito… —Não, sei lá… Nós dois nos olhamos. Sabíamos que era algo sem precedentes. —Gurizada…— se ouviu fora do quarto. Era minha mãe. —O quê?— falamos ao mesmo tempo. E ela respondeu: —Vou sair… Volto à noite…— Foi tanto silêncio entre nós dois que ouvimos ela descer as escadas, abrir a porta da frente e sair de casa. Ela automaticamente me olhou. Olhou com um pânico terrível que deformava o rosto inteiro. O que ela queria me dizer? —São 10 mil dólares…— Falou como se dissesse “vai, mano” e deixou o notebook de lado. —E daí? O que cê tá fazendo? Haha… —Vai… Vamos fazer… —Hã? Todos os meus sentidos se aguçaram. —Sim, vai… —O quê? Agora? —Sim… Já sei que você pensou numa… A câmera tá carregada… Levantou da cama. Eu fiquei olhando pra ela feito um zumbi. Será que ela queria mesmo fazer? —Mas… —Nada… Não quero pensar agora… Vamos fazer… Ela se virou e digitou algo no notebook —Para, Ali… Pensa um segundo haha —Já falei que sim… Engoli saliva pela enésima vez. Não… Tinha que estar brincando. -Vai, gata… Vamos fazer isso antes que eu me arrependa… Foi aí que eu olhei nos olhos dela. Deus… Aquele rosto de incerteza, vergonha e desejo. Me matou… Tão gostosa e com uma força de vontade lá no céu. Como ia negar? Ela olhou pro notebook. -O quê? O que ele te mandou? -Nada… Uns emojis… Diz que já transferiu os mil… Que tá doido pela foto… Comecei a suar… Eu tinha uma possível imagem na cabeça, mas… Será que isso tava certo? Era a Alina, não uma cliente… Meu Deus… -Vamos fazer? - Ela me perguntou, envergonhada. Ver ela daquele jeito me partiu no meio. Ainda por cima, tava uma bebona… -Ok… - Respondi sem pensar. Não acreditei que tinha dito sim. O brilho imediato nos olhos dela se fez sentir. Contra tudo, foi um combustível pra fazer isso. Sem perder tempo, fui até a janela. Fechei um pouco a cortina, pra entrar só uma luz no quarto. Ela me olhava com muita admiração. Bom, era o que dizia a expressão gravada no rosto dela. Eu tentava nem olhar pra ela de vergonha que tava. -O que eu faço? Hehe Hmm… -É… Você… Aí… Do lado da cama… Joga o lençol de cima no chão e fica de joelhos, apoiada no colchão. Quando me ouviu, as pupilas dela dilataram pra caralho. Passou a língua nos lábios e foi se ajeitar onde eu mandei, enquanto eu ligava a câmera. O quarto tava mais escuro, mas era a ideia. Não ia usar flash. -Assim? - Ela perguntou. -Sim, exato… -Já tô conhecendo sua visão, viu? Haha… - Exclamou cúmplice. Eu tava morrendo de vergonha, mas mesmo assim sorri pra ela. -Bom… Me avisa quando tiver pronto pra eu… Me… Isso… Uff… Isso eu vou lembrar pra sempre, pensei. -Vai… Ajeitei a câmera no tripé. Queria deixar num ponto fixo pra não ter que ficar procurando o ângulo perfeito por muito tempo. Depois de uns segundos, achei. -Pronto, Ali… Quando quiser… - Falei observando a reação no rosto dela. -Oki… - Respondeu. A gente ia mesmo fazer isso. Inacreditável… Devia cancelar tudo na hora. Era o que Sentia. Mas, por outro lado, estaria destruindo a ilusão dela e todo o sacrifício que a gente vinha fazendo. Me virei e ouvi ela começando a tirar a roupa. Oofff... Era inevitável ver como meu pau começava a endurecer de forma sobrenatural. Pra piorar, eu tava de short e ia ficar na cara... Foi muito erótico, admito, estar naquela situação. Ouvir os movimentos dela e a roupa caindo no chão foi a coisa mais excitante que já vivi. Sério. Pelo jeito que decidimos tirar a foto, a raba, pelo menos, ia aparecer. Era inevitável. Bom, também sei que podia ser pior. E quando ela disse "tô pronta" quase caí. Puta que pariu... Como é que eu vou fazer isso? Pra piorar, minha excitação tava enorme demais. Demais... — Já se ajeitou? — Sim... — Ok... Tem certeza, né? — Sim... Que posição você escolheu, hein... — Não começa, por favor haha — Só to falando, seu safado haha... — Vou me virar... — Vai... Parece que a inspiração serviu pra algo... — Ela falou de um jeito bem sacana. Como se dissesse "raposa, você que se aproveitou bem". — Não me chama assim haha — Desculpa, não sei o que to falando... To nervosa também... To pelada, te lembrando... — Tudo isso, sem nem ter visto ela ainda, era muito, muito quente. Já não sentia a cabeça do pau de tanta dor... — Ok... Vou dar uma olhada... Tenta não se mexer... — Oki... Foi então que comecei a me virar, sentindo meu coração acelerar. Tudo que eu imaginava que ia acontecer tava longe do que realmente ia rolar. Assim que me virei e vi o corpo nu da Alina, agachada perto da cama, senti que ia gozar na hora. Pior do que imaginei... Não só fiquei hipnotizado pelo corpo inteiro dela, mas quando vi ela naquela posição, mostrando uma raba incrível, sem nada cobrindo, demorei muito mais do que devia pra colocar o olho na câmera. Não consegui... Pela primeira vez, tava vendo ela completamente nua e aquilo... Aquilo era lindo...

8 comentários - Alina. Capítulo 15

la puta madre ya quiero que salga el proximo !!! sos un capo!!