Me encontrei casado com a Lúcia, com quem tenho uma filha ainda menor de idade. Me chamam de Lito e tenho 38 anos, enquanto minha esposa tem só 23, e a gente mantém uma vida sexual bem boa. As relações com a família da minha esposa sempre foram boas, especialmente com a irmã dela e com o pai, mas não com a minha sogra: a “Petra”. Ela vinha de uma família bem rica, com um caráter e tradição muito conservadores, de alta linhagem.
A Petra é um verdadeiro personagem, autoritária como ninguém, e nunca dá o braço a torcer, sempre quer sair ganhando. Meu sogro é uma “espécie de cordeirinho” do lado dela, muito boa pessoa, trabalhador, mas completamente dominado pela mulher.
Por causa do meu jeito totalmente independente e de não ceder às exigências da minha sogra, a gente vivia tendo discussões, e por isso minha mulher evitava ir na casa dos meus sogros comigo, embora em algumas festas de família a gente acabasse se encontrando. Minha sogra nunca quis que a Lúcia casasse comigo, porque queria que ela casasse com um fazendeiro da cidade onde ela mora. Mas, contra a vontade dela, a gente conseguiu casar, e ainda por cima cedo.
Pra não irritar minha esposa e não fazer ela sofrer, às vezes eu aguentava e evitava qualquer briga com a mãe dela. Mas a real é que ela era insuportável. Eu não entendia como o marido dela conseguia aguentar ela por tanto tempo. Embora tivessem tido duas filhas.
No entanto, apesar do gênio infernal que ela tinha, eu não podia deixar de reconhecer que ela mantinha um corpo perfeito, bem torneado, com um corpo mais magro, e ainda com aquela beleza natural, mesmo tendo chegado aos 48 anos.
Ela tinha tido as duas filhas muito cedo. Meu sogro, por outro lado, era um pouco mais velho que ela, passando dos 60. Várias vezes, quando eu discutia com ela, eu observava aquele corpo de mulher, com uns peitos mais ou menos grandes, mas bem firmes, e aquela bunda perfeita, com umas nádegas quase redondas de onde desciam umas pernas bem torneadas, sem uma única veia. A verdade é que, apesar da minha antipatia por ela, não podia deixar de reconhecer que, quando a via, sentia uma excitação que não conseguia evitar. E isso, mesmo sendo minha sogra.
Petra se vestia de forma muito conservadora e quase não dava pra ver as pernas dela, salvo em raras ocasiões, mas mesmo assim, com suas roupas tradicionais, não conseguia esconder a força dos peitos e da bunda. Era algo inevitável: estava à mostra. Muitas vezes pensei: "como essa filha da puta é gostosa!" E quando ela se irritava comigo, eu pensava comigo mesmo: "essa puta só precisa de uma boa foda como Deus manda. Que mostrem pra ela quem é que manda."
Durante uma reunião de família, como sempre, ela conseguiu me provocar, me fazendo perder a paciência, e acabamos discutindo. Isso aconteceu numa festa numa casa de campo. Depois de ter discutido, com a consequente raiva da minha esposa, saí e fui para os fundos da casa ligar pra um amigo. Nisso, ela aparece, e vejo que se aproxima de onde eu estava, já que tinha estacionado o carro dela ali. Observo que ela tenta pegar alguma coisa que estava dentro do carro. Pra isso, ela esticou o corpo dentro do porta-malas pra pegar algo, com o que o vestido que ela usava subiu um pouco, o qual tinha uma abertura de um lado. Olhei claramente e pude contemplar as panturrilhas nuas dela. Olhei ela de cima a baixo, e percebi como aquela mulher era gostosa.
Ela, de canto de olho, virou a cabeça e observou como eu a olhava, vendo que ela ficou vermelha. Mesmo assim, com as mãos, tentou abaixar o vestido. Depois de fechar o porta-malas do carro, veio até onde eu estava e, olhando de forma desafiadora, disparou: — Você não tem vergonha de olhar assim pra sua sogra?
— E como foi que eu olhei, sogra? — falei, me fazendo de surpreso.
— Não se faça de desentendido, que eu vi claramente você olhando minhas pernas.
— A verdade é que eu teria adorado Se o vestido tivesse subido mais um pouquinho. Pelo menos eu poderia apreciar melhor aquela bunda.
— Que... e o que tem a minha bunda? — ela respondeu, intrigada e meio irritada.
— Quer que eu diga o que acho da sua bunda? Quer mesmo que eu fale?
— O que você está insinuando... o que tem de errado na minha bunda?
— Errado não. A verdade é que ela é bem gostosa. Perfeita, sabe, para uma boa... — e fiquei sorrindo, sem terminar a frase. Obviamente ela não era burra e entendeu na hora. Me olhando com raiva, respondeu:
— O que você está querendo me dizer... que "eu sou gostosa pra uma boa foda". É isso que você queria dizer, com certeza. Seu filho da puta! Você não me respeita... nem que eu sou a mãe da sua filha.
Olhei bem na cara dela, antes conferindo se não tinha ninguém por perto, e falei: — Pois é, sogrinha. Essa bunda só tá precisando de um bom pau. E sabe... "Uma boa rola que atravesse esse rabo enorme". É disso que você precisa... Pronto... já sabe o que eu acho! Tá feliz agora?
Ela levantou a mão e tentou me dar um tapa, mas mais rápido que ela, segurei a mão dela, e diante da cara de surpresa, fiz ela se curvar um pouco e, aproximando minha boca da dela, "dei um beijo nos lábios dela". Ela inicialmente ficou parada, sem saber como reagir, mas no fim se soltou e disse, irritada: — Você é louco!! O que você quer... Como ousou me beijar? Sem-vergonha do caralho... já vai ver quando a família souber!! Vão ver o sem-vergonha que você é. — Disse ela, apavorada.
— Vai lá, fofoqueira, sogrinha. O que você vai contar pra eles? Que veio até aqui sozinha atrás de uma boa rola. Porque não vai negar que veio pra isso, né?
Fora de si, ela respondeu: — Que... você é um desgraçado! Eu já tenho meu marido pra me dar uma foda. O que você pensou... que eu sou uma puta?
Eu, sem me abalar, respondi: — Seu marido é um cara legal, mas com certeza "não tem o que é preciso pra satisfazer uma gostosa". Como você."
Era óbvio que ela não acreditava no que estava ouvindo. Ficava claro que ela estava desnorteada, minha reação tinha descontrolado ela. Mas, em vez de ir embora, ela se aproximou de onde eu estava e me disse, desafiadora: — Ah, é? O que você quer me dizer? Que você tem uma piroca boa pra me satisfazer? É isso que você quer me dizer? Seu filho da puta...
Mas, curiosamente, enquanto falava, ela olhou pra braguilha da minha calça, e notei o rubor nela ao ver como meu pau tinha endurecido e mostrado uma ereção notável, fazendo o volume na calça ficar bem evidente. Situação que eu também não tentei evitar. A real é que a natureza, sempre sábia, me dotou de uma piroca bem comprida e com uma grossura respeitável. Por isso, quando eu fiquei duro, o volume foi tão notório e saltava aos olhos.
Percebendo que ela tinha notado minha ereção, digo: — Não se preocupe, sogra, sei que você está surpresa vendo o volume da minha vara. Talvez... um dia desses você possa conferir ao vivo.
Fora de si, mas tremendamente excitada, ela responde: — Que... mas o que você tá dizendo, desgraçado? O que você fumou hoje? Tá doidão ou o quê?
— Nada de baseado, sogrinha. Mas um dia desses, tô disposto a te mostrar o que é um homem de verdade. Vou te mostrar como se fode uma gostosa carente de piroca como você.
Ela ficou perplexa e, sem me responder, muito acalorada, pigarreando, sem conseguir articular palavra, foi embora, não sem antes olhar de novo pro volume da minha calça.
Quando entrei na sala, pensei que ia dar merda. Pensei: certeza que até minha esposa vai se divorciar de mim. Mas era evidente que minha sogra ficou confusa. Talvez ninguém nunca tivesse falado com ela daquele jeito. E isso me fez entender que ela não contou nada do que aconteceu. Mas isso não evitou o olhar de ódio que ela me dirigiu quando nossos olhos se encontraram.
Os dias passaram, e meu sogro tinha ficado doente, e eu sabia pela minha esposa que estava na cama sem conseguir se levantar, sendo cuidada pela mulher dele. Minha esposa o visitava com frequência. Quando perguntei sobre o pai dela, ela me disse que eu devia ir vê-lo.
Respondi: — Com seu pai não tenho problema. Ele é muito boa pessoa. Mas você sabe que não aguento sua mãe. E ela também não me aguenta.
— É. Mas pelo menos devia tentar vê-lo.
Mesmo assim falei: — Tá bom, prometo que vou fazer um esforço e na quinta, quando tiver que passar pela cidade, vou tentar visitá-lo.
Foi assim que, naquele dia, depois de terminar o trabalho, me deu na telha que devia visitar meu sogro. Quando cheguei, bati na porta da casa dele e vi que ninguém respondia. Eles têm um chalé nos arredores da cidade, uns 9 km. Depois de insistir, vejo que quem abre a porta é Petra, minha sogra. Notei a cara de surpresa dela.
— O que você está fazendo aqui? — ela disse, se recompondo.
— Vim visitar vocês. Não posso vir vê-los? Vai me barrar na entrada?
— Não, claro que não.
Entrei e fui até o quarto do meu sogro, e ficamos conversando por um bom tempo. Tanto que logo anoiteceu, e além disso, o tempo mudou radicalmente em questão de minutos, e começou a chover forte. Tanto que os relâmpagos apareceram. Meu sogro disse pra esposa dele que eu não podia ir embora tão tarde e com o tempo daquele jeito.
Notei que Petra ficou vermelha, e embora tenha resistido um pouco, com a insistência do meu sogro ela aceitou, mas com aquela decisão, percebi que ela estava bem nervosa. Ela arrumou um quarto pra mim, e depois de tomar banho, fui pra sala. Ela deu jantar pro marido, e meu sogro acabou dormindo, e com o comprimido que ela deu, ele apagou de vez, porque era um sonífero que ele usava pra dormir.
Já na sala, Petra me olhou e disse: — Acho melhor a gente jantar.
Eu segui ela até a cozinha. Ela também tinha trocado de roupa, e agora tava usando um robe de noite, que também não era muito decotado, pelo menos não como Outras vezes ela já me tinha acostumado. Dessa vez, a saia batia acima dos joelhos. Notei que em alguns momentos ela se abria um pouco e eu conseguia entrever os peitos lindos dela, o que me fez ficar de pau duro. Enquanto ela preparava os pratos na cozinha, eu sentado na mesa olhava pra ela, e ao se sentir observada, me diz:
— E aí, o que que há com você? Você não tem vergonha na cara, não?! Tá na minha casa… pelo menos devia se comportar, não acha?
— O que foi que eu disse, sogra? Só tô olhando. Fica nervosa quando eu olho.
— O quê… ah, e por que…
Ela continuou, e eu falei:
Petra, não precisa ficar assim comigo. Eu gosto de olhar pra você. Não mudou nada, e sinceramente, tem que reconhecer que cada dia tá mais gostosa. Parece que os anos não passam pela senhora.
— O quê… já, você é um puxa-saco! Além do mais, sou mãe da sua esposa, não devia falar essas coisas pra mim.
Mas não consigo evitar. A senhora continua muito gostosa! E essa raba… verdade, sogra, deixa qualquer homem louco, e eu, claro, também.
— O quê… — ela respondeu me olhando, tentando não deixar eu olhar pra bunda dela. — Como você se atreve? Mas o que que tá acontecendo com você ultimamente?
Mesmo assim, sentamos pra jantar, e quando terminamos, vimos que lá fora tava chovendo torrencialmente, embora não fizesse frio, só muita umidade e calor. Depois de lavar a boca, saí do banheiro e encontrei minha sogra no sofá vendo TV. Sentei numa poltrona quase na frente dela.
Percebi que ela, em alguns momentos, olhou pro meu short que eu tava usando, e acho que notou o volume no meu short, onde meu pau tava aparecendo bem. Quando se viu surpreendida e que eu tinha pegado ela olhando, ela se levantou com a intenção de ir embora.
Eu fiquei olhando pra bunda dela, e ela, nervosa, foi de novo pra cozinha. A cozinha ficava bem longe do quarto do marido dela, então qualquer conversa era difícil de ser ouvida, e além disso, ele tava num sono profundo.
Criei coragem e fui atrás dela até a cozinha. E, depois colocar atrás dela, no momento em que ela tava apoiada na bancada da cozinha bebendo água. Coloquei minhas mãos nos ombros dela e acariciei como se tentasse acalmá-la. Percebi que "ela estremeceu ao sentir minhas mãos".
Imediatamente ela tentou se soltar e me disse: - O que cê tá fazendo...? O que cê quer?
Sem conseguir me segurar, falei: - Cê sabe o que eu quero. E acho que cê também quer, sogrinha.
- Que... cê tá louco. Sai da cozinha agora... cê pirou!
Longe de me abalar, segurei ela mais forte e coloquei contra a bancada da cozinha, conseguindo levantar o roupão até acima da bunda. Pela primeira vez, vi a bunda linda daquela mulher, só coberta pela calcinha que ela tava usando.
- O que cê tá fazendo, filho da puta... me solta... ai meu Deus, mas o que cê tá fazendo...
- Vamos, sogrinha. Relaxa... porra, que gostosa que cê tá.
E enquanto segurava ela com a mão esquerda, mantendo o corpo dela contra a bancada da cozinha, com a outra consegui puxar a calcinha dela até os joelhos. Ela ficou totalmente surpresa com minha ação.
- Ah, o que cê tá fazendo... vai ser filho da puta... ah, cê vai me pelar... aaaa
Minha sogra ficou como paralisada. Mal conseguiu falar ao ver que a calcinha dela tava nos joelhos, mostrando toda aquela bunda linda. Percebi que ela mantinha uma bunda redonda perfeita, sem nenhuma veia ou varizes. Aquela visão me deixou duro pra caralho.
Com um pouco de movimento, a calcinha dela caiu no chão. Meti então minha mão entre as coxas dela e alcancei pela primeira vez a buceta da minha sogrinha. Ela tinha um bom tufo de pelos cobrindo a xota. Mesmo assim, apertei pra ela abrir as pernas e consegui tocar os lábios da buceta dela, passando meus dedos entre eles. Porra... que molhada que a puta tá! Que surpresa.
- Ah, não me toca aí, mas o que cê tá fazendo... filho da puta, nãoooo... mas o que cê tá fazendo... aaa
- Vamos, sogra, sei que cê tá querendo. Cê se remexe, mas tem a buceta toda encharcada. "Cê é uma puta gostosa." Porra, que molhada. — Tá…!!..que surpresa!
— Mas o que cê tá dizendo… Porra, não me toca… ooooooo
Eu tinha enfiado dois dedos da minha mão direita dentro da buceta dela, e comecei a meter eles, como se tivesse bombando. Minha mão ficou toda molhada com os fluidos dela.
— Tira os dedos daí, seu filho da puta, oooo. Vou te denunciar… ooooo nãooo
— Cala a boca e aproveita. Essa noite você vai receber o que merece. “Vai ter a pica de um macho de verdade na sua buceta”, e se der, também no seu cu.
— Me solta… Oooo
Minhas esfregadas na buceta dela, enquanto eu penetrava com os dedos, fizeram com que, pra minha surpresa, ela logo gozasse. Não esperava por essa! Porra, minha sogra, apesar do jeito tradicional e conservador, tinha gozado só com uns dedos enfiados.
— Ah, seu filho da puta, ooooo, Meu Deus oooooo oooo
— Tá bem gostosa mesmo, sogrinha! Sua puta, gozou só com meus dedos. Imagina quando eu meter a vara!
Sem mais enrolação, com um tesão do caralho, abaixei minha calça, que caiu no chão da cozinha também, e na hora tirei a cueca, deixando minha rola no ar, dura que nem um cavalo, pelo tesão daquela situação. Porra, a situação me deixou tão excitado que acho que ela tava mais grossa e maior do que nunca.
E sem pensar muito, vendo que minha sogra tava meio relaxada depois do orgasmo, e as pernas dela ainda entreabertas, aproximei meu pau, enfiando entre elas, e na hora alcancei a fenda da buceta dela. Sem esperar reação, com uma metida de quadril “consegui enfiar quase mais de dois terços da minha vara na buceta dela”: ooooo nãoooooo que dor ooooo tiraaaaaaaaaaaa oooo
— Isso, sogrinha. Já tá dentro… ufff, sua puta… que buceta gostosa você tem. Tava bem carente, hein, sogrinha… Precisava da minha pica, né?
— oo tira… Cê tá louco… E… ainda por cima sem camisinha!!…..oooo
Percebi que minha sogra ainda tava no período fértil, então podia engravidar. A verdade é que que devia ter colocado uma camisinha, mas a situação era extremamente excitante e agora também não tinha nenhuma camisinha.
Sem cerimônia, terminei de enfiar meus 22 cm de pau inteiro na buceta dela. Ela arqueou as costas ao se sentir totalmente atravessada pela minha vara, ficando apoiada na bancada da cozinha, enquanto por trás meu pau estava completamente colado na bunda dela. Tava com a minha sogra completamente empalada pelo meu pau!
- aaaaaa seu filho da puta aaaaaa nãooooo
Ela, naquele momento, ao sentir minha vara toda dentro da buceta dela, ficou como se tivesse se entregado. Fazia movimentos de se soltar, mas sem muita convicção. Eu segurei ela bem forte com as duas mãos, enquanto comecei a bombar sem piedade: dentro fora, dentro fora... Meu cacete entrava até o fundo na buceta dela uma e outra vez. Não pensei que foder minha sogra me desse tanto prazer. Mas aquela era uma mulher singular, e o momento era propício para aproveitar. Enquanto a comia, olhava pra bunda perfeita dela, e notava como meu pau saía quase todo pra enfiar de novo até o fundo. Era espetacular!
- aaaa você tem que tirar... seu filho da puta... aaaaaa chegou no fundo... aaa... nãooo aaa
- sim, sogrinha. Você tá com ele todo dentro... vejo que você gosta.
Não demorou muito, quando percebi que minha sogra chegou ao orgasmo de novo. Notei isso ao sentir como as paredes da buceta dela se contraíram apertando meu pau ao máximo, como se quisesse estrangular ele. E na hora o corpo dela cedeu. Quase caiu no chão como desmaiada, então tive que segurar ela. Olhei em volta, vi que a mesa da cozinha tinha uma altura ideal, então levei ela até lá, e deitei ela de costas em cima da mesa.
- ahh chega. O que você tá fazendo... mas o que vai fazer comigo...
Pela primeira vez vi a cara de excitação da minha sogra de frente. Vi também pela primeira vez "a buceta dela", isso sim, com muito pelo, e depois de obrigar ela a abrir as pernas, contemplei bem "a xereca dela com os Lábios inchados e o buraco aberto pelo atrito da minha pica. Minha excitação aumentou.
Sem cerimônia, aproximei minha pica e enfiei de novo, mas agora de frente, olhando na cara dela. De novo, meu pau chegou até o útero dela. Ahhhh, caralho, aaaaa, não, de novo não... aaaa
Abri o roupão dela, e ela ficou só de sutiã, onde vi que se acomodavam um par de peitos lindos. Puxei o sutiã pra baixo com força, deixando os peitos dela ao ar, fora do sutiã, fazendo eles parecerem ainda maiores.
— Ah, vai me despir, aaaa... ah, porra, aaaa
— Porra, sogrinha. Que peitos... uhhhh, e sem me segurar, coloquei minha boca neles, sem parar de furar a buceta dela.
— Aaaa, nãooooo
Fiquei fodendo ela por vários minutos. Via a cara de puta no cio que minha sogra fazia, enquanto eu atravessava ela toda, uma e outra vez, e chupava os peitos lindos dela.
— Sabe o que tá fazendo, né? Vou te denunciar... vou contar pra todo mundo... aaaa... mais, não, aaaa
— A senhora que diga, sogra. Mas hoje vou foder essa buceta gostosa pra caralho!! — falei sem parar de furar a bocetinha dela.
— Você é um filho da puta... aaaa, pelo amor de Deus...
— Vai, puta. Reclama pra caralho, mas no fundo tá adorando, sogra. Precisava da pica de um macho como o do seu genro. Vai negar? ...vai, safada... abre essa buceta que vou terminar de furar ela... uf, puta, que delícia.
Ela percebeu que eu tava quase gozando e falou:
— Você tem que tirar. Tem que gozar fora... não tô protegida.
— Será que não quer minha porra, sogra? Pois eu acho que a senhora precisa de uma regada bem dada nessa bocetinha!! — sem parar de bombar ela. Sentia que faltava pouco pra eu gozar. Mesmo sabendo que ela ainda tava fértil, morbidamente falei: Viu minhas bolas, sogra? Tão cheias! Tô há dias sem foder com sua filha por causa da menstruação. Por isso tão a ponto de estourar...
— Você é louco... "nem pense nisso". Pode me engravidar! — ela respondeu. Verdadeiramente preocupada. Notei nos olhos dela.
– Já sei que ela ainda é fértil. Quem sabe a gente dá um irmãozinho pra minha esposa. Imagina só?
Ela me encara, me dando um olhar de felina, mas no fundo com cara de desafiadora, como sempre faz comigo, e furiosa, me diz: – …nem pense nisso. Além do mais, “acho que estou nos meus dias férteis”. Não goza dentro… nem vem, seu filho da puta… vai fazer isso, não ooo
Enquanto ela falava, e sabendo que estava nos dias férteis dela, meu leite começou a jorrar sem que eu pudesse evitar, sentindo como saía disparado com toda força dentro da buceta da minha sogra. Com isso, sem me segurar, “enterrei minha espada o mais fundo que pude dentro dela”, e coloquei todo o peso do meu corpo sobre a minha sogra, pra minha pica entrar ainda mais fundo, e sem remorso: “comecei a me esvaziar dentro dela”
– Ah, você tá gozando… oooooo vai me engravidar ooo não ooo me enche ooo não
Mas, pra minha surpresa, ela ao sentir meu gozo regando ela por dentro, entrou em êxtase e começou a tremer, sentindo que um novo orgasmo chegava. Gozamos ao mesmo tempo. Foi algo fenomenal! Até hoje nunca tinha gozado junto com a minha esposa.
Fiquei uns momentos com meu corpo apoiado no dela, com toda minha espada cravada até o talo dentro da buceta dela. Ela me olha na cara, notei como suava e estava meio relaxada.
Quando terminei, fui tirar minha pica da boceta dela, vendo a abertura enorme que tinha deixado na xota dela, os lábios vermelhos e o fio de porra que saía dela, escorrendo até o cu.
Ela me olha na cara e diz: – No final, você fez isso. Seu desgraçado. E ainda gozou dentro. E agora, o quê?! E se eu engravidar?... como vou contar pro meu marido?.
Ela, enquanto isso, desceu da mesa e, sem eu esperar, me deu um tapa fortíssimo que ecoou pela cozinha e pelo resto da casa, saindo correndo até o banheiro, deixando as calcinhas pra trás.
Eu não vesti as calças, fiquei meio pelado da cintura pra baixo e fui pro banheiro onde ela tinha entrado. Como a porta tava aberta, quando entrei, fechei de novo só com o trinco. Ela me viu e disse:
— Mas o que você tá fazendo aqui… vai de novo?
— Preciso me lavar um pouco também, sogrinha. Não tenho outro banheiro. Não vai querer que eu vá no banheiro do seu quarto, né.
Enquanto isso, ela tava se lavando no bidê, e eu me limpei um pouco na mesma pia. Depois de me secar, esperei por ela. Curiosamente, meu pau, mesmo tendo gozado fazia pouco, já tava de novo meia-bomba, e quando vi a bunda dela nua, enquanto ela se secava, fiquei duro de novo. Notei a cara de surpresa dela, e ela disse:
— Mas… de novo… você não vai querer…?
— Isso não acabou, sogrinha. A noite é longa. Acho que falta outro buraco. Falei com toda a cara de pau.
— Quêêê, você não vai querer meter no meu cu… mas você é doido!
Ela olhou pra minha vara toda dura, e notei que ela ficou excitada. Percebi na cara dela. Acho que tinha curtido a trepada que eu tinha dado, e agora tava com mais vontade.
— Eu prometi que “esse bum” também vai ser meu. Vi que ainda é virgem. Mas vai ser por pouco tempo. Essa noite não passa!
Ela tentou sair do banheiro, mas eu tirei a chave, e ela me olhou dizendo:
— O que você tá fazendo? Abre a porta. Vou gritar…
— Grita se quiser. Acho que não vai. Não vai querer que todo mundo saiba. Ou quer que todos descubram que puta você é?
— Não me chama de puta, desgraçado.
— É, mas hoje à noite você vai ser minha puta particular. Vamos, sogra, fica de frente pro espelho na pia, “pra esse macho te montar”. Quero te comer de cu como você merece!
— Quêê, você é maluco… nem sonha. Vai ter que me estuprar. Ela disse, desafiadora.
— Se quer que seja na força, sabe que me excita ainda mais. Vamos, puta, sabe que vou te montar de qualquer jeito.
Forcei ela Contra a pia, terminei de tirar o roupão dela, ficando só de sutiã, mas tirei os peitos dela pra fora pra me dar mais tesão. Separei as pernas dela e dei umas palmadas..
– ah, mas o que cê tá fazendo, não me bate, oooo
– as putinhas que não fazem o que mandam. São castigadas.
Ela se abriu um pouco, e pegando um pouco de gel, passei nos meus dedos e depois levei até o cu da sogra. Ela gemeu ao ver meu dedo besuntado de gel entrar sem dificuldade no rabo dela.
– ooo não, filho da puta, nãooo
– já viu, sogrinha? Entra com muita facilidade.
Logo dois dos meus dedos estavam dentro do cu dela, alargando à vontade. Era óbvio que ainda era virgem por ali, mas o esfíncter dela se dilatava que era uma delícia. Logo três dedos entravam lá dentro.
– ahh tira seus dedos daí oooo me abre oooo nãooo
– claro, putinha. Vou tirar, mas vou meter outra coisa que você vai amar. E sem cerimônia, de novo excitado ao ver aquele cuzinho virgem, aproximei minha vara e depois de passar um pouco de gel na minha glande, pra meu espanto, vi que o esfíncter dela engoliu quase um quarto do pau de uma vez. Era apertado, mas acho que o gel fez o trabalho dele.
– ooo não, filho da puta, por aí nãoooooo
– porra, putinha, que rabo você tem. Como entra bem, porra…
– ah, porra… vai me arrebentar… dessa tu me mata.. oooo filho da puta
Fiquei tão tesudo que, aos poucos, fui entrando nela, sentindo o cu dela se abrindo, e minha vara finalmente se alojou completamente dentro daquele rabo. Senti minhas bolas batendo na bunda dela, sinal claro de que tinha enfiado tudo. Minha sogra estava totalmente empalada pelo meu pau, abrindo o cu dela ao máximo.
– tira, filho da puta… vou te matar oooo tá doendo ooooo
E sem mais, comecei a entrar e sair dela, perfurando sem piedade aquele rabo lindo. Vi a cara de tesão da minha sogra no espelho, ao ver o genro comendo ela por trás, perfurando sem Piedade no cu dela, uma e outra vez. Eu também olhava pra ela, enquanto metia com mais força ainda.
- Porra, sogrinha. Que sentada que tô dando em você. É uma putinha gostosa. Precisava ser montada assim, não é?
Aqueles olhares de desaprovação, e minha penetração constante, enquanto com meus dedos eu mexia no coelhinho dela, levaram minha sogra a ter um novo orgasmo, fazendo ela gozar sem precedentes. Enquanto gozava, apertava com força as paredes do cu dela, prendendo meu pau dentro, me levando ao ápice.
- aaaaaiii simmmmmm ô deus aaaaaaai você vai... me quebrar toda...
Não aguentando mais, comecei a gozar dentro do cu dela. Meu leite jorrou de novo em borbotões. Quando terminei de sair dela, vi o buraco enorme que tinha o cu dela, e como meu leite escorria de lá. Ela se remexeu de novo, e tentou me bater outra vez. Mas dessa vez, segurei ela, e pra surpresa dela, beijei ela na boca.
Não sei o que aconteceu, mas percebi que ela entreabriu os lábios e me recebeu, mantendo aquele beijo por mais de um minuto.
Quando termina, ela se solta e me diz: - No final, você conseguiu. Me humilhou. Era o que você queria, não era?
- Não, sogra. O que eu queria era "comer ela". Bati muita punheta pensando em como ia possuir você. E finalmente você foi minha. Respondi de forma safada, sem soltar ela.
- Mas e a minha filha? Você não ama mais ela? - Ela me pergunta.
- Claro que amo, sogra. Mas "é que a senhora me enlouquece". A senhora não faz ideia da vontade que eu tava de pegar você.
- Você é um pervertido. Um sádico. E agora? Conseguiu. E se você me deixou grávida? O que eu vou fazer? - Ela respondeu com uma certa raiva, mas meio exausta pelo sexo que a gente tinha feito.
- Muito fácil, sogra. Assim que o sogrão se recuperar, dá uma trepada com ele. Ele nunca vai saber de nada.
Ela me olha, e responde, recuperando aquela cara de autoritária que eu sempre conheci: Como você é ingênuo. Mas isso não vai ficar assim. E você sabe disso! Dessa você vai se lembrar. Olhei na cara dela e falei: — E aí, sogrinha, o que vai fazer? Vai contar pra minha esposa? Ou pro seu marido? Vai me denunciar? Ou vai dizer que não gostou? Eu vi a cara de prazer que você fez quando eu comi seu cu. Acho que você desejou isso a vida inteira. No fundo, você precisava ser "montada desse jeito".
Ela sai do banheiro puta da vida, enquanto eu termino de me lavar e me arrumar um pouco. Quando termino, saio pra fora, ainda sem cueca nem calça, porque tinha deixado na cozinha. Chegando na cozinha, vesti tudo e fui pro quarto dormir. Devia ser quase sete da manhã quando acordei. Depois de me lavar um pouco, desci até a cozinha e vi que minha sogra já tinha levantado.
Olhando pra ela, reparei que tava usando uma saia não muito curta, mais curta do que ela costumava usar, e uma blusa. Lembrei de como tinha fodido ela na noite anterior e, chegando perto, falei:
— Bom dia, sogrinha. Como foi a noite? Enquanto segurava ela pela cintura e beijava o pescoço dela.
Ela se virou e, meio brava, disparou: — Pô! Você ainda vai continuar? Não te basta?
Dei um tapa na bunda dela e falei: — Hum, sogrinha, eu te foderia de novo em cima dessa mesa. Mas antes preciso recuperar as forças. Tô vendo que você tá preparando um café da manhã bem caprichado.
Ela me olha, acaba se acalmando e me serve o café. Depois de comer, olhei o celular e tinha uma mensagem da minha esposa, perguntando como tinha sido a noite. Liguei pra ela e ela perguntou como eu tinha me comportado com a mãe dela. Respondi em voz alta, vendo que ela se aproximava: — Ah, você sabe. Tão autoritária e mandona como sempre, mas "acho que de agora em diante, nós dois vamos nos comportar melhor". No fundo, ela é uma grande mulher.
Ela me olha e, chegando perto da pia da cozinha, fala: — Então sou muito mandona e autoritária.
— E é, sogrinha. Mas no fundo, essa é uma das qualidades que mais me atraem em você. Sem contar o corpaço que você tem. Ia ia marchar, já que tinha que pegar o carro e voltar pra casa, embora pro trabalho fosse meio complicado chegar a tempo. Fui me despedir do sogrão, mas vi que depois de tomar café ele tinha dormido de novo. Me despedi da sogra falando: —ué, não vai dar um beijo de despedida no seu genro?.
—vai, vaza logo. Se não fosse o marido da minha filha, te denunciava agora. Sai antes que eu me arrependa.
Fui pro carro, que tinha deixado na garagem deles. Quando ia dar a partida, sem nem ter aberto o portão da garagem, vi que ela vem e se aproxima do carro. Trazia algo na mão. Depois de descer, ela disse: —esqueci, pode levar isso pra minha filha?. É uma bolsa com algumas coisas dentro.
—claro, Petra. Notei algo no olhar dela. Era tipo o olhar de “uma puta no cio”. Pensei comigo: —essa mulher acho que tá com mais vontade de guerra. Tá pedindo aos berros pra eu foder ela de novo. Podia estar enganado, mas aquele olhaaaaar!.
E depois de deixar a bolsa dentro do carro, me aproximei de onde ela tava, olhei ela de cima a baixo. Ela ficou meio excitada, e me fala: —o que vai fazer, ….. O que cê tá querendo. Nem pense …oo seu filho da puta. De novo não.
—vai, sogrinha. Tá morrendo de vontade de levar outra fodida. Acho que vou meter de novo nela. Falava enquanto forçava ela devagar a se apoiar no capô do carro, ao mesmo tempo que, sem cerimônia, levantava a saia dela até a cintura, e sem mais, olhando excitado pra calcinha vermelha que ela tava usando, puxei ela pra baixo completamente, tirando pelas pernas dela, forçando ela a ficar sem.
—mas o que cê tá fazendo. Não, de novo nãooo oo
Sem responder, abaixei minha calça até os joelhos junto com a cueca, e ela, ao ver meu pauzão, que tava de novo em ação, me fala:
—ah, seu filho da puta, como cê tá de novo… não vai querer
Aproximei ela da buceta dela, e olhando na cara dela, enfiei até o talo.
—ah, seu filho da puta… oooo… vou te…
—vai, sogrinha Aproveita. Você veio porque queria que eu te fodesse de novo. Não nega.
- Não é verdade… você…
- Fala o que quiser. Mas você continua bem gostosa!! Não pode negar.
E sem dizer mais nada, ela solta: - Eu medi minha temperatura. “Acho que estou ovulando”.
Aquela confissão me deixou mais excitado ainda, e perguntei: Tem certeza que está ovulando?… Ela balança a cabeça que sim.
- Uhmm, você tá doida pra eu te deixar bem prenha. Vai conseguir!… Eu prometo!
- Você é louco, não pode gozar dentro de novo. Ela respondeu.
Mas saber que ela estava ovulando. Saber que eu podia engravidar minha própria sogra. Era algo que nenhum homem poderia nem imaginar. Tomei a decisão de que ia gozar dentro de novo. Queria engravidar ela. Disso não tinha dúvida nenhuma. Por isso respondi: Sabe que vou deixar minha semente dentro de novo pra você ficar bem prenha. Hein, sogrinha! Quer meu leite, né. Veio buscar ele.
- Ohhh ooooo, nem pense nisso. Mas era óbvio que ela tava bem molhada, porque depois de alguns minutos enfiando, ela gozou gostoso. Depois do orgasmo, vi uma cadeira na garagem. Puxei ela, sentei e falei: - Vamos, sogrinha. Hora de montar nesse macho. Vai, sobe no seu potro.
Ela me olha com cara de safada, e longe de evitar, montou em cima de mim de pernas abertas, foi se aproximando do meu corpo até a buceta dela ficar na altura do meu pau. E sem mais, ela se deixou cair, enfiando até o talo.
- Ah, caralho, que grande que você tem… como me abre. Aiiii sim, porra, como me abre.
E sem mais, começou a cavalgar meu pau. Senti os peitos dela durinhos, então abri a blusa e deixei eles de fora pra pular na minha frente. Vi como eles balançavam e iam de um lado pro outro, uma delícia. Estendi a mão pra pegar, mas não cabiam na minha mão… os peitos lindos dela pulando firmes e duros. Uma pele macia... nós dois gemíamos bem alto. Meu pau enchia ela completamente, ela tirava quase tudo e descia enfiando com força, gritando igual uma puta. Nenhuma mulher nunca tinha feito aquilo comigo.
- Caralho, sogra. Como ela manda bem. "É uma amazona de verdade". Vai, continua montando no seu genro. Tira toda a porra dele. Vai, sogrinha.
O barulho de chapinhar, num ritmo cardíaco, aumentava a sensação de prazer; nossos corpos ficavam tensos e as pernas tremiam. A força com que ela apertava as nádegas fez o tronco da minha sogra se erguer, e eu tive que ajudar com uma mão nas costas.
Na hora, as pernas da minha sogra me abraçaram, e a descarga inevitável estava prestes a acontecer. Uma corrente elétrica percorria os dois corpos enquanto ela se abria ao máximo para que meu míssil entrasse até o útero. Minha sogra estava completamente empalada! Não sei quantos orgasmos ela teve, quase seguidos, mas perdi a conta. Aquela mulher tinha a buceta que eu precisava e estava curtindo ao máximo.
Eu ia gozar, e joguei ela de novo sobre o capô do carro, de barriga pra cima, e enfiei de novo até o talo e
falei:
- Vou "encher você de novo, sogrinha". Ah, sim... você vai receber meu leitinho quente. Verdade que você deseja isso. Vai, me fala que você quer meu leite.
Ah, filho da puta... você vai fazer de novo... hoooo sim, goza dentro de uma puta de novo. Vai, filho da puta... não se segura, me enche... me engravida... siiiim, ooooo
E sem mais, gozei dentro dela de novo, enquanto nossos corpos se tensionavam pra minha porrada ser ainda mais funda. Depois de gozar, gemendo forte, me apoiei nela com minha adaga ainda dentro, e beijei ela na boca de novo. Enquanto ela me correspondia, sem nenhum escândalo.
Ficamos nessa posição uns cinco minutos com meu pau inteiro ainda dentro dela. Depois saí. Ela me olha na cara e diz: - Tenho certeza que dessa vez engravidei de novo! Você me encheu como nunca. — Sogra. "Juro que foi a melhor foda que já comi." Nem a filha dela vai conseguir superar isso.
Ela então fez algo diferente, aproximou os lábios e me beijou de novo na boca. Mas dessa vez, com ternura.
Depois, tivemos que nos lavar de novo, e fui pra minha casa.
Passou quase um mês e meio, e quando eu achava que não tinha acontecido nada, um belo dia, ao chegar em casa, minha esposa me diz: — Quer saber quem tá grávida? Você não vai nem imaginar.
— Ah, nem ideia. Falei meio intrigado, mas nervoso.
— Minha mãe!
— Sua mãe! Caramba, que surpresa.
Os meses passaram, e minha sogra já aparecia com uma barriga de seis meses de gravidez. Mas a filha da puta, até grávida me excitava.
Um dia, ela tinha vindo aqui em casa, já que as coisas estavam melhores entre a gente na frente de todo mundo, quando ela tava na cozinha e minha mulher tinha saído, eu cheguei por trás e falei:
— Porra, sogra. Mas que gostosa, hein!
Ela me olha, sorri e diz: — Tá gostando assim, barriguda?
— Não sabe o quanto, sogrinha. "Metia agora mesmo."
Ela me olhou e falou: — Na sua casa? Cê tá maluco!
Nessa hora, o WhatsApp tocou e minha esposa disse que ia ficar mais umas duas horas no salão, e que eu não saísse de casa até ela chegar, caso acontecesse algo com a mãe dela.
Ao ouvir isso, minha sogra ficou com os olhos brilhando. E eu falei:
— Tá vendo? Sua filha pediu pra eu cuidar da senhora.
Sem pensar duas vezes, levei ela pro quarto, tirei toda a roupa dela, contemplando aquele corpo, com a barriga já brilhando, mas totalmente excitante.
A Petra é um verdadeiro personagem, autoritária como ninguém, e nunca dá o braço a torcer, sempre quer sair ganhando. Meu sogro é uma “espécie de cordeirinho” do lado dela, muito boa pessoa, trabalhador, mas completamente dominado pela mulher.
Por causa do meu jeito totalmente independente e de não ceder às exigências da minha sogra, a gente vivia tendo discussões, e por isso minha mulher evitava ir na casa dos meus sogros comigo, embora em algumas festas de família a gente acabasse se encontrando. Minha sogra nunca quis que a Lúcia casasse comigo, porque queria que ela casasse com um fazendeiro da cidade onde ela mora. Mas, contra a vontade dela, a gente conseguiu casar, e ainda por cima cedo.
Pra não irritar minha esposa e não fazer ela sofrer, às vezes eu aguentava e evitava qualquer briga com a mãe dela. Mas a real é que ela era insuportável. Eu não entendia como o marido dela conseguia aguentar ela por tanto tempo. Embora tivessem tido duas filhas.
No entanto, apesar do gênio infernal que ela tinha, eu não podia deixar de reconhecer que ela mantinha um corpo perfeito, bem torneado, com um corpo mais magro, e ainda com aquela beleza natural, mesmo tendo chegado aos 48 anos.
Ela tinha tido as duas filhas muito cedo. Meu sogro, por outro lado, era um pouco mais velho que ela, passando dos 60. Várias vezes, quando eu discutia com ela, eu observava aquele corpo de mulher, com uns peitos mais ou menos grandes, mas bem firmes, e aquela bunda perfeita, com umas nádegas quase redondas de onde desciam umas pernas bem torneadas, sem uma única veia. A verdade é que, apesar da minha antipatia por ela, não podia deixar de reconhecer que, quando a via, sentia uma excitação que não conseguia evitar. E isso, mesmo sendo minha sogra.
Petra se vestia de forma muito conservadora e quase não dava pra ver as pernas dela, salvo em raras ocasiões, mas mesmo assim, com suas roupas tradicionais, não conseguia esconder a força dos peitos e da bunda. Era algo inevitável: estava à mostra. Muitas vezes pensei: "como essa filha da puta é gostosa!" E quando ela se irritava comigo, eu pensava comigo mesmo: "essa puta só precisa de uma boa foda como Deus manda. Que mostrem pra ela quem é que manda."
Durante uma reunião de família, como sempre, ela conseguiu me provocar, me fazendo perder a paciência, e acabamos discutindo. Isso aconteceu numa festa numa casa de campo. Depois de ter discutido, com a consequente raiva da minha esposa, saí e fui para os fundos da casa ligar pra um amigo. Nisso, ela aparece, e vejo que se aproxima de onde eu estava, já que tinha estacionado o carro dela ali. Observo que ela tenta pegar alguma coisa que estava dentro do carro. Pra isso, ela esticou o corpo dentro do porta-malas pra pegar algo, com o que o vestido que ela usava subiu um pouco, o qual tinha uma abertura de um lado. Olhei claramente e pude contemplar as panturrilhas nuas dela. Olhei ela de cima a baixo, e percebi como aquela mulher era gostosa.
Ela, de canto de olho, virou a cabeça e observou como eu a olhava, vendo que ela ficou vermelha. Mesmo assim, com as mãos, tentou abaixar o vestido. Depois de fechar o porta-malas do carro, veio até onde eu estava e, olhando de forma desafiadora, disparou: — Você não tem vergonha de olhar assim pra sua sogra?
— E como foi que eu olhei, sogra? — falei, me fazendo de surpreso.
— Não se faça de desentendido, que eu vi claramente você olhando minhas pernas.
— A verdade é que eu teria adorado Se o vestido tivesse subido mais um pouquinho. Pelo menos eu poderia apreciar melhor aquela bunda.
— Que... e o que tem a minha bunda? — ela respondeu, intrigada e meio irritada.
— Quer que eu diga o que acho da sua bunda? Quer mesmo que eu fale?
— O que você está insinuando... o que tem de errado na minha bunda?
— Errado não. A verdade é que ela é bem gostosa. Perfeita, sabe, para uma boa... — e fiquei sorrindo, sem terminar a frase. Obviamente ela não era burra e entendeu na hora. Me olhando com raiva, respondeu:
— O que você está querendo me dizer... que "eu sou gostosa pra uma boa foda". É isso que você queria dizer, com certeza. Seu filho da puta! Você não me respeita... nem que eu sou a mãe da sua filha.
Olhei bem na cara dela, antes conferindo se não tinha ninguém por perto, e falei: — Pois é, sogrinha. Essa bunda só tá precisando de um bom pau. E sabe... "Uma boa rola que atravesse esse rabo enorme". É disso que você precisa... Pronto... já sabe o que eu acho! Tá feliz agora?
Ela levantou a mão e tentou me dar um tapa, mas mais rápido que ela, segurei a mão dela, e diante da cara de surpresa, fiz ela se curvar um pouco e, aproximando minha boca da dela, "dei um beijo nos lábios dela". Ela inicialmente ficou parada, sem saber como reagir, mas no fim se soltou e disse, irritada: — Você é louco!! O que você quer... Como ousou me beijar? Sem-vergonha do caralho... já vai ver quando a família souber!! Vão ver o sem-vergonha que você é. — Disse ela, apavorada.
— Vai lá, fofoqueira, sogrinha. O que você vai contar pra eles? Que veio até aqui sozinha atrás de uma boa rola. Porque não vai negar que veio pra isso, né?
Fora de si, ela respondeu: — Que... você é um desgraçado! Eu já tenho meu marido pra me dar uma foda. O que você pensou... que eu sou uma puta?
Eu, sem me abalar, respondi: — Seu marido é um cara legal, mas com certeza "não tem o que é preciso pra satisfazer uma gostosa". Como você."
Era óbvio que ela não acreditava no que estava ouvindo. Ficava claro que ela estava desnorteada, minha reação tinha descontrolado ela. Mas, em vez de ir embora, ela se aproximou de onde eu estava e me disse, desafiadora: — Ah, é? O que você quer me dizer? Que você tem uma piroca boa pra me satisfazer? É isso que você quer me dizer? Seu filho da puta...
Mas, curiosamente, enquanto falava, ela olhou pra braguilha da minha calça, e notei o rubor nela ao ver como meu pau tinha endurecido e mostrado uma ereção notável, fazendo o volume na calça ficar bem evidente. Situação que eu também não tentei evitar. A real é que a natureza, sempre sábia, me dotou de uma piroca bem comprida e com uma grossura respeitável. Por isso, quando eu fiquei duro, o volume foi tão notório e saltava aos olhos.
Percebendo que ela tinha notado minha ereção, digo: — Não se preocupe, sogra, sei que você está surpresa vendo o volume da minha vara. Talvez... um dia desses você possa conferir ao vivo.
Fora de si, mas tremendamente excitada, ela responde: — Que... mas o que você tá dizendo, desgraçado? O que você fumou hoje? Tá doidão ou o quê?
— Nada de baseado, sogrinha. Mas um dia desses, tô disposto a te mostrar o que é um homem de verdade. Vou te mostrar como se fode uma gostosa carente de piroca como você.
Ela ficou perplexa e, sem me responder, muito acalorada, pigarreando, sem conseguir articular palavra, foi embora, não sem antes olhar de novo pro volume da minha calça.
Quando entrei na sala, pensei que ia dar merda. Pensei: certeza que até minha esposa vai se divorciar de mim. Mas era evidente que minha sogra ficou confusa. Talvez ninguém nunca tivesse falado com ela daquele jeito. E isso me fez entender que ela não contou nada do que aconteceu. Mas isso não evitou o olhar de ódio que ela me dirigiu quando nossos olhos se encontraram.
Os dias passaram, e meu sogro tinha ficado doente, e eu sabia pela minha esposa que estava na cama sem conseguir se levantar, sendo cuidada pela mulher dele. Minha esposa o visitava com frequência. Quando perguntei sobre o pai dela, ela me disse que eu devia ir vê-lo.
Respondi: — Com seu pai não tenho problema. Ele é muito boa pessoa. Mas você sabe que não aguento sua mãe. E ela também não me aguenta.
— É. Mas pelo menos devia tentar vê-lo.
Mesmo assim falei: — Tá bom, prometo que vou fazer um esforço e na quinta, quando tiver que passar pela cidade, vou tentar visitá-lo.
Foi assim que, naquele dia, depois de terminar o trabalho, me deu na telha que devia visitar meu sogro. Quando cheguei, bati na porta da casa dele e vi que ninguém respondia. Eles têm um chalé nos arredores da cidade, uns 9 km. Depois de insistir, vejo que quem abre a porta é Petra, minha sogra. Notei a cara de surpresa dela.
— O que você está fazendo aqui? — ela disse, se recompondo.
— Vim visitar vocês. Não posso vir vê-los? Vai me barrar na entrada?
— Não, claro que não.
Entrei e fui até o quarto do meu sogro, e ficamos conversando por um bom tempo. Tanto que logo anoiteceu, e além disso, o tempo mudou radicalmente em questão de minutos, e começou a chover forte. Tanto que os relâmpagos apareceram. Meu sogro disse pra esposa dele que eu não podia ir embora tão tarde e com o tempo daquele jeito.
Notei que Petra ficou vermelha, e embora tenha resistido um pouco, com a insistência do meu sogro ela aceitou, mas com aquela decisão, percebi que ela estava bem nervosa. Ela arrumou um quarto pra mim, e depois de tomar banho, fui pra sala. Ela deu jantar pro marido, e meu sogro acabou dormindo, e com o comprimido que ela deu, ele apagou de vez, porque era um sonífero que ele usava pra dormir.
Já na sala, Petra me olhou e disse: — Acho melhor a gente jantar.
Eu segui ela até a cozinha. Ela também tinha trocado de roupa, e agora tava usando um robe de noite, que também não era muito decotado, pelo menos não como Outras vezes ela já me tinha acostumado. Dessa vez, a saia batia acima dos joelhos. Notei que em alguns momentos ela se abria um pouco e eu conseguia entrever os peitos lindos dela, o que me fez ficar de pau duro. Enquanto ela preparava os pratos na cozinha, eu sentado na mesa olhava pra ela, e ao se sentir observada, me diz:
— E aí, o que que há com você? Você não tem vergonha na cara, não?! Tá na minha casa… pelo menos devia se comportar, não acha?
— O que foi que eu disse, sogra? Só tô olhando. Fica nervosa quando eu olho.
— O quê… ah, e por que…
Ela continuou, e eu falei:
Petra, não precisa ficar assim comigo. Eu gosto de olhar pra você. Não mudou nada, e sinceramente, tem que reconhecer que cada dia tá mais gostosa. Parece que os anos não passam pela senhora.
— O quê… já, você é um puxa-saco! Além do mais, sou mãe da sua esposa, não devia falar essas coisas pra mim.
Mas não consigo evitar. A senhora continua muito gostosa! E essa raba… verdade, sogra, deixa qualquer homem louco, e eu, claro, também.
— O quê… — ela respondeu me olhando, tentando não deixar eu olhar pra bunda dela. — Como você se atreve? Mas o que que tá acontecendo com você ultimamente?
Mesmo assim, sentamos pra jantar, e quando terminamos, vimos que lá fora tava chovendo torrencialmente, embora não fizesse frio, só muita umidade e calor. Depois de lavar a boca, saí do banheiro e encontrei minha sogra no sofá vendo TV. Sentei numa poltrona quase na frente dela.
Percebi que ela, em alguns momentos, olhou pro meu short que eu tava usando, e acho que notou o volume no meu short, onde meu pau tava aparecendo bem. Quando se viu surpreendida e que eu tinha pegado ela olhando, ela se levantou com a intenção de ir embora.
Eu fiquei olhando pra bunda dela, e ela, nervosa, foi de novo pra cozinha. A cozinha ficava bem longe do quarto do marido dela, então qualquer conversa era difícil de ser ouvida, e além disso, ele tava num sono profundo.
Criei coragem e fui atrás dela até a cozinha. E, depois colocar atrás dela, no momento em que ela tava apoiada na bancada da cozinha bebendo água. Coloquei minhas mãos nos ombros dela e acariciei como se tentasse acalmá-la. Percebi que "ela estremeceu ao sentir minhas mãos".
Imediatamente ela tentou se soltar e me disse: - O que cê tá fazendo...? O que cê quer?
Sem conseguir me segurar, falei: - Cê sabe o que eu quero. E acho que cê também quer, sogrinha.
- Que... cê tá louco. Sai da cozinha agora... cê pirou!
Longe de me abalar, segurei ela mais forte e coloquei contra a bancada da cozinha, conseguindo levantar o roupão até acima da bunda. Pela primeira vez, vi a bunda linda daquela mulher, só coberta pela calcinha que ela tava usando.
- O que cê tá fazendo, filho da puta... me solta... ai meu Deus, mas o que cê tá fazendo...
- Vamos, sogrinha. Relaxa... porra, que gostosa que cê tá.
E enquanto segurava ela com a mão esquerda, mantendo o corpo dela contra a bancada da cozinha, com a outra consegui puxar a calcinha dela até os joelhos. Ela ficou totalmente surpresa com minha ação.
- Ah, o que cê tá fazendo... vai ser filho da puta... ah, cê vai me pelar... aaaa
Minha sogra ficou como paralisada. Mal conseguiu falar ao ver que a calcinha dela tava nos joelhos, mostrando toda aquela bunda linda. Percebi que ela mantinha uma bunda redonda perfeita, sem nenhuma veia ou varizes. Aquela visão me deixou duro pra caralho.
Com um pouco de movimento, a calcinha dela caiu no chão. Meti então minha mão entre as coxas dela e alcancei pela primeira vez a buceta da minha sogrinha. Ela tinha um bom tufo de pelos cobrindo a xota. Mesmo assim, apertei pra ela abrir as pernas e consegui tocar os lábios da buceta dela, passando meus dedos entre eles. Porra... que molhada que a puta tá! Que surpresa.
- Ah, não me toca aí, mas o que cê tá fazendo... filho da puta, nãoooo... mas o que cê tá fazendo... aaa
- Vamos, sogra, sei que cê tá querendo. Cê se remexe, mas tem a buceta toda encharcada. "Cê é uma puta gostosa." Porra, que molhada. — Tá…!!..que surpresa!
— Mas o que cê tá dizendo… Porra, não me toca… ooooooo
Eu tinha enfiado dois dedos da minha mão direita dentro da buceta dela, e comecei a meter eles, como se tivesse bombando. Minha mão ficou toda molhada com os fluidos dela.
— Tira os dedos daí, seu filho da puta, oooo. Vou te denunciar… ooooo nãooo
— Cala a boca e aproveita. Essa noite você vai receber o que merece. “Vai ter a pica de um macho de verdade na sua buceta”, e se der, também no seu cu.
— Me solta… Oooo
Minhas esfregadas na buceta dela, enquanto eu penetrava com os dedos, fizeram com que, pra minha surpresa, ela logo gozasse. Não esperava por essa! Porra, minha sogra, apesar do jeito tradicional e conservador, tinha gozado só com uns dedos enfiados.
— Ah, seu filho da puta, ooooo, Meu Deus oooooo oooo
— Tá bem gostosa mesmo, sogrinha! Sua puta, gozou só com meus dedos. Imagina quando eu meter a vara!
Sem mais enrolação, com um tesão do caralho, abaixei minha calça, que caiu no chão da cozinha também, e na hora tirei a cueca, deixando minha rola no ar, dura que nem um cavalo, pelo tesão daquela situação. Porra, a situação me deixou tão excitado que acho que ela tava mais grossa e maior do que nunca.
E sem pensar muito, vendo que minha sogra tava meio relaxada depois do orgasmo, e as pernas dela ainda entreabertas, aproximei meu pau, enfiando entre elas, e na hora alcancei a fenda da buceta dela. Sem esperar reação, com uma metida de quadril “consegui enfiar quase mais de dois terços da minha vara na buceta dela”: ooooo nãoooooo que dor ooooo tiraaaaaaaaaaaa oooo
— Isso, sogrinha. Já tá dentro… ufff, sua puta… que buceta gostosa você tem. Tava bem carente, hein, sogrinha… Precisava da minha pica, né?
— oo tira… Cê tá louco… E… ainda por cima sem camisinha!!…..oooo
Percebi que minha sogra ainda tava no período fértil, então podia engravidar. A verdade é que que devia ter colocado uma camisinha, mas a situação era extremamente excitante e agora também não tinha nenhuma camisinha.
Sem cerimônia, terminei de enfiar meus 22 cm de pau inteiro na buceta dela. Ela arqueou as costas ao se sentir totalmente atravessada pela minha vara, ficando apoiada na bancada da cozinha, enquanto por trás meu pau estava completamente colado na bunda dela. Tava com a minha sogra completamente empalada pelo meu pau!
- aaaaaa seu filho da puta aaaaaa nãooooo
Ela, naquele momento, ao sentir minha vara toda dentro da buceta dela, ficou como se tivesse se entregado. Fazia movimentos de se soltar, mas sem muita convicção. Eu segurei ela bem forte com as duas mãos, enquanto comecei a bombar sem piedade: dentro fora, dentro fora... Meu cacete entrava até o fundo na buceta dela uma e outra vez. Não pensei que foder minha sogra me desse tanto prazer. Mas aquela era uma mulher singular, e o momento era propício para aproveitar. Enquanto a comia, olhava pra bunda perfeita dela, e notava como meu pau saía quase todo pra enfiar de novo até o fundo. Era espetacular!
- aaaa você tem que tirar... seu filho da puta... aaaaaa chegou no fundo... aaa... nãooo aaa
- sim, sogrinha. Você tá com ele todo dentro... vejo que você gosta.
Não demorou muito, quando percebi que minha sogra chegou ao orgasmo de novo. Notei isso ao sentir como as paredes da buceta dela se contraíram apertando meu pau ao máximo, como se quisesse estrangular ele. E na hora o corpo dela cedeu. Quase caiu no chão como desmaiada, então tive que segurar ela. Olhei em volta, vi que a mesa da cozinha tinha uma altura ideal, então levei ela até lá, e deitei ela de costas em cima da mesa.
- ahh chega. O que você tá fazendo... mas o que vai fazer comigo...
Pela primeira vez vi a cara de excitação da minha sogra de frente. Vi também pela primeira vez "a buceta dela", isso sim, com muito pelo, e depois de obrigar ela a abrir as pernas, contemplei bem "a xereca dela com os Lábios inchados e o buraco aberto pelo atrito da minha pica. Minha excitação aumentou.
Sem cerimônia, aproximei minha pica e enfiei de novo, mas agora de frente, olhando na cara dela. De novo, meu pau chegou até o útero dela. Ahhhh, caralho, aaaaa, não, de novo não... aaaa
Abri o roupão dela, e ela ficou só de sutiã, onde vi que se acomodavam um par de peitos lindos. Puxei o sutiã pra baixo com força, deixando os peitos dela ao ar, fora do sutiã, fazendo eles parecerem ainda maiores.
— Ah, vai me despir, aaaa... ah, porra, aaaa
— Porra, sogrinha. Que peitos... uhhhh, e sem me segurar, coloquei minha boca neles, sem parar de furar a buceta dela.
— Aaaa, nãooooo
Fiquei fodendo ela por vários minutos. Via a cara de puta no cio que minha sogra fazia, enquanto eu atravessava ela toda, uma e outra vez, e chupava os peitos lindos dela.
— Sabe o que tá fazendo, né? Vou te denunciar... vou contar pra todo mundo... aaaa... mais, não, aaaa
— A senhora que diga, sogra. Mas hoje vou foder essa buceta gostosa pra caralho!! — falei sem parar de furar a bocetinha dela.
— Você é um filho da puta... aaaa, pelo amor de Deus...
— Vai, puta. Reclama pra caralho, mas no fundo tá adorando, sogra. Precisava da pica de um macho como o do seu genro. Vai negar? ...vai, safada... abre essa buceta que vou terminar de furar ela... uf, puta, que delícia.
Ela percebeu que eu tava quase gozando e falou:
— Você tem que tirar. Tem que gozar fora... não tô protegida.
— Será que não quer minha porra, sogra? Pois eu acho que a senhora precisa de uma regada bem dada nessa bocetinha!! — sem parar de bombar ela. Sentia que faltava pouco pra eu gozar. Mesmo sabendo que ela ainda tava fértil, morbidamente falei: Viu minhas bolas, sogra? Tão cheias! Tô há dias sem foder com sua filha por causa da menstruação. Por isso tão a ponto de estourar...
— Você é louco... "nem pense nisso". Pode me engravidar! — ela respondeu. Verdadeiramente preocupada. Notei nos olhos dela.
– Já sei que ela ainda é fértil. Quem sabe a gente dá um irmãozinho pra minha esposa. Imagina só?
Ela me encara, me dando um olhar de felina, mas no fundo com cara de desafiadora, como sempre faz comigo, e furiosa, me diz: – …nem pense nisso. Além do mais, “acho que estou nos meus dias férteis”. Não goza dentro… nem vem, seu filho da puta… vai fazer isso, não ooo
Enquanto ela falava, e sabendo que estava nos dias férteis dela, meu leite começou a jorrar sem que eu pudesse evitar, sentindo como saía disparado com toda força dentro da buceta da minha sogra. Com isso, sem me segurar, “enterrei minha espada o mais fundo que pude dentro dela”, e coloquei todo o peso do meu corpo sobre a minha sogra, pra minha pica entrar ainda mais fundo, e sem remorso: “comecei a me esvaziar dentro dela”
– Ah, você tá gozando… oooooo vai me engravidar ooo não ooo me enche ooo não
Mas, pra minha surpresa, ela ao sentir meu gozo regando ela por dentro, entrou em êxtase e começou a tremer, sentindo que um novo orgasmo chegava. Gozamos ao mesmo tempo. Foi algo fenomenal! Até hoje nunca tinha gozado junto com a minha esposa.
Fiquei uns momentos com meu corpo apoiado no dela, com toda minha espada cravada até o talo dentro da buceta dela. Ela me olha na cara, notei como suava e estava meio relaxada.
Quando terminei, fui tirar minha pica da boceta dela, vendo a abertura enorme que tinha deixado na xota dela, os lábios vermelhos e o fio de porra que saía dela, escorrendo até o cu.
Ela me olha na cara e diz: – No final, você fez isso. Seu desgraçado. E ainda gozou dentro. E agora, o quê?! E se eu engravidar?... como vou contar pro meu marido?.
Ela, enquanto isso, desceu da mesa e, sem eu esperar, me deu um tapa fortíssimo que ecoou pela cozinha e pelo resto da casa, saindo correndo até o banheiro, deixando as calcinhas pra trás.
Eu não vesti as calças, fiquei meio pelado da cintura pra baixo e fui pro banheiro onde ela tinha entrado. Como a porta tava aberta, quando entrei, fechei de novo só com o trinco. Ela me viu e disse:
— Mas o que você tá fazendo aqui… vai de novo?
— Preciso me lavar um pouco também, sogrinha. Não tenho outro banheiro. Não vai querer que eu vá no banheiro do seu quarto, né.
Enquanto isso, ela tava se lavando no bidê, e eu me limpei um pouco na mesma pia. Depois de me secar, esperei por ela. Curiosamente, meu pau, mesmo tendo gozado fazia pouco, já tava de novo meia-bomba, e quando vi a bunda dela nua, enquanto ela se secava, fiquei duro de novo. Notei a cara de surpresa dela, e ela disse:
— Mas… de novo… você não vai querer…?
— Isso não acabou, sogrinha. A noite é longa. Acho que falta outro buraco. Falei com toda a cara de pau.
— Quêêê, você não vai querer meter no meu cu… mas você é doido!
Ela olhou pra minha vara toda dura, e notei que ela ficou excitada. Percebi na cara dela. Acho que tinha curtido a trepada que eu tinha dado, e agora tava com mais vontade.
— Eu prometi que “esse bum” também vai ser meu. Vi que ainda é virgem. Mas vai ser por pouco tempo. Essa noite não passa!
Ela tentou sair do banheiro, mas eu tirei a chave, e ela me olhou dizendo:
— O que você tá fazendo? Abre a porta. Vou gritar…
— Grita se quiser. Acho que não vai. Não vai querer que todo mundo saiba. Ou quer que todos descubram que puta você é?
— Não me chama de puta, desgraçado.
— É, mas hoje à noite você vai ser minha puta particular. Vamos, sogra, fica de frente pro espelho na pia, “pra esse macho te montar”. Quero te comer de cu como você merece!
— Quêê, você é maluco… nem sonha. Vai ter que me estuprar. Ela disse, desafiadora.
— Se quer que seja na força, sabe que me excita ainda mais. Vamos, puta, sabe que vou te montar de qualquer jeito.
Forcei ela Contra a pia, terminei de tirar o roupão dela, ficando só de sutiã, mas tirei os peitos dela pra fora pra me dar mais tesão. Separei as pernas dela e dei umas palmadas..
– ah, mas o que cê tá fazendo, não me bate, oooo
– as putinhas que não fazem o que mandam. São castigadas.
Ela se abriu um pouco, e pegando um pouco de gel, passei nos meus dedos e depois levei até o cu da sogra. Ela gemeu ao ver meu dedo besuntado de gel entrar sem dificuldade no rabo dela.
– ooo não, filho da puta, nãooo
– já viu, sogrinha? Entra com muita facilidade.
Logo dois dos meus dedos estavam dentro do cu dela, alargando à vontade. Era óbvio que ainda era virgem por ali, mas o esfíncter dela se dilatava que era uma delícia. Logo três dedos entravam lá dentro.
– ahh tira seus dedos daí oooo me abre oooo nãooo
– claro, putinha. Vou tirar, mas vou meter outra coisa que você vai amar. E sem cerimônia, de novo excitado ao ver aquele cuzinho virgem, aproximei minha vara e depois de passar um pouco de gel na minha glande, pra meu espanto, vi que o esfíncter dela engoliu quase um quarto do pau de uma vez. Era apertado, mas acho que o gel fez o trabalho dele.
– ooo não, filho da puta, por aí nãoooooo
– porra, putinha, que rabo você tem. Como entra bem, porra…
– ah, porra… vai me arrebentar… dessa tu me mata.. oooo filho da puta
Fiquei tão tesudo que, aos poucos, fui entrando nela, sentindo o cu dela se abrindo, e minha vara finalmente se alojou completamente dentro daquele rabo. Senti minhas bolas batendo na bunda dela, sinal claro de que tinha enfiado tudo. Minha sogra estava totalmente empalada pelo meu pau, abrindo o cu dela ao máximo.
– tira, filho da puta… vou te matar oooo tá doendo ooooo
E sem mais, comecei a entrar e sair dela, perfurando sem piedade aquele rabo lindo. Vi a cara de tesão da minha sogra no espelho, ao ver o genro comendo ela por trás, perfurando sem Piedade no cu dela, uma e outra vez. Eu também olhava pra ela, enquanto metia com mais força ainda.
- Porra, sogrinha. Que sentada que tô dando em você. É uma putinha gostosa. Precisava ser montada assim, não é?
Aqueles olhares de desaprovação, e minha penetração constante, enquanto com meus dedos eu mexia no coelhinho dela, levaram minha sogra a ter um novo orgasmo, fazendo ela gozar sem precedentes. Enquanto gozava, apertava com força as paredes do cu dela, prendendo meu pau dentro, me levando ao ápice.
- aaaaaiii simmmmmm ô deus aaaaaaai você vai... me quebrar toda...
Não aguentando mais, comecei a gozar dentro do cu dela. Meu leite jorrou de novo em borbotões. Quando terminei de sair dela, vi o buraco enorme que tinha o cu dela, e como meu leite escorria de lá. Ela se remexeu de novo, e tentou me bater outra vez. Mas dessa vez, segurei ela, e pra surpresa dela, beijei ela na boca.
Não sei o que aconteceu, mas percebi que ela entreabriu os lábios e me recebeu, mantendo aquele beijo por mais de um minuto.
Quando termina, ela se solta e me diz: - No final, você conseguiu. Me humilhou. Era o que você queria, não era?
- Não, sogra. O que eu queria era "comer ela". Bati muita punheta pensando em como ia possuir você. E finalmente você foi minha. Respondi de forma safada, sem soltar ela.
- Mas e a minha filha? Você não ama mais ela? - Ela me pergunta.
- Claro que amo, sogra. Mas "é que a senhora me enlouquece". A senhora não faz ideia da vontade que eu tava de pegar você.
- Você é um pervertido. Um sádico. E agora? Conseguiu. E se você me deixou grávida? O que eu vou fazer? - Ela respondeu com uma certa raiva, mas meio exausta pelo sexo que a gente tinha feito.
- Muito fácil, sogra. Assim que o sogrão se recuperar, dá uma trepada com ele. Ele nunca vai saber de nada.
Ela me olha, e responde, recuperando aquela cara de autoritária que eu sempre conheci: Como você é ingênuo. Mas isso não vai ficar assim. E você sabe disso! Dessa você vai se lembrar. Olhei na cara dela e falei: — E aí, sogrinha, o que vai fazer? Vai contar pra minha esposa? Ou pro seu marido? Vai me denunciar? Ou vai dizer que não gostou? Eu vi a cara de prazer que você fez quando eu comi seu cu. Acho que você desejou isso a vida inteira. No fundo, você precisava ser "montada desse jeito".
Ela sai do banheiro puta da vida, enquanto eu termino de me lavar e me arrumar um pouco. Quando termino, saio pra fora, ainda sem cueca nem calça, porque tinha deixado na cozinha. Chegando na cozinha, vesti tudo e fui pro quarto dormir. Devia ser quase sete da manhã quando acordei. Depois de me lavar um pouco, desci até a cozinha e vi que minha sogra já tinha levantado.
Olhando pra ela, reparei que tava usando uma saia não muito curta, mais curta do que ela costumava usar, e uma blusa. Lembrei de como tinha fodido ela na noite anterior e, chegando perto, falei:
— Bom dia, sogrinha. Como foi a noite? Enquanto segurava ela pela cintura e beijava o pescoço dela.
Ela se virou e, meio brava, disparou: — Pô! Você ainda vai continuar? Não te basta?
Dei um tapa na bunda dela e falei: — Hum, sogrinha, eu te foderia de novo em cima dessa mesa. Mas antes preciso recuperar as forças. Tô vendo que você tá preparando um café da manhã bem caprichado.
Ela me olha, acaba se acalmando e me serve o café. Depois de comer, olhei o celular e tinha uma mensagem da minha esposa, perguntando como tinha sido a noite. Liguei pra ela e ela perguntou como eu tinha me comportado com a mãe dela. Respondi em voz alta, vendo que ela se aproximava: — Ah, você sabe. Tão autoritária e mandona como sempre, mas "acho que de agora em diante, nós dois vamos nos comportar melhor". No fundo, ela é uma grande mulher.
Ela me olha e, chegando perto da pia da cozinha, fala: — Então sou muito mandona e autoritária.
— E é, sogrinha. Mas no fundo, essa é uma das qualidades que mais me atraem em você. Sem contar o corpaço que você tem. Ia ia marchar, já que tinha que pegar o carro e voltar pra casa, embora pro trabalho fosse meio complicado chegar a tempo. Fui me despedir do sogrão, mas vi que depois de tomar café ele tinha dormido de novo. Me despedi da sogra falando: —ué, não vai dar um beijo de despedida no seu genro?.
—vai, vaza logo. Se não fosse o marido da minha filha, te denunciava agora. Sai antes que eu me arrependa.
Fui pro carro, que tinha deixado na garagem deles. Quando ia dar a partida, sem nem ter aberto o portão da garagem, vi que ela vem e se aproxima do carro. Trazia algo na mão. Depois de descer, ela disse: —esqueci, pode levar isso pra minha filha?. É uma bolsa com algumas coisas dentro.
—claro, Petra. Notei algo no olhar dela. Era tipo o olhar de “uma puta no cio”. Pensei comigo: —essa mulher acho que tá com mais vontade de guerra. Tá pedindo aos berros pra eu foder ela de novo. Podia estar enganado, mas aquele olhaaaaar!.
E depois de deixar a bolsa dentro do carro, me aproximei de onde ela tava, olhei ela de cima a baixo. Ela ficou meio excitada, e me fala: —o que vai fazer, ….. O que cê tá querendo. Nem pense …oo seu filho da puta. De novo não.
—vai, sogrinha. Tá morrendo de vontade de levar outra fodida. Acho que vou meter de novo nela. Falava enquanto forçava ela devagar a se apoiar no capô do carro, ao mesmo tempo que, sem cerimônia, levantava a saia dela até a cintura, e sem mais, olhando excitado pra calcinha vermelha que ela tava usando, puxei ela pra baixo completamente, tirando pelas pernas dela, forçando ela a ficar sem.
—mas o que cê tá fazendo. Não, de novo nãooo oo
Sem responder, abaixei minha calça até os joelhos junto com a cueca, e ela, ao ver meu pauzão, que tava de novo em ação, me fala:
—ah, seu filho da puta, como cê tá de novo… não vai querer
Aproximei ela da buceta dela, e olhando na cara dela, enfiei até o talo.
—ah, seu filho da puta… oooo… vou te…
—vai, sogrinha Aproveita. Você veio porque queria que eu te fodesse de novo. Não nega.
- Não é verdade… você…
- Fala o que quiser. Mas você continua bem gostosa!! Não pode negar.
E sem dizer mais nada, ela solta: - Eu medi minha temperatura. “Acho que estou ovulando”.
Aquela confissão me deixou mais excitado ainda, e perguntei: Tem certeza que está ovulando?… Ela balança a cabeça que sim.
- Uhmm, você tá doida pra eu te deixar bem prenha. Vai conseguir!… Eu prometo!
- Você é louco, não pode gozar dentro de novo. Ela respondeu.
Mas saber que ela estava ovulando. Saber que eu podia engravidar minha própria sogra. Era algo que nenhum homem poderia nem imaginar. Tomei a decisão de que ia gozar dentro de novo. Queria engravidar ela. Disso não tinha dúvida nenhuma. Por isso respondi: Sabe que vou deixar minha semente dentro de novo pra você ficar bem prenha. Hein, sogrinha! Quer meu leite, né. Veio buscar ele.
- Ohhh ooooo, nem pense nisso. Mas era óbvio que ela tava bem molhada, porque depois de alguns minutos enfiando, ela gozou gostoso. Depois do orgasmo, vi uma cadeira na garagem. Puxei ela, sentei e falei: - Vamos, sogrinha. Hora de montar nesse macho. Vai, sobe no seu potro.
Ela me olha com cara de safada, e longe de evitar, montou em cima de mim de pernas abertas, foi se aproximando do meu corpo até a buceta dela ficar na altura do meu pau. E sem mais, ela se deixou cair, enfiando até o talo.
- Ah, caralho, que grande que você tem… como me abre. Aiiii sim, porra, como me abre.
E sem mais, começou a cavalgar meu pau. Senti os peitos dela durinhos, então abri a blusa e deixei eles de fora pra pular na minha frente. Vi como eles balançavam e iam de um lado pro outro, uma delícia. Estendi a mão pra pegar, mas não cabiam na minha mão… os peitos lindos dela pulando firmes e duros. Uma pele macia... nós dois gemíamos bem alto. Meu pau enchia ela completamente, ela tirava quase tudo e descia enfiando com força, gritando igual uma puta. Nenhuma mulher nunca tinha feito aquilo comigo.
- Caralho, sogra. Como ela manda bem. "É uma amazona de verdade". Vai, continua montando no seu genro. Tira toda a porra dele. Vai, sogrinha.
O barulho de chapinhar, num ritmo cardíaco, aumentava a sensação de prazer; nossos corpos ficavam tensos e as pernas tremiam. A força com que ela apertava as nádegas fez o tronco da minha sogra se erguer, e eu tive que ajudar com uma mão nas costas.
Na hora, as pernas da minha sogra me abraçaram, e a descarga inevitável estava prestes a acontecer. Uma corrente elétrica percorria os dois corpos enquanto ela se abria ao máximo para que meu míssil entrasse até o útero. Minha sogra estava completamente empalada! Não sei quantos orgasmos ela teve, quase seguidos, mas perdi a conta. Aquela mulher tinha a buceta que eu precisava e estava curtindo ao máximo.
Eu ia gozar, e joguei ela de novo sobre o capô do carro, de barriga pra cima, e enfiei de novo até o talo e
falei:
- Vou "encher você de novo, sogrinha". Ah, sim... você vai receber meu leitinho quente. Verdade que você deseja isso. Vai, me fala que você quer meu leite.
Ah, filho da puta... você vai fazer de novo... hoooo sim, goza dentro de uma puta de novo. Vai, filho da puta... não se segura, me enche... me engravida... siiiim, ooooo
E sem mais, gozei dentro dela de novo, enquanto nossos corpos se tensionavam pra minha porrada ser ainda mais funda. Depois de gozar, gemendo forte, me apoiei nela com minha adaga ainda dentro, e beijei ela na boca de novo. Enquanto ela me correspondia, sem nenhum escândalo.
Ficamos nessa posição uns cinco minutos com meu pau inteiro ainda dentro dela. Depois saí. Ela me olha na cara e diz: - Tenho certeza que dessa vez engravidei de novo! Você me encheu como nunca. — Sogra. "Juro que foi a melhor foda que já comi." Nem a filha dela vai conseguir superar isso.
Ela então fez algo diferente, aproximou os lábios e me beijou de novo na boca. Mas dessa vez, com ternura.
Depois, tivemos que nos lavar de novo, e fui pra minha casa.
Passou quase um mês e meio, e quando eu achava que não tinha acontecido nada, um belo dia, ao chegar em casa, minha esposa me diz: — Quer saber quem tá grávida? Você não vai nem imaginar.
— Ah, nem ideia. Falei meio intrigado, mas nervoso.
— Minha mãe!
— Sua mãe! Caramba, que surpresa.
Os meses passaram, e minha sogra já aparecia com uma barriga de seis meses de gravidez. Mas a filha da puta, até grávida me excitava.
Um dia, ela tinha vindo aqui em casa, já que as coisas estavam melhores entre a gente na frente de todo mundo, quando ela tava na cozinha e minha mulher tinha saído, eu cheguei por trás e falei:
— Porra, sogra. Mas que gostosa, hein!
Ela me olha, sorri e diz: — Tá gostando assim, barriguda?
— Não sabe o quanto, sogrinha. "Metia agora mesmo."
Ela me olhou e falou: — Na sua casa? Cê tá maluco!
Nessa hora, o WhatsApp tocou e minha esposa disse que ia ficar mais umas duas horas no salão, e que eu não saísse de casa até ela chegar, caso acontecesse algo com a mãe dela.
Ao ouvir isso, minha sogra ficou com os olhos brilhando. E eu falei:
— Tá vendo? Sua filha pediu pra eu cuidar da senhora.
Sem pensar duas vezes, levei ela pro quarto, tirei toda a roupa dela, contemplando aquele corpo, com a barriga já brilhando, mas totalmente excitante.
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