Vivia sozinha desde que meu sogro a deixou pra cuidar de uma família que ele fez com a melhor amiga dela, ou seja, ele passou a perna nela com a melhor amiga. Minha sogra, com os três filhos dela — meus dois cunhados e minha esposa, que é a caçula —, saiu em busca de melhores oportunidades e condições de vida, abandonando a cidade natal dela. É uma família muito simples, mas de bons costumes. Aos poucos, ela foi se virando e conseguiu dar estudo pros filhos.
Dois anos depois de casados, minha esposa terminou a faculdade de Psicologia, mas, como parte do currículo, precisava fazer um estágio integrado num estabelecimento público de uma das cidades mais afastadas do país. Esse estágio social durava três meses, e ela tinha que fazer com as nove colegas de turma. As nove foram pra cidade, alugaram uma casa grande pra ter os serviços básicos e cumprir as exigências e tarefas sociais da universidade. Durante esse tempo, minha sogra veio pro apartamento pra cuidar de mim e ajudar na limpeza. Eu dei pra ela o outro quarto, que ficava do lado do nosso. O banheiro era na frente dos quartos e era bem apertado, igual a lavanderia. A real é que o apartamento não era pra uma família com filhos, só pra duas pessoas.
Os primeiros dias foram estranhos porque os espaços eram muito pequenos, e eu tava acostumado a andar de cueca em casa, já que é confortável. Ela se vestia à vontade com shorts curtos de tecido fino. Apesar da idade, minha sogra ainda tem um corpo aceitável — não é muito alta, 1,65m, pele branca e cabelo preto azulado. Preciso dizer que a bunda dela ainda é dura e bem firme, porque desde nova se separou do meu sogro e, aos 48 anos, ainda se conservava muito bem. Eu via aquela bunda gostosa e redonda, branca, escondida naqueles tecidos finos, que sumiam entre ela com o mínimo esforço. Ela também... Peguei ela algumas vezes olhando pro volume que meu pau fazia na cueca fina, que deixava tudo bem marcado.
Cada dia ela se vestia mais leve e ficava mais à vontade, porque nossa relação sempre foi muito boa desde que a conheci. Mas a nossa relação de sogra e genro começou a mudar desde um dia em que fui tomar banho e percebi que não tinha toalha pra me secar. Pedi pra ela me trazer uma, achando que ela ia bater na porta e eu abriria, então saí do chuveiro pra esperar. Mas tomei um susto quando vi a porta se abrir enquanto ela pedia licença, e ela se assustou ao me ver pelado na frente dela, ficando chocada de me ver daquele jeito. Por instinto, ela baixou o olhar pro meu pau, arregalando os olhos com uma cara de tesão. Depois de uns três segundos sem tirar os olhos do meu membro, ela pediu desculpas e fechou a porta.
Fiquei pensando na reação dela quando viu meu pau, e isso me fez perceber o quanto ela devia estar carente desse tipo de relação. Me sequei todo, enrolei a toalha na cintura e saí do banheiro pro meu quarto pra ficar mais confortável. Quando estava no quarto, ela bateu na porta pra avisar que a janta tava pronta e que ia me esperar pra comer junto.
Quando cheguei na salinha de jantar e ela me viu entrar, baixou a vista com uma cara de vergonha. Tentei não deixar ela se sentir mal, então agi natural e começamos a conversar sobre qualquer coisa. Perguntei se ela tava bem comigo e se não tava cansada com os serviços de casa. Ela disse que tava muito bem porque eu era um bom genro, mas que sentia umas dores na parte de baixo das costas de vez em quando. Falei que ia levar ela num médico, mas ela disse que não precisava, que era só cansaço e que à noite dava uns massagezinhas meio desconfortáveis, mas que ajudavam ela a dormir melhor. Falei que ia pagar umas sessões de massagem pra ela. relaxar e que contrataria uma empregada pra cuidar da casa, mas ela disse que não era necessário porque de alguma forma perderíamos intimidade, e que com certeza só com um pouco de relaxamento muscular já passaria. Nessa hora ela se levantou e disse que tinha comprado uns cremes pra passar durante a massagem, me mostrando um pote grande. Eu perguntei se aquilo fazia ela se sentir bem, e ela respondeu que era suficiente porque era fácil de aplicar, exceto no meio das costas.
Ela me perguntou se eu não me importava de passar o creme nela, e eu respondi que de jeito nenhum, que faria com prazer. Ela ficou feliz e disse que agradecia, e que antes de eu dormir, me incomodaria. Depois de jantar, fomos ver um filme de ação, e logo percebi que ela estava com o olhar perdido e que, de vez em quando, quando falava sobre o filme, olhava pra minha virilha. Ela se levantou e foi vestir o pijama de duas peças (calça e blusa). Quando o filme terminou, eu disse que logo iria me deitar e perguntei se ela não se importava de eu passar o creme nas costas dela. Ela se levantou, pegou o pote e ficou de frente pra mim pra eu aplicar. Até aquele momento, eu não tinha reparado que ela não estava de roupa íntima, e percebi porque, quando virou de costas pra mim e levantou a blusa, notei que não tinha sutiã, o que me fez imaginar aqueles peitos branquinhos e redondinhos. Comecei a passar o creme no meio das costas dela e a fazer uma massagem do centro pros lados. Ela não parava de me agradecer e relaxar cada vez que eu colocava as mãos na largura das costas dela.
Depois de alguns minutos assim, ela pediu pra eu passar um pouco mais pra baixo e, com as mãos, deslizou a calça do pijama um pouco pra baixo, o que me deu uma visão do começo da rachinha entre aquelas duas nádegas brancas e deliciosas, percebendo que ela não tinha calcinha na parte de baixo e supondo ao mesmo tempo que era o jeito dela dormir. Com um pouco de nervoso, comecei a dar um... massagem mais delicada naquela área, mas não consegui evitar parar no começo da sua racha, provocando uns suspiros leves e uma respiração mais ofegante da minha sogra. Em poucos minutos, ela me agradeceu pela atenção à saúde dela. Nem preciso dizer que nessa hora meu pau já tava duro no talo, de pé na hora, sem conseguir esconder meus 18 centímetros de comprimento por 7 de largura, o que fez ela cravar o olhar na imagem notória do meu pau querendo escapar da cueca que eu tava usando. Ela naquele momento arregalou os olhos mais que o normal, surpresa com a cena, e eu me retirei o mais rápido pro meu quarto pra descarregar toda minha excitação com uma punheta daquelas.
No dia seguinte, ela me preparou o café da manhã e notei que ela se sentia muito melhor, aí não consegui evitar perguntar como ela tava e ela disse que muito melhor por causa da atenção que eu tinha dado na noite anterior e que queria que a noite chegasse logo pra se sentir relaxada de novo. Quando voltei do trabalho, ela me recebeu com um guisado de carne no carvão delicioso e tinha comprado umas cervejinhas pra gente matar o calor que tava pegando naqueles dias. Durante o jantar, tudo normal, só que eu não consegui evitar tomar uma terceira cerveja e ela duas, o que fez a gente lembrar dos tempos alegres que a gente tinha compartilhado nos últimos cinco anos. Quando terminamos, ela disse que ia se trocar pra ficar mais confortável e que queria que eu fizesse a massagem nas costas dela. Nessa hora, com o calor das cervejas na cabeça, pensei que não era má ideia passar minhas mãos naquela racha gostosa que ela tinha no meio daquelas nádegas brancas e redondas. Quando ela voltou, tava usando outro conjunto de duas peças (blusa e calça) de algodão. Imediatamente fixei o olhar nos peitos dela e notei que os mamilos tavam bem duros e marcavam o volume da blusa leve.
Ela se aproximou de mim e perguntou se não era melhor fazer no comedor por causa do conforto da cadeira e que assim ela podia se deitar. sobre a mesa pra esticar mais os músculos dela durante a massagem. Eu falei que tava de boa e que se ela queria assim, sem problema. Ela me chamou pra sentar numa cadeira e se colocou entre a cadeira e a mesa, levantando a blusa até a altura dos peitos durinhos. Comecei a dar uma massagem bem direta no meio das costas dela, com movimentos pros lados por uns minutos. Ela de vez em quando virava pra frente, como se fosse se deitar na mesa, e levantava a bunda na direção do meu rosto. Não dava pra evitar ver aquela raba tão gostosa perto da minha cara, e ela falava que assim sentia os músculos esticarem e davam umas sensações mais deliciosas. Em poucos minutos eu tava completamente duro quando via aquele cuzão bonito e redondo na minha frente. Nessa posição, ela falou pra eu massagear a parte de baixo das costas e, igual no dia anterior, abaixou a calça do pijama até dar pra ver ainda mais a racha até o meio da bunda branca e firme dela. Passei bastante creme e comecei a dar uma massagem bem profunda na área sul das costas, até pegar as duas bandas da bunda com as mãos. Nessa hora, ela se deitou na mesa e mostrou como aquele par de nalgas se abria bem na minha cara, o que eu não aguentei e me aproximei pra cheirar a buceta e o cu dela, quase enfiando o nariz entre as bandas. Ela suspirou na hora e, depois de uns dois minutos nessa posição, eu levantei e enfiei com cuidado meu pau na parte de baixo da racha, coberta por um pano fino de algodão do pijama dela e pelo tecido fino da minha cueca.
Nessa hora, ela gemeu ao sentir que eu tava em pé atrás dela com as mãos na bunda dela. Eu não aguentei mais e enfiei meu pau completamente duro entre as bandas dela. Ao sentir aquele movimento, ela se levantou devagar pra apertar meu pau dentro da bunda dela e depois se deitou de novo na mesa. Eu não consegui me controlar e tirei a rola pra fora. Tirei da minha cueca e enfiei entre as nádegas dela. Ela começou a gemer, sem parar de respirar e suar. Depois de dois minutos nessa posição, puxei a calça dela, que caiu no chão, deixando exposta aquela estrela deliciosa que era o cu suado dela. Ela não disse nada, e quando encostei meu pau na entrada do cu dela, gemeu pelo calor que sentiu na cabeça do meu membro grosso e cheio de veias.
Sem dizer nada, comecei a me mover em círculos, apertando a cada investida enquanto minhas mãos seguravam os peitos dela, já descobertos. Em poucos minutos, o esfíncter dela se dilatou até quase o tamanho da cabeça do meu pau. Com um pouco de pressão nas próximas investidas, entrei naquele lugar apertado. Na hora, ela deu um grito alto e se contorceu na mesa de tesão que estava sentindo. Comecei devagar o movimento de pressão do meu pau no cu dela, vendo minhas veias sumirem dentro da bunda dela até minhas bolas inchadas baterem nos lábios da buceta dela. Por alguns segundos, parei para dar tempo de ela se dilatar completamente. Sentir aquela parte tão apertada e quente me fez perder a cabeça, e comecei a bombear de forma mais brusca, até o fundo, em movimentos rápidos.
Por uns dez minutos, meti do jeito mais duro e até o fundo na minha sogra, que se contorcia na mesa e se banhava de suor. Sentia minhas bolas completamente molhadas, batendo nos lábios dela, e a umidade deixava nossas pernas encharcadas. Por um momento, tirei o pau do cu dela e enfiei sem piedade na buceta até o fundo, começando a bombear forte e rápido por alguns minutos. Depois, fiquei alternando entre a buceta e o cu, enfiando até o fundo nos dois buracos. Quando senti que ia gozar, tirei da buceta e enfiei violentamente no cu, bombando rápido e até o fundo, conseguindo descarregar toda a porra acumulada por três semanas. Durante esse tempo (quase 25 minutos), ela teve uns quatro orgasmos. e sem dizer nada, ainda com meu pau no cu dela, ela se levantou, virou a cabeça pra mim, me beijou na boca e disse que aquilo era a coisa mais linda que ela tinha sentido em anos de frustrações e desejos sexuais.
Assim, com meu pau ainda enfiado no cu dela, comecei a meter de novo, pegando nos peitos dela e beijando os lábios, recomecei o vai e vem do meu pau dentro do cu dela, que apertava minha rola por causa da bunda firme e fechada. Desse jeito, fomos andando até o quarto e, quando chegamos, ainda com meu pau dentro do cu dela, deitamos na cama na mesma posição (ela de bruços, com as pernas fechadas, e eu por cima dela) e, com meu pau dentro do cu dela, ela me fez gozar em uns cinco minutos por causa da sensação do cu apertado dela. Durante esse tempo, naquela posição, ela tinha destruído minha pica a cada estocada que eu enfiava até o fundo do cu dela, porque ela contraía o ânus toda vez que eu metia até o talo, me dando a sensação de que ela estava ordenhando minha rola com o cu. Não aguentei e deixei todo meu leite invadir o cu dela de novo. Terminei deitado completamente nas costas dela, exausto pela putaria. Ficamos nessa posição por uns três minutos até nos recuperarmos da sensação do orgasmo que tomou conta dos dois ao mesmo tempo. Tirei meu pau do cu dela e percebi que ele saía com merda nas veias que marcavam meu falo. Ela dormiu com o cu arrombado.
Depois disso, passamos uns meses transando toda noite. Quando minha esposa voltou pra casa, me viu mais magro e pálido. Eu disse que não tinha comido direito por causa da ausência dela, e ela se jogou em cima de mim pela prova de amor que eu tinha dado.
Dois anos depois de casados, minha esposa terminou a faculdade de Psicologia, mas, como parte do currículo, precisava fazer um estágio integrado num estabelecimento público de uma das cidades mais afastadas do país. Esse estágio social durava três meses, e ela tinha que fazer com as nove colegas de turma. As nove foram pra cidade, alugaram uma casa grande pra ter os serviços básicos e cumprir as exigências e tarefas sociais da universidade. Durante esse tempo, minha sogra veio pro apartamento pra cuidar de mim e ajudar na limpeza. Eu dei pra ela o outro quarto, que ficava do lado do nosso. O banheiro era na frente dos quartos e era bem apertado, igual a lavanderia. A real é que o apartamento não era pra uma família com filhos, só pra duas pessoas.
Os primeiros dias foram estranhos porque os espaços eram muito pequenos, e eu tava acostumado a andar de cueca em casa, já que é confortável. Ela se vestia à vontade com shorts curtos de tecido fino. Apesar da idade, minha sogra ainda tem um corpo aceitável — não é muito alta, 1,65m, pele branca e cabelo preto azulado. Preciso dizer que a bunda dela ainda é dura e bem firme, porque desde nova se separou do meu sogro e, aos 48 anos, ainda se conservava muito bem. Eu via aquela bunda gostosa e redonda, branca, escondida naqueles tecidos finos, que sumiam entre ela com o mínimo esforço. Ela também... Peguei ela algumas vezes olhando pro volume que meu pau fazia na cueca fina, que deixava tudo bem marcado.
Cada dia ela se vestia mais leve e ficava mais à vontade, porque nossa relação sempre foi muito boa desde que a conheci. Mas a nossa relação de sogra e genro começou a mudar desde um dia em que fui tomar banho e percebi que não tinha toalha pra me secar. Pedi pra ela me trazer uma, achando que ela ia bater na porta e eu abriria, então saí do chuveiro pra esperar. Mas tomei um susto quando vi a porta se abrir enquanto ela pedia licença, e ela se assustou ao me ver pelado na frente dela, ficando chocada de me ver daquele jeito. Por instinto, ela baixou o olhar pro meu pau, arregalando os olhos com uma cara de tesão. Depois de uns três segundos sem tirar os olhos do meu membro, ela pediu desculpas e fechou a porta.
Fiquei pensando na reação dela quando viu meu pau, e isso me fez perceber o quanto ela devia estar carente desse tipo de relação. Me sequei todo, enrolei a toalha na cintura e saí do banheiro pro meu quarto pra ficar mais confortável. Quando estava no quarto, ela bateu na porta pra avisar que a janta tava pronta e que ia me esperar pra comer junto.
Quando cheguei na salinha de jantar e ela me viu entrar, baixou a vista com uma cara de vergonha. Tentei não deixar ela se sentir mal, então agi natural e começamos a conversar sobre qualquer coisa. Perguntei se ela tava bem comigo e se não tava cansada com os serviços de casa. Ela disse que tava muito bem porque eu era um bom genro, mas que sentia umas dores na parte de baixo das costas de vez em quando. Falei que ia levar ela num médico, mas ela disse que não precisava, que era só cansaço e que à noite dava uns massagezinhas meio desconfortáveis, mas que ajudavam ela a dormir melhor. Falei que ia pagar umas sessões de massagem pra ela. relaxar e que contrataria uma empregada pra cuidar da casa, mas ela disse que não era necessário porque de alguma forma perderíamos intimidade, e que com certeza só com um pouco de relaxamento muscular já passaria. Nessa hora ela se levantou e disse que tinha comprado uns cremes pra passar durante a massagem, me mostrando um pote grande. Eu perguntei se aquilo fazia ela se sentir bem, e ela respondeu que era suficiente porque era fácil de aplicar, exceto no meio das costas.
Ela me perguntou se eu não me importava de passar o creme nela, e eu respondi que de jeito nenhum, que faria com prazer. Ela ficou feliz e disse que agradecia, e que antes de eu dormir, me incomodaria. Depois de jantar, fomos ver um filme de ação, e logo percebi que ela estava com o olhar perdido e que, de vez em quando, quando falava sobre o filme, olhava pra minha virilha. Ela se levantou e foi vestir o pijama de duas peças (calça e blusa). Quando o filme terminou, eu disse que logo iria me deitar e perguntei se ela não se importava de eu passar o creme nas costas dela. Ela se levantou, pegou o pote e ficou de frente pra mim pra eu aplicar. Até aquele momento, eu não tinha reparado que ela não estava de roupa íntima, e percebi porque, quando virou de costas pra mim e levantou a blusa, notei que não tinha sutiã, o que me fez imaginar aqueles peitos branquinhos e redondinhos. Comecei a passar o creme no meio das costas dela e a fazer uma massagem do centro pros lados. Ela não parava de me agradecer e relaxar cada vez que eu colocava as mãos na largura das costas dela.
Depois de alguns minutos assim, ela pediu pra eu passar um pouco mais pra baixo e, com as mãos, deslizou a calça do pijama um pouco pra baixo, o que me deu uma visão do começo da rachinha entre aquelas duas nádegas brancas e deliciosas, percebendo que ela não tinha calcinha na parte de baixo e supondo ao mesmo tempo que era o jeito dela dormir. Com um pouco de nervoso, comecei a dar um... massagem mais delicada naquela área, mas não consegui evitar parar no começo da sua racha, provocando uns suspiros leves e uma respiração mais ofegante da minha sogra. Em poucos minutos, ela me agradeceu pela atenção à saúde dela. Nem preciso dizer que nessa hora meu pau já tava duro no talo, de pé na hora, sem conseguir esconder meus 18 centímetros de comprimento por 7 de largura, o que fez ela cravar o olhar na imagem notória do meu pau querendo escapar da cueca que eu tava usando. Ela naquele momento arregalou os olhos mais que o normal, surpresa com a cena, e eu me retirei o mais rápido pro meu quarto pra descarregar toda minha excitação com uma punheta daquelas.
No dia seguinte, ela me preparou o café da manhã e notei que ela se sentia muito melhor, aí não consegui evitar perguntar como ela tava e ela disse que muito melhor por causa da atenção que eu tinha dado na noite anterior e que queria que a noite chegasse logo pra se sentir relaxada de novo. Quando voltei do trabalho, ela me recebeu com um guisado de carne no carvão delicioso e tinha comprado umas cervejinhas pra gente matar o calor que tava pegando naqueles dias. Durante o jantar, tudo normal, só que eu não consegui evitar tomar uma terceira cerveja e ela duas, o que fez a gente lembrar dos tempos alegres que a gente tinha compartilhado nos últimos cinco anos. Quando terminamos, ela disse que ia se trocar pra ficar mais confortável e que queria que eu fizesse a massagem nas costas dela. Nessa hora, com o calor das cervejas na cabeça, pensei que não era má ideia passar minhas mãos naquela racha gostosa que ela tinha no meio daquelas nádegas brancas e redondas. Quando ela voltou, tava usando outro conjunto de duas peças (blusa e calça) de algodão. Imediatamente fixei o olhar nos peitos dela e notei que os mamilos tavam bem duros e marcavam o volume da blusa leve.
Ela se aproximou de mim e perguntou se não era melhor fazer no comedor por causa do conforto da cadeira e que assim ela podia se deitar. sobre a mesa pra esticar mais os músculos dela durante a massagem. Eu falei que tava de boa e que se ela queria assim, sem problema. Ela me chamou pra sentar numa cadeira e se colocou entre a cadeira e a mesa, levantando a blusa até a altura dos peitos durinhos. Comecei a dar uma massagem bem direta no meio das costas dela, com movimentos pros lados por uns minutos. Ela de vez em quando virava pra frente, como se fosse se deitar na mesa, e levantava a bunda na direção do meu rosto. Não dava pra evitar ver aquela raba tão gostosa perto da minha cara, e ela falava que assim sentia os músculos esticarem e davam umas sensações mais deliciosas. Em poucos minutos eu tava completamente duro quando via aquele cuzão bonito e redondo na minha frente. Nessa posição, ela falou pra eu massagear a parte de baixo das costas e, igual no dia anterior, abaixou a calça do pijama até dar pra ver ainda mais a racha até o meio da bunda branca e firme dela. Passei bastante creme e comecei a dar uma massagem bem profunda na área sul das costas, até pegar as duas bandas da bunda com as mãos. Nessa hora, ela se deitou na mesa e mostrou como aquele par de nalgas se abria bem na minha cara, o que eu não aguentei e me aproximei pra cheirar a buceta e o cu dela, quase enfiando o nariz entre as bandas. Ela suspirou na hora e, depois de uns dois minutos nessa posição, eu levantei e enfiei com cuidado meu pau na parte de baixo da racha, coberta por um pano fino de algodão do pijama dela e pelo tecido fino da minha cueca.
Nessa hora, ela gemeu ao sentir que eu tava em pé atrás dela com as mãos na bunda dela. Eu não aguentei mais e enfiei meu pau completamente duro entre as bandas dela. Ao sentir aquele movimento, ela se levantou devagar pra apertar meu pau dentro da bunda dela e depois se deitou de novo na mesa. Eu não consegui me controlar e tirei a rola pra fora. Tirei da minha cueca e enfiei entre as nádegas dela. Ela começou a gemer, sem parar de respirar e suar. Depois de dois minutos nessa posição, puxei a calça dela, que caiu no chão, deixando exposta aquela estrela deliciosa que era o cu suado dela. Ela não disse nada, e quando encostei meu pau na entrada do cu dela, gemeu pelo calor que sentiu na cabeça do meu membro grosso e cheio de veias.
Sem dizer nada, comecei a me mover em círculos, apertando a cada investida enquanto minhas mãos seguravam os peitos dela, já descobertos. Em poucos minutos, o esfíncter dela se dilatou até quase o tamanho da cabeça do meu pau. Com um pouco de pressão nas próximas investidas, entrei naquele lugar apertado. Na hora, ela deu um grito alto e se contorceu na mesa de tesão que estava sentindo. Comecei devagar o movimento de pressão do meu pau no cu dela, vendo minhas veias sumirem dentro da bunda dela até minhas bolas inchadas baterem nos lábios da buceta dela. Por alguns segundos, parei para dar tempo de ela se dilatar completamente. Sentir aquela parte tão apertada e quente me fez perder a cabeça, e comecei a bombear de forma mais brusca, até o fundo, em movimentos rápidos.
Por uns dez minutos, meti do jeito mais duro e até o fundo na minha sogra, que se contorcia na mesa e se banhava de suor. Sentia minhas bolas completamente molhadas, batendo nos lábios dela, e a umidade deixava nossas pernas encharcadas. Por um momento, tirei o pau do cu dela e enfiei sem piedade na buceta até o fundo, começando a bombear forte e rápido por alguns minutos. Depois, fiquei alternando entre a buceta e o cu, enfiando até o fundo nos dois buracos. Quando senti que ia gozar, tirei da buceta e enfiei violentamente no cu, bombando rápido e até o fundo, conseguindo descarregar toda a porra acumulada por três semanas. Durante esse tempo (quase 25 minutos), ela teve uns quatro orgasmos. e sem dizer nada, ainda com meu pau no cu dela, ela se levantou, virou a cabeça pra mim, me beijou na boca e disse que aquilo era a coisa mais linda que ela tinha sentido em anos de frustrações e desejos sexuais.
Assim, com meu pau ainda enfiado no cu dela, comecei a meter de novo, pegando nos peitos dela e beijando os lábios, recomecei o vai e vem do meu pau dentro do cu dela, que apertava minha rola por causa da bunda firme e fechada. Desse jeito, fomos andando até o quarto e, quando chegamos, ainda com meu pau dentro do cu dela, deitamos na cama na mesma posição (ela de bruços, com as pernas fechadas, e eu por cima dela) e, com meu pau dentro do cu dela, ela me fez gozar em uns cinco minutos por causa da sensação do cu apertado dela. Durante esse tempo, naquela posição, ela tinha destruído minha pica a cada estocada que eu enfiava até o fundo do cu dela, porque ela contraía o ânus toda vez que eu metia até o talo, me dando a sensação de que ela estava ordenhando minha rola com o cu. Não aguentei e deixei todo meu leite invadir o cu dela de novo. Terminei deitado completamente nas costas dela, exausto pela putaria. Ficamos nessa posição por uns três minutos até nos recuperarmos da sensação do orgasmo que tomou conta dos dois ao mesmo tempo. Tirei meu pau do cu dela e percebi que ele saía com merda nas veias que marcavam meu falo. Ela dormiu com o cu arrombado.
Depois disso, passamos uns meses transando toda noite. Quando minha esposa voltou pra casa, me viu mais magro e pálido. Eu disse que não tinha comido direito por causa da ausência dela, e ela se jogou em cima de mim pela prova de amor que eu tinha dado.
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