Visitantes folgados

Olá, pessoal... meu nome é Aurora e vou contar o que aconteceu. Quando meus primos e minha avó vieram me visitar em casa. Como vocês já sabem, minha avó veio visitar junto com meus primos Esteban e Sandro, por quem tenho muito carinho. Sandro, muito atencioso comigo, me trouxe café no meu quarto bem cedo e, como era de se esperar, aconteceu o inimaginável: ele acariciou minhas pernas a ponto de ver a calcinha fio-dental que eu usava por baixo do meu vestido, pois ele tinha notado o quanto eu fiquei nervosa quando ele se aproximou de mim. Depois desse ocorrido, quando estávamos com Esteban, meu primo Sandro tentou levar a situação numa boa. Eu, por minha vez, usei roupas menos sensuais na frente deles. Naquele dia, minha mãe chegou cedo, por volta das 10h08, com minha avó, e depois voltou para o trabalho, porque só tinha pedido folga até o meio-dia, mas não queria chegar muito tarde no serviço. Cozinhei para todo mundo, e depois disso minha avó sentou no sofá para ver TV, mas em poucos minutos dormiu. Meu primo Esteban também foi para o quarto dele tirar um cochilo, enquanto meu primo Sandro sentou lá fora, no pátio. Fiquei muito curiosa para perguntar umas coisas para ele e me aproximei. Sentei na poltrona e disse: — Sandro, queria te perguntar uma coisa! Ele respondeu: — Claro, fala aí... Eu perguntei na hora, bem ansiosa: — É verdade tudo o que você me contou? Sobre o que você fez com sua ex? Ele respondeu meio envergonhado: — Sim, me desculpa por ter te contado, talvez tenha te deixado desconfortável e não era minha intenção. Então, bem quietinha, me levantei e fui para o meu quarto. Quando me deitei e comecei a olhar meu celular, vi que meu primo Sandro passou perto do meu quarto. Notei que ele procurava um jeito de ver o que eu estava fazendo, e por pura sacanagem, vesti de novo a camisola que eu estava usando na noite anterior, porque fiquei excitada lembrando de tudo o que Sandro me contou sobre quando ele estava com a ex. Me apoiei na cabeceira da cama e vi ele passar de novo, meu primo, que ao me ver de camisola, não hesitou. Ao passar e me perguntar qualquer coisa só pra me ver melhor com o que eu tava vestindo. Sem saber o que me dizer, ele entrou e falou: — Ehh... (com a voz meio nervosa) você tem um cortador de unha pra me emprestar? Me olhando fixamente do jeito que eu tava vestida, eu disse que não tinha e ele não sabia o que me perguntar só pra ficar ali e saiu do meu quarto. Achei a situação meio engraçada, porque não parecia que ele tinha feito aquelas coisas com a ex dele. Passou um tempão, tudo ficou em silêncio, exceto na sala, que dava pra ouvir a TV ligada. Saí do meu quarto achando que meu primo tinha dormido, desci toda confiante pra sala e vi minha avó dormindo enquanto a TV continuava ligada. Não tive coragem de incomodar ela e fui pra cozinha beber um copo d'água, quando o Sandro apareceu na minha frente. Ele tava sentado lá fora e, quando me viu, entrou rapidinho. Fiquei vermelha porque ainda tava de vestido e disse que só vim pegar água. Meu primo não falava nada, só me olhava fixamente dos pés à cabeça e, sem hesitar um segundo, chegou perto de mim. Fiquei nervosa porque ele me abraçou pela cintura e, sem me perguntar nada, só me abraçou me levantando do chão. Pedi pra ele me colocar no chão e, sorrindo, ele só disse pra eu não fazer barulho. Quando me abaixou, não me soltou de vez, porque me deixou abraçada pela cintura. Perguntei por que o abraço e ele só disse que tava com vontade de me abraçar forte e, me vendo assim, deu mais vontade ainda. Quando ele falou isso, senti a mão dele puxando meu vestido pra cima, tentando ver minha calcinha. Eu me soltei bruscamente, porque não queria que acontecesse a mesma coisa que com o Bruno, mas o Sandro parecia ter essas intenções. Rapidamente fui pro meu quarto, fiquei pensativa e meio nervosa, quando ouvi o Sandro bater na porta e pedir pra entrar. Disse que não tava a fim de conversar, mas ele insistiu. Aí, quando ele entrou, fiquei sentada na beira da cama e o Sandro, me vendo meio nervosa, pediu desculpas pelo que aconteceu. Disse que não foi nada, e ele sentou na Na beira da minha cama, perto de mim, eu encolhi as pernas e me cobri com um travesseiro pra não mostrar minha calcinha. Aí soltei e perguntei por que ele tinha feito aquilo com a ex dele. Ele disse que foi só por curiosidade, que nem pensou e não mediu as consequências. Falei que ele era um bruto e que talvez tivesse perdido uma mina boa. Nisso, ele se aproximou e disse que só queria pegar nas pernas dela e acariciar, mas chegou tão perto que começou a tocar nas minhas pernas enquanto falava. Eu não tinha pra onde fugir, porque ele tinha se apoiado no lugar onde eu podia sair, e vendo que não tinha opção de escapar, ele continuou contando enquanto passava a mão na minha perna. Deixei, pensando que não ia passar disso, mas conforme ele contava a história, ficava mais e mais quente e provocava um calor interno em mim. Quando me dei conta, ele puxou o travesseiro que me cobria e perguntou se podia ver minha calcinha. Eu, meio envergonhada, falei: "Você pede permissão depois de já ter tirado o travesseiro pra me olhar?" E ele, sorrindo, chegou mais perto e abriu minhas pernas, deixando quase toda minha calcinha à mostra. Ele ficou olhando com atenção, e eu só encarei ele, vendo o que ele fazia na minha frente. Na hora, falei: "Feliz? Já viu minha calcinha?" E ele, meio nervoso, se afastou dizendo: "Sim, sim, é bem bonita." E, enquanto eu cobria de novo, perguntei se era só isso. Ele, então, enfiou a mão por baixo das minhas pernas e chegou a tocar por cima da minha calcinha. Fiquei fria, congelada ao sentir os dedos dele tocando minha buceta por cima da calcinha. Quando ele me viu assim, não hesitou em continuar me tocando. Eu não processei rápido, e quando percebi, ele já estava me acariciando, minha calcinha meio molhada de tesão naquele momento. Não sabia o que dizer, e a única coisa que saiu foi: "Você tá me fazendo cócegas!" E ele, afastando minha calcinha de lado, enfiou a mão e tocou minha buceta com os dedos, fazendo movimentos suaves de cima pra baixo. Eu, nervosa e excitada, podia ver como o dedo dele... massageava entre os lábios da minha buceta, me vendo assim, me puxou pra deitar direito e abrindo minhas pernas puxou minha calcinha me deixando nua, começou a brincar com minha buceta me massageando, e arrancando pequenos gemidos de prazer, que quando cheguei no ponto de ficar excitada deixei ele fazer o que quisesse comigo, pois abri minhas pernas e deixei ele brincar comigo, depois de um tempo quando olhei ele estava com o pau pra fora da cueca, falei pra ele não fazer e quando ele se deitou por cima de mim, senti o pau quente dele penetrar minha buceta, tava na merce dele, fechei meus olhos e senti ele se mexendo e meus gemidos ficaram fortes que ele sem hesitar tapou minha boca com a mão e os movimentos dele ficavam cada vez mais rápidos, o que causava em mim dor e prazer ao mesmo tempo, quando ouvi um barulho, rapidamente falei que era minha avó, e ele levantou e se trocou, eu entrei no banheiro do meu quarto e me lavei, troquei de roupa e saí pra ver o que era, quando vi minha avó, ela chegou perto e disse que queria um suco, desci pra cozinha e vi o Sandro terminando de fazer um suco de mamão pra minha avó, fingindo de bobo ele me olhou e falou pra eu vir provar, e me abraçando pela cintura falou no meu ouvido, você tá uma delícia, sorrindo pra mim e eu meio envergonhada olhei pra ele com cara de safada e falei: - Era isso que você tava procurando, né!!!!! sorrindo ele disse que só aconteceu. Nisso meu primo Esteban desceu e nos pegou meio agarradinhos os dois, perguntou tá rolando algo aqui? Mas rapidamente mudando de assunto o Sandro subiu com o copo de suco pra minha avó, e eu fiquei na sala com o Esteban, que não perdeu tempo em me olhar com minha legging e o quanto ela marcava meu corpo, ele chegou perto e passando a mão na minha perna começou a conversar comigo até que percebi que as mãos dele estavam nas minhas coxas bem perto de tocar minha buceta, afastei a mão dele e mudei de assunto tentando me afastar do lado dele mas a ousadia dele fez ele colocar impulsivamente a mão dele por cima da minha buceta me apertar, naquele ponto eu só fiquei olhando pra ele me apalpando enquanto tudo estava em silêncio, ele me encarava firme esperando uma reação minha, mas eu não soube o que fazer, deixando ele continuar com aquele ato tão sem vergonha de me apalpar, quando ouvimos o Sandro descendo pra sala rapidamente nos separamos e fingimos que estávamos conversando enquanto eu me cobria com um dos travesseiros do sofá, e evitando o calor que aquele rolê com o Esteban tinha me causado. Continua...

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