Minha cunhada Cielo Riveros, puta louca

 

Minha cunhada Cielo Riveros, puta louca- O quê?... uff, amor, que susto… *respirei ofegante*, Vale estava na beira da cama.

- Minha irmã ainda tá te incomodando quando você dorme?... perguntou, se irritando.

- Não… não… (só quando você vai embora ela sobe na minha pica)… nada disso… falei disfarçando, e completei: Mas o que cê tá fazendo aqui?... não devia estar trabalhando…

Fiquei agitado, se Vale aparecia assim do nada, e se ela entrasse no apê enquanto eu tava enfiando na irmãzinha dela até o talo… já que Vale não me dava, mas agora Cielo Riveros tava pedindo exclusividade anal.

- Minha chefa me deu folga pra vir comer um pouco… já que me deixou sem férias… falou meio sem graça.

- É só isso?... bom, pelo menos eu sabia quando ela tava escondendo algo.

- Ah… bom, Danny… que vergonha… me disse, corando.

- Fala… o que foi?... perguntei curioso.

Sabia que tinha vários no trabalho dela querendo dar em cima, e eu queria encher eles de porrada… talvez enquanto eu brinco de estrear a irmãzinha dela, os lobos do escritório tão rondando ela, pensei… pra minha sorte, não era isso.

- É que eu falei pra minha mãe que você ia ficar com a Cielo Riveros… disse, envergonhada.

- Bom… falei, não via nada de errado nisso, exceto que eu tava comendo ela igual um louco.

- É que ela é desconfiada…

- Como assim?... insisti.

- Homem é homem, ela diz… o diabo é porco… que minha irmãzinha já é uma mocinha bonita com o corpinho dela e que sozinhos vocês podem ser uma tentação… me falou.

- Bahhh… é uma criança… cê não vê como ela se comporta.

- Eu sei, amor… que pra você ela é como uma filha… me disse, sem graça.

Se era como uma filha, era um incesto do caralho, mas o bom é que Vale ficava com a imagem paterna minha sobre a irmã, nem desconfiava que aquela pestinha me atacava sempre que podia.

- Então… foi por isso que cê veio… pra ver se tá tudo certo… falei. Falsamente ofendida pela sua desconfiança.

— Ai, amorrr… não fica bolado não… é pela minha mãe… pra ela ficar tranquila… — ela disse.

— Ok… entendo, tá bom… — falei resignado.

Merda… ou seja, a qualquer momento a Vale podia cair aqui sem avisar, só pra deixar minha sogra sossegada… pra falar a verdade, mais sabe o diabo por velho do que por diabo, e minha sogra já tava sentindo ou desconfiando… maldosa ela sempre foi…

Falando em cheiro, já dava pra sentir o cheiro do almoço que a Cielo Riveros tinha preparado, que passou esse tempo na cozinha enquanto eu conversava com a Vale. Pra falar a verdade, já era quase meio-dia, depois da espremida que minha cunhada me deu, tava com fome.

Nisso, a Cielo Riveros já tinha se trocado, acho que a Vale já tinha ligado pra avisar: nada de andar de roupa curta na frente do cunhado porque ele não gosta dessas coisas… se ela soubesse que a menina praticamente andava pelada na minha frente…

O bom é que a Cielo Riveros entendeu que, se quisesse continuar curtindo sua descoberta sexual e ter todos os buracos penetrados, tinha que manter as aparências, não reclamar nem levantar suspeitas da irmã… senão mandavam ela de volta pra cidade dela com exame médico de virgindade incluso.

Almoçamos numa boa, depois disso, a Cielo Riveros toda prendada foi lavar a louça e nos deixou sozinhos de novo. Novamente a Vale me deu umas ideias pra não passar muito tempo sozinho trancado com a Cielo Riveros.

— Talvez fosse bom vocês saírem… — ela falou.

— Pra onde?…

— Vão ao cinema ou no shopping…

— Fala a verdade… você não quer que eu fique aqui com a Cielo Riveros, né?… — falei desconfiado.

— Não é isso, love… é que a coitada tá de férias… veio passear e vai passar o tempo aqui… você também devia passear e relaxar… — me aconselhou.

— Tá bom… a gente faz alguma coisa… — falei sem vontade.

— Cielo Riveros, se arruma que vocês vão sair… — gritou a Vale pra irmã, que soltou um Som de felicidade.
Aí a Vale se despediu, tinha que voltar pro trabalho… se ela achou que se afastando do apê acabaria a tentação, por estar num lugar público… mas não conhecia a irmãzinha dela, sempre dava um jeito de me chupar até o talo.

Do jeito que a Valéria pediu… eu levaria a irmãzinha dela ao cinema… pra distrair… Cielo Riveros se arrumou toda animada pra ir ao cinema, tanto que nem me atacou no banho nem veio me provocar enquanto eu trocava de roupa. Achei que já era o suficiente pra ela o que tinha rolado de manhã… que ilusão a minha.

Deixei a Cielo Riveros escolher, era um filme romântico com umas cenas mais quentes, já tinha visto com a Vale e nos inspirou a fazer umas coisas no apê antes da irmãzinha chegar. Pra falar a verdade, o filme já tava saindo de cartaz, mas a Cielo Riveros não tinha visto na cidade dela e ficou bitolada em assistir.

Como era cedo, a primeira sessão e o filme já saindo de cartaz… a sala tava quase vazia, só um ou outro solitário e um casal sentado bem na frente… quem faz isso numa sala vazia?... alguém que não quer ser visto e quer um pouco de privacidade….

No começo ele abraçava a mina dele, depois a garota foi sumindo no assento… enquanto ele começava a apertar a borda da poltrona… já tava imaginando o que ela tava fazendo com ele… não era que ela tava procurando um brinco debaixo do assento. Até que a Cielo Riveros percebeu o que tava rolando…

- O que eles tão fazendo?... ela sussurrou intrigada.

- Bom… ela tá dando prazer pra ele… me ocorreu falar.

- Mas… não vejo ela pulando em cima do pinto dele… disse ingenuamente, até aquele momento pra ela aquela era a única forma de satisfazer um homem.

- Bom, não é só desse jeito que se dá prazer a um homem…

- Então como?... fala logo… disse curiosa.

- Ela tá metendo o pau do namorado dela na boca… falei meio excitado.

- Isso excita ele?... disse ansiosa pra saber. - É que ela, com os lábios, simula o ato sexual…
- Sério? Como?... insistia Cielo Riveros.
- Ela chupa e suga, pra excitá-lo…

Só de imaginar o que eles faziam e como os lábios curiosos da minha cunhada ficavam molhados… meu pau já tava duro… e a Cielo Riveros, que era boa observadora, também percebeu e começou a acariciar meu pau por cima da calça.

- Isso te excita também, né?... perguntou provocante.

Só soltei um suspiro satisfeito com a punheta que ela me dava por cima da roupa. Sem dizer mais nada, minha cunhadinha abaixou o zíper da minha calça e foi buscar meu pau dentro da cueca. Não precisei de mais aprovação, ela já tinha meu pau na mão. Olhou pra ele como se tivesse possuída.

Até então, ela já tinha enfiado ele no cu e na buceta, mas pra falar a verdade, nunca tinha tido chance de apreciar ele tão de perto. Tava besta com aquele pedaço de carne, como se fosse um brinquedo novo.

Uma gotinha de leite saiu do meu pau, sinal da minha excitação. Cielo Riveros encarou aquilo como um convite. Devagar, foi se abaixando até ter meu pau na altura dos olhos… a curiosidade fez ela, inocente, dar uma lambida, pra provar aquele gosto da gota que saía do meu pau.

- Não é água… é meio viscoso… exclamou, surpresa com a descoberta.

Aquilo, longe de causar qualquer nojo, animou ela a continuar. Na sequência, engoliu meu pau todo, meio sem jeito. Talvez tenha lembrado das minhas palavras, que era pra simular o ato sexual, chupar e sugar. No começo, fazia tudo muito bruto, mas aos poucos foi ganhando confiança, intuitivamente.

- Como é que faz?... perguntava com cara de safada, lá de baixo.

- Bem… bem… só menos dentes… eu dizia, enquanto acariciava o cabelo dela.

As carícias atrapalhadas dela tavam me excitando, e ela foi parando de raspar com os dentes, aproveitando melhor os lábios carnudos e suculentos pra deslizar sobre meu pau, que, agradecido, se contraía. Um pouco soltando mais algumas gotas de porra.

Minha cunhada foi percebendo que, conforme suas carícias ficavam mais certeiras, minhas mãos acariciavam seus cabelos, e quando ela não fazia tão bem, meus dedos apertavam seus fios. Foi assim que, feito uma putinha treinada, ela foi pegando o jeito.

- Agora vou chupar... sussurrou lá de baixo, quase sem ar.

- Ok... ufff... eu bufava, satisfeito.

Ela começou a mamar como uma expert, prendeu meu pau com os lábios e subia e descia a cabeça, lembrando como a buceta dela estimulava meu pênis. Quando sentia líquidos na minha vara, lambia, e de vez em quando pegava meu membro duro com os dedos, batendo uma punheta leve.

Ouvi um barulho na sala e saí da minha abstração. O cara da frente parecia já ter gozado, pulou do lugar, mas nem sinal do rosto da namorada dele. Com o susto, quis afastar a Cielo Riveros do meu pau... mas ela se agarrou.

- Não, não... ainda não terminei... protestou.

- O filme já vai acabar... avisei, faltavam alguns minutos pelo que lembrava.

- Só mais um pouquinho... é uma delícia... dizia com a voz abafada, sem parar de me chupar.

Deixei ela fazer, tava claro que não ia desgrudar da minha virilha, tava agarrada feito sanguessuga no meu pau. Encantada com aquele prazer novo que descobria, com o tesão de fazer safadeza num lugar público, com o namorado da irmã.

- Tá gostando, cunhado?... se atreveu a perguntar entre gemidos.

- Tô adorando... você tem uns lábios fenomenais... falei, extasiado.

- Ela não faz assim pra você... insistiu na comparação com a Vale, era parte do ego jovem dela que queria se alimentar superando a irmã mais velha.

- Não, não... ela mal chupa, não gosta...

- Mas é uma delícia... insistia a Cielo Riveros sem parar de chupar e lamber, feliz por superar também nisso a tímida da irmã.

Aquelas afirmações faziam minha cunhada se desdobrar em Carícias no meu pau, com os lábios, língua e garganta dela. Eu tava muito perto de gozar e mal dava tempo pro filme acabar e acenderem as luzes, enquanto a Cielo Riveros continuava nessa brincadeira de exploração, ia demorar mais pra ela me fazer gozar.

Tive que apressar os movimentos dela, peguei um punhado do cabelo dela e forcei ela a subir e descer, quase sufocando ela com meu pau. A Cielo Riveros, longe de reclamar ou tentar se soltar, acompanhava meus movimentos, acho que ela também ficava excitada se sentindo assim, entupida até a garganta, quase sem respirar.

Enquanto eu apertava as poltronas da sala, não sabia onde descarregar todo aquele prazer gostoso que ela me dava, tentava não fazer barulho, mas a verdade é que o boquete que minha cunhada tava me dando me fazia tremer na cadeira.

- Ohhh… ufff… exclamei satisfeito, enquanto uma rajada de porra era expelida violentamente do meu pau.

- Ouggg… uggg… ouvi uma exclamação abafada de surpresa.

A Cielo Riveros recebeu toda minha descarga de sêmen na garganta dela, não deixei ela se afastar, senão teria respingado em todas as poltronas, até no teto, que nem mangueira de bombeiro sem controle. Mantive ela na posição… dessa vez ela forcejou um pouco pra se soltar.

- Chupa, chupa… já vai passar… acalmava ela acariciando as costas dela.

- Ufff… ainda tá saindo… ufff… dizia, agora mais caprichosa, lambendo e engolindo meu leite.

Depois que parou de jorrar minha porra, ela se afastou um pouco sem ar, tava vermelha, toda quente, mas com um sorriso que ninguém tirava dela, com um melado de sêmen nos lábios… mas se sentia feliz… depois de um tempinho de descanso, passou a lamber os últimos vestígios de porra no meu pau.

Aí foi se levantando aos poucos, suspirando de olhos fechados, em algum momento do boquete que ela me deu… vi as pernas dela se contraindo, ela também tinha ficado excitada, ter meu pau entalado na garganta dela deve ter lembrado como eu empalava ela pelo cu ou como martelava a virgindade da buceta dela. Então acenderam as luzes… rapidamente guardei minha ferramenta, enquanto Cielo Riveros, saindo do transe, sentiu uma gota de porra escorrendo pela bochecha. Sem dar tempo pra alguém notar, pegou aquela gota com um dos dedos e meteu na boca.

Se já tinha engolido toda minha descarga de sêmen, que diferença fazia mais uma gota. Em seguida, pra ter certeza, passou a língua pelos lábios, encontrando mais umas gotinhas que também engoliu de bom grado.

O casal das primeiras poltronas demorou pra sair, com certeza também se ajeitavam. Cielo Riveros estava moída, recuperando o fôlego no lugar. Quando virei, não tinha mais ninguém na sala, então saímos discretamente por uma porta de emergência.

Pensar que a Vale quis me afastar do apê (onde desvirginei a buceta e o cu da irmã dela)… pra evitar tentações estando sozinho com minha cunhada… agora acabou que no cinema eu desvirginei o último buraco virgem dela… a boca dela…

Antes de voltar pra casa, dei um passeio com ela num shopping, convidei um sorvete… no fundo, queria tirar o cheiro e o gosto da minha pica que a Cielo Riveros devia ter na boca.

Acho que a gente demorou mais do que devia, mas queria que a menina se distraísse e conhecesse algo além do meu pau nos buracos dela, e que tivesse algo pra contar pra minha sogra quando voltasse pra cidade dela… quando voltei pro apê, levei um susto ao ver a Vale lá dentro.

— Que tal o filme? — perguntou a Vale.

— Bem… bem… — respondi, sem querer entrar em detalhes.

— Passei o tempo todo de boca aberta… — respondeu intrigante a Cielo Riveros.

Suor frio ao ouvir a resposta dela e lembrar que, de fato, ela ficou de boca aberta chupando minha pica… Essa maldita menina… um dia vai passar da conta com as brincadeiras dela e acabar confessando o que a gente faz, ou a irmã dela vai acabar adivinhando…

— Como assim? — perguntou a Vale, curiosa.

— É que… — respondeu Cielo Riveros, nervosa, com seus jogos e indiretas já nos estava se metendo em encrenca.

- Bom... é que era um filme de terror... sua irmã não parava de se assustar e ficava de boca aberta.

- Ahhh... se é de terror, nem me fale... sabe que odeio esses filmes... disse Vale entediada, embora na verdade fosse muito medrosa pra ver esses filmes.

Ufff... Vale foi pra cozinha e Cielo Riveros me olhou aliviada. Por minha vez, dei um olhar de reprovação e fiz um gesto pra ela não falar demais. Ela, também repreendida, foi pra cozinha, enquanto eu me jogava no sofá pra me recuperar da sugada que minha cunhada me deu.

As meninas prepararam algo pra jantar rápido... estávamos terminando e bebendo um refri, quando Cielo Riveros vai na cozinha e pega o iogurte. O que essa menina tá tramando agora?... porque já não tinha mais meu pau nas mãos, mas sentia que com essa situação ela tava me apertando.

- Isso pode te fazer mal com a janta... Vale a repreendeu.

- Não, não... adoro... disse Cielo Riveros me olhando, deixando um jato de iogurte escorrer dos lábios dela.

Aquela imagem me fez lembrar do meu gozo nos lábios dela e ela sabia disso. Comecei a achar que essa novinha tava morrendo de vontade de contar como perdeu a virgindade e as coisas que experimentou... como não tinha pra quem contar seus segredos, tava sendo muito imprudente e deixando pistas pra irmã dela, e isso podia dar merda...

Um ponto à parte era que aquela imagem me excitou pra caralho, meu pau tava quase subindo, só de lembrar o que rolou no cinema, felizmente voltei ao normal ao ouvir a voz de Vale...

- Ai... Cielo Riveros... parece um bebê... tudo escorre em você... disse Vale limpando ela.

Vale, carinhosa, limpava os restos de iogurte nos lábios carnudos e gostosos da irmã dela... porra... por um momento pensei em como seria foda um trio com essas duas... uma morena escultural e uma branquela sensual... mas... sonhar não custa nada... Vale me mataria só de eu propor pegar ela e a irmãzinha, à que supostamente queria como uma filha.

Depois daquela indireta da Cielo Riveros que me deixou enrascado, fiz uma cara de cansaço… já bastava por aquele dia. Vale entendeu meu gesto e mandou a irmãzinha dormir… ela foi reclamando… quando ficamos sozinhos…

- Aiii Danny… sei que te oferei intimidade quando ficássemos sozinhos… mas… disse a Vale.

- Mas… o quê…

- Tô morta… com todo o trabalho que me deixaram no escritório… completou envergonhada.

- Não se preocupa… eu também tô moído… sua irmãzinha suga as energias… falei, mas na real depois percebi que não soou tão bem, e a Vale também pensou o mesmo.

- Como assim?... respondeu desconfiada.

- Bom… é que… cê sabe… manter ela entretida… levar pra passear… esse negócio de ser babá também gasta energia.

- Cê tá velho… me disse rindo… e se tivermos filhos?...

- Bom, isso já é um treinamento… falei.

Vale sorriu diante da possibilidade de uma família, e de como eu me dava bem com a irmãzinha dela… se ela soubesse que aquela diabrinha sugava minha energia de outros jeitos nada santos… até de maneiras que a própria Vale não se atrevia a fazer comigo…

Não sei se a Cielo Riveros ficava de olho na gente, ou se me cobiçava pra eu não transar com a irmã dela, o fato é que ela desceu de pijama…

- O que cê tá fazendo?... repreendeu Vale, que tinha mandado ela dormir.

- Vim escovar os dentes… disse submissa.

- Lá em cima também tem banheiro… retrucou Vale.

- É que… minha escova tá aqui… disse Cielo Riveros feito uma criança de castigo.

- Tá, tá… disse Vale se acalmando… desculpa ela… completou Vale me olhando.

O fato é que o banheiro ficava de costas pro assento da Vale, ou seja, ela não via a Cielo escovando os dentes… mas eu via… Enquanto Vale me contava do dia dela, como tinha sido no escritório, eu de olho via o show que a Cielo Riveros me dava.

Sabendo que a irmã não a via, primeiro ela abaixou o pijama mostrando a bunda pra mim, tive que segurar a saliva, enquanto ela de quatro virava pra me olhar debochando. Depois, pra não tentar a sorte, ela levantou o pijama, mas começou a escovar os dentes de perfil pra mim, quebrando a coluna, de quatro, indo e voltando… como se tivesse me comendo quando eu metia por trás.

- Porra… escapou, enquanto minha pica queria endurecer.

- É meu amor… é uma merda… esse povo que não colabora, é nosso trabalho… dizia a Vale, já nem sabia do que ela tava falando, mas achava que tava acompanhando a conversa.

Por fim, Cielo Riveros deixou cair a espuma branca do creme dental dos lábios… refrescando a imagem do meu gozo nos lábios dela, parecia que não esquecia, ou tinha adorado, já que insistia em repetir aquela imagem pra mim.

Vale percebeu que eu tava distraído com o que rolava no banheiro… virou rápido e a Cielo Riveros quase se engasgou com a espuma do creme dental.

- Já chega, Cielo Riveros, para de palhaçada… não deixa os adultos conversarem… vai dormir…

- Tá bom… respondeu ela e foi embora emburrada.

- Ai amorrr… essa menina às vezes me tira do sério… me dizia a Vale.

- É uma criança, quer atenção… só gosta de fazer careta e pronto… falei pra acalmá-la.

Depois disso ela foi dormir. Eu me acomodei na sala de boa, pelo menos não sonhei nada, apesar de tudo, nenhum remorso… tava ficando tão cínico… ainda achava que não era totalmente minha culpa, que só tava me deixando levar, sabendo que isso era só temporário… mais uma fantasia pra realizar… e falando nisso…

- Mas… o que cê tá fazendo?... acordei perplexo.

Não sabia se era um sonho, mas vi uns cabelos na minha virilha, subindo e descendo… lá fora já tava claro, talvez a Vale quisesse se desculpar comigo pelo tempo sem transar… mas peraí… ela não gostava de fazer essas coisas.

- Minha irmã já foi… disse ofegante a voz infantil da Cielo Riveros.

Da minha posição, só conseguia ver como meu pau desaparecia na boca dela enquanto os dedos dela me punhetavam cada vez mais no ritmo. Meu pau todo molhado e estimulado pela língua jovem dela. Cielo Riveros tava fascinada com aquela manobra nova que tinha aprendido, e não hesitou em aplicar de novo assim que teve chance.

- Cê tá louca?... reclamei.

No começo, tentei afastar a cabeça dela com as mãos, mas as carícias dela já tavam fazendo efeito no meu corpo meio adormecido, que no fim acabei acariciando os cabelos dela.

- Viu que você gosta, cunhadinho... disse ela engasgada, sem parar de chupar.

- Ai caralho... você manda muito bem... falei, empurrando a cabeça dela.

A enxurrada de leite era iminente, não queria sujar o móvel ou os lençóis... só me restou manter a cabeça da menina no lugar. Cielo Riveros tentou se afastar porque sentia que tava se afogando, enquanto eu enfiava meu pau na garganta dela... ela quis isso, agora que aguente...

- Ohhh... uggg... ela resfolegava entre borbulhas de porra.

- Isso... engole tudo... eu dizia.

- Aufff... ohhh... é muito... ufff... ela reclamou.

- Boa garota... acalmei ela, vendo que tinha engolido tudo.

- Viu que aprendo rápido?... ela dizia orgulhosa, ainda com os lábios melados do meu sêmen.

- Siiiim... agora você é uma expert... falei... mas deixa eu dormir mais um pouco.

Ela lambeu minha pica pra limpar e devolveu pro lugar, e foi embora satisfeita, sorrindo, orgulhosa da nova façanha... quem era eu pra reclamar... só dormi mais um pouco.

Quando acordei, na mesinha tinha um café, umas torradas, um pouco de iogurte e cereal... caralho, ainda me trata como rei. Parece que treinar ela nas artes sexuais era recompensado por ela... eu que já me sentia sortudo por ter desvirginado todos os buracos dela...

Depois vi Cielo Riveros passar, com um cesto da minha roupa, levando pra lavar... vale dizer que era a única roupa que eu tinha no corpo... a lolita essa, tava nua… sorrindo pra mim, satisfeita com a impressão que causou… eu fiquei de queixo caído, babando…

- E sua roupa?... mal consegui falar.

- Tô lavando…

- Você não tem mais… respondi, não que eu não gostasse de vê-la assim, era que depois da visita inesperada da Vale ontem, queria evitar surpresas.

- Sim, mas… tá um calorrr… disse ela, toda provocante.

- Ok… ok… mas só um pouquinho… se sua irmã voltar e te pegar assim… acaba tudo… avisei.

Ela fez um gesto de que tava nem aí, essa menina tava brincando no limite… por sorte faltavam só alguns dias pra ela voltar pra cidade dela. Tava bom aproveitar a ingenuidade dela, a entrega fogosa… mas já tava no limite.

Assim, meio preocupado, depois de ver Cielo Riveros passar de novo, agora de costas e com toda aquela bunda gorda e bronzeada à mostra, decidi ir trabalhar na minha tese, não ia se escrever sozinha, tinha que aproveitar pra adiantar nessas miniférias… mas…

- Porra… laptop sem bateria… e o carregador?...

Lembrei que Cielo Riveros tinha arrumado a mesa na noite anterior. Chamei ela, mas nada, não respondia… essa menina deve ter dormido, pensei, e subi pra procurar. Ouvi um barulho, parecia que Cielo Riveros tinha subido pra guardar a roupa seca.

- Cielo Riveros? Cadê meu carregador?… perguntei da escada, sem resposta.

Quando entrei no meu quarto… só vi um par de bundas redondas saindo do armário. Cielo Riveros tava com o corpo todo enfiado no móvel, arrumando as camisas no cabide… e claro, com fones de ouvido, ouvindo a música dela, por isso não me ouvia.

Via ela rebolando aquele rabo suculento inconscientemente, como parte do serviço… porra… como minha cunhada se desenvolveu… ou será que o despertar sexual que ela teve engrossou a bunda dela, a martelada contínua que eu dava no rabo jovem dela tinha feito efeito.

Ficava nessa dúvida, quando meu pau, pra variar… ganhou vida própria… a gente quer ser sensato, mas… A pica que não ajuda... pensa de outro jeito... ai caralho... O que fazer?... que porra... mais um risco pro tigre... já que não vai voltar virgem mesmo... falei pra mim mesmo.

Desembainhei minha ferramenta, que saiu dura e disparada... me acomodei atrás dela sem fazer muito barulho, mirei... quando achei que tava bem alinhado... zummm...

- Quê?... ohhh... ouuu... reclamou Cielo Riveros ao me receber.

Ela se contraiu bruscamente, na verdade não estava lubrificada nem preparada pra me receber, só conseguiu se agarrar nas bordas do armário pra aguentar minha investida e não cair dentro do móvel.

- Aiiii... cunhadinhooo... aiiii... bufava Cielo Riveros saindo do susto.

Cielo Riveros já não podia fazer nada, eu a segurava pela cintura pra evitar que desfalecesse, enquanto batia nas suas nádegas novinhas e notava como a buceta dela começava a ficar molhada rapidinho, lubrificando a entrada e saída da pica.

As pernas dela, que antes pareciam tropeçar por falta de equilíbrio, agora começavam a se contorcer de prazer. Cielo Riveros já tinha se acomodado dentro do móvel, agora começava a ouvir seus gemidos que ecoavam no armário...

- Não, cunhado... não... começou a negar Cielo Riveros, balançando a cabeça e se afastando.

Parecia que tinha voltado ao juízo, na real, eu tava estuprando Cielo Riveros, talvez o que ela gostou no começo começou a desagradar... não era igual algumas das minhas ex, que adoravam ser comidas como putas... essa menina podia ser instável... talvez eu tenha assustado ela.

Ela virou pra me olhar, suada, ofegante... quase sem ar... me afastei um pouco pra dar espaço... até que ela conseguiu falar:

- Por aí não, cunhado... por aqui... sussurrou pra mim, apontando pro seu cu enrugado.

Fiquei perplexo, mas lembrei que ela tinha dito que só com ela eu fizesse essas perversões, que só ela queria que eu pegasse no anal... ainda sem reagir, foi Cielo Riveros quem tomou a iniciativa, pegou minha pica quase puxando ela pro cu dela.

Porra... se é isso que ela quer... dar... falei pra mim mesmo, saindo da minha abstração... se minha cunhada se achava dona da minha pica pros prazeres anais, que a diferenciavam da irmã dela, então quem era eu pra recusar...

- Ouuuu... nuuu... ayyy... Uhmmm... reclamou CieloRiveros ao receber minha estocada brusca.

Novamente se contorceu de dor. Mas, em pouco tempo, já estava se acomodando melhor e aguentando meus ataques, começou a rebolar a cintura pra me receber melhor. Morboso com as cadeiras dela, que eu via cada vez mais largas, e a bunda cada vez mais gorda (no meu ego, era por minha causa), agarrei aqueles peitos enormes e abri mais.

- Uhmmmm sim... assim cunhadinho... uhmmm... exclamou ela aprovando meu jeito.

Acho que alimentava mais minha fantasia o sotaque da região dela, a voz infantil e o fato de me chamar de brother in law, dava uns toques incestuosos que me deixavam a mil. Aquela fruta proibida que me reprimi por anos de pegar, agora eu saboreava sem limites.

- Não grita tão alto... sussurrei, os gemidos mais altos dela ecoavam no armário.

- Sim... sim... mas não para... que delícia... falou ela suplicante.

Tinha medo que os vizinhos ouvissem e fossem fofocar pra Vale. Esse pensamento leve meio que travou minha ação. Mas Cielo Riveros não ia me largar até me deixar seco, com minha baixa de ritmo, essa lolita começou a me montar com força pra recuperar o embalo.

Pra mostrar quem mandava, dei um tapa na bunda enorme dela e ela tremeu, virou pra me olhar excitada e surpresa ao mesmo tempo, enquanto eu castigava o cuzinho dela cada vez com mais força... até que Cielo Riveros começou a se contorcer...

- Ayyy... não... uhmmm... Ohhhh... soltou um gemido, mordendo os lábios pra não fazer mais barulho.

- Ohhhh... Uffff... que delícia... exclamei satisfeito.

Aqueles tremeliques foram o incentivo que eu precisava pra finalmente gozar, minha pica começou a cuspir porra nos intestinos dela. Lembrava que Vale, com a bunda gorda e branca dela, me... tavam fazendo igual cavalo... mas essa mina cada vez mais, me fazia lembrar daquela sensação... porra... ela tava se tornando uma expert.

Cielo Riveros se deixou cair entre as roupas, enquanto meu pau já murcho saía do buraco dela... só ouvia seus gemidos leves, quase no limite da câimbra. No meio daquela bagunça de cabelos, eu via ela saborear o orgasmo e sorrir igual uma menina safada.

E, na real, essa safadeza ia sair cara pra gente... ouvi o barulho da porta abrindo... caralho... um ladrão?

- Danny... cheguei...

Puta que pariu... era a voz da Vale.amador

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