Faz mais de um mês que não entro no site.
Não porque eu não tenha querido.
não tinha conexão onde eu tava
como eu sentia tanto a falta de vocês
Escrevi várias histórias.
então agora vou subindo elas
Espero que vocês aproveitem bastante.
e que comentem sobre ela, principalmente
Por último, vou escrever o que rolou comigo nessas férias.
Foi uma parada muito tarada.
e sei que vocês vão curtir
Sempre gostosa
OBRIGADO POR ME LER
PELOS PONTOS QUE ME DÃO
E SÓ POR COMENTAR MEUS CONTOS
Eu sabia que uma hora isso ia rolar. Toda vez que os amigos do meu namorado vinham, era ele quem me transformava no centro das atenções da festa. No começo, me irritava pra caralho, me deixava desconfortável, mas fui me acostumando. E, sinceramente, não era nada ruim. Eu me sentia a mimada de todos e, mais ainda, admirada — coisa que meu namorado adorava. Ele passava o tempo todo elogiando minha bunda pequena e sempre pedia pra eu usar roupas justas, pra que Carlos, Fede e Eduardo se deleitassem com a minha rabeta. O Jorge adorava me exibir, e eu comecei a pegar gosto por isso. Até que uma noite fui além.
Hoje os caras vêm, amor?
Jorge, se ele beber, já sabe, eles trazem tudo.
Espero que não aconteça com você o que rolou da outra vez.
Jorge, beleza, exagerei um pouco, mas não é pra tanto, meu anjo.
Claro, total, você não foi apalpada.
Jorge, pra mim, parece que não te incomodei muito, bebê. Além disso, a gente só tava brincando.
Na verdade não, adorei sentir o volume de cada um enquanto a gente dançava.
Jorge, que pena, meu céu, porque hoje à noite não tem baile, só vamos brincar.
Então, dá pra eu vestir essa saia ou é muito curta?
Jorge, com essa saia eles vão ficar loucos, amor. Sim, vai, veste ela, minha vida.
Você se vira se rolar algo mais além de umas apalpadas.
Jorge, que aconteça o que você quiser que aconteça, amor, você sabe que eu adoro.
Naquele sábado eu tava muito tarada, fazia semanas que o Jorge não me comia e, além disso, depois de sentir aqueles volumes, o pau dele já não me satisfazia mais. Mesmo sendo novata no sexo, eu já adorava ver como meu namorado ficava feliz quando os caras me assediavam. Tinha certeza de que, se eu mostrasse a minha bunda pequena pros amigos dele, ele ia explodir de alegria e eu ia deixar ele contente a semana inteira. Tava decidida a fazer aquilo e, por isso, não queria que ele dormisse como da última vez, quando perdeu a mão boba que levaram em mim. Foi assim que, quando eles chegaram, já tava tudo pronto pra recebê-los. Não posso negar que eles se surpreenderam muito ao me ver de saia curta — era uma do colégio que eu quase não usava porque era muito curtinha. O Eduardo foi o mais ousado ao me cumprimentar: além do beijo na bochecha, aproveitou pra passar a mão na minha bunda pequena disfarçadamente, o que me deixou muito excitada e na hora me veio a lembrança do volume grande dele. Eles colocaram os sanduíches de pão de forma na mesa e também deixaram umas cervejas, um campari e vários sucos — coisas que guardei na geladeira com muito cuidado pra não mostrar demais minha bunda pequena enquanto o Jorge pegava uns copos na cozinha. A reunião já tava esquentando muito mais rápido que das outras vezes e, quando paramos de comer, o Jorge fez menção de levantar tudo da mesa pra começar a jogar.
Eduardo — Ei, o que cê tá fazendo? Deixa ela pegar tudo, senta aí pra gente começar a jogar.
Jorge, você fala isso porque quer ver a bundinha da minha mina.
Carlos também, que não quer olhar pra buceta gostosa da sua mina
Fede, e além disso não falta muito pra isso com essa saia curtinha, ela é uma rainha.
Jorge, beleza, se vocês tão tão afim de ver a raba da minha mina, vamos fazer um negócio, porque eu tenho certeza que ela também quer ver vocês. Quem perder vai tirando uma peça de roupa, e se eu perder alguma vez, é ela quem tira.
Valeu, mas não, isso é love demais.
Eduardo, pensa bem, rainha. E se o Jorge ganhar? A gente vai ficar pelado na sua frente.
Jorge, não, pelado não, mano, só de cueca.
Mas assim não vale, eu tenho certeza que já viram ela, amorzinho. Melhor jogarem por dinheiro.
Fede, por mim não tem problema.
Carlos, mas com uma condição: você tem que mostrar a bunda pro vencedor.
Só se eu levar o prêmio.
Eduardo, negócio fechado.
Assim começaram a jogar, a aposta era de dez mil pesos, quem ganhasse levava o pote e se quisesse ver minha bunda minúscula tinha que dar pra mim. Assim passou mais de meia hora jogando e bebendo até que teve um vencedor, que foi o Carlos.
Jorge... beleza, Carlos, você ganhou. Agora escolhe: ou leva os quarenta mil, ou finalmente vê a rabetinha da minha mina.
Carlos pega na Adriana, o poço é teu, agora vamos pro teu quarto pra tu me mostrar essa raba.
Não, no quarto não.
Carlos, se você mostrar aqui, qual é a graça? Todo mundo vai ver e o jogo acabou de começar.
O Jorge tem razão, amor. Vocês vão pro quarto enquanto a gente continua jogando. Ele já ganhou, então não joga mais.
Peguei o dinheiro e fomos pro quarto. Quando entramos, Carlos, enquanto tirava a calça, me disse:
Carlos, você não sabe a vontade que eu tô de ver sua bunda pequenininha, bebê.
O que cê tá fazendo? Só vou te mostrar ela.
Carlos até bebe, mas assim posso fazer uma baita punheta.
O volume dele era o dobro do tamanho do do Jorge, não conseguia parar de olhar e, sinceramente, ver ele tão duro assim me deu um tesão. Não falei nada, só me virei, tirei a blusinha e a saia, empinei minha bucetinha e falei com a voz trêmula.
Assim tá bom?
Carlos, sim, meu amor, mas quero ver seu buraquinho.
Não foi isso que o Jorge disse.
Carlos, vai lá, ele não precisa ficar sabendo, além disso é muita grana, não acha?
Beleza, tudo bem, mas é só olhar e nada mais, daí não sai do lugar.
Queria que ela se mexesse, tava tão excitada que mal conseguia falar, puxei a tanga pra baixo e mostrei meu buraquinho, perguntei de novo com a voz quase sumindo.
Assim tá bom? Tá vendo?
Carlos, a verdade é que ele é tão pequenininho que daqui não dá pra ver nada. Vou chegar um pouquinho mais perto só pra poder ver, amor.
Carlos se agarrou na minha bunda, senti quando ele de repente baixou minha calcinha fio dental e tirou ela, não consegui evitar gemer bem baixinho, me inclinei pra ele poder ver melhor, mas logo senti a boca dele chupando minha buceta.
Carlos, que vontade que essa bunda minúscula tem de ter uma rola
Só respondi gemendo, foi aí que senti o pau dele encostando no meu buraquinho, era a primeira vez que iam me comer e eu falei pra ele, ele pegou minha calcinha fio dental e colocou na minha boca pra não ouvirem meus possíveis gritos e me enrabou, senti o pau dele abrindo caminho no meu cu, e mesmo doendo, o tesão era tanto que eu gozava como nunca e com a boca tampada pedia mais, tive a melhor fodida da minha vida e gozei muito mais quando ele encheu meu cu de porra, ele tirou a calcinha da minha boca, limpou o pau dele e me fez chupar, quando terminou eu me joguei na cama.
Carlos, agora se veste e finge que nunca aconteceu nada. Tu tem a bunda mais gostosa do mundo.
Por favor, que meu namorado nunca fique sabendo
Carlos, tenho certeza que hoje você vai faturar muito, bebê. Fica tranquila que a gente vai ter vários desses jogos. Eu sei que o Jorge adoraria ver a gente te comendo.
Não, os outros não, só você, só você mesmo
Carlos, pelo jeito que a noite tá vindo, você vai ter que mostrar pra todo mundo, bebê.
Assim que Carlos saiu, o Fede entrou com a grana na mão.
Fede fugiu, mas como é que eu vou deixar esse filho da puta? Toma meu amor, comigo vai ser melhor.
Quando o Fede guardou a grana, ele já tava sem calça. O pau dele era tão grande quanto o do Carlos. Ele me colocou na cama e, sem dizer nada, me ajoelhei de quatro. Sabia que era inútil tentar negar que ia ser comida. Minha bunda ainda tinha a porra do Carlos. De novo, ele meteu um pauzão na boca e, antes de gozar, enfiou na minha buceta. A foda que ele tava me dando era violenta, e eu não parava de ter orgasmos. Ele encheu minha buceta de porra, me deixando lá, me chamando de mulher gostosa e dizendo que sorte o Jorge tinha de me ter. Depois de um tempo, ainda sem me recuperar, entrou o Eduardo. Não sei quando ele se pelou. Eu tava exausta na cama. Ele veio pro meu lado e enfiou o pau na minha boca pra eu chupar. Pedi pra ele não gozar na minha boca, mas ele não ligou. Não tirou o pau até eu engolir tudo. Depois ele me comeu, mas não pelo cu — sorte a minha, porque aquele pau ia me destruir. Mesmo assim, ele fez minha buceta explodir, me fazendo gozar mais duas vezes. Antes de ir embora, deixou a grana no criado-mudo. Demorei um tempão pra levantar. Peguei outra calcinha fio-dental e vesti. Arrumei a cama. Já tava amanhecendo quando o Jorge entrou no quarto. Ele só me olhou. Os amigos dele já tinham ido embora. Me abraçou e deitamos sem falar nada.
Não porque eu não tenha querido.
não tinha conexão onde eu tava
como eu sentia tanto a falta de vocês
Escrevi várias histórias.
então agora vou subindo elas
Espero que vocês aproveitem bastante.
e que comentem sobre ela, principalmente
Por último, vou escrever o que rolou comigo nessas férias.
Foi uma parada muito tarada.
e sei que vocês vão curtir
Sempre gostosa
OBRIGADO POR ME LER
PELOS PONTOS QUE ME DÃO
E SÓ POR COMENTAR MEUS CONTOS
Eu sabia que uma hora isso ia rolar. Toda vez que os amigos do meu namorado vinham, era ele quem me transformava no centro das atenções da festa. No começo, me irritava pra caralho, me deixava desconfortável, mas fui me acostumando. E, sinceramente, não era nada ruim. Eu me sentia a mimada de todos e, mais ainda, admirada — coisa que meu namorado adorava. Ele passava o tempo todo elogiando minha bunda pequena e sempre pedia pra eu usar roupas justas, pra que Carlos, Fede e Eduardo se deleitassem com a minha rabeta. O Jorge adorava me exibir, e eu comecei a pegar gosto por isso. Até que uma noite fui além.
Hoje os caras vêm, amor?
Jorge, se ele beber, já sabe, eles trazem tudo.
Espero que não aconteça com você o que rolou da outra vez.
Jorge, beleza, exagerei um pouco, mas não é pra tanto, meu anjo.
Claro, total, você não foi apalpada.
Jorge, pra mim, parece que não te incomodei muito, bebê. Além disso, a gente só tava brincando.
Na verdade não, adorei sentir o volume de cada um enquanto a gente dançava.
Jorge, que pena, meu céu, porque hoje à noite não tem baile, só vamos brincar.
Então, dá pra eu vestir essa saia ou é muito curta?
Jorge, com essa saia eles vão ficar loucos, amor. Sim, vai, veste ela, minha vida.
Você se vira se rolar algo mais além de umas apalpadas.
Jorge, que aconteça o que você quiser que aconteça, amor, você sabe que eu adoro.
Naquele sábado eu tava muito tarada, fazia semanas que o Jorge não me comia e, além disso, depois de sentir aqueles volumes, o pau dele já não me satisfazia mais. Mesmo sendo novata no sexo, eu já adorava ver como meu namorado ficava feliz quando os caras me assediavam. Tinha certeza de que, se eu mostrasse a minha bunda pequena pros amigos dele, ele ia explodir de alegria e eu ia deixar ele contente a semana inteira. Tava decidida a fazer aquilo e, por isso, não queria que ele dormisse como da última vez, quando perdeu a mão boba que levaram em mim. Foi assim que, quando eles chegaram, já tava tudo pronto pra recebê-los. Não posso negar que eles se surpreenderam muito ao me ver de saia curta — era uma do colégio que eu quase não usava porque era muito curtinha. O Eduardo foi o mais ousado ao me cumprimentar: além do beijo na bochecha, aproveitou pra passar a mão na minha bunda pequena disfarçadamente, o que me deixou muito excitada e na hora me veio a lembrança do volume grande dele. Eles colocaram os sanduíches de pão de forma na mesa e também deixaram umas cervejas, um campari e vários sucos — coisas que guardei na geladeira com muito cuidado pra não mostrar demais minha bunda pequena enquanto o Jorge pegava uns copos na cozinha. A reunião já tava esquentando muito mais rápido que das outras vezes e, quando paramos de comer, o Jorge fez menção de levantar tudo da mesa pra começar a jogar.
Eduardo — Ei, o que cê tá fazendo? Deixa ela pegar tudo, senta aí pra gente começar a jogar.
Jorge, você fala isso porque quer ver a bundinha da minha mina.
Carlos também, que não quer olhar pra buceta gostosa da sua mina
Fede, e além disso não falta muito pra isso com essa saia curtinha, ela é uma rainha.
Jorge, beleza, se vocês tão tão afim de ver a raba da minha mina, vamos fazer um negócio, porque eu tenho certeza que ela também quer ver vocês. Quem perder vai tirando uma peça de roupa, e se eu perder alguma vez, é ela quem tira.
Valeu, mas não, isso é love demais.
Eduardo, pensa bem, rainha. E se o Jorge ganhar? A gente vai ficar pelado na sua frente.
Jorge, não, pelado não, mano, só de cueca.
Mas assim não vale, eu tenho certeza que já viram ela, amorzinho. Melhor jogarem por dinheiro.
Fede, por mim não tem problema.
Carlos, mas com uma condição: você tem que mostrar a bunda pro vencedor.
Só se eu levar o prêmio.
Eduardo, negócio fechado.
Assim começaram a jogar, a aposta era de dez mil pesos, quem ganhasse levava o pote e se quisesse ver minha bunda minúscula tinha que dar pra mim. Assim passou mais de meia hora jogando e bebendo até que teve um vencedor, que foi o Carlos.
Jorge... beleza, Carlos, você ganhou. Agora escolhe: ou leva os quarenta mil, ou finalmente vê a rabetinha da minha mina.
Carlos pega na Adriana, o poço é teu, agora vamos pro teu quarto pra tu me mostrar essa raba.
Não, no quarto não.
Carlos, se você mostrar aqui, qual é a graça? Todo mundo vai ver e o jogo acabou de começar.
O Jorge tem razão, amor. Vocês vão pro quarto enquanto a gente continua jogando. Ele já ganhou, então não joga mais.
Peguei o dinheiro e fomos pro quarto. Quando entramos, Carlos, enquanto tirava a calça, me disse:
Carlos, você não sabe a vontade que eu tô de ver sua bunda pequenininha, bebê.
O que cê tá fazendo? Só vou te mostrar ela.
Carlos até bebe, mas assim posso fazer uma baita punheta.
O volume dele era o dobro do tamanho do do Jorge, não conseguia parar de olhar e, sinceramente, ver ele tão duro assim me deu um tesão. Não falei nada, só me virei, tirei a blusinha e a saia, empinei minha bucetinha e falei com a voz trêmula.
Assim tá bom?
Carlos, sim, meu amor, mas quero ver seu buraquinho.
Não foi isso que o Jorge disse.
Carlos, vai lá, ele não precisa ficar sabendo, além disso é muita grana, não acha?
Beleza, tudo bem, mas é só olhar e nada mais, daí não sai do lugar.
Queria que ela se mexesse, tava tão excitada que mal conseguia falar, puxei a tanga pra baixo e mostrei meu buraquinho, perguntei de novo com a voz quase sumindo.
Assim tá bom? Tá vendo?
Carlos, a verdade é que ele é tão pequenininho que daqui não dá pra ver nada. Vou chegar um pouquinho mais perto só pra poder ver, amor.
Carlos se agarrou na minha bunda, senti quando ele de repente baixou minha calcinha fio dental e tirou ela, não consegui evitar gemer bem baixinho, me inclinei pra ele poder ver melhor, mas logo senti a boca dele chupando minha buceta.
Carlos, que vontade que essa bunda minúscula tem de ter uma rola
Só respondi gemendo, foi aí que senti o pau dele encostando no meu buraquinho, era a primeira vez que iam me comer e eu falei pra ele, ele pegou minha calcinha fio dental e colocou na minha boca pra não ouvirem meus possíveis gritos e me enrabou, senti o pau dele abrindo caminho no meu cu, e mesmo doendo, o tesão era tanto que eu gozava como nunca e com a boca tampada pedia mais, tive a melhor fodida da minha vida e gozei muito mais quando ele encheu meu cu de porra, ele tirou a calcinha da minha boca, limpou o pau dele e me fez chupar, quando terminou eu me joguei na cama.
Carlos, agora se veste e finge que nunca aconteceu nada. Tu tem a bunda mais gostosa do mundo.
Por favor, que meu namorado nunca fique sabendo
Carlos, tenho certeza que hoje você vai faturar muito, bebê. Fica tranquila que a gente vai ter vários desses jogos. Eu sei que o Jorge adoraria ver a gente te comendo.
Não, os outros não, só você, só você mesmo
Carlos, pelo jeito que a noite tá vindo, você vai ter que mostrar pra todo mundo, bebê.
Assim que Carlos saiu, o Fede entrou com a grana na mão.
Fede fugiu, mas como é que eu vou deixar esse filho da puta? Toma meu amor, comigo vai ser melhor.
Quando o Fede guardou a grana, ele já tava sem calça. O pau dele era tão grande quanto o do Carlos. Ele me colocou na cama e, sem dizer nada, me ajoelhei de quatro. Sabia que era inútil tentar negar que ia ser comida. Minha bunda ainda tinha a porra do Carlos. De novo, ele meteu um pauzão na boca e, antes de gozar, enfiou na minha buceta. A foda que ele tava me dando era violenta, e eu não parava de ter orgasmos. Ele encheu minha buceta de porra, me deixando lá, me chamando de mulher gostosa e dizendo que sorte o Jorge tinha de me ter. Depois de um tempo, ainda sem me recuperar, entrou o Eduardo. Não sei quando ele se pelou. Eu tava exausta na cama. Ele veio pro meu lado e enfiou o pau na minha boca pra eu chupar. Pedi pra ele não gozar na minha boca, mas ele não ligou. Não tirou o pau até eu engolir tudo. Depois ele me comeu, mas não pelo cu — sorte a minha, porque aquele pau ia me destruir. Mesmo assim, ele fez minha buceta explodir, me fazendo gozar mais duas vezes. Antes de ir embora, deixou a grana no criado-mudo. Demorei um tempão pra levantar. Peguei outra calcinha fio-dental e vesti. Arrumei a cama. Já tava amanhecendo quando o Jorge entrou no quarto. Ele só me olhou. Os amigos dele já tinham ido embora. Me abraçou e deitamos sem falar nada.
2 comentários - Eu sabia que ia rolar isso