Fala, pessoal! Meu nome é Mica, tenho 26 anos e sou nova por aqui (segundo post). Sou uma mina tranquila... ou melhor, era até que tudo isso aconteceu e me meteu numa série de rolos. Atualmente sou universitária, sou magrinha, tenho a pele clara e curto me cuidar com exercício e estilo de vida.
A história que vou contar pra vocês agora aconteceu quando eu tinha 19 anos, uma época em que minha vida era completamente diferente.
Desde os 17 anos eu tô com o Gabriel, ele é 4 anos mais velho que eu, tem 30 anos e me dou super bem com ele. Todo mundo lá em casa (minha mãe, meu pai) confia nele pra tudo. Meu relacionamento com ele é bom, já fizemos umas loucuras e umas paradas excitantes, mas nada demais. Eu me sentia muito à vontade com ele, e mesmo sem ter muita experiência, a gente foi descobrindo um monte de coisas que curte junto.
Por algum motivo, o Gabriel começou a reparar em qualquer cara que me olhasse de um jeito diferente, que me despisse com os olhos e tal. Toda vez que a gente se via e saía, ele pedia pra eu usar roupa curta, ou que deixasse pouco pra imaginação, coisa que quase sempre eu fazia pra ele. E com isso, ele sempre me falava quem tava me encarando — na maioria das vezes, uns caras e uns velhos que pareciam uns mendigos — e eu sempre respondia que ele era muito doido. Essas frases o Gabriel vivia me dizendo, e quando a gente transava, ele puxava o assunto, me perguntando se eu não queria ficar com outro homem e tal.
Assim ficamos uns meses até que um dia saímos pra ver um filme no cinema. Na saída já tava escuro, então caminhamos até onde tínhamos deixado o carro. No caminho, estavam dois flanelinhas: um de uns 35 anos, magro, de pele morena queimada de sol e mal vestido (sujo), e outro de mais de 40, gordo, com roupa suja igual ao outro. Chegamos no carro, subimos e Gabriel começou com as frescuras dele: — Viu como eles te olharam? Devia dar sua caridade e mostrar mais pra eles. — E eu respondia que ele era maluco, com uma risadinha safada. Nisso a gente tava debatendo e brincando quando ele falou: — Agora que lembrei, esqueci minha jaqueta na sala. — E disse pra irmos, mas eu falei: — Ah, não, eu espero aqui. — Ele desceu e saiu correndo.
Então lá estava eu, vendo umas bobeiras no celular, quando batem no vidro do carro. Era o velho gordo me oferecendo doces, e olha, eu sou muito fã de guloseimas. Desci e comecei a escolher. Na hora de pagar, ele disse que não era nada — "Não é nada, mocinha. Já me contento em ver esse corpão gostoso e essa carinha de anjo que você tem." Eu fiquei vermelha e agradeci. E nem sei por quê, a gente começou a conversar sobre por que meu namorado tinha descido e tal. Fiquei lá uns 10 minutos, até que passou o outro cara que tava com esse senhor e falou: — "Que sorte a sua, Misael, com uma novinha." E caiu na risada. Nessa hora, já me sentindo assediada, ia subir no carro quando meu celular tocou. Era uma mensagem do Gabriel: — "Quem te viu, já pegando geral. Vamos ver até onde isso vai." Uma sensação de nervosismo percorreu meu corpo.
Gabriel parecia estar me olhando. O senhor, que até aquele momento eu ouvi chamarem pelo nome, me disse: — Que sorte o seu namorado deve ter, eu aproveitaria pra ficar com você se tivesse a oportunidade. Naquela hora, não sei o que deu em mim, não sei se foi o que o Gabriel sempre me falava e que me dava um tesão enorme, e eu me dar abertura pra fazer mais, mas da minha boca saiu um: — Isso eu adoraria ver. Daniel não esperava por aquilo, talvez esperasse um tapa ou algo assim, e me disse: — Não brinca comigo, menina, que eu não aguento provocação. Eu ri e falei: — Sério, não é brincadeira. E Daniel respondeu: — Então você gosta de ser uma provocadora, né? Naquele momento, aquele tom de conversa me excitou, e diante da situação, acho que o Gabriel ia adorar. Então me decidi, como meu namorado disse, a fazer uma obra de caridade, e falei pro Daniel: — Não sou não. Eu gosto de gozar e resolver isso. Me dá 2 minutos pra avisar meu namorado que não vou esperar por ele, e a gente vai pra onde você quiser. Isso, com certeza, o senhor não esperava, muito menos aquela resposta. E bem animado, ele disse: — Ok, menina, eu adoraria. Só não me faz esperar. Vou pegar minha mochila e te espero lá atrás, naquela rua ali — apontando pra uma rua que dava pro lado do shopping.
Então, pensando que Gabriel tava me vendo, liguei pra ele na hora, peguei minha bolsa do carro e comecei a andar entre os carros, parando atrás de um jardim. Gabriel atendeu: — O que foi? Pra onde você vai? E eu falei: — Olha, antes de você falar qualquer coisa, vou te dizer que vou fazer aquela obra de caridade que você mandou, e queria saber até onde eu era capaz de ir. Então espera que já te conto. Ele ficou quieto um momento e disse: — É brincadeira, Mica? Vou te esperar 5 minutos aqui, e se não voltar, vou considerar que você vai com aquele cara. E se for isso, espero pelo menos uma foto de presente. Fiquei atrás do jardim durante os 5 minutos, vi o carro ligar e começar a andar, e pensei: bom, já tô aqui.
Caminhei e cheguei cheio de nervosismo onde o Misael me falou, ele tava encostado num poste, me viu e um sorriso se desenhou no rosto dele — Então era verdade, essa noite vai ser bem divertida —, e a gente começou a andar. Não perguntei pra onde, só me deixei levar. Chegamos na esquina e ele parou um táxi, o carro parou e ele mandou eu subir. Entrei no banco de trás e ele foi na frente, deu o endereço e a gente começou a rodar. Eu, todo tenso, ficava ouvindo a conversa entre o motorista e o Misael, e ele, querendo se exibir e dar a entender o que talvez fosse rolar, disse pro motorista: — Olha só, hoje à noite vou comer um negócio bem gostoso de janta. O motorista caiu na risada e respondeu: — Que sorte, irmão, de ter grana suficiente pra contratar uma puta — e os dois se acabaram de rir.
Isso só alimentava meu tesão e minha excitação. Chegamos ao destino e descemos. Daniel me disse que era a casa dele, um quarto no fundo de um terreno. Caminhamos por uma beirada e chegamos. O pouco que dava pra ver por causa da falta de luz era muita sujeira e mato alto. Ele abriu a porta e estava tudo bagunçado, tinha um cheiro muito forte e desagradável vindo do banheiro, e a cama dele era um catre velho. Então eu sabia que não tinha mais volta, algo ia rolar. Ele falou: — Vamos ver se você é tão provocante aqui — e me segurou bem forte pelo cabelo pra me puxar pra perto dele e me beijar de um jeito muito bruto. Depois de um puxão, me fez ficar de joelhos e com a outra mão começou a desabotoar a calça. Naquele momento, esqueci tudo ao redor (o cheiro ruim e a sujeira) e me senti tão indefesa, e isso me excitava. Ele tirou da calça o pauzão dele, e mesmo sem ereção já parecia enorme. Pegou ele e fez eu colocar na boca. O gosto era desagradável, cheiro e sabor de mijo, mas minha excitação era tanta que pouco me importei. Enquanto eu chupava o pau dele, ouvia o Misael: — Que delícia esses seus lábios e boquinha! Você é uma putinha muito gostosa — e eu sentia como, a cada chupada, ele crescia e ficava duro dentro da minha boca.
Fiquei ajoelhada assim, sendo comida na boca por aquele velho senhor, quando ele ficou duro demais e começou a me provocar de quatro, me mandou levantar e me beijou de novo, e enquanto me beijava, passava a mão em tudo, e claro, eu já tava perdida e super molhada com tudo que tava rolando. Depois ele se afastou, foi até as coisas dele e pegou uma cerveja, e eu fiquei ali parada só olhando ele, sem falar nada. Ele se aproximou e mandou eu tirar a jaqueta que eu tava usando, e depois ficou me encarando e, de um puxão, arrancou os botões da minha blusa, e mandou eu tirar a roupa. Eu me despi e fiquei de calcinha e sutiã na frente dele, e ele começou a rir, dizendo: — Ora, ora, você tá tão molhada que dá pra ver como você escorre por querer ser comida. — E, como se tivesse possuída, me aproximei pra continuar chupando o pau dele. Depois de uns 10 minutos fazendo oral, ele me levantou e me virou de costas, passando a mão na minha bunda e apalpando tudo que tava ao alcance.
Eu tava tão excitada que gemia que nem uma louca, e claro me sentia muito molhada, de repente ele me fez apoiar numa mesa, de um jeito que com as mãos me apoiei nela me sujando de comida derramada e largada, enquanto o Daniel começou a me beijar do pescoço descendo até chegar na minha bunda, beijando e mordendo, o que era muito gostoso, depois de um puxão ele baixou minha calcinha me deixando exposta na cara dele, fechei meus olhos enquanto sentia a respiração dele entre minhas pernas e minha parte, sentia ele me cheirar como se fosse um bicho, e me disse -Que cheiro gostoso você tem, putinha, carne fresca e no cio-, cada coisa que ele falava e fazia me dava uma sensação tão gostosa e satisfatória que não podia ser real, uma garota como eu à disposição de um cara mais velho e sem nenhuma chance de estar assim.
Ele começou a me lamber das pernas até enfiar a língua e a boca na minha buceta, me fez perder o chão de tanto gemer de tão bom que ele fazia. Me chupava igual um louco, e eu, perdida naquilo, tive um orgasmo muito gostoso, que até deixou minhas pernas tremendo. De repente, ele parou de chupar e eu fiquei ali em cima da mesa, com a minha buceta toda à disposição dele, ainda sem me levantar, me recuperando daquele orgasmo foda, quando, sem avisar, ele enfiou o pauzão enorme em mim. Eu soltei um grito de prazer na hora.
Senti um empurrãozão, entrei sem problema nenhum por causa do quanto ela tava molhada e das lambidas que ela me deu. Ela ficou parada um momento dizendo: "Você tá bem apertadinha, menina, isso vai ser muito gostoso, e lamento te dizer que vou te arrebentar de tanto que vou te meter. Quando seu namorado te pegar, vai sentir você mais aberta, pode ter certeza." Depois de falar isso, ela segurou minha cintura com uma mão e com a outra pegou meu cabelo e começou a me foder. Era tão gostoso, não dava pra descrever o que eu sentia com aquelas estocadas fortes que ela dava em mim. Me segurei nas bordas da mesa por causa da força que ela tava fazendo, talvez ela tivesse passado um tempão sem transar (coisa que depois eu confirmei). Depois de um tempo em que eu gemia de prazer e dava pra ouvir a Daniel fazendo um barulho tipo um grunhido cada vez que metia, ela me virou e me colocou em cima da mesa e me comeu de novo assim. Agora eu podia ver o rosto dela todo suado, e coloquei minhas mãos no pescoço dela, me encostando mais nela, enquanto ela me comia com tudo.
No meio da transa, eu tive vários orgasmos, nem sei quantos exatamente, mas tava muito bom com tudo que eu sentia, me preenchia de um jeito incrível, era tão duro e tão gostoso o jeito que entrava e saía dentro de mim. Depois eu levantei e ele me jogou na cama dele, aí subiu em cima de mim e colocou o pauzão dele dentro de mim de novo, me dando mais um orgasmo. Nessa posição, eu só ouvia ele entrando e saindo de mim, e um rangido da cama dele. Depois de uns minutos, ele começou a gritar: — Isso! Sua puta! — e na hora eu senti um jorro quente se soltar dentro de mim.
Depois de esvaziar todo o leite dele dentro de mim, me dando uma sensação deliciosa e muito satisfatória, ele se deitou do meu lado e disse: — Fazia anos que não transava assim. E eu, sem conseguir dizer uma palavra, fiquei lá me recuperando de tudo. Não sabia que horas eram, nem nada, só respirava fundo até cair no sono, e o Daniel também.
Não sei quanto tempo passou, acordei e senti na hora o cheiro forte de suor vindo do meu velho amante. Ele já estava acordado, e isso me fez perceber tudo de novo. O Daniel continuava dormindo, dava pra ouvir os roncos dele. Levantei, recolhi minhas coisas e comecei a me vestir. Minha pele estava toda pegajosa, cheia de gordura e suor. Aí peguei meu celular: tinha duas chamadas perdidas do meu pai e vários WhatsApp que não ouvi por causa de tudo que tinha rolado.
Fiquei nervosa, mas numa dessas mensagens era o Gabriel, e a mensagem dele dizia: — Seus pais estão te procurando, espero que esteja bem no seu encontro, mas assim que puder, fala comigo, eu disse que você ficou comigo e eles ficaram tranquilos — isso me acalmou e eu respondi com um áudio — Tá bom, já tô indo pra casa, te amo! —, quando virei, vi o Daniel rindo e ele falou — Nossa, que cara é esse seu namorado.
Não respondi nada, porque me senti estranha e como se toda a culpa que eu sentia já tivesse caído sobre mim. Coloquei a blusa e percebi que não tinha mais nenhum botão, porque eu tinha arrancado antes. Então guardei ela na bolsa, vesti só a jaqueta e falei: — Bom, Misael, não acredita em nada, não. Foi só um escorregão e não quero que você chegue perto de mim de novo, entendeu? — Ele caiu na risada e disse: — Ah, sua putinha, não precisa disso. Você vai voltar querendo mais, pode ter certeza. — Eu, ainda sem entender nada, saí da casa e andei umas quadras pra pedir um Uber e ir pra casa. Cheguei, tomei banho na hora. Me sentia tão suja, e olha que eu tava mesmo, dava pra ver umas marcas no meu corpo. Enquanto tomava banho, lembrava da putaria gostosa que foi aquela noite e fiquei molhada de novo.
Tarde, o Gabriel chegou, cumprimentou meus pais e entrou. Ficamos um tempão sem falar nada sobre o assunto, até que saímos pra comprar umas besteiras na lojinha. Foi então que ele me perguntou: "E aí, como foi ontem?". Aí, toda envergonhada, contei tudo pra ele. Quando terminei de contar, ele me perguntou se eu faria de novo, e eu disse que não, mas no fundo sabia que não era verdade. Porque rolaram outras situações com aquele velho depravado que me deixou tão viciada naquela rola duríssima dele, mas isso eu conto outra hora.
Não teve fotos daquele dia, então são só ilustrativas.
A história que vou contar pra vocês agora aconteceu quando eu tinha 19 anos, uma época em que minha vida era completamente diferente.
Desde os 17 anos eu tô com o Gabriel, ele é 4 anos mais velho que eu, tem 30 anos e me dou super bem com ele. Todo mundo lá em casa (minha mãe, meu pai) confia nele pra tudo. Meu relacionamento com ele é bom, já fizemos umas loucuras e umas paradas excitantes, mas nada demais. Eu me sentia muito à vontade com ele, e mesmo sem ter muita experiência, a gente foi descobrindo um monte de coisas que curte junto.
Por algum motivo, o Gabriel começou a reparar em qualquer cara que me olhasse de um jeito diferente, que me despisse com os olhos e tal. Toda vez que a gente se via e saía, ele pedia pra eu usar roupa curta, ou que deixasse pouco pra imaginação, coisa que quase sempre eu fazia pra ele. E com isso, ele sempre me falava quem tava me encarando — na maioria das vezes, uns caras e uns velhos que pareciam uns mendigos — e eu sempre respondia que ele era muito doido. Essas frases o Gabriel vivia me dizendo, e quando a gente transava, ele puxava o assunto, me perguntando se eu não queria ficar com outro homem e tal.
Assim ficamos uns meses até que um dia saímos pra ver um filme no cinema. Na saída já tava escuro, então caminhamos até onde tínhamos deixado o carro. No caminho, estavam dois flanelinhas: um de uns 35 anos, magro, de pele morena queimada de sol e mal vestido (sujo), e outro de mais de 40, gordo, com roupa suja igual ao outro. Chegamos no carro, subimos e Gabriel começou com as frescuras dele: — Viu como eles te olharam? Devia dar sua caridade e mostrar mais pra eles. — E eu respondia que ele era maluco, com uma risadinha safada. Nisso a gente tava debatendo e brincando quando ele falou: — Agora que lembrei, esqueci minha jaqueta na sala. — E disse pra irmos, mas eu falei: — Ah, não, eu espero aqui. — Ele desceu e saiu correndo.
Então lá estava eu, vendo umas bobeiras no celular, quando batem no vidro do carro. Era o velho gordo me oferecendo doces, e olha, eu sou muito fã de guloseimas. Desci e comecei a escolher. Na hora de pagar, ele disse que não era nada — "Não é nada, mocinha. Já me contento em ver esse corpão gostoso e essa carinha de anjo que você tem." Eu fiquei vermelha e agradeci. E nem sei por quê, a gente começou a conversar sobre por que meu namorado tinha descido e tal. Fiquei lá uns 10 minutos, até que passou o outro cara que tava com esse senhor e falou: — "Que sorte a sua, Misael, com uma novinha." E caiu na risada. Nessa hora, já me sentindo assediada, ia subir no carro quando meu celular tocou. Era uma mensagem do Gabriel: — "Quem te viu, já pegando geral. Vamos ver até onde isso vai." Uma sensação de nervosismo percorreu meu corpo.
Gabriel parecia estar me olhando. O senhor, que até aquele momento eu ouvi chamarem pelo nome, me disse: — Que sorte o seu namorado deve ter, eu aproveitaria pra ficar com você se tivesse a oportunidade. Naquela hora, não sei o que deu em mim, não sei se foi o que o Gabriel sempre me falava e que me dava um tesão enorme, e eu me dar abertura pra fazer mais, mas da minha boca saiu um: — Isso eu adoraria ver. Daniel não esperava por aquilo, talvez esperasse um tapa ou algo assim, e me disse: — Não brinca comigo, menina, que eu não aguento provocação. Eu ri e falei: — Sério, não é brincadeira. E Daniel respondeu: — Então você gosta de ser uma provocadora, né? Naquele momento, aquele tom de conversa me excitou, e diante da situação, acho que o Gabriel ia adorar. Então me decidi, como meu namorado disse, a fazer uma obra de caridade, e falei pro Daniel: — Não sou não. Eu gosto de gozar e resolver isso. Me dá 2 minutos pra avisar meu namorado que não vou esperar por ele, e a gente vai pra onde você quiser. Isso, com certeza, o senhor não esperava, muito menos aquela resposta. E bem animado, ele disse: — Ok, menina, eu adoraria. Só não me faz esperar. Vou pegar minha mochila e te espero lá atrás, naquela rua ali — apontando pra uma rua que dava pro lado do shopping.
Então, pensando que Gabriel tava me vendo, liguei pra ele na hora, peguei minha bolsa do carro e comecei a andar entre os carros, parando atrás de um jardim. Gabriel atendeu: — O que foi? Pra onde você vai? E eu falei: — Olha, antes de você falar qualquer coisa, vou te dizer que vou fazer aquela obra de caridade que você mandou, e queria saber até onde eu era capaz de ir. Então espera que já te conto. Ele ficou quieto um momento e disse: — É brincadeira, Mica? Vou te esperar 5 minutos aqui, e se não voltar, vou considerar que você vai com aquele cara. E se for isso, espero pelo menos uma foto de presente. Fiquei atrás do jardim durante os 5 minutos, vi o carro ligar e começar a andar, e pensei: bom, já tô aqui.
Caminhei e cheguei cheio de nervosismo onde o Misael me falou, ele tava encostado num poste, me viu e um sorriso se desenhou no rosto dele — Então era verdade, essa noite vai ser bem divertida —, e a gente começou a andar. Não perguntei pra onde, só me deixei levar. Chegamos na esquina e ele parou um táxi, o carro parou e ele mandou eu subir. Entrei no banco de trás e ele foi na frente, deu o endereço e a gente começou a rodar. Eu, todo tenso, ficava ouvindo a conversa entre o motorista e o Misael, e ele, querendo se exibir e dar a entender o que talvez fosse rolar, disse pro motorista: — Olha só, hoje à noite vou comer um negócio bem gostoso de janta. O motorista caiu na risada e respondeu: — Que sorte, irmão, de ter grana suficiente pra contratar uma puta — e os dois se acabaram de rir.
Isso só alimentava meu tesão e minha excitação. Chegamos ao destino e descemos. Daniel me disse que era a casa dele, um quarto no fundo de um terreno. Caminhamos por uma beirada e chegamos. O pouco que dava pra ver por causa da falta de luz era muita sujeira e mato alto. Ele abriu a porta e estava tudo bagunçado, tinha um cheiro muito forte e desagradável vindo do banheiro, e a cama dele era um catre velho. Então eu sabia que não tinha mais volta, algo ia rolar. Ele falou: — Vamos ver se você é tão provocante aqui — e me segurou bem forte pelo cabelo pra me puxar pra perto dele e me beijar de um jeito muito bruto. Depois de um puxão, me fez ficar de joelhos e com a outra mão começou a desabotoar a calça. Naquele momento, esqueci tudo ao redor (o cheiro ruim e a sujeira) e me senti tão indefesa, e isso me excitava. Ele tirou da calça o pauzão dele, e mesmo sem ereção já parecia enorme. Pegou ele e fez eu colocar na boca. O gosto era desagradável, cheiro e sabor de mijo, mas minha excitação era tanta que pouco me importei. Enquanto eu chupava o pau dele, ouvia o Misael: — Que delícia esses seus lábios e boquinha! Você é uma putinha muito gostosa — e eu sentia como, a cada chupada, ele crescia e ficava duro dentro da minha boca.
Fiquei ajoelhada assim, sendo comida na boca por aquele velho senhor, quando ele ficou duro demais e começou a me provocar de quatro, me mandou levantar e me beijou de novo, e enquanto me beijava, passava a mão em tudo, e claro, eu já tava perdida e super molhada com tudo que tava rolando. Depois ele se afastou, foi até as coisas dele e pegou uma cerveja, e eu fiquei ali parada só olhando ele, sem falar nada. Ele se aproximou e mandou eu tirar a jaqueta que eu tava usando, e depois ficou me encarando e, de um puxão, arrancou os botões da minha blusa, e mandou eu tirar a roupa. Eu me despi e fiquei de calcinha e sutiã na frente dele, e ele começou a rir, dizendo: — Ora, ora, você tá tão molhada que dá pra ver como você escorre por querer ser comida. — E, como se tivesse possuída, me aproximei pra continuar chupando o pau dele. Depois de uns 10 minutos fazendo oral, ele me levantou e me virou de costas, passando a mão na minha bunda e apalpando tudo que tava ao alcance.
Eu tava tão excitada que gemia que nem uma louca, e claro me sentia muito molhada, de repente ele me fez apoiar numa mesa, de um jeito que com as mãos me apoiei nela me sujando de comida derramada e largada, enquanto o Daniel começou a me beijar do pescoço descendo até chegar na minha bunda, beijando e mordendo, o que era muito gostoso, depois de um puxão ele baixou minha calcinha me deixando exposta na cara dele, fechei meus olhos enquanto sentia a respiração dele entre minhas pernas e minha parte, sentia ele me cheirar como se fosse um bicho, e me disse -Que cheiro gostoso você tem, putinha, carne fresca e no cio-, cada coisa que ele falava e fazia me dava uma sensação tão gostosa e satisfatória que não podia ser real, uma garota como eu à disposição de um cara mais velho e sem nenhuma chance de estar assim.
Ele começou a me lamber das pernas até enfiar a língua e a boca na minha buceta, me fez perder o chão de tanto gemer de tão bom que ele fazia. Me chupava igual um louco, e eu, perdida naquilo, tive um orgasmo muito gostoso, que até deixou minhas pernas tremendo. De repente, ele parou de chupar e eu fiquei ali em cima da mesa, com a minha buceta toda à disposição dele, ainda sem me levantar, me recuperando daquele orgasmo foda, quando, sem avisar, ele enfiou o pauzão enorme em mim. Eu soltei um grito de prazer na hora.
Senti um empurrãozão, entrei sem problema nenhum por causa do quanto ela tava molhada e das lambidas que ela me deu. Ela ficou parada um momento dizendo: "Você tá bem apertadinha, menina, isso vai ser muito gostoso, e lamento te dizer que vou te arrebentar de tanto que vou te meter. Quando seu namorado te pegar, vai sentir você mais aberta, pode ter certeza." Depois de falar isso, ela segurou minha cintura com uma mão e com a outra pegou meu cabelo e começou a me foder. Era tão gostoso, não dava pra descrever o que eu sentia com aquelas estocadas fortes que ela dava em mim. Me segurei nas bordas da mesa por causa da força que ela tava fazendo, talvez ela tivesse passado um tempão sem transar (coisa que depois eu confirmei). Depois de um tempo em que eu gemia de prazer e dava pra ouvir a Daniel fazendo um barulho tipo um grunhido cada vez que metia, ela me virou e me colocou em cima da mesa e me comeu de novo assim. Agora eu podia ver o rosto dela todo suado, e coloquei minhas mãos no pescoço dela, me encostando mais nela, enquanto ela me comia com tudo.
No meio da transa, eu tive vários orgasmos, nem sei quantos exatamente, mas tava muito bom com tudo que eu sentia, me preenchia de um jeito incrível, era tão duro e tão gostoso o jeito que entrava e saía dentro de mim. Depois eu levantei e ele me jogou na cama dele, aí subiu em cima de mim e colocou o pauzão dele dentro de mim de novo, me dando mais um orgasmo. Nessa posição, eu só ouvia ele entrando e saindo de mim, e um rangido da cama dele. Depois de uns minutos, ele começou a gritar: — Isso! Sua puta! — e na hora eu senti um jorro quente se soltar dentro de mim.
Depois de esvaziar todo o leite dele dentro de mim, me dando uma sensação deliciosa e muito satisfatória, ele se deitou do meu lado e disse: — Fazia anos que não transava assim. E eu, sem conseguir dizer uma palavra, fiquei lá me recuperando de tudo. Não sabia que horas eram, nem nada, só respirava fundo até cair no sono, e o Daniel também.
Não sei quanto tempo passou, acordei e senti na hora o cheiro forte de suor vindo do meu velho amante. Ele já estava acordado, e isso me fez perceber tudo de novo. O Daniel continuava dormindo, dava pra ouvir os roncos dele. Levantei, recolhi minhas coisas e comecei a me vestir. Minha pele estava toda pegajosa, cheia de gordura e suor. Aí peguei meu celular: tinha duas chamadas perdidas do meu pai e vários WhatsApp que não ouvi por causa de tudo que tinha rolado.
Fiquei nervosa, mas numa dessas mensagens era o Gabriel, e a mensagem dele dizia: — Seus pais estão te procurando, espero que esteja bem no seu encontro, mas assim que puder, fala comigo, eu disse que você ficou comigo e eles ficaram tranquilos — isso me acalmou e eu respondi com um áudio — Tá bom, já tô indo pra casa, te amo! —, quando virei, vi o Daniel rindo e ele falou — Nossa, que cara é esse seu namorado.
Não respondi nada, porque me senti estranha e como se toda a culpa que eu sentia já tivesse caído sobre mim. Coloquei a blusa e percebi que não tinha mais nenhum botão, porque eu tinha arrancado antes. Então guardei ela na bolsa, vesti só a jaqueta e falei: — Bom, Misael, não acredita em nada, não. Foi só um escorregão e não quero que você chegue perto de mim de novo, entendeu? — Ele caiu na risada e disse: — Ah, sua putinha, não precisa disso. Você vai voltar querendo mais, pode ter certeza. — Eu, ainda sem entender nada, saí da casa e andei umas quadras pra pedir um Uber e ir pra casa. Cheguei, tomei banho na hora. Me sentia tão suja, e olha que eu tava mesmo, dava pra ver umas marcas no meu corpo. Enquanto tomava banho, lembrava da putaria gostosa que foi aquela noite e fiquei molhada de novo.
Tarde, o Gabriel chegou, cumprimentou meus pais e entrou. Ficamos um tempão sem falar nada sobre o assunto, até que saímos pra comprar umas besteiras na lojinha. Foi então que ele me perguntou: "E aí, como foi ontem?". Aí, toda envergonhada, contei tudo pra ele. Quando terminei de contar, ele me perguntou se eu faria de novo, e eu disse que não, mas no fundo sabia que não era verdade. Porque rolaram outras situações com aquele velho depravado que me deixou tão viciada naquela rola duríssima dele, mas isso eu conto outra hora.
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