Fermín, o caseiro tarado

Corria o ano de 1956, o filho da puta do meu pai tinha acabado de largar eu e minha mãe, nos trocou por uma putinha do escritório dele que o enganou e até planos de casamento eles tinham. Minha mãe descobriu a parada e quando encarou o sem-vergonha, ele só falou que a minha mãe tinha pedido por não dar mais atenção pra ele na cama como ele merecia. Tudo isso ela me contou com a voz embargada pelo choro, já que o covarde nem teve coragem de falar na minha cara, a filha dele, Lorena, de 19 anos, estudante de taquigrafia. Nunca me dei bem com ele, mas depois do que fez com a gente, vou odiar ele pelo resto da vida. Minha mãe, sem o apoio da família dela e sem renda própria, ficou desamparada e não conseguiu processar ele. Assim, o bastardo nos deixou na merda. Tivemos que procurar outra casa, já não dava pra pagar o aluguel daquela onde morei a vida toda, tive que me despedir do bairro e de todas as memórias que estavam lá. A gente tava desesperada pra achar outro lar antes de acabar o último mês de aluguel pago, tive que largar os estudos pra procurar um apartamento decente, mas com nossas economias era impossível alugar até o pior barraco de Aguascalientes. Minha mãe me surpreendeu um dia, do nada falou que já tinha achado um apartamento baratíssimo, bem parecido com o que a gente tinha. Eu suspirei aliviada, mas notei uma expressão agridoce no rosto dela, devia ter alguma desvantagem naquele lugar novo, perguntei, mas ela só me enganou até disfarçar bem a aflição e agiu com uma falsa alegria. Contratamos a mudança e depois de 2 dias corridos, finalmente conseguimos descansar um pouco no nosso aparente novo lar. Tava feliz com o bairro novo, parecia seguro e os vizinhos eram quase tudo mãe solteira e casal jovem, não parecia ter vizinho encrenqueiro, embora me chamasse a atenção que a maioria dos inquilinos era mulher, no máximo Eu tinha visto três homens num prédio de 12 apartamentos. Resumindo, as mães solteiras eram a Sônia (minha mãe), Laura, Esmeralda, Celia, Helvira e Yolanda; as casadas eram Alejandra, Letícia, Gabriela, Diana, Natália e Berenice. Com o passar dos dias, acho que percebi qual era o problema do prédio novo: o Fermín, o proprietário, morava no térreo, num quartinho que mais parecia um depósito. Era um velho grisalho, uns 55 anos, desleixado, careca, vulgar e, sem dúvida, tarado. Eu via ele sentado numa cadeira de praia do lado do corredor de entrada do prédio, na frente do quartinho dele. Dali ele tinha uma visão total da entrada e, se levantasse a vista, conseguia ver pelos vãos das escadas. Ficava ali, de olho em todas as mulheres que entravam e saíam, especialmente olhando pra bunda delas. Nem preciso dizer quando minha mãe me levou pra conhecê-lo: o velho me despia com os olhos e era mão-leve com ela. Enquanto conversávamos, ele tocava no ombro dela, passava o braço na cintura e se aproximava do rosto dela de um jeito nojento. Achei que ele estava passando dos limites, mas, pra minha surpresa, não notei minha mãe incomodada. Pelo contrário, ela ria das besteiras que ele falava e entrava na conversa. Fazia tempo que não a via dar tanta risada, na verdade. Então não falei nada, mas, no fundo, não confiava naquele sujeito. Com o tempo, vi, alarmada, que o Fermín agia igual com todas as donas de casa, até com as casadas, e nenhuma reclamava. Uma vez, vi descendo as escadas quando o velhote agarrou descaradamente uma nádega da Esmeralda e ficou apalpando ela com luxúria, enquanto ela só ria. Incrédula, não entendia por que aquelas mulheres deixavam o velho tratá-las daquele jeito. Um dia, saí pra fazer uma compra no mercado perto de casa. Enquanto comprava, minha mãe me ligou pedindo pra eu ir buscar uma vasilha na capital. Calculei que levaria uma hora e meia andando. Tava nessa quando ouvi dois senhores... Os inquilinos conversavam: —Pô mano, cada dia as coisas tão mais complicadas, não faz nem um mês que a gente mora aqui e minha esposa já foi trabalhar como vendedora de Shelo ou Chelo, uma parada assim, de cosméticos e essas tranqueiras, ela dizia que queria me ajudar com as contas, o que cê acha?— —Pois é, as mulheres de hoje em dia não ficam quietas como antes, e fazer o quê, a gente já não pode mais se opor porque a situação tá cada vez mais foda. Então ela tá vendendo agora?— —É, tá dando uns rolês por toda a vila, tentando a sorte, por quê?— —Toma cuidado e fala pra ela não ir na unidade do Fermín, com todo respeito tua esposa é uma gostosa e você já sabe que aquele velho filho da puta é mão-leve com as mulheres, principalmente se sabe que são casadas— —Hahaha, não fode Mario, minha mulher sabe se cuidar, além disso, se eu descobrir que ele encostou nela, quebro a cara daquele cachorro na hora, ou de qualquer um que tentar algo contra ela— —É que esse é o problema, o mais provável é que você nem fique sabendo até ele já ter metido a rola, aquele Fermín comeu várias esposas de outros trabalhadores daqui, e os corno nem ficavam sabendo até as mulheres engravidarem, ou pior, até os boatos de que ele tava comendo elas já serem muito fortes— —Para de falar merda, vai me dizer que aquele cara fedido e feio pra caralho é um garanhão, sedutor e que nenhuma mulher resiste, hahaha, vai tomar no cu— —Não mano, sem zoeira, não tô mentindo, por isso nunca deixei minha mulher e muito menos minhas filhas chegarem perto daquele filho da puta, e claro que não são as mulheres que dão mole, aquele velho é um desses fazendeiros filhos da puta, tenho certeza que até é protegido por algum cartel porque empresta as terras dele pros negócios deles, praticamente é intocável, por isso ninguém se atreve a enfrentar ele e por isso ele se aproveita e pega qualquer mulher que ele goste, não tem família mas tem filhos espalhados por todo o município— —Não me fode que com o Cartel do Golfo, e se tudo isso for verdade, você sabe por experiência própria ou o quê?
— —Já te disse que conheci muitos pobres coitados que foram corneados, mas uns quatro anos atrás vinha uma senhora com a filha dela vender verduras, a garota era muito linda e educada, não tinha nada da putaria que já se nota em algumas logo de cara. Pois é, o maldito do Fermín deu em cima dela em poucos dias e um dia que fui aos armazéns encontrei eles, o filho da puta tinha ela pelada e inclinada sobre uns caixotes enquanto metia por trás. A pobre moça tinha os olhos cheios de lágrimas e o velho tapava a boca dela pra não gritar enquanto lambia a orelha dela. Na hora pensei em matar aquele filho da puta, mas caguei de medo porque sabia que os patrões dele matariam eu e minha família inteira. Saí de lá e, embora elas continuassem vendendo por umas semanas, o ânimo da garota estava terrível, ela implorava pra mãe delas irem embora daqui e de repente nunca mais vi elas. Teve outra vez que fui abastecer de mantimentos a escola da minha filha e enquanto descarregava as coisas do caminhão com os rapazes, deu vontade de mijar. No caminho pro banheiro, ouço uns gemidos e uns gritos abafados, o som me levou a uma sala fechada onde estava uma das professoras de pernas abertas em cima da mesa e no meio delas o Fermín enfiando a vara na buceta dela. Era uma professora nova, recém-contratada, ele tinha rasgado as roupas dela e ela lutava pra se soltar daquele velho filho da puta, de novo não pude fazer nada, nem eu nem minha família viveremos em paz com esse filho da puta vivo—
— —Que besta, caralho, mas como é que esse filho da puta ainda tá vivo, já vai ter o que merece e nada de papo de inferno, ele vai receber em vida, disso eu tenho certeza. Mas olha, valeu por me avisar, compadre, vou cuidar da minha esposa, sorte que só tive filho homem com ela, senão agora eu taria louco—
— —Fala sério, qualquer coisa tô por aqui, mano, a gente se ajuda—
Eu estava Atônita com o que ouvia, pensando onde a gente tinha se metido e com quem, a gente precisava sair dali logo. Tinha que encontrar minha mãe rápido e contar tudo que escutei, agora entendia por que as mulheres eram tão permissivas com aquele velho filho da puta, era um criminoso e um estuprador. Voltei na hora pro prédio, atenta pra ver se via o Fermín e evitar ele a todo custo. Não vi ele no quartinho dele e fui ligeira até meu apartamento. Abri a porta e, pra minha má sorte, não encontrava ela em lugar nenhum. Já muito angustiada, liguei pra ela, mas não atendeu. Fui pro quarto dela procurar alguma pista de onde ela estava, deixei a porta entreaberta e tava procurando algum bilhete na agenda dela quando ouço abrirem a porta. Achei que era ela, então tava quase abrindo a porta quando escutei que ela não vinha sozinha: —Que bonitinho você arrumou seu apê, sua gostosa, mas a única coisa que me importa é ver qual cama a gente vai usar, chegou a hora de pagar a entrada do aluguel, haha— —Sim, eu sei, seu moço, mas olha, insisto que se o senhor esperar, posso dar 8 mil reais por este mês, a gente só vai ficar um mês aqui, por favor, pensa bem— disse minha mãe com voz baixinha. —Shhh, não quero ouvir mais enrolação, já te falei que dinheiro não me interessa e você sabia no que ia se meter desde que aceitou se mudar pra cá, todas as suas vizinhas pagam o aluguel do mesmo jeito, não fica triste não, hahaha— —Po… por favor, seu moço, vê a situação que eu tava, não tinha outra opção, sei que a gente pode negociar de outro jeito— —Se quer negociar, não tem que me convencer, tem que convencer ele— disse o velho enquanto abaixava as calças, liberando o pênis enrugado e nojento dele, que começou a balançar vulgarmente. O homem tirou as calças e os sapatos enquanto minha mãe ficava imóvel, com o olhar perdido. Eu não sabia o que fazer depois do que ouvi, se saísse agora e a gente matasse ele juntas, quem sabe que consequências a gente teria. O velhote se aproximou semidespido da minha mãe e abraçou ela, com as mãos indo direto pra bunda dela, que ele apalpou. Vilmente, ele enfiou a mão por baixo da saia rodada dela pra acariciar a pele da bunda dela agora. —Fica tranquila, bunduda, se tratar bem minha pica nunca vai faltar teto, nem comida, nem roupa, pra sua filha também não, hein. Enquanto isso, abre essa boquinha— disse o velho enquanto acariciava o queixo da minha mãe. Ela obedeceu e o homem meteu a língua na boca dela com safadeza, começando uma série interminável de beijos babados, que minha mãe retribuía com dificuldade. O velho aproveitou pra começar a despir ela, desabotoou a blusa e ela, dócil, esticou os braços pra ele tirar. Depois puxou o sutiã dela e, num movimento rápido e ágil, ele caiu no chão, liberando os peitos durinhos dela. O velho parou de beijar ela e começou a apalpar: —Mamacita, você tem do jeito que eu adoro, redondinhas, macias e com as auréolas grandes, isso sim é manjar— disse enquanto apertava e amassava os peitos dela com força. Depois começou a chupar e lamber como um possesso, mordiscando os bicos e cuspindo no meio deles, deixou tudo bem besuntado de saliva. Foi aí que ele sentou no nosso sofá. —Poucas coroas têm umas tetas tão bonitas, mas deixa eu ver se você sabe usar, putinha— disse o homem enquanto abria as pernas e balançava a pica. Minha mãe entendeu o recado e se ajoelhou no meio delas, com os peitos babados, enrolou a pica e, apertando como um torno, esfregou em volta dela com frenesi. O velho sorriu satisfeito e levantava o quadril pra aumentar o atrito, a pica deslizava como manteiga entre aquelas duas montanhas de carne, e quando ela parava, a pica sumia no meio, só a ponta da glande aparecendo. Esse velho ainda era um pica-curta. —Ahhh, espera aí que você vai me fazer gozar sem eu ter te comido, melhor mostrar essas peitudas que você tem, já faz uns dias aqui e parece que você não se livrou de toda a bagagem, haha— Minha mãe entendeu a indireta e se levantou, virando de costas pra ele. Ela desabotoou a saia e com as duas mãos começou a puxá-la para baixo. —Não, não, não, mas primeiro arqueia bem, minha rainha, mostra essa bunda como uma puta de esquina, haja— ordenou. —M-mas eu não sei de que jeito o senhor quer que...— minha mãe respondeu —Vamos, não se faz de sonsa, empina essa raba pra mim, deixa ela gostosa, toda fêmea sabe fazer isso por instinto, hahaha— declarou. Os olhos da minha mãe se encheram d'água, ela arqueou as costas e deixou a saia cair até os tornozelos, aparecendo uma calcinha branca com estampa de lírios. —Hahaha, que porra é essa de calcinha, mulher? Nem minha avó usava essas tranqueiras tão antigas, vou te dar umas que mostrem esses peitões como Deus manda, mas agora deixa eu ver que buraquinhos tem atrás desse pano— minha mãe, tremendo de medo, começou a tirar a calcinha e quando as intimidades dela iam se mostrar pra aquele velho filho da puta, eu não tive coragem de continuar vendo. Desviei o olhar da porta e sentei no chão, encostada na parede atrás da porta, tampei os ouvidos com as palmas das mãos e fechei os olhos. Não sei quanto tempo fiquei assim até os murmúrios pararem. Então espiei e vi que minha mãe, totalmente nua, ia pro banheiro, provavelmente pra tomar banho, ela tava com as nádegas vermelhas, a entreperna brilhando e da buceta dela escorriam restos de algum fluido; o delineador e a pouca maquiagem que ela usava estavam borrados, assim como o cabelo dela. Quando entrou no chuveiro, eu a ouvi soluçar. Fiz barulho com a tranca da porta pra fingir que tinha acabado de chegar e minha mãe gritou assustada, perguntando quem era do chuveiro, eu disse e senti que ela recuperou a compostura como se nada tivesse acontecido, e assim passou aquele dia. No dia seguinte, acordei cedo e mal conseguia olhar nos olhos da minha mãe, tava impotente, não podia ajudá-la com minhas próprias forças, precisava de apoio, era óbvio que a gente tinha que se livrar daquele velho filho da puta de uma vez por todas, eliminar ele da face da terra. Se eu fosse matá-lo, tinha que ser o mais discreta, astuta e furtiva possível, não podia deixar nenhum vestígio, eu tinha que disfarçar como se ele tivesse morrido de velhice, então pensei em envenená-lo, o problema era como administrar o veneno. Falei pra mamãe que ia sair pra ver uma amiga, mas na verdade ia conseguir o veneno com um amigo da faculdade que era daqueles dealers típicos, aquele mano conseguia qualquer químico que você pedisse. Enquanto descia as escadas, vi que o Fermín tava dentro do quartinho dele, então tentei não fazer barulho. Nessa hora, alguém bateu na porta da frente, o Fermín saiu pra abrir e eu tive que voltar alguns degraus pra não ser vista. Quando ele abriu a porta, do outro lado tinha uma mulher de no máximo 30 anos pedindo licença pra vender produtos da Shelo. Senti um nó na garganta porque imaginei que era a esposa do locatário anônimo do outro dia. O Fermín convidou ela pra entrar e, assim que ela virou as costas, ele olhou pra bunda dela e sorriu feito um sátiro. — A senhora é nova por aqui, né, mocinha? — perguntou ele. — Sim, sim, minha família e eu acabamos de chegar por aqui e, como vê, somos gente honesta, caso o senhor tivesse alguma preocupação. — Ah, não, como é que a senhora acha que eu sou um malvado? É que eu moro aqui a vida toda e sei reconhecer caras novas. — Ai, desculpa! É que do lugar de onde viemos, a gente sofreu maus-tratos de gente que nem vale a pena mencionar, acho que ainda tô na defensiva. — Não se preocupe. E falando em Shelo, eu uso um creme pra pele diabética, acho que de caracol ou algo assim, a senhora não tem desse? — Hmm, não sei bem qual o senhor quer, acho que essa marca não tem cremes pra diabéticos. — Ué, que estranho, mas te garanto que tenho um lá em casa. — Então me mostra, que eu vejo se encontro no catálogo. — Claro, me acompanha, por ali a senhora conhece o prédio, temos um apartamento vago caso queira trazer sua família, tão bem baratos. — Ah, é? Me diz mais ou menos a faixa de preço. — Aqui tenho os papéis no meu escritório, sou o dono deste prédio, tô às suas ordens, mocinha. Filho da puta tinha convencido ela a acompanhá-lo até o quartinho dele, eu temia que ele tentasse algo com ela, então me aproximei na surdina quando ele fechou a porta atrás da mulher. Pela janela, ouvi os dois conversando sobre os supostos benefícios de alugar no prédio, e quase que o velho filho da puta convence ela, a mulher concordou em discutir com o marido e voltou ao assunto do tal creme, então Fermín parou na soleira do quarto e revelou suas intenções podres: — Olha, gostosa, a verdade é que não uso nada dessas suas tranqueiras, e como você é a nova moradora, tenho que explicar como as coisas funcionam por aqui — disse Fermín, mudando o tom de voz de amigável para severo. — Como é? Escuta aqui, senhor, você não vai falar assim comigo, me deixa sair ou eu grito, viu? Não vou repetir — Pode gritar à vontade, agora só tem mulher aqui e nenhuma vai te ajudar — Velho maluco, socorro! Socorro!... — gritou ela até quase perder a voz, ninguém ia ajudar ela, nem eu podia fazer nada. — Já terminou? Vai me deixar falar ou não? — Não tenho medo de você, hein, e não chega perto porque, mesmo que me mate, não vou deixar você sair sem um arranhão — Você é muito faladeira, mulher, dá pra ver que nunca te ensinaram modos. Me escuta com atenção, isso aqui é território de cartel, só que a gente vive em paz porque eu sou o benfeitor deles. Como sou dono de quase toda a cidade, deixo eles fazerem o serviço deles à vontade e forneço uma boa infraestrutura, em troca eles me protegem e me fazem uns favores — E eu com isso? O que isso tem a ver comigo? — Digamos que eu sou tipo o imperador daqui, não sou só dono dos prédios, mas também de toda mulher que põe os pés no meu território. Claro que nem todas servem pra foder, mas as que eu gosto têm que me satisfazer na cama, não podem me negar sexo quando eu pedir e têm que saber que os corpos delas me pertencem. Essa é minha residência principal por enquanto, já que não cobro abrindo a carteira dos meus inquilinos. senão abrindo as pernas das minhas inquilinas kkkk— —O quê?, seu velho tarado, sai de perto de mim, quando meu marido vier me buscar você vai ver— —Você não ouviu o que eu disse?, basta uma ordem simples e meus homens vão dar uma surra daquelas no seu marido, vão deixar ele quase morto, seus dois filhos vão ser recrutados e você de qualquer jeito vou te fazer minha, só que não vai ser mais na boa— —Não é verdade, não acredito em nada seu velho maluco, já me deixa sair daqui!— —Quer mesmo me testar, putinha? Não tenho problema nenhum em te estuprar aqui mesmo, por mais que você resista, no final uns bons tapas vão te fazer ceder, já tive que fazer isso poucas vezes e não gosto nada, seria melhor para nós dois se você cooperar sem reclamar tanto. Pode gritar à vontade, mas como eu disse, só tem mulheres aqui e todas já sabem seu lugar— —Já falei que não tenho medo de você, seu velho!, quero ver você tentar, pra ver se é tão machão assim— —Talvez isso te mostre que não estou brincando— disse o velho maliciosamente enquanto tirava de uma gaveta do criado-mudo uma pasta de broche e um frasco enorme transparente de vidro amarelo. O velho jogou o frasco sem muita força no chão, a mulher se afastou pensando que ele ia jogar nela, e o vidro se estilhaçou com o impacto. O conteúdo se espalhou pelo chão, era um líquido transparente que continha dedos, orelhas e até pênis cortados. —Meu Deus, o que é isso?!— disse a mulher com cara de horror. —São os restos dos pobres coitados que quiseram passar dos limites comigo ou que simplesmente não deixaram eu comer as mulheres deles numa boa kkk— —Não!, é mentira seu louco, essas coisas são de borracha ou algo assim, são falsas… não sou nenhuma idiota— —Foda-se se você não acredita, mas cala a boca que não terminei, putinha, olha só o que tenho aqui— Fermín abriu a pasta e mostrou para a mulher cópias de documentos, acho que consegui ver carteira de motorista, título de eleitor, cartão de banco e até o certificado de serviço militar. —Não pode ser… Não... como é que ele conseguiu isso?— imaginei que os documentos fossem cópias dos do marido dela e um arrepio percorreu meu corpo, com que recursos aquele velho filho da puta contava? —Sei tudo sobre seu Francisco, os horários dele, o endereço, os filhos, o trabalho, blá blá blá. Nada entra ou sai dessa vila sem que eu seja notificado, ok?— —Não... impossível... você não pode fazer isso com a gente, por favor— —Agora vai me implorar? Nah, olha, vou ser bem claro: se não quiser que a gente dê um sumiço em algum dos seus filhos ou no seu maridinho, no seu lugar eu já ia tirando a roupa— compungida, os olhos da mulher ficaram vidrados de lágrimas que começavam a escorrer, e ela se lamentava em voz alta enquanto cobria o rosto com as mãos, a situação a dominava. —Não chora, lindona, presta atenção: sua família vai viver sossegada aqui. Como eu disse, a vila tá sob a proteção dos meus parceiros, não precisa se preocupar com insegurança, vou garantir que seu marido nunca fique sem trampo; o mesmo vale pros seus filhos, se precisar de ajuda financeira pra estudo ou qualquer outra coisa, é só me avisar. Em troca, só precisa me entregar seu corpo, vou te fazer minha, e você vai ser submissa, prestativa e obediente comigo, ou seja, com seu macho; como toda mulher deveria ser. Você tem sorte de não ter filhas, senão teria que me entregar elas também, quando estivessem bem crescidas, claro, não sou pedófilo, hahaha— —Você é um monstro, não pode fazer isso com a gente, quem você pensa que é? Não tem medo de Deus? Talvez eu não faça nada, mas um dia você vai receber o que merece, seu velho de merda, todo mundo colhe o que planta e você...— a mulher foi interrompida por um tapa brutal que levou na maçã do rosto direita. Com o impacto, ela quase caiu, mas só cambaleou e cobriu o rosto com os dois braços, com medo de outro golpe. —Não gosto de bater nas minhas mulheres, mas você já tava passando dos limites. Até agora fui educado com você, mas preciso te domar como uma putinha. Cachorra que é, com mão pesada— —Não… espera, por favor… não me machuca, não seja cruel, por favor…— suplicou a mulher com a bochecha vermelha do tapa e um pedaço do lábio inferior prestes a estourar. —Então, de agora em diante, você vai me obedecer sem reclamar e vai me chamar de “amo” sempre com o devido respeito. Também, só vai abrir a boca quando eu autorizar; se você se comportar bem, vou te tratar como minha mulher, com as deferências que você merece, e nunca mais vou te bater. Pelo contrário, vou ser carinhoso e até te dar uns agradinhos. Entendeu?— —N… não me faça isso, a… amo, o que vai fazer comigo? Eu não quero trair meu marido, eu amo ele, e além disso não sou nenhuma puta pra…— Fermín fez um punho com uma mão, a mulher percebeu e calou a boca, olhando pro chão. —Olha, não quero te dar outro tapa porque você tá muito folgada, e sobre o resto, tudo a seu tempo, princesa. Agora quero te ver como Deus te trouxe ao mundo— disse o homem, dessa vez com um olhar lascivo. Ele se aproximou da mulher e passou um braço em volta da cintura dela. Com o outro, começou a levantar a blusa de ombros descobertos que ela usava, a mão dele indo direto pra amassar os peitos dela. Levou a boca ao pescoço da mulher e encheu de beijos efusivos no lado direito, chegando a mordiscar com os lábios o lóbulo da orelha dela. Os olhos da mulher começaram a se encher de lágrimas, mas ela suspirou resignada, fez uma careta bem sofrida e ergueu os braços pra Fermín tirar a blusa. A mulher sabia que, mesmo odiando aquilo com toda a alma, não tinha outra escolha naquele momento a não ser obedecer ao velho. Tinha que entregar o corpo dela, e o pior de tudo: temia receber a pica daquele velhote dentro dela. A expressão de Fermín ficou completamente selvagem, era a de um canalha desumano que até eu fiquei apavorado. Isso aconteceu no instante em que os peitos da mulher balançaram graciosamente quando ele puxou a blusa pra cima. Com um movimento rápido, Fermín rasgou o tecido frágil que unia as taças do sutiã. alças, o que balançou um pouco o par de seios redondos e bem formados que a mulher tinha, talvez levemente caídos por ter amamentado dois filhos. Fermín tratou eles igual aos da mãe, lambuzando-os completamente de saliva e mordiscando os bicos dos peitos. A mulher só fechava os olhos e reprimia os gemidos. Depois, já sem nenhum pudor, as mãos de Fermín foram direto pra bunda da mulher, enfiou por baixo da calça jeans pra poder apalpar com gosto. —Tira os sapatos e as meias, meu amor; fica tranquila, uma vizinha acabou de passar pano no chão kkk— ordenou Fermín. A mulher, sem dizer uma palavra e com algumas lágrimas escorrendo pelas maçãs do rosto, desamarrou os tênis de sola grossa e tirou eles junto com as meias. Depois de descalça, Fermín se agachou de modo que o rosto dele ficou na altura da bunda da mulher. Desabotoou a calça dela e puxou o zíper devagar. Depois, com as duas mãos, começou a baixar a calça, revelando aos poucos uma calcinha fio dental branca que já era a única coisa que protegia a nudez total da mulher contra aquele depravado. Fermín continuou descendo a calça até que a mulher, por conta própria, levantou as pernas pra facilitar o serviço. Já com total liberdade, Fermín apalpava as pernas dela, tocava até a sola dos pés como se um médico examinasse a paciente. Naturalmente, deu mais atenção à bunda, primeiro enchendo as nádegas de beijos e chupões, depois dando umas palmadas leves pra fazer as bolas balançarem bastante. Mais cedo do que tarde, Fermín segurou o elástico da calcinha com as duas mãos e começou a tirar devagar. Quando o cu da mulher estava prestes a ficar descoberto, ela instintivamente apertou as nádegas e moveu o quadril pra frente pra proteger os buracos. —E ainda tá de frescura, porra, já tá toda pelada e mesmo assim tem vergonha de me mostrar seus buracos, não fode kkk. Levanta bem essa bunda e fica quietinha, não quero repetir, hein— A mulher, mais uma vez, fez uma dolorosa gesto de resignação e arqueou um pouco as costas pra deixar a bunda empinada. Fermín continuou abaixando a calcinha, deixando à mostra um cu que parecia bem apertadinho, levemente mais moreno que o resto do corpo, e uma buceta de lábios grossos em formato de tulipa, com poucos pelinhos na monte de vênus. —Mmm, mamita gostosa, olha só que buceta bonita que você tem— dizia Fermín cheio de tesão enquanto acariciava com devoção a buceta e o clitóris, depois cuspiu nos próprios dedos e lambuzou toda a buceta de saliva, deixando até os pelos viscosos. —Então olha, minha rainha, hoje vou te estrear só metendo na sua buceta, outro dia você vai me dar uns boquetes e mais tarde vou furar bem gostoso seu cuzinho. Você vai vir aqui bem arrumadinha e perfumada uma vez por mês, vou te avisar a data exata, e se não puder por doença ou besteiras assim, no mês seguinte te fodo em dobro. Não preciso repetir o que vai acontecer se você não aparecer quando eu mandar, né?— —Não, meu amo, m... mas vai usar camisinha, né?— perguntou a mulher. —hahaha, claro que não, boneca, isso é coisa de viado, te prometo que não peguei nenhuma doença apesar de todos os cuzinhos que já comi, por isso nem chego perto das vadias que já devem estar cheias de bichos. Por isso prefiro virgens ou casadas, com elas posso garantir minha saúde haha. E além disso, te lembro que a partir de hoje você é minha nova mulher e como tal vai receber meu leite bem dentro da sua bucetinha, meu amor, considera que é nossa noite de núpcias haha— —N... não, por favor, senhor... digo, amo, se ainda tem um pouco de humanidade em você, imploro que não faça isso comigo. Faço tudo que quiser, menos...— —Shhhhh, para com essas frescuras, cala a boca de uma vez.—O homem se levantou, desamarrou o cordão da calça de moletom e tirou ela rapidamente, na cueca dele tinha uma abertura no meio por onde ele puxou o pau junto com as bolas. A mulher olhou praquele pau com desprezo e como se estivesse segurando o vômito que ele causava. —Olha bem pra ele, minha rainha porque a partir de agora você tem que se dar muito bem com ela, ela se chama a corneadora e te aviso que é bem brincalhona, adora se meter em buracos molhados e quentinhos pra dar cambalhotas neles até esvaziar toda a porra que carrega, me diz, você acha que consegue ajudá-lo? — S…Sim — Maravilhoso, não acha ela linda? Acaricia ela sem medo, a corneadora gosta de sentir pele nova — a mulher estava paralisada, Fermín segurou o pulso da mulher e levou a mão dela pro pau dele, em seguida fez o mesmo com a outra e ela, relutante, começou a masturbá-lo. Fermín esboçou um sorriso diabólico e lambeu alguns dedos da mão, que levou até a virilha da mulher, começando a esfregar a buceta inteira dela, já que a mulher não estava lubrificando por razões óbvias, Fermín tentava umedecer a ppk dela o melhor que podia, talvez pra que ela não sofresse tanto na penetração, devia ser a pouca humanidade que ainda lhe restava. — Mmm, olha o que eu encontrei, corneadora, um buraco lindo, bem macio e com pouco pelo, do tipo que você mais gosta, quer ver se também é bonito por dentro? — dizia Fermín como um louco enquanto um dos dedos dele já explorava o interior da mulher, que fazia o possível pra conter seus impulsos violentos. Fermín se deslocou até um canto do quarto onde tirou uma manta que cobria algum tipo de aparelho. — Deita no potro vermelho que você vê ali e abre bem as pernas pra mim — a mulher caminhou lentamente até um potro de amor coberto de veludo vermelho que, pra piorar, tinha umas manchas de porra espalhadas e vai saber que outros fluidos de usos anteriores. Ela se deitou de costas e ficou na posição perfeita pra um papai-e-mamãe, Fermín se aproximou brandindo o pau como uma arma e segurou as panturrilhas da mulher, depois puxou ela levemente de modo que da cintura pra baixo ficou suspensa fora do potro. Fermín abriu devagar as pernas da mulher, que lutaram um pouco pra ficarem juntas. Ele apontou o pau pra buceta lambuzada de cuspe da mulher. —Olha só essa corna, que bucetinha bonita você encontrou— dizia o velho desprezível enquanto esfregava a glande para cima e para baixo. Em seguida, o velho soltou um último cuspe no clitóris que escorreu até molhar a glande que já estava pronta para começar a empalação. —Mmmm, parece que você já encontrou a entrada, vamos ver como está acolhedora— dito isso, Fermín deu a primeira estocada, mas a glande foi rejeitada; só na quarta estocada o esfíncter da mulher cedeu e a glande intrusa desapareceu dentro dela. Apesar de estar sofrendo um completo ultraje, a mulher mantinha o olhar altivo, embora preferisse fechar os olhos. —Ahhh, siiiim, que gostosa, corna, mais uma bucetinha pra você se hospedar, vamos explorar até o fundo— disse Fermín ao empurrar o resto do pau, até que seus próprios pelos pubianos roçaram nos pelos finos da mulher. Fermín começou então um vai-e-vem pausado, como se estivesse saboreando cada centímetro do interior da mulher. —Ahhh, sim, mamãe gostosa, ahhh— o rosto do velho se deformava de êxtase e, aos poucos, ele aumentou o vigor e a velocidade das estocadas, o que balançava o corpo inteiro da mulher, especialmente os peitos, que balançavam sensualmente no ritmo de cada empurrão. A mulher não conseguiu mais se segurar e soltou gemidos baixos, que não dava pra saber se eram de prazer ou sofrimento. Hipnotizado pelos peitos dançantes da mulher, Fermín começou a apertá-los, enquanto ela se esforçava para sustentar o corpo e não cair do potro com a força das estocadas. —Ahhh, caralho, meu amor, você tem uma buceta bem apertada, e olha que você teve seus filhos de parto normal, não vejo nenhuma cicatriz de cesárea na sua barriga. Não tão te dando pica direto ou o quê?— perguntou Fermín, mas a mulher ficou em silêncio. Fermín, com cara de irritado, tirou o pênis e sentou na outra ponta do potro. —Já que você não quer falar, é hora de por esses quadradões pra trabalhar, bebê, vem cá— Enfiar você mesma— a mulher se endireitou e foi até Fermín, montou nele de pernas abertas e, com a dor na alma, apontou a rola para sua buceta já molhada, que agora deslizava com toda facilidade; e começou um vai e vem gradual de quadril que encharcava a rola de fluidos vaginais. Fermín sorriu satisfeito e se esbaldava apalpando a bunda e as costas da mulher, cujo rosto estava agora na frente do dele, tentou dar um beijo nela, mas a mulher virou o rosto, então Fermín partiu pra chupar os peitos dela de novo enquanto o corpo inteiro dela tremia com as sentadas. Vários minutos se passaram até que, numa certa sentada, a rola escorregou pra fora da buceta, revelando que já estava toda melada de fluidos, e a vulva da mulher tinha alargado com a atividade sexual. —Mmmm, corna, que banho gostoso você tomou nessa caverninha, mas já tá com vontade de encher ela de porra, né?— a mulher fez cara de horror ao ouvir isso. —Me faz o favor, senhorita, de ficar de quatro e abrir bem a bunda— Os dois se levantaram e a mulher se posicionou como Fermín queria, deixando ele com uma vista sublime dos encantos indefesos dela, Fermín deu umas palmadas na bunda dela e, ao aproximar o quadril, a rola perfurou aquela buceta escorrendo como se fosse atração magnética. Essas eram as últimas investidas, porque Fermín concentrou toda a força em arrebentar a já judiada mulher, que balançava inteira cada vez que o púbis do homem batia na bunda dela, fazendo um barulhão de palma que deixa a mão ardendo. O cabelo da mulher já estava todo bagunçado com as sacudidas violentas, e Fermín segurou um bom punhado dele pra usar como apoio e não diminuir a velocidade da penetração. —Aaahh, putinha linda, vou gozar ahhh— Fermín soltou o cabelo dela, e a mulher ficou de cabeça baixa, sabendo o que a esperava, mas levou um baita susto quando sentiu a rola sair de dentro dela e, ao levantar a cabeça, já tinha ela Enfrenta. Fermín apertava a uretra pra segurar a ejaculação e, quando viu que a mulher abriu um pouco a boca pra falar alguma coisa, deixou sair vários jatos de porra que molharam o rosto e o cabelo da mulher surpresa, que, mesmo se apressando pra fechar os olhos e os lábios, provavelmente não conseguiu evitar que entrasse alguma gota de sêmen. —Kkkk, devia ter visto a sua cara, não sou tão desumano a ponto de te engravidar, pelo menos não por enquanto, gostosa, embora eu adorasse que você passasse esse corpaço pra alguma das minhas futuras filhas kkk— disse o homem com malícia. A mulher tossia e se contorcia enquanto limpava a porra com os antebraços e com o que tivesse por perto. —Bom trabalho, gostosa, você deixou a corna encantada com sua buraquinha, mas ainda tem dois buracos que ele quer provar kkk, isso fica pra outra ocasião mais propícia. Já pode ir se quiser, mas antes de se vestir, deixa sua calcinha na mesa e escreve seu nome no quadro da parede— De fato, tinha um quadro branco daqueles de caneta. —E depois disso já posso ir?— perguntou a mulher. —Sim, ah, e não tenta ir pra polícia ou espalhar o que rola aqui fora da cidade, porque aí você vai me conhecer puto da vida e até você vai ficar em pedacinhos.— A mulher ficou paralisada por um momento e depois se apressou a se vestir sem calcinha e a escrever "Teresa" com uma caneta vermelha. Enquanto isso, eu estava tão absorto olhando pra eles que não reparei nos pequenos sons de passos de alguém descendo as escadas, até que vi uma sombra se aproximando, então rapidamente me escondi agachada ao lado da escada, não era difícil me ver ali, mas não tinha outra opção. A figura de uma mulher vestida só com sandálias e um roupão de banho descia as escadas, carregando uma bandeja com tampa de alumínio como se fosse garçonete; passou na minha frente sem me notar e bateu na porta do quartinho. Fermín abriu. —Yolanda, querida, entra, quero que conheça nossa recém-chegada Teresa, tenho certeza de que vão se dar bem— Então... Era a Yolanda, a vizinha, e isso parecia estar piorando. Ela entrou e Fermín fechou a porta. Não ousei fazer o menor movimento; em poucos minutos, Teresa saiu batendo a porta, andando rápido e visivelmente perturbada. Dessa vez, quis dar uma última olhada pela janela. Espiei às escondidas e vi Fermín e Yolanda se beijando com gosto, de língua. Ele abriu o roupão e foi tirando devagar, enquanto Yolanda correspondia aos beijos sem reclamar. Quando o roupão caiu no chão, a nudez de Yolanda era total. — O que você trouxe pra eu comer hoje, meu amor? — disse Fermín num tom meloso. — Preparei um bife empanado, com salada e aquele chipotle que o senhor gosta — disse Yolanda num tom afável. — Uau, você sabe mesmo me fazer sorrir, mas de sobremesa eu queria comer dois pãezinhos bem recheados, o que você acha? — disse Fermín enquanto apalpava as nádegas dela. Depois, Yolanda, toda nua, arrumou a mesa pra Fermín comer e sentou do lado dele como se fosse uma empregada. Eu já não aguentava mais ver aquilo. Aquele velho filho da puta tinha que morrer. Saí do prédio na surdina e fui pro encontro com meu amigo no parque onde a gente se conheceu há muitos anos. E repito: assim que eu conseguir o veneno, a questão vai ser como fazer ele tomar aquela merda.

0 comentários - Fermín, o caseiro tarado