As Aventuras de Lupita capítulo 15

As Aventuras de Lupita capítulo 15As Aventuras de Lupita capítulo 15
Sentada no banco do passageiro do carro velho e caindo aos pedaços do sinistro seu Pedro, Lupita ia contrariada e ainda apavorada com o que tinha acontecido recentemente. Não podia acreditar na terrível situação que tinha vivido, tinha sido estuprada. Pensava em como sua virgindade tinha sido arrancada por um velho desalmado, nojento e vil. Lembrava que horas antes estava dormindo na segurança e no calor do seu quarto quando foi interrompida pela sua melhor amiga convidando-a para a festa. Foi aí que, ao se lembrar da Cláudia, pensou em avisá-la que já estava voltando e que talvez em 30 minutos chegaria em casa. Decidiu mandar uma mensagem.
— E pra quem você tá mandando mensagem a essa hora, garota?! — gritou seu Pedro enquanto dirigia, quando percebeu que a Lupi estava mandando uma mensagem pelo celular. A coitada, que ainda estava muito abalada pela experiência traumática sofrida nas mãos daquele velho irado, respondeu com a verdade pra ele não ficar bravo de novo e bater nela outra vez.
— Pra uma amiga... a gente devia estar junto na festa... eu tava esperando ela... quando conheci o senhor... e seus amigos — respondeu com a voz trêmula.
— Ahhh sim! Kkkkk!! Você tá falando da outra putinha que tava contigo atrás de pica, a loirinha kkkkk!! Sim!... lembro bem dela! Não seria nada mal você me apresentar ela... que tal um dia desses a gente fazer uma festinha entre nós três... o que me diz, gostosa? Cê não acha que é uma boa ideia?
— Acho que não, seu Pedro — respondeu Lupita bem inocente, porque pra ela festinha era outra coisa. — Não sei se ela ia querer ir numa festa comigo e com o senhor, além do mais ela tem namorado e... O mecânico a interrompeu e não deixou ela terminar o que estava dizendo. E, ao parar num sinal vermelho, aproveitou a situação pra intimidar a pobre e assustada jovenzinha. Queria que, quando ele já tivesse ido embora depois de deixá-la em casa, ela nunca esquecesse quem era, a partir daquele dia, o seu... único e verdadeiro dono,
--Me importa uma porra se ela tem namorado, ou é casada ou solteira…!!!, gritou o velho, --O que importa é que quando eu te mandar, você vai e me traz ela!!! Acabei de decidir que quero comer ela!!! E você vai me ajudar!!! Entendeu, pivete de merda!!! Dizendo isso, ele a pegou bruscamente pelos cabelos e a puxou para perto do corpo dele pra ela olhar direto na cara dele, e então continuou…--Te lembro que desde hoje você virou minha mulher! Minha putinha pessoal!! Será minha vadiazinha!!! Então vai se preparando, gostosa, daqui a pouco você vai morar comigo e a gente vai casar!!! Kkkkk!!! Vou te encher de filhos!!! Kkkkk!!! Mas antes vou te fazer putear pelas ruas… quero que de noite você saia dando a buceta e ganhando dinheiro pra mim…kkkkk!!! Além disso, você vai abrir as pernas e dar pros meus amigos todas as vezes que eu mandar, então para de me responder com idiotice, tá claro, puta do caralho!!!
Lupita, que estava totalmente apavorada com todos os planos que seu Pedro tinha pro futuro dela, estava à beira do choro, olhando as rugas da cara dele, aquele brilho nos olhos vermelhos dava um aspecto demoníaco, sem falar das gengivas cariadas e vários dentes tortos, o velho continuou, --E a culpa é sua, gostosa, ninguém mandou você ficar por aí levantando paus pra todo lado, então eu repito… quando eu mandar algo, você só obedece, ou será que esqueceu que eu tenho na minha mão seu certificado oficial de puta… então a partir de agora você só vive pra me dar dinheiro e pra minha pica… kkkkk!!! Dizendo isso, ele a baixou violentamente, esfregando a cara dela na vara dele, e depois de alguns segundos de esfregação, levantou ela e jogou pro lado do banco do carona.
A colegial, com todo o cabelo bagunçado e respirando ofegante, só ficou olhando com a carinha assustada, não entendia nem compreendia porque aquele velho se achava dono, embora soubesse que se não obedecesse ao que ele pedisse, sua vida estaria perdida. Como ela poderia explicar para a mãe e para o avô o motivo de terem lhe aplicado uma multa por exercer prostituição na via pública? Ou o que diriam seus professores e colegas de escola ao descobrirem que ela... a que sempre se destacava com notas excelentes saía à noite para se prostituir? Isso era mentira!!, mas como ela poderia explicar isso para todos... não acreditariam, e por Deus!!!, pensou de repente, com que cara ela poderia encarar Rodrigo, seu namorado, se ele descobrisse o que ela supostamente fazia à noite e pelas costas de todos os seus entes queridos. Olhou quase com raiva para o homem culpado de toda a sua desgraça, e que ainda por cima, há apenas algumas horas, tinha roubado sua virgindade estuprando-a dentro de um escritório com cama que havia no interior de uma oficina mecânica. Não lhe restava outra opção... ela tinha que obedecer e fazer tudo o que o senhor Pedro mandasse. Consolava-se pela metade pensando que talvez assim pudesse continuar levando uma vida normal.
Uma hora antes, na casa da Cláudia, paradoxalmente e por esses mistérios da vida, acontecia uma situação não igual, mas muito parecida com o que tinham pedido à Evelin, mas agora era à linda Cláudia que pediam colaboração para que outro velho degenerado e sem-vergonha se aproveitasse do corpo deslumbrante da nossa ingênua e incomparável Lupecita.
Ainda deitados, Cláudia e seu horrível professor com cara de cu, ambos nus e abraçados depois de terem descansado uns bons minutos após a transa bestial que o professor obeso e a estudante escultural tinham se pegado, foi a loira e doida colegial quem tocou primeiro no assunto de qual seria o preço que ela teria que pagar pelo seu segundo certificado de notas.
— E professorzinho? Vai me dizer o que eu vou ter que fazer agora pra ganhar meu segundo certificado?, perguntava tentando ser o mais candorosa e sexy do que pudesse, e isso não lhe custava muito, pois a garotinha era bem atraente para os olhos de qualquer macho no cio.
--Claro que te falo, gostosa, hehehe, cê vai ver, loirinha…, o velho quando falava deixava cair gotas vistosas de baba dos dois lados dos lábios grossos de sapo, --Foi um verdadeiro prazer ter estourado esse seu cuzinho, hehehe! então seu primeiro certificado já tá ganho, hehehe, mas sendo realista e vendo as sérias complicações que essa situação poderia me trazer na escola se alguém me descobrisse, isso faz com que o preço do seu segundo certificado seja um pouco mais alto, cê me entende, lindinha, hehehe…
--Então fala logo, seu Tulito… pra eu ser boazinha…tudo pelo meu segundo certificado de notas, kkkkk…disse ela de forma provocante enquanto dava uma série de beijos eróticos nos peitos peludos, grisalhos e murchos do velhote com cara de boceta.
Ao professor sexagenário, só o fato de estar deitado nu com uma das suas alunas mais gostosas e lindas, e pela emoção e excitação que a descarada proposta que ele estava prestes a soltar para a curvilínea Claudia lhe causava, já estava fazendo o pau dele endurecer de novo, então sem pensar duas vezes ele tratou de deixar claro qual seria o preço do segundo documento em questão.
--Me escuta bem, garota, agora vou te dizer qual é o preço do que você tá pedindo, isso tem várias condições…cê vai ter que pensar bem porque senão a gente para por aqui, claro que antes de eu ir embora, seja qual for sua resposta, eu ainda vou te dar uma última foda, hehehe. Claudia escutava atentamente. --Visto o quanto você é gostosa e deliciosa pra transar… quero que nesses 5 meses que faltam pra acabar o ano letivo a gente continue transando pelo menos dois dias por semana.
Claudia, ao ouvir a safadeza que o professor pretendia, quase automaticamente se afastou do corpo gorduroso do seu Tulio, esse velho de merda estava Excedendo no preço, pensava a agora atribulada garotinha, uma coisa era ela ter se excitado por causa das bebidas e pelo interesse de tirar de qualquer jeito os certificados de notas transando com ele, mas outra bem diferente era ela continuar se deixando comer como se fossem namorados, além de ser imensamente nojento e feio.
--Nããão!!... eu não vou continuar transando com o Senhor!! Quer dizer... o trato era só por hoje!!! Exclamou Cláudia, que diante de tamanha solicitação sem-vergonha voltou na hora à sanidade.
O professor degenerado, ao notar que sua aluna dava sinais de não querer aceitar o que ele estava pedindo, se adiantou e a puxou novamente para perto do corpo, comprimindo os peitos macios de Cláudia contra seu peito peludo e grisalho...
--Tá bom, respondeu o velhote, --Se você não quer, sem problema... mas isso não vai impedir que eu te coma de novo antes de ir, hehehe... na segunda você pode passar pra buscar seu certificado, mas o outro infelizmente não posso te dar, isso ele dizia com a única razão de tentar tocar a parte interesseira da mente da garota, depois começou a dar uma série de lambidas nojentas no rosto jovem de Cláudia, a colegial agora sentia nojo de estar naquelas condições com um velho de cara de réptil e de quase sessenta anos de idade, e pra piorar, tê-lo deitado nu na própria cama dela e com ela nas mesmas condições.
A Cláudia pensava muito angustiada que a foda anterior com o professor não tinha adiantado muito, se bem que já tinha o certificado do primeiro semestre, isso não servia de nada se não conseguisse o segundo, mas o preço que aquele nojento de olhos inchados estava cobrando era alto demais, ela não se via deitando duas vezes por semana com aquele pervertido e degenerado velhote, sabia que o homem já estava se preparando pra meter de novo, então a estudante de 18 anos já se preparava psicologicamente pra mais uma transa, tinha aceitado que teria que voltar transar com o professor dela.
Já faziam vários minutos que o velho a provocava, fazendo movimentos como se já estivesse comendo ela, a cama já rangia deliciosamente, também se preparando para o que vinha.
O velho, com uma das mãos, apertava as mandíbulas dela, fazendo com que ela abrisse a boca para ele introduzir a língua mórbida e pegajosa, e depois soltá-la, e por baixo das cobertas passear à vontade as mãos sebosas e percorrer as maciez do corpo feminino e jovem que tinha ao alcance. A loira colegial sentia na barriga lisa como a barriga suada e mole do velhote se mexia pra todos os lados, na ânsia do dono de ficar o mais colado possível nela, e no momento em que sentiu a ponta dura e quente da piroca do amante ocasional entrar pela metade na buceta virgem dela e estar sendo novamente acomodada de costas pra dar início ao ato sexual, disse pra si mesma que tal sacrifício devia valer a pena, já não tinha nada a perder e sim um certificado a ganhar…
— Aceito!! Ela soltou de uma vez e bem clara.
O velho ficou paralisado por uns momentos diante da palavra mágica da garota safada e interesseira…
— Hehehe… mas olha que interesseira que você saiu, sua putinha malcriada… o velho continuava enterrado com só um quarto da pica na buceta dourada e apertada da Clau, — Mas você vai ver, quando você me interrompeu ainda agora eu não tinha terminado de te dizer qual é o preço… ainda faltava a outra metade e a mais importante, lindinha… você tem certeza que consegue cumprir o que eu pedir?…
— Eu cumpro, profe… mas é que eu tenho medo… de engravidar, disse com sinceridade e entrecortado, enquanto ia abrindo as pernas pra que o velho ficasse montado mais confortavelmente, a loira continuou… — A verdade… é que eu preciso do segundo certificado…, mas me diz… qual é a segunda parte do trato?, perguntava com os olhos fechados e com as lindas pernas abertas sentindo o delicioso formigamento que lhe causava ter aquela grossa pica de macho enfiada pela metade,
--Puts... se você tem medo de eu te engravidar... toda semana te dou um dinheiro pra você comprar pílulas, hehehe viu?, tudo tem solução nessa vida... agora vou te contar a segunda parte das minhas condições, putinha..., o velhote enfiou as mãos por baixo dos ombros de Claudia pra segurá-la melhor, e mediu bem as palavras pra que a estudante captasse o novo pedido dele... --Eu soube que você é bem amiga da Lupe...
--É verdade... mas... o que a minha amiga Lupita tem a ver com tudo isso? Claudia sentia a grossa pica do professor abrindo a buceta dela, já que ela estava ficando ainda mais dura e rígida do que na foda anterior, não queria se desconcentrar daquele estado gostoso, e era lógico se o velho se excitava até não aguentar mais só de pronunciar o nome Lupe.
--Por mais que você não acredite, sua amiga tem tudo a ver com isso, o velho enfiou mais um pouco, --Ohhhh mas como é quentinha sua buceta por dentro, coisinha gostosa!!!
Claudia sentiu a pica entrando devagar, mas ainda não estava totalmente quente, isso sim, estava sentindo muito gostoso. O professor a deixou intrigada, ela ainda se perguntava o que a Lupe tinha a ver com tudo aquilo.Videos da Lupezinha— Mas vamos... me diga!... o que é que você quer saber dela?, voltava a dizer uma já meio que enfiada Claudia...
— Quero... que você me ajude a... comê-laaaa!!, dizendo isso por último o velhote empurrou com força o já entregue corpo da jovem estudante, que recebeu e abrigou em sua buceta a pica do professor Túlio em toda a sua grossura e comprimento.
Claudia ficou impactada com tamanha solicitação, mil ideias passavam pela sua mente, ao mesmo tempo em que sentia o velho professor se jogar sobre seu corpo e começar lentamente a se mover, metendo e tirando de forma oleosa e cadenciada, tentando aproveitar e sentir ao máximo as gratificantes sensações que a pica provocava dentro da buceta da loira colegial.
A estudante enfiada tentava por todos os meios possíveis organizar as ideias, se perguntava por que aquele velho tarado lhe fazia tal pedido, Lupe era sua melhor amiga e por nada nesse mundo faria uma barbaridade do calibre que ele estava pedindo, o mesmo velhote que naqueles momentos tinha a pica enterrada até o fundo do seu ser.
As ideias voavam como borboletas loucas na sua mente, ela pensava na vileza de tal pedido, assim como via imagens difusas da sua amiga do coração nua e enfiada na pica daquele homem tão feio e degenerado, não soube por que motivo, só de imaginá-la naquelas condições, bateu uma vontade desesperada de abrir ainda mais as pernas, para que o professor metesse mais fundo do que já estava metido e para poder sentir ainda mais gostoso do que já estava sentindo.
Por sua vez, o professor Túlio, montando e serrando o febril e curvilíneo corpão da Clau, percebia que a jovem aos poucos se perdia nas constelações do tesão, sabia que o silêncio da loira era por algum motivo, se ela tivesse negado sua segunda leva de pedidos teria feito na hora, pensava sem parar de empurrar a pica pra dentro. Ele a viu com os olhos fechados e os lábios entreabertos, aproximou lentamente sua nojenta boca de réptil dos da bela e meio quente jovem, ela não se mexeu, apenas abriu os lábios e as duas bocas se uniram, suas línguas se procuraram até se enrolarem uma na outra, assim foram deliciosos os minutos em que ficaram se pegando e transando apaixonadamente, como se a última cláusula do contrato entre os dois já estivesse assinada.
No exato momento em que o velhote se preparava para se separar do nojento beijo de língua com a clara intenção de continuar pressionando Claudia para que ela o ajudasse a concretizar um estupro com a doce Lupita, e que a resposta mais certa naquele momento mórbido e erótico seria um categórico sim, o forte zumbido de vibração do telefone da loira colegial tirou o casal daquele estado prazeroso de excitação doentia.
Claudia, apesar de quão gostoso estava sendo aquele sexo, esticou a mão até o criado-mudo como pôde, precisava ver a mensagem que anunciava a chegada, já que podiam ser os pais dela, de jeito nenhum queria ser pega deitada com o professor mais feio que existia na escola, com muita má vontade pegou o telefone e conferiu, enquanto o velho não parava de empurrar firme pra dentro da buceta dela, a surpresa foi grande assim que leu a mensagem, era da Lupe dizendo que chegava em 30 minutos na casa dela, essa situação fez o tesão e o quão gostoso que ela sentia sumirem na hora,
— Profe!... sai!! A mensagem é da Lupe... e ela diz que chega a qualquer momento!!!...
O professor Tulio teria dado a vida pra não sair do corpo gostoso da Claudia, mas só de ouvir o nome Lupe reagiu com a pica na mente e supôs que esse seria o melhor momento pra convencer a interessada colegial a ajudá-lo nos seus propósitos vis.
Enquanto o estranho casal de amantes se vestia rapidamente na escuridão do quarto de Claudia, foi o homem quem começou a conversa…
--E aí, o que me diz, loirinha?… agora que a outra garota tá quase chegando… você vai me ajudar a convencer ela ou forçar ela a transar comigo?, hehehe…
--Não seja cara de pau, seu velho nojento!… eu não vou forçar minha amiga a fazer algo que ela não quer… se não fosse porque eu preciso daqueles certificados, eu nunca teria feito isso com o senhor, ela disse no momento em que já terminava de dar os últimos retoques no seu vestido preto curto,
--Hehehehe…mas apesar das suas palavras, você curtiu igual uma porca, até bebeu todo o meu gozo…hahahaha!!!
--Eu tava bêbada…só fiz por isso…agora me acompanha até o jardim da frente pra esperar ela…
Uma vez posicionados e ambos fumando no jardim da frente da casa, o tarado velho do seu Túlio continuava no seu esforço de querer convencer a estudante no seu pedido sem vergonha…
--Olha…vamos fazer um trato, gatinha…, ele dizia enquanto dava uma baita tragada no cigarro, --Se você me ajudar a convencer ela e a gente conseguir…te prometo que ainda essa semana te entrego os dois certificados, e você se livra de ter que transar comigo pelo resto do ano… e se não der certo, a gente deixa como tá, ou seja, não vou mais te pedir ajuda com a Lupe, mas aí a gente continua se encontrando pra transar duas vezes por semana como eu te falei ainda agora…que acha?, é um trato justo…
--Mmmm…sei não…não acho que minha amiga vai querer fazer isso com o senhor. Além disso, ela tem muito pouca experiência nessas coisas, dizia Cláudia enquanto levantava o olhar pra todos os lados pra ver se a amiga aparecia em algum lugar…
--Então vamos tentar, gostosa… pensa bem!! são seus certificados de notas, assim você só precisaria esperar o ano passar sem ter que ficar preocupada com provas e todo esse tipo de besteira que tanto te entedia…hehehe. O velho professor era um degenerado de verdade, por isso era tão amigo do seu João, se ele quisesse poderia estuprar as duas juntas, mas essas menininhas eram muito conhecidas no colégio, e não estavam em situação de vulnerabilidade, como estavam outras que ele simplesmente estuprava e batia à vontade, além de que o filho da puta tinha tido sorte de conseguir o diário da Lupita, mas ele não tinha nada para pressioná-la, ou como outras alunas que por um pouco de droga ou um pouco de dinheiro se deixavam fazer de tudo.
Claudia não conseguia parar de pensar no excelente acordo que o professor Tulio lhe propunha, mas se tratava da sua amiga do coração, ela não poderia fazer esse tipo de sacanagem, sabia que a Lupe não era como ela, ou como as outras amigas dela, enquanto continuava olhando para o canto do fundo, ouvia as súplicas contínuas do professor degenerado para que ela intercedesse nas suas pretensões quentes de conseguir o corpo da amiga de infância, pensou que se a Lupita pelo menos fosse de outro jeito, talvez ela tivesse aceitado, mas ela a conhecia bem, sabia que ela não aceitaria por nada nesse mundo sair transando com qualquer um, e muito menos com um velho tão asqueroso, mas talvez fosse algo assim que faltava para a amiga, acordar um pouco da personalidade ingênua dela, quem sabe até conseguisse tirar algo de proveito para si mesma nisso tudo, e fazer ela ver que a vida está cheia de oportunidades e situações para tirar vantagem.
Esses pensamentos errados, somados à ganância da jovem, fizeram com que a lealdade com a amiga fraquejasse um pouco,
— Vou tentar… mas não prometo nada, ela disse finalmente ao professor.
— Hehehehe… sabia que você aceitaria, já que é um excelente acordo, respondeu o degenerado todo animado. O velho, só de pensar que talvez estivesse a minutos de transar com a Lupita, já estava com a pica dura que nem ferro, só faltava a garota endemoniada chegar logo, agora sim ela não ia escapar, ele prometia, e já se imaginava que se a situação se apresentasse favorável, facilmente poderia comer as duas juntas, até já esfregava as mãos de ter tanta sorte.
—Eu disse que só vou tentar… ainda fico pensando que a Lupe não vai querer fazer isso…
—Você só fala bem de mim pra ela, que eu cuido do resto… vamos fazer uma festinha de boas-vindas pra ela, te sobrou algum licor?
—Na prateleira tem outra garrafa de tequila fechada…
Dom Túlio lembrou claramente como a loira tinha esquentado rapidinho com os tequilas que tomaram na festa, e com o fuck you, assim como vieram nítidas na mente dele as palavras proféticas do fuck you João: “se a gente der o tequila mais barato pra elas beberem, esse par de putas não vai saber nem da foxy!!”…
—Escuta aqui, loirinha… quero te perguntar uma coisa, hehehe… sua amiga curte uns golpes de tequila?
—Ufffff… ela ama… e eu também!! Não vai me dizer que vai preparar uns golpes com sal? kkkkk…
—É exatamente o que tô pensando, gostosa, e não se esforça muito com sua amiga, no fim se ela não quiser, a gente faz ela querer, disse o professor sortudo pra confundir a linda aluna dele…
Já eram três da madrugada quando a Cláudia viu um carro todo caindo aos pedaços estacionar na esquina da casa dela, Dom Túlio tinha ido pra cozinha há poucos minutos cortar limões e preparar os copos, depois de um tempão ela viu que dentro do calhambeque tinha um casal de namorados se beijando apaixonadamente, mas não dava pra ver os rostos, de longe dava pra ver que o casal tava bem entretido fazendo sei lá o quê, ela viu finalmente que a mulher que tinha vindo acompanhada de um homem cujo rosto ela não conseguiu ver, descia do carro, e pela janela do carona eles se despediam com outro beijo romântico de namorados, aí ela viu que o carro todo caindo aos pedaços deu a volta na mesma esquina onde tinha estacionado, até sumir algumas quadras abaixo, e foi aí que ela percebeu que era a própria Lupita em carne e osso que tinham vindo deixar naquela carro véio caindo aos pedaços.
(Minutos antes no carro véio do seu Pedro)
--Chegamos, putinha, kkkkk!!! Cê não pode negar que lá na oficina a gente se divertiu pra caralho, gostosa...
A Lupe, por sua vez, só pegou as coisas dela e já tava se preparando pra descer do carro, quando foi agarrada com força pelo braço pelo véio,
--E que modos são esses, putinha de merda?! Cê acha que vai embora assim, sem nem se despedir do seu macho?!
--Seu Pedro... pelo amor de Deus... lá fora tá minha amiga e eu não quero que ela me veja com o senhor, ela pode desconfiar de alguma coisa...
--Tá de sacanagem, né?! Que vergonha o quê, sua piranha safada, esquentadinha!!! Lembra que desde hoje eu sou seu marido... sou eu que te como!!! E mesmo se você não gostar, você é minha mulher!!! Então se despede como manda o figurino... me dá um beijo de língua bem gostoso, ou então eu sou capaz de te tirar do meu carro e te comer na frente da sua amiga e de todos os vizinhos que quiserem ver o espetáculo, então me convence que eu sou seu marido!!!
A colegial, sabendo muito bem que o seu Pedro era capaz de fazer todas aquelas atrocidades que ele tava falando, aproximou a boca fresquinha dela da boca do véio, e ele, ao receber, começou literalmente a devorar ela, praticamente chupando e tentando sugar tudo o que ela tivesse dentro do corpo. Por sua vez, a jovem só se deixava fazer. Depois daquele beijo nojento, finalmente ela poderia ir pra casa da Cláudia e esquecer as experiências traumáticas vividas naquela noite horrível de feira.
O beijo babado continuava, o véio não queria se separar da sua jovem deusa, que ele mesmo tinha se encarregado de estrear sexualmente pela buceta dela. Ele queria ver o que acontecia agora que ele tinha praticamente intimidado a colegial transável, mas na mente da pirralha de 18 anos já tava passando de tudo. A Lupita se perguntava como ela era capaz de estar se beijando com aquele velho ordinário. Lembrou como o corpo dela tinha sentido tão gostoso depois que o véio tinha enterrado o pau na buceta virgem dela, e na real, naqueles momentos, ela já sentia o... No meio de suas pernas, aquele gostoso formigamento que prometia prazeres ainda maiores.
O nojento beijo foi aumentando de intensidade e ansiedade, as mãos do mecânico foram ganhando uma confiança descarada no corpão curvilíneo da doce colegial, enquanto as línguas já se enrolavam uma na outra. Na real, o velho safado já tinha passado ela pro banco dele e a tinha montada no colo, até já tinha levantado o vestido dela até a cintura. A colegial estava muito nervosa, já que estava sem calcinha — ela tinha ficado destruída na lixeira da oficina mecânica. Ela sentia como o velho, depois de soltar a boca dela, agora beijava o pescoço dela, misturando com chupadas babadas na orelha.Desculpe nao posso traduzir isLupe estava paralisada ao perceber que o velho ordinário não tinha nenhuma intenção de soltá-la, e ficava preocupada que a Claudia estivesse vendo tudo.
Por sua vez, o desalmado seu Pedro percebia como sua técnica aos poucos fazia a tenra colegial, que ele mesmo tinha transformado em mulher há pouco tempo, fraquejar; sentia como a pele macia da Lupita se arrepiava, seu toque e suavidade eram incomparáveis, tudo nela era perfeito, sua pele lisa e fina era um verdadeiro banquete para os Deuses, banquete que ele já tinha se servido sem convidar ninguém, seu pau novamente já estava pronto pra batalha.
Lupe estava muito nervosa e agitada, sentia o armamento do mecânico duro e ereto, pensava que o velho a qualquer momento ia meter, já que há alguns minutos não parava de esfregar na buceta dela; muito a contragosto, sentia uma delícia aquele pau que tinha estreado a vagina dela pela primeira vez, mas mesmo assim não ia permitir que aquele homem miserável manchasse de novo o corpo dela, e menos ainda dentro de um carro velho e imundo.
Seu Pedro continuava beijando o pescoço dela e arranhando com a barba por fazer, talvez de quantos dias; a menina sentia nas próprias narinas o fedor de corpo sem banho misturado com cheiros de graxa e óleo de mecânico, e isso somado à série de arrepios que o velhote provocava com as lambidas era uma verdadeira bomba-relógio, a pele dela não parava de se arrepiar; o mecânico lentamente foi descendo as gengivas banguelas até chegar na altura dos peitinhos, que começou a beijar como um desgraçado por cima do vestido, a tesão do homem só aumentava.
Lupe mal participava do que estavam fazendo com ela, só ficava de olhos fechados tentando ordenar à mente que parasse de fazer ela se sentir tão gostosa; já estava claro o que ia acontecer se não controlasse a situação, mas se deixava levar, sentia o velho mecânico beijando ela na boca e no pescoço, onde encontrava uma receptividade especial, já que aquela parte erógena do corpo era a que mais gostosa a fazia sentir no início. Enquanto as mãos calejadas do mecânico bronco subiam lentamente por suas coxas, sentindo e acariciando por completo sua pele maravilhosa e sedosa até chegar àquele pedaço de bunda majestoso e rotundo, ele não se segurou e deu uma palmada firme e feroz, levantou a mão para tomar impulso e de repente desferiu – Plaaaffffff!!!!! A forte palmada ecoou abafada dentro do veículo, Lupe só se jogou sobre o ombro dele aguentando a dor da pancada na carne, seu cabelo preto sedoso se enroscava nos pelos grisalhos e crespos que o velhote tinha atrás das orelhas, e isso, longe de assustá-la, a estava deixando ainda mais excitada. O velho voltou a beijá-la na boca e alternando chupadas nas tetas, conforme aumentava a intensidade dos beijos indecentes, isso fazia crescer a participação da Lupita, principalmente nas carícias, ela apertava a cabeça de seu Pedro contra suas peitolas, o carro inteiro já cheirava a putaria e sexo do bom, o cheiro de buceta adolescente e pica de velho impregnava tudo. O melhor de Lupe para seu Pedro naqueles momentos era o olhar dela, seus olhos verdes brilhavam na semi-escuridão do carro velho, semicerrados pareciam suplicar ao velhote que continuasse com tudo o que estava fazendo com ela, mas o mecânico agora só a olhava com seu sorriso debochado, (muito parecido com o do irmão dele, Cipriano, aliás), Lupe pensou que o homem esperava que fosse ela quem tomasse a iniciativa, muito humilhada e querendo que o que aquele velho nojento desejava acontecesse o mais rápido possível, foi abaixando o zíper do macacão até a altura da pica, olhando para o teto do carro em sinal de verdadeiro suplício, pegou na vara dele para ela mesma bater uma antes da invasão, mas no mesmo no momento em que ela se apalpou para tirar do esconderijo, o velho lhe deu um forte tapa na cara, jogando-a para o banco ao lado,
--Kkkkkk, e quem te deu permissão pra pegar na minha rola, garota safada!... kkkkkk!!, ria o miserável de puro prazer em humilhá-la daquele jeito, --Percebe como você é uma putinha pra essas coisas?!, kkkkkk!!! Eu adoraria ter enfiado a rola de novo em você, mas tenho que voltar pro trabalho, então já que a outra vagabunda tá te esperando, cai fora daqui agora... sai logo do meu carro, seu pedaço de vadia!!!!
Lupe não sabia o que pensar, achava que o que o mecânico realmente queria era comer ela de novo, e até reconhecia que tinha ficado excitada com o velho e num momento até pensou em querer sentir a pica grossa dele de novo dentro do corpo, mas pelo visto ele também curtia humilhar ela daquele jeito, os olhinhos verdes dela se encheram de lágrimas, agora odiava ele com toda a alma.
--E tá me olhando com essa cara de puta arrependida?!, te falei pra descer do meu carro agora!!, Cai fora, eu tô falando!! Vaza daqui ou quer que eu te bata pra você entender!!!
Lupe viu a cara do seu Pedro contorcida de raiva, aquele velho era o próprio demônio em pessoa, pensou consigo mesma, tremendo de medo, desceu com movimentos descoordenados, assim que ficou do lado de fora foi o próprio mecânico quem abaixou o vidro do carona e esticou a mão pra agarrar ela agressivamente pelos cabelos, puxando-a pra perto dele,
--Me escuta, vagabunda!!!, você vai ficar de olho no seu celular porque um dia desses vou te chamar pra te estuprar, e se não atender, vai ter que aguentar as consequências... a putinha da sua amiga a gente vai usar mais pra frente, tô te avisando pra você ir se preparando, e lembra que eu tenho todos os seus dados pessoais, então se você não for onde eu mandar, eu mesmo vou te buscar na sua casa ou na sua escola, tá claro, princesinha?, Lupita, com pavor genuíno, assentiu. O velho, como despedida, deu três nojentas lambidas na cara dela e depois cuspiu no rosto dela, pra terminar dizendo: — Agora some da minha frente, sua putaaa!!!
Lupe só conseguiu dar alguns passos quando sentiu o carro velho ligando, viu ele avançar só uns metros e dar a volta fazendo os pneus cantarem até finalmente sumir da vista dela. Ela se sentiu um pouco aliviada, finalmente aquele monstro sumia da vida dela, pensou que agora enfim poderia descansar. Com as duas mãozinhas, limpou o cuspe que o velhote cuspiu no rosto dela como despedida, e ainda meio tremendo, começou a caminhar até a casa da Claudia, que ficava a uma quadra de onde a deixaram.
Enquanto andava, tentava se acalmar, não queria de jeito nenhum que a amiga percebesse o que tinha acontecido com ela. Ia inventar qualquer situação, já que as coisas e os problemas pessoais dela não eram compartilhados com ninguém, ainda mais desse tipo.
Claudia esperava ela sorrindo, nunca imaginou que a ingênua amiga Lupita tinha fugido com um cara na festa, mas não julgava, ela teria feito o mesmo, até porque conhecia muito bem os gostos da amiga, com certeza o cara devia ser muito bonito, era o que pensava a perdida loira colega de colégio da Lupe.
Quando a colegial abalada já estava a uns metros da Clau, tentou sorrir pra ela pra fazer parecer que estava tudo bem, mas quando as duas ficaram frente a frente, o temperamento quebrado da Lupe não aguentou mais, só desabou a chorar nos braços da amiga...
— Mas Lupi... o que que houve... e por que você tá chorando... me conta, aconteceu alguma coisa? Você devia ter me avisado se ia fugir com algum cara... a gente te procurou a fera inteira. Enquanto Claudia tentava consolar ela de todos os jeitos possíveis, percebeu que a amiga tava sem as botas, mas com umas sandálias bonitas, então não deu muita importância pra isso. Lupe soluçava. mais abafado, --Me conta... esse garoto te machucou... vamos, me conta, e a gente vai atrás dele... eu tenho uns amigos...
Lupe se abraçava no corpo da amiga, queria contar suas desgraças, de como tinham estuprado ela analmente na parte escura da feira, e como depois a raptaram num carro, pra ser levada pra uma oficina mecânica velha e suja onde tinham feito dela mulher produto de outro estupro, o que a segurava na confissão era só uma coisa, e era que apesar de ter sido cuspida, humilhada, batida e maltratada psicologicamente, ela via que talvez seu Pedro não fosse um homem tão ruim, quem sabe ele devia ter tido problemas desde criança e por isso agora a personalidade dele tava alterada, além de que depois de ter penetrado ela com selvageria ela tinha sentido tão gostoso, que tinha algo que ela não explicava por que fazia ela se sentir meio atraída por aquele velho ordinário e vulgar, pensava que talvez ele não fosse tão mau assim.
Claudia como conseguiu fez ela entrar na casa dela, o mestre Túlio que já tava pronto e disposto com uma bandeja cheia de copinhos e limões pra beber tequila batida, não entendia por que a menininha vinha chorando, fez uns gestos pra Claudia explicar o que tava acontecendo mas a loira só fez sinal pra ele esperar, depois viu as duas se trancarem no banheiro, típico das mulheres quando têm dramas passionais falou pra si mesmo.
--Lupi... me conta tudo, dizia Claudia pra amiga enquanto ela lavava a carinha.
--Ehhh nada... não é nada...
Lupe lembrava que seu Pedro tinha anunciado a visita dele em qualquer dia da semana, então já não queria mais ficar enrolando o assunto, além de que sabia que já teria tempo de falar do seu Pedro pra amiga já que ele tinha sido enfático em que ela de alguma forma teria que levar a Claudia, embora pensasse que isso ele falava só pra assustar ela, por enquanto o melhor era deixar as coisas como estavam,
--Mas como assim nada!?... se vinha chorando como uma Madalena!! Quero que me diga agora... o que esse garoto te fez... o do carro?
--O que acontece é que aquele cara era muito chato... e me falou coisas feias... snifff, dizia uma já mais recuperada Lupe...
--Tem certeza que ele não te machucou?
--De verdade Clau... ele não me fez nada... deixa eu tomar um banho e por favor... me empresta um vestido limpo...
--Tá bom... respondeu Claudia não muito convencida, enquanto preparava a banheira pra amiga tomar banho, --Bom, como eu te dizia antes, com o professor Túlio e seu João o auxiliar a gente te procurou pela feira inteira, mas nunca te achamos...
--E o professor Túlio e o seu João estão aqui?, perguntou uma Lupe novamente apavorada ao lembrar da vez que teve que chupar a pica do professor dentro do escritório dele, por causa da sua vontade infantil de querer virar atriz, e o mais traumático de como o filho da puta do João tinha comido ela no cu várias vezes no quarto que ficava no subsolo do colégio.
--Seu João depois de te procurar por todo canto preferiu ir pra casa dele, e eu com o profe viemos te esperar... e viu? a gente se deu bem... agora a gente vai tomar uns tequilhas com o profe... o que você acha da ideia?
Quando Claudia percebeu que os olhos de Lupe se encheram de lágrimas de novo e ela dizia...
--Ai Clau, não acho que seja uma boa ideia não, esse professor é meio estranho, eu não quero...
--Não seja ingrata Lupi... com o profe a gente ficou desesperado te procurando pela feira inteira... e agora que a gente sabe que você tá bem, você vai tomar banho, vestir uma roupa e tomar uns drinks com ele, é o mínimo que você pode fazer pra agradecer, não acha...
Lupe viu o rosto de preocupação e raiva da amiga, talvez ela tivesse um pouco de razão, por culpa dela a Claudia não tinha se divertido na feira, além de que seria só uns drinks,
--Tá bom... mas você sabe que eu não sou boa bebendo, então só vou tomar um pouquinho...
--Assim que é melhor amiga... e lembra do que a gente conversou antes para entrar na feira, você precisa se soltar um pouco mais e parar de ficar se reprimindo… vai ver que a gente vai se divertir bastante…
Na sala, o velhote já estava impaciente para ficar a sós com aquele par de putas, nem ele mesmo acreditava, ia ficar à vontade com as duas alunas mais gostosas do colégio, uma ele já tinha provado, a outra numa ocasião ele tinha convencido a chupar a pica dele, estava ansioso pra ver como as coisas iam rolar daqui pra frente, pensava nisso enquanto rapidamente tirava de um dos bolsos um frasco com um pó branco estranho que, depois de fazer na mesa algo parecido com uma carreira, mandava rapidinho pelo nariz, antes de ser pego pelas suas alunas maravilhosas e deliciosas.
A Cláudia deixou a amiga no chuveiro pra ela se sentir mais relaxada e foi pra sala, onde esperava um Tulio impaciente, que já tava quase gozando por causa da foda mal resolvida que tinha dado na loira antes da Lupe anunciar a chegada dela, ele tava com as bolas cheias de esperma grosso e quente, pronto pra ser depositado no útero de qualquer gostosa, e nesse caso ele queria que fosse o da escultural Lupita, a aluna com melhor futuro segundo as estatísticas acadêmicas.
CONTINUA…

2 comentários - As Aventuras de Lupita capítulo 15