No dia que a gente cruzou com o chefe, ela tava com uma camisa justa, sem sutiã e uma saia curta. Apresentei ela pro meu chefe, que comeu ela com os olhos, sorriu pra ela, deu um beijinho suave na bochecha. Ele segurou ela de leve, quase imperceptível, na cintura, puxando ela pra perto dele, nada que alguém pudesse notar. Quando a gente se afastou, me virei pra olhar ele e ele tava com o olhar fixo na minha esposa. Quando me virei, ele nem fingiu desviar o olhar ou olhar pra outro lado.
No dia seguinte, ele/ela me disse:
—Que pedaço de gostosa… sua esposa… pode se tornar uma mulher maravilhosa ou virar uma senhora sem graça… vai depender das circunstâncias…
Não soube o que responder, também não tinha muita certeza do que ele queria dizer, mas senti uma certa excitação em mim ao falar com ele sobre a minha mulher.
A partir desse momento, meu chefe passou a sair comigo do escritório, se deliciava olhando pra minha esposa e, aos poucos, foi começando a falar dela pra mim, primeiro como brincadeira e depois avançando devagar com ideias diferentes. Elogiava a roupa dela, as pernas que ela tinha, adorava umas botas brancas que ela usava, que realmente ficavam lindas nela.
Um dia a gente tava no banheiro, nos mictórios, e ele me disse.
-Que gostosa é a sua mulher... e imagino que ela deve gostar muito de ser uma garota boazinha e obediente, né...?
-Não sei do que o senhor está falando...
—Bom… costumo ficar bem ligado em certos assuntos, como você deve saber… e não passam despercebidas pra mim certas minas… que curtem… que um homem de verdade saiba tratar elas direito… —fez-se um silêncio constrangedor— ele se afastou do mictório mostrando o pau dele, que era bem grande e tava durasso. —mas é melhor não falar dessas coisas, que já tô começando a ficar agitado… —não consegui evitar de olhar pro pau dele, a situação me pegou de surpresa.
A partir daquele dia, pedi pra minha mulher não vir me buscar, falei que por um tempo preferia que ela não viesse, nem lembro que desculpa besta inventei. No começo ela não notou nada de estranho, mas ficou meio chateada, ela trabalhava perto, saía do serviço e a gente ia embora junto.
Em poucos dias, o chefe me pre
—O que houve com sua esposa que ela não vem mais te buscar…? — eu não sabia o que responder pra ele.
—Está um pouco mais ocupada agora, senhor…
—Você tem medo… que ela cruze comigo…
-Nada a ver, senhor...
Nos dias seguintes, meu chefe começou a falar dela, me dizia que era uma pena ela não vir mais me buscar, que ela alegrava as tardes dele, ver ela se afastando caminhando, era um prazer pros olhos, ajudava ele a terminar o dia melhor. Olhei sério pra ele, nem se abalou, sabia que ele me intimidava, que tinha uma influência forte sobre mim.
- Tem medo de que olhem pra sua esposa? É óbvio que ela adora ser olhada e, como te falei naquela vez no banheiro, não tenho a menor dúvida de que poderia fazer um monte de coisas interessantes com ela… tenho certeza de que ela adoraria, como te disse, dá pra ver que ela ia amar alguém que a trate com mão firme… amanhã pede pra ela te buscar… vou te dar uns ingressos pro teatro, e você vai levá-la a um restaurante que costumo frequentar… quero que ela se vista bem gostosa… mas quero que você fique pra bater um papo, quero observá-la com mais cuidado, ver como ela reage… a gente se vê amanhã… - sem esperar resposta, virou as costas e foi embora. Naquele momento, percebi que estava de pau duro, meu chefe não só dizia conhecer os desejos da minha mulher, acho que também foi conhecendo os meus, me sentia intimidado por ele, mas muito excitado com a situação.
Minha esposa tinha ido tomar umas com as amigas, eu tava tão excitado, mas também cheio de medo, o que podia acontecer? Será que era mesmo como meu chefe dizia, que ela ia adorar alguém que fosse levando ela do jeito que ele falava. Eu sentia tanta atração quanto medo. Preparei o jantar e enquanto a gente comia, falei que meu chefe tinha me dado uns ingressos pra ir no teatro e depois jantar, e que ele ia passar pra me buscar.
Tava tão nervoso, meu chefe não falou nada o dia inteiro, me deu os ingressos pro teatro e disse que tinha uma mesa reservada no meu nome num restaurante chique de Puerto Madero, pra pedir o que a gente quisesse que ele já tinha avisado e anotavam tudo na conta dele.
Quando a gente tava saindo, vi a Débora chegando, tava uma delícia, um vestido curto, justinho, aquele que ela sempre usa e marca a calcinha fio dental, uma blusa de seda com renda na altura do peito, os lábios pintados de um vermelho forte, o cabelo escovado, tava uma gostosa. Ela veio na nossa direção, me deu um selinho suave.
Cumprimento meu chefe com um beijo suave na bochecha, dessa vez notei que ele apertou mais forte a cintura dela. Depois de beijá-la, ele se aproximou do ouvido dela e sussurrou alguma coisa. Achei que ela ficou um pouco corada e baixou a cabeça. Me senti excitado e assustado de novo.
Quando a gente foi embora, perguntei o que ele tinha dito pra ela, e ela respondeu que foi só umas coisas sobre como ela tava elegante e que com certeza muitos caras iam olhar pra ela com desejo.
Quando a gente voltou de jantar, a gente tinha tomado vinho, enquanto a gente tava transando, eu perguntei de novo o que o chefe tinha falado pra ela. Ela insistiu que não era nada demais, mas que sentiu a mão forte dele na cintura, e ele falou com um tom que ela achou muito sensual, que fez ela ficar toda corada.
—Te deixou molhada do jeito que ele falou contigo…
—Sim… amor… a verdade é que sim… despertou uma fantasia que eu tenho…
—Que fantasia…
Nada não... me come gostoso, vai fundo..." — ele metia bem forte, sentia ela toda tesuda.
—Que fantasia…?
Nada… um homem como ele… assim… me sugerindo umas coisas…
Não tocamos mais no assunto, continuamos transando quase a noite toda, eu sentia ela toda excitada, e se parasse pra pensar direito, a gente só tinha batido um papo por um tempo. Na manhã seguinte, enquanto tomávamos café, ela me perguntou se eu queria que ela fosse me buscar.
—Claro, amor… como não…
- Aliás, agradece ao teu chefe pelo jantar…
Fiquei distraído o dia inteiro, o chefe chegou tarde naquela manhã, tinha que visitar várias filiais.
—Que tal a noite…?
-Muito bem, senhor, a gente se divertiu pra caralho…
-Que bom… e a sua mulher…?
—Também me divirto muito… ela vai vir me buscar… também quer agradecer a você…
—Tenho certeza de que é uma garota muito grata… e poderia ficar ainda mais grata, se você deixar…
Mudei de assunto, tava cada vez mais nervoso, quando ela chegou tava com outra roupa mas igualmente produzida, o chefe me pediu se eu podia ir buscar uns papéis que ele tinha esquecido na mesa dele, ficou batendo papo com ela, sentia que o coração ia sair pela boca.
Quando voltei, o chefe se despediu, deu um beijo nela, enquanto a pegava de novo com firmeza pela cintura. Naquela noite, a gente transou de novo com paixão a noite inteira. Com o tempo, combinamos de convidar o chefe pra vir uma tarde em casa. Quando contei pra ele, ele disse:
—Sabia que mais cedo ou mais tarde iam querer… que ela vista aquela camisa branca, que fica uma delícia nela, a saia cinza que é largona… aquele colar preto grosso que ela usa, bem sugestivo, que ela fique descalça, se tiver um friozinho, escolhe umas meias pra ela… quando a campainha tocar, você abre a porta, ela de olhos vendados no meio da sala, sala de jantar ou o que tiver… continua…

No dia seguinte, ele/ela me disse:
—Que pedaço de gostosa… sua esposa… pode se tornar uma mulher maravilhosa ou virar uma senhora sem graça… vai depender das circunstâncias…
Não soube o que responder, também não tinha muita certeza do que ele queria dizer, mas senti uma certa excitação em mim ao falar com ele sobre a minha mulher.
A partir desse momento, meu chefe passou a sair comigo do escritório, se deliciava olhando pra minha esposa e, aos poucos, foi começando a falar dela pra mim, primeiro como brincadeira e depois avançando devagar com ideias diferentes. Elogiava a roupa dela, as pernas que ela tinha, adorava umas botas brancas que ela usava, que realmente ficavam lindas nela.
Um dia a gente tava no banheiro, nos mictórios, e ele me disse.
-Que gostosa é a sua mulher... e imagino que ela deve gostar muito de ser uma garota boazinha e obediente, né...?
-Não sei do que o senhor está falando...
—Bom… costumo ficar bem ligado em certos assuntos, como você deve saber… e não passam despercebidas pra mim certas minas… que curtem… que um homem de verdade saiba tratar elas direito… —fez-se um silêncio constrangedor— ele se afastou do mictório mostrando o pau dele, que era bem grande e tava durasso. —mas é melhor não falar dessas coisas, que já tô começando a ficar agitado… —não consegui evitar de olhar pro pau dele, a situação me pegou de surpresa.
A partir daquele dia, pedi pra minha mulher não vir me buscar, falei que por um tempo preferia que ela não viesse, nem lembro que desculpa besta inventei. No começo ela não notou nada de estranho, mas ficou meio chateada, ela trabalhava perto, saía do serviço e a gente ia embora junto.
Em poucos dias, o chefe me pre
—O que houve com sua esposa que ela não vem mais te buscar…? — eu não sabia o que responder pra ele.
—Está um pouco mais ocupada agora, senhor…
—Você tem medo… que ela cruze comigo…
-Nada a ver, senhor...
Nos dias seguintes, meu chefe começou a falar dela, me dizia que era uma pena ela não vir mais me buscar, que ela alegrava as tardes dele, ver ela se afastando caminhando, era um prazer pros olhos, ajudava ele a terminar o dia melhor. Olhei sério pra ele, nem se abalou, sabia que ele me intimidava, que tinha uma influência forte sobre mim.
- Tem medo de que olhem pra sua esposa? É óbvio que ela adora ser olhada e, como te falei naquela vez no banheiro, não tenho a menor dúvida de que poderia fazer um monte de coisas interessantes com ela… tenho certeza de que ela adoraria, como te disse, dá pra ver que ela ia amar alguém que a trate com mão firme… amanhã pede pra ela te buscar… vou te dar uns ingressos pro teatro, e você vai levá-la a um restaurante que costumo frequentar… quero que ela se vista bem gostosa… mas quero que você fique pra bater um papo, quero observá-la com mais cuidado, ver como ela reage… a gente se vê amanhã… - sem esperar resposta, virou as costas e foi embora. Naquele momento, percebi que estava de pau duro, meu chefe não só dizia conhecer os desejos da minha mulher, acho que também foi conhecendo os meus, me sentia intimidado por ele, mas muito excitado com a situação.
Minha esposa tinha ido tomar umas com as amigas, eu tava tão excitado, mas também cheio de medo, o que podia acontecer? Será que era mesmo como meu chefe dizia, que ela ia adorar alguém que fosse levando ela do jeito que ele falava. Eu sentia tanta atração quanto medo. Preparei o jantar e enquanto a gente comia, falei que meu chefe tinha me dado uns ingressos pra ir no teatro e depois jantar, e que ele ia passar pra me buscar.
Tava tão nervoso, meu chefe não falou nada o dia inteiro, me deu os ingressos pro teatro e disse que tinha uma mesa reservada no meu nome num restaurante chique de Puerto Madero, pra pedir o que a gente quisesse que ele já tinha avisado e anotavam tudo na conta dele.
Quando a gente tava saindo, vi a Débora chegando, tava uma delícia, um vestido curto, justinho, aquele que ela sempre usa e marca a calcinha fio dental, uma blusa de seda com renda na altura do peito, os lábios pintados de um vermelho forte, o cabelo escovado, tava uma gostosa. Ela veio na nossa direção, me deu um selinho suave.
Cumprimento meu chefe com um beijo suave na bochecha, dessa vez notei que ele apertou mais forte a cintura dela. Depois de beijá-la, ele se aproximou do ouvido dela e sussurrou alguma coisa. Achei que ela ficou um pouco corada e baixou a cabeça. Me senti excitado e assustado de novo.
Quando a gente foi embora, perguntei o que ele tinha dito pra ela, e ela respondeu que foi só umas coisas sobre como ela tava elegante e que com certeza muitos caras iam olhar pra ela com desejo.
Quando a gente voltou de jantar, a gente tinha tomado vinho, enquanto a gente tava transando, eu perguntei de novo o que o chefe tinha falado pra ela. Ela insistiu que não era nada demais, mas que sentiu a mão forte dele na cintura, e ele falou com um tom que ela achou muito sensual, que fez ela ficar toda corada.
—Te deixou molhada do jeito que ele falou contigo…
—Sim… amor… a verdade é que sim… despertou uma fantasia que eu tenho…
—Que fantasia…
Nada não... me come gostoso, vai fundo..." — ele metia bem forte, sentia ela toda tesuda.
—Que fantasia…?
Nada… um homem como ele… assim… me sugerindo umas coisas…
Não tocamos mais no assunto, continuamos transando quase a noite toda, eu sentia ela toda excitada, e se parasse pra pensar direito, a gente só tinha batido um papo por um tempo. Na manhã seguinte, enquanto tomávamos café, ela me perguntou se eu queria que ela fosse me buscar.
—Claro, amor… como não…
- Aliás, agradece ao teu chefe pelo jantar…
Fiquei distraído o dia inteiro, o chefe chegou tarde naquela manhã, tinha que visitar várias filiais.
—Que tal a noite…?
-Muito bem, senhor, a gente se divertiu pra caralho…
-Que bom… e a sua mulher…?
—Também me divirto muito… ela vai vir me buscar… também quer agradecer a você…
—Tenho certeza de que é uma garota muito grata… e poderia ficar ainda mais grata, se você deixar…
Mudei de assunto, tava cada vez mais nervoso, quando ela chegou tava com outra roupa mas igualmente produzida, o chefe me pediu se eu podia ir buscar uns papéis que ele tinha esquecido na mesa dele, ficou batendo papo com ela, sentia que o coração ia sair pela boca.
Quando voltei, o chefe se despediu, deu um beijo nela, enquanto a pegava de novo com firmeza pela cintura. Naquela noite, a gente transou de novo com paixão a noite inteira. Com o tempo, combinamos de convidar o chefe pra vir uma tarde em casa. Quando contei pra ele, ele disse:
—Sabia que mais cedo ou mais tarde iam querer… que ela vista aquela camisa branca, que fica uma delícia nela, a saia cinza que é largona… aquele colar preto grosso que ela usa, bem sugestivo, que ela fique descalça, se tiver um friozinho, escolhe umas meias pra ela… quando a campainha tocar, você abre a porta, ela de olhos vendados no meio da sala, sala de jantar ou o que tiver… continua…

3 comentários - Meu chefe começa a dominar minha esposa