No capítulo de hoje: mensagem de uma tal de Âmbar, um jantar com meus pais e uma aproximação com Rodrigo, acho que tudo sairia do controle "Nunca te vi olhar pra alguém assim, dá pra ver que você ama essa garota. O melhor do mundo pra vocês, pra ela e pra você, seu idiota!" Fiquei um pouco irritado, mas fiquei pensando, talvez seja a irmã do Ezequiel, tem as mesmas respostas que a minha irmã... talvez tenha a mesma relação que eu tenho com a minha Porque eu e minha irmã de vez em quando brigávamos, falávamos coisas na cara ou pelas redes sociais, tipo burra, idiota ou boba Minha mãe bateu na porta, falando comigo Mãe:- Fran... eu e seu pai pensamos em sair pra comer os três juntos hoje à noite... Eu:- Tá bom... onde a gente vai? Mãe:- Vamos a um lugar que seu pai me levou enquanto você não estava e achei bem legal, já que assim ficamos os três juntos, faz tempo que não ficamos Eu:- Tá bom, vou me arrumar! Mãe:- Perfeito, amor... a gente sai em uns 30 minutos Vesti um vestido curto liso prateado com uma jaqueta fina e prendi o cabelo com grampinhos Passei um batom nos lábios e delineei os olhos, e quando saí, meu pai me vê, ele estava de camisa branca com um cardigã azul-marinho e calça da mesma cor Pai:- Mas que mocinha linda que eu vejo... você tá linda demais, filha! Eu:- Obrigada, pai... você também, ajeita direito sua camisa senão... vão te olhar estranho- e sorri pra ele e ajeitei a gola da camisa dele Pai:- Pra isso que tenho você e sua mãe, pra ajeitarem tudo que tá errado ou darem opinião... - minha mãe saiu com um kimono lindíssimo e o cabelo preso estilo japonesa- bom... tenho duas mulheres lindas, vou ter que prestar muita atenção nas duas pra ninguém ficar de olho! Eu e minha mãe sorrimos uma pra outra Saímos no carro rumo ao restaurante Quando chegamos, era um lugar afastado, perto da estrada indo pra Mendoza Entramos, me senti meio estranha porque parecia que todo mundo me olhava ou virava a cabeça me olhar, pensava "Deve ser por causa da foto com Ezequiel que agora sou reconhecida ou talvez tenha algo manchado ou eu esteja tão feia" Eu:- Mãe... como eu tô?? Mãe:- Você tá linda, amor... por quê? Eu:- Não sei se é impressão minha ou se todo mundo tá me olhando... Mãe:- Depois da foto que vazou sua com seu namorado, aqui todo mundo não consegue acreditar que você é namorada de um rapaz tão bonitão e que você tá na primeira página... Eu:- Ah... fico tranquila então! Mãe:- Mas também é por causa do seu pai que é muito conhecido aqui, cumprimenta todo mundo, e te vendo já tão mulher, eles também ficam surpresos de ver que você é filha dele... A gente sentou na mesa e o garçom chegou trazendo os cardápios e eu comecei a ler e escolhi o especial da casa: o chivito ao disco. Meus pais também escolheram a mesma coisa. Enquanto observava com atenção o lugar que era bem familiar e tranquilo, vi que na mesa em diagonal à nossa estava o Rodrigo com o pai dele e um tio. Ao me ver, ele sorriu e eu faço o sinal de cumprimento e ele retribuiu, falo pros meus pais: Eu:- Desculpa, mas já volto... vi um amigo, vou cumprimentar ele... Pai:- Tá bom, anjinho... vai Mãe:- Tá bom, amor... mas não demora... Me levantei e fui até a mesa, Rodrigo ao me ver chegar, se levanta e me cumprimenta Rodrigo:- Oi Fran Eu:- Oi Ro- Ele me dá um abraço forte Rodri:- Desculpa... eu não queria... é que... quero te pedir perdão... me comportei muito mal com você e você sempre me deixou claro que tinha namorado e... desculpa Eu:- Já foi, já passou... tá tudo bem... Rodri:- Você veio com seus pais? Eu:- Sim, tão ali, o casal que de vez em quando olha de canto pra cá... meu deus que vergonha...- tentava disfarçar pra ver e os dois me olhavam Rodri:- E como que não vão te vigiar se você tá linda... cuidam da filhinha deles!- ele riu Eu:- Ai meu deus... não fala assim... me deixa mais vermelha ainda!! Rodri:- Muito mais gostosa Eu:- Como? Rodri:- Que se você cora, fica muito mais gostosa... e o que você vai fazer mais tarde? Eu:- Ir dormir... Rodri:— Parece uma velha, Fran... vamos... hoje tem um tipo de festival ou peña aqui, fica... Eu:— Mas vou pedir permissão pros meus pais... Rodri:— Claro... a "mocinha" tem que pedir permissão pros pais dela— a gente riu e eu dei um tapa no braço dele brincando Eu:— Não seja assim... Depois te respondo... Rodri:— Ok... tomara que te deixem! Eu:— Fechou... a gente se fala depois— a gente se despediu com um beijo e voltei pra mesa onde estávamos com meus pais, eles estavam conversando enquanto comiam uns frios que tinham trazido de entrada— Nossa... e isso? Pai:— É uma entradinha antes do prato que a gente escolheu... experimenta, coelhinha! Tá excelente!! Eu:— Parecem os frios que você comia em Punta del Este... Mãe:— Fran... seu pai me disse que aqueles frios da foto que ele me mandou quando vocês foram pra Punta, ele não comeu sozinho, não, foi com você... Eu:— Aquela noite a gente tava sozinho... e...— vi meu pai fazendo gesto pra eu ficar quieta e eu sorri— mas a gente comeu bastante naquela vez... Mãe:— Porque depois seu pai reclama que tá com colesterol alto ou fígado gordo e é por causa das porcarias que ele come fora... Pai:— Mas de vez em quando eu como essas comidas só... Mãe:— Você já tá abusando... o médico já te falou, você tem que fazer atividade física pra baixar o colesterol se continuar comendo assim... Eu:— Por que você não sai pra caminhar, pai? Mãe:— Seu pai?? Caminhando?— minha mãe riu— ele não solta o carro por nada... Pai:— Vou fazer um esforço e começar a caminhar a partir de amanhã... Eu:— A gente podia ir caminhando ver o nonno Pai:— Mas é longe pra caramba de casa... Eu:— Ai pai... são só umas seis quadras... Mãe:— Amanhã, sim ou sim, você começa!!! Pai:— Tá bom...— eu e minha mãe ríamos da cara de resignação do meu pai Trouxeram a comida e a gente começou a comer Terminando de comer, vi que estavam reorganizando tudo aos poucos, chegava mais gente jovem por causa daquele tipo de peña ou festival que o Rodrigo tinha comentado, então antes que meus pais decidissem que era hora de ir, eu encarei eles: Eu:- Emmmm... queria pedir permissão pra ficar mais um tempo aqui... Mãe:- O quê? Por quê? O que tem aqui? Eu:- É que eu cruzei, bah... quando me levantei pra cumprimentar alguém, era meu colega, um grande amigo da escola, e ele me falou que vai ter uma peña depois da meia-noite e queria saber se eu podia ficar... Pai:- Sim, sim claro, love... você trouxe seu celular pra me avisar se precisar que eu vá te buscar? Eu:- Sim, sim... claro... tá aqui comigo Mãe:- Tá bem, love... se cuida e cuidado com bebida- o garçom chegou com a conta, meu pai piscou o olho pra mim enquanto procurava dinheiro pra pagar a comida Pai:- Se comporta, Fran...- ao se aproximar pra me cumprimentar, falou no meu ouvido- tenta provar um vinho ou uma cerveja artesanal, te recomendo Mãe:- Filha, cuidado e se cuida- enquanto me dava um beijo e acariciava minha bochecha- Vamos, love?- falou pro meu pai Pai:- Sim, sim... tchau, coelhinho... se diverte! Meus pais foram embora e Rodrigo se aproximou devagar enquanto eu tava de costas acenando pra eles Rodri:- Oi!- falando bem fininho e me tocando por trás Eu:- Ai, mas você é um idiota mesmo... me assustou! Rodri:- Eeeeeyyyy... que agressiva!! Seus pais te deram permissão? Eu:- Não fala assim... me faz sentir uma menininha de sete anos... Rodri:- Tá bom, "senhora" Eu:- Você é um babaca...- a gente riu. O lugar todo começou a mudar: a música suave que tocava de fundo foi aumentando um pouco mais, as mesas perto do DJ foram sendo tiradas e aos poucos teve um brilho de luzes e testavam o som com o efeito das luzes, até tinha uma máquina de fumaça. Rodrigo me pegou pela mão e a gente começou a dançar, foi entrando cada vez mais gente pra dançar. Enquanto dançávamos, eu notava que Rodrigo não parava de olhar pros meus peitos Eu:- Eyyyy... o que você tá tanto olhando?? Rodri:- Nada, nada... mas você veio bem decotada e... não consigo evitar de te olhar, Fran... meus olhos vão direto pros seus peitos lindos... desculpa Eu:- Olha, mas não toca- eu sorri- eles têm dono! Rodri:- Bendito seja seu uruguainho: tirou o melhor prêmio! Eu:- Nós dois tiramos o melhor prêmio... depois do salame, a melhor coisa que me aconteceu foi cruzar com ele! Rodri:- Ah, bom... que ótimo! Eu:- É...- nossa conversa ficou em pausa porque começou a tocar uma música lenta e eu olhei pra ele e ele, sem dizer nada, me pegou pela cintura com as duas mãos e me puxou suavemente pra perto dele, apoiei minhas mãos no peito dele e dava pra notar através do tecido da camisa, o peito dele bem trabalhado e bem treinado. Rodrigo era capitão do time de futebol do nosso colégio e também jogava no clube da nossa cidade, malhava e de vez em quando eu tinha visto ele correr em alguma maratona ou nos circuitos do parque Rodri:- Epa... me parece ou você tá apalpando? Eu:- Não, não, desculpa... Rodri:- O que eu tenho que te desculpar?? Eu:- É que eu nunca tinha te tido... digo, nunca tinha te sentido assim- abaixei o olhar bem corada, ele levantou meu queixo e me segurou e olhou nos meus olhos Rodri:- Meu deus, Fran... você tá linda! Suas bochechas tão bem vermelhas... também tem um brilho nos seus olhos e um olhar safado também, hein...- ele sorriu. Mostrando um sorriso enorme e doce, formando covinhas nas bochechas- você tá me olhando muito... vai me dar o olho gordo! Nós dois rimos e nossos sorrisos ficaram até ele aproximar a mão e passar um dedo pelos meus lábios e ele fechou os olhos e tentou me beijar de novo e eu abaixei a cabeça me acomodando no peito dele e ele levantou meu queixo de novo, houve um cruzamento de olhares e ele me beijou de um jeito muito sutil e muito suave. Foi um beijo suave e calmo. Quando parou, ele me olhou e sorriu, eu senti pela proximidade do meu corpo que o pau dele tinha acordado e também a minha buceta tinha começado a umedecer meus lábios. Eu imaginava na minha cabeça estando no carro dele, transando e enquanto ele mordia como um louco minhas tetas enquanto a gente comia e comia sem parar. Minha mente estava num ponto de tesão total quando sinto uma mão roçando minha bunda e eu soltei um gemido suave. Ele me pegou pela mão e a gente saiu da pista, fomos procurar um pouco de álcool no bar, ele pagou e a gente tomou quase de uma vez as bebidas, ele me disse Rodri:
- Fran... você quer que a gente fique ou... vamos pra outro lugar?
Eu:
- A gente podia... deveria ir... desculpa, eu ir... porque... porque amanhã eu...
Rodri:
- Tá bem, vamos... te levo pra sua casa!
Vesti minha jaqueta, peguei minha bolsa e saímos de lá, rumo ao carro dele e ao entrar, ele ligou e botou uns sons muito lindos de clássicos românticos. Foi dirigindo e eu olhava pra ele de vez em quando e num cruzamento de ruas ele freou e me olhou e viu que eu tava olhando e se aproximou e me beijou, me apertou contra ele me abraçando e sentindo minhas tetas bem coladas no peito dele e a outra mão acariciou suavemente uma, enquanto continuava me beijando, nessa mão senti os dois dedos dele percorrendo pra dentro do meu sutiã sentindo a dureza do meu mamilo, ele tocou de leve e enfiou a mão inteira pra dentro e ao me soltar me olhou e eu respirava ofegante. Ele enfiou as duas mãos, acariciando suavemente enquanto via como eu curtia as carícias dele e vi que a calça dele parecia que pelo tamanho do pau, ia estourar o tecido.
Rodri:
- Ai Fran... pelo amor de deus... que tetas preciosas... que corpo gostoso que você tem...
Eu:
- Não... não... para... - continuava gemendo igual uma louca
Rodri:
- Você quer que eu pare? - Enquanto com uma mão tocava e beliscava minha teta, a outra mão desceu e acariciava minha perna subindo e apertava minha bunda e ao ir pra frente eu segurei a mão dele
Eu:
- Não... não....
Rodri:
- Não, por quê?? Se você tá com tesão... eu te esquentei... a gente tá se esquentando e com certeza você tá morrendo de vontade de transar...
Eu:
- Não... não... eu não... não posso... não... - enquanto ele aproximava um dedo da minha calcinha e sentia a umidade do tecido e enfiou o dedo confirmando a umidade da minha buceta enquanto eu continuava gemendo - não... por favor... para...
Rodri:
- Uffff... tem certeza que quer que eu pare?? Sua buceta preciosa quer algo e sua boca diz outra coisa... - continuava metendo e tirando o dedo com uma grande avidez da minha cavidade e eu ofegava sem parar Eu:- Não, não posso fazer isso... não, não posso fazer isso com o Rodrigo, Ezequiel... não posso fazer isso com o Ezequiel, Rodrigo... Rodri:- Só vai ser essa vez e a gente vai com camisinha, te juro que ninguém vai saber disso que rolar entre a gente Eu:- Ninguém pode ficar sabendo que a gente ficou... que entre nós rolou algo Rodri:- Te juro pelos meus pais e meus avós que não vou contar pra ninguém... E se jogou pra me beijar e eu acompanhava o ritmo dos beijos ardentes dele e ele baixou a calça e me apertou contra ele e foi até o meu banco e procurou no porta-luvas do carro a caixa de camisinhas e colocou uma com uma rapidez porque tava muito dura e tirou minha calcinha fio dental e brincava na entrada da minha buceta molhada enquanto a gente se beijava como loucos, ao sentir que entrava e saía como um doido eu gemia sem parar e ele tirou completamente meu vestido e afundando a cara entre minhas tetas e como pude tirei o sutiã e ele se jogou pra apalpá-las como um endemoniado: chupava, lambia, mordia de leve e sugava muito alucinadamente e eu não aguentei mais e avisei Eu:- Aaaagggghhhh... vou go... ahhhhgggg.... ayyyyyyyy- ele tirou o pau da minha buceta e se abaixou e começou a lamber a saída dos meus fluidos, tinha me feito melhor que o Blas mas quase igual ao Ezequiel Ao ir recuperando a noção ele de novo se aproximou e o pau dele entrou na minha buceta e eu olhava pra ele e acariciava ele, ele me beijava a mão e os dedos... se movia devagar dentro de mim e me beijava no pescoço, no rosto e na boca. Rodri:- Como que o teu uruguaio não vai te amar se você é perfeita... Eu:- Não, não fala isso... Rodri:- Como não é... se você é linda, Fran... tem um corpo maravilhoso, atrai muitos e só poucos tiveram o privilégio de saber como você transa... não acho que eu consiga resistir à tentação de ficar com você de novo... Eu:- Não, não... essa seria a primeira e única vez vez... Rodri: - Cê tá segura? Olha, você tá aqui... e seu namorado no país dele, a gente podia aproveitar um tempinho e ficar junto, assim... eu sei dividir! Eu: - Não, não... - eu ri - meu uruguaio não acho que ia gostar ou saber dividir... Rodri: - Pois é, devia... ensina ele, fala assim, ó... que eu tenho um amigo que gostaria de ficar comigo, mesmo a gente já tendo ficado e talvez ele te diga que sim... Eu: - Ai não... - eu fiquei vermelha - não, não... é uma loucura... Rodrigo se aproximou da minha boca e brincava com meus lábios esticando eles e me beijava devagar enquanto se mexia um pouco mais forte. Ele lambeu de novo bem forte minhas tetas e se mexia como um louco e me chupava e lambia o pescoço e eu gemia sem parar, e ele não aguentou mais e me avisou Rodri: - Ai... vou gozar... vou gozar... aggggghhhh Eu: - Aaaaaggggghhhh... eu também... E ele se aproximou da minha boca pra me beijar bem apaixonado e se levantou de cima de mim, enquanto tirava a camisinha e arrumava a cueca Rodri: - Te juro que não acredito nisso que a gente teve, Fran... a gente podia ir pra um hotel ou pra minha casa... Eu: - Não, não... já tá bom. Rodri: - Ainda é cedo, love... a gente podia ir pra algum lugar e continuar juntos... Eu: - Não, Rodrigo... por favor me leva pra minha casa... Rodri: - Tá bom, gostosa... já te levo Eu fui me arrumando, vestindo a calcinha e coloquei o vestido e a jaqueta. Ele vestiu a camisa e abotoou só alguns botões e deixou os quatro últimos assim, sem abotoar, ao arrancar abriu a janela e entrava vento e mexia a camisa dele e eu olhava pra ele e sorria Rodri: - Cê continua me olhando e te juro, que eu paro e te como de novo... Eu: - Então não olho mais - baixei o olhar e sorri Ele parou o carro de repente no acostamento e me beijou bem alucinado, abrindo ao máximo nossas bocas Rodri: - Vamo num hotel... e continuar isso... Eu: - Não, não... Rodri: - Vai, Fran... você tá muito quente ainda... - ele meteu a mão de novo por dentro do meu vestido e apertava com a mão os lábios da minha buceta - você quer montar em mim e me domar um pouquinho??- ele metia e tirava o dedo enquanto eu gemia sem parar- você gostaria que a gente fosse pra um hotel e transasse escondido? Eu te faço toda minha escondido do seu uruguaio... Eu:- Mmmmmmmmmmm...- ele arrancou e ia devagar, enquanto continuava me tocando por baixo e parou num daqueles hotéis de encontro e deram um quarto pra ele, o número 15. Descemos e entramos. Rodrigo se jogou em cima de mim pra me morder a boca igual um louco e lamber meu pescoço inteiro enquanto eu tava encostada na parede do quarto. Ele abria a boca bem grande e comia minhas tetas por completo, alternava entre carícias e chupadas: chupava uma e tocava e beliscava a outra e trocava. Eu tava no auge do prazer quando olhei pra ele e ele tava completamente nu e levantou meus braços tirando meu vestido e me olhava com atenção e enfiou os dedos pra me fazer gozar assim em pé e eu não aguentava mais, eu gemia sem parar e ele se abaixou e enfiou a língua e eu gozei. Quando se levantou, apoiou a mão na porta e me olhava e acariciava devagar Rodri:- Você é meu sonho realizado, Fran... Eu:- Eu não consigo acreditar no que a gente fez... Rodri:- Mas é que você sentia falta do seu namorado e aqui você tava sozinha e... eu tava aqui! Eu sempre estive aqui- eu me cobria o rosto de vergonha que sentia- você parece uma mocinha fazendo isso! Me olha, linda... me olha. Tô aqui eu!- ele pegou minhas mãos e me fazia acariciar o peito dele e assim como o que eu senti pela camisa, ao ver o corpo dele eu fiquei vermelha e tirei minhas mãos Eu:- Não.. não Rodrigo... eu quero ir embora... quero ir pra minha casa Rodri:- Não, preciosa... a gente bebeu muito e não acho que seja uma boa você ir embora Eu:- Mas... não não consigo continuar com você... eu tenho namorado... eu tenho que ser fiel a ele Rodri:- Você acha que ele é? Eu:- Claro que sim!!! Rodri:- Não acho que seja, deve estar se esfregando com alguma ex dele Eu:- Eu acredito nele... no amor que ele sente por mim e que ele deve ser fiel Rodri:- Liga pra ele e vamos tirar a dúvida... se ele não te atender é porque tá ocupado com alguma outra Eu:- Certeza que deve estar dormindo e tranquilo na cama dele. Com a hora que é e eu acordada, ele vai pensar mal de mim Rodri:- Te aposto o que for que ele deve estar com alguém! Se eu ganhar, termina com ele e a gente fica junto! Eu:- Você é doido... não, não vou ligar pra ele Rodri:- Não quer que eu ganhe... Eu:- Não vou te dar motivo pra desconfiar dele Rodri:- E... como quiser, gostosa... - ele se aproximou e me acariciava devagar Eu:- Já chega... quero ir pra casa Rodri:- Vamos, gostosa... fica mais um pouco comigo... Eu:- Não, não... sabe que eu me arrependo de ter cruzado a linha e ter feito isso com você... a gente é amigo, Rodrigo! Eu tô namorando o Ezequiel e acabou... - comecei a me trocar, ajeitando minha calcinha e procurando meu vestido, e quando me virei vi o Ezequiel segurando ele enquanto tocava e cheirava - me dá meu vestido, por favor? Rodri:- Qual perfume você usa? Eu:- Não lembro o nome porque são vários que eu uso dependendo da ocasião, mas acho que esse foi presente dos meus pais no Natal Rodri:- Assim que descobrir qual é, me fala que eu te dou um igual... Eu:- Tá bom... agora me dá meu vestido? Rodri:- Se eu vestir, vai ficar tão bem em mim quanto em você? - eu caí na gargalhada Eu:- Você é um idiota... sério... me devolve Rodri:- Tá bom... não quer pedir alguma coisa antes da gente ir? Eu:- Não, não, obrigada... não quero nada Rodri:- Eu ia pedir um aperitivo e um misto quente Eu:- Não, não... melhor não... Rodri:- Te peço um misto quente e no máximo um refrigerante... ou você prefere sua aguinha pra dar uma segurada?? Eu:- Você é um punheteiro! - a gente riu - Quero uma lima-limão Rodri:- Beleza... mas depois a gente divide a conta com tudo isso Eu:- Mas eu não trouxe dinheiro... se aceitarem cartão, sim... mas... Rodri:- É brincadeira, gostosa!! Nunca te cobraria nem deixaria você pagar um centavo Eu:- Como você é bobo... Rodri:- Te amo, mina... Eu:- E eu te quero, mas te quero pra caralho Rodri:- Um pouquinho de amor, né? Eu:- Não, não... é só muito carinho, respeito, amor, mas love como eu amo o Eze, não... Rodri:- Tá tudo bem... Ele se aproximou pra pedir o telefone, enquanto eu me sentava pra vestir meu vestido. Fui ao banheiro me arrumar o cabelo quando vejo as marcas de toda a putaria que a gente tinha feito com o Rodrigo no carro dele. Tirei o sutiã e levantei pra ver entre meus peitos se ele não tinha deixado marcas e não tinha muitas marcas visíveis, mas pelo menos por dois dias eu não ia poder andar mostrando tanto o decote. Tava me olhando quando o Rodrigo abre a porta de uma vez e me vê sem sutiã Rodri:- O que você tá fazendo, gostosa? Eu:- Bate antes de entrar!!! Rodri:- Cê tá louca? Como é que eu vou bater em você, princesa? Eu:- A porta, que antes de entrar você bata na porta, por favor...- O Rodrigo se aproximou e me olhou com atenção e acariciou meu braço e foi subindo até meu ombro quando eu o segurei- não... por favor, já chega! Eu preciso... preciso me vestir e ir pra minha casa... Rodri:- Só tô te admirando, acariciando tua pele que é tão macia, tão linda...- ele se aproximou muito mais de mim, quando sinto que com as duas mãos ele acariciava meus braços- não é à toa que teu uruguaio é tão sortudo, se olha... você é uma delícia! Eu:- Bom... obrigada... me deixa terminar de me arrumar pra...- escuto o telefone do quarto tocar, pensei "Me salvou pelo sino..." E o Rodrigo saiu pra atender e eu terminei de me vestir rapidinho. Ao sair, vejo que ele tava de costas arrumando o pedido que a gente tinha feito Rodri:- Aqui tá sua torrada e não tinha água saborizada de limão, então peguei refrigerante... tá bom ou troco e peço uma garrafa de água pra você? Eu:- Não, tá ótimo... obrigada...- me sentei no sofá e comecei a comer minha torrada cruzando as pernas estilo índio e ele me olha e sorri Rodri:- Fazia tempo que eu não te via sentada assim... Eu:- Em casa eu me sento assim, sei lá... quando a gente vai pro parque com minhas amigas e senta no chão ou em algum sofá, embora eu também faça quando estou com alguém de confiança, senão não me sinto bem e ereta Rodri:- Ahhhh... e com o teu uruguaio? Você senta em cima dele, se coloca assim como se coloca comigo?- na hora eu acomodei minhas pernas, baixando-as- ahhhhh... te fiz sentir desconfortável ou ainda não tens tanta confiança como a gente tem...?? Eu:- Obrigada... obrigada por tudo mas já preciso ir Rodri:- Vamos, Fran... sê sincera... teu uruguaio ainda não te inspira confiança?- me virei e peguei meu celular Eu:- Vou ligar pro meu pai pra ele me buscar... Rodri:- Não, não espera... eu te levo. Guarda teu celular. Por favor, guarda... vamos terminar isso e ir embora... te levo até tua casa Eu:- Obrigada... Comemos o misto quente em silêncio e eu tentava não olhar pra ele mas notava que ele não parava de me olhar. Terminamos de comer e beber. Pagamos e saímos de lá. Durante a viagem ficamos calados e ao chegar na minha casa, ele tocou meu braço de novo e o acariciou. Rodri:- Descansa, linda Eu:- Você também...- me aproximei pra dar um beijo e ele me segurou com as duas mãos e me comeu a boca num beijo longo, enquanto me acariciava pelas costas e me apertava contra ele, mal consegui me soltar e tentei que ele não visse que eu estava muito excitada, ao abrir a porta me viro pra pegar minha bolsa e ele vê minhas bochechas bem vermelhas Rodri:- Amo quando tuas bochechas ficam tão vermelhas como fogo! Eu:- Você é um idiota... tchau... Rodri:- Tchau e que descanses e sonhes com alguém lindo Eu:- Ah sim... com certeza vou sonhar com meu namorado, meu uruguaio Rodri:- Uia que malvadaaa... - sorrimos um pro outro e desci do carro dele Ao abrir a porta, abri devagar e fechei com cuidado e fiquei encostada tentando respirar pausado e tranquila pra se algum dos meus pais acordasse, não notassem minha cara tão vermelha pela situação que tinha passado com Rodrigo, pendurei minhas chaves e fui pro banheiro, quando vejo que da cozinha sai minha mãe ajeitando a camisola, ao vê-la me assustei porque ela estava com o cabelo bem bagunçado e várias marcas no corpo Mãe:- Oi... oi, amor... Eu:- Mãe... perdoa... te acordei?? Mãe:- Não, não, claro que não... tava voltando de beber água... e... a noite tá quente, né... Eu:- Pode ser que sim... - fui pro banheiro e escutei uns murmúrios e tentei escutar encostando minha orelha na porta Mãe:- Meu Deus, Martin... a Fran podia ter nos visto assim... Pai:- Fica tranquila... ela não viu nada... Lembra quando vocês eram pequenas com a Guille, mal elas dormiam, e eu te comia?? Pois é, hoje você não escapa... - os dois riam baixinho Ao sair do banheiro, os dois já estavam no quarto deles e eu fui pro meu. Fechei a porta e tirei minha jaqueta e meu vestido, pendurei a jaqueta na cadeira e o vestido por cima, tirei meu sutiã e pude me olhar melhor no meu quarto, meu corpo longe do Rodrigo, ainda não conseguia acreditar naquilo que tinha rolado entre a gente. Parecia algo irreal, embora a gente só tivesse transado de camisinha, no hotel também não passou disso, mas eu meio que tentava pensar que era mais coisa da minha imaginação perversa do que algo que realmente tinha acontecido CONTINUA... (se aproxima o final dessa história)
- Fran... você quer que a gente fique ou... vamos pra outro lugar?
Eu:
- A gente podia... deveria ir... desculpa, eu ir... porque... porque amanhã eu...
Rodri:
- Tá bem, vamos... te levo pra sua casa!
Vesti minha jaqueta, peguei minha bolsa e saímos de lá, rumo ao carro dele e ao entrar, ele ligou e botou uns sons muito lindos de clássicos românticos. Foi dirigindo e eu olhava pra ele de vez em quando e num cruzamento de ruas ele freou e me olhou e viu que eu tava olhando e se aproximou e me beijou, me apertou contra ele me abraçando e sentindo minhas tetas bem coladas no peito dele e a outra mão acariciou suavemente uma, enquanto continuava me beijando, nessa mão senti os dois dedos dele percorrendo pra dentro do meu sutiã sentindo a dureza do meu mamilo, ele tocou de leve e enfiou a mão inteira pra dentro e ao me soltar me olhou e eu respirava ofegante. Ele enfiou as duas mãos, acariciando suavemente enquanto via como eu curtia as carícias dele e vi que a calça dele parecia que pelo tamanho do pau, ia estourar o tecido.
Rodri:
- Ai Fran... pelo amor de deus... que tetas preciosas... que corpo gostoso que você tem...
Eu:
- Não... não... para... - continuava gemendo igual uma louca
Rodri:
- Você quer que eu pare? - Enquanto com uma mão tocava e beliscava minha teta, a outra mão desceu e acariciava minha perna subindo e apertava minha bunda e ao ir pra frente eu segurei a mão dele
Eu:
- Não... não....
Rodri:
- Não, por quê?? Se você tá com tesão... eu te esquentei... a gente tá se esquentando e com certeza você tá morrendo de vontade de transar...
Eu:
- Não... não... eu não... não posso... não... - enquanto ele aproximava um dedo da minha calcinha e sentia a umidade do tecido e enfiou o dedo confirmando a umidade da minha buceta enquanto eu continuava gemendo - não... por favor... para...
Rodri:
- Uffff... tem certeza que quer que eu pare?? Sua buceta preciosa quer algo e sua boca diz outra coisa... - continuava metendo e tirando o dedo com uma grande avidez da minha cavidade e eu ofegava sem parar Eu:- Não, não posso fazer isso... não, não posso fazer isso com o Rodrigo, Ezequiel... não posso fazer isso com o Ezequiel, Rodrigo... Rodri:- Só vai ser essa vez e a gente vai com camisinha, te juro que ninguém vai saber disso que rolar entre a gente Eu:- Ninguém pode ficar sabendo que a gente ficou... que entre nós rolou algo Rodri:- Te juro pelos meus pais e meus avós que não vou contar pra ninguém... E se jogou pra me beijar e eu acompanhava o ritmo dos beijos ardentes dele e ele baixou a calça e me apertou contra ele e foi até o meu banco e procurou no porta-luvas do carro a caixa de camisinhas e colocou uma com uma rapidez porque tava muito dura e tirou minha calcinha fio dental e brincava na entrada da minha buceta molhada enquanto a gente se beijava como loucos, ao sentir que entrava e saía como um doido eu gemia sem parar e ele tirou completamente meu vestido e afundando a cara entre minhas tetas e como pude tirei o sutiã e ele se jogou pra apalpá-las como um endemoniado: chupava, lambia, mordia de leve e sugava muito alucinadamente e eu não aguentei mais e avisei Eu:- Aaaagggghhhh... vou go... ahhhhgggg.... ayyyyyyyy- ele tirou o pau da minha buceta e se abaixou e começou a lamber a saída dos meus fluidos, tinha me feito melhor que o Blas mas quase igual ao Ezequiel Ao ir recuperando a noção ele de novo se aproximou e o pau dele entrou na minha buceta e eu olhava pra ele e acariciava ele, ele me beijava a mão e os dedos... se movia devagar dentro de mim e me beijava no pescoço, no rosto e na boca. Rodri:- Como que o teu uruguaio não vai te amar se você é perfeita... Eu:- Não, não fala isso... Rodri:- Como não é... se você é linda, Fran... tem um corpo maravilhoso, atrai muitos e só poucos tiveram o privilégio de saber como você transa... não acho que eu consiga resistir à tentação de ficar com você de novo... Eu:- Não, não... essa seria a primeira e única vez vez... Rodri: - Cê tá segura? Olha, você tá aqui... e seu namorado no país dele, a gente podia aproveitar um tempinho e ficar junto, assim... eu sei dividir! Eu: - Não, não... - eu ri - meu uruguaio não acho que ia gostar ou saber dividir... Rodri: - Pois é, devia... ensina ele, fala assim, ó... que eu tenho um amigo que gostaria de ficar comigo, mesmo a gente já tendo ficado e talvez ele te diga que sim... Eu: - Ai não... - eu fiquei vermelha - não, não... é uma loucura... Rodrigo se aproximou da minha boca e brincava com meus lábios esticando eles e me beijava devagar enquanto se mexia um pouco mais forte. Ele lambeu de novo bem forte minhas tetas e se mexia como um louco e me chupava e lambia o pescoço e eu gemia sem parar, e ele não aguentou mais e me avisou Rodri: - Ai... vou gozar... vou gozar... aggggghhhh Eu: - Aaaaaggggghhhh... eu também... E ele se aproximou da minha boca pra me beijar bem apaixonado e se levantou de cima de mim, enquanto tirava a camisinha e arrumava a cueca Rodri: - Te juro que não acredito nisso que a gente teve, Fran... a gente podia ir pra um hotel ou pra minha casa... Eu: - Não, não... já tá bom. Rodri: - Ainda é cedo, love... a gente podia ir pra algum lugar e continuar juntos... Eu: - Não, Rodrigo... por favor me leva pra minha casa... Rodri: - Tá bom, gostosa... já te levo Eu fui me arrumando, vestindo a calcinha e coloquei o vestido e a jaqueta. Ele vestiu a camisa e abotoou só alguns botões e deixou os quatro últimos assim, sem abotoar, ao arrancar abriu a janela e entrava vento e mexia a camisa dele e eu olhava pra ele e sorria Rodri: - Cê continua me olhando e te juro, que eu paro e te como de novo... Eu: - Então não olho mais - baixei o olhar e sorri Ele parou o carro de repente no acostamento e me beijou bem alucinado, abrindo ao máximo nossas bocas Rodri: - Vamo num hotel... e continuar isso... Eu: - Não, não... Rodri: - Vai, Fran... você tá muito quente ainda... - ele meteu a mão de novo por dentro do meu vestido e apertava com a mão os lábios da minha buceta - você quer montar em mim e me domar um pouquinho??- ele metia e tirava o dedo enquanto eu gemia sem parar- você gostaria que a gente fosse pra um hotel e transasse escondido? Eu te faço toda minha escondido do seu uruguaio... Eu:- Mmmmmmmmmmm...- ele arrancou e ia devagar, enquanto continuava me tocando por baixo e parou num daqueles hotéis de encontro e deram um quarto pra ele, o número 15. Descemos e entramos. Rodrigo se jogou em cima de mim pra me morder a boca igual um louco e lamber meu pescoço inteiro enquanto eu tava encostada na parede do quarto. Ele abria a boca bem grande e comia minhas tetas por completo, alternava entre carícias e chupadas: chupava uma e tocava e beliscava a outra e trocava. Eu tava no auge do prazer quando olhei pra ele e ele tava completamente nu e levantou meus braços tirando meu vestido e me olhava com atenção e enfiou os dedos pra me fazer gozar assim em pé e eu não aguentava mais, eu gemia sem parar e ele se abaixou e enfiou a língua e eu gozei. Quando se levantou, apoiou a mão na porta e me olhava e acariciava devagar Rodri:- Você é meu sonho realizado, Fran... Eu:- Eu não consigo acreditar no que a gente fez... Rodri:- Mas é que você sentia falta do seu namorado e aqui você tava sozinha e... eu tava aqui! Eu sempre estive aqui- eu me cobria o rosto de vergonha que sentia- você parece uma mocinha fazendo isso! Me olha, linda... me olha. Tô aqui eu!- ele pegou minhas mãos e me fazia acariciar o peito dele e assim como o que eu senti pela camisa, ao ver o corpo dele eu fiquei vermelha e tirei minhas mãos Eu:- Não.. não Rodrigo... eu quero ir embora... quero ir pra minha casa Rodri:- Não, preciosa... a gente bebeu muito e não acho que seja uma boa você ir embora Eu:- Mas... não não consigo continuar com você... eu tenho namorado... eu tenho que ser fiel a ele Rodri:- Você acha que ele é? Eu:- Claro que sim!!! Rodri:- Não acho que seja, deve estar se esfregando com alguma ex dele Eu:- Eu acredito nele... no amor que ele sente por mim e que ele deve ser fiel Rodri:- Liga pra ele e vamos tirar a dúvida... se ele não te atender é porque tá ocupado com alguma outra Eu:- Certeza que deve estar dormindo e tranquilo na cama dele. Com a hora que é e eu acordada, ele vai pensar mal de mim Rodri:- Te aposto o que for que ele deve estar com alguém! Se eu ganhar, termina com ele e a gente fica junto! Eu:- Você é doido... não, não vou ligar pra ele Rodri:- Não quer que eu ganhe... Eu:- Não vou te dar motivo pra desconfiar dele Rodri:- E... como quiser, gostosa... - ele se aproximou e me acariciava devagar Eu:- Já chega... quero ir pra casa Rodri:- Vamos, gostosa... fica mais um pouco comigo... Eu:- Não, não... sabe que eu me arrependo de ter cruzado a linha e ter feito isso com você... a gente é amigo, Rodrigo! Eu tô namorando o Ezequiel e acabou... - comecei a me trocar, ajeitando minha calcinha e procurando meu vestido, e quando me virei vi o Ezequiel segurando ele enquanto tocava e cheirava - me dá meu vestido, por favor? Rodri:- Qual perfume você usa? Eu:- Não lembro o nome porque são vários que eu uso dependendo da ocasião, mas acho que esse foi presente dos meus pais no Natal Rodri:- Assim que descobrir qual é, me fala que eu te dou um igual... Eu:- Tá bom... agora me dá meu vestido? Rodri:- Se eu vestir, vai ficar tão bem em mim quanto em você? - eu caí na gargalhada Eu:- Você é um idiota... sério... me devolve Rodri:- Tá bom... não quer pedir alguma coisa antes da gente ir? Eu:- Não, não, obrigada... não quero nada Rodri:- Eu ia pedir um aperitivo e um misto quente Eu:- Não, não... melhor não... Rodri:- Te peço um misto quente e no máximo um refrigerante... ou você prefere sua aguinha pra dar uma segurada?? Eu:- Você é um punheteiro! - a gente riu - Quero uma lima-limão Rodri:- Beleza... mas depois a gente divide a conta com tudo isso Eu:- Mas eu não trouxe dinheiro... se aceitarem cartão, sim... mas... Rodri:- É brincadeira, gostosa!! Nunca te cobraria nem deixaria você pagar um centavo Eu:- Como você é bobo... Rodri:- Te amo, mina... Eu:- E eu te quero, mas te quero pra caralho Rodri:- Um pouquinho de amor, né? Eu:- Não, não... é só muito carinho, respeito, amor, mas love como eu amo o Eze, não... Rodri:- Tá tudo bem... Ele se aproximou pra pedir o telefone, enquanto eu me sentava pra vestir meu vestido. Fui ao banheiro me arrumar o cabelo quando vejo as marcas de toda a putaria que a gente tinha feito com o Rodrigo no carro dele. Tirei o sutiã e levantei pra ver entre meus peitos se ele não tinha deixado marcas e não tinha muitas marcas visíveis, mas pelo menos por dois dias eu não ia poder andar mostrando tanto o decote. Tava me olhando quando o Rodrigo abre a porta de uma vez e me vê sem sutiã Rodri:- O que você tá fazendo, gostosa? Eu:- Bate antes de entrar!!! Rodri:- Cê tá louca? Como é que eu vou bater em você, princesa? Eu:- A porta, que antes de entrar você bata na porta, por favor...- O Rodrigo se aproximou e me olhou com atenção e acariciou meu braço e foi subindo até meu ombro quando eu o segurei- não... por favor, já chega! Eu preciso... preciso me vestir e ir pra minha casa... Rodri:- Só tô te admirando, acariciando tua pele que é tão macia, tão linda...- ele se aproximou muito mais de mim, quando sinto que com as duas mãos ele acariciava meus braços- não é à toa que teu uruguaio é tão sortudo, se olha... você é uma delícia! Eu:- Bom... obrigada... me deixa terminar de me arrumar pra...- escuto o telefone do quarto tocar, pensei "Me salvou pelo sino..." E o Rodrigo saiu pra atender e eu terminei de me vestir rapidinho. Ao sair, vejo que ele tava de costas arrumando o pedido que a gente tinha feito Rodri:- Aqui tá sua torrada e não tinha água saborizada de limão, então peguei refrigerante... tá bom ou troco e peço uma garrafa de água pra você? Eu:- Não, tá ótimo... obrigada...- me sentei no sofá e comecei a comer minha torrada cruzando as pernas estilo índio e ele me olha e sorri Rodri:- Fazia tempo que eu não te via sentada assim... Eu:- Em casa eu me sento assim, sei lá... quando a gente vai pro parque com minhas amigas e senta no chão ou em algum sofá, embora eu também faça quando estou com alguém de confiança, senão não me sinto bem e ereta Rodri:- Ahhhh... e com o teu uruguaio? Você senta em cima dele, se coloca assim como se coloca comigo?- na hora eu acomodei minhas pernas, baixando-as- ahhhhh... te fiz sentir desconfortável ou ainda não tens tanta confiança como a gente tem...?? Eu:- Obrigada... obrigada por tudo mas já preciso ir Rodri:- Vamos, Fran... sê sincera... teu uruguaio ainda não te inspira confiança?- me virei e peguei meu celular Eu:- Vou ligar pro meu pai pra ele me buscar... Rodri:- Não, não espera... eu te levo. Guarda teu celular. Por favor, guarda... vamos terminar isso e ir embora... te levo até tua casa Eu:- Obrigada... Comemos o misto quente em silêncio e eu tentava não olhar pra ele mas notava que ele não parava de me olhar. Terminamos de comer e beber. Pagamos e saímos de lá. Durante a viagem ficamos calados e ao chegar na minha casa, ele tocou meu braço de novo e o acariciou. Rodri:- Descansa, linda Eu:- Você também...- me aproximei pra dar um beijo e ele me segurou com as duas mãos e me comeu a boca num beijo longo, enquanto me acariciava pelas costas e me apertava contra ele, mal consegui me soltar e tentei que ele não visse que eu estava muito excitada, ao abrir a porta me viro pra pegar minha bolsa e ele vê minhas bochechas bem vermelhas Rodri:- Amo quando tuas bochechas ficam tão vermelhas como fogo! Eu:- Você é um idiota... tchau... Rodri:- Tchau e que descanses e sonhes com alguém lindo Eu:- Ah sim... com certeza vou sonhar com meu namorado, meu uruguaio Rodri:- Uia que malvadaaa... - sorrimos um pro outro e desci do carro dele Ao abrir a porta, abri devagar e fechei com cuidado e fiquei encostada tentando respirar pausado e tranquila pra se algum dos meus pais acordasse, não notassem minha cara tão vermelha pela situação que tinha passado com Rodrigo, pendurei minhas chaves e fui pro banheiro, quando vejo que da cozinha sai minha mãe ajeitando a camisola, ao vê-la me assustei porque ela estava com o cabelo bem bagunçado e várias marcas no corpo Mãe:- Oi... oi, amor... Eu:- Mãe... perdoa... te acordei?? Mãe:- Não, não, claro que não... tava voltando de beber água... e... a noite tá quente, né... Eu:- Pode ser que sim... - fui pro banheiro e escutei uns murmúrios e tentei escutar encostando minha orelha na porta Mãe:- Meu Deus, Martin... a Fran podia ter nos visto assim... Pai:- Fica tranquila... ela não viu nada... Lembra quando vocês eram pequenas com a Guille, mal elas dormiam, e eu te comia?? Pois é, hoje você não escapa... - os dois riam baixinho Ao sair do banheiro, os dois já estavam no quarto deles e eu fui pro meu. Fechei a porta e tirei minha jaqueta e meu vestido, pendurei a jaqueta na cadeira e o vestido por cima, tirei meu sutiã e pude me olhar melhor no meu quarto, meu corpo longe do Rodrigo, ainda não conseguia acreditar naquilo que tinha rolado entre a gente. Parecia algo irreal, embora a gente só tivesse transado de camisinha, no hotel também não passou disso, mas eu meio que tentava pensar que era mais coisa da minha imaginação perversa do que algo que realmente tinha acontecido CONTINUA... (se aproxima o final dessa história)
0 comentários - Frambu e seu coquetel da vida XIX