Quando eu tava no ensino médio, tive uma namorada com quem comecei a ter minhas primeiras experiências, tipo apalpar e oral, mas só isso, a gente não tinha passado pro sexo, porque não tínhamos lugar nem grana, e além disso, os pais dela restringiam muito a privacidade dela comigo (acho que os caras desconfiavam de algo, kkk). Ela tinha uma amiga de longa data que sempre carregava pra todo lado, principalmente porque era o único jeito dos pais dela deixarem ela sair comigo (agora entendo o porquê). O nome dela era Liliana, alta, pele clara, cabelo liso e preto até a metade das costas, peitos pequenos e uma bunda igualmente pequena, mas perfeitamente empinada e redonda, junto com umas pernas torneadas muito sexys que, no conjunto, eram o maior atrativo dela. Segundo minha namorada, ela também não tinha experiência em sexo, até menos que a gente, já que não tinha namorado. Então, minha namorada em algum momento comentou que se sentia "mais velha" ao contar pra ela as coisas que a gente fazia e fazer ela perceber que era mais "experiente" e "vivida". E por mais que a Lili fingisse não querer se interessar, ela prestava muita atenção no que minha namorada contava, especialmente quando explicava como as coisas eram feitas e o que se sentia. Achei estranho minha namorada contar essas coisas tão abertamente, mas segundo ela, era uma espécie de competição não escrita que elas tinham, porque, apesar de serem amigas, costumavam ser muito competitivas uma com a outra. A Lili geralmente tinha uma média melhor, um corpo melhor e, no geral, costumava ter coisas melhores, e isso era algo que minha namorada "ganhava" dela. Ela me disse que até dava pra ver aquela expressão de inveja no rosto dela quando contava sobre as experiências. A Lili era aquela amiga que sempre é o terceiro pé numa relação. No começo, era meio chato pra mim, porque eu queria intimidade e ela sempre estava grudada na gente. Minha namorada começou a entender isso, então, às vezes, a gente escapava pra uma sala vazia ou fugia da escola pra algum parque. Solitário pra poder ficar de tesão. Numa dessas vezes, a gente tava numa resenha na casa de um amigo, os pais dele tinham saído, então deu pra fazer uma festa. Já era tarde e a maioria tava bêbada ou largada olhando pro nada. Vi que um dos caras tava tentando chegar na Lili, então aproveitei pra convencer minha mina a ir fazer nossas coisas, já que ela também tava meio tocada e nesse estado costumava ser mais ousada e mais fácil de esquentar. A gente escapou pro quarto principal da casa, no outro lado, apagamos as luzes e deixei a porta entreaberta pra vigiar se alguém vinha. Enquanto isso, minha mina começou a me dar um boquete dos mais tasty. Eu tava de pé e ela de joelhos numa almofada, de costas pra porta. A única luz que entrava era uma faixa vertical que atravessava a gente dois, por causa da porta entreaberta, e de repente... vi ela. Lili vinha pelo corredor procurando a amiga dela. Eu tava no meio do boquete e ela já tinha cagado nossos momentos antes pelo mesmo motivo, me deixando com o saco dolorido, então não liguei. Preferi que ela nos descobrisse, talvez assim entendesse que tinha que dar espaço. O som do boquete tava bem evidente, então Lili foi se aproximando cada vez mais receosa. Parou na porta, meio escondida, processando o que a faixa de luz deixava ver. Eu esperava que, ao ver o que a gente tava fazendo, ela fosse embora envergonhada do que tava vendo, mas aconteceu o contrário. Ela ficou olhando, receosa, mas atenta a toda a cena. Isso me excitou pra caralho, que ela nos descobrisse e não fizesse nada pra ir embora, só ficou observando. Até aquele momento, nunca tinha falado sujo com minha mina, mas a excitação do momento tomou conta de mim. Assumi uma postura bem dominante e autoritária, segurei o cabelo dela e comecei a mandar: — Ahhh, chupa, puta, chupa, come ela toda até o fundo. Minha mina ficou meio estranhada com meu jeito comportamento, mas não demorou pra mostrar que gostava de ser dominada, começou a chupar de um jeito desenfreado, bem molhada. O som de sucção com saliva tomava conta do quarto. Enquanto isso, Lili continuava imóvel olhando, eu de vez em quando olhava pra porta pra observá-la e percebi algo ainda mais excitante: a putinha estava se esfregando por cima da calça. Isso me animou ainda mais, então me atrevi a subir o nível. Dessa vez falei alto e na direção dela — Você gosta disso, né? Tá adorando, sabia que era uma puta mesmo. Falei pra Lili entender que eu tava falando com ela, mas minha namorada, ignorando o que rolava nas costas dela, só respondeu com uma voz cheia de tesão — Sim, papai, adoro sua piroca, se soubesse como eu tô molhada, queria que você me comesse agora. Já Lili ficou paralisada ao perceber que minhas palavras eram pra ela. Não queria que acabasse, então continuei falando com Lili, de um jeito autoritário, mas sem minha namorada desconfiar. — Se toca, quero ver você se dar prazer até gozar. Minha namorada, toda empolgada e sem parar de mamar, começou a se masturbar achando que eu tava falando com ela, mas Lili não sabia o que fazer. Eu, tentando motivá-la, tirei a piroca da boca da minha namorada pra Lili ver em detalhes como eu tratava a melhor amiga dela, como uma puta. Cuspi na minha glande e comecei a passar na cara dela, segurando ela pelo cabelo, dando uns tapinhas na bochecha com a piroca, enquanto dava a próxima ordem. — Falei pra você se tocar até gozar, aí vou te dar meu leite. Minha namorada, ainda sem entender — Ahh, papai, não faz isso comigo, quero seu pau — Cê não entendeu o que eu falei? SE TOCA, PUTA! Quero ver você gozar. Lili, com medo mas obedecendo finalmente, desabotoou a calça e começou a se tocar direto, pele com pele, igual minha namorada. As duas mantiveram um ritmo desenfreado, loucas pra gozar. A primeira foi minha namorada, assim que começou o orgasmo, ela Ela chupou meu pau de uma vez só pra abafar os gemidos dela, sugando tão forte como se quisesse arrancar minha porra na marra... e quase conseguiu, não fosse eu ter puxado ela pelos cabelos pra Lili ver como eu gozava na cara toda da amiga dela. Por sorte, bem quando comecei a gozar, percebi que a Lili também tava gozando, ela se agarrou com força no batente da porta enquanto mordia o ombro do mesmo braço pra abafar os gemidos e lutava pra ficar de pé. Ver aquilo foi a gota d'água na minha gozada, lavei a cara da minha mina por completo, três jatos fortes de porra acertaram a testa dela, os lábios e o queixo. Nós três ficamos satisfeitos e exaustos. Não demorei muito e comecei a usar dois dedos pra arrastar a porra na cara da minha namorada pra ela comer, e ela, toda feliz, comeu até a última gota que eu dei, mas a última porção ou "colherada" eu guardei, falei pra minha mina ir no banheiro se limpar bem (que ficava dentro do próprio quarto) e assim que ela entrou e fechou a porta, eu fui até a Lili, que me olhou com incerteza, aproximei meus dedos cheios de porra da boca dela e, igualmente hesitante, ela abriu a boca e limpou eles devagar e suavemente, como se estivesse saboreando o que tava provando. Falei pra ela — Boa garota — E ela só me devolveu um sorrisinho cheio de malícia. Ela voltou pra onde todo mundo tava e depois de um tempo que minha namorada saiu do banheiro, levei as duas pra casa, porque claro, sendo o terceiro pau, também tinha que ser eu quem levasse ela, o que sempre me irritava, mas dessa vez foi gostoso pelo que rolou, o caminho inteiro ficamos nos olhando pelo retrovisor e elas só devolviam aquele sorriso malicioso. Infelizmente com minha namorada não passamos disso, porque como falei, os pais dela meio que me viram ou me conheciam, nunca confiaram em mim, então restringiram muito as saídas e encontros dela comigo. Já com a Lili hahahaha vocês já imaginam, mas basta dizer que que em apenas alguns meses ficou muito mais puta que a amiga dela. Vocês comentem se quiserem a segunda parte.
2 comentários - Lili, a gostosa do mal