Minha primeira vez com minha professora particular - 3ª parte
Era a primeira vez que eu tocava a entreperna de uma mulher, não sabia bem o que ia encontrar e muito menos o que tinha que fazer. Enfiei um pouco mais os dedos, ela parou de me beijar, apoiou a cabeça no meu ombro e falou baixinho:
Marisol: Cuidado com o que você faz, que eu ainda sou virgem.
Eu: Nunca te tocaram a buceta?
Marisol: Te falei quando a gente conversou que o máximo que eu tinha chegado era uma apalpada de peito.
Eu: Comecei a brincar com os pelinhos molhados dela até chegar a tocar os lábios. A gente já não se beijava, só ficava ligado no que tava rolando com a minha mão dentro da calcinha dela. Mari continuava com a cabeça apoiada no meu ombro.
Senti que ela abriu um pouco os lábios, tava tudo muito quente, muito molhado. Cada vez que eu enfiava um pouco mais os dedos, ela me apertava com as mãos. Eu já tinha quase meia falange entre os lábios dela até que toquei numa coisa um pouco mais durinha, e ela deu um sobressalto e gemeu mais do que já vinha gemendo. Nunca tinha tocado um, mas percebi que era o clitóris.
Marisol: Me toca mais aí, que eu gostei.
Eu: Assim do jeito que eu tô te tocando tá bom? Não sei o que tenho que fazer.
Marisol: Sim, me toca com a ponta dos dedos, cuidado com as unhas.
Eu: Tá tudo muito molhado e quente. Tirei os dedos cheios dos sucos dela, tinha um pelinho grudado. Tirei o pelo e chupei os dedos, tava louco. Quando tirei os dedos da boca, ela me beijou de repente e falou: adoro esse gosto, continua me tocando.
Marisol: Quer que eu te toque também?
Eu: Sim, adoraria.
Tentei tirar o pau do short, mas tava meio desconfortável. Levantei, baixei o short até o tornozelo e sentei de novo. Abri as pernas e meu pau e as bolas ficaram pendurados. Naquela hora, meu pinto devia ter uns 14, 15 centímetros, não era muito grande, mas nem eu nem ela tínhamos experiência.
Marisol: O que eu faço? Como te toco?
Eu: Pega ele com a mão e começa a subir e descer devagar, e com o dedão me toca na ponta bem de leve.
Marisol: Tá tudo muito molhado, tá escorrendo líquido de você. Pego ele com os dedos e levo à boca, e a gente se beijou de novo.
Eu voltei a meter os dedos por baixo da calcinha dela, e ela começou a me masturbar devagar.
Depois de um tempinho, eu já não aguentava mais.
Eu: “Para um pouco, não me toca mais que vou gozar.”
Ela largou minha pica e começou a massagear minhas bolas — amei, era a primeira vez que alguém fazia isso comigo.
Marisol: “Você gosta?”
Eu: “Sim, adoro.”
Marisol: “Uma amiga me contou que faz isso no namorado dela, e eu lembrei.”
Eu: “Sim, adoro.”
Comecei a tocar ela mais forte, passava meus dedos de cima pra baixo sem meter muito, só uma falange, e depois esfregava o clitóris dela. Mari começou a se contorcer e gemer como nunca.
Marisol: “Continua assim que eu adoro.”
Ela apertava minhas bolas, começou a torcer o corpo e aumentar a respiração.
Marisol: “Continua assim que vou ter meu primeiro orgasmo da vida.”
Gemia e se contorcia cada vez mais, começou a gemer quase gritando até que gozou. Suou toda, ficou com o olhar perdido, com a mão dela tirou a minha — minha mão inteira estava cheia de líquido.
Ela pegou e chupou toda, a gente se beijou e, depois de um minuto, ela voltou a si.
Marisol: “É a melhor sensação que já tive na vida. Agora que passou, quero mais. Não sei se a gente tá fazendo tudo do jeito certo, mas amei tudo que tá rolando.”
Eu: “Sim, adorei. Nunca imaginei na minha vida que isso ia acontecer.”
Marisol: “Sabe que isso tem que ser segredo, né?”
Eu: “Sim, sim, eu sei.”
Marisol: “Agora é minha vez de fazer você gozar.”
Eu: “Sim, quero muito. Não vou demorar, tô muito excitado.”
Mari se ajeitou sentada no chão, eu fiquei sentado na espreguiçadeira. Ela terminou de tirar meu short, que tava nos meus tornozelos, abri as pernas e, com uma mão, pegou meu pau e, com a outra, começou a tocar minhas bolas. Agüentei no máximo um minuto, só falei: “Vou gozar.” Não terminei de dizer a palavra e comecei a soltar jatos de porra pra todo lado. Caiu na cara dela, no ombro, nos peitos, no chão. Ela terminou de me masturbar, juntou porra do rosto dela com os dedos e chupou, mas cuspiu.
Marisol: “É, é gostoso, mas o gosto é meio estranho.” Não curto... é diferente o gosto do líquido transparente.
Com a toalha limpamos tudo e voltamos pra piscina.
Já eram 18:50, saímos da piscina e nos secamos.
Marisol: tô com fome, vamos preparar algo pra lanchar.
Eu: bora, também tô com fome.
Entramos e a Marisol foi pro quarto dela se trocar, deixou a porta aberta. Consegui ver ela tirar primeiro a parte de cima e depois a de baixo do biquíni, ficando totalmente pelada.
A gente tinha acabado de se masturbar, mas ver ela nua era outra coisa completamente diferente.
Não aguentei e entrei no quarto, abracei ela, beijei, joguei na cama e comecei a tocar ela de novo. Ela se deixou. Falei no ouvido dela: "quer que eu chupe sua buceta?" Ela não respondeu. Desci pelo peito dela, chupei os peitos e ela abriu as pernas. Eu não sabia bem o que fazer, mas tinha visto muitos vídeos de caras chupando buceta e muitos vídeos de lésbicas, mas todos os vídeos tinham a buceta depilada. A Mari tinha muitos pelos. Com os dedos, abri um pouco os lábios dela e foi a primeira vez na minha vida que vi uma buceta inteira. Era linda, tinha um cheiro que me deixava louco, e aí vi o clitóris, durinho, rosa forte, e pude ver como ela começava a se molhar de novo.
Passei meus dedos pelo líquido que começava a sair da buceta dela, abri os lábios e meti a língua. Ela se contorcia, igual há pouco na piscina. Os pelos eram bem chatos.
Mas continuei chupando e chupando até que peguei o clitóris dela com a boca e chupei como se fosse um picolé. Ela adorou. Continuei chupando até que ela disse: "não aguento mais, vou gozar". Abri com as duas mãos os lábios dela e comecei a chupar a buceta como se fosse a última vez. A Mari gozou e encheu minha boca de líquido. Engoli tudo, escorria líquido pelo meu queixo.
Marisol: não aguento mais, me matou, tô cansada.
Quis beijar ela, mas ela só levantou, pegou roupa e se trocou.
Marisol: lava o rosto e vamos lanchar.
Conversamos sobre tudo um pouco, mas não falamos nada sobre... o que tinha acontecido quase quando a gente tava terminando o lanche, ouve as chaves e a porta abre, era a mãe da Marisol
Mãe da Marisol: oi Fabi, ainda aqui? chegou tarde hoje
Eu: oi, como vai? não, não cheguei cedo, mas hoje vim 3 horas, já que não vim esses dias
Mãe da Marisol: ah, então ficou de vagabunda 3 dias, ela me disse
Eu: sim, sim, e como minha mãe foi levar minha avó no médico, perguntei se podia ficar até elas voltarem, e a Mari disse que sim
Mãe da Marisol: aqui não tem problema, além disso, você viu que a Mari é muito boa pessoa, muito tranquila, ela é bem caseira
Nisso, Marisol me olha e pisca o olho e
Marisol: viu como eu te falo que sou super boazinha e você não acredita?
Mãe da Marisol: é porque a gente é muito rigoroso às vezes, você não gosta, mas é pra você sair na linha direitinho e não se desandar, você tem 3 amigas que já têm namorado, andam na rua, e uma amiga grávida já
Marisol: mãe, o Fabi é menino, não precisa ouvir tudo isso
Mãe da Marisol: ah, desculpa, esqueci, mas namoradinha alguma você deve ter
Eu: não, nada disso, sou novo ainda
Marisol: já que ele ficou o dia todo aqui em casa, a gente podia fazer uma dormida com o Fabi
Mãe da Marisol: se a mãe dele deixar
Marisol: então pega sua mochila, vai na sua casa e pergunta se deixam, senão vou eu e falo com sua mãe
Ela me acompanha até a porta, se despede e me fala no ouvido:
tenta roubar camisinha do seu pai e traz, a noite a gente se vê
Era a primeira vez que eu tocava a entreperna de uma mulher, não sabia bem o que ia encontrar e muito menos o que tinha que fazer. Enfiei um pouco mais os dedos, ela parou de me beijar, apoiou a cabeça no meu ombro e falou baixinho:
Marisol: Cuidado com o que você faz, que eu ainda sou virgem.
Eu: Nunca te tocaram a buceta?
Marisol: Te falei quando a gente conversou que o máximo que eu tinha chegado era uma apalpada de peito.
Eu: Comecei a brincar com os pelinhos molhados dela até chegar a tocar os lábios. A gente já não se beijava, só ficava ligado no que tava rolando com a minha mão dentro da calcinha dela. Mari continuava com a cabeça apoiada no meu ombro.
Senti que ela abriu um pouco os lábios, tava tudo muito quente, muito molhado. Cada vez que eu enfiava um pouco mais os dedos, ela me apertava com as mãos. Eu já tinha quase meia falange entre os lábios dela até que toquei numa coisa um pouco mais durinha, e ela deu um sobressalto e gemeu mais do que já vinha gemendo. Nunca tinha tocado um, mas percebi que era o clitóris.
Marisol: Me toca mais aí, que eu gostei.
Eu: Assim do jeito que eu tô te tocando tá bom? Não sei o que tenho que fazer.
Marisol: Sim, me toca com a ponta dos dedos, cuidado com as unhas.
Eu: Tá tudo muito molhado e quente. Tirei os dedos cheios dos sucos dela, tinha um pelinho grudado. Tirei o pelo e chupei os dedos, tava louco. Quando tirei os dedos da boca, ela me beijou de repente e falou: adoro esse gosto, continua me tocando.
Marisol: Quer que eu te toque também?
Eu: Sim, adoraria.
Tentei tirar o pau do short, mas tava meio desconfortável. Levantei, baixei o short até o tornozelo e sentei de novo. Abri as pernas e meu pau e as bolas ficaram pendurados. Naquela hora, meu pinto devia ter uns 14, 15 centímetros, não era muito grande, mas nem eu nem ela tínhamos experiência.
Marisol: O que eu faço? Como te toco?
Eu: Pega ele com a mão e começa a subir e descer devagar, e com o dedão me toca na ponta bem de leve.
Marisol: Tá tudo muito molhado, tá escorrendo líquido de você. Pego ele com os dedos e levo à boca, e a gente se beijou de novo.
Eu voltei a meter os dedos por baixo da calcinha dela, e ela começou a me masturbar devagar.
Depois de um tempinho, eu já não aguentava mais.
Eu: “Para um pouco, não me toca mais que vou gozar.”
Ela largou minha pica e começou a massagear minhas bolas — amei, era a primeira vez que alguém fazia isso comigo.
Marisol: “Você gosta?”
Eu: “Sim, adoro.”
Marisol: “Uma amiga me contou que faz isso no namorado dela, e eu lembrei.”
Eu: “Sim, adoro.”
Comecei a tocar ela mais forte, passava meus dedos de cima pra baixo sem meter muito, só uma falange, e depois esfregava o clitóris dela. Mari começou a se contorcer e gemer como nunca.
Marisol: “Continua assim que eu adoro.”
Ela apertava minhas bolas, começou a torcer o corpo e aumentar a respiração.
Marisol: “Continua assim que vou ter meu primeiro orgasmo da vida.”
Gemia e se contorcia cada vez mais, começou a gemer quase gritando até que gozou. Suou toda, ficou com o olhar perdido, com a mão dela tirou a minha — minha mão inteira estava cheia de líquido.
Ela pegou e chupou toda, a gente se beijou e, depois de um minuto, ela voltou a si.
Marisol: “É a melhor sensação que já tive na vida. Agora que passou, quero mais. Não sei se a gente tá fazendo tudo do jeito certo, mas amei tudo que tá rolando.”
Eu: “Sim, adorei. Nunca imaginei na minha vida que isso ia acontecer.”
Marisol: “Sabe que isso tem que ser segredo, né?”
Eu: “Sim, sim, eu sei.”
Marisol: “Agora é minha vez de fazer você gozar.”
Eu: “Sim, quero muito. Não vou demorar, tô muito excitado.”
Mari se ajeitou sentada no chão, eu fiquei sentado na espreguiçadeira. Ela terminou de tirar meu short, que tava nos meus tornozelos, abri as pernas e, com uma mão, pegou meu pau e, com a outra, começou a tocar minhas bolas. Agüentei no máximo um minuto, só falei: “Vou gozar.” Não terminei de dizer a palavra e comecei a soltar jatos de porra pra todo lado. Caiu na cara dela, no ombro, nos peitos, no chão. Ela terminou de me masturbar, juntou porra do rosto dela com os dedos e chupou, mas cuspiu.
Marisol: “É, é gostoso, mas o gosto é meio estranho.” Não curto... é diferente o gosto do líquido transparente.
Com a toalha limpamos tudo e voltamos pra piscina.
Já eram 18:50, saímos da piscina e nos secamos.
Marisol: tô com fome, vamos preparar algo pra lanchar.
Eu: bora, também tô com fome.
Entramos e a Marisol foi pro quarto dela se trocar, deixou a porta aberta. Consegui ver ela tirar primeiro a parte de cima e depois a de baixo do biquíni, ficando totalmente pelada.
A gente tinha acabado de se masturbar, mas ver ela nua era outra coisa completamente diferente.
Não aguentei e entrei no quarto, abracei ela, beijei, joguei na cama e comecei a tocar ela de novo. Ela se deixou. Falei no ouvido dela: "quer que eu chupe sua buceta?" Ela não respondeu. Desci pelo peito dela, chupei os peitos e ela abriu as pernas. Eu não sabia bem o que fazer, mas tinha visto muitos vídeos de caras chupando buceta e muitos vídeos de lésbicas, mas todos os vídeos tinham a buceta depilada. A Mari tinha muitos pelos. Com os dedos, abri um pouco os lábios dela e foi a primeira vez na minha vida que vi uma buceta inteira. Era linda, tinha um cheiro que me deixava louco, e aí vi o clitóris, durinho, rosa forte, e pude ver como ela começava a se molhar de novo.
Passei meus dedos pelo líquido que começava a sair da buceta dela, abri os lábios e meti a língua. Ela se contorcia, igual há pouco na piscina. Os pelos eram bem chatos.
Mas continuei chupando e chupando até que peguei o clitóris dela com a boca e chupei como se fosse um picolé. Ela adorou. Continuei chupando até que ela disse: "não aguento mais, vou gozar". Abri com as duas mãos os lábios dela e comecei a chupar a buceta como se fosse a última vez. A Mari gozou e encheu minha boca de líquido. Engoli tudo, escorria líquido pelo meu queixo.
Marisol: não aguento mais, me matou, tô cansada.
Quis beijar ela, mas ela só levantou, pegou roupa e se trocou.
Marisol: lava o rosto e vamos lanchar.
Conversamos sobre tudo um pouco, mas não falamos nada sobre... o que tinha acontecido quase quando a gente tava terminando o lanche, ouve as chaves e a porta abre, era a mãe da Marisol
Mãe da Marisol: oi Fabi, ainda aqui? chegou tarde hoje
Eu: oi, como vai? não, não cheguei cedo, mas hoje vim 3 horas, já que não vim esses dias
Mãe da Marisol: ah, então ficou de vagabunda 3 dias, ela me disse
Eu: sim, sim, e como minha mãe foi levar minha avó no médico, perguntei se podia ficar até elas voltarem, e a Mari disse que sim
Mãe da Marisol: aqui não tem problema, além disso, você viu que a Mari é muito boa pessoa, muito tranquila, ela é bem caseira
Nisso, Marisol me olha e pisca o olho e
Marisol: viu como eu te falo que sou super boazinha e você não acredita?
Mãe da Marisol: é porque a gente é muito rigoroso às vezes, você não gosta, mas é pra você sair na linha direitinho e não se desandar, você tem 3 amigas que já têm namorado, andam na rua, e uma amiga grávida já
Marisol: mãe, o Fabi é menino, não precisa ouvir tudo isso
Mãe da Marisol: ah, desculpa, esqueci, mas namoradinha alguma você deve ter
Eu: não, nada disso, sou novo ainda
Marisol: já que ele ficou o dia todo aqui em casa, a gente podia fazer uma dormida com o Fabi
Mãe da Marisol: se a mãe dele deixar
Marisol: então pega sua mochila, vai na sua casa e pergunta se deixam, senão vou eu e falo com sua mãe
Ela me acompanha até a porta, se despede e me fala no ouvido:
tenta roubar camisinha do seu pai e traz, a noite a gente se vê
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