Como transei com minha mãe no escuro

Meu pai foi trabalhar nos Estados Unidos há 3 meses. Desde que ele foi, muita coisa mudou, mas no começo eu nem percebi. Moro numa zona rural do México, com dois irmãos. E minha mãe, Yesenia, é muito nova — nas cidades pequenas é normal virar mãe cedo. Tudo mudou na minha vida quando eu acordei da minha ingenuidade, acordei o ser incestuoso, o tarado que dormia dentro de mim. Eu tava no ensino médio e era hora do intervalo. Como todo dia, eu tava com minha galera no pátio, paquerando as minas mais velhas que a gente. Elas eram mais velhas, mas eram feias, sem atrativo nenhum. Era aceitável ficar com elas porque, segundo os boatos, eram as mais fáceis da escola — só precisava de um pouco de álcool e lábia que elas abriam as pernas, até pra moleques inexperientes como eu e meu grupo. Criei coragem e chamei a líder daquele grupinho. "Ei, Sharon, hoje a gente tem que ir pro mirante da cidade. Vou levar duas garrafas de tequila. Vocês", apontei com o dedo pra quatro amigas dela, "também tão convidadas", falei brincando. Sharon, uma mina de 17 anos, morena e gordinha, que supostamente já tinha tido dois abortos, respondeu rindo: "Vou sim. E vocês, meninas?" perguntou a baleia. Cada uma das quatro garotas respondeu que sim. Depois, a gente começou a conversar com o grupo das minas. Sharon se aproximou dele e pegou na mão dele — Luis ficou nervoso. "Ei, gatinho, cê pode me pagar uma Coca e uns tacos?" ela pediu. Luis quase gaguejou: "Claro, já volto, Sharon." Ele foi correndo comprar a bebida e o taco na cantina da escola, mas azar: não tinha mais taco. Foi até o portão com a garrafa de Coca na mão. No portão da escola, tinha dois seguranças e uma faxineira conversando. Do lado de fora, na rua, tinha uma barraquinha de taco. Ele chegou neles: "Chefe, deixa eu sair pra comprar uns tacos pra minha namorada?" falou Luis. "Pode passar, pode passar, moleque", disse um segurança. Luis Alívio e abriu a porta de metal. E ali, na frente dele, apareceu a mãe e o irmãozinho. O irmão dele estava com os olhos marejados. Não deu importância e nem cumprimentou a mãe, saiu correndo pra barraca de tacos. Depois de comprar, voltou pra escola. Chegando no portão, pisou em merda de cachorro e tropeçou. Os tacos, a garrafa e ele caíram no chão. Deitado no chão, ouviu os seguranças conversando atrás do portão. — Caralho, como essa condenada é gostosa! Essa lycra rosa vai explodir de tanto esconder essa bunda enorme. — Disse um segurança. — É, a loirinha é bem gostosa, se veste como uma puta desde que o marido não tá, pelo que meu primo Damião me contou, o policial tá querendo comer ela, o filho da puta trai a mulher com a loirinha. — Respondeu o outro segurança. — Quem não ia querer aquela mulherão na cama, eu bato uma sempre pensando nela. — Respondeu o segurança. Luis se recompôs da queda e se levantou. — Não, esses filhos da puta não tão falando da minha mãe. — Pensou, sem acreditar naquelas palavras. Quando abriu o portão, a faxineira falou com ódio e desprezo. Ela não notou a presença de Luis. — Não falem merda, cada um de vocês tem mulher, ela é uma puta provocante, olha como todos os moleques tão olhando pra ela agora. Luis entrou pelo portão e andou sem olhar pros seguranças e pra faxineira. Avistou 15 metros adiante a mãe dele. Ela e o irmão estavam na frente da diretoria. E entendeu porque todos que tinham pau olhavam pra ela com tanta luxúria. O cabelo preto dela estava trançado em duas marias-chiquinhas, partes da cabeleira tinham mechas loiras e vermelhas. Ela ficou mais vaidosa desde que o pai não tava em casa. O rosto dela era de pele viçosa e leitosa, os olhos eram do cativante cinza, o nariz era um pouco torto, e ela tinha os lábios pintados de batom borrado. Luis olhava ela de perfil, foi se aproximando aos poucos. Ela usava uma camisa roxa que deixava o umbigo de fora. Ele viu com tesão o perfil da nova musa dele e ficou chocado. notar que o peito que a blusa cobria era do mesmo tamanho ou maior que a cabeça do irmão dela, a cintura era bem torneada, e quando ele continuou descendo o olhar, a morbidez por aquela mulher proibida cresceu ainda mais. As bundonas eram uma delícia, aquela rabuda enorme em forma de coração atraía como um ímã Luis e todo homem do colégio. Aquela lycra rosa destacava os fortes atributos que era a bela bunda da Yesenia, ela ainda levantava mais aquele rabão porque estava usando uns saltos marrons, os pés estavam descalços e as unhas pintadas de vermelho. Ele se escandalizou ao ver que ela estava vestida como uma puta. "Não, não, não percebi que ela se vestia de forma provocante há 2 meses", pensou Luis, meditabundo. O garoto via Yesenia antes daquela manhã fatídica como sua mãe, não como agora que entendia que aquela portentosa mulher estava muito, mas muito gostosa, ela transbordava nos homens aquele sentimento de querer possuí-la, de querer fazê-la sua, e ele não era alheio a esse sentimento. Luis deu meia-volta e caminhou de volta para Sharon e seus amigos, andou apressado e viu atônito que os garotos das séries superiores, professores e até crianças olhavam e saboreavam com os olhos sua mãe. Passou por um grupinho de garotos mais velhos que ele, que sussurravam sobre sua mãe. Um tal Pedro, de 20 anos e pandilheiro da vila, falou com sonho: "Que bundona, que peitão, parece uma princesa essa mina, só o nariz dela é meio torto, mas esse corpo de gostosa compensa tudo. Alguém conhece ela?" E os que a conheciam, que eram muitos, pois todos se conhecem numa vila, respondiam: "Sim, e ela não é tão novinha, esse mano aí é filho dela", falou um. "O marido foi pros Estados Unidos, a puta se veste assim porque não tem macho, o otário largou essa rabuda solta na praça", falou outro. "Sim, esse mano é filho da rabuda", disseram a maioria do grupinho ao mesmo tempo com sarcasmo. E me apontaram e zombaram. Já estava a apenas 1 metro de passar por eles. E Pedro, o O pandilheiro olhou nos meus olhos e se colocou na minha frente. Era moreno e me levava um palmo e meio, tinha cara de bandido. E ele agarrou a virilha e disse com voz de doente. "Isso, mermão, isso, mermão", segurou o pau. O pandilheiro de vinte e poucos anos tava de pau duro, "vai entrar na sua mamãe, dentro dessa bunda gostosa, caralho, que mulherão que é, como ela rebola, a puta. Eu vou ser o novo marido dela, vou ser seu padrasto, mano." E eu passei por ele com medo e raiva. Ouvi gargalhadas quando virei as costas. Fui até meus amigos e a Sharon, me senti aliviado ao ver que eles estavam no pátio, num lugar onde não viam minha mãe. Entreguei a coca Booty e me desculpei com ela por não trazer os tacos. Depois conversamos sobre coisas de moleques e sobre uma peça de teatro que eu ia atuar. "E do que você vai atuar, gostosão?" "De polícia, experimentei a farda e ficou boa", falei orgulhoso. Ao sair da escola, fui pra casa e encontrei o Rodolfo, meu irmão de 12 anos, no caminho. Contei pra ele que à tarde tinha um encontro com a Sharon e que provavelmente hoje eu ia estrear. "Não fode, Luis, é aquela Sharon que teve 2 abortos?" perguntou incrédulo. "Sim, mano, ela é gorda e tem muita carne, eu gosto, além disso não quero ela como namorada, é um encontro pra comer ela, só isso." Falei. Chegamos em casa, que era de um andar só, de tijolo, com 5 quartos e um banheiro. Ao entrar, fui pra cozinha e vi minha mãe, ela exalava aquele feromônio de mulher precisando de um bom pau. Cumprimentei ela e ela não respondeu, de má vontade serviu o almoço pra mim e meus irmãos e se despediu dizendo que ia pra casa da prima Dora, que morava ao lado da nossa. Criei coragem e, na frente dos meus irmãos, passei os olhos nela de cima a baixo com safadeza. Como não percebi antes, aquela mulherona era de agora em diante a única dona das minhas punhetas. Ela foi depois pra casa da prima. Me preparei à tarde e comprei 2 garrafas de tequila numa loja. Não pedi permissão pra minha mãe pra sair, ela desde uns 2 meses atrás ia pra casa de outra prima fofocar, essa prima era a Eugênia e morava longe da vila. Ela não ficava em casa à tarde. A gente se encontrou, meu grupo de amigos e a Sharon com as amigas dela na pracinha da vila. Fomos pro mirante com vontade de encher a cara. Já no mirante, começamos a papear, a Sharon começou a me dar beijinhos nas bochechas e a beliscar meus braços e pernas. Era a primeira vez que eu tomava tequila e gostei, aquela bebida forte me deu coragem e sentei a Sharon no meu colo, vi de perto a cara fofa dela, e com um pouco de nojo ao ver que ela tinha uns pelinhos finos em cima dos lábios, beijei ela. Beijei ela por minutos e não senti nada. Depois imaginei que era minha mãe que eu tava beijando, aquela mulher de rosto quente e pele viçosa e lábios de chupadora de pau e gostei. E com certeza a Sharon também gostou, porque começou a apalpar meu pau. Aquela gorda já tinha caído nas minhas garras, só faltava um quarto e ficar a sós e ela seria minha. Parei o beijo e falei no ouvido dela pra irmos pro hotelzinho do seu Juancho, era sabido que o homem fazia vista grossa pra quem quer que fosse naquele lugar se hospedar ou trepar. Ela aceitou. Me despedi dos meus amigos, cada um tinha sua mina dando beijos e carinhos. Um dos meus amigos me seguiu com a nova namorada dele por uma tarde. "Vão lá no seu Juancho, né? Nós também." Disse o Alberto. Caminhamos até o hotelzinho do seu Juancho, que ficava nos arredores da vila. Vinte minutos depois chegamos num prédio de 5 andares, na recepção tava seu Juancho, um velhote de 70 anos. Eu fui até ele e pedi 2 quartos. "Seu Juancho, a gente quer 2 quartos por duas horas, quanto é cada um?" "100 conto por 2 horas cada, moleque, ha, acho que você não aguenta nem 10 minutos, miserável", respondeu o velho. Paguei e o velho me entregou 2 chaves. Uma fita branca na cabeça de cada chave dizia Número 2, Número 3. Caminhamos até os quartos e me despedi do meu amigo com alegria quando chegamos na porta. "A gente se vê daqui a 2 horas, Luisinho", disse Alberto com entusiasmo. Peguei Sharon pela mão e entramos no quarto. Comecei a ouvir gemidos de puta e o barulho das carnes se batendo no quarto número um. Despi ela com empolgação, mas a decepção caiu sobre mim: os peitos dela, do tamanho de melões, estavam caídos, sem vida. Enquanto eu beijava o seio dela, depois o umbigo, e ia abaixando a calça dela, ela tinha uma calcinha amarela feia. Me decepcionei ainda mais ao ver que a buceta dela estava emaranhada de pelos, nem a racha dava pra ver. A calcinha e a calça desapareceram, e com a pouca tesão que ainda me restava, guiei meus dedos até a buceta dela e enfiei o dedo nela. Estava seca. Me despi, abri as pernas dela, cuspi nos meus dedos e guiei meu pau até a buceta dela. Coloquei a camisinha. Agora mesmo ia comer ela, afinal ela era uma mulher. "Que pica!" disse Sharon, corada. E guiei meus 16 cm naquela caverna escura. Quando penetrei, não senti aperto. Comi ela com força, com vontade, mas não senti nada. Aí idealizei que era a Yesenia que eu tava comendo, que era minha mãe que eu tava fodendo, e gostei. O que eu daria pra fazer ela minha. E comi ela por um bom tempo até gozar na camisinha dentro dela. Me joguei ao lado dela e conversamos sobre putaria. Depois ela se levantou e foi se vestir. Vi com decepção que a bunda dela era caída e flácida. "Bom, pelo menos comi", pensei com desânimo. Eu também me vesti e saímos pra rua. Os gemidos da mulher no quarto um ainda ecoavam. Na recepção, perguntei pelo meu amigo e seu João me respondeu com sarcasmo: "O moleque saiu 10 minutos depois de entrar. Os novinhos são como galo: quando pisam numa mulher, gozam bem rápido, haja vista", disse o velho. Caminharam por duas quadras e Luis percebeu que a carteira dele não estava. "Devo ter deixado no... —Quarto —disse Luis. —A gente se vê amanhã na escola, Sharon —despediu-se e voltou para o hotelzinho. Falou com seu Juancho que a carteira dele estava no quarto, e o velho entregou a chave. Já não ouvia mais os gemidos. Lá dentro, encontrou a carteira debaixo da cama. E caminhou até a porta para ir embora. Quando saiu no corredor, quase caiu de cara ao ver alguém que nunca esperava encontrar num lugar daqueles: era a mãe dele, Yesenia, de costas pra ele, mostrando aquele rabo esplendoroso com a lycra rosa prestes a estourar. Ela estava vestida igual desde de manhã, e do lado dela tinha um jovem vestido de policial segurando a cintura dela. Aquele babaca tinha comido ela, e não era grande coisa. De costas, Luis percebeu que o físico do cara era idêntico ao do policial. Ficou parado no corredor e viu a mãe e o amante caminhando pra rua, ela rebolando a cintura e mexendo aquele bundão. O jeito dela andar dizia que já tinham comido ela, e muito bem. O policial, como se fosse um cavalheiro, continuava com o braço em volta da cintura dela. E pela primeira vez, Luis sentiu ciúme — aquele ciúme que dá quando alguém pega a mulher que você quer ter na cama e te rouba ela. É muita mulher e muita bunda pra esse homenzinho, pensou Luis com inveja. Caminhou até a recepção e devolveu a chave pra seu Juancho. O velho admirava com olhos sonhadores a chave número um. Segurava ela com uma mão. —Pô, até que voltou, moleque! Essa chave é uma moedinha de ouro! Aquele policial e a gostosa do rabão vêm quase todo dia trepar. Graças a eles, eu como um pão com manteiga quase todo dia. —Não fode, seu Juancho, eles vêm todo dia? —perguntei estupefato. —Sim, mano, desde dois meses. Quando limpo o quarto deles, não acho camisinha usada. O filho da puta deve comer ela no pelo. Tomara que o destino não faça ela engravidar, senão acaba meu negócio. Luis odiou ainda mais o policial. Ele comia de camisinha uma gorda sem beleza nenhuma, e o desgraçado ainda fazia isso. Ele comia a mãe dele no pelo, aquela mulherão. Se despediu de don Juancho e foi alcançar a Yesenia e o policial. Correu rápido e chegou a tempo de ver a mãe e o amante se separarem antes de chegar nas primeiras casas da vila, ele beijou ela com desespero. Quando chegaram perto das casas e do povo, o policial virou pra delegacia e a mãe dele foi pra casa. Chegando em casa, ouviu o som da água caindo no chuveiro, a mãe dele tava tomando banho. Luis fez os deveres da escola pro dia seguinte no colégio, e bateu uma vontade de mijar. Foi pro banheiro, a mãe já tinha saído há uns minutos. Lá dentro, enquanto mijava, reparou no cesto de roupa no canto. Curioso e com vontade de saber como era o cheiro da calcinha da Yesenia, foi até o cesto e remexeu a roupa suja da mãe. Tava lá a lycra rosa, a camisa roxa, um sutiã preto enorme, e o que ele mais queria: Luis esperava achar uma calcinha horrível igual a da Sharon, mas pra surpresa dele, pegou nas mãos uma tanga pequena, quase fio dental. Com tesão e o pau duro, esticou a tanga e, puta merda, era pequena. O pano preto da parte que vai na buceta tava seco e branco. Luis levou até o nariz e sentiu o cheiro de porra. A desgraçada tinha andado do hotel até em casa com a goza do policial escorrendo da buceta dela. Se masturbou olhando com tesão a tanga da mãe. No dia seguinte, quando chegou em casa, Luis percebeu que a Yesenia, antes de sair pra trepar com o policial, exalava aquele cheiro de mulher precisando de pica por todo o corpo gostoso dela. Quando a musa dele voltou, já tarde, depois de ter dado, Luis notou no ar, quando passou por ela, que aquele cheiro tinha sido aplacado. No dia seguinte, chegou em casa uma hora mais cedo, um professor tinha faltado por uns problemas. Entrou sem fazer barulho e, quando ia passar pela cozinha, ouviu a voz da tia Edelmira, prima da mãe dele. Parou no seco, alguma coisa dentro de Luis quis ouvir escondido o que elas tavam falando. Yesenia, hoje é o dia da sua injeção no hospital. Me diz por que você não quer ir, minha filha, ou quer ficar grávida daquele policial? Disse Edelmira. John me falou pra não tomar mais injeção, hoje à tarde ele vai contar pra mulher dele que vai largar ela por mim, meu rei quer um filho meu, ele diz que quanto antes melhor. Disse minha mãe, sonhadora. Isso espero, isso espero que ele não te enrole, que o relacionamento de vocês não seja só de se deitar, ele tem que te assumir. Disse Edelmira. Não aguentei mais e saí daquela casa cheio de raiva, fui andar sem rumo. Cheguei até uma viatura da polícia, três policiais bebiam cerveja e conversavam, estavam de costas pra mim, não notaram minha presença. Já ia seguir meu caminho quando ouvi eles falarem da minha mãe. Caralho, o sortudo do John, que puta sorte ele tem, de se deitar com a bunda grande da Yesenia, o filho da puta tá por aí dizendo que vai fazer um filho nela. Disse um policial, com inveja. Isso se fala pra qualquer puta, quero fazer um filho em você, é o básico de um conquistador pra terminar o trabalho de sedução, e pra vagabunda aceitar que seus vermes engravidem ela, quem não ia querer engravidar aquela bunda grande, uma mulherão daqueles como a Yesenia, disse outro policial. É, mano, o John quer encher ela de leite, depois quando ela tiver prestes a parir, ele termina com ela, e o filho da puta completa a conquista de todo cachorro. Disse outro. Em Luis, a raiva cresceu ainda mais, ele amaldiçoou John por dentro, como era possível que a missão daquele policial era se deitar, engravidar a mãe dele e depois largar ela. Ele amaldiçoou e rezou por dentro pra que esses planos não dessem certo. Mas dentro de si, ele disse que nem rezas fariam aquele policial bastardo deixar de engravidar a rabuda da mãe dele. E Luis colocaria em prática o plano dele pra separar os dois. Tirou um papel do caderno e escreveu pra mulher do John. Contou que hoje eles iam se ver às 2 da tarde no puteiro do Juancho, que o policial tava traindo ela. Depois foi até a casa do policial e enfiou a carta por debaixo da porta. Luis bateu na porta e saiu correndo. Voltou pra casa e encontrou a mãe na porta, ela já estava saindo pra encontrar o amante. Ele não teve vergonha de olhar ela dos pés à cabeça, encarou com luxúria de homem por uma mulher, nada estranho. O estranho era que era a própria mãe. Ela estava com o cabelo liso preso num rabo de cavalo, tinha se maquiado os olhos e pintado os lábios, vestia uma blusa fúcsia que segurava os peitões enormes de Yesenia prestes a explodir, usava uma legging roxa. Luis viu com uma fome danada de macho que a racha inchada da mãe transparecia, e uns saltos marrons com fitas amarradas até acima dos tornozelos. Era uma mulher que tava uma gostosa, e que naquele momento exalava aquele cheiro de fêmea precisando de pica, e a única missão dela, segundo aqueles policiais safados, era fornicar, fornicar pra depois procriar. Yesenia não percebeu o olhar do filho e passou sem nem se dar ao trabalho de cumprimentá-lo. Quando ela passou por ele, Luis virou a cabeça pra admirar aquela bunda linda, cada quicada de cada nádega hipnotizava ele, olhar aquela mulherão dos tornozelos brancos até a cabeça era um tormento. Ele ficou encarando as bundonas de Yesenia até elas sumirem de vista. Como eu queria enfiar minha pica dentro de você, pensou Luis. Como eu queria poder te engravidar eu mesmo, pensou sem nexo. Passou só meia hora e a mãe chegou chorando, vinha acompanhada da tia Edelmira. Foram pra cozinha. Entre os soluços, ele ouviu Edelmira falar: "Para de chorar, minha filha, esse homem não vale nada, não te deu teu lugar, não te merece, nem te defendeu quando a mulher dele foi te bater", disse Edelmira. "Eu tinha certeza, tinha certeza que ele ia me fazer de mulher dele", disse Yesenia soluçando, a rabuda. "Esse cara não te merece, já vai esquecendo ele, minha filha", falou Edelmira. "Traz tequila, Edelmira, quero beber pra esquecer ele", continuou Yesenia se lamentando. "Eu saí pro quintal cheio de alegria, meu plano de separar os dois tinha funcionado. Já eram umas 6 da Tarde, minha tia Edelmira, meio bêbada, falou pra mim e meus irmãos não enchemos o saco da nossa mãe, que ela tinha levado ela pro quarto e tava indisposta. Ela levou meus irmãos pra casa dela pra jantar e depois dormir lá. Eu, que tinha a peça de teatro às 7:30 da noite, falei que depois da apresentação iria pra casa dela. Me vesti de policial e saí pro colégio. Depois da apresentação, fui encontrar meus amigos e começamos a beber cachaça. A Sharon e o grupinho dela também estavam lá. Ela tava estranha comigo, tentei levar ela pra um canto pra beijar, mas a morsa tava se fazendo de difícil. Continuamos bebendo e, na marra, levei ela pra um beco. "Não, cara, não quero que me beije", falou a gorda. "Mas por quê, Sharon? Se antes você gostava, me fala qual é o seu problema?", perguntei. "Meu problema, cara, é que a puta da sua mãe quase deixou minha irmã sem marido!", falou desafiadora. "Não fala merda, puta", falei ofendido. "Aqui a única puta é sua mãe, cara, que não respeita homem comprometido, e não fala mais comigo, cara, você é filho de uma puta!", falou a morsa. Peguei ela pelo braço e falei: "Não vai embora, por que a gente não esquece o problema das nossas famílias e vai transar lá no Don Juancho? Cê não gostou da rola que eu te meti outro dia?", implorei. "Vai tomar no cu, cara!", gritou a Sharon, irritada. O grupinho todo ficou olhando pra gente, aí a Sharon foi até as amigas dela e levou elas embora. Meus parças perguntaram o que eu tinha feito, eu falei que não queria mais nada com ela, e por isso ela tinha reagido assim. Saí cabisbaixo do colégio pra minha casa. Quando tava quase chegando em casa, a luz da rua apagou. Bati na porta no escuro, a única fonte de luz era a lua. Depois de uns minutos batendo, ouvi o barulho de passos no chão. E na minha frente apareceu a silhueta meio visível da minha mãe. Eu, meio bêbado, fiquei uns segundos parado lá, feito um idiota. Mas depois desses segundos... Quando minha mãe falou, minha bebedeira evaporou. "Então você voltou, meu rei!" — disse ela com uma voz de puta estranha que eu nunca tinha ouvido. Eu, bobo, só balancei a cabeça. Ela com certeza está me confundindo, pensei. Nunca na vida ela me chamou de meu rei, nem quando eu era criança. Ela falou de novo, com aquela voz de puta estranha. "Com certeza você quer se reconciliar comigo, meu rei. Vamos, vamos nos dar carinho, passa pra cá." E ela pegou minha mão às cegas. "Eu te guio, eu te guio até meu quarto." Me deixei levar pela minha mãe até o quarto que ela dividia com meu pai, e ela continuou falando. "Então você veio se reconciliar, já deve ter colocado aquela velha no lugar dela. Hoje à noite vou te fazer perceber a diferença entre sua ex e eu." Ao chegar na cama, eu ainda estava de mãos dadas com minha mãe. Estupefato, senti a respiração dela perto, senti o rosto dela próximo ao meu. Criei coragem e, às cegas, guiei meus lábios até os dela. Ao conectar meus lábios com os dela, senti satisfação e tremi de emoção. Ela envolveu meus ombros e colocou a língua na minha boca, nossas línguas e saliva se entrelaçaram. Guiei minhas mãos até aquele rabão dela e percorri e apalpei com vontade as carnes macias da minha mãe, enquanto nos beijávamos, eu amassava aquelas bundonas com minhas mãos. Depois de alguns minutos assim, ela não ficou atrás: com as mãos, tirou meu cinto, baixou minha calça e minha cueca. Eu estava ereto. Ela interrompeu nosso beijo e, para meu espanto, se abaixou e enfiou metade do meu pau na boca dela. Começou a chupar meu cacete como uma cordeirinha. Como era bom ter meu pau dentro daquela boca chupadora, como ela chupava bem. E depois de alguns minutos chupando meu pau: "Que gostoso chupar um pau bom, meu rei" — disse ela, melosa. Então ela ordenou: "Se despe e deita na cama, meu rei, quero montar em você." Eu estava no paraíso e obedeci aquela anjo chupador. Me despi num instante e me joguei na cama, naquele lugar sagrado que meu Minha mãe dividia a cama com meu pai como um casamento, e agora ela dividiria o leito comigo. Depois de alguns minutos esperando, já estava impaciente. Até que senti um aperto no joelho, depois ouvi a madeira da cama ranger com o peso extra que suportava, e fiquei ainda mais consternado quando minha mãe montou na minha pica. Senti com minha pica grossa a buceta inchada e cheia de sucos dela, gota a gota o mel da minha mãe escorria para a minha pica. "Uf, como você me deixa louca, John", ela falava entrecortado. Ela esfregava a buceta na minha pica, sentir o roçar da flor dela quase me fazia gozar. Até que ela, de certeza, não aguentou mais, pegou minha pica com a mão e guiou até a entrada dela. Senti com alegria que, aos poucos, ela foi enfiando, como ardia dentro da caverna da Yesenia, como apertava forte, até enterrar toda. Estar dentro dela era glorioso. E ela começou a subir e descer na minha pica devagar. "Sim, oh sim, John, como você me preenche, meu amor", dizia extasiada. E assim ficaram por minutos. "E agora você vai conhecer uma mulher de verdade, meu rei", disse ela. Então ela começou a me montar com brutalidade, ela estava fora de si, o bater das carnes dela era forte e ritmado, ela gemia como uma cadela no cio enquanto me cavalgava. Eu me levantei da cintura para cima e chupei cada peito, enquanto ela me montava, apalpei as bundonas dela e passei a mão morbidamente naqueles peitos enormes e empinados. E aquela mulher, que era a mãe dele e a mais desejada da cidade, o montava possessa e desenfreada, tratava ele como um bonequinho. De repente, ela apertou com a buceta a sortuda pica do filho. Senti que ela parou de me montar com aquela brutalidade tremenda e ficou parada, a caverna dela naquele momento apertou e sugou tanto, em busca do meu esperma, que não fiz outra coisa senão satisfazê-la, enchi ela com minha semente e ela banhou minha pica com os fluidos dela. Tivemos um orgasmo ao mesmo tempo, ela se desmanchou e desfaleceu. Tirou do meu lado. Depois de alguns minutos, me vesti de novo e fui pra casa da minha tia Edelmira. No dia seguinte, quando cheguei em casa com meus irmãos, encontrei minha mãe de bom humor, mas esse bom humor não durou muito. Perto do meio-dia, enquanto almoçávamos na cozinha, minha tia Edelmira chegou com más notícias pra minha mãe: contou que John, o amante policial dela, tinha morrido. Segundo o que falavam na vila, a esposa dele, num ataque de ciúmes de madrugada, o tinha esfaqueado. O motivo do ciúme? O policial ia largar ela por minha mãe. Eu ouvi minha mãe chorar por dias por aquele homem que não merecia ela. Os dias passaram e minha mãe estava grávida. Eu a ouvi contar pra minha tia, com grande satisfação, que estava de barriga. "É do John", dizia ela, cheia de alegria. "Me deixou um filho pra lembrar dele", falava emocionada. Sete meses depois, eu a olhava de novo com desejo de homem. Ver ela vestida provocativamente naquelas leggings, mostrando aquela bunda esplendorosa, me dava vontade de confessar meu amor. Obviamente, ela me rejeitaria — que mãe em sã consciência quereria algo com o próprio filho? Mas aquele moleque que a deixou barriguda era meu. Eu tinha fecundado a mais gostosa da vila. Passaram-se nove meses e minha mãe deu à luz um menino. Chamaram ele de John, em homenagem ao suposto pai morto. Minha tia Edelmira ficou com ele. Passaram-se onze meses, quase um ano desde nosso encontro nas trevas com minha mãe, e eu anseio por repetir outro ato com ela. Desejo fazer mais um filho nela. Não sei se consigo, mas desejo do mesmo jeito. Fim.

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Que buen relato sigue así, si es posible agrega imágenes eso le da un extra de morbosidad.