Desta vez, trago uma história um pouco antiga com meu padrasto, de uns dois meses atrás... Todo mundo tinha ido viajar pro mar porque as férias tinham começado, e eu tava muito feliz porque isso significava estrear biquínis e ver vários homens mais velhos olhando disfarçadamente pra minha bunda. Na hora, eu pensei que a gente ia pra um hotel, mas acabamos indo pra um camping. Fiquei decepcionada quando me disseram que eu tinha que dormir com minhas primas. Eu tava planejando dormir na mesma barraca que minha mãe e meu padrasto, já tinha até planejado fazer ele me tocar enquanto dormia e tudo, mas fazer o quê. Foram muitas horas de viagem. Quando chegamos, organizamos tudo e os homens armaram as barracas. Eu fui dar uma volta pelos arredores, e no mesmo lugar onde a gente tava acampando, tinha mais gente e uns homens que eram os donos do camping, anotando numa planilha quem tava armando barraca e tal. Entre eles, tinha um que parecia muito com meu padrasto, vamos chamar ele de Pedro. Pedro me olhava muito, nem disfarçava, aliás, e eu tava me divertindo deixando ele me ver de longe, levantando um pouco meu short pra marcar minha bundinha minúscula. Pedro tinha uns óculos que ele levantou pra me ver melhor, e eu pisquei um olho pra ele entender que não tava incomodada de ele me olhar. Mordi o lábio e fiquei um tempinho virada de costas pra ele poder me ver. Depois, meu pai me chamou e tive que ir. As barracas já estavam armadas e faltava pouco pra escurecer e todo mundo ir dormir. Eu não tava tão cansada porque dormi a viagem inteira, então, quando todo mundo foi se deitar, eu saí da minha barraca e fui de novo pro matinho que tinha no camping. Tive que vestir uma calça porque tinha muito bicho e eu tenho medo, hehe, mas antes coloquei uma tanga branca de fio-dental. Sabe pra quê? Porque eu tinha os lábios da minha buceta bem separadinhos, então com a calça justa marcava bastante, e um moletom meio transparente, que vesti sem sutiã. Meu pai se... Ele percebeu e me perguntou: — Aonde você vai? — A lugar nenhum, pai, só dar uma volta, não tô com sono. — E vai sair assim, desse jeito? — Ué, é minha roupa confortável pra dormir, qual o problema? — Nada não, faz o que quiser, só não vai muito longe. Enquanto falava isso, ele olhou pros meus peitos. Por causa do frio, eles estavam bem durinhos, e o moletom de lã era tão transparente que dava pra ver tudo. Aí fui caminhar no bosque que tinha lá e encontrei o cara que tava me secando há um tempão, sentado num banquinho de madeira com umas folhas na mão. Eu achei ele bonito porque parecia com meu padrasto, até na idade, só que esse tinha mais barba e era um pouco mais moreno. Então falei: — Ah, oi, não sabia que tinha alguém aqui. — Oi, haha, relaxa, cê é a menina de antes, né? — Sou eu, vim hoje com minha família. — Senta aqui e a gente conversa, se não se importar, claro. — Não me importo, tô entediada pra caramba hehe. Eu sabia que ele tava olhando pra minha buceta, porque dava pra ver tudo com essa calça que eu tava usando, bem justinha. E não era só a minha ppk que ele olhava, ele também ficava de olho nos meus peitos quando percebia que dava pra ver tudo. Eu já tava muito excitada porque ele nem disfarçava, então pensei que talvez fosse rolar algo entre a gente. — Meu nome é Ludmila, e o seu? — Pedro, quantos anos você tem? — Haha, os suficientes pra ser sua amiga. Ele riu, e eu também. Óbvio que não ia falar minha idade, mas acho que ele já tinha sacado que eu era uma putinha. A gente conversou um pouco, ele me contou que tava preenchendo uns papéis e colocando dias extras pra algumas pessoas porque eram conhecidos dele. Aí me veio a ideia brilhante de usar isso pra tirar uma grana dele pra transar ou fazer alguma coisa rolar. No fim, ele não parava de olhar pra minha entreperna, e eu, bem safada, não cruzei as pernas nenhuma vez. Deixei elas quase abertas pra ele ver melhor. E sobre meus peitos, nem preciso falar muito: os bicos bem durinhos e, de vez em quando, com algum movimento brusco... até escapavam entre os fios da lã. — Eu bem que gostaria de ficar uns dias extras aqui, parece que o lugar é bonito, além disso, você me caiu bem — É? Bom, eu posso te ajudar com isso, mas primeiro a gente precisa ficar mais íntimo, cê sabe do que eu tô falando, né? (Ele piscou um olho pra mim e eu ri) — Kkkk sim, acho que sei o que cê tá dizendo, mas como a gente pode ficar mais íntimo? Eu adoraria ficar uns dias com toda a minha família — Tô vendo que você é uma menina muito gostosa e com um corpo muito bom — Sério? Me fala o que você acha do meu corpo, mas seja sincero porque eu sei que alguns homens mentem (Eu empurrei ele com a mão de brincadeira e a gente riu, eu mordi meu lábio, joguei meu cabelo pro lado e arqueei um pouco minhas costas, empinando a bunda pra ele me ver melhor) — Bom, você tem uns olhos muito lindos, seu cabelo também, dá pra ver que você cuida muito dele.. — É? E o quê mais? — Não quero ser tão ousado, mas você tem dois peitos lindos e uma cintura muito gostosa — Não acho que você seja ousado, eu gosto que me digam o que pensam de mim com toda sinceridade — Bom, nesse caso, essa bundinha minúscula parece uma delícia e suas pernas nem se fala, ainda mais que eu posso ver que tá marcando alguma coisa aí.. — Mm~ É? Quer ver um pouquinho mais?
Disse e abri minhas perninhas na frente dele, estava meio molhada, mas como era de noite não dava pra ver direito. Ele me olhou e mordeu o lábio, começou a passar os dedos por cima da minha bucetinha e por cima da minha calça, e eu me aproximei um pouco mais pra fazer pressão. Mas ele parou e me disse — Olha, não quero arrumar problema, sou casado e tô esperando um filho — Fica tranquilo, deixo você continuar, eu gosto muito. Além disso, com certeza sua mulher não tem uma coisinha tão apertadinha e gostosa como a minha, olha (e me levantei e na frente dele me virei e abaixei minha calça junto com a minha calcinha fio-dental, tudo de uma vez, depois abri minha buceta na frente dele enquanto ria inocente e gemia um pouquinho pra esquentar ele) — Uff, fica quietinha assim (ele disse e começou a se masturbar na minha frente, eu fiquei meio nervosa porque era um completo estranho, mas adorei tanto o que tava rolando que continuei abrindo minha bucetinha na frente dele e me tocando um pouco). Depois ele gozou e levantou do banco, e assim, com o pau todo leitoso, me pegou pela cintura e encostou em mim, e começou a esfregar os ovos dele na minha buceta, ele disse que não ia meter porque eu era muito novinha, mas o jeito que ele me tratava era igual o de uma putinha. Começou a se esfregar em mim e eu tava muito tesuda, queria que ele me comesse ali, mas ele disse que não dava porque a mulher dele tava na cabana que eles alugaram e que ele tinha que ir, e eu também tinha que ir porque não podia ficar até tarde, então subi minha calça e fiquei na ponta dos pés pra beijar ele. Ele não esperava, mas correspondeu e apertou minhas tetinhas. Ele disse que amanhã a mulher dele ia ficar o dia todo fora e que eu podia visitar ele se estivesse entediada, já que a gente podia fazer mais coisas, com a condição de não contar pra ninguém e ele ia adicionar dias no camping pra minha família. Eu, muito feliz, falei que sim e fui embora, o que menos me importava eram os dias, eu queria que ele enfiasse aquele pau grosso que ele tinha. No dia seguinte, tava muito calor, então coloquei um short bem curto, já sabe que eu sempre gosto de mostrar pele pra galera me olhar, e dessa vez meu alvo era meu padrasto. Ele viu que eu tava com um short bem curto andando entre meus tios e subindo no colo de alguns, e me chamou — Ludmila, vem cá — O que foi, pai? — Que história é essa com esse short, parecendo uma puta em cima dos teus tios, você quer ser estuprada? Vai se trocar — Qual é, minhas amigas também usam shorts assim, além disso, olha como fica em mim. Entre risadas, me virei e comecei a rebolar devagar enquanto cantarolava uma música de brincadeira. — Sai daqui, Ludmila, fala sério, não quero te ver fazendo merda, vai vestir uma calça — Que chato você é, pai, te odeio. Fui me trocar muito puta, mas sabia que alguém tava me esperando e não ia perder a chance de aliviar o tesão e a raiva, então vesti uma calça justa e uma tanguinha rosa e fui procurar o Pedro. Cheguei numa cabana bem pequena mas bonitinha, o Pedro me fez entrar rápido e antes olhou pros dois lados pra ninguém ver a puta que ele tava enfiando lá. Eu super feliz comecei a beijar ele e ele perguntou o que eu queria agora, e eu animada mandei ele sentar e comecei a tirar minha roupinha devagar, comecei pela camiseta e depois pelo sutiã, joguei tudo no chão. Aí comecei a baixar minha calça e fiquei só com a tanguinha rosa, perguntei pro Pedro se ele gostava e ele disse que sim com a cabeça enquanto se tocava no pau e eu comecei a ficar com tesão. Comecei a massagear meus peitos e gemer, e sem esperar muito comecei a tocar minha bucetinha, tava tão molhada que meus dedos deslizavam super bem, o que facilitou enfiar dois dedinhos na frente do Pedro. Aí o Pedro pediu pra eu ficar de quatro e eu obedeci, ele começou a brincar com minha tanguinha e com minha buceta, a acariciar devagar meu clitóris e no geral acariciar tudo. Eu tava morrendo de vontade de ele meter o pau, então ele começou a esfregar o pau dele em mim e a se apoiar, eu gemia e ele dava uns tapas na minha bunda enquanto se esfregava. Neném. Depois ele gozou e deixou um rastro longo de porra nas minhas costas, e puxou minha calcinha pro lado, começou a esfregar a cabeça do pau dele e eu tava no paraíso, sentir aquela ponta grossa e dura contra minha buceta tava me deixando louca, precisava ter ele dentro e me encher toda de porra, e bem quando ele ia meter, a gente viu meu pai na janela. Ele começou a bater no vidro como se quisesse quebrar, eu fiquei com muito medo, o Pedro também — Abre a porta ou eu mato você e essa puta! Ele gritava, aí o Pedro abriu a porta e meu pai deu um soco na cara dele, deixando ele no chão, e me pegou pelo cabelo e me tirou da cabana. Eu comecei a chorar de medo e vesti minha calça, tava sem nada em cima e meu maior medo era saber o que minha mãe ia pensar de mim. — Então você gosta de ser puta, hein! Gosta de me ver louco? — Não, papai, me desculpa — Cala a boca, foxy, você só quer pica, eu te como toda e te mimo e olha como você me paga. Ele me levou pra outra cabana vazia que tinha ali e eu não entendia por que a gente tava indo pra lá, meu pai tava me puxando pelo cabelo, então eu não podia fazer muito além de deixar ele me levar pra onde queria. Ele me jogou dentro da cabana e trancou a porta, eu não esperava o que ia acontecer, mas ele tirou o cinto rápido e disse — Se não quiser que eu te mate de cintada, deita nessa cama e mostra a raba do mesmo jeito que mostrava pra aquele infeliz. Eu fiquei entre confusa e excitada, então obedeci e fiquei de quatro na cama, mas tava com medo de ele me bater com o cinto já que era de couro legítimo. Ele agarrou minha bunda e por cima da calça começou a dar tapas muito fortes, fez isso por um tempo e eu comecei a chorar de dor — É assim que se educa uma putinha como você. Ele disse enquanto pegava uma parte da minha calça e rasgava, eu não resisti em nenhum momento e deixei ele fazer o que queria, mas pra me fazer de inocente falei entre súplicas — Me desculpa, papai, não vou fazer de novo, o que você vai fazer? Me fazer — Vou te dar o que você tanto quer e sai por aí gritando, que te estuprem e te comam. Rasgou minha calça toda e sem pensar duas vezes puxou o pau dele e meteu em mim. Eu gritei, porque ele não tem um pinto pequeno como o vibrador que eu usava pra me masturbar ou o pau que o Pedro tinha. O dele era grosso e comprido, e doía. — Ahh~ papai, desculpa, tá doendo, papai — Você não tá sentindo dor não, olha como você tá molhada. Ele tinha razão, eu tava adorando. Depois ele me virou bruscamente e começou a meter mais rápido e mais forte. Com uma mão puxava meu cabelo e com a outra apertava com força um dos meus peitinhos. Aí começou a me beijar de um jeito bem bruto e a morder meus bicos, e me ameaçou: — Se você contar pra sua mãe o que eu tô fazendo, eu digo que você queria dar pro dono do lugar e conto tudo que você vem fazendo durante o dia. — Mhm~ Não, papai, não vou contar nada, eu prometo, sua putinha. — Mais te vale, porque senão sua mãe vai ficar deprimida se descobrir que filha piranha você é e que buceta molhada você tem. As palavras dele me excitavam. Em algum momento comecei a sentir que tava fazendo xixi e tudo. Eu tava gozando como nunca, e ainda tentava apertar minha buceta pro meu padrasto ficar mais excitado, mas ele era tão grosso e metia tão rápido que era impossível fazer qualquer movimento. Eu tava totalmente submissa e domada. Aí ele começou a diminuir a intensidade e eu senti todo o meu interior ficar quente. Minha buceta tinha gozado dentro de mim, e era tanta porra que saiu bastante da minha buceta quando ele tirou o pau dele. Ele me deixou aberta por um momento, mas pegou meus lábios e fechou, e ficou vendo a porra dele escorrer da minha buceta pras minhas pernas. Eu não conseguia me mexer nem fazer nada porque tava no auge do orgasmo, gemendo enquanto sentia todo aquele sêmen escorrer de mim e como meu cofrinho de virgem adolescente se tornava agora totalmente do meu papai. E nada, no final a gente ganhou mais dias porque o Pedro tinha medo do meu padrasto, e durante todas as férias meu padrasto não me comeu de novo. colocar um dedo em cima, infelizmente, por mais que tentasse provocá-lo. Ele é um homem muito sério que não costuma ceder, então fiquei com vontade de que ele me comesse de novo como naquele dia e me enchesse toda de volta. Obrigada a todos pela paciência que têm comigo e pelo jeito gostoso que me tratam no meu chat 🤤💕
Disse e abri minhas perninhas na frente dele, estava meio molhada, mas como era de noite não dava pra ver direito. Ele me olhou e mordeu o lábio, começou a passar os dedos por cima da minha bucetinha e por cima da minha calça, e eu me aproximei um pouco mais pra fazer pressão. Mas ele parou e me disse — Olha, não quero arrumar problema, sou casado e tô esperando um filho — Fica tranquilo, deixo você continuar, eu gosto muito. Além disso, com certeza sua mulher não tem uma coisinha tão apertadinha e gostosa como a minha, olha (e me levantei e na frente dele me virei e abaixei minha calça junto com a minha calcinha fio-dental, tudo de uma vez, depois abri minha buceta na frente dele enquanto ria inocente e gemia um pouquinho pra esquentar ele) — Uff, fica quietinha assim (ele disse e começou a se masturbar na minha frente, eu fiquei meio nervosa porque era um completo estranho, mas adorei tanto o que tava rolando que continuei abrindo minha bucetinha na frente dele e me tocando um pouco). Depois ele gozou e levantou do banco, e assim, com o pau todo leitoso, me pegou pela cintura e encostou em mim, e começou a esfregar os ovos dele na minha buceta, ele disse que não ia meter porque eu era muito novinha, mas o jeito que ele me tratava era igual o de uma putinha. Começou a se esfregar em mim e eu tava muito tesuda, queria que ele me comesse ali, mas ele disse que não dava porque a mulher dele tava na cabana que eles alugaram e que ele tinha que ir, e eu também tinha que ir porque não podia ficar até tarde, então subi minha calça e fiquei na ponta dos pés pra beijar ele. Ele não esperava, mas correspondeu e apertou minhas tetinhas. Ele disse que amanhã a mulher dele ia ficar o dia todo fora e que eu podia visitar ele se estivesse entediada, já que a gente podia fazer mais coisas, com a condição de não contar pra ninguém e ele ia adicionar dias no camping pra minha família. Eu, muito feliz, falei que sim e fui embora, o que menos me importava eram os dias, eu queria que ele enfiasse aquele pau grosso que ele tinha. No dia seguinte, tava muito calor, então coloquei um short bem curto, já sabe que eu sempre gosto de mostrar pele pra galera me olhar, e dessa vez meu alvo era meu padrasto. Ele viu que eu tava com um short bem curto andando entre meus tios e subindo no colo de alguns, e me chamou — Ludmila, vem cá — O que foi, pai? — Que história é essa com esse short, parecendo uma puta em cima dos teus tios, você quer ser estuprada? Vai se trocar — Qual é, minhas amigas também usam shorts assim, além disso, olha como fica em mim. Entre risadas, me virei e comecei a rebolar devagar enquanto cantarolava uma música de brincadeira. — Sai daqui, Ludmila, fala sério, não quero te ver fazendo merda, vai vestir uma calça — Que chato você é, pai, te odeio. Fui me trocar muito puta, mas sabia que alguém tava me esperando e não ia perder a chance de aliviar o tesão e a raiva, então vesti uma calça justa e uma tanguinha rosa e fui procurar o Pedro. Cheguei numa cabana bem pequena mas bonitinha, o Pedro me fez entrar rápido e antes olhou pros dois lados pra ninguém ver a puta que ele tava enfiando lá. Eu super feliz comecei a beijar ele e ele perguntou o que eu queria agora, e eu animada mandei ele sentar e comecei a tirar minha roupinha devagar, comecei pela camiseta e depois pelo sutiã, joguei tudo no chão. Aí comecei a baixar minha calça e fiquei só com a tanguinha rosa, perguntei pro Pedro se ele gostava e ele disse que sim com a cabeça enquanto se tocava no pau e eu comecei a ficar com tesão. Comecei a massagear meus peitos e gemer, e sem esperar muito comecei a tocar minha bucetinha, tava tão molhada que meus dedos deslizavam super bem, o que facilitou enfiar dois dedinhos na frente do Pedro. Aí o Pedro pediu pra eu ficar de quatro e eu obedeci, ele começou a brincar com minha tanguinha e com minha buceta, a acariciar devagar meu clitóris e no geral acariciar tudo. Eu tava morrendo de vontade de ele meter o pau, então ele começou a esfregar o pau dele em mim e a se apoiar, eu gemia e ele dava uns tapas na minha bunda enquanto se esfregava. Neném. Depois ele gozou e deixou um rastro longo de porra nas minhas costas, e puxou minha calcinha pro lado, começou a esfregar a cabeça do pau dele e eu tava no paraíso, sentir aquela ponta grossa e dura contra minha buceta tava me deixando louca, precisava ter ele dentro e me encher toda de porra, e bem quando ele ia meter, a gente viu meu pai na janela. Ele começou a bater no vidro como se quisesse quebrar, eu fiquei com muito medo, o Pedro também — Abre a porta ou eu mato você e essa puta! Ele gritava, aí o Pedro abriu a porta e meu pai deu um soco na cara dele, deixando ele no chão, e me pegou pelo cabelo e me tirou da cabana. Eu comecei a chorar de medo e vesti minha calça, tava sem nada em cima e meu maior medo era saber o que minha mãe ia pensar de mim. — Então você gosta de ser puta, hein! Gosta de me ver louco? — Não, papai, me desculpa — Cala a boca, foxy, você só quer pica, eu te como toda e te mimo e olha como você me paga. Ele me levou pra outra cabana vazia que tinha ali e eu não entendia por que a gente tava indo pra lá, meu pai tava me puxando pelo cabelo, então eu não podia fazer muito além de deixar ele me levar pra onde queria. Ele me jogou dentro da cabana e trancou a porta, eu não esperava o que ia acontecer, mas ele tirou o cinto rápido e disse — Se não quiser que eu te mate de cintada, deita nessa cama e mostra a raba do mesmo jeito que mostrava pra aquele infeliz. Eu fiquei entre confusa e excitada, então obedeci e fiquei de quatro na cama, mas tava com medo de ele me bater com o cinto já que era de couro legítimo. Ele agarrou minha bunda e por cima da calça começou a dar tapas muito fortes, fez isso por um tempo e eu comecei a chorar de dor — É assim que se educa uma putinha como você. Ele disse enquanto pegava uma parte da minha calça e rasgava, eu não resisti em nenhum momento e deixei ele fazer o que queria, mas pra me fazer de inocente falei entre súplicas — Me desculpa, papai, não vou fazer de novo, o que você vai fazer? Me fazer — Vou te dar o que você tanto quer e sai por aí gritando, que te estuprem e te comam. Rasgou minha calça toda e sem pensar duas vezes puxou o pau dele e meteu em mim. Eu gritei, porque ele não tem um pinto pequeno como o vibrador que eu usava pra me masturbar ou o pau que o Pedro tinha. O dele era grosso e comprido, e doía. — Ahh~ papai, desculpa, tá doendo, papai — Você não tá sentindo dor não, olha como você tá molhada. Ele tinha razão, eu tava adorando. Depois ele me virou bruscamente e começou a meter mais rápido e mais forte. Com uma mão puxava meu cabelo e com a outra apertava com força um dos meus peitinhos. Aí começou a me beijar de um jeito bem bruto e a morder meus bicos, e me ameaçou: — Se você contar pra sua mãe o que eu tô fazendo, eu digo que você queria dar pro dono do lugar e conto tudo que você vem fazendo durante o dia. — Mhm~ Não, papai, não vou contar nada, eu prometo, sua putinha. — Mais te vale, porque senão sua mãe vai ficar deprimida se descobrir que filha piranha você é e que buceta molhada você tem. As palavras dele me excitavam. Em algum momento comecei a sentir que tava fazendo xixi e tudo. Eu tava gozando como nunca, e ainda tentava apertar minha buceta pro meu padrasto ficar mais excitado, mas ele era tão grosso e metia tão rápido que era impossível fazer qualquer movimento. Eu tava totalmente submissa e domada. Aí ele começou a diminuir a intensidade e eu senti todo o meu interior ficar quente. Minha buceta tinha gozado dentro de mim, e era tanta porra que saiu bastante da minha buceta quando ele tirou o pau dele. Ele me deixou aberta por um momento, mas pegou meus lábios e fechou, e ficou vendo a porra dele escorrer da minha buceta pras minhas pernas. Eu não conseguia me mexer nem fazer nada porque tava no auge do orgasmo, gemendo enquanto sentia todo aquele sêmen escorrer de mim e como meu cofrinho de virgem adolescente se tornava agora totalmente do meu papai. E nada, no final a gente ganhou mais dias porque o Pedro tinha medo do meu padrasto, e durante todas as férias meu padrasto não me comeu de novo. colocar um dedo em cima, infelizmente, por mais que tentasse provocá-lo. Ele é um homem muito sério que não costuma ceder, então fiquei com vontade de que ele me comesse de novo como naquele dia e me enchesse toda de volta. Obrigada a todos pela paciência que têm comigo e pelo jeito gostoso que me tratam no meu chat 🤤💕
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