Me apresento, meu nome é Adriana, mas meus amigos me chamam de Adri. Sou filha única, tenho 21 anos, meço uns 1,65, sou loirinha, cabelo preto, peitos normais e diria que tenho uma boa bunda também…
Preciso deixar claro que é minha primeira vez escrevendo esse tipo de relato, espero não fazer tão feio assim… Tudo começou quando o amigo da minha mãe, chamado Rodrigo, veio a trabalho para a cidade. Como eram amigos de infância, minha mãe ofereceu pra ele ficar aqui em casa. Vale ressaltar que somos só nós duas com a minha mãe — meu pai nos abandonou quando eu tinha 3 anos e desde então somos só ela e eu… Na quarta-feira, o amigo da minha mãe chegou em casa, e ela estava preparando a comida pra recebê-lo. Eu estava terminando de me arrumar quando de repente ouvi baterem na porta. Falei pra minha mãe que eu abria. Quando fui ver, lá estava um cara de uns 1,85m, cabelo preto e corpo meio atlético — era o amigo da minha mãe. Na hora, o cara me devorou com os olhos dos pés à cabeça. Eu tava usando um top preto, uma saia branca plissada e um tênis Nike… Ele me cumprimentou educadamente e perguntou pela minha mãe. Falei pra ele entrar que ela tava preparando a comida. Minha mãe cumprimentou ele na hora e me apresentou: “Rodrigo, essa é minha filha Adriana. Adriana, esse é o Rodrigo.” Dito isso, fomos pra sala de jantar começar a comer. A maior parte do tempo, o cara me olhava de um jeito estranho, com um olhar de desejo, e a situação já tava ficando desconfortável pra mim. Terminei de comer rápido e subi pro meu quarto. Ele ficou com minha mãe conversando e terminando de comer… Desde aquele momento, o cara começou a me dar um pouco de raiva, porque em cada descuido meu ele aproveitava pra me devorar com os olhos. E como não, se eu vivia em casa de legging ou short de lycra? Vale mencionar que eu gosto de me vestir confortável, ainda mais quando tô em casa. O cara parecia ter obsessão pelo meu piercing no umbigo, porque toda hora me perguntava se tinha doído, se eu tinha mais e coisas assim. Passaram uns dias e era a mesma coisa com ele — aqueles olhares pra mim cada vez menos disfarçados, mas eu tentava ignorar o máximo que podia… No sábado de manhã, minha mãe teve que sair de emergência pra Resolver um problema no trabalho dela e que voltaria domingo à tarde. Na hora, me ofereci pra acompanhar ela só pra não ficar sozinha com o Rodrigo. Mamãe não quis que eu fosse com ela, porque não ia demorar muito, já que voltaria logo. "Tá bom, então", respondi, "se acontecer alguma coisa comigo, a culpa é sua, porque onde a gente mora é meio perigoso". Mas ela respondeu que o Rodrigo estava ali, que ia ficar tudo bem. Quando ela saiu bem cedo, aproveitei pra tomar café antes do Rodrigo acordar. Pra minha azar, o cara acordou cedo também. Ele me perguntou se eu já tinha tomado café, e eu disse que não, que ia preparar. O cara se ofereceu pra fazer uns panquecas enquanto eu preparava umas xícaras de café. E de novo, em cada oportunidade que tinha, não parava de olhar pra minha bunda. Como eu tinha acabado de levantar, não deu tempo de trocar de roupa, então só tava com uma blusa de alcinha e um shortinho de lycra… Começamos a comer e foi quando ele me perguntou se eu não gostava dele. Eu disse: "Por que você pergunta?" Ele falou: "É que você sempre parece séria ou meio estranha comigo, sinto que não sou muito sua cara, digamos…" Respondi: "Não é isso, é que não sou muito de conversar assim de cara com estranhos e realmente não te conheço…" Aí ele respondeu: "Se é por isso, agora a gente se conhece melhor". E começou a me contar coisas da vida dele, que era divorciado e que tinha vindo pra cidade por uns trampos. Ficamos umas duas horas conversando, e comecei a conhecer um pouco mais da vida dele. O cara foi me caindo melhor… Terminamos de comer e ele foi tomar banho porque ia sair. Como sou meio curiosa, me aproximei devagar do banheiro e percebi que o cara tinha deixado a porta quase aberta. Quando olhei, vi um pedaço de carne enorme que ele carregava, uns 25 cm talvez ou mais. Fiquei surpresa, engoli seco, não acreditava no que tava vendo. Voltei devagar pra ele não perceber e subi rápido pro meu quarto. Quando Terminei de tomar banho, bati na porta dele, e eu com um medo danado pensando que talvez ele tinha percebido que eu tava olhando pra ele, mas não, ele só perguntou se eu não precisava de nada, porque ia sair por algumas horas, e eu disse que não, que tava tudo bem… Quando vi que o Uber dele chegou e ele foi embora, começou aquela sensação sexual em mim, não conseguia tirar da cabeça aquele pau enorme que eu tinha visto, por mais que tentasse não pensar nisso, era quase impossível, então resolvi arrumar um pouco meu quarto pra passar o tempo o mais rápido possível, já que à noite ia sair com minhas amigas pra balada. O tempo passou num piscar de olhos e chegou a tarde, então fui tomar banho, e já lá no chuveiro, aquela imagem voltou pra minha cabeça, me deixando levar pela excitação, comecei a me tocar devagar até chegar a me masturbar e ter um pequeno orgasmo. Quando terminei, a culpa caiu sobre mim, me perguntando o que eu tinha feito, eu que sou uma garota, digamos, criada de um jeito mais antigo, que nunca tinha sentido uma atração sexual tão forte por um homem como estava sentindo pelo amigo da minha mãe. Bom, já fazia um tempinho que eu não transava, mas vamos dizer que não era pra tanto. Enfim, depois de me masturbar, comecei a raspar os poucos pelos que tenho na minha buceta e nas pernas, faço isso porque gosto de higiene pessoal, lavei bem minhas partes e comecei a me vestir… Comecei colocando um conjunto de lingerie da Victoria’s Secret preto, um vestido vermelho, saltos vermelhos e uma meia-calça preta…
Comecei a me maquiar e arrumar o cabelo, já tinha terminado e ainda faltava uma hora pra passarem me buscar, então desci pra pegar uma garrafa de uísque e tomei uns bons goles, porque tava meio nervosa com o que tinha visto e também pra chegar no baile já com um clima. De repente, ouço a porta de casa abrir e era o Rodrigo, que já tinha voltado. Escondi a garrafa de uísque na hora, porque não queria que ele fosse fofocar pra minha mãe que eu tava bebendo no meu quarto. Finalmente minhas amigas chegaram pra me buscar e desci rápido. Quando descia as escadas, o Rodrigo, todo bobo, não conseguia tirar os olhos de mim... Ele me perguntou: "Vai sair?" Falei: "Sim, vou com minhas amigas pro baile um pouco." Ele disse: "Vou com você." Respondi na hora que não precisava, que ia com minhas amigas e voltava cedo, mas ele ficou insistindo que se algo me acontecesse na ausência da minha mãe, ele não se perdoaria, e que minha mãe tinha mandado ele cuidar de mim. Já com o álcool fazendo efeito no corpo, aceitei e falei: "Tá bom, pode ir, mas se você ficar entediado, a culpa não é minha." Ele disse: "Acha mesmo que isso vai acontecer?" O cara tá bem conservado pros 42 anos dele, e no fim fomos embora... Chegando no baile, ele disse: "Pensei que você viria só com suas amigas, e veio um amigo também." Respondi: "Não se preocupa, ele conta como amiga também, porque ele é gay." Entramos, sentamos numa mesa e começamos a pedir shots atrás de shots, porque estávamos comemorando o aniversário de uma das minhas amigas, a Susana. Já meio anestesiadas pelo álcool, começamos a dançar todos, menos o Rodrigo, que só ficava olhando a gente dançar, principalmente eu — com aquele olhar que ele tinha, sentia que me penetrava fundo. Começamos a dançar um pouco mais sensual e, de vez em quando, a rebolar, até que logo o cara se levanta, fica atrás de mim e começa a dançar — até que ele não dançava tão mal. Devagar, ele foi encostando mais o corpo no meu, e eu claramente tava começando a gostar, porque... Disfarçadamente, eu recuava devagar, e assim ele conseguiu umas roçadas naquela noite. Cada vez que podia, ele encostava o pau nas minhas nádegas, e eu sentia claramente a ereção dele em mim. Ficamos dançando e bebendo por mais umas horas até chegar às 2 da manhã, e decidimos ir pra casa. Eu já tava meio tonta, pra não dizer bêbada, porque a gente tinha bebido pra caralho, exceto o Rodrigo, que tinha tomado um pouco mais mas não dava pra notar nada… Quando chegamos em casa, na hora de abrir a porta, deixei cair as chaves. Aí me abaixei pra procurar, e como tava meio escuro, pedi pro Rodrigo acender a lanterna do celular porque não dava pra ver nada. Dei um show pra ele, porque tava meio inclinada tentando achar as chaves, e pra completar, o vestido já tinha subido bastante, sentia que só cobria a beirada da minha bunda. Achei as chaves, abri a porta e entramos em casa. Rodrigo me perguntou se eu tava bem, se precisava de alguma coisa, que ele já ia dormir. Falei que não, que só ia pegar água na cozinha e subir pro meu quarto também. Tomei um pouco de água e subi pra dormir. Quando entrei no quarto, fechei a porta e esqueci de trancar — com a bebedeira que eu tava, mal conseguia ficar em pé. Fui pro banheiro e, com muito esforço, tirei o vestido e coloquei só uma camisola de seda pra dormir. As meias, essas eu nem tirei… Bom, já tava quase pegando no sono, quando de repente ouvi alguém abrindo a porta do meu quarto devagar, sem fazer barulho nenhum. Fingi que tava dormindo. Aí senti alguém sentar do meu lado. Na hora, pensei que talvez fosse o Rodrigo — quem mais poderia entrar no meu quarto naquela hora da madrugada, sem mais ninguém em casa? Com uma mão, ele começou a acariciar minhas bochechas e afastar meu cabelo, e com a outra, começou a tocar devagar minhas nádegas, já que eu tava de bruços e deixava ele ver meu corpo inteiro do jeito que quisesse. Sentia como, aos poucos… Pouco a pouco, levantei minha camisola pra ele ver minhas nádegas só de calcinha, já que eu tava só de fio dental. Com elas já expostas, ele começou a massagear devagar e, de vez em quando, eu sentia ele lamber e chupar uma ou outra. Tava morrendo de medo só de pensar que aquele filho da puta podia me estuprar, mas ao mesmo tempo tava me excitando e eu me segurava pra não mandar ele continuar. Então resolvi esperar pra ver até onde ia. Ele ficou mais uns dois minutos fazendo a mesma coisa, até que de repente baixou minha camisola, cobriu bem meu corpo com os lençóis e foi embora. Comecei a tocar meu corpo e minha buceta, e claramente já tava super molhada — aquela mão boba do Rodrigo tinha me deixado muito tesuda. Me masturbei um pouco, tentando não fazer muito barulho pra ele não perceber, acabei gozando e caí no sono completamente... No dia seguinte, tava com uma puta ressaca e uma dor de cabeça do caralho. Tirei as meias e desci pra pegar água na cozinha. Quando vou olhar, o Rodrigo tava preparando o café da manhã e perguntando como eu tava. Falei que tava de ressaca e com dor de cabeça. Preparei um café e ele perguntou como eu tinha dormido. Disse que muito bem, que tinha tido um dos melhores sonhos, mas eu sabia que aquilo nunca foi um sonho. A partir daquele momento, despertou completamente a vontade de querer foder com ele. Então ia começar a seduzi-lo e assim cumprir minha missão de transar com ele, mesmo que fosse só uma vez...
Novamente, lembro que é minha primeira vez fazendo esse tipo de relato, espero que vocês gostem… Aguardem a parte 2….
Preciso deixar claro que é minha primeira vez escrevendo esse tipo de relato, espero não fazer tão feio assim… Tudo começou quando o amigo da minha mãe, chamado Rodrigo, veio a trabalho para a cidade. Como eram amigos de infância, minha mãe ofereceu pra ele ficar aqui em casa. Vale ressaltar que somos só nós duas com a minha mãe — meu pai nos abandonou quando eu tinha 3 anos e desde então somos só ela e eu… Na quarta-feira, o amigo da minha mãe chegou em casa, e ela estava preparando a comida pra recebê-lo. Eu estava terminando de me arrumar quando de repente ouvi baterem na porta. Falei pra minha mãe que eu abria. Quando fui ver, lá estava um cara de uns 1,85m, cabelo preto e corpo meio atlético — era o amigo da minha mãe. Na hora, o cara me devorou com os olhos dos pés à cabeça. Eu tava usando um top preto, uma saia branca plissada e um tênis Nike… Ele me cumprimentou educadamente e perguntou pela minha mãe. Falei pra ele entrar que ela tava preparando a comida. Minha mãe cumprimentou ele na hora e me apresentou: “Rodrigo, essa é minha filha Adriana. Adriana, esse é o Rodrigo.” Dito isso, fomos pra sala de jantar começar a comer. A maior parte do tempo, o cara me olhava de um jeito estranho, com um olhar de desejo, e a situação já tava ficando desconfortável pra mim. Terminei de comer rápido e subi pro meu quarto. Ele ficou com minha mãe conversando e terminando de comer… Desde aquele momento, o cara começou a me dar um pouco de raiva, porque em cada descuido meu ele aproveitava pra me devorar com os olhos. E como não, se eu vivia em casa de legging ou short de lycra? Vale mencionar que eu gosto de me vestir confortável, ainda mais quando tô em casa. O cara parecia ter obsessão pelo meu piercing no umbigo, porque toda hora me perguntava se tinha doído, se eu tinha mais e coisas assim. Passaram uns dias e era a mesma coisa com ele — aqueles olhares pra mim cada vez menos disfarçados, mas eu tentava ignorar o máximo que podia… No sábado de manhã, minha mãe teve que sair de emergência pra Resolver um problema no trabalho dela e que voltaria domingo à tarde. Na hora, me ofereci pra acompanhar ela só pra não ficar sozinha com o Rodrigo. Mamãe não quis que eu fosse com ela, porque não ia demorar muito, já que voltaria logo. "Tá bom, então", respondi, "se acontecer alguma coisa comigo, a culpa é sua, porque onde a gente mora é meio perigoso". Mas ela respondeu que o Rodrigo estava ali, que ia ficar tudo bem. Quando ela saiu bem cedo, aproveitei pra tomar café antes do Rodrigo acordar. Pra minha azar, o cara acordou cedo também. Ele me perguntou se eu já tinha tomado café, e eu disse que não, que ia preparar. O cara se ofereceu pra fazer uns panquecas enquanto eu preparava umas xícaras de café. E de novo, em cada oportunidade que tinha, não parava de olhar pra minha bunda. Como eu tinha acabado de levantar, não deu tempo de trocar de roupa, então só tava com uma blusa de alcinha e um shortinho de lycra… Começamos a comer e foi quando ele me perguntou se eu não gostava dele. Eu disse: "Por que você pergunta?" Ele falou: "É que você sempre parece séria ou meio estranha comigo, sinto que não sou muito sua cara, digamos…" Respondi: "Não é isso, é que não sou muito de conversar assim de cara com estranhos e realmente não te conheço…" Aí ele respondeu: "Se é por isso, agora a gente se conhece melhor". E começou a me contar coisas da vida dele, que era divorciado e que tinha vindo pra cidade por uns trampos. Ficamos umas duas horas conversando, e comecei a conhecer um pouco mais da vida dele. O cara foi me caindo melhor… Terminamos de comer e ele foi tomar banho porque ia sair. Como sou meio curiosa, me aproximei devagar do banheiro e percebi que o cara tinha deixado a porta quase aberta. Quando olhei, vi um pedaço de carne enorme que ele carregava, uns 25 cm talvez ou mais. Fiquei surpresa, engoli seco, não acreditava no que tava vendo. Voltei devagar pra ele não perceber e subi rápido pro meu quarto. Quando Terminei de tomar banho, bati na porta dele, e eu com um medo danado pensando que talvez ele tinha percebido que eu tava olhando pra ele, mas não, ele só perguntou se eu não precisava de nada, porque ia sair por algumas horas, e eu disse que não, que tava tudo bem… Quando vi que o Uber dele chegou e ele foi embora, começou aquela sensação sexual em mim, não conseguia tirar da cabeça aquele pau enorme que eu tinha visto, por mais que tentasse não pensar nisso, era quase impossível, então resolvi arrumar um pouco meu quarto pra passar o tempo o mais rápido possível, já que à noite ia sair com minhas amigas pra balada. O tempo passou num piscar de olhos e chegou a tarde, então fui tomar banho, e já lá no chuveiro, aquela imagem voltou pra minha cabeça, me deixando levar pela excitação, comecei a me tocar devagar até chegar a me masturbar e ter um pequeno orgasmo. Quando terminei, a culpa caiu sobre mim, me perguntando o que eu tinha feito, eu que sou uma garota, digamos, criada de um jeito mais antigo, que nunca tinha sentido uma atração sexual tão forte por um homem como estava sentindo pelo amigo da minha mãe. Bom, já fazia um tempinho que eu não transava, mas vamos dizer que não era pra tanto. Enfim, depois de me masturbar, comecei a raspar os poucos pelos que tenho na minha buceta e nas pernas, faço isso porque gosto de higiene pessoal, lavei bem minhas partes e comecei a me vestir… Comecei colocando um conjunto de lingerie da Victoria’s Secret preto, um vestido vermelho, saltos vermelhos e uma meia-calça preta…
Comecei a me maquiar e arrumar o cabelo, já tinha terminado e ainda faltava uma hora pra passarem me buscar, então desci pra pegar uma garrafa de uísque e tomei uns bons goles, porque tava meio nervosa com o que tinha visto e também pra chegar no baile já com um clima. De repente, ouço a porta de casa abrir e era o Rodrigo, que já tinha voltado. Escondi a garrafa de uísque na hora, porque não queria que ele fosse fofocar pra minha mãe que eu tava bebendo no meu quarto. Finalmente minhas amigas chegaram pra me buscar e desci rápido. Quando descia as escadas, o Rodrigo, todo bobo, não conseguia tirar os olhos de mim... Ele me perguntou: "Vai sair?" Falei: "Sim, vou com minhas amigas pro baile um pouco." Ele disse: "Vou com você." Respondi na hora que não precisava, que ia com minhas amigas e voltava cedo, mas ele ficou insistindo que se algo me acontecesse na ausência da minha mãe, ele não se perdoaria, e que minha mãe tinha mandado ele cuidar de mim. Já com o álcool fazendo efeito no corpo, aceitei e falei: "Tá bom, pode ir, mas se você ficar entediado, a culpa não é minha." Ele disse: "Acha mesmo que isso vai acontecer?" O cara tá bem conservado pros 42 anos dele, e no fim fomos embora... Chegando no baile, ele disse: "Pensei que você viria só com suas amigas, e veio um amigo também." Respondi: "Não se preocupa, ele conta como amiga também, porque ele é gay." Entramos, sentamos numa mesa e começamos a pedir shots atrás de shots, porque estávamos comemorando o aniversário de uma das minhas amigas, a Susana. Já meio anestesiadas pelo álcool, começamos a dançar todos, menos o Rodrigo, que só ficava olhando a gente dançar, principalmente eu — com aquele olhar que ele tinha, sentia que me penetrava fundo. Começamos a dançar um pouco mais sensual e, de vez em quando, a rebolar, até que logo o cara se levanta, fica atrás de mim e começa a dançar — até que ele não dançava tão mal. Devagar, ele foi encostando mais o corpo no meu, e eu claramente tava começando a gostar, porque... Disfarçadamente, eu recuava devagar, e assim ele conseguiu umas roçadas naquela noite. Cada vez que podia, ele encostava o pau nas minhas nádegas, e eu sentia claramente a ereção dele em mim. Ficamos dançando e bebendo por mais umas horas até chegar às 2 da manhã, e decidimos ir pra casa. Eu já tava meio tonta, pra não dizer bêbada, porque a gente tinha bebido pra caralho, exceto o Rodrigo, que tinha tomado um pouco mais mas não dava pra notar nada… Quando chegamos em casa, na hora de abrir a porta, deixei cair as chaves. Aí me abaixei pra procurar, e como tava meio escuro, pedi pro Rodrigo acender a lanterna do celular porque não dava pra ver nada. Dei um show pra ele, porque tava meio inclinada tentando achar as chaves, e pra completar, o vestido já tinha subido bastante, sentia que só cobria a beirada da minha bunda. Achei as chaves, abri a porta e entramos em casa. Rodrigo me perguntou se eu tava bem, se precisava de alguma coisa, que ele já ia dormir. Falei que não, que só ia pegar água na cozinha e subir pro meu quarto também. Tomei um pouco de água e subi pra dormir. Quando entrei no quarto, fechei a porta e esqueci de trancar — com a bebedeira que eu tava, mal conseguia ficar em pé. Fui pro banheiro e, com muito esforço, tirei o vestido e coloquei só uma camisola de seda pra dormir. As meias, essas eu nem tirei… Bom, já tava quase pegando no sono, quando de repente ouvi alguém abrindo a porta do meu quarto devagar, sem fazer barulho nenhum. Fingi que tava dormindo. Aí senti alguém sentar do meu lado. Na hora, pensei que talvez fosse o Rodrigo — quem mais poderia entrar no meu quarto naquela hora da madrugada, sem mais ninguém em casa? Com uma mão, ele começou a acariciar minhas bochechas e afastar meu cabelo, e com a outra, começou a tocar devagar minhas nádegas, já que eu tava de bruços e deixava ele ver meu corpo inteiro do jeito que quisesse. Sentia como, aos poucos… Pouco a pouco, levantei minha camisola pra ele ver minhas nádegas só de calcinha, já que eu tava só de fio dental. Com elas já expostas, ele começou a massagear devagar e, de vez em quando, eu sentia ele lamber e chupar uma ou outra. Tava morrendo de medo só de pensar que aquele filho da puta podia me estuprar, mas ao mesmo tempo tava me excitando e eu me segurava pra não mandar ele continuar. Então resolvi esperar pra ver até onde ia. Ele ficou mais uns dois minutos fazendo a mesma coisa, até que de repente baixou minha camisola, cobriu bem meu corpo com os lençóis e foi embora. Comecei a tocar meu corpo e minha buceta, e claramente já tava super molhada — aquela mão boba do Rodrigo tinha me deixado muito tesuda. Me masturbei um pouco, tentando não fazer muito barulho pra ele não perceber, acabei gozando e caí no sono completamente... No dia seguinte, tava com uma puta ressaca e uma dor de cabeça do caralho. Tirei as meias e desci pra pegar água na cozinha. Quando vou olhar, o Rodrigo tava preparando o café da manhã e perguntando como eu tava. Falei que tava de ressaca e com dor de cabeça. Preparei um café e ele perguntou como eu tinha dormido. Disse que muito bem, que tinha tido um dos melhores sonhos, mas eu sabia que aquilo nunca foi um sonho. A partir daquele momento, despertou completamente a vontade de querer foder com ele. Então ia começar a seduzi-lo e assim cumprir minha missão de transar com ele, mesmo que fosse só uma vez...
Novamente, lembro que é minha primeira vez fazendo esse tipo de relato, espero que vocês gostem… Aguardem a parte 2….
3 comentários - Fodendo com o amigo da minha mãe: Parte 1