O licenciado aproveitador 19 Sergio: então, dei o dinheiro pra ela e paguei minha dívida, ainda sobrou um pouco de grana... Carlos: deixo você foder comigo agora mesmo a Angélica e depois faço a Susana e ela te visitarem, você come as duas... Isso sim, com camisinha, filho da puta... O que acha? Sergio: puta que pariu, como dizer não? Quem pode recusar isso? Mas temo que o que vou pedir vai ser bem difícil, porra, Carlos. Carlos: então a Branquinha não me toca, nem vende, nem nada, ela já é minha, mas vou atrás das suas filhas, filho da puta, quero elas separadas e depois as três juntas, me lembra as idades delas... Sergio: sabia que você ia falar isso, porra, Carlos. Olha, a Branca você já sabe que tem 18, e minhas filhas, a Adriana faz 18 amanhã e a Carmen fez 19 agora, é uma menina, e não trocaria elas... por sexo com outras mulheres, por mais gostosas que sejam... Carlos: olha, Sergio, te dei uma mão e eu tenho um vício que ficou forte, já não consigo voltar atrás, então ou aceita ou aceita, sabe o que significa, né? Sergio: puta que pariu, sabe que vou te pedir favor de novo por causa do meu vício e não posso voltar atrás, tá bom, e toma cuidado com minhas filhas... Carlos: fala com elas e manda demorarem um pouco mais. Sergio: tá bom. Depois da ligação, entrei e a Angélica estava se olhando no espelho do quarto, virou o rosto ao me ver, sorri. Boneca, tenho outro macho aqui que vai ajudar a perfurar seus buracos... Isso sim, sem boquete, nada disso, ok? Angélica: licenciado, como o senhor quiser. Foi assim que eu disse: Sergio, vai na buceta, filho da puta, se quiser chupar, chupa, mas ela não vai te fazer sexo oral, porra. Ele puxou o pau, ela acariciou até deixar duro, eu enquanto isso enfiava meus dedos no cu babado dela, já tinha dois dedos dentro. Dessa vez quis enfiar um terceiro dedo e comecei a brincar com a bunda dela, que já tava muito excitada, saía uns sucos do cu com cheiro de merda, os três mosqueteiros cabiam bem. Sergio sentou num banco que tinha ali, encostou na parede e colocou a camisinha. camisinha ela caminhou até ele e sentou, o pau dele se perdeu na carne molhada dela, eu só observei o Sergio aproveitando aquela sentada, ele pegou ela pela cintura e subia e descia ela no pau já molhado, ela só gemia de prazer, eu me aproximei por trás e enfiei meus dedos de novo, incrivelmente o cu dela tinha cedido, cabiam três dedos com espaço para um quarto... Angélica: que delícia, seus putos, vão fazer eu me cagar ou mijar, não aguento, é tão gostoso, ter dois buracos cheios de prazer... Mmmm que delícia, não parem, continuem assim, putos! Me dêem mais prazer, quero gozaaaaaaaaaar. Quando ela soltou mais sucos em cima da gente, eu mandei eles se deitarem na cama que agora era eu quem ia meter, eles obedeceram e ela formou um ângulo de 90 graus, com a mão eu empurrei ela de um jeito que ficou colada no peito dela e eu com meu pau apontei pro buraco escuro dela e enfiei até o fundo sem piedade... Angélica: ai que puta merda! Dói mmmm dói mas também me dá prazer sentir dois paus dentro... Acabem comigo, tomem meu corpo, façam dele de vocês... Carlos: toma, seu puto, recebe de mim. Estocada atrás de estocada que eu dava, o Sergio respondia através da buceta dela, de repente ela começou a se contorcer e soltou um jato de mijo em cima do Sergio, que xingou ela mas riu da vadiazinha... Porca, você tá gostando? ela perguntou, ele respondeu, ela disse safadamente, sim, vocês estão me matando de prazer... Ele enfiou de novo, eu continuei metendo no cu dela e com as mãos dei umas palmadas nela, o Sergio chupava os peitos dela, mordeu e doeu, ela deu um grito mas a gente não perdoou, continuamos metendo forte, de repente eu não aguentei mais e avisei que ia gozar no cu dela, o Sergio disse também não aguento mas vou gozar na camisinha, então ao mesmo tempo gozamos aaa aaa aaa que delícia, por três se ouviu, ela se contorcia, e de repente senti que algo saía do cu dela e mais alguma coisa estava entalada, tirei meu pau e estava cheio de merda enquanto eu olhava ela estava se cagando, não aguentou mais e soltou um Bom pedaço de bosta. O doutor aproveitador, lá pelas 20h, fui no banheiro, lavei minha ferramenta e pedi pra ela se lavar... Aí ela entrou no banheiro e terminou de se limpar, pegou panos e papel pra limpar a bagunça dela no quarto... Sergio viu ela e me disse: "Porra, deixa eu meter no cu dela, como fica gostosa... Coloca camisinha e vai fundo..." Aí ele colocou a camisinha e virou ela de bruços na cama, louco de tesão pra enfiar no cu daquela boneca, que só conseguia gemer enquanto ele enfiava. Já tava ardendo o cu dela, era a primeira vez que tavam furando ela e já eram 3 estocadas em pouco tempo... Não aguentava mais, só as lágrimas de dor saíram, enquanto ao mesmo tempo, ela gemia pra fazer ele gozar mais rápido... Entrava e saía queimando aquela caverna... Impressionante como ela gemia, só pra ele gozar logo, ela já não aguentava mais... Ele segurou a cintura dela e cravou o ferro todo lá dentro da caverna, e deu umas 6 estocadas bem fundo, mas não se segurou, não aguentou mais e saíram os jatos de porra... que ficaram na camisinha. Angélica saiu daquela casa chorando... Eu tava me despedindo do meu amigo quando chegaram Adriana e Carmen junto com minha Blanquita... Adriana, uma jovem quase sem peitos, mas da cintura pra baixo cheia de vida, uma cintura fina mas umas pernas de campeonato... Por trás, uma bunda bem apertada, zero mole, firme e dura... Cabelo na altura dos ombros, preto, com uns olhos grandes e uns óculos grandes, o rosto fino. A menina Carmen, pra idade dela, tinha o mesmo corpo que a irmã da cintura pra baixo, mas de peitos tinha um pouco menos que minha Angélica... Muito gostosa a menina... Se apresentaram e foram pra sala. Sergio se despediu de mim, me deixando com a Blanquita, que cumprimentei com um beijo profundo na boca, e peguei na bunda dela, brinquei um pouco com aquela bunda deliciosa... Carlos: Como cê tá, meu amor? Blanquita: Bem, já vi que você tem uma mulher nova na sua vida. Carlos: Mamãe, não fica com ciúme, você é minha menina, você me deu sua virgindade, você vai ser minha favorita... Ela é só negócio, nada mais. Olha, vem cá, puxei meu pau e com a mão dela fiz ela acariciar ele... Ela revirou os olhos... Você quer ele dentro de você? Quer que eu te penetre? A Blanquita gemeu soltando um siiiim, desde aquele dia não parei de sonhar com você me penetrando de novo, puxei ela pra perto e sussurrei no ouvido dela, meu cacete é seu, minha menina, tudo pra você, vou percorrer de novo aquele caminho interno tão apertado, tão estreito com meu ferro, você vai sentir ele de novo até o fundo dessa pussy, ao mesmo tempo que acariciava por cima da calça aquela pussy pequena que já tinha sido minha... Mmmm, a menina soltou, mas você tem que me fazer um favor antes... Blanquita: o que você quiser, meu amor. Carlos: você tem que contar pras suas primas tudo que a gente fez e fazer de um jeito que deixe as calcinhas delas molhadas, além disso, preciso que de agora em diante você use fio dental, pega esse dinheiro pra comprar conjuntos que venham com fio dental, agarrei aquela bunda com minhas mãos e apertei, ao mesmo tempo que beijei ela fundo como despedida... Espero que você tenha entendido, putinha. Blanquita: sim, meu amor, a putinha entendeu, pode contar com isso. Subi no carro, Angélica não chorava mais... Ela me disse aquele cara machucou meu cu. Calma, boneca, vou fazer as filhas lindas dela pagarem. Angélica: me sorriu, te agradeço tanto, senti tanto prazer, gostoso quando os dois estavam me furando, mas no final aquele cara estragou meu prazer... Deixei Angélica nos locais e fui pro escritório um pouco... Quando cheguei, a Karlita estava me esperando com alguns pendências. Depois de algumas horas, saímos pra jantar e levei ela pra casa... Dona Karla saiu pra me entregar uns documentos pro segundo caso que eu ia ajudar ela... Karlita entrou pra cumprimentar o pai dela, seu Arturo não saiu, e eu falei olha que sem vergonha, ainda não me pagou e já me dá mais trabalho... Pelo menos me deixa provar aquela bunda de novo, que tal? Ela sorriu e, irritada, me disse você quer comer a mãe e a filha?, Carlos: não é má ideia. Ideia... Mas a Karlita me interessa pra caralho pra ser minha esposa... Sou mais velho que ela, mas é uma mulher que vale a pena. Karla: você gosta das novinhas, mas não vou te dar minha filha. Carlos: você vai me dar a sua bunda, da sua filha eu cuido de fazer ela se apaixonar por mim... E ela vai me dar o sim... Melhor cuidar bem da sua buceta, amanhã passo aí pra te levar pro motel das Palmas, veste seus melhores trapos e dorme bem, vou te arrebentar amanhã. Passo à 1 hora por você, pede licença no seu trabalho. Nisso vinha o Arturo e mudei de assunto. Arturo: doutor, ainda não tenho mais dinheiro, mas tava pensando que se a gente ganhar, posso pagar tudo de uma vez... O que acha? Carlos: a gente vai ganhar e tá tudo bem, não se preocupa, enquanto continuarem me tratando como um da família. O doutor aproveitador. Arturo: obrigado, quer entrar? Carlos: não, só espero a Karlita pra me despedir, já é um pouco tarde... Arturo: bom, a gente deixa vocês, vamos chamar a Karlita. Karlita: não vai entrar? Carlos: tenho que ir pra casa com suas primas, e já é tarde. Karlita: gosto de ficar contigo, não quero dizer que tô me apaixonando nem nada disso. Carlos: relaxa, sinto o mesmo, Karlita, mas eu poderia me apaixonar por alguém como você, menina. Karlita: eu também poderia me apaixonar por alguém como você. Carlos: você ainda não me conhece de verdade, você é transparente, eu não, e não sei se você ia gostar ou se diria o mesmo se me conhecesse de fato. Bom, vou te deixar, descansa, amanhã saio ao meio-dia, mas chego à tarde pra ir jantar e te trago de volta pra casa. No caminho de volta, liguei pro Sergio e falei: "Ei, esqueci que amanhã é aniversário da sua filha, queria poder empalar ela, mas não vai dar, tenho uma fantasia que você vai me ajudar a realizar." Sergio: "Ei, filho da puta, não vou comer minhas filhas, mesmo que você peça." Carlos: "Não, qual é, o prêmio é meu, não seu, quero dar aulas particulares, é uma fantasia minha comer uma aluna, e pra isso preciso dar aulas, mas quero realizar isso com a Carmen. A Adriana vou levar pra praia esse fim de semana. semana, quero que você dê permissão, ok, acho que ela não vai recusar, afinal, ela não conhece o mar... Sergio: você é um filho da puta, como é que minha filha vai pra praia com um estranho... Carlos: amanhã vou na sua casa convidar ela. Sergio: tá bom, vou te ajudar... olha que filho da puta de amigo que eu tenho, vai comer minhas filhas e eu tenho que ajudar ele... Você é um cachorro. Carlos: desse jeitinho de cachorro vou comer elas... já tô saboreando, filho da puta. Cheguei na casa e jantamos como uma grande família... Clara me encarou quando as filhas dela foram embora e me cobrou pelo que elas tinham contado... O mais surpreendente foi que eu tava comendo elas sem pagar um centavo, que eu não desvirginei elas, mas que tinha pago... Interrompi ela e falei, você devia ver tudo o que elas têm comigo, mas se quiser que eu pague, vou pagar, me diz quanto vale Leydi pra você e te pago pela virgindade dela, ela pensou e depois de um tempo me disse, ela vai ser seu presente pela ajuda e por como você se comportou bem... Mas se quiser minha Jackie, por ela você tem que pagar... Sorri e falei, me diz quanto vale e te pago... Vamos ver, ela disse, chamou Leydi. Clara: filha, hoje você vai dormir no quarto do Carlos, não se assusta, vão fazer coisas que a gente já conversou, filha, ele vai te guiar e te ensinar, vai ser gentil com você, você também seja gentil com ele, estamos juntas, filha. Leydi: sim, mãe. Fomos pro quarto, ela tava de short curto e uma blusa larga, a bunda dela tava linda. Já tinha imaginado gozando nela, ela ia na minha frente, e quando chegou na porta, virou e olhou nos meus olhos, perguntei se ela tava nervosa, ela disse um pouco... Abri a porta, ela entrou primeiro... E aí eu fechei a porta e acendi uma lampadinha, não quis iluminar o quarto todo... Ela sentou na beira da cama. Carlos: pelo que eu entendi, você sabe o que vai rolar? Leydi: sim, minha mãe falou comigo sobre isso, mas e o don Julián, o senhor da cidade?... Mas prefiro que seja com você, don Julián é um velho nojento e você é diferente... Carlos: que bom que você concorda um pouco, e me conta, alguém já te tocou ou você já tocou em alguém? Leydi: não, mas já vi uns filmes que a minha mãe tem... Carlos: bom, tem alguma coisa que você quer saber antes de começar? Leydi: o que você mais gosta de fazer? Carlos: bem, sexualmente, o anal é o que eu adoro fazer nas minhas minas... É uma delícia, eu amo. Leydi: meter no cu? Isso deve doer pra caralho... mas se você quiser fazer, eu não vou negar... Carlos: excelente, se comporte direitinho e vai ter sua recompensa. Nós deitamos na cama, pedi pra ela ficar de frente pra mim, queria sentir aquela bunda roçando no meu pau, ela obedeceu e eu abracei ela, rodeando a cintura dela com um dos meus braços.
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