Chegamos ao apart-hotel e finalmente acessamos o que seria nosso apartamento por alguns dias. Estava muito bom, cama ampla com TV, cozinha compacta, e uma janela enorme linda que dava para uma área ajardinada, bem em frente a outro apartamento. Jorge me beijou com carinho e disse:
—Fique à vontade, amor. Vamos aproveitar esses dias. Vou tirar todos os nossos brinquedos sexuais e deixar ao lado da cama. Quando quisermos foder, vamos foder, se quisermos comer, comemos, e se quisermos dormir, dormimos.
Sorri para ele, estava feliz. Sabia como meu marido é tarado, o quanto ele gosta de fantasiar sexualmente. Sabia o quanto ele adora que eu me exiba, sempre me sugere vestidos ousados, gosta que outros possam me observar. Uma coisa eu tinha clara, tinha refletido muito sobre isso: nessa viagem, eu pensava em dar ao meu marido toda a safadeza que eu pudesse. Queria ver até onde ele pretendia ir. Estava um pouco cansada, na verdade, das suas insinuações, e ia dar uma lição nele. Talvez eu o assustasse, ele mesmo me frearia. E se ele curtisse, aí eu mesma pararia… hehe. Entrei no banheiro e coloquei a parte de baixo de um micro-biquíni que meu marido me tinha dado uma vez, e eu não tinha tido coragem de usar. Me olhei no espelho, a verdade é que cobria bem minha buceta.
mas pela parte de trás deixava ver uma boa parte da minha bunda. Parecia um fio-dental, sem chegar a ser. Eu me sentia bem, dava pra ver os meses de academia, tinha perdido uns quilos e não me achava tão mal assim. Saí do banheiro, e meu marido ficou me olhando com aquele olhar que me deixa tão excitada. Sorri de modo provocante:
— Vamos pra praia ou o quê?
— Garota, as cortinas estão abertas, se tiver alguém no apartamento da frente, vão te ver de peitos pra fora.
— Que importa, aqui ninguém nos conhece.
Ele se aproximou e me beijou. Começamos a nos amassar. Ele me jogou na cama, começou a chupar meus peitos, eu gemía, o desejo estava no máximo. Ele desceu pelo meu ventre, afastou minha parte de baixo do biquíni e começou a chupar minha bucetinha depilada. Depois de um tempo, ele tirou a sunga, colocou uma camisinha e me penetrou, com muita fúria. Eu estava ansiosa por ele, e ele por mim. Eu estava gozando, gosto muito quando o Jorge me possui com tanta vontade. Ele começou a sussurrar sacanagens no meu ouvido. Se eu estava gostando de como ele me comia, se eu sentia falta do pau dele. Ele disse que se algum adolescente espiasse pela janela da frente, com certeza ia se masturbar me olhando, olhando aqueles peitos deliciosos que eu tenho, vendo como ele me fodia. Eu tinha esquecido da janela grande, na verdade, a possibilidade de sermos vistos não me agradava… mesmo assim, estava gozando muito e não quis parar. Ele gozou, e eu vim ao mesmo tempo. Tinha sido uma transa rápida, selvagem. A ansiedade que a gente sentia um pelo outro, suponho.
Depois de um tempo descansando deitados, ele disse:
— Que tal, amor?
— Uff…
— Você gostou?
— Siiim — ele me beijou —
— Vi que você gozou, assim que eu mencionei o adolescente e a masturbação. Exibicionista! hahaha
Jorge e seus joguinhos, pensei. Ele queria brincar? Pois eu ia satisfazê-lo. A transa me tinha deixado com tesão, e como estávamos a muitos quilômetros de onde morávamos, pensei em deixar meu marido aproveitar, aliás, ia fazer ele aproveitar ainda mais:
— Bom, a gente veio pra curtir e fantasiar, né? Vamos ver o que esse passeio reserva…
Percebi que o comentário o deixou pensativo. Eu ri. nos meus pensamentos, hahaha. Tinha deixado ele meio sem reação.
- Vamos pra praia antes de almoçar? - ele propôs.
- Vamos, eu disse.
Preparamos tudo e fomos pra lá. Levei o mesmo biquíni, sem a parte de cima, só com um vestido de praia por cima, branco, que deixava meus mamilos à mostra. O olhar que meu marido me deu me deixou com um tesão da porra. Enfim, se eu visse olhares indiscretos ou me sentisse desconfortável, sempre poderia mudar de ideia.
Chegamos na praia, estendemos as toalhas e o guarda-sol, e fiquei de topless. Passei protetor no meu marido, e ele começou a passar em mim. Primeiro de bruços, gostei do jeito que ele caprichou nas minhas pernas, na minha bunda, adorei o toque dos dedos dele na minha bucetinha, que mesmo com o biquíni, já sentia molhada. Quando me virei, ele continuou passando o protetor, de novo as mãos dele roçavam minha bucetinha ao esfregar minhas pernas. Depois, ele caprichou bem nos meus peitos. Eu estava de olhos fechados, e curti, pra ser sincera. Depois ele foi pra água, e eu fiquei relaxada, tomando sol. Alguns minutos se passaram quando uma voz me fez abrir os olhos:
- Licença, você tem fogo?
Me apoiei nos cotovelos e tive que colocar uma mão em viseira, porque mesmo com os óculos escuros, não conseguia ver direito quem tinha me perguntado. Pude observar um rapaz com um cigarro na boca. Era muito gato, moreno, cabelo curto, barba por fazer, olhos verdes. Devia ter uns vinte e cinco anos, e um físico, é bom reconhecer, bem cuidado, de academia. Sem estar exageradamente musculoso, dava pra ver os abdomens definidos, era sarado. Uma olhada pra água, e reparei no meu marido, não muito longe (não tinha muita gente), olhando pra gente. Sim, estava convencida de que ele estava olhando pra mim. "Você queria que eu me exibisse, não é?" - pensei - "Então você vai curtir, Jorge". O lógico teria sido me virar, procurar o isqueiro na bolsa, e dar pro rapaz. Mas me enchi de coragem… o pior que podia acontecer era o garoto rir de mim… me ajoelhei, me virei, e ao me abaixar pra fuçar na bolsa, me certifiquei de que deixei a bunda bem empinada na direção do rapaz. Foram uns segundos, não vi a reação dele. Ao me levantar, estendi o isqueiro.
- Obrigado, gata - disse enquanto acendia o cigarro - É bom encontrar mulheres com fogo, mas principalmente bonitas, na praia.
- Obrigada, moço - sorri enquanto ele me devolvia o isqueiro -
- Me chamo Rafa, prazer.
Ele se abaixou para me dar dois beijos, mas eu me levantei para não ser mal-educada.
- Eu sou Carla.
- Tá sozinha?
- Não, vim com meu marido, estamos de férias. Finalmente deixamos as crianças e fugimos pra curtir um pouco.
- Caralho, mas olhando pra você não acredito que já seja mãe…
- Ah para, moço, que exagerado você é, dá pra ver que é andaluz…
- Sim, de Málaga… vim com meu amigo Isra - fez um sinal para um rapaz que se aproximava. Não era tão bonito quanto o Rafa, mas não era feio.
- Prazer, sou Isra - me deu dois beijos -
- Eu sou Carla.
Surreal, pensei. Lá estava eu, de topless, conversando com dois gostosos que pareciam querer me pegar. Meu marido, na água, não perdia um detalhe. Os rapazes me contaram que estavam hospedados num apartamento na região, me recomendaram lugares pra comer… a verdade é que foram muito agradáveis e com salero, me arrancaram algumas risadas. Soltaram alguns elogios sutis, mas sem me deixar desconfortável. Depois de um tempo, se despediram, e eu fui para a água.
- Que luxo de água, amor - disse Jorge quando cheguei perto dele -
- Siii, que gostoso - disse abraçando e beijando ele -
- Seus mamilos estão duros… tá com frio?
- Não.
- Então…? Tá excitada, minha safadinha? - disse enquanto agarrava minha bunda e me puxava pra perto dele.
- mmmmmm. - sussurrei pra ele -
- Não terá nada a ver com aqueles garotos com quem você tava conversando, né? - perguntou maliciosamente -
- mmmmmm - sorri pra ele -
- Vamos, me conta.
- São dois garotos de Málaga. Com muito salero. Tão aqui de férias. O que veio falar comigo… - fiquei em dúvida, sabia que meu marido fantasiava com essas coisas, mas não queria deixá-lo desconfortável, que se enfadara– você não vai ficar com ciúmes?
– Porra, gata, o que essas situações fazem comigo é tesão, e se não acredita, pega no meu pau.
Agarrei o pacote dele, que já estava durão… Caralho, que homem, pensei.
– Mmmmm – disse – então, como ia dizendo, o que chegou perto, tá um gostoso. E pensei: porra, com o garoto. Aí, ele me pediu fogo, e eu decidi dar uma provocada, empinando a bunda na direção dele…
– Eu vi, amor, e fiquei com muito tesão…
– Ahã… – sorri pra ele – sabia que você tava olhando, e que você gosta que me olhem…
– Você nem imagina o olhar que o moleque te deu…
– Ah, é?… – falei enquanto beijava ele – porra, então a ideia me excita… Enfim, ele se apresentou, o nome é Rafa, tão aqui de férias com o amigo (que se apresentou depois) Israel. Eles são muito engraçados, eu contei que tô aqui com você. Eles ficaram me contando coisas da região, e me deram uns elogios. Até notei como me olhavam com desejo… enfim, deram um up na minha autoestima, você nem imagina. E aí eu disse que ia pro água com você, e eles foram embora.
Nesse momento, ele me puxou pra perto, e eu senti como ele tava duro. Beijei ele com tesão e disse: – Amor, parece que alguém gosta que olhem pra sua mulher.
– Pois é, não sinto ciúmes, só orgulho de ter uma gostosa dessas. Acho que vão ser férias interessantes…
Não aconteceu muito mais aquela manhã na praia. Depois de um tempo, entrando, saindo, jogando frescobol e tomando sol, decidimos almoçar numa esplanada. Ao irmos, dei tchau pros garotos, e pra minha surpresa, meu marido foi até eles e se apresentou. Vendo que ele tava de boa, eles relaxaram e Israel soltou:
– Você tem um monumento de mulher, Jorge.
– Eu sei – respondeu piscando o olho.
Não é que no final era verdade mesmo que meu marido ficava excitado me exibindo. Bom, pra falar a verdade, a experiência não tinha sido nada ruim, eu tinha me divertido.
Almoçamos, conversando sobre coisas banais, e voltamos pro apartamento. Eu fui Para o banho, eu estava com tesão, chamei meu marido. O filho da puta preferiu tirar uma soneca. Em parte era normal nele, sempre depois do almoço ele dormia um pouco. Mas eu fiquei deixando a água escorrer pelo meu corpo nu, o sol, aqueles garotos, a poeira daquela manhã, uma mistura de tudo, me deixou excitada. Saí do chuveiro, me sequei e coloquei um fio dental, com um vestidinho de alcinhas por cima. Me vi no espelho, o vestido era justo, deixava entrever meus seios e meus mamilos. Mas não era justo o suficiente para não deixar meus seios aparecerem se eu me abaixasse o bastante. Além disso, era curtinho, se eu levantasse um pouco os ombros dava para ver parte da bunda. Sim, estaria ao gosto do meu marido quando ele acordasse. Se eu não o acordasse, pulando em cima dele e transando com ele, que era o que eu estava a fim. Saí do banheiro, e quando ia acordar meu marido, umas batidinhas na janela do jardim me assustaram. Me virei, e para minha surpresa, quem batia na janela era o Rafa, sorrindo. Por um momento pensei que fosse um psicopata, que nos tinham seguido desde a praia. Mas o olhar dele não transmitia loucura, apenas simpatia com um sorriso, aquele sorriso tão bonito que já me deixou meio embasbacada na praia. Fui abrir:
— O que você faz por aqui?
— Puta que pariu, Carla, você não vai acreditar, somos seus vizinhos.
— Não brinca! — Na hora me veio logo à cabeça a transa matinal com meu marido —
— Que coincidência, hein?
O Isra saiu do apartamento dele com duas cervejas e sentou na varanda.
— E aí, Carla? Uma cervejinha?
— É, vem com a gente — disse o Rafa enquanto ia sentar com o Isra.
Fiquei encostada na janela, deixando que aqueles garotos me vissem com aquele vestidinho que eu estava usando. Dava para ver como mais de um olhar ia para meus seios, para minhas pernas.
— Não sei, rapazes, eu ia acordar meu marido…
— Deixa ele descansar, vem com a gente — o Isra riu —
— Ei, o que foi? — meu marido anunciou a chegada, tinha acordado —
Me virei para Cumprimentei meu marido, e adorei ver a cara dele ao me ver com aquele vestido…
- Olha que coincidência, quem temos como vizinhos. Os garotos da praia.
- Buceta, Isra e Rafa, né? E aí?
- Aqui sua esposa, que convidamos para uma cerveja, mas ela não quer.
- Porque para ela shandy, para mim cerveja - disse, aproximando nossas cadeiras das deles.
Rafa logo entrou e voltou com uma shandy para mim e uma cerveja para meu marido. Pois é, meu marido estava mesmo a fim. Ele tinha acabado de me ver vestida daquele jeito, mas preferiu sentar para tomar cerveja com aqueles dois em vez de me comer. Pois ele ia se arrepender, ou eu ia deixá-lo excitado, ou ia deixá-lo com ciúmes. Exatamente como estava vestida, sentei para tomar o shandy. As pernas cruzadas impediriam de ver o fio dental, mas ao me sentar, metade da minha bunda ficou à mostra. Além disso, ao esticar o braço para pegar a bebida, vi como os olhos de Rafa se perdiam por baixo do meu braço, sem dúvida vendo meus peitos. Seguiram mais cervejas e mais shandys, e passamos umas três horas muito agradáveis e divertidas. Eles eram uns garotos muito legais. Entre uma risada e outra, percebia como os garotos de vez em quando perdiam o olhar para os meus peitos, para minhas pernas, para minha bunda. Mas o álcool me desinibiu, e ver os olhares do meu marido… caralho, como isso me excitava. Chegamos a pegar tanta intimidade, que a conversa ficou mais picante, os garotos cada vez se seguravam menos, apesar da presença do meu marido… já que ele parecia não se importar. Eu estava surpresa.
- Bom, nós vamos tomar banho e sair por aí. Vocês não animam?
- Não - respondi antes que meu marido se empolgasse - Nós vamos ficar descansando…
- Sim, sim, descansar ou foder que nem loucos, agora que estão sem as crianças - disse Rafa, tamanha era a intimidade que pegamos em pouco tempo.
- Beeem - respondeu Jorge - vocês com certeza vão pegar alguém.
- Espero que sim - disse Isra - porque o tesão já estamos com ele - disse piscando o olho para mim.
- Hahaha, duvido - sorri para ele.
Tinha que admitir que Esses "jogos", esses olhares com os rapazes e meu marido, principalmente com o Rafa, junto com o álcool que tomei... pois é, não tinham me desagradado. Se antes eu estava excitada, agora estava mais ainda. Mas cortei porque queria foder logo com meu marido, estava com muita vontade dele.
Assim nos despedimos, e enquanto Jorge tomava banho, preparei um jantarzinho (com coisas do supermercado) na sala. Jantamos à vontade, bebemos mais. Naquela noite, ele me vendeu os olhos e tirou todo o arsenal de brinquedos. Fodemos muito gostoso. Quando ele me colocou de quatro, com os olhos vendados, me fodendo por trás, colocou um consolo na minha boca...
– Chupa outro pau, minha putinha... Esses dois rapazes te deixaram com tesão hoje? Não tiravam os olhos de você... Com certeza, se forem foder hoje, vão pensar na senhora sexy do apartamento ao lado...
– Mmmmmmmm – Gemi – Sim, sim, sim... – enquanto agarrava o pau diante das suas investidas.
– Você gostaria que esse pau fosse o do Rafa, né?
Pois é, com os olhos vendados, estava pensando nele, o gostosinho tinha entrado pelo meu olhinho direito...
– Ooohh, sim – disse perdida de desejo, e enfiei o consolo na boca imaginando que estava chupando o Rafa, imaginando seu torso perfeito, seus olhos verdes...
– Você gostaria que fosse o Rafa quem te fode por trás?
Meu marido não se segurava nem um pouco, suas palavras me excitavam...
– Mmmmmmm – disse.
Senti ele gozar, e gozei ao mesmo tempo. Foi glorioso.
Depois de descansar um pouco, não conseguia tirar o Rafa da cabeça, me surpreendia com o quanto aquela foda me tinha excitado, imaginando ele com a gente. Nos nossos jogos, nunca colocava rosto num terceiro, mas dessa vez sim. Me preocupava, mesmo que ele desse abertura pro jogo, que meu marido sentisse ciúmes. Olhei pra ele e perguntei:
– Com ciúmes, amor?
– Não – me olhou nos olhos – mais com tesão do que nunca, e feliz. Te amo.
– Eu também te amo.
– Vamos ver o que acontece amanhã.
……………
No dia seguinte, aproveitamos a praia novamente de manhã. Mas não encontramos o Isra e o Rafa. Continuei fazendo topless, aproveitando o sol. Em um momento em que fiquei pensativa, Jorge me cutucou:
- Eles devem estar de ressaca
- Quem?
- Israel e Rafa
Caralho, meu marido, que chato ele estava ficando. A verdade é que eu não tinha pensado neles a manhã toda. Comecei a ficar irritada, parecia que meu marido estava indo com tudo...
- Eu não estava pensando neles
- Só por via das dúvidas, hahahaha
- Amor, não brinque com fogo...
Pareceu que meu marido entendeu a mensagem. Ele não falou mais sobre o assunto. Em vez disso, ficou super carinhoso comigo a manhã toda, o que eu adorei. Almoçamos no mesmo lugar do dia anterior, e depois de tomar banho no apartamento, demos um passeio pelo local (adoro passear pelas lojinhas de souvenirs de verão). Comprei uns vestidos e uns sapatos combinando, além disso, meu marido me deu uma bolsa lindíssima, e voltamos para o apartamento, já no final da tarde, felizes.
- Te amo! - disse abraçando ele - Obrigada pela bolsa. Agora no apartamento eu faço o que você pedir.
Ao chegar no apartamento, começamos a nos beijar, ele pegou a venda e cobriu meus olhos.
- Que malvado você é... - disse excitada
Então, ouvi as cortinas da janela se abrindo.
- Ah não, isso não. Você tá louco? - disse
- Shiiii, você disse que faria o que eu quisesse.
- E se aqueles dois nos virem?
- E se eles te viram antes de ontem? Ontem você deixou eles muito excitados. Agora será você que não vai saber se, enquanto te como, estão te vendo...
Não sei porquê, mas essas palavras fizeram eu esquecer da janela, senti um choque no clitóris, fui invadida por um desejo imenso pelo meu marido...
- Porra, como você me deixa excitada - disse me jogando sobre ele
Ele tirou meu vestido, me despiu e me deitou na cama. Ficou chupando cada canto do meu corpo por um bom tempo... Começamos a fazer amor, eu estava fora de mim, adorei. Ele me colocou de quatro, eu ainda estava de olhos vendados... pensei que talvez ele fosse pegar o vibrador de novo, pensei que talvez fosse colocar na minha boca pra eu chupar... pensei no Rafa, não pude evitar, mas não senti remorsos, estava excitadíssima e meu marido estava me dando muito prazer... Em um certo momento, ele parou de me montar e notei que se deitou. Ele me guiou para que me sentasse em cima dele. Senti o pau dele penetrando em mim, comecei a me mexer. Adorava sentir todo o membro dele dentro de mim, ele se recompôs um pouco para chegar e chupar meus peitos, o que me excita demais.
- Você gosta, amor? - ele me disse -
- Porra, sim, sim...
- E se algum vizinho estiver nos olhando?
Porra, eu tinha esquecido da janela grande, mas a transa estava sendo ótima, eu não ligava pra nada...
- Mmmmm... não para, porra, que gostoso
- E se algum deles estiver se acabando de ver como você me come?
Porra, que chato ele era, mas eu não ligava, definitivamente estava gostando muito, tinha pensado no Rafa, estava fora de mim...
- Então que olhe, porra, que gostoso... que olhe se quiser...
Eu estava fora de mim, estava quase gozando...
- Deixa eu tirar sua venda, amor... - ele disse, enquanto puxava a venda para baixo...
Abri os olhos e fiquei petrificada. A janela grande, aberta. Na varanda em frente, Rafa, sentado, pelado, com o pau duro, batendo uma pra cima e pra baixo, com seus olhos verdes fixos em mim. Eu, exposta, prestes a gozar, com o pau do meu marido dentro de mim. O filho da puta do Jorge tinha jogado magistralmente. Para minha surpresa, fiquei excitada. Me excitou ver o pau daquele gostoso, ver como ele se masturbava nos olhando. Peguei um peito, mordi o lábio, olhei para ele (o Rafa) com lascívia. Fechei os olhos, recostei no meu marido, e comecei a me mexer, imaginando que era o membro daquele jovem que eu estava cavalgando, que estava gozando... gozei, tive um orgasmo intensíssimo, como não lembrava há muito tempo. Me levantei, olhei para o Rafa, que continuava se masturbando, agora mais rápido. Olhei para meu marido, que me sorria com tesão, o grande safado. Beijei ele, e enquanto fazia isso comecei a me mexer, disposta a fazê-lo gozar dentro de mim. Logo ele estremeceu, e consegui que ele gozasse...
Ficamos abraçados um tempo, e ao olhar para a janela, vi que o Rafa já não estava mais. Meu marido se... Ele levantou para fechar as cortinas e foi tomar banho. Nenhum dos dois comentou nada sobre o que aconteceu. Pouca coisa aconteceu naquela noite. Saímos para jantar e voltamos cedo, cansados do dia.
No dia seguinte (era o penúltimo dia), fomos novamente à praia. Dessa vez os vizinhos estavam lá, deitados no mesmo lugar de dois dias atrás. Pensei que meu marido talvez ficasse mais contido, talvez não falasse nada com eles por causa do que aconteceu no dia anterior. Mas para minha surpresa, ele foi direto até eles:
- Oi gente, tudo bem? Podemos deitar aqui com vocês?
- Claro, Jorge, sem problema - disse Rafa.
Meu marido olhou para mim. Primeiro perguntou aos garotos, depois buscou minha aprovação. Definitivamente, meu marido estava brincando com fogo e ia se queimar. Eu não ia ser a recatada que cortaria o barato. Queria brincar? Então brincaríamos, pensei. Sorri para ele e coloquei minha toalha ao lado dos rapazes. Tirei o vestido, ficando novamente de topless e com aquele micro biquíni. Jorge deitou ao meu lado. Não pensava em me conter nem um pouco, meu marido tinha procurado por isso...
- E aí, gente? Teve mais sorte ontem à noite? - perguntei.
- Nem pensar - disse Isra - nada mesmo, nessas férias não vamos comer ninguém, hahaha.
- Bom, pelo menos alguém aliviou ontem à noite - disse, olhando diretamente para Rafa. O garoto não se fez de rogado:
- Caralho, gata, eu curti muito ver vocês. Esse trouxa do Isra tava dormindo e não acreditou quando eu contei...
- Bom, somos todos adultos e estamos aqui para nos divertir... - como disse, meu marido queria jogo? Então toma jogo, pensei - Querido... - disse, olhando para ele - passa protetor em mim?
- Deixa que eles passam, eu vou entrar na água que tô com calor.
Maldito doido, pensei. Então você vai ver.
Meu marido entrou na água e eu me deitei de bruços. Imediatamente tinha um rapaz de cada lado, um passando protetor nas minhas pernas, outro nas minhas costas. Sentir as mãos deles me arrepiou a pele, me excitei. Além disso, as mãos que acariciavam minhas pernas chegaram até minha bunda e eu sentia os dedos roçando minha bucetinha. Com quatro mãos, eles se divertiram na minha bunda... um bom tempo. Virei-me, sem dizer nada, e pude ver os volumes nas sungas deles. Meus mamilos também estavam denunciando minha excitação. Já não pensava em nada. Os garotos tocaram tudo o que quiseram, me deixei levar. Depois de um tempo, disse que bastava, já estava bem passada. Um —uffffff— da parte do Rafa foi tudo o que disseram, voltando pros seus lugares. Dez minutos depois de deitada, tomando sol e pensando na vida, fui em direção à água, com meu marido. Abracei e beijei ele.
—Caralho, gata… te passaram bem…
—Tá com ciúmes ou o quê?
—Que nada, já te disse que isso me deixa com tesão…
Definitivamente, ele me deixou pirada. Uma coisa era fantasiar, outra era o que estava acontecendo…
—E até onde você quer que isso vá, amor?
—Até onde você tá disposta a ir?
Podia ser uma pergunta capciosa, mas decidi ser sincera:
—Eu tô insegura. Mas os garotos têm certeza. Enquanto esfregavam protetor nas minhas pernas, nas costas… curtindo minha bunda… não se seguraram nem um pouco. E, pra falar a verdade, me excitou. Eles também, a julgar pelo tamanho dos volumes na sunga…
—E você, como se sente?
Me aproximei pra sussurrar no ouvido dele:
—Tô molhada, super excitada…
—Pois olha eu… —ele levou minha mão até a virilha dele. A pica tava dura que nem pedra. Caralho, definitivamente a situação deixou meu marido excitado—
Nos beijamos. Eu tava com medo, olhei pra ele com insegurança…
—Amor, o que você quiser. O que acontece em Ibiza, fica em Ibiza —ele disse, me beijando de novo…
Passamos o resto da manhã muito à vontade, entre risadas e flertes. Dessa vez, comemos os quatro juntos e decidimos continuar na praia… meu marido, claro, tirou sua soneca. Fiquei com os garotos tomando sol, fumando, jogando cartas, jogando peteca. A verdade é que eles me fizeram sentir super à vontade, não me deixaram desconfortável nem um pouco. Os olhares deles, principalmente os do Rafa, já não me incomodavam, pelo contrário, me sentia mais jovem, mais sexy do que nunca. Meu maridinho acordou quando a gente tava na água. Ele veio com a gente, Nadamos, brincamos, e a tarde passou voando.
De volta ao hotel, sugeri irmos jantar juntos. Por que não? Estávamos nos divertindo muito. Os caras não hesitaram em aceitar. Enquanto tomávamos banho, meu marido começou a me beijar, a chupar meus peitos, a tocar minha buceta…
— O que você tá tramando, meu amor…?
Nossa, agora ele ia dar pra trás? A verdade é que eu não tava tramando nada, só me sentia solta, excitada, feliz… Eu tava adorando aquela viagem, o que tava acontecendo. Não queria ficar pensando demais, além do mais, tinha sido ele quem propiciou tudo desde o começo. Então minha resposta não podia ser outra:
— O que acontece em Ibiza, fica em Ibiza… — foi minha resposta, enquanto descia beijando seu torso, sua barriga, até chegar no pau dele e dar uma chupada até o final.
Jantamos numa mesinha de bar do lugar, entre cervejas e uns vinhos. Quando a janta acabou, a conversa na mesa foi ficando mais pesada. Os caras não paravam de me elogiar. Já não se seguravam muito, estavam dando em cima de mim, mas não me incomodava, e pelo que via no meu marido, ele também não se importava. Em certo momento, Rafa soltou:
— Porra, gata, desde que te vi transando com seu marido ontem, não paro de querer te comer também.
— E eu… — disse Isra.
— Calma, rapaziada — interveio meu marido — a gente nunca fez isso antes. A viagem tá ficando muito gostosa por causa de vocês, mas se querem algo mais com minha rainha, têm que merecer. Por enquanto, acho que não estão indo mal. Depende mais dela do que de mim, como a noite vai terminar.
Nossa, então essa era a resposta dele? Ele definitivamente tava disposto a ir até onde eu quisesse? Não sei se foi o álcool, a excitação desses dias, o olhar do Rafa… mas não hesitei em responder:
— Por que a gente não vai pro apartamento tomar mais uns drinks?
Já tava tudo dito, pensei. Ainda não acreditava, mas…
Chegamos no apartamento, e Jorge serviu uns drinks. Isra e Rafa sentaram num sofá, e meu marido e eu em outro. Parecia que o clima do jantar tinha se dissipado, estávamos todos meio travados, mas então o Jorge começou a me beijar, acariciando minha coxa por baixo do vestido. Eu estava em pânico, quase me jogando pra trás, sentia a boca seca, o coração prestes a saltar pela boca…
—Relaxa, vida minha. — ele me acalmou — Te amo.
Continuamos nos beijando. Ele começou a acariciar meus seios por cima do vestido. Me virei pros caras. Os dois estavam se esfregando o pacote por cima da calça, com cara de êxtase.
—Coloca a venda em mim… — sussurrei pro meu marido, quase sem conseguir falar de nervos, de excitação —
Ele me vendou os olhos. Senti ele me beijar de novo. Minha mão já foi direto pro pau dele, sem cerimônia, senti ele duro por cima da calça. Então senti beijos no meu pescoço, senti umas mãos abaixando meu vestido, deixando meus seios à mostra. Senti uma boca num mamilo, lambendo, chupando. Senti outra boca no outro mamilo. Nossa, era incrível. A mão do meu marido agarrou a minha e a levou até o pacote do cara ao lado. Pra minha surpresa, não toquei em tecido de calça, mas sim agarrei um pau um pouco mais grosso que o do meu marido. Comecei a punhetar, e não demorei pra descer e chupar. Senti mãos atrás de mim, me convidando a tocar outro pau. Não hesitei em abandonar o pau que estava saboreando, pra experimentar o outro. Eu estava fora de mim, muito excitada. Os nervos tinham dado lugar a uma sensação de desinibição. Acho que a venda tava jogando a meu favor. Não sabia de quem eu tava chupando. Me guiaram até a cama e me despiram.
Enquanto alguém começou a comer minha bucetinha… e meu Deus, como ele fazia, só sabia que não era meu marido… eu me dediquei a chupar, a lamber os dois paus que estavam ao meu alcance: o do meu marido e outro. O Rafa disse que ia gozar, aí soube que o outro pau era dele. Deixei ele gozar nos meus seios, enquanto eu tinha um superorgasmo por causa da língua do Israel. Depois me colocaram de quatro, começaram a me foder enquanto eu chupava um pau, devia ser o do Israel, porque o Rafa já tinha gozado e não era o do meu marido.
- Quer que eu te foda, Isra, querida? - me perguntou o Jorge.
- Porra, sim...
Trocamos de posição, e enquanto eu chupava o meu marido, percebi que quem estava me penetrando era o Israel. E puta que pariu, como ele se mexeu, eu estava gostando muito. Meu marido me avisou que ia gozar, e eu senti o esperma jorrando na minha boca. Nunca tinha feito isso, mas engoli, estava fora de mim.
Para minha surpresa, meu marido saiu e senti outro pau duro me convidando para ser chupado. Devia ser o Rafa, então enquanto o Isra continuava me fodendo por trás, eu já estava chupando de novo, sem parar, com o gosto do sêmen do meu marido ainda na garganta.
O Israel gozou, senti o pau dele pulsando na minha bucetinha, e isso me provocou outro orgasmo gostoso.
Aquela noite, não lembro quantos orgasmos eu tive. Eles me deram duro por muito tempo, em várias posições, agora um, agora outro, até fizemos a dupla penetração que, às vezes, eu tinha imaginado como seria. Foi incrível, acabei exausta.
- Não aguento mais! - admiti depois de gozar pela enésima vez...
Levantei e fui ao banheiro mijar, me limpar um pouco, meu corpo estava mole. Saindo do banheiro, com a sensação de ter corrido uma maratona, só encontrei meu marido. Beijei ele, já com sono, e me joguei na cama. Dormi profundamente na hora.
No dia seguinte, quando acordei, fui tomada por um medo, uma sensação de culpa, que sumiu quando meu marido entrou no quarto com o café da manhã numa bandeja:
- Querida, o que acontece em Ibiza fica em Ibiza. Eu gostei, muito. Gostei porque te vi gozar como nunca. E porque não foi algo forçado, aconteceu naturalmente. Nada muda meu amor por você, e espero que não mude o seu por mim. Sexo é sexo. Te amo.
Olhei para ele emocionada, tinha um marido que eu não mereço. - Te amo! - falei, e o beijei.
—Fique à vontade, amor. Vamos aproveitar esses dias. Vou tirar todos os nossos brinquedos sexuais e deixar ao lado da cama. Quando quisermos foder, vamos foder, se quisermos comer, comemos, e se quisermos dormir, dormimos.
Sorri para ele, estava feliz. Sabia como meu marido é tarado, o quanto ele gosta de fantasiar sexualmente. Sabia o quanto ele adora que eu me exiba, sempre me sugere vestidos ousados, gosta que outros possam me observar. Uma coisa eu tinha clara, tinha refletido muito sobre isso: nessa viagem, eu pensava em dar ao meu marido toda a safadeza que eu pudesse. Queria ver até onde ele pretendia ir. Estava um pouco cansada, na verdade, das suas insinuações, e ia dar uma lição nele. Talvez eu o assustasse, ele mesmo me frearia. E se ele curtisse, aí eu mesma pararia… hehe. Entrei no banheiro e coloquei a parte de baixo de um micro-biquíni que meu marido me tinha dado uma vez, e eu não tinha tido coragem de usar. Me olhei no espelho, a verdade é que cobria bem minha buceta.

mas pela parte de trás deixava ver uma boa parte da minha bunda. Parecia um fio-dental, sem chegar a ser. Eu me sentia bem, dava pra ver os meses de academia, tinha perdido uns quilos e não me achava tão mal assim. Saí do banheiro, e meu marido ficou me olhando com aquele olhar que me deixa tão excitada. Sorri de modo provocante:— Vamos pra praia ou o quê?
— Garota, as cortinas estão abertas, se tiver alguém no apartamento da frente, vão te ver de peitos pra fora.
— Que importa, aqui ninguém nos conhece.
Ele se aproximou e me beijou. Começamos a nos amassar. Ele me jogou na cama, começou a chupar meus peitos, eu gemía, o desejo estava no máximo. Ele desceu pelo meu ventre, afastou minha parte de baixo do biquíni e começou a chupar minha bucetinha depilada. Depois de um tempo, ele tirou a sunga, colocou uma camisinha e me penetrou, com muita fúria. Eu estava ansiosa por ele, e ele por mim. Eu estava gozando, gosto muito quando o Jorge me possui com tanta vontade. Ele começou a sussurrar sacanagens no meu ouvido. Se eu estava gostando de como ele me comia, se eu sentia falta do pau dele. Ele disse que se algum adolescente espiasse pela janela da frente, com certeza ia se masturbar me olhando, olhando aqueles peitos deliciosos que eu tenho, vendo como ele me fodia. Eu tinha esquecido da janela grande, na verdade, a possibilidade de sermos vistos não me agradava… mesmo assim, estava gozando muito e não quis parar. Ele gozou, e eu vim ao mesmo tempo. Tinha sido uma transa rápida, selvagem. A ansiedade que a gente sentia um pelo outro, suponho.
Depois de um tempo descansando deitados, ele disse:
— Que tal, amor?
— Uff…
— Você gostou?
— Siiim — ele me beijou —
— Vi que você gozou, assim que eu mencionei o adolescente e a masturbação. Exibicionista! hahaha
Jorge e seus joguinhos, pensei. Ele queria brincar? Pois eu ia satisfazê-lo. A transa me tinha deixado com tesão, e como estávamos a muitos quilômetros de onde morávamos, pensei em deixar meu marido aproveitar, aliás, ia fazer ele aproveitar ainda mais:
— Bom, a gente veio pra curtir e fantasiar, né? Vamos ver o que esse passeio reserva…
Percebi que o comentário o deixou pensativo. Eu ri. nos meus pensamentos, hahaha. Tinha deixado ele meio sem reação.
- Vamos pra praia antes de almoçar? - ele propôs.
- Vamos, eu disse.
Preparamos tudo e fomos pra lá. Levei o mesmo biquíni, sem a parte de cima, só com um vestido de praia por cima, branco, que deixava meus mamilos à mostra. O olhar que meu marido me deu me deixou com um tesão da porra. Enfim, se eu visse olhares indiscretos ou me sentisse desconfortável, sempre poderia mudar de ideia.
Chegamos na praia, estendemos as toalhas e o guarda-sol, e fiquei de topless. Passei protetor no meu marido, e ele começou a passar em mim. Primeiro de bruços, gostei do jeito que ele caprichou nas minhas pernas, na minha bunda, adorei o toque dos dedos dele na minha bucetinha, que mesmo com o biquíni, já sentia molhada. Quando me virei, ele continuou passando o protetor, de novo as mãos dele roçavam minha bucetinha ao esfregar minhas pernas. Depois, ele caprichou bem nos meus peitos. Eu estava de olhos fechados, e curti, pra ser sincera. Depois ele foi pra água, e eu fiquei relaxada, tomando sol. Alguns minutos se passaram quando uma voz me fez abrir os olhos:
- Licença, você tem fogo?
Me apoiei nos cotovelos e tive que colocar uma mão em viseira, porque mesmo com os óculos escuros, não conseguia ver direito quem tinha me perguntado. Pude observar um rapaz com um cigarro na boca. Era muito gato, moreno, cabelo curto, barba por fazer, olhos verdes. Devia ter uns vinte e cinco anos, e um físico, é bom reconhecer, bem cuidado, de academia. Sem estar exageradamente musculoso, dava pra ver os abdomens definidos, era sarado. Uma olhada pra água, e reparei no meu marido, não muito longe (não tinha muita gente), olhando pra gente. Sim, estava convencida de que ele estava olhando pra mim. "Você queria que eu me exibisse, não é?" - pensei - "Então você vai curtir, Jorge". O lógico teria sido me virar, procurar o isqueiro na bolsa, e dar pro rapaz. Mas me enchi de coragem… o pior que podia acontecer era o garoto rir de mim… me ajoelhei, me virei, e ao me abaixar pra fuçar na bolsa, me certifiquei de que deixei a bunda bem empinada na direção do rapaz. Foram uns segundos, não vi a reação dele. Ao me levantar, estendi o isqueiro.
- Obrigado, gata - disse enquanto acendia o cigarro - É bom encontrar mulheres com fogo, mas principalmente bonitas, na praia.
- Obrigada, moço - sorri enquanto ele me devolvia o isqueiro -
- Me chamo Rafa, prazer.
Ele se abaixou para me dar dois beijos, mas eu me levantei para não ser mal-educada.
- Eu sou Carla.
- Tá sozinha?
- Não, vim com meu marido, estamos de férias. Finalmente deixamos as crianças e fugimos pra curtir um pouco.
- Caralho, mas olhando pra você não acredito que já seja mãe…
- Ah para, moço, que exagerado você é, dá pra ver que é andaluz…
- Sim, de Málaga… vim com meu amigo Isra - fez um sinal para um rapaz que se aproximava. Não era tão bonito quanto o Rafa, mas não era feio.
- Prazer, sou Isra - me deu dois beijos -
- Eu sou Carla.
Surreal, pensei. Lá estava eu, de topless, conversando com dois gostosos que pareciam querer me pegar. Meu marido, na água, não perdia um detalhe. Os rapazes me contaram que estavam hospedados num apartamento na região, me recomendaram lugares pra comer… a verdade é que foram muito agradáveis e com salero, me arrancaram algumas risadas. Soltaram alguns elogios sutis, mas sem me deixar desconfortável. Depois de um tempo, se despediram, e eu fui para a água.
- Que luxo de água, amor - disse Jorge quando cheguei perto dele -
- Siii, que gostoso - disse abraçando e beijando ele -
- Seus mamilos estão duros… tá com frio?
- Não.
- Então…? Tá excitada, minha safadinha? - disse enquanto agarrava minha bunda e me puxava pra perto dele.
- mmmmmm. - sussurrei pra ele -
- Não terá nada a ver com aqueles garotos com quem você tava conversando, né? - perguntou maliciosamente -
- mmmmmm - sorri pra ele -
- Vamos, me conta.
- São dois garotos de Málaga. Com muito salero. Tão aqui de férias. O que veio falar comigo… - fiquei em dúvida, sabia que meu marido fantasiava com essas coisas, mas não queria deixá-lo desconfortável, que se enfadara– você não vai ficar com ciúmes?
– Porra, gata, o que essas situações fazem comigo é tesão, e se não acredita, pega no meu pau.
Agarrei o pacote dele, que já estava durão… Caralho, que homem, pensei.
– Mmmmm – disse – então, como ia dizendo, o que chegou perto, tá um gostoso. E pensei: porra, com o garoto. Aí, ele me pediu fogo, e eu decidi dar uma provocada, empinando a bunda na direção dele…
– Eu vi, amor, e fiquei com muito tesão…
– Ahã… – sorri pra ele – sabia que você tava olhando, e que você gosta que me olhem…
– Você nem imagina o olhar que o moleque te deu…
– Ah, é?… – falei enquanto beijava ele – porra, então a ideia me excita… Enfim, ele se apresentou, o nome é Rafa, tão aqui de férias com o amigo (que se apresentou depois) Israel. Eles são muito engraçados, eu contei que tô aqui com você. Eles ficaram me contando coisas da região, e me deram uns elogios. Até notei como me olhavam com desejo… enfim, deram um up na minha autoestima, você nem imagina. E aí eu disse que ia pro água com você, e eles foram embora.
Nesse momento, ele me puxou pra perto, e eu senti como ele tava duro. Beijei ele com tesão e disse: – Amor, parece que alguém gosta que olhem pra sua mulher.
– Pois é, não sinto ciúmes, só orgulho de ter uma gostosa dessas. Acho que vão ser férias interessantes…
Não aconteceu muito mais aquela manhã na praia. Depois de um tempo, entrando, saindo, jogando frescobol e tomando sol, decidimos almoçar numa esplanada. Ao irmos, dei tchau pros garotos, e pra minha surpresa, meu marido foi até eles e se apresentou. Vendo que ele tava de boa, eles relaxaram e Israel soltou:
– Você tem um monumento de mulher, Jorge.
– Eu sei – respondeu piscando o olho.
Não é que no final era verdade mesmo que meu marido ficava excitado me exibindo. Bom, pra falar a verdade, a experiência não tinha sido nada ruim, eu tinha me divertido.
Almoçamos, conversando sobre coisas banais, e voltamos pro apartamento. Eu fui Para o banho, eu estava com tesão, chamei meu marido. O filho da puta preferiu tirar uma soneca. Em parte era normal nele, sempre depois do almoço ele dormia um pouco. Mas eu fiquei deixando a água escorrer pelo meu corpo nu, o sol, aqueles garotos, a poeira daquela manhã, uma mistura de tudo, me deixou excitada. Saí do chuveiro, me sequei e coloquei um fio dental, com um vestidinho de alcinhas por cima. Me vi no espelho, o vestido era justo, deixava entrever meus seios e meus mamilos. Mas não era justo o suficiente para não deixar meus seios aparecerem se eu me abaixasse o bastante. Além disso, era curtinho, se eu levantasse um pouco os ombros dava para ver parte da bunda. Sim, estaria ao gosto do meu marido quando ele acordasse. Se eu não o acordasse, pulando em cima dele e transando com ele, que era o que eu estava a fim. Saí do banheiro, e quando ia acordar meu marido, umas batidinhas na janela do jardim me assustaram. Me virei, e para minha surpresa, quem batia na janela era o Rafa, sorrindo. Por um momento pensei que fosse um psicopata, que nos tinham seguido desde a praia. Mas o olhar dele não transmitia loucura, apenas simpatia com um sorriso, aquele sorriso tão bonito que já me deixou meio embasbacada na praia. Fui abrir:
— O que você faz por aqui?
— Puta que pariu, Carla, você não vai acreditar, somos seus vizinhos.
— Não brinca! — Na hora me veio logo à cabeça a transa matinal com meu marido —
— Que coincidência, hein?
O Isra saiu do apartamento dele com duas cervejas e sentou na varanda.
— E aí, Carla? Uma cervejinha?
— É, vem com a gente — disse o Rafa enquanto ia sentar com o Isra.
Fiquei encostada na janela, deixando que aqueles garotos me vissem com aquele vestidinho que eu estava usando. Dava para ver como mais de um olhar ia para meus seios, para minhas pernas.
— Não sei, rapazes, eu ia acordar meu marido…
— Deixa ele descansar, vem com a gente — o Isra riu —
— Ei, o que foi? — meu marido anunciou a chegada, tinha acordado —
Me virei para Cumprimentei meu marido, e adorei ver a cara dele ao me ver com aquele vestido…
- Olha que coincidência, quem temos como vizinhos. Os garotos da praia.
- Buceta, Isra e Rafa, né? E aí?
- Aqui sua esposa, que convidamos para uma cerveja, mas ela não quer.
- Porque para ela shandy, para mim cerveja - disse, aproximando nossas cadeiras das deles.
Rafa logo entrou e voltou com uma shandy para mim e uma cerveja para meu marido. Pois é, meu marido estava mesmo a fim. Ele tinha acabado de me ver vestida daquele jeito, mas preferiu sentar para tomar cerveja com aqueles dois em vez de me comer. Pois ele ia se arrepender, ou eu ia deixá-lo excitado, ou ia deixá-lo com ciúmes. Exatamente como estava vestida, sentei para tomar o shandy. As pernas cruzadas impediriam de ver o fio dental, mas ao me sentar, metade da minha bunda ficou à mostra. Além disso, ao esticar o braço para pegar a bebida, vi como os olhos de Rafa se perdiam por baixo do meu braço, sem dúvida vendo meus peitos. Seguiram mais cervejas e mais shandys, e passamos umas três horas muito agradáveis e divertidas. Eles eram uns garotos muito legais. Entre uma risada e outra, percebia como os garotos de vez em quando perdiam o olhar para os meus peitos, para minhas pernas, para minha bunda. Mas o álcool me desinibiu, e ver os olhares do meu marido… caralho, como isso me excitava. Chegamos a pegar tanta intimidade, que a conversa ficou mais picante, os garotos cada vez se seguravam menos, apesar da presença do meu marido… já que ele parecia não se importar. Eu estava surpresa.
- Bom, nós vamos tomar banho e sair por aí. Vocês não animam?
- Não - respondi antes que meu marido se empolgasse - Nós vamos ficar descansando…
- Sim, sim, descansar ou foder que nem loucos, agora que estão sem as crianças - disse Rafa, tamanha era a intimidade que pegamos em pouco tempo.
- Beeem - respondeu Jorge - vocês com certeza vão pegar alguém.
- Espero que sim - disse Isra - porque o tesão já estamos com ele - disse piscando o olho para mim.
- Hahaha, duvido - sorri para ele.
Tinha que admitir que Esses "jogos", esses olhares com os rapazes e meu marido, principalmente com o Rafa, junto com o álcool que tomei... pois é, não tinham me desagradado. Se antes eu estava excitada, agora estava mais ainda. Mas cortei porque queria foder logo com meu marido, estava com muita vontade dele.
Assim nos despedimos, e enquanto Jorge tomava banho, preparei um jantarzinho (com coisas do supermercado) na sala. Jantamos à vontade, bebemos mais. Naquela noite, ele me vendeu os olhos e tirou todo o arsenal de brinquedos. Fodemos muito gostoso. Quando ele me colocou de quatro, com os olhos vendados, me fodendo por trás, colocou um consolo na minha boca...
– Chupa outro pau, minha putinha... Esses dois rapazes te deixaram com tesão hoje? Não tiravam os olhos de você... Com certeza, se forem foder hoje, vão pensar na senhora sexy do apartamento ao lado...
– Mmmmmmmm – Gemi – Sim, sim, sim... – enquanto agarrava o pau diante das suas investidas.
– Você gostaria que esse pau fosse o do Rafa, né?
Pois é, com os olhos vendados, estava pensando nele, o gostosinho tinha entrado pelo meu olhinho direito...
– Ooohh, sim – disse perdida de desejo, e enfiei o consolo na boca imaginando que estava chupando o Rafa, imaginando seu torso perfeito, seus olhos verdes...
– Você gostaria que fosse o Rafa quem te fode por trás?
Meu marido não se segurava nem um pouco, suas palavras me excitavam...
– Mmmmmmm – disse.
Senti ele gozar, e gozei ao mesmo tempo. Foi glorioso.
Depois de descansar um pouco, não conseguia tirar o Rafa da cabeça, me surpreendia com o quanto aquela foda me tinha excitado, imaginando ele com a gente. Nos nossos jogos, nunca colocava rosto num terceiro, mas dessa vez sim. Me preocupava, mesmo que ele desse abertura pro jogo, que meu marido sentisse ciúmes. Olhei pra ele e perguntei:
– Com ciúmes, amor?
– Não – me olhou nos olhos – mais com tesão do que nunca, e feliz. Te amo.
– Eu também te amo.
– Vamos ver o que acontece amanhã.
……………
No dia seguinte, aproveitamos a praia novamente de manhã. Mas não encontramos o Isra e o Rafa. Continuei fazendo topless, aproveitando o sol. Em um momento em que fiquei pensativa, Jorge me cutucou:
- Eles devem estar de ressaca
- Quem?
- Israel e Rafa
Caralho, meu marido, que chato ele estava ficando. A verdade é que eu não tinha pensado neles a manhã toda. Comecei a ficar irritada, parecia que meu marido estava indo com tudo...
- Eu não estava pensando neles
- Só por via das dúvidas, hahahaha
- Amor, não brinque com fogo...
Pareceu que meu marido entendeu a mensagem. Ele não falou mais sobre o assunto. Em vez disso, ficou super carinhoso comigo a manhã toda, o que eu adorei. Almoçamos no mesmo lugar do dia anterior, e depois de tomar banho no apartamento, demos um passeio pelo local (adoro passear pelas lojinhas de souvenirs de verão). Comprei uns vestidos e uns sapatos combinando, além disso, meu marido me deu uma bolsa lindíssima, e voltamos para o apartamento, já no final da tarde, felizes.
- Te amo! - disse abraçando ele - Obrigada pela bolsa. Agora no apartamento eu faço o que você pedir.
Ao chegar no apartamento, começamos a nos beijar, ele pegou a venda e cobriu meus olhos.
- Que malvado você é... - disse excitada
Então, ouvi as cortinas da janela se abrindo.
- Ah não, isso não. Você tá louco? - disse
- Shiiii, você disse que faria o que eu quisesse.
- E se aqueles dois nos virem?
- E se eles te viram antes de ontem? Ontem você deixou eles muito excitados. Agora será você que não vai saber se, enquanto te como, estão te vendo...
Não sei porquê, mas essas palavras fizeram eu esquecer da janela, senti um choque no clitóris, fui invadida por um desejo imenso pelo meu marido...
- Porra, como você me deixa excitada - disse me jogando sobre ele
Ele tirou meu vestido, me despiu e me deitou na cama. Ficou chupando cada canto do meu corpo por um bom tempo... Começamos a fazer amor, eu estava fora de mim, adorei. Ele me colocou de quatro, eu ainda estava de olhos vendados... pensei que talvez ele fosse pegar o vibrador de novo, pensei que talvez fosse colocar na minha boca pra eu chupar... pensei no Rafa, não pude evitar, mas não senti remorsos, estava excitadíssima e meu marido estava me dando muito prazer... Em um certo momento, ele parou de me montar e notei que se deitou. Ele me guiou para que me sentasse em cima dele. Senti o pau dele penetrando em mim, comecei a me mexer. Adorava sentir todo o membro dele dentro de mim, ele se recompôs um pouco para chegar e chupar meus peitos, o que me excita demais.
- Você gosta, amor? - ele me disse -
- Porra, sim, sim...
- E se algum vizinho estiver nos olhando?
Porra, eu tinha esquecido da janela grande, mas a transa estava sendo ótima, eu não ligava pra nada...
- Mmmmm... não para, porra, que gostoso
- E se algum deles estiver se acabando de ver como você me come?
Porra, que chato ele era, mas eu não ligava, definitivamente estava gostando muito, tinha pensado no Rafa, estava fora de mim...
- Então que olhe, porra, que gostoso... que olhe se quiser...
Eu estava fora de mim, estava quase gozando...
- Deixa eu tirar sua venda, amor... - ele disse, enquanto puxava a venda para baixo...
Abri os olhos e fiquei petrificada. A janela grande, aberta. Na varanda em frente, Rafa, sentado, pelado, com o pau duro, batendo uma pra cima e pra baixo, com seus olhos verdes fixos em mim. Eu, exposta, prestes a gozar, com o pau do meu marido dentro de mim. O filho da puta do Jorge tinha jogado magistralmente. Para minha surpresa, fiquei excitada. Me excitou ver o pau daquele gostoso, ver como ele se masturbava nos olhando. Peguei um peito, mordi o lábio, olhei para ele (o Rafa) com lascívia. Fechei os olhos, recostei no meu marido, e comecei a me mexer, imaginando que era o membro daquele jovem que eu estava cavalgando, que estava gozando... gozei, tive um orgasmo intensíssimo, como não lembrava há muito tempo. Me levantei, olhei para o Rafa, que continuava se masturbando, agora mais rápido. Olhei para meu marido, que me sorria com tesão, o grande safado. Beijei ele, e enquanto fazia isso comecei a me mexer, disposta a fazê-lo gozar dentro de mim. Logo ele estremeceu, e consegui que ele gozasse...
Ficamos abraçados um tempo, e ao olhar para a janela, vi que o Rafa já não estava mais. Meu marido se... Ele levantou para fechar as cortinas e foi tomar banho. Nenhum dos dois comentou nada sobre o que aconteceu. Pouca coisa aconteceu naquela noite. Saímos para jantar e voltamos cedo, cansados do dia.
No dia seguinte (era o penúltimo dia), fomos novamente à praia. Dessa vez os vizinhos estavam lá, deitados no mesmo lugar de dois dias atrás. Pensei que meu marido talvez ficasse mais contido, talvez não falasse nada com eles por causa do que aconteceu no dia anterior. Mas para minha surpresa, ele foi direto até eles:
- Oi gente, tudo bem? Podemos deitar aqui com vocês?
- Claro, Jorge, sem problema - disse Rafa.
Meu marido olhou para mim. Primeiro perguntou aos garotos, depois buscou minha aprovação. Definitivamente, meu marido estava brincando com fogo e ia se queimar. Eu não ia ser a recatada que cortaria o barato. Queria brincar? Então brincaríamos, pensei. Sorri para ele e coloquei minha toalha ao lado dos rapazes. Tirei o vestido, ficando novamente de topless e com aquele micro biquíni. Jorge deitou ao meu lado. Não pensava em me conter nem um pouco, meu marido tinha procurado por isso...
- E aí, gente? Teve mais sorte ontem à noite? - perguntei.
- Nem pensar - disse Isra - nada mesmo, nessas férias não vamos comer ninguém, hahaha.
- Bom, pelo menos alguém aliviou ontem à noite - disse, olhando diretamente para Rafa. O garoto não se fez de rogado:
- Caralho, gata, eu curti muito ver vocês. Esse trouxa do Isra tava dormindo e não acreditou quando eu contei...
- Bom, somos todos adultos e estamos aqui para nos divertir... - como disse, meu marido queria jogo? Então toma jogo, pensei - Querido... - disse, olhando para ele - passa protetor em mim?
- Deixa que eles passam, eu vou entrar na água que tô com calor.
Maldito doido, pensei. Então você vai ver.
Meu marido entrou na água e eu me deitei de bruços. Imediatamente tinha um rapaz de cada lado, um passando protetor nas minhas pernas, outro nas minhas costas. Sentir as mãos deles me arrepiou a pele, me excitei. Além disso, as mãos que acariciavam minhas pernas chegaram até minha bunda e eu sentia os dedos roçando minha bucetinha. Com quatro mãos, eles se divertiram na minha bunda... um bom tempo. Virei-me, sem dizer nada, e pude ver os volumes nas sungas deles. Meus mamilos também estavam denunciando minha excitação. Já não pensava em nada. Os garotos tocaram tudo o que quiseram, me deixei levar. Depois de um tempo, disse que bastava, já estava bem passada. Um —uffffff— da parte do Rafa foi tudo o que disseram, voltando pros seus lugares. Dez minutos depois de deitada, tomando sol e pensando na vida, fui em direção à água, com meu marido. Abracei e beijei ele.
—Caralho, gata… te passaram bem…
—Tá com ciúmes ou o quê?
—Que nada, já te disse que isso me deixa com tesão…
Definitivamente, ele me deixou pirada. Uma coisa era fantasiar, outra era o que estava acontecendo…
—E até onde você quer que isso vá, amor?
—Até onde você tá disposta a ir?
Podia ser uma pergunta capciosa, mas decidi ser sincera:
—Eu tô insegura. Mas os garotos têm certeza. Enquanto esfregavam protetor nas minhas pernas, nas costas… curtindo minha bunda… não se seguraram nem um pouco. E, pra falar a verdade, me excitou. Eles também, a julgar pelo tamanho dos volumes na sunga…
—E você, como se sente?
Me aproximei pra sussurrar no ouvido dele:
—Tô molhada, super excitada…
—Pois olha eu… —ele levou minha mão até a virilha dele. A pica tava dura que nem pedra. Caralho, definitivamente a situação deixou meu marido excitado—
Nos beijamos. Eu tava com medo, olhei pra ele com insegurança…
—Amor, o que você quiser. O que acontece em Ibiza, fica em Ibiza —ele disse, me beijando de novo…
Passamos o resto da manhã muito à vontade, entre risadas e flertes. Dessa vez, comemos os quatro juntos e decidimos continuar na praia… meu marido, claro, tirou sua soneca. Fiquei com os garotos tomando sol, fumando, jogando cartas, jogando peteca. A verdade é que eles me fizeram sentir super à vontade, não me deixaram desconfortável nem um pouco. Os olhares deles, principalmente os do Rafa, já não me incomodavam, pelo contrário, me sentia mais jovem, mais sexy do que nunca. Meu maridinho acordou quando a gente tava na água. Ele veio com a gente, Nadamos, brincamos, e a tarde passou voando.
De volta ao hotel, sugeri irmos jantar juntos. Por que não? Estávamos nos divertindo muito. Os caras não hesitaram em aceitar. Enquanto tomávamos banho, meu marido começou a me beijar, a chupar meus peitos, a tocar minha buceta…
— O que você tá tramando, meu amor…?
Nossa, agora ele ia dar pra trás? A verdade é que eu não tava tramando nada, só me sentia solta, excitada, feliz… Eu tava adorando aquela viagem, o que tava acontecendo. Não queria ficar pensando demais, além do mais, tinha sido ele quem propiciou tudo desde o começo. Então minha resposta não podia ser outra:
— O que acontece em Ibiza, fica em Ibiza… — foi minha resposta, enquanto descia beijando seu torso, sua barriga, até chegar no pau dele e dar uma chupada até o final.
Jantamos numa mesinha de bar do lugar, entre cervejas e uns vinhos. Quando a janta acabou, a conversa na mesa foi ficando mais pesada. Os caras não paravam de me elogiar. Já não se seguravam muito, estavam dando em cima de mim, mas não me incomodava, e pelo que via no meu marido, ele também não se importava. Em certo momento, Rafa soltou:
— Porra, gata, desde que te vi transando com seu marido ontem, não paro de querer te comer também.
— E eu… — disse Isra.
— Calma, rapaziada — interveio meu marido — a gente nunca fez isso antes. A viagem tá ficando muito gostosa por causa de vocês, mas se querem algo mais com minha rainha, têm que merecer. Por enquanto, acho que não estão indo mal. Depende mais dela do que de mim, como a noite vai terminar.
Nossa, então essa era a resposta dele? Ele definitivamente tava disposto a ir até onde eu quisesse? Não sei se foi o álcool, a excitação desses dias, o olhar do Rafa… mas não hesitei em responder:
— Por que a gente não vai pro apartamento tomar mais uns drinks?
Já tava tudo dito, pensei. Ainda não acreditava, mas…
Chegamos no apartamento, e Jorge serviu uns drinks. Isra e Rafa sentaram num sofá, e meu marido e eu em outro. Parecia que o clima do jantar tinha se dissipado, estávamos todos meio travados, mas então o Jorge começou a me beijar, acariciando minha coxa por baixo do vestido. Eu estava em pânico, quase me jogando pra trás, sentia a boca seca, o coração prestes a saltar pela boca…
—Relaxa, vida minha. — ele me acalmou — Te amo.
Continuamos nos beijando. Ele começou a acariciar meus seios por cima do vestido. Me virei pros caras. Os dois estavam se esfregando o pacote por cima da calça, com cara de êxtase.
—Coloca a venda em mim… — sussurrei pro meu marido, quase sem conseguir falar de nervos, de excitação —
Ele me vendou os olhos. Senti ele me beijar de novo. Minha mão já foi direto pro pau dele, sem cerimônia, senti ele duro por cima da calça. Então senti beijos no meu pescoço, senti umas mãos abaixando meu vestido, deixando meus seios à mostra. Senti uma boca num mamilo, lambendo, chupando. Senti outra boca no outro mamilo. Nossa, era incrível. A mão do meu marido agarrou a minha e a levou até o pacote do cara ao lado. Pra minha surpresa, não toquei em tecido de calça, mas sim agarrei um pau um pouco mais grosso que o do meu marido. Comecei a punhetar, e não demorei pra descer e chupar. Senti mãos atrás de mim, me convidando a tocar outro pau. Não hesitei em abandonar o pau que estava saboreando, pra experimentar o outro. Eu estava fora de mim, muito excitada. Os nervos tinham dado lugar a uma sensação de desinibição. Acho que a venda tava jogando a meu favor. Não sabia de quem eu tava chupando. Me guiaram até a cama e me despiram.
Enquanto alguém começou a comer minha bucetinha… e meu Deus, como ele fazia, só sabia que não era meu marido… eu me dediquei a chupar, a lamber os dois paus que estavam ao meu alcance: o do meu marido e outro. O Rafa disse que ia gozar, aí soube que o outro pau era dele. Deixei ele gozar nos meus seios, enquanto eu tinha um superorgasmo por causa da língua do Israel. Depois me colocaram de quatro, começaram a me foder enquanto eu chupava um pau, devia ser o do Israel, porque o Rafa já tinha gozado e não era o do meu marido.
- Quer que eu te foda, Isra, querida? - me perguntou o Jorge.
- Porra, sim...
Trocamos de posição, e enquanto eu chupava o meu marido, percebi que quem estava me penetrando era o Israel. E puta que pariu, como ele se mexeu, eu estava gostando muito. Meu marido me avisou que ia gozar, e eu senti o esperma jorrando na minha boca. Nunca tinha feito isso, mas engoli, estava fora de mim.
Para minha surpresa, meu marido saiu e senti outro pau duro me convidando para ser chupado. Devia ser o Rafa, então enquanto o Isra continuava me fodendo por trás, eu já estava chupando de novo, sem parar, com o gosto do sêmen do meu marido ainda na garganta.
O Israel gozou, senti o pau dele pulsando na minha bucetinha, e isso me provocou outro orgasmo gostoso.
Aquela noite, não lembro quantos orgasmos eu tive. Eles me deram duro por muito tempo, em várias posições, agora um, agora outro, até fizemos a dupla penetração que, às vezes, eu tinha imaginado como seria. Foi incrível, acabei exausta.
- Não aguento mais! - admiti depois de gozar pela enésima vez...
Levantei e fui ao banheiro mijar, me limpar um pouco, meu corpo estava mole. Saindo do banheiro, com a sensação de ter corrido uma maratona, só encontrei meu marido. Beijei ele, já com sono, e me joguei na cama. Dormi profundamente na hora.
No dia seguinte, quando acordei, fui tomada por um medo, uma sensação de culpa, que sumiu quando meu marido entrou no quarto com o café da manhã numa bandeja:
- Querida, o que acontece em Ibiza fica em Ibiza. Eu gostei, muito. Gostei porque te vi gozar como nunca. E porque não foi algo forçado, aconteceu naturalmente. Nada muda meu amor por você, e espero que não mude o seu por mim. Sexo é sexo. Te amo.
Olhei para ele emocionada, tinha um marido que eu não mereço. - Te amo! - falei, e o beijei.
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