Há muito tempo, Betty, minha parceira, deixou bem claro pra mim. – Com você, topo tudo, mas não quero um terceiro,” embora a ideia a fascinasse (ela sempre dizia isso quando eu trazia o assunto do ménage). Mas a questão é que eu adoro a ideia. Me excitava imaginar o comportamento dela com outro homem. Visualizar minha parceira de aventuras numa posição submissa ou gemendo de prazer de quatro enquanto outro macho a comia era algo que vinha à minha mente direto, me esquentava pra caralho e deixava minha pica dura. Ela é uma gostosa!, super amorosa, super correta, comprometida com tudo. Mas essas eram minhas fantasias. E acho que o motivo não é falta de amor por ela, mas sim o contrário: é o elixir da confiança no que fantasio e, empaticamente, expandir os desejos dela, sentir-se plena e com total liberdade pra criar uma sexualidade cheia de prazer. Acho que sexo não tem nada a ver com amor. Eu amo a Betty e, embora alguns possam dizer: como ele diz que a ama se quer compartilhá-la? É por isso, porque a amo, porque quero compartilhar com ela os momentos mais intensos das nossas vidas. Pra que, quando formos bem velhinhos, tenhamos a sensação de ter tido uma vida sexual totalmente plena. Eu jamais seria infiel à minha parceira. Essas fantasias são só com a Betty. E acredito que ela deveria se orgulhar de ser a mulher com quem seu parceiro tem seus desejos mais obscuros. Todo mundo conhece algum casal que se separou por não considerar as perversões de um dos dois. Então, como não ser pleno nisso? Deveria estar escrito como prazer, saber, como no meu caso, escrito ou falado o desejo da sua parceira, até mesmo que ela te faça saber o que levaria ao corpo, à boca dela. Não precisa necessariamente ceder em tudo, mas dá pra aproximar posições e chegar a acordos que, de alguma forma, satisfaçam os desejos dos dois, e foi isso que combinamos. Por isso, há tempos a gente brinca com vibradores realistas, dildos e Outros brinquedos que sugerem um terceiro. Muitas vezes, enquanto transávamos, pedi pra ela imaginar um terceiro e, embora não tenha dificuldade em entrar no papel, ela faz o possível chupando um pau de realismo impressionante que comprei pra ocasião. A Betty é uma mulher de 31 anos, muito gostosa. Quando você conhece ela pela primeira vez, se apaixona por ela, pelos olhões dela e pelo corpo dela. Os peitos dela são lindamente grandes, perfeitos junto com a simetria dos quadris e da bunda, porque são muito apetitosos aos olhos de muitos caras. No dia a dia, ela costuma se vestir de um jeito bem convencional, confortável e relaxado, com leggings que marcam o corpo dela em todo esplendor também, e quando os lábios dela mostram a cor natural da paixão, os olhos dela ficam ainda mais lindos. Sábado passado, fomos a um templo, a Betty estava muito gata. A legging preta que ela escolheu pra aquele dia realçava os quadris dela, e o top acabava bem em cima dos peitos dela, deixando um pouco de pele à mostra, e por cima disso, uma camisa xadrez vermelha que brilhava no cabelo preto comprido dela. – Você está linda (falei enquanto beijava ela). Ela sorriu. Fomos ver um musical que ela tava insistindo há semanas. Lá, bebemos uma taça de cacau e, durante a apresentação, nossas mãos se entrelaçavam, se acariciando. Umas 22h, fomos jantar perto dali. O jantar foi muito bom. Conversamos descontraídos, entre risadas. Pouco depois, sugeri irmos tomar algo num lugar perto dali. O lugar é daqueles onde você pode conversar tranquilamente enquanto bebe algo. Ficamos lá um bom tempo, rindo juntos, trocando olhares e nos beijando de vez em quando. A Betty estava relaxada, fumamos um baseado, sem ficar louca, mas dava pra ver que ela tava mais soltinha. – Mônica, você quer ir pra outro lugar? (perguntei) – Pra onde? (ela disse, desconfiada e sorrindo) – Fica tranquila… vamos ficar sozinhos. Ela me olhou como quem não confia muito, mas – Vamos! (e estendeu a mão pra mim) Pagamos e fomos embora. Fomos caminhando até um lugar. É um lugar que tem cabines para casais sozinhos, entre outros serviços. Ela, de mão dada comigo, olhou pra entrada do local e me disse: – Quer entrar aqui? Quando entramos, a luz era bem fraca. Tocava uma música chill-out de fundo e o cheiro era de uma espécie de canela ou incenso. Lá dentro, passamos na frente de várias cabines, algumas fechadas com um LED vermelho na porta, que eu suponho que significava ocupado. Fomos até o balcão do fundo, onde estava sentado na frente de um computador um homem que, ao nos ver, se surpreendeu agradavelmente. Ele sorriu pra gente, não sem antes dar uma olhada discreta na Betty da posição dele, coisa que ela nem pareceu notar. – A gente gostaria de usar uma cabine… qual podemos usar? (perguntei) – Depende do que vocês querem fazer, casal… da 1 e da 4 são normais, da 4 à 8 são glory hole – Homens sozinhos pagam 15 e casais é de graça (respondeu com um sorrisinho safado). Betty, que parecia não ter ouvido as instruções, me seguiu até a cabine que escolhi. Dentro da cabine, o espaço era bem apertado, praticamente retangular, com um sofá de madeira e courino marrom. Num lado da TV, tinha um pequeno compartimento com lenços umedecidos. A parede interna da cabine, a que ficava de frente pra porta de entrada, tinha dois buracos redondos pequenos separados. Na hora, pensei que talvez devêssemos trocar de cabine, mas não. Olhei pra Betty e, ao perceber que ela não tinha reparado nesse detalhe, decidi tirar minha camisa e deixá-la tentando tampar os buracos o máximo possível. Ela, alheia a isso, também tirou a camisa dela e deixou de lado junto com a minha. E entre as duas, mal tapamos um dos buracos. Depois, curiosa por nunca ter estado num lugar assim, ela se sentou naquela poltrona e, recostando as costas, me disse: – É confortável (enquanto acariciava os braços da cadeira). Abriu as pernas relaxadamente, sabendo que não podia ser observada, e me olhou. Eu, sem mais delongas, me abaixei sobre ela e a beijei. nos lábios. Ao me levantar de novo, percebi que a cabeça dela estava na altura do botão da minha calça, algo que ela também notou. Betty, me olhando, começou a desabotoar lentamente os botões da minha calça. Enquanto isso, acariciava minhas bolas e meu pau, que naquela situação estava prestes a explodir. Só o fato de minha namorada estar decidida a iniciar uma relação num lugar como aquele já superava minhas expectativas. Quando ela desabotoou o último botão da minha calça, puxou-a até os joelhos, abaixou-se e, pegando suavemente meu pau, começou a me punhetar. Durante um minuto, Betty estava me masturbando naquela cabine sem pensar em nada. Eu, que queria tocá-la, pedi para ela me deixar sentar. Ela se levantou e aproveitou para tirar as botas e também as meias, colocando-as sobre as camisas. Sentei naquele sofá e Betty ficou de quatro na frente do meu pau. Tirei a calça e, entre excitado e nervoso, olhei para a porta da cabine, confirmando que havíamos trancado e não teríamos visitas inesperadas. Isso me fez relaxar de vez. Betty, de quatro na minha frente, começou a chupar meu pau devagar. Brincava com a língua na cabeça do meu pau. De vez em quando, passava a língua pelo tronco para depois enfiar aquele pedaço de carne de volta na boca. Eu, do jeito que dava, acariciava os peitos dela. Mas era difícil, então ela decidiu levantar a blusa e sentou em cima de mim, começando a me beijar. Eu segurava a bunda dela com as duas mãos, acariciando e apertando com força. Sabia que isso a deixava com tesão. Embora ainda não a tivesse penetrado, ela estava muito excitada e já tinha começado a gemer, porque mexia o quadril em cima do meu, e isso estava lhe dando um prazer incrível. Enfiava minhas mãos nos peitos dela para massageá-los, acariciá-los e beijá-los. Ela, excitada, gemia. – Aaauuugh…. uuuugs. – Ooooogh…. ooOOOgh…siguuee. (ela dizia) Os gemidos dela eram evidentes e dava para ouvir de fora da cabine. Tenho certeza de que o maluco do balcão estava ouvindo. ouvindo. Percebi, surpreso, que uma das duas camisas se mexeu um pouco, como se alguém estivesse tentando afastá-la. Era, sem dúvida, um dos dois buracos na parede. Já estávamos há uns 3 ou 4 minutos, e Betty continuava me beijando enquanto mexia o quadril, bem excitada. Sem mais delongas, decidi meter meu pau quente nela, e assim que sentiu ele dentro, começou a me cavalgar. – oooOOOGh…OOOgh. OOOOGH. (ela gemia) – OOOOOGH…oooOOOGH. De repente, fiquei chocado. Atrás de Betty, no buraco que eu tinha notado movimento antes, apareceu o pau de um desconhecido. Não dava pra ver mais nada, só um pau branco e depilado, aparecendo o suficiente pra também mostrar as bolas. Aquele membro estava duro, e eu não tinha dúvida do motivo de estar ali. Então, tomei uma decisão. Me levantei, mas sem parar de acariciar Betty, fiz ela se levantar também. Quando estávamos os dois de pé, cara a cara, comecei a beijar o pescoço dela bem devagar. Ela inclinou a cabeça pra facilitar meus beijos e fechou os olhos, curtindo. Enquanto beijava, fui passando minhas mãos na cintura dela, forçando sutilmente que ela se virasse, ficando de costas pra mim. Ela se inclinou pra frente, numa posição que facilitava eu pegar ela, e eu fiz isso na hora. Ela apoiou os braços na parede e começou a gemer de novo a cada estocada. Na posição dela, ainda não dava pra ver o pau que aparecia no glory hole. – Ooooohg¡¡……oooogh¡……OOOOOOOoGh¡¡ – UUuunfff…. OOOOOoooogH…OOOOOOOoooooHG¡¡ Minhas bolas batiam sem dó no clitóris dela a cada vez, e ela gemia mais e mais alto. – OOOOOOOOOHGGG……OOOOOOOOOOOOOOOGH¡¡¡… – SIIIIIIIGHH…………. OOOOOOOOGH¡¡¡¡¡¡ Eu tinha certeza de que estavam ouvindo em todo o local. Então, resolvi. Sutilmente, sem parar de penetrar, passei minha mão por cima da dela. Ela segurou, e a mão direita dela se ergueu com a mía. Juntos e sem que ela percebesse, buscamos um roçar com aquela pica estranha. Betty, ao notar aquele corpo estranho, afastou a mão rapidamente. Mas eu, que continuava bombando a buceta dela, intensifiquei meus movimentos e dessa vez sim. Betty, recebendo minha pica e gemendo ainda mais forte, agarrou a pica que aparecia pela parede. No começo, só segurava e gemia. Mas na hora começou a massagear ela. Algo que foi ouvido através de um gemido masculino do outro lado da parede. Aquele homem, ao sentir o toque da minha parceira na pica dele, se aproximou ainda mais, já que aquele membro sobressaiu um pouco mais da parede. Era uma pica muito parecida com a minha, talvez uns centímetros mais comprida, mas com menos cabeça, mas eu sabia que ela adorava. Eu estava excitadíssimo. Quantas e quantas punhetas eu teria batido vendo cenas parecidas. Esposas ou mulheres que acabam nesses lugares e fazendo esse tipo de coisa. E ali estava minha parceira… mexendo a cintura pra eu meter forte enquanto com a mão tava batendo uma punheta pra um cara que só tinha a pica de fora, os peitos totalmente soltos, balançando no ritmo das minhas estocadas. Betty gemia. – OOOOOOOOOOOGH¡¡¡…. OOOOOOOOOOOGH¡¡¡¡¡. – OOOOOGH¡¡……. OOOOOGH¡¡…. O cara tava aproveitando porque se mexia… e gemia. – UuuuuuuuuuUUUUFF¡¡…. UUUUOOGHH¡¡ – SIIIIIGHH¡¡…. OOOOOOOOOOGH¡¡ Os dois gemiam ao mesmo tempo. Me aproximei da minha Betty, lendo a energia dela, e falei: – Chupa ela pra ele!! E na hora ela aproximou a boca da pica do desconhecido. No mesmo ritmo das minhas estocadas, aquele membro foi entrando e saindo da boca dela. No ritmo das minhas metidas, ela chupava ele já sem nenhum pudor. Acariciava os ovos dele, batia uma e fazia um boquete enquanto, inclinada, recebia minha pica. De vez em quando parava de chupar pra ofegar e em momentos sutis voltava a comer ele, mas antes de meter na boca, cuspia e babava, olhando fixo como a pica daquele desconhecido brilhava com a saliva à A pouca luz que tinha. De repente, se ouviu. – Vira ela, quero comer ela também!! (ela me olhou e balançou a cabeça negando) – OOOOOGH…vou gozar!! Grita o magricela. Então decidimos que o desconhecido terminasse assim. Enquanto eu continuava comendo ela, a Betty se inclinou ainda mais, deixando os peitos dela bem debaixo daquela pica. Continuei masturbando ela, mas já não tava mais chupando. Imagino que sentiu a dureza da pica prestes a gozar. Acho que queria que ele gozasse logo. O magricela cada vez gemia mais alto e então aconteceu. Eu diminuí a penetração na minha parceira pra curtir aquela cena. Ela também tinha diminuído a masturbação e, de olhos fechados, tava deixando um estranho gozar nos peitos dela. Ele soltou uma porrada de porra na Betty. Tanta que ela teve que se levantar um pouco pra não se sujar toda. Com aquela visão, eu gozei, curti contorcendo a cintura dela na minha pica, ainda dentro dela e aproveitando o calor da minha porra. Depois, o cara tirou a pica do buraco e a Betty rapidamente pegou os lencinhos umedecidos. Ficamos mais alguns minutos ali e depois fomos embora.
Há muito tempo, Betty, minha parceira, deixou bem claro pra mim. – Com você, topo tudo, mas não quero um terceiro,” embora a ideia a fascinasse (ela sempre dizia isso quando eu trazia o assunto do ménage). Mas a questão é que eu adoro a ideia. Me excitava imaginar o comportamento dela com outro homem. Visualizar minha parceira de aventuras numa posição submissa ou gemendo de prazer de quatro enquanto outro macho a comia era algo que vinha à minha mente direto, me esquentava pra caralho e deixava minha pica dura. Ela é uma gostosa!, super amorosa, super correta, comprometida com tudo. Mas essas eram minhas fantasias. E acho que o motivo não é falta de amor por ela, mas sim o contrário: é o elixir da confiança no que fantasio e, empaticamente, expandir os desejos dela, sentir-se plena e com total liberdade pra criar uma sexualidade cheia de prazer. Acho que sexo não tem nada a ver com amor. Eu amo a Betty e, embora alguns possam dizer: como ele diz que a ama se quer compartilhá-la? É por isso, porque a amo, porque quero compartilhar com ela os momentos mais intensos das nossas vidas. Pra que, quando formos bem velhinhos, tenhamos a sensação de ter tido uma vida sexual totalmente plena. Eu jamais seria infiel à minha parceira. Essas fantasias são só com a Betty. E acredito que ela deveria se orgulhar de ser a mulher com quem seu parceiro tem seus desejos mais obscuros. Todo mundo conhece algum casal que se separou por não considerar as perversões de um dos dois. Então, como não ser pleno nisso? Deveria estar escrito como prazer, saber, como no meu caso, escrito ou falado o desejo da sua parceira, até mesmo que ela te faça saber o que levaria ao corpo, à boca dela. Não precisa necessariamente ceder em tudo, mas dá pra aproximar posições e chegar a acordos que, de alguma forma, satisfaçam os desejos dos dois, e foi isso que combinamos. Por isso, há tempos a gente brinca com vibradores realistas, dildos e Outros brinquedos que sugerem um terceiro. Muitas vezes, enquanto transávamos, pedi pra ela imaginar um terceiro e, embora não tenha dificuldade em entrar no papel, ela faz o possível chupando um pau de realismo impressionante que comprei pra ocasião. A Betty é uma mulher de 31 anos, muito gostosa. Quando você conhece ela pela primeira vez, se apaixona por ela, pelos olhões dela e pelo corpo dela. Os peitos dela são lindamente grandes, perfeitos junto com a simetria dos quadris e da bunda, porque são muito apetitosos aos olhos de muitos caras. No dia a dia, ela costuma se vestir de um jeito bem convencional, confortável e relaxado, com leggings que marcam o corpo dela em todo esplendor também, e quando os lábios dela mostram a cor natural da paixão, os olhos dela ficam ainda mais lindos. Sábado passado, fomos a um templo, a Betty estava muito gata. A legging preta que ela escolheu pra aquele dia realçava os quadris dela, e o top acabava bem em cima dos peitos dela, deixando um pouco de pele à mostra, e por cima disso, uma camisa xadrez vermelha que brilhava no cabelo preto comprido dela. – Você está linda (falei enquanto beijava ela). Ela sorriu. Fomos ver um musical que ela tava insistindo há semanas. Lá, bebemos uma taça de cacau e, durante a apresentação, nossas mãos se entrelaçavam, se acariciando. Umas 22h, fomos jantar perto dali. O jantar foi muito bom. Conversamos descontraídos, entre risadas. Pouco depois, sugeri irmos tomar algo num lugar perto dali. O lugar é daqueles onde você pode conversar tranquilamente enquanto bebe algo. Ficamos lá um bom tempo, rindo juntos, trocando olhares e nos beijando de vez em quando. A Betty estava relaxada, fumamos um baseado, sem ficar louca, mas dava pra ver que ela tava mais soltinha. – Mônica, você quer ir pra outro lugar? (perguntei) – Pra onde? (ela disse, desconfiada e sorrindo) – Fica tranquila… vamos ficar sozinhos. Ela me olhou como quem não confia muito, mas – Vamos! (e estendeu a mão pra mim) Pagamos e fomos embora. Fomos caminhando até um lugar. É um lugar que tem cabines para casais sozinhos, entre outros serviços. Ela, de mão dada comigo, olhou pra entrada do local e me disse: – Quer entrar aqui? Quando entramos, a luz era bem fraca. Tocava uma música chill-out de fundo e o cheiro era de uma espécie de canela ou incenso. Lá dentro, passamos na frente de várias cabines, algumas fechadas com um LED vermelho na porta, que eu suponho que significava ocupado. Fomos até o balcão do fundo, onde estava sentado na frente de um computador um homem que, ao nos ver, se surpreendeu agradavelmente. Ele sorriu pra gente, não sem antes dar uma olhada discreta na Betty da posição dele, coisa que ela nem pareceu notar. – A gente gostaria de usar uma cabine… qual podemos usar? (perguntei) – Depende do que vocês querem fazer, casal… da 1 e da 4 são normais, da 4 à 8 são glory hole – Homens sozinhos pagam 15 e casais é de graça (respondeu com um sorrisinho safado). Betty, que parecia não ter ouvido as instruções, me seguiu até a cabine que escolhi. Dentro da cabine, o espaço era bem apertado, praticamente retangular, com um sofá de madeira e courino marrom. Num lado da TV, tinha um pequeno compartimento com lenços umedecidos. A parede interna da cabine, a que ficava de frente pra porta de entrada, tinha dois buracos redondos pequenos separados. Na hora, pensei que talvez devêssemos trocar de cabine, mas não. Olhei pra Betty e, ao perceber que ela não tinha reparado nesse detalhe, decidi tirar minha camisa e deixá-la tentando tampar os buracos o máximo possível. Ela, alheia a isso, também tirou a camisa dela e deixou de lado junto com a minha. E entre as duas, mal tapamos um dos buracos. Depois, curiosa por nunca ter estado num lugar assim, ela se sentou naquela poltrona e, recostando as costas, me disse: – É confortável (enquanto acariciava os braços da cadeira). Abriu as pernas relaxadamente, sabendo que não podia ser observada, e me olhou. Eu, sem mais delongas, me abaixei sobre ela e a beijei. nos lábios. Ao me levantar de novo, percebi que a cabeça dela estava na altura do botão da minha calça, algo que ela também notou. Betty, me olhando, começou a desabotoar lentamente os botões da minha calça. Enquanto isso, acariciava minhas bolas e meu pau, que naquela situação estava prestes a explodir. Só o fato de minha namorada estar decidida a iniciar uma relação num lugar como aquele já superava minhas expectativas. Quando ela desabotoou o último botão da minha calça, puxou-a até os joelhos, abaixou-se e, pegando suavemente meu pau, começou a me punhetar. Durante um minuto, Betty estava me masturbando naquela cabine sem pensar em nada. Eu, que queria tocá-la, pedi para ela me deixar sentar. Ela se levantou e aproveitou para tirar as botas e também as meias, colocando-as sobre as camisas. Sentei naquele sofá e Betty ficou de quatro na frente do meu pau. Tirei a calça e, entre excitado e nervoso, olhei para a porta da cabine, confirmando que havíamos trancado e não teríamos visitas inesperadas. Isso me fez relaxar de vez. Betty, de quatro na minha frente, começou a chupar meu pau devagar. Brincava com a língua na cabeça do meu pau. De vez em quando, passava a língua pelo tronco para depois enfiar aquele pedaço de carne de volta na boca. Eu, do jeito que dava, acariciava os peitos dela. Mas era difícil, então ela decidiu levantar a blusa e sentou em cima de mim, começando a me beijar. Eu segurava a bunda dela com as duas mãos, acariciando e apertando com força. Sabia que isso a deixava com tesão. Embora ainda não a tivesse penetrado, ela estava muito excitada e já tinha começado a gemer, porque mexia o quadril em cima do meu, e isso estava lhe dando um prazer incrível. Enfiava minhas mãos nos peitos dela para massageá-los, acariciá-los e beijá-los. Ela, excitada, gemia. – Aaauuugh…. uuuugs. – Ooooogh…. ooOOOgh…siguuee. (ela dizia) Os gemidos dela eram evidentes e dava para ouvir de fora da cabine. Tenho certeza de que o maluco do balcão estava ouvindo. ouvindo. Percebi, surpreso, que uma das duas camisas se mexeu um pouco, como se alguém estivesse tentando afastá-la. Era, sem dúvida, um dos dois buracos na parede. Já estávamos há uns 3 ou 4 minutos, e Betty continuava me beijando enquanto mexia o quadril, bem excitada. Sem mais delongas, decidi meter meu pau quente nela, e assim que sentiu ele dentro, começou a me cavalgar. – oooOOOGh…OOOgh. OOOOGH. (ela gemia) – OOOOOGH…oooOOOGH. De repente, fiquei chocado. Atrás de Betty, no buraco que eu tinha notado movimento antes, apareceu o pau de um desconhecido. Não dava pra ver mais nada, só um pau branco e depilado, aparecendo o suficiente pra também mostrar as bolas. Aquele membro estava duro, e eu não tinha dúvida do motivo de estar ali. Então, tomei uma decisão. Me levantei, mas sem parar de acariciar Betty, fiz ela se levantar também. Quando estávamos os dois de pé, cara a cara, comecei a beijar o pescoço dela bem devagar. Ela inclinou a cabeça pra facilitar meus beijos e fechou os olhos, curtindo. Enquanto beijava, fui passando minhas mãos na cintura dela, forçando sutilmente que ela se virasse, ficando de costas pra mim. Ela se inclinou pra frente, numa posição que facilitava eu pegar ela, e eu fiz isso na hora. Ela apoiou os braços na parede e começou a gemer de novo a cada estocada. Na posição dela, ainda não dava pra ver o pau que aparecia no glory hole. – Ooooohg¡¡……oooogh¡……OOOOOOOoGh¡¡ – UUuunfff…. OOOOOoooogH…OOOOOOOoooooHG¡¡ Minhas bolas batiam sem dó no clitóris dela a cada vez, e ela gemia mais e mais alto. – OOOOOOOOOHGGG……OOOOOOOOOOOOOOOGH¡¡¡… – SIIIIIIIGHH…………. OOOOOOOOGH¡¡¡¡¡¡ Eu tinha certeza de que estavam ouvindo em todo o local. Então, resolvi. Sutilmente, sem parar de penetrar, passei minha mão por cima da dela. Ela segurou, e a mão direita dela se ergueu com a mía. Juntos e sem que ela percebesse, buscamos um roçar com aquela pica estranha. Betty, ao notar aquele corpo estranho, afastou a mão rapidamente. Mas eu, que continuava bombando a buceta dela, intensifiquei meus movimentos e dessa vez sim. Betty, recebendo minha pica e gemendo ainda mais forte, agarrou a pica que aparecia pela parede. No começo, só segurava e gemia. Mas na hora começou a massagear ela. Algo que foi ouvido através de um gemido masculino do outro lado da parede. Aquele homem, ao sentir o toque da minha parceira na pica dele, se aproximou ainda mais, já que aquele membro sobressaiu um pouco mais da parede. Era uma pica muito parecida com a minha, talvez uns centímetros mais comprida, mas com menos cabeça, mas eu sabia que ela adorava. Eu estava excitadíssimo. Quantas e quantas punhetas eu teria batido vendo cenas parecidas. Esposas ou mulheres que acabam nesses lugares e fazendo esse tipo de coisa. E ali estava minha parceira… mexendo a cintura pra eu meter forte enquanto com a mão tava batendo uma punheta pra um cara que só tinha a pica de fora, os peitos totalmente soltos, balançando no ritmo das minhas estocadas. Betty gemia. – OOOOOOOOOOOGH¡¡¡…. OOOOOOOOOOOGH¡¡¡¡¡. – OOOOOGH¡¡……. OOOOOGH¡¡…. O cara tava aproveitando porque se mexia… e gemia. – UuuuuuuuuuUUUUFF¡¡…. UUUUOOGHH¡¡ – SIIIIIGHH¡¡…. OOOOOOOOOOGH¡¡ Os dois gemiam ao mesmo tempo. Me aproximei da minha Betty, lendo a energia dela, e falei: – Chupa ela pra ele!! E na hora ela aproximou a boca da pica do desconhecido. No mesmo ritmo das minhas estocadas, aquele membro foi entrando e saindo da boca dela. No ritmo das minhas metidas, ela chupava ele já sem nenhum pudor. Acariciava os ovos dele, batia uma e fazia um boquete enquanto, inclinada, recebia minha pica. De vez em quando parava de chupar pra ofegar e em momentos sutis voltava a comer ele, mas antes de meter na boca, cuspia e babava, olhando fixo como a pica daquele desconhecido brilhava com a saliva à A pouca luz que tinha. De repente, se ouviu. – Vira ela, quero comer ela também!! (ela me olhou e balançou a cabeça negando) – OOOOOGH…vou gozar!! Grita o magricela. Então decidimos que o desconhecido terminasse assim. Enquanto eu continuava comendo ela, a Betty se inclinou ainda mais, deixando os peitos dela bem debaixo daquela pica. Continuei masturbando ela, mas já não tava mais chupando. Imagino que sentiu a dureza da pica prestes a gozar. Acho que queria que ele gozasse logo. O magricela cada vez gemia mais alto e então aconteceu. Eu diminuí a penetração na minha parceira pra curtir aquela cena. Ela também tinha diminuído a masturbação e, de olhos fechados, tava deixando um estranho gozar nos peitos dela. Ele soltou uma porrada de porra na Betty. Tanta que ela teve que se levantar um pouco pra não se sujar toda. Com aquela visão, eu gozei, curti contorcendo a cintura dela na minha pica, ainda dentro dela e aproveitando o calor da minha porra. Depois, o cara tirou a pica do buraco e a Betty rapidamente pegou os lencinhos umedecidos. Ficamos mais alguns minutos ali e depois fomos embora.
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