Já era domingo, umas 9 da manhã, Fabiola acordou sentindo o corpo todo moído, mas com um prazer incrível. Ainda sentia a dor entre as nádegas, mas era algo que dava pra aguentar. Acordou sem pressa, já que tava acostumada a levantar tarde nos domingos. Foram os raios de sol que entraram pela janela que fizeram ela abrir os olhos.
Ela tava pelada, largada na cama, só com o lençol cobrindo as costas, deitada de lado de um jeito que dava pra ver a bunda linda e redonda dela, branca mas vermelha de tanto que levou de porrada de madrugada. Quando se mexeu, sentiu alguma coisa: era o Nelson, que ainda tava cutucando ela com o pau enquanto abraçava a cintura dela e respirava perto do pescoço. Ele também tava nu, dormindo e só abrindo os olhos com a claridade. Ele, ainda com os olhos semiabertos, beijava o pescoço dela e atrás da orelha, enquanto sussurrava como ela tava linda e gostosa.
Ela abre os olhos de vez e olha a cena no quarto: a roupa dela e do Nelson espalhada pelo chão. Aí as lembranças daquela noite voltam. Ela tinha dado o cu pra um preto, e não qualquer preto, mas o melhor amigo do filho dela. Solta um suspiro ainda mais exaltada, porque o pior é que tinha transado com ele no quarto do filho, na frente dele dormindo.
Sem dúvida, tinha sido uma das experiências mais deliciosas que já teve na vida, mas passada a euforia, um aperto no coração: remorso, culpa, a sensação de pecado de uma mãe que tava falhando com o filho e com o marido.
Fabiola senta devagar na cama, se cobrindo com o lençol porque não consegue evitar a vergonha. Tenta não fazer barulho pra não acordar o Nelson e dá passos bem silenciosos até o corredor. Vai catando a roupa espalhada, dobrando e levando no colo, ainda enrolada no lençol. Abre a porta do filho e ele ainda tá... dormindo, suspira aliviada e recolhe a pouca roupa que estava espalhada pelo quarto dela, a calcinha fio-dental e a cueca do Nelson, dobra tudo com cuidado e coloca em cima do montinho de roupa já dobrada que leva consigo.
Enquanto faz isso, se pergunta: o que foi que a fez agir daquele jeito? Por que se permitiu tantas perversões numa noite só? Era verdade que desde a primeira vez que transou com Nelson foi algo incrível e que encheu ela de satisfação e prazer, coisas que não sentia há muito tempo, mas definitivamente precisava parar com isso, não podia mais se repetir.
Aquelas promessas de ser a putinha dele e deixar ele ser seu parceiro foram feitas no calor do momento, mas nem louca repetiria aquilo, pelo menos era o que esperava. Arruma mais um pouco a casa, dentro do possível, porque nas escadas, no hall e na garagem também ficaram rastros da aventura da noite passada. Volta pro quarto dela e coloca em cima de um móvel, em duas pilhas, a roupa dela e a do Nelson. Decide vestir uma camiseta do marido por um momento, também uma calcinha branca e uma legging da mesma cor. Claro que a camiseta fica bem largona nela, cobrindo até a metade das coxas. Fica descalça e pensa se entra no banho ou espera o Nelson ir embora. Enquanto ainda está pensativa, começa a ouvir barulhos lá fora.
— Nossa! — exclama o Juan do quarto dele, sentando na cama e se espreguiçando pra acordar de vez — que sono bom, dormi como nunca. — Esfrega os olhos pra tirar as remelas e foca a visão enquanto torce o nariz ao sentir um cheiro estranho. Vira pra olhar a porta e nota que ela está completamente aberta (mamãe já deve ter voltado), pensa, e decide ir ver ela. Desce da cama e seus pés escorregam, fazendo ele cair sentado no colchão. Tem umidade no chão. Olha pra janela e bufa irritado — ótimo! Já falei pra mamãe não abrir minha janela de noite, com certeza algum gato entrou e mijou aqui bem do lado da minha cama. Ou será que tem rato? — Pega uns lenços descartáveis que tem ao lado da cama. e limpa os pés da umidade, não quer nem sentir o cheiro, levanta do outro lado, certificando-se de que o chão está seco e caminha até onde está o cesto de lixo, bem ao lado da escrivaninha, e então nota que a cadeira não está totalmente encaixada embaixo dela, está meio de lado, como se tivesse sido usada (que estranho, eu não lembro de ter deixado assim) pensa e sorri feliz enquanto sai gritando do quarto — Mãe, você está aí?!
— Juanito? — pergunta Fabiola saindo do quarto e fechando a porta para que Juan não veja que Nelson está dormindo na cama dela — desculpa se não falei com você ontem à noite, mas te vi super dormindo — aproxima-se do filho, que a abraça e sente a silhueta sensual da mãe escondida debaixo da camiseta do pai, ele até se atreve a passar a mão na bunda dela por cima da roupa — não quis interromper seus sonhos, como você descansou? Tudo bem?
— Mãe, como você está? Que horas chegou? Onde você estava, mamãe? — pergunta Juan sem soltar a cintura dela e apoiando a cabeça nos peitos dela enquanto sente um pequeno volume na calça do pijama — você se divertiu muito? Dormi bem, não lembro de ter dormido tão bem assim — então lembra da umidade no quarto e procura o olhar da mãe, que ao encontrar o dele fica corada e sorri ternamente, gesto que ele retribui — aliás, acho que entrou uma puta e mijou no meu quarto, o chão está molhado e tem um cheiro estranho.
— Ah, eu… — gagueja um pouco Faby nos braços do filho — cheguei um pouco tarde porque o cara que me ofereceu o emprego… humm, me convidou pra jantar e dançar — mente com um nó na garganta — e você sabe que se eu quiser agradar ele, não posso ser grossa, e então, humm… por isso fui — continua mentindo entre gaguejos, pois sabia muito bem que naquela noite ela tinha sido a puta do melhor amigo dele — puta? — pergunta ainda nervosa — como assim? — treme nos braços dele enquanto engole saliva devagar, então lembra que na verdade aquela poça é resultado das gozadas dela enquanto… Ela balança a cabeça de leve para o lado e continua sorrindo pro filho — Vai ter que limpar, não se preocupa, querido, eu faço isso. Vai tomar um banho pra gente tomar café e sair pra passear, tá? — acaricia os cabelos de Juanito enquanto pensa que isso vai dar tempo de acordar o Nelson e tirar ele de casa. Se sente horrível por mentir pro filho, mas é melhor ele não saber de nada. — Vai, coração, vai — beija a testa dele com carinho e o incentiva a obedecer com ternura.
— Você saiu com seu novo chefe? — pergunta Juan, lembrando do que viu na noite anterior: uma mulher descendo de um carro preto com uma minissaia e um top bem curto, vestida de um jeito muito ousado. Ainda lembrava como o carro balançava pra caralho e como os vidros estavam totalmente embaçados. A ereção dele cresce e ele se afasta um pouco da mãe pra ela não sentir (será que foi ela? não, pelo amor de Deus! a mãe dele não é uma puta, não pode ser aquela puta). A ereção dele continua crescendo enquanto ele fica pensativo — É só isso, mãe? Sério? Pode me contar tudo, confia no seu filho, mamãe — exclama enquanto a mente dele a imagina com aquela roupa tão ousada (será que o novo chefe quis dar em cima dela? minha mãe é muito gostosa, mas mesmo assim, meu pai tá no exterior e ela... será que trairia ele? talvez, mas não, minha mãe não é nenhuma puta, não pode ser).
— Claro que sim, bebê — responde Faby tranquilamente, acreditando nas próprias mentiras antes mesmo de soltá-las pro filho — Ele tentou dar em cima de mim, mas eu coloquei ele no lugar dele — suspira envergonhada enquanto continua mentindo — Ele sabe que sou casada e amo muito seu pai, coração — beija a bochecha dele enquanto sorri nervosamente, depois se abaixa um pouco, já que ele era só alguns centímetros mais baixo que ela — Eu confio muito em você, meu amor, e não se preocupa, se acontecer alguma coisa, eu te conto sem pensar — sorri e esfrega o nariz suavemente no dele, um gesto bem íntimo que tem com ele desde pequeno — Te prometo, meu amor, se acontecer alguma coisa, você vai ser o primeiro a saber. —Tá bom, mãe, acredito em você — responde Juanito sorrindo pra ela enquanto a observa (faz tempo que ela não age assim, embora pareça menos estressada, acho que se divertiu pra caramba ontem à noite). — Vou tomar um banho — ele diz e sai voando pro quarto pra mãe não perceber o tamanho da vara dura que ele tava (sou um tarado, como é que eu posso ficar excitado com essas coisas da minha própria mãe?) pensa ele, envergonhado.
Enquanto isso, no quarto de Fabiola, em cima da cama dela, Nelson se espreguiça e solta um suspiro pra acordar de vez. — Porra! — que noite boa, puta merda! — diz ele, sorrindo sentado na cama. — Fazia tempo que eu não gozava assim — continua se esticando na cama e vira pra procurar a Fabiola, procura ela com o olhar mas não encontra. Ele relaxa e se acomoda na cama, pega o celular e assiste o vídeo que gravou ontem.
— Anda, amor, fica bonito! — grita Fabiola baixinho pro filho e vê ele entrar no quarto. Aí ela aproveita pra entrar no dela e tranca a porta. Percebe que Nelson já tá acordado e suspira aliviada por ele não ter feito barulho nenhum. — Nelson, meu bem, já tá na hora de você ir pra casa, anda, levanta — dá uns tapinhas nos pés dele pra animá-lo a obedecer, mas vê que ele tá vidrado no celular e também debaixo do lençol, enquanto a enorme e deliciosa pica dele começa a endurecer de novo. — Nelson? O que você tá vendo? — sorri pra ele, tentando não reparar no baita pau que tá marcando (puta merda, tenho que tirar essas ideias da cabeça).
— O que eu tô vendo? Tô vendo você, vendo o quão putona você era ontem — responde Nelson rindo. — Como esquecer, se você tava uma gostosa? — vira o celular e mostra o vídeo pra ela. Ela se vê devorando a pica enorme dele e fazendo uma siririca ao mesmo tempo (“Sou a vadia mãe do Juan Hansel Menez e, aos meus 36 anos, adoro pica”). Os olhos dela se arregalam de surpresa e um rubor sobe nas bochechas ao se ouvir falando uma barbaridade dessas. — Parece uma atriz pornô, né, meu amor? — pergunta Nelson rindo. — Sério, você é uma gostosa. Fabiola procura o olhar do garoto, nos olhos dele tem uma mistura de emoções, surpresa, irritação, excitação — apaga isso, Nelson — solta num tom choroso — foi um momento de loucura e pronto, sério, levanta e amadurece — de novo dá um tapinha nas pernas dele e sem querer sente o pau dele duro, soltando um leve gemido — o Juanito já acordou, sorte que acho que ele é virgem e não reconhece os cheiros e líquidos de uma mulher, senão a gente se mete numa puta enrascada — ela se estica pra tentar pegar o celular — me dá isso pra eu apagar, vai.
— Epa, epa, epa! Qual é, hein? Isso é nosso, minha vida, relaxa — responde Nelson enfiando o telefone atrás do travesseiro — lembra que você também tem que curtir suas coisas — o pau de Nelson já tava duro de novo, como se o de ontem não tivesse sido suficiente — melhor olha — tira o lençol e mostra pra Fabiola o pauzão dele duro, ereto e soltando aquele líquido pré-gozo — como você me deixou de novo — ri enquanto nota o olhar da mulher fixo no membro duro dele — você é uma putinha, sabia?
— Já, Nelson, é sério — suspira Fabiola tentando manter o olhar nos olhos do garoto — o de ontem foi gostoso pra caralho e tal, mas já passou, agora apaga isso e amadurece, por favor — mesmo sentindo um pouco de medo, também fica excitada com a ideia dele estar daquele jeito duro e tarado por ela tão cedo — Nelson, por favor, entende — tenta enfiar as mãos atrás do travesseiro do garoto, forcejando com ele, sem perceber que já tá de quatro em cima dele, sentindo as roçadas do pau duro dele na sua lycra (ainda bem que vesti alguma roupa) pensa enquanto continua tentando tirar o celular dele, mas o instinto começa a traí-la de novo.
— O que você tá esperando? — exclama Nelson divertido segurando Fabiola pelos pulsos — você é uma provocadora de pica — num movimento rápido segura ela pelo cabelo e ela solta um gemido por instinto, algo novo pra ela — olha como você me deixa — Nelson pega no próprio pau. Pau e faz com que ela olhe pra ele de novo - essa aqui tá dura, preta e molhada pra você, sabe o que ela quer e sabe como fazer descer, né? - a voz dele fica mais forte enquanto Fabiola sente aquele cheiro que a deixou besta na primeira vez
Ela esconde o desejo num olhar bravo, mesmo tendo esse pau tão perto sem dúvida acende ela, ela sabe por como a calcinha dela tá molhando até a lycra - Nelson, me solta pelo amor de Deus - ela se debate um pouco - entende, o Juanito tá tomando banho e vai chegar a qualquer hora, não dá pra fazer agora mesmo se eu quisesse - ela se contorce tentando se soltar do aperto dele
- Pera, pera - Nelson para ela na hora - você disse que seu filho não ia atrapalhar quando eu quisesse ou pedisse e agora tô pedindo - sem mais, ele joga ela de lado na cama e se senta fingindo estar chateado, coisa que Fabiola percebe - bom, parece que você não tá afinal de contas - ele pega a pilha de roupa que é dele e começa a se vestir mas garante que ela não consiga pegar o celular dele - não sei porque pensei que você ia fazer - ele suspira decepcionado com uma risadinha sarcástica - você me deu sua palavra e eu confiei em você - ele fala isso por último decepcionado, obviamente tudo era fingido, aquela dor falsa não combinava com ele, já que ele era o sem-vergonha que tava forçando a mãe do Juan a dar prazer pra ele, ele manipulava ela com ações e palavras pra vontade dela ceder, esse era o jeito dele de manter ela na linha
- Nelson - Fabiola suspira tentando acalmar o garoto - pelo amor de Deus, não age assim, você tem razão, eu sei que prometi e desde pequena me ensinaram que tenho que cumprir minhas promessas - ela respira fundo como se tentasse fazer a vontade dela se manter firme contra a dele - que seja rápido, tá? - ela fala olhando pra ele suplicante - mas vai ser a última vez, isso é fato
- Sei não - Nelson resmunga pensativo - acho que você prefere seu bebê - ele se levanta e veste a calça junto com a cueca, guardando dentro o pau ainda duro e ereto - acho que você prefere Estar com seu filhinho — ela olha pra ele e sorri com um pouco de pena e deboche — espero que seu marido volte logo, digo, se é que volta algum dia...
(Não posso deixar ele ir, não enquanto tiver aquele vídeo, capaz que por rancor ele poste na internet ou algo assim) pensa Fabíola e sustenta o olhar pro garoto (uma última vez, vou agir como a puta do Nelson uma última vez). Ajoelhada na cama, tira a lycra e a calcinha e o conjunto que já estavam molhados, assim, só com a camiseta vestida mas com os bicos dos peitos aparecendo durinhos, ela engatinha até o Nelson e pega na mão dele, impedindo que feche a calça completamente.
— Como é que você acha que eu vou preferir o Juaninho a você? — ela pega a camiseta pelas laterais pra tirar, mas ele segura — se o seu pau é tão gostoso e eu não quero perder ele — ele se vira e deixa a calça cair de novo, tira a camiseta. Fabíola solta o pau do Nelson da cueca e começa a acariciar com a mão enquanto aproxima os lábios dos dele e começa a beijar (o que a gente não faz pra guardar a reputação) pensa enquanto sente as mãos fortes do Nelson na bunda dela — me come antes de ir, né? Sabe que eu adoro...
— Putaria braba — exclama Nelson animado enquanto beija ela e levanta a camiseta pra acariciar as costas sem tirar — mas hoje quero que você solte a sua puta interior de novo — segura o cabelo dela firme e sem soltar, abaixa ela rápido e enfia com força e surpresa o pau na boca dela sem largar o cabelo — agora sim, trabalha, Faby — ela abre os olhos surpresa enquanto sente o pau duro do garoto negro de 16 anos, amigo e melhor amigo do filho dela, usando ela como um objeto, e mais do que brigar ou fugir dali, ela entra na onda enquanto deixava ele usar ela como aquilo, um mero objeto sexual.
O pau do Nelson tava durasso, bem ereto e com as veias saltadas, suado e quente, Fabíola só conseguia sentir como ele abria a garganta dela fazendo ela engasgar a cada estocada. Mamada que dava, fazendo escorrer saliva pela boca dela, fios de saliva que molhavam a camiseta do marido dela.
Surpresa pela força dele, ela continua mamando, pra ser só um ano mais velha que o Juanito, o Nelson tinha um poder descomunal mesmo, tinha conseguido dominar ela num instante, ela chupava a pica enorme dele como podia e do jeito mais silencioso possível, mas com um pauzão desses não dava pra evitar o barulho por muito tempo, então dava pra ouvir a boca dela sugando aquele tronco duro até o fundo da garganta enquanto soltava gota por gota de saliva que escorria molhando ela e molhando a camiseta do marido, escorrendo pelo tronco e pingando em volta dos ovos do Nelson (Bom, é a última vez que sou uma puta, a última vez) ela pensa enquanto cede ao domínio daquele macho.
-Vai, Promíscua, faz com gosto- exclama ofegante o Nelson- que eu sei que você tá segurando desde que acordou- segura ela com mais força e enfia a pica mais fundo na garganta dela, sente como se um sugador puxasse ela pra dentro daquela boca, é tanta força que a Fabiola começa a engasgar, tossindo e babando mas com a pica entalada na garganta- é o melhor boquete fundo, Deus! que garganta de puta, Deus, porra!- berra o Nelson enquanto levanta a camiseta da Fabiola pra começar a pegar nos peitos dela e apertar os bicos duros, tão duros e sensíveis, roça com a ponta dos dedos enquanto não para de enfiar a rola na boca dela.
A pica preta enorme dele perfura até o fundo da garganta da Fabiola, a saliva dela mal lubrificava aquele monstro enquanto sentia a língua dela virar um mero tapete onde aquela cobra se esfregava, ao mesmo tempo que sentia as mãos fortes dele tocando e roçando os peitos duros dela e os bicos eretos e hipersensíveis, ela levanta o olhar pra pedir com os olhos que pare porque sente que vai se afogar mas também não consegue evitar saborear a pica preta dele, suculenta e quente, chupa cada vez com mais vontade e relaxa o corpo pra deixar ser apalpada. ao bel-prazer dele (que bom que trancou a porta) pensa ela, submissa, se deixando levar
— Porra! — geme Nelson, excitado — assim, assim, vadia, bate uma pra mim enquanto me chupa pra eu gozar, foxy — ele olha nos olhos dela e, embora veja um pingo de súplica neles, também nota que ela tá curtindo, que a Fabiola tá adorando ser uma submissa desse jeito — quero gozar nessa boca de head master divina que você tem!
Fabiola sente os mamilos durinhos enquanto as tetas tão totalmente duras e pesadas, ao ouvir o Nelson falar, saboreia o tronco inteiro da rola dele, até a mão direita dela acaricia as bolas dele (uma última vez, Faby, sê a vadia do Nelson mais uma vez e pronto) pensa engasgada e excitada com a camiseta do marido encharcada de saliva e líquidos da rola preta do Nelson (embora vá sentir falta dessa rola deliciosa) com esse pensamento, chupa o mais forte que consegue, engolindo rola e saliva enquanto sente a buceta dela gotejando fluidos quentes no colchão e escorrendo pelas pernas
— Você é minha Promiscuous Faby, sabia? — exclama Nelson olhando pra ela — não tem volta, uma vez que engoliu meu esperma, virou minha foxy — Nelson rosna soltando gemidos de prazer sem soltar ela, ela sente que tá perto, pode sentir como aquela rola enorme pulsa dentro da boca dela, sabe o que vem, sente o corpo dela tenso, o sangue ferve, sabe que algo tá pra rolar, não tem certeza total, mas no fundo tá desejando que aconteça
Chupa com mais vontade, se deixa levar (só uma última vez) é o que pensa enquanto olha nos olhos do cara, ele com um olhar dominador e ela, totalmente submissa e entregue, olha pra ele com desejo misturado com... amor? os olhos dela cheios de submissão e paixão que ferve por ele, procura e toca a buceta dela que tá quente, sente o clitóris totalmente duro, brotado e escorrendo o fluido quente no colchão, se belisca e geme cheia de excitação sem parar de olhar pro Nelson, sente delicioso — goza logo, Nelson Ela solta, ofegante — melhor não — diz, já mais submissa por tanto prazer (Meu Deus! queria prolongar isso pra sempre, é tão gostoso ele me comer, ele fode melhor que o pai do João, que porra é essa?) Os pensamentos a invadem e aos poucos ela descobre que seu desejo de ser só a mulher do Nelson aumenta.
— Vai, vadia, sei que você quer — rosna Nelson com voz de comando, olhando pra ela — quer que eu descarregue tudo, pede, bebê — ele a observa e nota o tesão que ela sente, igual a ele — se deixa levar, é seu instinto natural, bebê — segura ela enquanto sorri satisfeito ao ver os efeitos da sua dominação — sim! Os homens querem uma mulher como você… e uma mulher como você quer uma pica preta como a minha, uma grossa, dura pica preta — acaricia o rosto dela e empurra um pouco mais seu tronco duro, todo babado, enquanto nota a poça formada no colchão debaixo da virilha dela e dá um tapinha suave na bunda, deixando a mão acariciando seu quadril — aí está ela, tá à sua mercê — continua empurrando seu membro duro na boca dela sem parar de olhá-la — servida só pra você, pra te dar prazer e receber o mesmo de você.
Fabiola aproveita que Nelson soltou o cabelo dela e para de chupá-lo pra ficar na altura dele e encará-lo enquanto sua mão molhada com os fluidos da sua buceta pega a pica dele e começa a masturbá-la, misturando a saliva com os sucos vaginais e o pré-gozo do Nelson — mete em mim, Nelson — ela ofega, toda quente e submissa — me faz sua Promíscua, sua vadia arde de vontade de ser penetrada mais uma vez — beija ele entre cada expressão sem parar de masturbá-lo — vamos, meu amor, mete essa pica preta gostosa que eu adoro — Nelson se despe de novo e sem parar de beijá-la, deita-se novamente debaixo dela, ficando Fabiola por cima, de pernas abertas, com a buceta escorrendo sobre a pica dele. Ela o encara com desejo, com vontade (Santo céu! Como você pode dizer isso? Mas é que um pau desse tamanho, como não querer que me coma?) Ela ainda está abalada pelos pensamentos enquanto Nelson sorri ao Ver ela de novo assim, tão gostosa, linda e complacente com o... vai Nelson, quero ser sua putinha pra sempre, enfia em mim como uma puta!
- Cavalga, meu amor - geme Nelson, sorrindo enquanto segura ela pela bunda, sentindo o gotejar dos fluidos quentes de Fabiola molharem sua pica dura - cavalga, putinha, cavalga minha pica - roça a ponta do pau duro no clitóris inchado e durinho dela, que geme mordendo os lábios de tesão - vai, putinha, cavalga, Promíscua, pra eu gozar tudo dentro como você gosta - acaba de se ajeitar colocando o travesseiro atrás dele e levanta a camiseta sem tirar (quem diria que até com roupa do seu marido vou te fazer minha putinha) pensa enquanto massageia os peitos dela e a vê se contorcer em ondas de prazer, tá pronto pra curtir o show da Faby, a mamãe puta do Juan
Fabiola geme sentindo o roçar no clitóris, treme de tanto prazer que sente e a buceta dela se abre sobre a cabeça da pica do Nelson, que já tá toda molhada de sucos quentes, deixa entrar só a ponta e pega o cara pela cabeça pra enfiar ele nos peitos dela, ele lambe os mamilos dela de leve e ela morde os lábios gemendo de tesão - eu te quero, Nelson, quero que você me coma gostoso - geme trêmula enquanto se move em círculos com a ponta enfiada dentro dela - quero que enfie bem no fundo do meu ser - procura o olhar dele e de novo os olhos se conectam enquanto ele lambe os mamilos dela - quero que me use como uma puta, como sua puta - sorri pra ele e um fio de saliva escorre pelo canto da boca (que palavras eu tô falando, meu Deus, mas só assim ele vai meter essa piroca gostosa que ele tem) pensa enquanto sorri pra ele sem parar de esfregar o clitóris na ponta da pica dele - vamos, Nelson, me pega, me pega! quero ser a putinha que satisfaz essa sua piroca!
Nelson segura ela pela bunda e faz ela descer no pau dele, entrando nela sem dificuldade, começando a bombar cada vez mais forte, mais rápido - porra, que mamãe! assim! assim, vadia, você é uma delícia — ele geme enquanto enfia nela com um toque de doçura e poder — viu? não foi tão ruim assim, só precisa se deixar levar — ele olha nos olhos dela enquanto sente o corpo da mulher quente — você é assim de verdade, é seu jeito natural, comigo não precisa se reprimir — ele geme e, levantando a camiseta, começa a chupar os peitos dela sem parar de foder — não sou seu marido, nem seu esposo — a camiseta da garota está se mexendo por causa do suor — sou seu homem e tenho que te dar prazer porque você é minha mulher — ele a segura pela cintura e deixa Fabiola ditar o ritmo, sentindo como ela sobe e desce o quadril, como o pau dele desliza dentro dela, ele percebe como o calor faz a camiseta molhada ficar transparente e marcar os peitos deliciosos dela, sente como o pênis dele é devorado pela buceta molhada da mulher
Fabiola geme aproveitando a penetração forte, sente ele tirar a camiseta encharcada e com ela enrolar na cintura dela pra segurar enquanto continua subindo e descendo (porque ele é tão doce e safado na hora de foder, amo que ele seja assim, meu Deus! vou aproveitar isso ao máximo uma última vez) ela pensa enquanto o corpo dela banhado em suor treme de prazer — sim, Nelson! uffff, sou sua mulher e você é meu homem, não preciso do meu marido se você me fode assim — ela geme sentindo os peitos serem chupados com luxúria pelos lábios do garoto — me dá essa yummy cock todo dia — ela segura um pouco os gemidos pra não escaparem do quarto — adoro ser a vadia que come seu pau — ela sua, geme trêmula de prazer, subindo e descendo em cima dele, deixando os quadris dela decidirem o ritmo da penetração, às vezes devagar, às vezes rápido, segura a cabeça do garoto pra ele chupar melhor o peito dela enquanto ele se agarra a ela segurando-a pela cintura com a camiseta do marido — chupa meus peitos, chupa meus peitos de foxy love — ela choraminga banhada em suor (só dessa vez e pronto, vou ser vadia só mais uma vez) pensa se deixando levar pelo prazer do momento
— Meu Deus, vou Vem dentro! — rosna Nelson sem soltá-la, cravando com mais força — vou gozar, porra, sua puta, quero gozar dentro de você, vagabunda, você quer, né? — olha nos olhos dela enquanto enfia o pauzão mais forte — não tenho camisinha e não sei se você tá no seu período, mas foda-se — ri, grunhindo enquanto a enfia cada vez mais forte, fazendo as peles molhadas estralarem a cada metida — e acho que você também quer, aliás, dá pra perceber que te excita pra caralho — ri, olhando os olhos vidrados de prazer de Fabíola — eu sei, sua puta, vai, quer que eu goze dentro, fala, meu amor, que eu solto tudo no seu útero —
Fabíola olha pra ele sem parar de ofegar, banhada em suor e tremendo de tanto prazer — sim, Nelson, siiiim! — solta, olhando o garoto nos olhos, gemendo de gosto — quero que você jogue toda sua porra dentro do meu útero e que delícia se der um irmãozinho pro Juanito — sorri perversamente — me deixa bem cheia de porra quente e fértil dentro de mim — ofega, mordendo os lábios com saliva escorrendo pelo canto da boca, sente as mãos de Nelson nas nádegas, a camiseta do marido fica grudada na cintura dela enquanto é fodida pelo melhor amigo do filho, sente as mãos fortes dele abrindo suas nádegas a cada nova sentada que ela dá enquanto afunda os peitos na boca de Nelson sem tirar os olhos dele — me engravida, Nelson, emprenha a mãe do seu melhor amigo — sorri de satisfação — olha como você tá puta — o clitóris duro e inchado roça na pele do garoto, provocando sensações gostosas enquanto tem o pauzão deslizando dentro da vagina, fazendo ela se empalar com mais vontade — dá um irmãozinho pro seu melhor amigo, Nelson! — grita, já solta e enlouquecida de prazer
Nelson se tensiona e se agarra nas nádegas de Fabíola — ahhhhh... ahhhhh... puta! — ofega, soltando jorros e jorros de esperma quente, deixando o pau inteiro dentro da vagina dela, ela sente aquela viscosidade do fluido dentro dela, invadindo... queimando cada centímetro do seu interior, ela sente como ele a impregna, como ele a marca, pode sentir como se fosse engravidada
Fabiola sorri de satisfação e de tesão enquanto está sendo preenchida de porra, de esperma fértil e jovem, ela geme enquanto se excitava ainda mais pelo tesão de saber que podia acabar grávida daquele preto do colégio do filho dela, sentia como se fosse um castigo pro pai do Juanito por ter deixado ela pra ir trabalhar no exterior (é um castigo, uma mensagem "você não me come há um tempão e agora um preto do colégio do nosso filho fertiliza meu útero no seu lugar, tenha um bom dia no seu trabalho seu otário!") ela pensava sorrindo perdida no tesão e no prazer, era uma vingança pelo abandono, uma vingança muito gostosa
- Siim, siim, ahhhh, ahhhhh, meu amor! - geme Fabiola com a pele quente e trêmula, continua sentindo o esperma do Nelson, quente e grosso dentro dela, como vai enchendo ela e ao mesmo tempo seus lábios buscam os dele pra beijar em agradecimento, totalmente entregue a ele, enquanto a ideia de ver o pai do Juan recebendo numa mensagem o vídeo que acabaram de gravar de madrugada, a excita deixando ela ainda mais puta, eles se beijam de língua deixando o Nelson pegar sua boquinha e chupar sua saliva e sua língua, deixando ele dominar o beijo, ela sente como sua buceta suga igual um aspirador o sêmen do Nelson, como bebe todo o esperma viscoso e quente
Enquanto isso, numa cabaninha na Suíça, um homem na casa dos 40 anos está sentado na frente do notebook, trabalhando com um café quente do lado, desde que chegou naquele país lindo não fez outra coisa além de trabalhar, trabalhar comer e dormir, a isso se resumiu o tempo dele desde que chegou lá, o celular dele vibra com as mensagens do chefe, amigos e família que escrevem pra ele, ele pega o celular por um momento e olha os status do Whatsapp, a esposa dele, Fabiola, tinha acabado de postar um, uma foto dela com roupa mais jovem, uma blusa branca largada com um dos ombros dela descoberto e marcando a silhueta dela perfeitamente, jeans apertados e tênis Converse, dá pra ver como ela é gostosa, linda e bem cuidada. Ele sorri, lembrando como ela sempre acorda cedo pra ir pra academia e como brigava com ele de manhã pra ele acompanhar ela, coisa que às vezes não rolava. Ele sente um dos colegas de trabalho se aproximando por trás e diz:
— Esquece ela, Beto. Se ela continua assim, alguém já deve estar comendo ela — ri enquanto dá um tapinha no ombro dele.
— Qual é o seu problema? — reclama Beto, sem gostar da frase — não fala isso, é minha mulher, além disso — mostra a foto de perfil da Fabiola onde ela tá na árvore de Natal junto com o filho deles, usando o mesmo suéter vermelho de estampas natalinas — nosso filho tá com ela.
— Então é fácil ela dar pra outro — fala sem pudor — sinceramente, uma esposa assim que fica esperando o marido é difícil de acreditar, e eu não acredito. Com certeza deve estar com um negão metendo o tempo todo — ri enquanto percebe a expressão do Beto, entre aperto e irritação.
— Você é um babaca — solta e volta pro trabalho — me deixa trabalhar em paz — bufa enquanto continua na bolha dele, absorto e ignorando o que rola na própria casa dele, na própria cama dele.
Fabiola faz o Nelson enterrar toda a pica dele até o fundo dela, enquanto continua tremendo de prazer, banhada em suor em cima dele, com os peitos pingando suor quente na boca dele e sentindo o esperma dele chegar no fundo do ser dela, com as pernas apertando enquanto sorri — Assim, Nelson, assim — geme entre suspiros — dá um irmãozinho pro seu melhor amigo — continua beijando ele com vontade, ofegante, e então, uma sensação de culpa percorre ela por dentro, uma batalha interna rola. Uma parte dela fala pra parar com essa obscenidade na hora, mas a outra quer que continue, que continue fodendo, que continue enfiando a pica do Nelson dentro dela. Nelson olha pra ela e percebe essa batalha interna. amante, porque mesmo ainda montada nele, ela tenta se soltar mas também não deixa que o pau duro dele saia da sua buceta molhada e quente - a gente... a gente precisa parar, Nelson - ela solta entre suspiros cheios de prazer
- É, a gente precisa parar agora - Nelson solta, sorrindo para Fabiola - já gozei dentro de você, meu amor, e com isso você já satisfez minha vontade - ele a abaixa delicadamente de cima dele, sentindo prazer ainda ao tirar o pau dela, e nota como Fabiola ofega ao sentir a buceta dela liberando o pau dele, ele começa a se vestir sem pressa - foi uma delícia, bebê - segura o queixo dela e beija docemente - mas tenho que ir, acho que agora você vai brincar de dona de casa - ri, olhando para ela com um sorriso no rosto - se cuida, amor, te ligo daqui a pouco -
- Nelson - diz Fabiola nervosa, nua em cima do colchão, olhando nos olhos do jovem amante - quando eu digo que a gente precisa parar - engole seco - eu quis dizer parar com isso pra sempre - o olhar dela reflete um pouco de medo e vergonha - essa aventura tem que acabar antes que saia do controle -
Nelson olha para ela e sorri, soltando um suspiro de resignação, fingido, obviamente deixaria ela acreditar que estava certa, deixaria que pensasse que tinha o controle - tá bom, tudo bem - solta ela e baixa o olhar - de acordo - as palavras dele são frias, ele pode ver pelo canto do olho a surpresa no olhar dela, que esperava algumas palavras doces ou algo mais da parte dele para fazê-la se sentir bem, mas não acontece, ela coloca as mãos nas costas dele e beija ternamente a bochecha dele - se é isso que você quer, não posso te obrigar a nada mais - ele vira para olhar para ela e sorri resignado - você é uma mulher livre -
Fabiola não consegue esconder a surpresa no olhar - não pensei que você fosse levar tão bem assim - exclama, sorrindo para ele com um pouco de decepção, mas também aliviada por ele ter entendido a situação - por favor, uma última coisa - diz suplicando, beijando a bochecha dele e abraçando-o por trás, olhando nos olhos dele - vou deixar você ficar com as fotos e vídeos que tirou de mim se você promete não mostrar pra ninguém?
- Claro - ele acaricia a bochecha dela - não pense que sou um babaca, isso fica só entre a gente, gostosa - ele tira o cabelo do rosto dela e beija sua testa - mesmo que você não goste, pra mim você sempre será minha mulher - dá mais um beijo e se levanta enquanto termina de arrumar as coisas - bom, se cuida, Faby - diz sorrindo, prestes a ir embora
Fabiola continua olhando pra ele, surpresa - sério, você é muito maduro - ela se levanta e pega seu roupão - e tem um lado romântico - ainda nua, abraça ele e dá um último beijo de língua como despedida - talvez a gente nunca mais transe - diz decepcionada - mas pelo menos como sua mulher, posso te beijar e abraçar quantas vezes quiser - exclama e beija ele de novo, se pendurando no pescoço dele. Ele segura ela pelas nádegas e acaricia por uns longos e quentes minutos, parece que vão se deixar levar de novo, mas Nelson é quem a separa dele e sorri, lambendo os lábios
- Bom, Faby, se cuida - se despede Nelson, e ela veste um roupão pra descer com ele. Os dois vão pra garagem onde o carro de Nelson está guardado, ela sobe no dela e aproveita o barulho pra tirar o carro dela e não levantar suspeitas do Juanito. Nelson, antes de dar partida, abre o WhatsApp e manda uma mensagem no grupo dos amigos do colégio, manda um beijo pra Fabiola e ela retribui o gesto. Eles saem e, enquanto Nelson vai embora, Fabiola deixa o carro dela na calçada em frente de casa, sai e caminha pra entrar em casa
Juanito ainda estava no chuveiro, com o pau duro, se masturbando em pé, com uma mão na parede enquanto a outra esfregava o pênis. A mente dele imaginava a mãe dele com o vestido da mulher de ontem à noite, imaginava ela nua dançando pra um velho grisalho de corpo bonito, imaginava ela fodendo com ele
- Que gostosa, mamãe, come teu chefe, mamãe! - ofegava Juan, com a mente sonhando com ela em todas as posições possíveis, imagina ela chegando e encontrando ele acordado e bravo, imagina ela entrando no quarto dele quarto tirando a roupa, pensa nela pelada e chupando o pau dela, imagina ela montando em cima dele na cama "mete teu pau na mamãe, Juan" ela dizia enquanto ele chupava os peitos dela
"Mamãe, que gostosa você tá, mamãe!" - ele geme sentindo o jato de porra sair do pau, treme enquanto goza, se imagina gozando dentro da mamãe dele, com ela de quatro e ele montando nela enquanto dá tapas na bunda dela "engravida tua mamãe, bebê"
"Sim mamãe, sim, tem meus bebês" - Juan termina gemendo e caindo de joelhos no chão do chuveiro, o barulho do motor de... dois? não, só um carro, faz ele reagir - "mamãe?" - pergunta e ouve alguém entrar em casa - "você saiu?! ouvi alguém saindo"
"Amor!" - ela grita lá de baixo e sobe até onde o filho está enquanto pensa se fez bem em terminar com Nelson, já que embora às vezes ele a fizesse se sentir mal, sem dúvida, ela curtia muito aqueles momentos - "era eu, love, desci pra jogar o lixo e tirar o carro, já terminou?" - pega a toalha do filho que estava em cima da cama dele e bate na porta - "que seja a última vez que você esquece, já tá grande" - diz entre brava e carinhosa, vê a mão do filho sair pegando a toalha e fechar a porta, estranho, já que ele não tinha vergonha dela ver ele pelado, ela supõe que por causa da idade agora tem, então não dá importância - "se apressa pra gente tomar café, eu vou me arrumar também, ok?" - ela continuava pensando se terminar com Nelson tinha sido boa ideia, a buceta dela já tava com saudade, bom, o corpo inteiro, ri do último pensamento enquanto vai pro quarto dela se arrumar
"Se eu terminei?" - sussurra Juan olhando a mancha de porra na parede do banheiro dele - "claro que sim, mamãe, e que gostoso" - abre a porta levemente e pega a toalha só com a mão, não quer que a mamãe veja ele ainda com o pau duro - "obrigado, mamãe, me desculpa, foi mal" - embora já tivesse interesse por mulheres, ele continuava agindo como um menino, mimado e protegido pela mamãe
Assim que tá pronto, com a roupa dele, o mais atraente que consegue pra que a mãe dele perceba, e com o perfume do pai dele, que ele tinha roubado há um tempão do quarto dos pais (esse preto não vai comer a mamãe se eu puder comer ela primeiro) pensa enquanto se olha no espelho e desce as escadas correndo direto pra sala de jantar
— Dormi bem pra caralho, mamãe, e você? — pergunta sentando no balcão da cozinha com a mãe de jeans e uma blusa branca que a faz parecer gostosa demais — me conta, me conta como foi, mamãe —
Fabiola tinha tirado uma foto dela com essa roupa e postado no status do WhatsApp, onde já tinha salvo Nelson como contato, fazia isso na esperança de que ele a visse na rua e a reconhecesse. Depois de pronta, desceu pra cozinha e começou a preparar o café da manhã, ouve os passos animados de Juan descendo as escadas e o escuta sentar quando chega
— Bem, querido, foi uma noite longa. E você? Vejo que dormiu bem — sorri pra ele enquanto a mente divaga um momento pra quando Nelson a tinha de quatro na cadeira comendo ela e Juan de olhos fechados dormindo. Tenta acariciar o cabelo dele, mas talvez por vergonha não faz — tava pensando, amor, e acho que não devo mais te mimar tanto — solta enquanto serve um prato com panquecas e bacon, junto com um copo de suco de laranja — senão vai sofrer muito bullying na escola, que bom que o Nelson te protege — não consegue evitar suspirar ao dizer o nome dele — já é hora de virar homem, ouviu? — fala num tom mais forte, lembrando das palavras do Nelson sobre como ela mimava demais o Juan — come, querido, pra gente sair pra passear no parque ou onde você quiser ir
(Nelson! Por que ela menciona esse maldito? Deus, até o café da manhã estraga e esse preto nem tá aqui) pensa fazendo caretas, Juan — Mãe... bom, sei lá, só por favor, me deixa em paz — fala lembrando que ele tende a se isolar das pessoas quando fica triste, embora não soubesse que era por culpa do bully dele, do Nelson — me mimar? Do que você tá falando, mãe? — era a primeira vez que a mãe dele falava assim com ele
— Sim Nelson — solta a Fabiola e cai na real do que tá falando, balança a cabeça e continua — digo, Juanito — Nossa, que doida esse menino me deixa que até confundo ele com meu filho, pensa e olha pro filho que a encara com um pouco de irritação — já tá na hora de crescer, se virar sozinho e cuidar das suas coisas, não quero que dependa de ninguém pra nada — sorri pra ele e continua — por isso vou te matricular nas aulas de boxe na academia que eu vou, pra você aprender a se defender sozinho, quero te ver crescer e virar um homem forte que sempre consegue o que quer — coloca um dedo no nariz dele e aperta de leve — então acabou a mamãe mimada e boba — tira o dedo e continua comendo — se liga, Juanito — diz acariciando a mão dele e voltando a comer
— Mas, mãe? — solta Juan, irritado por ser confundido com o valentão dele — tá bom, mãe, como você quiser — diz comendo sem ainda entender a mudança na mãe, sim, com certeza era pro bem dele e ele adorava a ideia de virar um homem forte e poderoso, pra mãe dele reparar nele, mesmo assim, olha pra ela enquanto sente a mão dela na dele — te acho meio estranha, meio diferente
— Do que cê tá falando? — pergunta Fabiola escondendo o nervosismo
— Sei lá — responde Juan sincero — só sinto que você tá meio mudada — olha pra ela e não consegue evitar a sensação na virilha — cê parece mais feliz que o normal — nota ela franzindo a testa — não tô dizendo que é ruim, só não sei por que tô sentindo algo — o volume na calça dele aparece e ele tenta mudar de assunto — sinto algo diferente em você — suspira pra se acalmar — sou seu filho e cê sabe que pode confiar em mim, pode falar o que quiser — solta enquanto vê no olhar da mãe um segredo, um segredo escuro e profundo que ela esconde, de novo vê a mulher descendo do carro com o rosto da mãe na frente, agora enxerga ela com mais clareza, sem dúvida era ela
— Cê sabe tudo sobre a minha vida, love — responde Fabiola sem rodeios e voltando o olhar pro prato — não tem segredo entre nós e eu- sorri pra ele e coloca as mãos de novo sobre as dele- se tô mais feliz é porque logo vou poder trabalhar- mente pra não levantar suspeitas- assim, seu pai não vai mais ter que ir pra longe e se matar de trabalhar sozinho, que aliás- olha pro celular com uma mistura de tristeza e decepção- faz dias que ele não me liga- suspira- enfim, espero que ele esteja bem- ela suspeitaria que ele tá traindo ela, como ela traiu o Nelson, mas não duvida que o amor dele pelo trabalho é tão grande, que até as putas oferecidas não fariam diferença- pronto pra gente ir?- pergunta ela se levantando
-Tô sim, mãe, pra onde a gente vai?- diz Juan entregando o prato dela e se levantando
-Pra onde você gostaria de ir? Pro parque, pro cinema, pra praça?- pega os dois pratos e os copos e coloca na pia enquanto olha animada pro filho, deixando os pensamentos sexuais de lado
-A verdade, mãe- diz Juan- quero que você escolha o lugar, um onde você se divirta- ela sempre cuida de mim e zela pelo meu bem, é o mínimo que eu devo a ela, pensa Juan olhando pra mãe cheia de vida- cê tem razão, tá na hora de deixar de me mimar e de eu me tornar homem, vou amadurecer, mãe, cê vai ver que vou conseguir-
Ela olha pra ele com orgulho e pensa- vamos ver?- o dedo dela pousa no queixo de forma pensativa, fazia tempo que ela não escolhia pra onde ir- sempre amei ir ao cinema, que tal? um filme bom, pipoca, nachos e refrigerante- exclama animada
-Sim, mãe, vamos- responde Juan empolgado
-Bom, então vai pegar suas coisas, amor, te vejo no carro- ela pega a bolsa e sai pra esperar o Juan dentro do carro enquanto pensa no Nelson e em tudo que rolou naquela noite e de manhã, sorri (foi gostoso enquanto durou, pena a Faby) pensa e encontra o próprio olhar no retrovisor (perdeu uma boa rola) ri com esse pensamento e o Juan sobe do lado do carona, ajusta os espelhos e liga o carro- pronto, coração?
-Pronto, mãe- exclama Juan sorrindo (acho que era coisa da minha cabeça, mesmo que eu fique excitado) Muito pensando na mamãe transando com outro e comigo, mas dá pra ver que ela não é esse tipo de mulher, ela sempre vai ser fiel ao papai e sempre vai cuidar de mim, é uma mãe excelente, amo ela!) com esse pensamento, ele coloca o cinto e olha pra mãe - me perdoa por duvidar de você, mamãe, acho que são meus hormônios da idade- ri e ela devolve o sorriso
- Te perdoar por quê?- pergunta estranhando, embora pense (sendo honesta, eu que deveria pedir perdão por ter transado com seu melhor amigo, e ainda no seu quarto com você dormindo) não consegue evitar fechar um pouco as pernas ao lembrar daquilo, olha pra ele esperando a resposta enquanto engole saliva devagar pra segurar o desejo
- Ora, por duvidar de você, mãe- responde João com confiança
- Duvidar? Por que você duvidou de mim?- pergunta Fabíola levantando a voz
Naquele momento, João sente vir à mente o que Nelson disse “as mulheres são umas putas, no fundo tão famintas por uma boa pica, só precisa libertar essa vagabunda e eu vou libertar a que tá na sua mãe” não consegue evitar sentir a ereção de novo e coloca o moletom sobre o colo pra esconder
- De nada, mãe- geme olhando pra rua- de nada, só que te achei meio estranha- tenta mudar de assunto, enquanto a imagem da mãe pelada dançando pra ele no quarto se desenha de novo na mente- que filme a gente vai ver?- pergunta pra evitar o pensamento tarado
- Não até você me dizer por que tá falando essas coisas- responde Fabíola irritada e com a cabeça cheia de dúvidas (será que ele não tava dormindo? será que me viu sair? preciso saber o que ele viu)
- Não, não- solta João nervoso balançando as mãos negativamente- por nada, mãe, é melhor só sair e se divertir, não acha?- exclama com medo
- João, fala logo ou vou ficar brava de verdade com você- exclama Fabíola furiosa escondendo o nervosismo
João olha pra ela nervoso, a mãe nunca tinha pressionado ele assim, mas sentia que precisava soltar, sentia que precisava expressar o que pensava Naquele momento, todas as lembranças do que viu ontem à noite vêm de uma vez. Minha mãe não é uma puta, não é nenhuma puta como o Nelson disse.
Ela tava pelada, largada na cama, só com o lençol cobrindo as costas, deitada de lado de um jeito que dava pra ver a bunda linda e redonda dela, branca mas vermelha de tanto que levou de porrada de madrugada. Quando se mexeu, sentiu alguma coisa: era o Nelson, que ainda tava cutucando ela com o pau enquanto abraçava a cintura dela e respirava perto do pescoço. Ele também tava nu, dormindo e só abrindo os olhos com a claridade. Ele, ainda com os olhos semiabertos, beijava o pescoço dela e atrás da orelha, enquanto sussurrava como ela tava linda e gostosa.
Ela abre os olhos de vez e olha a cena no quarto: a roupa dela e do Nelson espalhada pelo chão. Aí as lembranças daquela noite voltam. Ela tinha dado o cu pra um preto, e não qualquer preto, mas o melhor amigo do filho dela. Solta um suspiro ainda mais exaltada, porque o pior é que tinha transado com ele no quarto do filho, na frente dele dormindo.
Sem dúvida, tinha sido uma das experiências mais deliciosas que já teve na vida, mas passada a euforia, um aperto no coração: remorso, culpa, a sensação de pecado de uma mãe que tava falhando com o filho e com o marido.
Fabiola senta devagar na cama, se cobrindo com o lençol porque não consegue evitar a vergonha. Tenta não fazer barulho pra não acordar o Nelson e dá passos bem silenciosos até o corredor. Vai catando a roupa espalhada, dobrando e levando no colo, ainda enrolada no lençol. Abre a porta do filho e ele ainda tá... dormindo, suspira aliviada e recolhe a pouca roupa que estava espalhada pelo quarto dela, a calcinha fio-dental e a cueca do Nelson, dobra tudo com cuidado e coloca em cima do montinho de roupa já dobrada que leva consigo.
Enquanto faz isso, se pergunta: o que foi que a fez agir daquele jeito? Por que se permitiu tantas perversões numa noite só? Era verdade que desde a primeira vez que transou com Nelson foi algo incrível e que encheu ela de satisfação e prazer, coisas que não sentia há muito tempo, mas definitivamente precisava parar com isso, não podia mais se repetir.
Aquelas promessas de ser a putinha dele e deixar ele ser seu parceiro foram feitas no calor do momento, mas nem louca repetiria aquilo, pelo menos era o que esperava. Arruma mais um pouco a casa, dentro do possível, porque nas escadas, no hall e na garagem também ficaram rastros da aventura da noite passada. Volta pro quarto dela e coloca em cima de um móvel, em duas pilhas, a roupa dela e a do Nelson. Decide vestir uma camiseta do marido por um momento, também uma calcinha branca e uma legging da mesma cor. Claro que a camiseta fica bem largona nela, cobrindo até a metade das coxas. Fica descalça e pensa se entra no banho ou espera o Nelson ir embora. Enquanto ainda está pensativa, começa a ouvir barulhos lá fora.
— Nossa! — exclama o Juan do quarto dele, sentando na cama e se espreguiçando pra acordar de vez — que sono bom, dormi como nunca. — Esfrega os olhos pra tirar as remelas e foca a visão enquanto torce o nariz ao sentir um cheiro estranho. Vira pra olhar a porta e nota que ela está completamente aberta (mamãe já deve ter voltado), pensa, e decide ir ver ela. Desce da cama e seus pés escorregam, fazendo ele cair sentado no colchão. Tem umidade no chão. Olha pra janela e bufa irritado — ótimo! Já falei pra mamãe não abrir minha janela de noite, com certeza algum gato entrou e mijou aqui bem do lado da minha cama. Ou será que tem rato? — Pega uns lenços descartáveis que tem ao lado da cama. e limpa os pés da umidade, não quer nem sentir o cheiro, levanta do outro lado, certificando-se de que o chão está seco e caminha até onde está o cesto de lixo, bem ao lado da escrivaninha, e então nota que a cadeira não está totalmente encaixada embaixo dela, está meio de lado, como se tivesse sido usada (que estranho, eu não lembro de ter deixado assim) pensa e sorri feliz enquanto sai gritando do quarto — Mãe, você está aí?!
— Juanito? — pergunta Fabiola saindo do quarto e fechando a porta para que Juan não veja que Nelson está dormindo na cama dela — desculpa se não falei com você ontem à noite, mas te vi super dormindo — aproxima-se do filho, que a abraça e sente a silhueta sensual da mãe escondida debaixo da camiseta do pai, ele até se atreve a passar a mão na bunda dela por cima da roupa — não quis interromper seus sonhos, como você descansou? Tudo bem?
— Mãe, como você está? Que horas chegou? Onde você estava, mamãe? — pergunta Juan sem soltar a cintura dela e apoiando a cabeça nos peitos dela enquanto sente um pequeno volume na calça do pijama — você se divertiu muito? Dormi bem, não lembro de ter dormido tão bem assim — então lembra da umidade no quarto e procura o olhar da mãe, que ao encontrar o dele fica corada e sorri ternamente, gesto que ele retribui — aliás, acho que entrou uma puta e mijou no meu quarto, o chão está molhado e tem um cheiro estranho.
— Ah, eu… — gagueja um pouco Faby nos braços do filho — cheguei um pouco tarde porque o cara que me ofereceu o emprego… humm, me convidou pra jantar e dançar — mente com um nó na garganta — e você sabe que se eu quiser agradar ele, não posso ser grossa, e então, humm… por isso fui — continua mentindo entre gaguejos, pois sabia muito bem que naquela noite ela tinha sido a puta do melhor amigo dele — puta? — pergunta ainda nervosa — como assim? — treme nos braços dele enquanto engole saliva devagar, então lembra que na verdade aquela poça é resultado das gozadas dela enquanto… Ela balança a cabeça de leve para o lado e continua sorrindo pro filho — Vai ter que limpar, não se preocupa, querido, eu faço isso. Vai tomar um banho pra gente tomar café e sair pra passear, tá? — acaricia os cabelos de Juanito enquanto pensa que isso vai dar tempo de acordar o Nelson e tirar ele de casa. Se sente horrível por mentir pro filho, mas é melhor ele não saber de nada. — Vai, coração, vai — beija a testa dele com carinho e o incentiva a obedecer com ternura.
— Você saiu com seu novo chefe? — pergunta Juan, lembrando do que viu na noite anterior: uma mulher descendo de um carro preto com uma minissaia e um top bem curto, vestida de um jeito muito ousado. Ainda lembrava como o carro balançava pra caralho e como os vidros estavam totalmente embaçados. A ereção dele cresce e ele se afasta um pouco da mãe pra ela não sentir (será que foi ela? não, pelo amor de Deus! a mãe dele não é uma puta, não pode ser aquela puta). A ereção dele continua crescendo enquanto ele fica pensativo — É só isso, mãe? Sério? Pode me contar tudo, confia no seu filho, mamãe — exclama enquanto a mente dele a imagina com aquela roupa tão ousada (será que o novo chefe quis dar em cima dela? minha mãe é muito gostosa, mas mesmo assim, meu pai tá no exterior e ela... será que trairia ele? talvez, mas não, minha mãe não é nenhuma puta, não pode ser).
— Claro que sim, bebê — responde Faby tranquilamente, acreditando nas próprias mentiras antes mesmo de soltá-las pro filho — Ele tentou dar em cima de mim, mas eu coloquei ele no lugar dele — suspira envergonhada enquanto continua mentindo — Ele sabe que sou casada e amo muito seu pai, coração — beija a bochecha dele enquanto sorri nervosamente, depois se abaixa um pouco, já que ele era só alguns centímetros mais baixo que ela — Eu confio muito em você, meu amor, e não se preocupa, se acontecer alguma coisa, eu te conto sem pensar — sorri e esfrega o nariz suavemente no dele, um gesto bem íntimo que tem com ele desde pequeno — Te prometo, meu amor, se acontecer alguma coisa, você vai ser o primeiro a saber. —Tá bom, mãe, acredito em você — responde Juanito sorrindo pra ela enquanto a observa (faz tempo que ela não age assim, embora pareça menos estressada, acho que se divertiu pra caramba ontem à noite). — Vou tomar um banho — ele diz e sai voando pro quarto pra mãe não perceber o tamanho da vara dura que ele tava (sou um tarado, como é que eu posso ficar excitado com essas coisas da minha própria mãe?) pensa ele, envergonhado.
Enquanto isso, no quarto de Fabiola, em cima da cama dela, Nelson se espreguiça e solta um suspiro pra acordar de vez. — Porra! — que noite boa, puta merda! — diz ele, sorrindo sentado na cama. — Fazia tempo que eu não gozava assim — continua se esticando na cama e vira pra procurar a Fabiola, procura ela com o olhar mas não encontra. Ele relaxa e se acomoda na cama, pega o celular e assiste o vídeo que gravou ontem.
— Anda, amor, fica bonito! — grita Fabiola baixinho pro filho e vê ele entrar no quarto. Aí ela aproveita pra entrar no dela e tranca a porta. Percebe que Nelson já tá acordado e suspira aliviada por ele não ter feito barulho nenhum. — Nelson, meu bem, já tá na hora de você ir pra casa, anda, levanta — dá uns tapinhas nos pés dele pra animá-lo a obedecer, mas vê que ele tá vidrado no celular e também debaixo do lençol, enquanto a enorme e deliciosa pica dele começa a endurecer de novo. — Nelson? O que você tá vendo? — sorri pra ele, tentando não reparar no baita pau que tá marcando (puta merda, tenho que tirar essas ideias da cabeça).
— O que eu tô vendo? Tô vendo você, vendo o quão putona você era ontem — responde Nelson rindo. — Como esquecer, se você tava uma gostosa? — vira o celular e mostra o vídeo pra ela. Ela se vê devorando a pica enorme dele e fazendo uma siririca ao mesmo tempo (“Sou a vadia mãe do Juan Hansel Menez e, aos meus 36 anos, adoro pica”). Os olhos dela se arregalam de surpresa e um rubor sobe nas bochechas ao se ouvir falando uma barbaridade dessas. — Parece uma atriz pornô, né, meu amor? — pergunta Nelson rindo. — Sério, você é uma gostosa. Fabiola procura o olhar do garoto, nos olhos dele tem uma mistura de emoções, surpresa, irritação, excitação — apaga isso, Nelson — solta num tom choroso — foi um momento de loucura e pronto, sério, levanta e amadurece — de novo dá um tapinha nas pernas dele e sem querer sente o pau dele duro, soltando um leve gemido — o Juanito já acordou, sorte que acho que ele é virgem e não reconhece os cheiros e líquidos de uma mulher, senão a gente se mete numa puta enrascada — ela se estica pra tentar pegar o celular — me dá isso pra eu apagar, vai.
— Epa, epa, epa! Qual é, hein? Isso é nosso, minha vida, relaxa — responde Nelson enfiando o telefone atrás do travesseiro — lembra que você também tem que curtir suas coisas — o pau de Nelson já tava duro de novo, como se o de ontem não tivesse sido suficiente — melhor olha — tira o lençol e mostra pra Fabiola o pauzão dele duro, ereto e soltando aquele líquido pré-gozo — como você me deixou de novo — ri enquanto nota o olhar da mulher fixo no membro duro dele — você é uma putinha, sabia?
— Já, Nelson, é sério — suspira Fabiola tentando manter o olhar nos olhos do garoto — o de ontem foi gostoso pra caralho e tal, mas já passou, agora apaga isso e amadurece, por favor — mesmo sentindo um pouco de medo, também fica excitada com a ideia dele estar daquele jeito duro e tarado por ela tão cedo — Nelson, por favor, entende — tenta enfiar as mãos atrás do travesseiro do garoto, forcejando com ele, sem perceber que já tá de quatro em cima dele, sentindo as roçadas do pau duro dele na sua lycra (ainda bem que vesti alguma roupa) pensa enquanto continua tentando tirar o celular dele, mas o instinto começa a traí-la de novo.
— O que você tá esperando? — exclama Nelson divertido segurando Fabiola pelos pulsos — você é uma provocadora de pica — num movimento rápido segura ela pelo cabelo e ela solta um gemido por instinto, algo novo pra ela — olha como você me deixa — Nelson pega no próprio pau. Pau e faz com que ela olhe pra ele de novo - essa aqui tá dura, preta e molhada pra você, sabe o que ela quer e sabe como fazer descer, né? - a voz dele fica mais forte enquanto Fabiola sente aquele cheiro que a deixou besta na primeira vez
Ela esconde o desejo num olhar bravo, mesmo tendo esse pau tão perto sem dúvida acende ela, ela sabe por como a calcinha dela tá molhando até a lycra - Nelson, me solta pelo amor de Deus - ela se debate um pouco - entende, o Juanito tá tomando banho e vai chegar a qualquer hora, não dá pra fazer agora mesmo se eu quisesse - ela se contorce tentando se soltar do aperto dele
- Pera, pera - Nelson para ela na hora - você disse que seu filho não ia atrapalhar quando eu quisesse ou pedisse e agora tô pedindo - sem mais, ele joga ela de lado na cama e se senta fingindo estar chateado, coisa que Fabiola percebe - bom, parece que você não tá afinal de contas - ele pega a pilha de roupa que é dele e começa a se vestir mas garante que ela não consiga pegar o celular dele - não sei porque pensei que você ia fazer - ele suspira decepcionado com uma risadinha sarcástica - você me deu sua palavra e eu confiei em você - ele fala isso por último decepcionado, obviamente tudo era fingido, aquela dor falsa não combinava com ele, já que ele era o sem-vergonha que tava forçando a mãe do Juan a dar prazer pra ele, ele manipulava ela com ações e palavras pra vontade dela ceder, esse era o jeito dele de manter ela na linha
- Nelson - Fabiola suspira tentando acalmar o garoto - pelo amor de Deus, não age assim, você tem razão, eu sei que prometi e desde pequena me ensinaram que tenho que cumprir minhas promessas - ela respira fundo como se tentasse fazer a vontade dela se manter firme contra a dele - que seja rápido, tá? - ela fala olhando pra ele suplicante - mas vai ser a última vez, isso é fato
- Sei não - Nelson resmunga pensativo - acho que você prefere seu bebê - ele se levanta e veste a calça junto com a cueca, guardando dentro o pau ainda duro e ereto - acho que você prefere Estar com seu filhinho — ela olha pra ele e sorri com um pouco de pena e deboche — espero que seu marido volte logo, digo, se é que volta algum dia...
(Não posso deixar ele ir, não enquanto tiver aquele vídeo, capaz que por rancor ele poste na internet ou algo assim) pensa Fabíola e sustenta o olhar pro garoto (uma última vez, vou agir como a puta do Nelson uma última vez). Ajoelhada na cama, tira a lycra e a calcinha e o conjunto que já estavam molhados, assim, só com a camiseta vestida mas com os bicos dos peitos aparecendo durinhos, ela engatinha até o Nelson e pega na mão dele, impedindo que feche a calça completamente.
— Como é que você acha que eu vou preferir o Juaninho a você? — ela pega a camiseta pelas laterais pra tirar, mas ele segura — se o seu pau é tão gostoso e eu não quero perder ele — ele se vira e deixa a calça cair de novo, tira a camiseta. Fabíola solta o pau do Nelson da cueca e começa a acariciar com a mão enquanto aproxima os lábios dos dele e começa a beijar (o que a gente não faz pra guardar a reputação) pensa enquanto sente as mãos fortes do Nelson na bunda dela — me come antes de ir, né? Sabe que eu adoro...
— Putaria braba — exclama Nelson animado enquanto beija ela e levanta a camiseta pra acariciar as costas sem tirar — mas hoje quero que você solte a sua puta interior de novo — segura o cabelo dela firme e sem soltar, abaixa ela rápido e enfia com força e surpresa o pau na boca dela sem largar o cabelo — agora sim, trabalha, Faby — ela abre os olhos surpresa enquanto sente o pau duro do garoto negro de 16 anos, amigo e melhor amigo do filho dela, usando ela como um objeto, e mais do que brigar ou fugir dali, ela entra na onda enquanto deixava ele usar ela como aquilo, um mero objeto sexual.
O pau do Nelson tava durasso, bem ereto e com as veias saltadas, suado e quente, Fabíola só conseguia sentir como ele abria a garganta dela fazendo ela engasgar a cada estocada. Mamada que dava, fazendo escorrer saliva pela boca dela, fios de saliva que molhavam a camiseta do marido dela.
Surpresa pela força dele, ela continua mamando, pra ser só um ano mais velha que o Juanito, o Nelson tinha um poder descomunal mesmo, tinha conseguido dominar ela num instante, ela chupava a pica enorme dele como podia e do jeito mais silencioso possível, mas com um pauzão desses não dava pra evitar o barulho por muito tempo, então dava pra ouvir a boca dela sugando aquele tronco duro até o fundo da garganta enquanto soltava gota por gota de saliva que escorria molhando ela e molhando a camiseta do marido, escorrendo pelo tronco e pingando em volta dos ovos do Nelson (Bom, é a última vez que sou uma puta, a última vez) ela pensa enquanto cede ao domínio daquele macho.
-Vai, Promíscua, faz com gosto- exclama ofegante o Nelson- que eu sei que você tá segurando desde que acordou- segura ela com mais força e enfia a pica mais fundo na garganta dela, sente como se um sugador puxasse ela pra dentro daquela boca, é tanta força que a Fabiola começa a engasgar, tossindo e babando mas com a pica entalada na garganta- é o melhor boquete fundo, Deus! que garganta de puta, Deus, porra!- berra o Nelson enquanto levanta a camiseta da Fabiola pra começar a pegar nos peitos dela e apertar os bicos duros, tão duros e sensíveis, roça com a ponta dos dedos enquanto não para de enfiar a rola na boca dela.
A pica preta enorme dele perfura até o fundo da garganta da Fabiola, a saliva dela mal lubrificava aquele monstro enquanto sentia a língua dela virar um mero tapete onde aquela cobra se esfregava, ao mesmo tempo que sentia as mãos fortes dele tocando e roçando os peitos duros dela e os bicos eretos e hipersensíveis, ela levanta o olhar pra pedir com os olhos que pare porque sente que vai se afogar mas também não consegue evitar saborear a pica preta dele, suculenta e quente, chupa cada vez com mais vontade e relaxa o corpo pra deixar ser apalpada. ao bel-prazer dele (que bom que trancou a porta) pensa ela, submissa, se deixando levar
— Porra! — geme Nelson, excitado — assim, assim, vadia, bate uma pra mim enquanto me chupa pra eu gozar, foxy — ele olha nos olhos dela e, embora veja um pingo de súplica neles, também nota que ela tá curtindo, que a Fabiola tá adorando ser uma submissa desse jeito — quero gozar nessa boca de head master divina que você tem!
Fabiola sente os mamilos durinhos enquanto as tetas tão totalmente duras e pesadas, ao ouvir o Nelson falar, saboreia o tronco inteiro da rola dele, até a mão direita dela acaricia as bolas dele (uma última vez, Faby, sê a vadia do Nelson mais uma vez e pronto) pensa engasgada e excitada com a camiseta do marido encharcada de saliva e líquidos da rola preta do Nelson (embora vá sentir falta dessa rola deliciosa) com esse pensamento, chupa o mais forte que consegue, engolindo rola e saliva enquanto sente a buceta dela gotejando fluidos quentes no colchão e escorrendo pelas pernas
— Você é minha Promiscuous Faby, sabia? — exclama Nelson olhando pra ela — não tem volta, uma vez que engoliu meu esperma, virou minha foxy — Nelson rosna soltando gemidos de prazer sem soltar ela, ela sente que tá perto, pode sentir como aquela rola enorme pulsa dentro da boca dela, sabe o que vem, sente o corpo dela tenso, o sangue ferve, sabe que algo tá pra rolar, não tem certeza total, mas no fundo tá desejando que aconteça
Chupa com mais vontade, se deixa levar (só uma última vez) é o que pensa enquanto olha nos olhos do cara, ele com um olhar dominador e ela, totalmente submissa e entregue, olha pra ele com desejo misturado com... amor? os olhos dela cheios de submissão e paixão que ferve por ele, procura e toca a buceta dela que tá quente, sente o clitóris totalmente duro, brotado e escorrendo o fluido quente no colchão, se belisca e geme cheia de excitação sem parar de olhar pro Nelson, sente delicioso — goza logo, Nelson Ela solta, ofegante — melhor não — diz, já mais submissa por tanto prazer (Meu Deus! queria prolongar isso pra sempre, é tão gostoso ele me comer, ele fode melhor que o pai do João, que porra é essa?) Os pensamentos a invadem e aos poucos ela descobre que seu desejo de ser só a mulher do Nelson aumenta.
— Vai, vadia, sei que você quer — rosna Nelson com voz de comando, olhando pra ela — quer que eu descarregue tudo, pede, bebê — ele a observa e nota o tesão que ela sente, igual a ele — se deixa levar, é seu instinto natural, bebê — segura ela enquanto sorri satisfeito ao ver os efeitos da sua dominação — sim! Os homens querem uma mulher como você… e uma mulher como você quer uma pica preta como a minha, uma grossa, dura pica preta — acaricia o rosto dela e empurra um pouco mais seu tronco duro, todo babado, enquanto nota a poça formada no colchão debaixo da virilha dela e dá um tapinha suave na bunda, deixando a mão acariciando seu quadril — aí está ela, tá à sua mercê — continua empurrando seu membro duro na boca dela sem parar de olhá-la — servida só pra você, pra te dar prazer e receber o mesmo de você.
Fabiola aproveita que Nelson soltou o cabelo dela e para de chupá-lo pra ficar na altura dele e encará-lo enquanto sua mão molhada com os fluidos da sua buceta pega a pica dele e começa a masturbá-la, misturando a saliva com os sucos vaginais e o pré-gozo do Nelson — mete em mim, Nelson — ela ofega, toda quente e submissa — me faz sua Promíscua, sua vadia arde de vontade de ser penetrada mais uma vez — beija ele entre cada expressão sem parar de masturbá-lo — vamos, meu amor, mete essa pica preta gostosa que eu adoro — Nelson se despe de novo e sem parar de beijá-la, deita-se novamente debaixo dela, ficando Fabiola por cima, de pernas abertas, com a buceta escorrendo sobre a pica dele. Ela o encara com desejo, com vontade (Santo céu! Como você pode dizer isso? Mas é que um pau desse tamanho, como não querer que me coma?) Ela ainda está abalada pelos pensamentos enquanto Nelson sorri ao Ver ela de novo assim, tão gostosa, linda e complacente com o... vai Nelson, quero ser sua putinha pra sempre, enfia em mim como uma puta!
- Cavalga, meu amor - geme Nelson, sorrindo enquanto segura ela pela bunda, sentindo o gotejar dos fluidos quentes de Fabiola molharem sua pica dura - cavalga, putinha, cavalga minha pica - roça a ponta do pau duro no clitóris inchado e durinho dela, que geme mordendo os lábios de tesão - vai, putinha, cavalga, Promíscua, pra eu gozar tudo dentro como você gosta - acaba de se ajeitar colocando o travesseiro atrás dele e levanta a camiseta sem tirar (quem diria que até com roupa do seu marido vou te fazer minha putinha) pensa enquanto massageia os peitos dela e a vê se contorcer em ondas de prazer, tá pronto pra curtir o show da Faby, a mamãe puta do Juan
Fabiola geme sentindo o roçar no clitóris, treme de tanto prazer que sente e a buceta dela se abre sobre a cabeça da pica do Nelson, que já tá toda molhada de sucos quentes, deixa entrar só a ponta e pega o cara pela cabeça pra enfiar ele nos peitos dela, ele lambe os mamilos dela de leve e ela morde os lábios gemendo de tesão - eu te quero, Nelson, quero que você me coma gostoso - geme trêmula enquanto se move em círculos com a ponta enfiada dentro dela - quero que enfie bem no fundo do meu ser - procura o olhar dele e de novo os olhos se conectam enquanto ele lambe os mamilos dela - quero que me use como uma puta, como sua puta - sorri pra ele e um fio de saliva escorre pelo canto da boca (que palavras eu tô falando, meu Deus, mas só assim ele vai meter essa piroca gostosa que ele tem) pensa enquanto sorri pra ele sem parar de esfregar o clitóris na ponta da pica dele - vamos, Nelson, me pega, me pega! quero ser a putinha que satisfaz essa sua piroca!
Nelson segura ela pela bunda e faz ela descer no pau dele, entrando nela sem dificuldade, começando a bombar cada vez mais forte, mais rápido - porra, que mamãe! assim! assim, vadia, você é uma delícia — ele geme enquanto enfia nela com um toque de doçura e poder — viu? não foi tão ruim assim, só precisa se deixar levar — ele olha nos olhos dela enquanto sente o corpo da mulher quente — você é assim de verdade, é seu jeito natural, comigo não precisa se reprimir — ele geme e, levantando a camiseta, começa a chupar os peitos dela sem parar de foder — não sou seu marido, nem seu esposo — a camiseta da garota está se mexendo por causa do suor — sou seu homem e tenho que te dar prazer porque você é minha mulher — ele a segura pela cintura e deixa Fabiola ditar o ritmo, sentindo como ela sobe e desce o quadril, como o pau dele desliza dentro dela, ele percebe como o calor faz a camiseta molhada ficar transparente e marcar os peitos deliciosos dela, sente como o pênis dele é devorado pela buceta molhada da mulher
Fabiola geme aproveitando a penetração forte, sente ele tirar a camiseta encharcada e com ela enrolar na cintura dela pra segurar enquanto continua subindo e descendo (porque ele é tão doce e safado na hora de foder, amo que ele seja assim, meu Deus! vou aproveitar isso ao máximo uma última vez) ela pensa enquanto o corpo dela banhado em suor treme de prazer — sim, Nelson! uffff, sou sua mulher e você é meu homem, não preciso do meu marido se você me fode assim — ela geme sentindo os peitos serem chupados com luxúria pelos lábios do garoto — me dá essa yummy cock todo dia — ela segura um pouco os gemidos pra não escaparem do quarto — adoro ser a vadia que come seu pau — ela sua, geme trêmula de prazer, subindo e descendo em cima dele, deixando os quadris dela decidirem o ritmo da penetração, às vezes devagar, às vezes rápido, segura a cabeça do garoto pra ele chupar melhor o peito dela enquanto ele se agarra a ela segurando-a pela cintura com a camiseta do marido — chupa meus peitos, chupa meus peitos de foxy love — ela choraminga banhada em suor (só dessa vez e pronto, vou ser vadia só mais uma vez) pensa se deixando levar pelo prazer do momento
— Meu Deus, vou Vem dentro! — rosna Nelson sem soltá-la, cravando com mais força — vou gozar, porra, sua puta, quero gozar dentro de você, vagabunda, você quer, né? — olha nos olhos dela enquanto enfia o pauzão mais forte — não tenho camisinha e não sei se você tá no seu período, mas foda-se — ri, grunhindo enquanto a enfia cada vez mais forte, fazendo as peles molhadas estralarem a cada metida — e acho que você também quer, aliás, dá pra perceber que te excita pra caralho — ri, olhando os olhos vidrados de prazer de Fabíola — eu sei, sua puta, vai, quer que eu goze dentro, fala, meu amor, que eu solto tudo no seu útero —
Fabíola olha pra ele sem parar de ofegar, banhada em suor e tremendo de tanto prazer — sim, Nelson, siiiim! — solta, olhando o garoto nos olhos, gemendo de gosto — quero que você jogue toda sua porra dentro do meu útero e que delícia se der um irmãozinho pro Juanito — sorri perversamente — me deixa bem cheia de porra quente e fértil dentro de mim — ofega, mordendo os lábios com saliva escorrendo pelo canto da boca, sente as mãos de Nelson nas nádegas, a camiseta do marido fica grudada na cintura dela enquanto é fodida pelo melhor amigo do filho, sente as mãos fortes dele abrindo suas nádegas a cada nova sentada que ela dá enquanto afunda os peitos na boca de Nelson sem tirar os olhos dele — me engravida, Nelson, emprenha a mãe do seu melhor amigo — sorri de satisfação — olha como você tá puta — o clitóris duro e inchado roça na pele do garoto, provocando sensações gostosas enquanto tem o pauzão deslizando dentro da vagina, fazendo ela se empalar com mais vontade — dá um irmãozinho pro seu melhor amigo, Nelson! — grita, já solta e enlouquecida de prazer
Nelson se tensiona e se agarra nas nádegas de Fabíola — ahhhhh... ahhhhh... puta! — ofega, soltando jorros e jorros de esperma quente, deixando o pau inteiro dentro da vagina dela, ela sente aquela viscosidade do fluido dentro dela, invadindo... queimando cada centímetro do seu interior, ela sente como ele a impregna, como ele a marca, pode sentir como se fosse engravidada
Fabiola sorri de satisfação e de tesão enquanto está sendo preenchida de porra, de esperma fértil e jovem, ela geme enquanto se excitava ainda mais pelo tesão de saber que podia acabar grávida daquele preto do colégio do filho dela, sentia como se fosse um castigo pro pai do Juanito por ter deixado ela pra ir trabalhar no exterior (é um castigo, uma mensagem "você não me come há um tempão e agora um preto do colégio do nosso filho fertiliza meu útero no seu lugar, tenha um bom dia no seu trabalho seu otário!") ela pensava sorrindo perdida no tesão e no prazer, era uma vingança pelo abandono, uma vingança muito gostosa
- Siim, siim, ahhhh, ahhhhh, meu amor! - geme Fabiola com a pele quente e trêmula, continua sentindo o esperma do Nelson, quente e grosso dentro dela, como vai enchendo ela e ao mesmo tempo seus lábios buscam os dele pra beijar em agradecimento, totalmente entregue a ele, enquanto a ideia de ver o pai do Juan recebendo numa mensagem o vídeo que acabaram de gravar de madrugada, a excita deixando ela ainda mais puta, eles se beijam de língua deixando o Nelson pegar sua boquinha e chupar sua saliva e sua língua, deixando ele dominar o beijo, ela sente como sua buceta suga igual um aspirador o sêmen do Nelson, como bebe todo o esperma viscoso e quente
Enquanto isso, numa cabaninha na Suíça, um homem na casa dos 40 anos está sentado na frente do notebook, trabalhando com um café quente do lado, desde que chegou naquele país lindo não fez outra coisa além de trabalhar, trabalhar comer e dormir, a isso se resumiu o tempo dele desde que chegou lá, o celular dele vibra com as mensagens do chefe, amigos e família que escrevem pra ele, ele pega o celular por um momento e olha os status do Whatsapp, a esposa dele, Fabiola, tinha acabado de postar um, uma foto dela com roupa mais jovem, uma blusa branca largada com um dos ombros dela descoberto e marcando a silhueta dela perfeitamente, jeans apertados e tênis Converse, dá pra ver como ela é gostosa, linda e bem cuidada. Ele sorri, lembrando como ela sempre acorda cedo pra ir pra academia e como brigava com ele de manhã pra ele acompanhar ela, coisa que às vezes não rolava. Ele sente um dos colegas de trabalho se aproximando por trás e diz:
— Esquece ela, Beto. Se ela continua assim, alguém já deve estar comendo ela — ri enquanto dá um tapinha no ombro dele.
— Qual é o seu problema? — reclama Beto, sem gostar da frase — não fala isso, é minha mulher, além disso — mostra a foto de perfil da Fabiola onde ela tá na árvore de Natal junto com o filho deles, usando o mesmo suéter vermelho de estampas natalinas — nosso filho tá com ela.
— Então é fácil ela dar pra outro — fala sem pudor — sinceramente, uma esposa assim que fica esperando o marido é difícil de acreditar, e eu não acredito. Com certeza deve estar com um negão metendo o tempo todo — ri enquanto percebe a expressão do Beto, entre aperto e irritação.
— Você é um babaca — solta e volta pro trabalho — me deixa trabalhar em paz — bufa enquanto continua na bolha dele, absorto e ignorando o que rola na própria casa dele, na própria cama dele.
Fabiola faz o Nelson enterrar toda a pica dele até o fundo dela, enquanto continua tremendo de prazer, banhada em suor em cima dele, com os peitos pingando suor quente na boca dele e sentindo o esperma dele chegar no fundo do ser dela, com as pernas apertando enquanto sorri — Assim, Nelson, assim — geme entre suspiros — dá um irmãozinho pro seu melhor amigo — continua beijando ele com vontade, ofegante, e então, uma sensação de culpa percorre ela por dentro, uma batalha interna rola. Uma parte dela fala pra parar com essa obscenidade na hora, mas a outra quer que continue, que continue fodendo, que continue enfiando a pica do Nelson dentro dela. Nelson olha pra ela e percebe essa batalha interna. amante, porque mesmo ainda montada nele, ela tenta se soltar mas também não deixa que o pau duro dele saia da sua buceta molhada e quente - a gente... a gente precisa parar, Nelson - ela solta entre suspiros cheios de prazer
- É, a gente precisa parar agora - Nelson solta, sorrindo para Fabiola - já gozei dentro de você, meu amor, e com isso você já satisfez minha vontade - ele a abaixa delicadamente de cima dele, sentindo prazer ainda ao tirar o pau dela, e nota como Fabiola ofega ao sentir a buceta dela liberando o pau dele, ele começa a se vestir sem pressa - foi uma delícia, bebê - segura o queixo dela e beija docemente - mas tenho que ir, acho que agora você vai brincar de dona de casa - ri, olhando para ela com um sorriso no rosto - se cuida, amor, te ligo daqui a pouco -
- Nelson - diz Fabiola nervosa, nua em cima do colchão, olhando nos olhos do jovem amante - quando eu digo que a gente precisa parar - engole seco - eu quis dizer parar com isso pra sempre - o olhar dela reflete um pouco de medo e vergonha - essa aventura tem que acabar antes que saia do controle -
Nelson olha para ela e sorri, soltando um suspiro de resignação, fingido, obviamente deixaria ela acreditar que estava certa, deixaria que pensasse que tinha o controle - tá bom, tudo bem - solta ela e baixa o olhar - de acordo - as palavras dele são frias, ele pode ver pelo canto do olho a surpresa no olhar dela, que esperava algumas palavras doces ou algo mais da parte dele para fazê-la se sentir bem, mas não acontece, ela coloca as mãos nas costas dele e beija ternamente a bochecha dele - se é isso que você quer, não posso te obrigar a nada mais - ele vira para olhar para ela e sorri resignado - você é uma mulher livre -
Fabiola não consegue esconder a surpresa no olhar - não pensei que você fosse levar tão bem assim - exclama, sorrindo para ele com um pouco de decepção, mas também aliviada por ele ter entendido a situação - por favor, uma última coisa - diz suplicando, beijando a bochecha dele e abraçando-o por trás, olhando nos olhos dele - vou deixar você ficar com as fotos e vídeos que tirou de mim se você promete não mostrar pra ninguém?
- Claro - ele acaricia a bochecha dela - não pense que sou um babaca, isso fica só entre a gente, gostosa - ele tira o cabelo do rosto dela e beija sua testa - mesmo que você não goste, pra mim você sempre será minha mulher - dá mais um beijo e se levanta enquanto termina de arrumar as coisas - bom, se cuida, Faby - diz sorrindo, prestes a ir embora
Fabiola continua olhando pra ele, surpresa - sério, você é muito maduro - ela se levanta e pega seu roupão - e tem um lado romântico - ainda nua, abraça ele e dá um último beijo de língua como despedida - talvez a gente nunca mais transe - diz decepcionada - mas pelo menos como sua mulher, posso te beijar e abraçar quantas vezes quiser - exclama e beija ele de novo, se pendurando no pescoço dele. Ele segura ela pelas nádegas e acaricia por uns longos e quentes minutos, parece que vão se deixar levar de novo, mas Nelson é quem a separa dele e sorri, lambendo os lábios
- Bom, Faby, se cuida - se despede Nelson, e ela veste um roupão pra descer com ele. Os dois vão pra garagem onde o carro de Nelson está guardado, ela sobe no dela e aproveita o barulho pra tirar o carro dela e não levantar suspeitas do Juanito. Nelson, antes de dar partida, abre o WhatsApp e manda uma mensagem no grupo dos amigos do colégio, manda um beijo pra Fabiola e ela retribui o gesto. Eles saem e, enquanto Nelson vai embora, Fabiola deixa o carro dela na calçada em frente de casa, sai e caminha pra entrar em casa
Juanito ainda estava no chuveiro, com o pau duro, se masturbando em pé, com uma mão na parede enquanto a outra esfregava o pênis. A mente dele imaginava a mãe dele com o vestido da mulher de ontem à noite, imaginava ela nua dançando pra um velho grisalho de corpo bonito, imaginava ela fodendo com ele
- Que gostosa, mamãe, come teu chefe, mamãe! - ofegava Juan, com a mente sonhando com ela em todas as posições possíveis, imagina ela chegando e encontrando ele acordado e bravo, imagina ela entrando no quarto dele quarto tirando a roupa, pensa nela pelada e chupando o pau dela, imagina ela montando em cima dele na cama "mete teu pau na mamãe, Juan" ela dizia enquanto ele chupava os peitos dela
"Mamãe, que gostosa você tá, mamãe!" - ele geme sentindo o jato de porra sair do pau, treme enquanto goza, se imagina gozando dentro da mamãe dele, com ela de quatro e ele montando nela enquanto dá tapas na bunda dela "engravida tua mamãe, bebê"
"Sim mamãe, sim, tem meus bebês" - Juan termina gemendo e caindo de joelhos no chão do chuveiro, o barulho do motor de... dois? não, só um carro, faz ele reagir - "mamãe?" - pergunta e ouve alguém entrar em casa - "você saiu?! ouvi alguém saindo"
"Amor!" - ela grita lá de baixo e sobe até onde o filho está enquanto pensa se fez bem em terminar com Nelson, já que embora às vezes ele a fizesse se sentir mal, sem dúvida, ela curtia muito aqueles momentos - "era eu, love, desci pra jogar o lixo e tirar o carro, já terminou?" - pega a toalha do filho que estava em cima da cama dele e bate na porta - "que seja a última vez que você esquece, já tá grande" - diz entre brava e carinhosa, vê a mão do filho sair pegando a toalha e fechar a porta, estranho, já que ele não tinha vergonha dela ver ele pelado, ela supõe que por causa da idade agora tem, então não dá importância - "se apressa pra gente tomar café, eu vou me arrumar também, ok?" - ela continuava pensando se terminar com Nelson tinha sido boa ideia, a buceta dela já tava com saudade, bom, o corpo inteiro, ri do último pensamento enquanto vai pro quarto dela se arrumar
"Se eu terminei?" - sussurra Juan olhando a mancha de porra na parede do banheiro dele - "claro que sim, mamãe, e que gostoso" - abre a porta levemente e pega a toalha só com a mão, não quer que a mamãe veja ele ainda com o pau duro - "obrigado, mamãe, me desculpa, foi mal" - embora já tivesse interesse por mulheres, ele continuava agindo como um menino, mimado e protegido pela mamãe
Assim que tá pronto, com a roupa dele, o mais atraente que consegue pra que a mãe dele perceba, e com o perfume do pai dele, que ele tinha roubado há um tempão do quarto dos pais (esse preto não vai comer a mamãe se eu puder comer ela primeiro) pensa enquanto se olha no espelho e desce as escadas correndo direto pra sala de jantar
— Dormi bem pra caralho, mamãe, e você? — pergunta sentando no balcão da cozinha com a mãe de jeans e uma blusa branca que a faz parecer gostosa demais — me conta, me conta como foi, mamãe —
Fabiola tinha tirado uma foto dela com essa roupa e postado no status do WhatsApp, onde já tinha salvo Nelson como contato, fazia isso na esperança de que ele a visse na rua e a reconhecesse. Depois de pronta, desceu pra cozinha e começou a preparar o café da manhã, ouve os passos animados de Juan descendo as escadas e o escuta sentar quando chega
— Bem, querido, foi uma noite longa. E você? Vejo que dormiu bem — sorri pra ele enquanto a mente divaga um momento pra quando Nelson a tinha de quatro na cadeira comendo ela e Juan de olhos fechados dormindo. Tenta acariciar o cabelo dele, mas talvez por vergonha não faz — tava pensando, amor, e acho que não devo mais te mimar tanto — solta enquanto serve um prato com panquecas e bacon, junto com um copo de suco de laranja — senão vai sofrer muito bullying na escola, que bom que o Nelson te protege — não consegue evitar suspirar ao dizer o nome dele — já é hora de virar homem, ouviu? — fala num tom mais forte, lembrando das palavras do Nelson sobre como ela mimava demais o Juan — come, querido, pra gente sair pra passear no parque ou onde você quiser ir
(Nelson! Por que ela menciona esse maldito? Deus, até o café da manhã estraga e esse preto nem tá aqui) pensa fazendo caretas, Juan — Mãe... bom, sei lá, só por favor, me deixa em paz — fala lembrando que ele tende a se isolar das pessoas quando fica triste, embora não soubesse que era por culpa do bully dele, do Nelson — me mimar? Do que você tá falando, mãe? — era a primeira vez que a mãe dele falava assim com ele
— Sim Nelson — solta a Fabiola e cai na real do que tá falando, balança a cabeça e continua — digo, Juanito — Nossa, que doida esse menino me deixa que até confundo ele com meu filho, pensa e olha pro filho que a encara com um pouco de irritação — já tá na hora de crescer, se virar sozinho e cuidar das suas coisas, não quero que dependa de ninguém pra nada — sorri pra ele e continua — por isso vou te matricular nas aulas de boxe na academia que eu vou, pra você aprender a se defender sozinho, quero te ver crescer e virar um homem forte que sempre consegue o que quer — coloca um dedo no nariz dele e aperta de leve — então acabou a mamãe mimada e boba — tira o dedo e continua comendo — se liga, Juanito — diz acariciando a mão dele e voltando a comer
— Mas, mãe? — solta Juan, irritado por ser confundido com o valentão dele — tá bom, mãe, como você quiser — diz comendo sem ainda entender a mudança na mãe, sim, com certeza era pro bem dele e ele adorava a ideia de virar um homem forte e poderoso, pra mãe dele reparar nele, mesmo assim, olha pra ela enquanto sente a mão dela na dele — te acho meio estranha, meio diferente
— Do que cê tá falando? — pergunta Fabiola escondendo o nervosismo
— Sei lá — responde Juan sincero — só sinto que você tá meio mudada — olha pra ela e não consegue evitar a sensação na virilha — cê parece mais feliz que o normal — nota ela franzindo a testa — não tô dizendo que é ruim, só não sei por que tô sentindo algo — o volume na calça dele aparece e ele tenta mudar de assunto — sinto algo diferente em você — suspira pra se acalmar — sou seu filho e cê sabe que pode confiar em mim, pode falar o que quiser — solta enquanto vê no olhar da mãe um segredo, um segredo escuro e profundo que ela esconde, de novo vê a mulher descendo do carro com o rosto da mãe na frente, agora enxerga ela com mais clareza, sem dúvida era ela
— Cê sabe tudo sobre a minha vida, love — responde Fabiola sem rodeios e voltando o olhar pro prato — não tem segredo entre nós e eu- sorri pra ele e coloca as mãos de novo sobre as dele- se tô mais feliz é porque logo vou poder trabalhar- mente pra não levantar suspeitas- assim, seu pai não vai mais ter que ir pra longe e se matar de trabalhar sozinho, que aliás- olha pro celular com uma mistura de tristeza e decepção- faz dias que ele não me liga- suspira- enfim, espero que ele esteja bem- ela suspeitaria que ele tá traindo ela, como ela traiu o Nelson, mas não duvida que o amor dele pelo trabalho é tão grande, que até as putas oferecidas não fariam diferença- pronto pra gente ir?- pergunta ela se levantando
-Tô sim, mãe, pra onde a gente vai?- diz Juan entregando o prato dela e se levantando
-Pra onde você gostaria de ir? Pro parque, pro cinema, pra praça?- pega os dois pratos e os copos e coloca na pia enquanto olha animada pro filho, deixando os pensamentos sexuais de lado
-A verdade, mãe- diz Juan- quero que você escolha o lugar, um onde você se divirta- ela sempre cuida de mim e zela pelo meu bem, é o mínimo que eu devo a ela, pensa Juan olhando pra mãe cheia de vida- cê tem razão, tá na hora de deixar de me mimar e de eu me tornar homem, vou amadurecer, mãe, cê vai ver que vou conseguir-
Ela olha pra ele com orgulho e pensa- vamos ver?- o dedo dela pousa no queixo de forma pensativa, fazia tempo que ela não escolhia pra onde ir- sempre amei ir ao cinema, que tal? um filme bom, pipoca, nachos e refrigerante- exclama animada
-Sim, mãe, vamos- responde Juan empolgado
-Bom, então vai pegar suas coisas, amor, te vejo no carro- ela pega a bolsa e sai pra esperar o Juan dentro do carro enquanto pensa no Nelson e em tudo que rolou naquela noite e de manhã, sorri (foi gostoso enquanto durou, pena a Faby) pensa e encontra o próprio olhar no retrovisor (perdeu uma boa rola) ri com esse pensamento e o Juan sobe do lado do carona, ajusta os espelhos e liga o carro- pronto, coração?
-Pronto, mãe- exclama Juan sorrindo (acho que era coisa da minha cabeça, mesmo que eu fique excitado) Muito pensando na mamãe transando com outro e comigo, mas dá pra ver que ela não é esse tipo de mulher, ela sempre vai ser fiel ao papai e sempre vai cuidar de mim, é uma mãe excelente, amo ela!) com esse pensamento, ele coloca o cinto e olha pra mãe - me perdoa por duvidar de você, mamãe, acho que são meus hormônios da idade- ri e ela devolve o sorriso
- Te perdoar por quê?- pergunta estranhando, embora pense (sendo honesta, eu que deveria pedir perdão por ter transado com seu melhor amigo, e ainda no seu quarto com você dormindo) não consegue evitar fechar um pouco as pernas ao lembrar daquilo, olha pra ele esperando a resposta enquanto engole saliva devagar pra segurar o desejo
- Ora, por duvidar de você, mãe- responde João com confiança
- Duvidar? Por que você duvidou de mim?- pergunta Fabíola levantando a voz
Naquele momento, João sente vir à mente o que Nelson disse “as mulheres são umas putas, no fundo tão famintas por uma boa pica, só precisa libertar essa vagabunda e eu vou libertar a que tá na sua mãe” não consegue evitar sentir a ereção de novo e coloca o moletom sobre o colo pra esconder
- De nada, mãe- geme olhando pra rua- de nada, só que te achei meio estranha- tenta mudar de assunto, enquanto a imagem da mãe pelada dançando pra ele no quarto se desenha de novo na mente- que filme a gente vai ver?- pergunta pra evitar o pensamento tarado
- Não até você me dizer por que tá falando essas coisas- responde Fabíola irritada e com a cabeça cheia de dúvidas (será que ele não tava dormindo? será que me viu sair? preciso saber o que ele viu)
- Não, não- solta João nervoso balançando as mãos negativamente- por nada, mãe, é melhor só sair e se divertir, não acha?- exclama com medo
- João, fala logo ou vou ficar brava de verdade com você- exclama Fabíola furiosa escondendo o nervosismo
João olha pra ela nervoso, a mãe nunca tinha pressionado ele assim, mas sentia que precisava soltar, sentia que precisava expressar o que pensava Naquele momento, todas as lembranças do que viu ontem à noite vêm de uma vez. Minha mãe não é uma puta, não é nenhuma puta como o Nelson disse.
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