Jogou a tanga no painel do carro e se ajeitou pra lamber minha buceta, como já tinha dito. Eu deitada, com os saltos quase tocando o teto do carro, deixando minha buceta no ar e minha raba também à mercê dele pra lamber tudo. Ele tirou a calça e a cueca, finalmente vi o pau dele inteiro, uns 20 cm e grosso pra caralho, e ainda tava meia-bomba, porque já era velho. O senhor começou a chupar minha buceta, isso me deixava louca, porque ele colocou minhas pernas nos ombros dele e lambia com delicadeza, me fazendo tremer de tão suave que era. Numa dessas, ele usou os dedos pra separar meus lábios da buceta e enfiou a língua o mais fundo que conseguiu, arrancou meu primeiro orgasmo e fez eu pisar no teto de tão gostoso que foi. Pra evitar que eu me mexesse, ele me segurou pelos peitos e tentava impedir o movimento, isso me molhava ainda mais porque eu não conseguia escapar das lambidas que ele dava.
Minha buceta não estava totalmente depilada, tinha uma pequena trilha de pelos em cima dela e ele começou a chupar porque já estavam molhadinhos, amei! E depois senti um dos dedos dele acariciando meu cu, passou dois dedos e os enfiou no meu rabo devagar, bem devagar, enquanto continuava mexendo a língua na minha buceta, isso foi incrível!!!! Meu cuzinho doía muito, mas a língua dele distraía a dor, era maravilhoso com a língua dele. Depois de ainda me manter naquela posição, ele se levantou e aproximou os quadris dos meus, e colocou minhas pernas apoiadas no peito dele, deixando minha buceta já toda inchada à mostra. E então foi quando ele quis começar a meter o pau, teve um pouco de dificuldade porque ainda não estava totalmente duro, e aí disse: - Vamos, gostosa, abre bem as pernas, apoia elas nos bancos pra sua buceta não ficar tão apertada, porque senão meu pau não vai entrar, amor. - Tá bom, senhor - eu gemia, falando - tenta agora, mas mete logo. - Calma, bebê, lembra que sou velho e não vou conseguir me mexer tão rápido quanto você gostaria. Ele começou a enfiar o pau agora com mais facilidade, eu sentia o tamanhão dele dentro da minha buceta e isso me molhou ainda mais.
Quando ele enfiou tudo, começou o vai e vem, era gostosa demais aquela sensação do pau duro na minha buceta já inchada. Me estiquei um pouco, puxei o senhor pelo pescoço e trouxe ele pra perto pra beijar. Ele tava muito tarado e, enquanto me penetrava, eu beijava ele, beijo de língua, não tava nem aí pra nada, eu só queria sentir mais! Quando achei que o pau dele já tava duro o bastante, ele se levantou e, na mesma velocidade devagar, quis me surpreender: tirava o pau meio pra fora, pegou cada uma das minhas pernas com os braços e começou a meter com força. Isso me deu uma dor excitante por causa daquele pauzão enorme, que eu sentia entrando nas minhas entranhas. Com esses movimentos, ele conseguiu arrancar mais de um orgasmo de mim. Por causa dos orgasmos que eu tava sentindo, meus pés começaram a doer de tanto que eu queria arquear eles, e pedi pra ele tirar meus saltos. Ele desabotoou, quando tirou, disse: — Que par de pés lindos, minha princesa. Me deu uma lambida, isso provocou uma sensação de cócegas que me deixou muito excitada. Ele continuou com os movimentos, os vidros já estavam embaçados de tanto calor que a gente fez. O senhor criou coragem pra meter de novo com força, dessa vez doía mesmo e eu me agarrei na porta que tava acima da minha cabeça, tava doendo demais. Coloquei minhas pernas enlaçando ele, e numa dessas metidas ele fez eu ter um orgasmo forte, estiquei as pernas e bati no vidro, e meu pé ficou marcado na janela por causa do vapor. Ver aquela marca me fez lembrar que eu tava fazendo aquilo num táxi onde qualquer um podia ver a gente, mas era bem improvável porque a gente tava no meio da estrada e já era tarde da noite.


Depois disso, decidi que eu ia ditar o ritmo, mandei ele parar. Ajeitei ele pra sentar no banco e montei em cima, mas antes de me penetrar, ele tirou todo o meu vestido e eu dei um beijo nele. Ele me deixou só pelada e resolveu beijar meus peitos, na hora eu senti muito tasty, a excitação era demais. Aí tive uma ideia melhor, fiquei de quatro no banco e mandei ele meter assim, eu fiz ele esperar pra enfiar um dedo no meu cu, isso me deixava louca demais quando eram cocks grandes, a cock na buceta e o dedo no meu cu. Ele começou a enfiar o pênis na minha buceta, ainda inchada de tanta excitação, isso fazia eu sentir ainda mais como entrava devagar e aos poucos o pênis enorme dele, eu apertava minhas pernas pra sentir mais e mais como nossos sexos gozavam, o dele me penetrando e o meu sendo penetrado. Depois que tava dentro, eu comecei a rebolar pra caralho, queria que os movimentos fossem fortes, tipo desejar sentir a cada movimento o pênis dele mais fundo. Do nada, a gente vê uma luz aparecendo fora do carro, parecia de celular, eram uns caras! Que começaram a gritar:


—Olha… olha! Tão fodendo naquele táxi! —Uauuu, economizou uma grana hein, sua puta! Kkk. Fiquei com vergonha, mesmo não dando pra ver direito por causa do vapor nos vidros, pedi pro taxista parar. E ele disse: —Kkk, ah, mocinha, não vou parar não. Aliás, vou limpar os vidros pra vocês verem que eu tô comendo. —Não, pelo amor! Ahh!... E ele fez isso. Limpou as janelas e os caras só gritaram de empolgação e falaram: —Uoooh! Vai, vovô! Mete no cu dela! Arrebenta essa puta, olha como ela empina a bunda. Eu tava apoiada nos braços, porque não queria que vissem meu rosto, e assim, minha bunda ficava mais exposta, de quatro, toda nua e escorrendo com o pauzão dentro de mim. Nisso, o velho cuspiu no meu cu e começou a massagear enquanto dava umas estocadas fortes. Os caras lá fora tavam tirando foto, dava pra ver pelo flash dos celulares. De repente, o velho enfiou o dedo de uma vez no meu cu, doeu pra caralho. —Uoooh, vovô! Você é meu ídolo, kkkk... Aí os caras foram embora depois de ver ele enfiar o dedo, foram embora rindo ainda. O velho falou: —Você se salvou, gostosa, por um momento pensei em abrir a porta e deixar eles verem o que você ia fazer, kkk. Preferi ficar quieta. Parei ele e pedi pra ele sentar de novo. Dessa vez, primeiro dei um beijo no pau dele e depois montei, abracei o pescoço dele e comecei a quicar, metendo e tirando bem rápido, parava quando tinha um orgasmo e ia mais devagar. Me movi pra trás e me enfiei entre os dois bancos da frente pra me mexer mais rápido, quando de repente o velho disse:
-Tira ele pra fora, minha filha, que eu vou gozar. Tirei o pau dele e sentei nas pernas dele, e ele começou a se masturbar apontando pra minha barriga, e gozou, com tanta força que, mesmo mirando no meu abdômen, o esperma dele chegou no meu rosto e nos poucos pelinhos da minha buceta ficaram cheios, adorei isso. Peguei o pau dele e fiquei movendo pra cima e pra baixo, ainda saindo porra. Desmontei e comecei a chupar o pau dele pra limpar. Ele mandou eu me vestir porque já tínhamos demorado demais. Peguei meu vestido e a calcinha fio-dental, tentei pegar mas ele proibiu, disse que ia levar. Coloquei o resto da roupa e meus saltos que já estavam jogados por ali. Senti minha buceta bem rosada e o cu bem dolorido por causa daquela vez de adrenalina que ele quis se exibir pros caras. Ele ajeitou a roupa e sentou no banco do motorista e, com o pau ainda duro, falou: vem, enfia no meu pau e dirige. Passei pro banco do motorista e sentei no colo dele, enfiando o pau dele na minha buceta, e fui dirigindo assim até chegar na minha casa. Chegamos na minha casa e, ainda com o pau dele dentro de mim, dei umas sentadas antes de descer do carro, o que fez a buzina tocar umas duas vezes. Ajeitei meu vestido e desci do táxi, dando um beijo de língua no taxista, e entrei na minha casa com a buceta bem rosada e bem comida! Ele me deixou em casa e não cobrou nada.
Minha buceta não estava totalmente depilada, tinha uma pequena trilha de pelos em cima dela e ele começou a chupar porque já estavam molhadinhos, amei! E depois senti um dos dedos dele acariciando meu cu, passou dois dedos e os enfiou no meu rabo devagar, bem devagar, enquanto continuava mexendo a língua na minha buceta, isso foi incrível!!!! Meu cuzinho doía muito, mas a língua dele distraía a dor, era maravilhoso com a língua dele. Depois de ainda me manter naquela posição, ele se levantou e aproximou os quadris dos meus, e colocou minhas pernas apoiadas no peito dele, deixando minha buceta já toda inchada à mostra. E então foi quando ele quis começar a meter o pau, teve um pouco de dificuldade porque ainda não estava totalmente duro, e aí disse: - Vamos, gostosa, abre bem as pernas, apoia elas nos bancos pra sua buceta não ficar tão apertada, porque senão meu pau não vai entrar, amor. - Tá bom, senhor - eu gemia, falando - tenta agora, mas mete logo. - Calma, bebê, lembra que sou velho e não vou conseguir me mexer tão rápido quanto você gostaria. Ele começou a enfiar o pau agora com mais facilidade, eu sentia o tamanhão dele dentro da minha buceta e isso me molhou ainda mais.
Quando ele enfiou tudo, começou o vai e vem, era gostosa demais aquela sensação do pau duro na minha buceta já inchada. Me estiquei um pouco, puxei o senhor pelo pescoço e trouxe ele pra perto pra beijar. Ele tava muito tarado e, enquanto me penetrava, eu beijava ele, beijo de língua, não tava nem aí pra nada, eu só queria sentir mais! Quando achei que o pau dele já tava duro o bastante, ele se levantou e, na mesma velocidade devagar, quis me surpreender: tirava o pau meio pra fora, pegou cada uma das minhas pernas com os braços e começou a meter com força. Isso me deu uma dor excitante por causa daquele pauzão enorme, que eu sentia entrando nas minhas entranhas. Com esses movimentos, ele conseguiu arrancar mais de um orgasmo de mim. Por causa dos orgasmos que eu tava sentindo, meus pés começaram a doer de tanto que eu queria arquear eles, e pedi pra ele tirar meus saltos. Ele desabotoou, quando tirou, disse: — Que par de pés lindos, minha princesa. Me deu uma lambida, isso provocou uma sensação de cócegas que me deixou muito excitada. Ele continuou com os movimentos, os vidros já estavam embaçados de tanto calor que a gente fez. O senhor criou coragem pra meter de novo com força, dessa vez doía mesmo e eu me agarrei na porta que tava acima da minha cabeça, tava doendo demais. Coloquei minhas pernas enlaçando ele, e numa dessas metidas ele fez eu ter um orgasmo forte, estiquei as pernas e bati no vidro, e meu pé ficou marcado na janela por causa do vapor. Ver aquela marca me fez lembrar que eu tava fazendo aquilo num táxi onde qualquer um podia ver a gente, mas era bem improvável porque a gente tava no meio da estrada e já era tarde da noite.


Depois disso, decidi que eu ia ditar o ritmo, mandei ele parar. Ajeitei ele pra sentar no banco e montei em cima, mas antes de me penetrar, ele tirou todo o meu vestido e eu dei um beijo nele. Ele me deixou só pelada e resolveu beijar meus peitos, na hora eu senti muito tasty, a excitação era demais. Aí tive uma ideia melhor, fiquei de quatro no banco e mandei ele meter assim, eu fiz ele esperar pra enfiar um dedo no meu cu, isso me deixava louca demais quando eram cocks grandes, a cock na buceta e o dedo no meu cu. Ele começou a enfiar o pênis na minha buceta, ainda inchada de tanta excitação, isso fazia eu sentir ainda mais como entrava devagar e aos poucos o pênis enorme dele, eu apertava minhas pernas pra sentir mais e mais como nossos sexos gozavam, o dele me penetrando e o meu sendo penetrado. Depois que tava dentro, eu comecei a rebolar pra caralho, queria que os movimentos fossem fortes, tipo desejar sentir a cada movimento o pênis dele mais fundo. Do nada, a gente vê uma luz aparecendo fora do carro, parecia de celular, eram uns caras! Que começaram a gritar:


—Olha… olha! Tão fodendo naquele táxi! —Uauuu, economizou uma grana hein, sua puta! Kkk. Fiquei com vergonha, mesmo não dando pra ver direito por causa do vapor nos vidros, pedi pro taxista parar. E ele disse: —Kkk, ah, mocinha, não vou parar não. Aliás, vou limpar os vidros pra vocês verem que eu tô comendo. —Não, pelo amor! Ahh!... E ele fez isso. Limpou as janelas e os caras só gritaram de empolgação e falaram: —Uoooh! Vai, vovô! Mete no cu dela! Arrebenta essa puta, olha como ela empina a bunda. Eu tava apoiada nos braços, porque não queria que vissem meu rosto, e assim, minha bunda ficava mais exposta, de quatro, toda nua e escorrendo com o pauzão dentro de mim. Nisso, o velho cuspiu no meu cu e começou a massagear enquanto dava umas estocadas fortes. Os caras lá fora tavam tirando foto, dava pra ver pelo flash dos celulares. De repente, o velho enfiou o dedo de uma vez no meu cu, doeu pra caralho. —Uoooh, vovô! Você é meu ídolo, kkkk... Aí os caras foram embora depois de ver ele enfiar o dedo, foram embora rindo ainda. O velho falou: —Você se salvou, gostosa, por um momento pensei em abrir a porta e deixar eles verem o que você ia fazer, kkk. Preferi ficar quieta. Parei ele e pedi pra ele sentar de novo. Dessa vez, primeiro dei um beijo no pau dele e depois montei, abracei o pescoço dele e comecei a quicar, metendo e tirando bem rápido, parava quando tinha um orgasmo e ia mais devagar. Me movi pra trás e me enfiei entre os dois bancos da frente pra me mexer mais rápido, quando de repente o velho disse:
-Tira ele pra fora, minha filha, que eu vou gozar. Tirei o pau dele e sentei nas pernas dele, e ele começou a se masturbar apontando pra minha barriga, e gozou, com tanta força que, mesmo mirando no meu abdômen, o esperma dele chegou no meu rosto e nos poucos pelinhos da minha buceta ficaram cheios, adorei isso. Peguei o pau dele e fiquei movendo pra cima e pra baixo, ainda saindo porra. Desmontei e comecei a chupar o pau dele pra limpar. Ele mandou eu me vestir porque já tínhamos demorado demais. Peguei meu vestido e a calcinha fio-dental, tentei pegar mas ele proibiu, disse que ia levar. Coloquei o resto da roupa e meus saltos que já estavam jogados por ali. Senti minha buceta bem rosada e o cu bem dolorido por causa daquela vez de adrenalina que ele quis se exibir pros caras. Ele ajeitou a roupa e sentou no banco do motorista e, com o pau ainda duro, falou: vem, enfia no meu pau e dirige. Passei pro banco do motorista e sentei no colo dele, enfiando o pau dele na minha buceta, e fui dirigindo assim até chegar na minha casa. Chegamos na minha casa e, ainda com o pau dele dentro de mim, dei umas sentadas antes de descer do carro, o que fez a buzina tocar umas duas vezes. Ajeitei meu vestido e desci do táxi, dando um beijo de língua no taxista, e entrei na minha casa com a buceta bem rosada e bem comida! Ele me deixou em casa e não cobrou nada.
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