O licenciado safado 13, 14 e 15

O licenciado aproveitador 13 Peguei meu ferro e, tirando meus dedos, coloquei na entrada do cu dela... Blanquita: por aí eu não queria, mas se você deseja, papai, eu vou fazer, vai doer, posso chorar? Carlos: minha menina, eu quero tanto enfiar nessa caverna escura, vai doer porque literalmente vou te arrombar... Claro, chora e grita à vontade, mas por favor não me peça pra tirar e não tente puxar. Assim comecei a invasão daquela caverninha ainda mais apertada que a primeira que já tinha furado, o reto dela era perfeito, rosadinho, enrugadinho, pequeno, minha glande não conseguia entrar, tomei impulso 4 vezes e via como o esfíncter cedia mas sem deixar passar, ela só berrava de dor... Então na quinta vez deixei na entrada e com uma mão segurei a cintura dela, avisei que agora ia entrar à força porque já queria arrombar... Embesti selvagemente aquele cu puro, não sabia me conter quando via um cu, queria arrombar e foi o que fiz, senti na hora o sangue molhar meu ferro... Ela chorava tão forte que partiu meu coração, mas o sangue estava quente, então peguei ela com as duas mãos e segurei bem, enfiei quantas vezes quis. Blanquita: já, por favor, não aguento mais, dói, pussy, pelo amor de Deus! Carlos: sim, minha nega, toma meu gozo. Tirei aquele ferro cheio de merda e joguei direto na buceta, fiz ela limpar com a boca, ela quase vomitou de nojo de provar sêmen, sangue e merda... Ela estava chorando... Dei um tapa nela e pedi pra ser minha namorada, falei: você merece por ter me entregado seus buracos... Ela respondeu que sim, então se vestiu, dei uns comprimidos pra infecção e dor... Ela relaxou pra gente ir, dei uma olhada e pedi pra ela abaixar a calcinha, levei ela pro banco de trás, deitei e subi as pernas dela nos meus ombros e comecei a enfiar sem dilatar, use a palavra: pussy, era tão apertada que queimava, até que começou a lubrificar, queria esvaziar meu sêmen de novo Blanquita: assim, buceta, eu gosto, isso sim eu gosto, me dá mais, mais assim, assim, meu amor, tudo, tudo, quando o corpo dela se contraiu e ela se mijou de novo, acabei de ter outro orgasmo, meu papi. Carlos: recebe meu sêmen dentro de você, minha menina, não posso ir embora sem deixar minha semente aí... e com 5 jatos eu enchi ela. Te amo, minha menina, você é maravilhosa... Blanquita: obrigada por acalmar minha dor no cu e por me dar do seu sêmen mais uma vez, não se preocupa, na rua, se você quiser me beijar e ser tipo namorados de verdade, faz uma semana que fiz 18 anos... Carlos: perfeito, minha menina, assim não vou ter essa preocupação, mas você parece ter 15 ou 16 anos. Blanquita: eu tinha 16 quando meus pais morreram, já faz 2 anos. Eu abracei ela e acalmei, depois levei ela pra casa dela, desci do carro, abracei ela e beijei. O safado do doutor correspondeu ternamente ao meu beijo, nem parecia que uns instantes atrás tinha chupado e fodido como uma puta em potencial. Meu amigo saiu e eu perguntei pela Susana, ele disse: deixei ela na sua casa, ela se comportou como uma profissional, me agradeceu. Eu ri e falei: não agradece, tô vindo de foder uma putinha, aquela menina que quero que seja minha putinha e foder ela até aguentar cada um dos buracos dela... isso vai te custar, ele garantiu. O que for, mano, o que for, esses buracos valem a pena... Cheguei nos locais, recebi as contas, Clara, e imediatamente foi pra casa com a Jacque e a Leydi, porque eu disse que a Susana já tava lá. Fiquei fechando a lavanderia com a Karina, a Silvia e a Angélica. Meninas, agradeço pela ajuda de vocês. Elas disseram: não agradece, pelo contrário, somos nós que agradecemos por essa oportunidade. Perguntei: e o que vocês faziam na cidade de vocês? Elas riram e disseram: bom, a verdade é que a gente sobrevivia com o que o dom Julián pagava pra gente trabalhar nos negócios dele. Fiquei curioso e elas disseram: pois é, a gente vendeu nossa virgindade pra ele, as 4 irmãs mais velhas. A gente ia vender a da Leydi e da Jacque, mas meu tio nos encontrou e aí não fizemos. Quisemos mudar de vida... Que barbaridade o que acabamos de ouvir, eu falei... Karina: na verdade, se quiser, a gente pode te dar um pouco de sexo aqui mesmo, somos muito safadas e, sinceramente, todo fim de semana a gente transava, mas paramos com isso desde que meu tio nos contatou. Hoje a gente tava relembrando nossas aventuras e percebemos que isso tá fazendo falta. Silvia: sim, tá fazendo falta, é um vício que já tá enraizado em nós. Angélica: mas tem que ficar entre nós, não queremos que a mamãe pense que voltamos a ser putas e que agora não precisamos mais ser. Carlos: claro que aceito, um pouco de sexo não faz mal, pelo contrário, faz muito bem... Vamos jantar em casa e depois a gente vê o lance do sexo. Eu tava satisfeito com a carne que tinha comido e não tinha intenção de comer de novo, tava cheio. No dia seguinte, perguntei pra Silvia se ela me acompanhava pra fazer umas compras, ela disse que sim, todas foram embora e ficamos só eu e ela, bom, foi o que pensei... Antes de sair, vi ela com aquelas calças justas, então quando tava saindo, peguei ela por trás e coloquei uma mão nos peitinhos dela e a outra, segurando a buceta, enquanto meu pau se apertava na bunda dela, ela gemeu... Silvia: mmmm buceta, pensei que a gente fosse fazer fora de casa, mas tá bom, se você me comer aqui mesmo já não aguento mais, tô molhada só de pensar que você ia me penetrar. Carlos: olha só que buceta grande que a gente tem aqui, parece bem carnuda... Era um pacote avantajado, os lábios vaginais dela eram grossos, eu tava doido pra enfiar meu ferro naquela carne, sem perceber, já era refém dos meus instintos, das minhas paixões, já não distinguia o que tava fazendo, mal no dia anterior tinha desvirginado uma garota virgem e hoje já tava prestes a comer uma putinha jovem que já sabia o que era transar. Silvia: tô muito molhada, caralho. Eu despi ela ferozmente, vi a blusa cair, a calça, o sutiã e por último a calcinha fio dental que tava linda enfiada na bunda dela... Quando aquela última peça caiu, levantei a perna esquerda dela e com a outra mão direcionei a ponta do meu pau pra entrada da caverna dela... Empurrei com tanta força que senti que cheguei no limite dela. Ela começou o sobe e desce, e eu acompanhei com um vai e vem lento, mas constante. Silvia: ai pussy, que gostoso é ter um pedaço desse dentro de mim, já fazia tempo que não curtia isso... Adoro issooooo!, Por favor não para gostoso, vai fundo, manda ver... Carlos: sua pussy é uma delícia, tá bem molhadinha, toma isso pra você, vagabunda... Tomaaaa! Metia com força bem fundo nela e aconteceu o que era esperado: numa enfiada ela tremeu toda, baixei a perna dela e ela ainda estava se tremendo, quando os dois ouvimos um gemido, mmmmm! Virei e era a Karina, que estava sem roupa e com os dedos bem dentro da pussy dela, tinha nos observado. O licenciado aproveitador 15 Metia com força bem fundo nela e aconteceu o que era esperado: numa enfiada ela tremeu toda, baixei a perna dela e ela ainda estava se tremendo, quando os dois ouvimos um gemido, mmmmm! Virei e era a Karina, que estava sem roupa e com os dedos bem dentro da pussy dela, tinha nos observado e até uma bela punheta tava dando na pussy dela... Na hora perguntei se ela queria se juntar a gente, nunca imaginei que depois de foder uma mina virgem, teria um trio, mas tava rolando, inacreditável... Carlos: se quiser, pode entrar no nosso momento feliz, vem, bora. Ela tinha umas coxas grossas, pouco peito, mas a região genital era bem peluda, com um pelo preto, e veio andando até onde a gente tava. Karina: Silvia, posso entrar com vocês? Tô louca, não aguento mais, minha pussy tá pedindo um pau pra você. Silvia: vem aqui, irmãzinha, come meus sucos enquanto o Carlos te dá uma boa vara, olha que esse filho da puta me deu tanto prazer. Então a Silvia subiu no sofá, sentada no encosto e de pernas abertas, e disse: Karina gordinha, vem comer essa buceta suculenta, ela tá te esperando, enquanto você curte, Carlos vai enterrar o cacete na sua pussy carnuda... Karina começou a saborear aquela calcinha gorda, lambendo todo o contorno que rodeava a buceta suculenta, depois foi mordiscando os lábios vaginais da irmã Silvia, que gemia como uma puta paga... Se contorcia de prazer, eu tava com o pau todo duro e pronto pra entrar na caverna dela, ela tava de quatro, separei as nádegas e vi o buraquinho rosado, saboreei, peguei meu mastro e apontei pra entrada dela... Tava enfiando meu amigo na entrada quando ela mesma se empalou nele, mmmm que gostoso ouvi ela murmurar enquanto continuava ocupada dando prazer pra irmã, que seguia se contorcendo. Silvia: mmm irmãzinha, tão gostoso que você chupa, mete sua língua por favor... Adoro, dá mais... Karina: que bom que você gosta, eu tô mmmm, aproveitando cada estocada desse macho, sem dúvida ele sabe foder... Melhor que o dom Julián e que os meninos da vila, que eram nossos namorados... Me dá mais pussy, me dá tudo que você tem, eu gosto. Carlos: mas que putas que me saíram essas roceiras... Deliciosas as bucetas delas, deliciosas de olhar... Já quero provar o cu delas, putinha... Continuei furando aquela caverna, que cada vez tava mais molhada, meu pau deslizava muito gostoso, sentia que ia explodir mas segurei a onda, então tirei e mandei elas chuparem meu cock, Karina na hora se virou e começou a chupar, Silvia ia se ajoelhar mas pedi pra ela começar a chupar o cu da irmã, porque aquele buraco era o próximo... Karina: pai meu cu?, É que nenhuma de nós deu o rabo pra ninguém, a gente acha nojento ser comida por ali... Carlos: olha aqui, sua filha da puta, quem manda aqui sou eu e eu disse que quero seu cu... Então você vai me dar o cu e depois vai comer o cu da sua irmã porque também vou foder ele... Karina engoliu mais meu cock e com uns movimentos experts quase me fez gozar, ela sim gozou, mijou no silos quando a irmã dela tava enfiando a língua no cu dela, falei pra ela senta no sofá silvia6 tua irmã vai continuar comendo sua pussy, e vai meter os dedos no teu cu. Carlos: Karina vai enfiando um dedo de cada vez no cu da Silvia enquanto chupa a pussy dela quando entrar 3 dedos bem sem esforço me avisa, aí sei que tá pronta. Karina tava de novo de quatro e apontei meu ferro na entrada do cu dela, tão gostoso tão apertado, guardado por aquele par de rabão, um pouco menor que o da mãe dela mas ainda assim era grande... Escancarei aquela porta do prazer e devagar fui enfiando meu pau no cu dela, ele resistia a ser furado e ela começava a chorar de dor, a irmã segurou forte a cabeça dela e aproveitou pra afundar os gemidos dela no fundo da pussy dela, continuei a perfuração, que era um vai e vem, mais vai do que vem porque o cu dela não cedia. De repente entrei completo de uma vez naquele espaço maravilhoso apertado, estreito pra caralho e muito conveniente pra mim ainda virgem, que prazer que isso tá me dando, Karina colocou a mão pra eu não entrar mais... Carlos: minha putinha tira a mão e enfia de novo no cu da tua irmã já entrou tudo que eu tenho pra ti. Karina: é que dói pra caralho. Carlos: sente como ele se mexe no teu cu. Assim tava de repente o mmm que gostoso da Silvia me chamou atenção Vi como ela mijava na cara da irmã, Karina quis se afastar mas pedi pra ela beber o mijo da irmã, enquanto enfiava e tirava do cu molhado dela o pau que tava estourando, ela obedeceu e tentou beber o mijo da irmã, continuei metendo forte na caverna dela, cuspi nela e o invasor duro deslizava na bunda dela... Ela soltou um gemido já não mais de dor mas uma mistura de prazer e dor... Karina: mmm parece diferente tô começando a achar gostosa essa foda...

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